Liderança de times – algumas dicas para você se tornar um líder de sucesso!

 Imagem:noticiasdotrecho.com.br

Volto a falar sobre liderança, tema sempre importante e que desperta amplo interesse, por conta da natural e decisiva influência que os líderes exercem nos negócios, nas organizações de qualquer porte e natureza e, ainda, na vida dos seus liderados.

Nesta breve escrita de hoje, enfatizo mais diretamente a ‘liderança para times’, uma habilidade crítica, a respeito da qual destacarei algumas características e dicas que levam ao sucesso, fazendo resgate de algumas anotações que me parecem significativas.

Pode parecer óbvio, mas quero começar enfatizando que o bom líder deve almejar sempre o aumento dos seus resultados e do seu time.

Com essa premissa em mente, o líder de sucesso precisa atender às expectativas do time e da organização, cujo resultado será, naturalmente, maior produtividade e menor estresse no dia a dia do negócio.

Reduzindo a apenas uma, qual devemos considerar como a principal característica de um(uma) líder?

É a sua capacidade de INSPIRAR o time!!!

Como tenho dito em inúmeros textos e conversas, a liderança que alcança resultados sustentáveis ao longo do tempo é a inspiradora, que também é servidora, que mobiliza e engaja os seus times e as pessoas à sua volta em prol de uma ou mais causas comuns.

Claro que essa liderança inspira aos outros direcionando-os para objetivos. Os resultados, portanto, são a sustentação de toda essa filosofia virtuosa. Percebe?

Destaco, a propósito, que pesquisas realizadas com mais de 2 mil equipes, espalhadas por 40 países, levam a uma conclusão convergente: o sucesso das equipes está diretamente relacionado com as lideranças!

Vamos a um aspecto crítico que, infelizmente, muitos ainda teimam em dar pouca importância:

Não são as competências técnicas que moldam um bom líder. O que é decisivo para quem exerce o papel de liderança, revelando-se ser um bom ou mal líder, é predominantemente o seu lado comportamental. O conjunto habilidades e atitudes é responsável pelos fatores que acabam determinando a boa ou má qualidade de um líder.

Atente para esta constatação: o(a) profissional pode até ser escolhido para um cargo de liderança pelas suas qualificações e experiências técnicas, o que, convenhamos, é um equívoco ainda cometido nos ambientes organizacionais; mas é certo que, na quase totalidade das ocorrências de demissão, ele(ela) será descartado(a) pelas suas deficiências comportamentais, conforme atestam reiteradas pesquisas por aí afora!

Sobre isso, destaco ainda que os líderes inspiram confiança quando: a) são coerentes; b) sabem manter o autocontrole; e c) dão bons exemplos.

Nessa esteira, estimular a autonomia dos liderados é fator dos mais eficazes e motivadores para os colaboradores!

Para fechar, deixo este sábio pensamento, registrado em material da Sociedade Brasileira de Coaching, atribuído a John Quincy Adams (1767-1848), sexto presidente dos Estados Unidos:

Se suas ações inspiram os outros a sonhar mais, aprender mais, fazer mais e ser mais, então você é um líder”.

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‘Como identificar os sabotadores da sua vida (mesmo se estiverem camuflados)’

A convivência com sabotadores é muito mais comum do que você possa imaginar!

Diria que sabotadores são estímulos (pessoas, vozes, mensagens etc.) que influenciam psicologicamente o indivíduo, de modo a trazer determinada dose de comprometimento para o seu desenvolvimento/a sua evolução. Na prática, eles impedem a pessoa de chegar mais longe. E são dois os tipos de sabotadores: internos e externos.

Para os primeiros, você precisa investir no seu autoconhecimento, tema explorado com frequência por aqui, e por conseguinte atuar na sua autoconsciência e autoliderança.

As vozes internas, que em determinada medida e em dada circunstância podem ser positivas, por chamarem por prudência, ponderação etc., têm muitas vezes o poder de nos segurar, nos deixar em zona de conforto. Normalmente, esses boicotadores internos resultam de crenças equivocadas e de medos irreais, daqueles tão somente imaginados pela mente. Essas vozes internas podem atuar de maneiras as mais diversas, entre as quais citaria dois grupos, para exemplificar: i) o sabotador crítico, do tipo “eu não consigo…” “eu não tenho inteligência para isso”, “eu sou muito sem jeito”, “existe muita gente melhor do que eu”, “o destino não me ajudou”. Leva a pessoa a encontrar defeitos o tempo todo (em si, nos outros, nas circunstâncias); ii) o sabotador esquivo, que leva a pessoa à procrastinação, a fugir de compromissos e tarefas que requerem esforço, pois o seu foco é predominantemente dirigido para o prazer.

Portanto, identificar, enfrentar e superar essas vozes internas do contra é fundamental. Em situação de autossabotagem mais significativa não hesite em buscar ajuda especializada!

E quanto aos sabotadores externos? Já parou para pensar sobre isso?

Vamos agora para eles, foco principal da postagem de hoje. Para tanto, recorro a texto sobre o assunto que gostei muito, publicado ontem no portal EL PAÍS Brasil, abaixo reproduzido.

Entre outros aspectos, você verá que a sabotagem externa é diferente de um eventual feedback negativo e, também, que muitas dessas pessoas sabotadoras podem estar querendo o seu bem. Igualmente, atentar para boicotes induzidos por esses personagens externos pode ser muito importante, ou libertador, para você!

Confira a seguir:

“Como identificar os sabotadores da sua vida (mesmo se estiverem camuflados)

Estas pessoas podem impedir o seu crescimento

Rubén Montenegro     Rubén Montenegro

Crescer depende da nossa capacidade de nos afastar de quem nos boicota e da nossa habilidade de alimentar as relações com que nos incentiva.

Ter a capacidade de identificar e administrar os sabotadores que nos cercam é uma das chaves mais importantes para nos sentirmos melhor conosco mesmos. O neurologista Juan Fueyo sugere em seu livro Te Dirán Que Es Imposible(Planeta, 2019, em espanhol, algo como “te dirão que é impossível”) as chaves para ter sucesso no que fazemos. Entre outras coisas, ele fala da importância de sabermos nos cercar de ambientes onde possamos crescer. Baseia-se nas biografias de pessoas bem-sucedidas como cientistas, escritores e empresários, e também em sua própria vida. Não é para menos: Fueyo é uma eminência mundial no campo da medicina. Esse asturiano e sua esposa, Candelaria Gómez Manzano, trabalham no Centro Oncológico M. D. Anderson da Universidade do Texas. Em 2003, desenvolveram um vírus modificado, ainda um ensaio clínico, para combater um dos cânceres cerebrais mais agressivos. Fueyo reconhece que ao longo de sua vida teve que ignorar muitas vezes quem lhe dizia que era impossível fazer o que ele imaginava.

“Sabotador é uma palavra drástica”, observa Fueyo. Às vezes é difícil imaginar que um amigo ou um familiar possa ser um sabotador, mas acontece. Os sabotadores podem ser pessoas que desejam o melhor para nós, mas seus medos são maiores que a confiança. O sabotador expressa sentimentos negativos de maneira constante, às vezes de forma inconsciente: “Não dá”; “é impossível”. São pessoas que incentivam você a permanecer em sua zona de conforto e, claro, não expressam confiança nas possibilidades que alguém tem. Um sabotador, no fundo, fala de si mesmo e de suas inseguranças. Em algumas ocasiões, sobretudo se forem familiares, é sua forma de expressar carinho, embora não estejam conscientes do preço que estão pagando.

Devemos diferenciar um sabotador de alguém que nos diz coisas que não queremos escutar. No fundo, quem nos dá um feedback negativo nos oferece um presente. Temos que discernir o que há por trás de suas dúvidas ou de seus comentários: se é medo ou se é algo que não estamos vendo e que pode nos ser útil para aprender. Existem várias estratégias para reduzir o impacto dos sabotadores. Uma delas é afastar-se deles ou pôr seus comentários de quarentena. Fueyo explica isso com uma experiência pessoal de quando era adolescente. Gostava de escrever poesia, e um dia fez um experimento com alguns de seus críticos. Passou-lhes uns versos pouco conhecidos do consagrado poeta espanhol Miguel Hernández, dizendo que eram obra dele próprio, e que queria saber a opinião dos conhecidos a respeito. Como imaginava, os comentários foram desoladores. Aquilo lhe permitiu perceber que muitas vezes os sabotadores não criticam uma obra, eles expressam seu medo, seu mal-estar ou seu preconceito, independentemente do que seja.

Se tivermos sabotadores em nossa vida, talvez um colega de trabalho, nosso chefe ou algum amigo, é melhor se afastar dele. Se forem familiares ou pessoas que não podemos evitar, então é preciso deixar seus comentários em quarentena ou olhá-los com compaixão: falam do seu próprio medo. Outra estratégia consiste em compensar o impacto dos sabotadores com incentivadores, pessoas que lhe ajudarão a chegar mais longe graças ao seu otimismo, aos seus conselhos e, inclusive, aos seus feedbacks negativos, que lhe farão crescer mesmo que você não goste de ouvi-los. Estas pessoas enxergam a campeã ou campeão que temos dentro de nós, ressalta Fueyo. Por isso vale a pena cuidar e cultivar o relacionamento, dedicar tempo a essas pessoas e na medida do possível agir de maneira recíproca.

Como revela Fueyo, “o coletivo é mais inteligente que o indivíduo, e a osmose social define o que você tem e quem você é como indivíduo”. Crescer como pessoas, mas também como profissionais, depende de nossa capacidade de nos afastarmos dos boicotadores (ou olhá-los com compaixão se forem familiares) e de nossa habilidade para alimentar as relações com nossos incentivadores.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/14/ciencia/1563125061_129694.html?utm_medium=10todaybr.20190716&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today#?ref=rss%26format=simple%26link=link

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Longevidade e trabalho: Como aproveitar o crescente número de talentos maduros?

Resultado de imagem para fenomeno da longevidade Imagem:Mundo do Marketing

A realidade dos idosos vai impactar significativamente os ambientes organizacionais. Trabalhadores e empresas têm preparações a fazer, e é pra já!

Na ampla abordagem do fenômeno da longevidade, quero dar foco mais específico para o impacto dessa realidade demográfica na composição da força de trabalho pelo mundo afora, que contará com presença cada vez maior de pessoas maduras.

Algumas considerações, gerais e preliminares, a respeito desse fenômeno:

  • As pessoas já vivem hoje muito mais do que viveram as gerações anteriores, e viverão mais e mais, fruto do aumento da expectativa de vida, que é real, mundo afora. No Brasil, a população de idosos (a partir de 60 anos), já beira aos 30 milhões. Segundo estimativas, essa população vai mais do que dobrar no planeta até 2050 (passará de 2 bilhões).
  • Considerando que as taxas de natalidade são decrescentes no Ocidente, em contraponto à realidade da elevação da expectativa de vida, a massa de idosos vai, consequentemente, se tornando cada vez mais expressiva
  • Com isso, por exemplo, os sexagenários de hoje começam a assimilar mais nitidamente que ainda têm disposição e vasto repertório para seguir na vida. Racionalizam que as décadas ainda pela frente (pelo menos 20 anos, dos quais podendo exercer atividades por mais de 10 anos) podem ser de vida ativa, produtiva. Presente tal constatação, o questionamento de quando e por que se aposentar será formulado com muito mais frequência e propriedade!
  • Os idosos da atualidade (integrantes da chamada geração “baby boomers”, nascidos entre 1946 e 1964), no geral estão ativos de alguma forma, são pessoas com crescente acesso às informações, que utilizam recursos da tecnologia eletrônica e participam do chamado mundo digital. Com isso, é natural que queiram se sentir úteis, se manter plenos, indicando que reside aí uma força disposta a seguir produtiva, desejosa de ocupar espaços.
  • Dois fatores pragmáticos, principais, explicam esse fenômeno: manter a jovialidade da mente e a boa forma física (questão de saúde) e a necessidade de seguir com padrão financeiro que permita realizar sonhos, novos projetos e/ou complementar a renda proveniente de aposentadoria já adquirida, reserva que acumulou etc. Assim, a aposentadoria ganha outros significados e propósitos, posto que a tônica que claramente ganha força, para parcela expressiva de aposentados e aposentáveis, é seguir aprendendo, trabalhando, contribuindo…
  • Consequentemente, temos na força de trabalho dos maduros os seguintes tipos, sob a ótica do fator aposentadoria versus a permanência no mercado de trabalho: a) que já se aposentaram mas querem seguir ativos; b) que já adquiriram as condições de aposentadoria mas não querem exercer esse direito, por diversos fatores; c) que, já atendendo à condição de idosos, não reúnem os requisitos legais para a aposentadoria, necessitando, formalmente, completar tempo de serviço.

A par desse quadro, sem entrar no mérito de possíveis restrições e dificuldades impostas por regras de regimes previdenciários oficiais, pode-se inferir que o apetite das gerações de trabalhadores, incluindo a população que chega agora à casa dos 60 anos, é cada vez menor para “pendurar as chuteiras”. E isso abre muitas oportunidades, pode ser bom também para as organizações em geral, senão vejamos.

Crescente interesse das empresas

Conforme noticiado no último dia 5 (portal G1 e outras fontes), “91% das empresas contratariam profissionais com mais de 50 anos”, de acordo com pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half. Ficou evidenciado que o potencial de contratação de profissionais nessa faixa etária seria para cargos nas áreas Administrativa, Gerenciais, Contabilidade, Jurídico e Tecnologia.

Levando-se em conta que as políticas e práticas nessa direção ainda são muito limitadas, percebe-se que há reais perspectivas de absorção de pessoas maduras pelas organizações em geral.

Um outro dado trazido na mencionada pesquisa foi a preocupação das lideranças empresariais com a perda de conhecimentos proporcionados pela saída desses profissionais mais idosos, os baby boomers.

Claro é que o fenômeno da longevidade vem trazendo um despertar nas organizações para a população idosa, o que não poderia ser diferente. Em reforço a tudo o que falei antes, há a constatação de que as empresas já reconhecem que essas pessoas maduras contribuem positivamente para o ambiente e o negócio, com estabilidade emocional, capacidade reflexiva, expertise, entre outros fatores.

Contudo, há ainda muito preconceito e estereótipos resistentes a esse respeito. Por conta disso, estudo realizado pelo Centro de Longevidade de Stanford, indicado na revista Harvard Business Review – Brasil – Junho 2019, registra que: “sexagenários de hoje são em geral sadios e experientes e tendem, mais que seus colegas jovens, a se sentir satisfeitos no emprego. Eles demonstram forte ética e lealdade profissional aos empregadores. São motivados, reconhecidos, dedicam-se a resolver dilemas sociais e se preocupam mais com a doação pessoal e menos com a autopromoção. Mais que os jovens, são propensos a criar coesão social e compartilhar informações e valores organizacionais.”

Fato é que, se por um lado as pessoas que vão envelhecendo precisam fazer sua preparação para garantir alguma empregabilidade e ocupação do tempo (têm dever de casa, que é trabalhar seu projeto para o futuro, para o curto, médio e longo prazos), resta evidente que às empresas é requerida preparação e adoção de estratégias específicas nessa direção, pois os novos tempos exigem, claramente, equipes formadas com multiplicidade de talentos/competências e de experiência de vida.

As empresas estão preparadas?

De acordo com o norte-americano Paul Irving, professor, pesquisador, empreendedor e autoridade no tema envelhecimento, em importante matéria publicada na já referida edição da revista HBR – Brasil, as empresas não estão preparadas. E acrescenta: “O envelhecimento afetará todas as operações e estruturas empresariais – recrutamento de talentos, salários e benefícios, desenvolvimento de produtos e serviços, inovação, arquitetura de escritórios e fábricas, e até o trabalho em si – mas, por algum motivo, a mensagem simplesmente não foi entendida”.

…”o envelhecimento mudará as regras do jogo.”

Então, o que pode ser feito?

Essa é conversa para a segunda parte do artigo, que virá nos próximos dias, em complementação. Fique de olho!

Dando fechamento, poderia dizer que o quadro é desafiador, de aprendizado pessoal e corporativo, que urge ser adequadamente trabalhado (não há como fugir), em face do envelhecimento e do vertiginoso aumento dessa população, cada vez mais visível, pelas organizações e pelos mais variados lugares ao redor do mundo. Existem alguns riscos aí envolvidos, como brevemente mencionei, entretanto há muito potencial para ser convenientemente explorado, com ganhos sociais e econômicos a serem auferidos. Temos, assim, uma promissora revolução social (e econômica), resultante de variados fatores que veem elevando as taxas de longevidade para patamares nunca vistos.

Em suma, é cenário de oportunidades, com viés positivo, mas que não tolerará acomodação e perda de tempo!

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Um show este dueto: Calum Scott e Leona Lewis cantam You Are The Reason!

A inspiração musical para este sábado vem com um dueto que me agradou bastante, na brilhante performance de Calum Scott e Leona Lewis, dois jovens talentosos cantores e compositores ingleses, interpretando a bela canção romântica You Are The Reason, composta por Calum Scott, Corey Sanders e Jon Maguire.

Confira o vídeo, publicado no YouTube pelo próprio artista, em março/2018, que já conta com a impressionante marca de 191.296.826 visualizações e 1.234.580 curtidas. Seguramente, uma dupla de elevada qualidade – com belas vozes, muito bem harmonizadas na gravação – que valorizou grandemente este sucesso You Are The Reason.

Ah, se no início da execução do vídeo a legenda não aparecer automaticamente, e você quiser acompanhar a letra da composição, é só clicar na opção ativar legenda.

Creio que você irá gostar – a seguir:

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‘Esse será o seu verdadeiro CURRÍCULO’

Pensando em trabalho e carreira nos tempos de hoje, de grandes transformações e intensa concorrência, e mais ainda nos tempos logo à frente, trazendo olhar para os ingredientes que podem contribuir para a empregabilidade e o sucesso profissional, selecionei texto muito interessante, de André Souza, publicado cinco dias atrás no site FUTURO S/A.

A meu ver, temos nessas colocações (ou provocações), pertinentes e oportunas, algumas dicas impactantes que podem acender luzes para o seu futuro, até porque, conforme se percebe no mundo real das corporações, sobretudo para escolha de profissionais para a ocupação de postos de trabalho mais relevantes, o currículo preenchido, mesmo os mais bem elaborados tecnicamente, acabam tendo importância limitada. 

Como destacado pelo autor, o que conta (e contará cada vez mais) são as atitudes da pessoa, o seu poder realizador/solucionador e, principalmente, a sua mentalidade aberta e positiva – já tratei especificamente sobre o tema “mindset”, positivo e negativo, em algumas postagens por aqui.

Assim, em poucas palavras, você terá indicativo de coisas muito importantes para levar em conta, para alavancar seu currículo verdadeiro (que cause impacto) e, como consequência, para ampliar suas chances de empregabilidade em ambientes de trabalho crescentemente desafiadores. Confira:

“Esse será o seu verdadeiro CURRÍCULO

André Souza

Entrar na rotina de trabalho é um perigo. É um chamado para a IRRELEVÂNCIA.

A gente acaba esquecendo que pode ir MUITO ALÉM do que fazemos no dia-a-dia.

Mas, o que é possível fazer para ir além?

Veja: ninguém vai se tornar um super-herói e ser MUITO BOM em tudo que vc vai ler abaixo do dia pra noite.

Mas são ações que vão permitir que vc crie ALTO IMPACTO.

E produza experiências fantásticas pra sua CARREIRA!

Esse será seu VERDADEIRO CURRÍCULO.

Essa será a sua história.

Esse será o seu LEGADO.

**

_ Ser reconhecido como um SOLUCIONADOR de PROBLEMAS: os de hoje e, principalmente, os do futuro.

_Parar de criticar e começar a fazer.

_ Ter CURIOSIDADE pelo que acontece FORA da sua área e do seu mercado.

_ ESTUDAR TODOS OS DIAS.

O tempo? Vc define.

O tema? Algo que vc tenha MUITO INTERESSE!

Apenas crie esse hábito.

_Conhecer pessoas novas, novos conceitos, novas práticas.

_ EXPERIMENTAR e utilizar ACERTOS e erros pra fazer cada vez melhor.

_ SIMPLIFICAR o que é complexo.

_ DESAFIAR as CRENÇAS estabelecidas e o STATUS QUO.

_ INSPIRAR as pessoas a fazer algo que não existe.

_ TRANSFORMAR o “não sei” em OPORTUNIDADES.

_ COMPARTILHAR o que sabe.

Ser um ‘giver’. E não um ‘taker’.

_ Fazer a TRANSFORMAÇÃO acontecer!

Fonte: https://www.futurosa.com.br/post/esse-ser%C3%A1-o-seu-verdadeiro-curr%C3%ADculo?utm_campaign=14194daf-3d8f-4c37-99bc-5220ccd1f56d&utm_source=so

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Bom reforço: caminhar após as refeições traz benefícios para a saúde!

Salvo em situações particulares e em circunstâncias excepcionais, creio que caminhar é atividade (prática) naturalmente prazerosa para a maioria das pessoas, porque o contato com o mundo externo, com a natureza, com a possibilidade de alguma socialização etc. contribuem para aliviar a mente, para o equilíbrio emocional e, de quebra, tem o poder de inspirar para a criatividade e a solução de algum problema, como as vezes acontece comigo. Melhor ainda, o hábito da caminhada traz benefícios para a saúde.

É sobre esse último aspecto (ganho para a saúde como resultado de prática regular das caminhadas) que dou destaque hoje. Assim, reproduzo publicação do site HUFFPOST Brasil, com matéria a respeito de duas pesquisas científicas e de depoimento de uma jornalista. Boas notícias!

Ou seja, podemos concluir que caminhar regularmente, em especial após as refeições, é  ter a nosso favor importante aliado para a saúde e o bem-estar! 

Leia a seguir:

“Como caminhar por 15 minutos após as refeições pode melhorar sua saúde

Estudos mostram que uma leve caminhada após o almoço e jantar é capaz de, entre outros, diminuir a glicose no sangue.

GBH007 VIA GETTY IMAGES

Depois de um dia longo e cansativo, a vontade de comer algo, se jogar no sofá e assistir Netflix até o sono bater é grande. Mas, vale um alerta: cada vez mais estudos comprovam os efeitos positivos de uma caminhada para nossa saúde, principalmente se ela acontecer após refeições, como almoço e jantar.

Um dos maiores benefícios é a prevenção da diabetes tipo 2. Estudo da Escola de Saúde Pública da George Washington University mostra que fazer uma caminhada leve por 15 minutos após uma refeição pode reduzir o açúcar no sangue. E não só isso: os pesquisadores descobriram que estes passeios são mais efetivos para diminuir a glicose no sangue do que uma única caminhada de 45 minutos feita em horários alternativos, como de manhã ou à tarde.

Isso acontece porque, segundo a pesquisa publicada no Diabetes Care, da Associação Americana de Diabetes, o sistema digestivo humano converte alimentos em glicose, que é uma das fontes de energias primárias do nosso corpo. Logo, após as refeições, o corpo terá uma dose extra de glicose. Já a insulina é o hormônio encarregado de levar a glicose para dentro das células, assim como de armazenar gordura.

Mas, para quem tem resistência à insulina ou diabetes, a glicose pode permanecer no sangue, o que causa ou contribui para doenças cardiovasculares, derrames, problemas renais e outros problemas de saúde.

“A secreção da insulina em resposta à refeição tende a diminuir no final do dia, e isso acontece especialmente com pessoas mais velhas”, explica a professora Loretta DiPietro à revista TIME. O que acaba acontecendo é que nós tendemos a fazer maiores refeições à noite e a nos sentar depois. Como resultado, os níveis de glicose no sangue sobem muito e permanecem elevados por horas.

E é aí que entra a importância da caminhada após estas refeições. “Os músculos que usamos para andar também usam a glicose como fonte de energia, melhorando a circulação do sangue e reduzindo o açúcar nele”, disse Andrew Reynolds, pesquisador da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, que publicou um estudo parecido em 2016.

O estudo de Reynolds, divulgado na NHS (Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido), revelou que andar por 10 minutos após as principais refeições resulta em maior queda de glicose no sangue do que uma única caminhada de 30 minutos em outros horários, para pessoas com diabetes tipo 2.

O estudo, que envolveu 41 adultos, comprovou que fazer caminhadas leves e curtas, mas com maior frequência e após as refeições, reduziu a glicose no sangue por cerca de 12% a mais do que uma única caminhada de 30 minutos, feita em outro horário.

Os maiores benefícios foram verificados na parte da noite, quando o consumo de carboidratos costuma ser mais alto e os participantes tendem a serem menos ativos.

Além da diabetes…

Os benefícios da caminhada após as refeições não se restringem à prevenção da diabetes. Além de diminuir a glicemia, ela ajuda na digestão e na manutenção da saciedade, o que contribui para a redução de peso.

A jornalista Meghan Rabbitt publicou um texto em 2017 em que conta sua experiência ao caminhar após o jantar por um mês. No post, ela afirmou que os curtos passeios não só ajudaram na digestão, mas também melhorou sua qualidade de seu sono.

Minhas caminhadas noturnas se transformaram em um horário nobre para fazer um balanço do que eu havia realizado naquele dia, o que estava em pauta para o próximo, e mentalmente priorizar o que tinha que ser feito. O resultado? Eu senti muito menos nervosismo quando deitava na cama, tendo a um sono mais tranquilo e manhãs mais calmas.”

Fonte: https://www.huffpostbrasil.com/entry/caminhar-apos-refeicoes-faz-bem_br_5d1b90aae4b07f6ca584f491?utm_medium=10todaybr.20190704&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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Aprendizado: ‘Como tornar-se um MESTRE em QUALQUER COISA’ (vídeo)!!!

Ter maestria é fazer algo com perícia, com perfeição, ou seja, é ser bom no que faz! Buscar a maestria é seguir uma trajetória evolutiva, de desenvolvimento de habilidade, de treinar com afinco, demonstrar foco, determinação, alcançar patamares sucessivamente elevados, sempre incorporando criatividade e entusiasmo. Assim, o mestre se destaca em relação ao comum.

Por conseguinte, o campo de aplicação dessa abordagem é vasto. Quanto mais temos domínio sobre alguma coisa o desempenho fica mais fluido, leve, prazeroso, ainda que isso exija transpiração e muita dedicação. A maestria, portanto, nos coloca numa espiral virtuosa: esforço, execução, satisfação, resultado melhor!

Para tratar do assunto, trago vídeo animado/ilustrado, muito interessante, agradável de assistir, do canal IlustradaMente, com resumo inteligente sobre como tornar-se um mestre em qualquer coisa, tendo por base o livro Maestria (“Mastery”), de George Leonard.

No vídeo você verá boas dicas, inclusive as principais chaves para adquirir a maestria. Em síntese, são indicações de maneiras de aprendizagem que funcionam. Logo, trazem real utilidade!

Confira o vídeo a seguir, publicado no YouTube:

 

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‘Sublimação: a arte de reorientar nossas angústias’

Quando pensamos em qualidade de vida, em vida mais saudável e com bem-estar, é razoável ter em mente que devemos nos distanciar, no que estiver ao nosso alcance, de fatores e circunstâncias que nos causem estresse, sofrimento e mal-estar.

E uma ajuda nesse sentido pode se dar com o mecanismo da sublimação, termo trazido há algum tempo pela Psicologia. Mas… do que estamos falando?

Com efeito, diria que a sublimação é um mecanismo de defesa que o indivíduo se utiliza, ou pode-se utilizar, para contrabalançar as  situações (momentos) de estresse, de angústia e, resumidamente, que causem sensação de mal-estar. 

A esse propósito, transcrevo interessante matéria publicada dia 5 no site A Mente É Maravilhosa, mostrando que a sublimação é recurso muito importante para mitigarmos as angústias do dia a dia. No texto, são mencionados inúmeros recursos, como a arte em geral, a prática de atividades esportivas, o uso da tecnologia etc. que podemos lançar mão para nos beneficiarmos do comentado mecanismo.

Diria, assim, a tirar pelo presente conteúdo e por leituras anteriores sobre o tema, que buscar momentos de sublimação proporciona ao indivíduo, em essência, melhores condições para um viver mais equilibrado, sereno e em harmonia. Vale a pena atentar para isso!

Confira a seguir:

“Sublimação: a arte de reorientar nossas angústias

julho 5, 2019

Podemos liberar nossas tensões através da sublimação. Trata-se de uma forma incomparável de reorientar nossas angústias a algo que seja mais saudável. Assim, reforçamos nosso bem-estar.

Às vezes, acumulamos angústias tão grandes que não sabemos como lidar com elas. Trata-se de um sofrimento intenso, que vamos deixando que, pouco a pouco, se apodere de nós.

No entanto, existem mecanismos para nos defender e colocar uma barreira nesse sentimento tão profundo. Através da sublimação, podemos conseguir redirecionar esse sofrimento.

Então, embora seja próprio da natureza humana passar por momentos difíceis que nos causam mal-estar, podemos estabelecer um limite para as nossas angústias. Até mesmo reorientá-las, dando-lhes uma direção mais saudável. Isso não é maravilhoso?

Através da sublimação, podemos dar outra forma ao sofrimento. A seguir, vamos contar um pouco mais sobre o que falamos exatamente, quais são seus benefícios e algumas formas de sublimar.

“Nossos complexos são a fonte da nossa fraqueza. Mas com frequência também são a fonte da nossa força”.
-Sigmund Freud-

Sublimação: do que se trata?

A sublimação é uma parte dos mecanismos de defesa descritos por Sigmund Freud. Um mecanismo de defesa é uma via com a qual contamos para enfrentar nossas angústias. Estas surgem, por exemplo, quando temos um medo com o qual não sabemos lidar.

No caso da sublimação, surge para redirecionar nossos impulsos a algo que seja socialmente aceito. Freud sugeriu que se trata de uma via de elaboração das pulsões com a capacidade de deslocá-las.

Assim, podemos entender que é um mecanismo através do qual somos capazes de reorientar nossas angústias em direção a uma conduta que não nos cause prejuízos no âmbito social.

Nas palavras de Freud, “a cultura repousa totalmente na coerção dos instintos”. Nesse sentido, afirmaríamos que há assuntos aceitos no âmbito cultural e, através da sublimação, poderíamos reorientar o que nos causa angústia a tais assuntos ou níveis de expressão (como pintura, literatura, escultura, etc).

No entanto, Freud não foi o único que falou sobre esse conceito: alguns de seus contemporâneos e sucessores também o fizeram (e continuam fazendo).

Por exemplo, Nietzsche formulou o conceito na mesma época que Freud, mas deu maior ênfase à sublimação artística, referindo-se à arte como um Deus salvador. Jaques Lacan também mencionou o conceito, mas deu destaque à sublimação como uma satisfação substitutiva.

Mesmo atualmente, esse conceito continua a ser estudado. Por exemplo, Javier Cuevas del Barrio dedicou, em sua tese de doutorado (Universidade de Málaga, na Espanha), uma seção ao conceito da sublimação. Ele se concentrou na influência desse conceito na arte das vanguardas e explorou a sua transformação através de vários autores.

Muito além da criação artística

Ao longo do tempo, desde que foi formulado o conceito de sublimação, fala-se que uma forma de redirecionar o sofrimento é por meio da arte, mas existem outras.

Embora a arte seja um veículo mobilizador das emoções, que atua de forma inigualável como suporte para representar nossos aspectos inconscientes e conscientes, há outras formas de sublimar.

Como na sublimação ocorre o redirecionamento a algo que seja aprovado socialmente, é possível realizá-la através de diferentes vias. Uma forma bastante estudada também é por meio do trabalho.

Podemos transferir nossas angústias a algo que seja aceito pela nossa cultura, que neste caso seria trabalhar. Por exemplo, um cirurgião que, em vez de seguir seus instintos, faz operações, algo socialmente aceito. Assim, descarrega suas tensões.

Além disso, podemos sublimar praticando esporte. Trata-se de redirecionar nossas angústias ao exercício físico. Uma forma ímpar de liberar a energia que nossos impulsos podem conter. Além disso, ao praticar esportes produzimos endorfinas, um neurotransmissor que cuida do nosso humor.

Outra maneira de sublimar que talvez não identifiquemos como tal é através das novas tecnologias. São recursos maravilhosos que utilizamos diariamente para sair das nossas angústias. Por exemplo, podemos assistir séries que incluam acontecimentos inaceitáveis no mundo real, como matar.

Benefícios da sublimação

É difícil ter consciência dos nossos mecanismos de defesa porque eles agem em um espaço de difícil acesso para a nossa consciência, até mesmo com angústias que não somos capazes de reconhecer. Estando conscientes ou não, a sublimação pode nos trazer grandes benefícios.

Vamos ver alguns deles:

  • Protege nossa psique.
  • Alivia tensões.
  • Fomenta os processos de socialização.
  • Facilita a compensação psicológica.
  • Altera estados mentais que podem ser prejudiciais.
  • Diminui o estresse.

Cada forma de sublimar representa um benefício para a nossa saúde mental. Embora não tenhamos consciência desse mecanismo, podemos conseguir descobrir como ele age em nós. O autoconhecimento e a psicoterapia são uma grande opção para explorá-lo.

A sublimação é um mecanismo de defesa que age como um guia para nossas angústias. Ela as leva a outro plano, no qual se expressam de uma forma mais saudável. Então, é uma forma através da qual nossa mente nos protege.

Em vez de seguir nossos impulsos e fazer coisas fora da lei, passamos a orientar nossas angústias a assuntos que sejam compreensíveis para a nossa sociedade, liberando, assim, nossas tensões.

Veja a publicação original em https://amenteemaravilhosa.com.br.

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‘Chegaste’ – dueto Roberto Carlos e Jennifer Lopez!!!

Para este sábado, selecionei vídeo com mais um momento musical inspirador, trazendo registro de dueto interessante, descontraído e bonito de se ver, do fenomenal cantor e compositor brasileiro Roberto Carlos com a talentosa Jennifer Lopez, que é atriz, cantora, bailarina e empreendedora norte-americana, de ascendência porto-riquenha.

Eles interpretam a canção CHEGASTE, composta originalmente em espanhol, “Llegaste”, pela porto-riquenha Kany García, posteriormente traduzida por Roberto Carlos. Eu não conhecia essa composição harmoniosa e romântica, que caiu bem aos meus ouvidos. Simplesmente, gostei!

O vídeo, gravado no final de 2016, foi publicado no YouTube pelo próprio RC.

Logo a seguir, segue transcrição da letra. Confira!

Chegaste

Tanto tempo já vai caminhando
E ainda me pego recordando
Lágrimas rolaram dos meus olhos, enxuguei mais de uma vez
Tenho algumas marcas que ficaram em meu sorriso nesses anos
E também lembranças tão bonitas que o tempo não desfez

Quem diria que você viria sem dizer que vinha
Porque nunca é tarde
Para apaixonar-se

Chegaste
Senti na minha boca um te quero
Como um doce com caramelo
Necessitava um amor sincero
Chegaste
E ouvi da tua boca um te quero
Pra se apaixonar sempre é tempo
Necessitava um amor sincero

E agora que eu conheço os caminhos
Que me levam pros seus braços
Agora que o silencio é uma carícia que a felicidade traz
Você e o seu sorriso iluminam minha vida e meus espaços
E chega me dizendo num sorriso nao me deixe nunca mais

Quem diria

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Reflexão para os dias de hoje: Cuidado com as suas intuições e certezas!

Vídeo da Casa do Saber, com a professora Alexandra Godoi, traz ponderações e questionamentos bem pertinentes sobre as poucas dúvidas e as muitas certezas das pessoas, aludindo sobre a forma de processamento do nosso cérebro, pelos seus sistemas ‘rápido‘ (intuitivo) e ‘ lento‘ (racional), tudo isso diante da avalanche de informações que nos chegam hoje em dia. E a questão de fundo é: por que temos tantas certezas?

Com base nos argumentos didaticamente apresentados, na minha avaliação, convém nos acautelarmos, adotando posicionamentos mais prudentes quanto às nossas opiniões e convicções a respeito do que lemos e ouvimos, sobretudo porque as “verdades” e “certezas” que circulam com crescente abundância podem ser frágeis, inconsistentes, ou mesmo simples e deliberadas desinformações, que por seu turno desencadeiam em cada indivíduo as mais diversas opiniões, e assim o todo pode ficar com muitos vieses contaminados.

Em face desse contexto, tendo por pressuposto que boa dose de humildade é sinal de sabedoria e, ademais, que seria recomendável termos sempre ativado o nosso “desconfiômetro”, recordo-me de duas frases célebres que têm a ver com as questões ora levantadas e que nos despertam para o imenso universo das incertezas:

Só sei que nada sei” (atribuída ao filósofo Sócrates)

Eu quase que nada não sei, mas desconfio de muita coisa” (João Guimarães Rosa – livro Grande Sertão: Veredas).

Por tudo isso, segue o vídeo INFORMAÇÃO E DESINFORMAÇÃO: O CÉREBRO DAS CAVERNAS NA ERA DO FACEBOOK, publicado semana passada no YouTube, com duração de apenas 5:44. Um conteúdo que vem em boa hora!

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