Sobre a morte de um pet: a dor, os significados, estratégias a adotar…!

Na certeza de que muitos de vocês já choraram a morte de um pet, que seguramente é marcante, também já passei por isso, sendo que a última delas se deu cerca de dois anos atrás. À época, tomado pela emoção da perda, cheguei a escrever um texto e publiquei aqui: https://obemviver.blog.br/2017/03/07/refletindo-sobre-a-saudade-e-o-vazio-deixados-pela-minha-cadelinha-mell/.

Vejo agora, indicado por uma amiga e colaboradora deste blog, mais um texto interessante, publicado no Portal Raízes, falando sobre a dor de uma perda como essa, incluindo algumas dicas do que fazer quando você passar por isso, .

Uma delas, quando for o caso de partir para um novo amiguinho, é a estratégia da adoção de cães abandonados, que existem aos montes e que estão por aí à espera de um lar amigo. Aliás, quero registrar ter adotado a minha atual cadelinha, a Lala, uma legítima SRD (sem raça definida), num dos abrigos de acolhimento de cães e gatos abandonados, associados à ABPA (Associação Brasileira Protetora dos Animais), da qual passei a ser incentivador/colaborador. Vale muito a pena adotar um bichinho que se encontra em situação de abandono, de riscos e em completa fragilidade. O que recebemos em troca é impressionante!

Recomendo a leitura do texto, a seguir:

“A morte de um animal de estimação dói igual à de um familiar

Via Unsplash

Quando o nosso cão ou gato morre, sentimo-nos tão vazios como se tivéssemos perdido um filho, um irmão ou um de nossos pais. Experimentamos uma dor imensa que não se pode comparar a nada e que é difícil de explicar. Neste artigo, contaremos por que a morte de um animal de estimação dói igual à de um familiar.

A dor pela morte de nosso animal de estimação

Aqueles que amam os animais sabem que não existe uma dor maior do que a de perdê-los. Os cães e os gatos passam muitos anos ao nosso lado para que a morte deles nos seja indolor. Só o ato de pensarmos que algum dia eles morrerão, nos dá um nó na garganta. Entretanto, temos que levar em conta que cedo ou tarde isso acontecerá e que é preciso que estejamos preparados.

A conexão que experimentamos com os animais de estimação é tão grande que não podemos imaginar a vida sem eles. Nada será como antes, porque seu amor e sua lealdade eram como um bálsamo entre os nossos problemas.

Infelizmente, o ciclo de vida destes animais de companhia é muito menor do que o nosso. Portanto, é natural que sejamos nós que venhamos a sofrer pela morte de nosso animal de estimação. De acordo com psicólogos, isso gera um grande impacto emocional nas pessoas, tal e como acontece quando um membro de nossa família morre. Por quê? Porque o cão ou o gato também formam parte desse núcleo íntimo.

Além disso, como indica um estudo da Universidade do Havaí, a dor provocada pela morte do animal de estimação não só é intensa e profunda, mas também dura bastante tempo. Uma em cada três pessoas consultadas disseram que sofreram pelo menos seis meses depois da perda.

A morte de um animal de estimação, o final de uma relação mais que especial
Os animais de companhia nos oferecem seu amor, seu apoio e sua lealdade (em muitos casos, mais do que recebemos de outras pessoas). Devido a isso, quando eles morrem, perdem-se ou são roubados, experimentamos o que os cientistas chamam de “fim de uma relação especial”.

A dor pela perda do animal de estimação não costuma ser compreendida por aqueles que não têm um cão ou um gato. Eles acham estranho que alguém chore desconsoladamente por um animal, se o que morre é um cão ou um felino, desprezam os sentimentos.

Como cada vez mais casais e famílias adotam um animal de estimação e o transformam em um membro a mais da casa, é habitual que se organizem funerais e enterros como se se tratasse de uma pessoa. Inclusive há cemitérios especiais para animais de companhia.

Como superar a morte de um animal de estimação

Não importa se seus amigos ou familiares não lhe entendem ou dizem que você é exagerado por se sentir triste pela morte de um animal de estimação. Se seu cão ou gato morreu, você deve expressar sua tristeza e confrontar a perda. Tire o tempo que necessitar para atravessar este horrível momento.

Embora não tenha que derramar milhares de lágrimas, não as reprima. Alivie toda sua dor através do choro.

Não se deve assumir a culpa pelo ocorrido, já que essa não é a melhor maneira de encontrar alívio. Simplesmente seu animal de estimação morreu e isso não é sua responsabilidade. É melhor que você esteja tranquilo consigo mesmo e que se perdoe.

Seja paciente, já que, durante as primeiras semanas, você se sentirá realmente triste. Se não tiver vontade de falar do assunto, não fale, se preferir passar o final de semana dentro de casa, faça isso. Mas leve em conta que, em algum momento, você deverá retomar a sua vida habitual.

Por último, lembre-se de seu cão ou gato fazendo travessuras e estando feliz ao seu lado. Tente não guardar nenhum elemento que ele utilizava, porque isso causará mais dor. Certamente há muitos animais sem lar que necessitam de comida, camas e brinquedos. E espere um tempo prudencial para levar outro animal de estimação para casa. Uma vez que você saiba que não será uma substituição, você estará preparado para dar a oportunidade para essa nova vida entrar em seu lar.

Fonte: Meus Animais

Publicado em: https://www.portalraizes.com/a-morte-de-um-animal-de-estimacao-doi-igual-a-de-um-familiar/?fbclid=IwAR0GsqkW7TGAtuvbAWKp4JAjjuozd7Gj-QLxph8M4iaAZ0LwfkocqtZwtpk

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Sobre JCDattoli

Este blog foi idealizado para compartilhar reflexões e discussões (comentários, frases célebres, textos diversos, slides, vídeos, músicas, referências sobre livros, filmes, sites, outros blogs) que contribuam para a realização e o crescimento do ser humano em toda a sua essência e nas dimensões pessoais e profissionais. Almejo que o ser humano se mostre cada vez mais virtuoso, atento e disposto a servir ao próximo em cada momento da sua existência. Atuei profissionalmente por quatro décadas, com bastante intensidade, nas áreas pública e privada. Ocupei de cargos técnicos a postos de chefia e direção. Neste novo momento, pretendo ajudar pessoas a atingir outros patamares na vida – e na profissão. Dedicarei parte do tempo para ações sociais/humanitárias (levar música ao vivo para casas de idosos é uma das frentes de atuação, iniciada em 2007), além de assegurar espaços na agenda para o exercício do autoconhecimento e para a meditação, no caminho da evolução pessoal permanente . Gosto de ler, de aprender coisas novas, de praticar atividades físicas e de cantar-tocar violão. A família e as amizades são preciosas matérias-primas na construção do bem viver. Apesar das incongruências, desencontros e descaminhos humanos, tenho por missão dedicar-me mais e mais às pessoas como contributo para um mundo verdadeiramente melhor!
Esse post foi publicado em Ações sociais e humanitárias, Psicologia e comportamento. Bookmark o link permanente.

4 respostas para Sobre a morte de um pet: a dor, os significados, estratégias a adotar…!

  1. Davi Augusto Batista Dattoli disse:

    Muito bom o texto!!

  2. Experimentamos essa dor quando o boxer Skipie e depois o Nick se foram e em outras oportunidades desastrosas. Cada um reage de um jeito nessa hora de sentimentos fortes. A sensação de impotência diante da morte de um animalzinho é maior, porque eles não falam a nossa linguagem, ams tentam nos agradar e agradecer até o últmo momento.

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