Henry Mancini – The Pink Panther – Ao violão acústico de Guido Mancino (sensacional)!!!

Selecionei vídeo absolutamente impactante, como inspiração musical para este fim de semana, que nos relembra um tema de filme muito especial e que tem o poder de agradar, particularmente, aos apreciadores da música instrumental, a exemplo de mim.

A música é a famosa The Pink Panther, tema do filme “A Panthera Cor-de-Rosa”, lançado em 1963, de autoria do norte-americano Henry Mancini (1924 – 1994), na verdade um italoamericano, premiado compositor, pianista, maestro e criador de diversas trilhas musicais para a televisão e o cinema. 

Quanto à interpretação, trata-se de sensacional performance do músico e arranjador Guido Mancino, ao violão acústico, apresentando seu genial arranjo, em execução violonística muito legal, com aprimorada técnica em todos os sentidos, até mesmo a considerar o estilo de baixo “walking bass” que ele incorporou nessa produção.

Vale ainda chamar a atenção para a forma totalmente exposta da execução, sem disfarces, que propositalmente foi registrada durante a gravação, o que não é comum. Sem dúvida, pelo conjunto, um vídeo impressionante!

Assim, você pode matar saudade do memorável tema musical e apreciar este primoroso solo violonístico. Curta a seguir:

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A arte de fazer acontecer – vídeo sobre o livro de David Allen – Boas dicas!

Voltando a focalizar o tema Autoconhecimento, cuja abordagem, convenhamos, é sem-fim, trago para hoje o vídeo “Passo a passo para uma PRODUTIVIDADE INCRÍVEL! | A Arte de Fazer Acontecer | David Allen | SUPM”, com dicas importantes para que você esteja atento ao que importa, não deixe de fazer as coisas verdadeiramente importantes e, por consequência, aumente suas chances de prosperar e chegar aos resultados desejados, evitando a dispersão, a perda de energia, de foco etc.

A questão central é: como ser organizado, produtivo, focar e fazer o essencial, apesar de termos tantos pensamentos, tantas coisas que gostaríamos de fazer, tanta informação, de sofrermos interferências e sermos tentados por tanta distração no dia a dia?

O interessante vídeo, com animação, preparado pelo Albano, do canal YouTube ‘SejaUmaPessoaMelhor’, é uma breve resenha do livro A Arte de Fazer Acontecer, de David Allen, no qual é apresentado o método “GTD – Getting Things Done”. 

Eis aí mais uma técnica de planejamento pessoal, que pode lhe ser muito útil. Entretanto, como realçado no final do vídeo (último passo do método), de nada adianta organizar as ideias, planejar certinho tudo o que precisa ser feito, se você não executar as ações. O fazer é fundamental, certamente!

Assim, com essa mentalidade e hábitos cada vez mais disciplinados, seja exímio na “arte de fazer acontecer”!

Veja a seguir:

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‘Funcionários que trabalham à distância são mais felizes e produtivos, diz estudo’

pro.casa.abril.com.br

Tenho observado e comentado, em diversas oportunidades, a respeito de adequações e arranjos que vêm sendo feitos na forma de funcionamento das organizações em geral, com intensidade cada vez maior, como necessidade para a solução de problemas logísticos, redução de despesas, contribuição com o trânsito e o meio ambiente e, fundamentalmente, com o propósito de modernizar a gestão do seu capital humano, como forma de atrair, reter e engajar os talentos. Presente essa realidade, não custa lembrar que um dos fatores vistos como motivadores no trabalho, na percepção dos funcionários de hoje em dia, é a possibilidade de equilibrar vida profissional e pessoal.

Em face disso, ganha adesão cada vez maior o instituto do trabalho à distância, ou trabalho remoto, reforçando a condição de se trabalhar da própria residência, na figura da já popularizada expressão home office. Sobre o tema, que destaquei aqui em algumas ocasiões nos últimos anos, faço referência, por exemplo, a este meu artigo, de junho de 2016: https://obemviver.blog.br/2016/06/01/7-dicas-para-que-voce-trabalhe-em-casa-com-sucesso-e-satisfacao/. 

Bem a propósito, reproduzo matéria que vi publicada, dois dias atrás, no portal eletrônico da CASA e JARDIM, falando sobre maior nível de satisfação de trabalhadores que atuam à distância, com base em pesquisa. Confira a seguir: 

“Funcionários que trabalham à distância são mais felizes e produtivos, diz estudo

Uma pesquisa aponta que trabalhar à distância deixa os funcionários menos estressados e mais produtivos

Uma das maravilhas da internet é poder estar conectado de qualquer lugar, tarefa que otimiza tanto as relações sociais quanto o trabalho, que pode ser feito à distância. E com a possibilidade de home office cada vez mais crescente entre as empresas, um estudo realizado pela companhia estadunidense Owl Labs aponta que os funcionários que trabalham de casa são possuem melhor bem-estar, são mais felizes, produtivos e menos estressados.

As análises avaliaram 1.200 trabalhadores entre 22 e 65 anos de idade, que responderam questionários e tiveram os níveis de estresse e produtividade analisados. Os resultados apontam que, além de mais saudáveis, os adeptos ao home office sãos mais fiéis e tendem a permanecer mais tempo trabalhando na mesma empresa do que aqueles que se deslocam até ela. Isso se dá pela flexibilidade permitida neste tipo de ofício.

Os dados são os seguintes: pessoas que realizam as atividades à distância em período integral são 22% mais felizes do que os que não tem a possiblidade de executar as tarefas remotamente. Além disso, entre todos os entrevistados, 91% acredita operar à distância traz melhor equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, 79% afirma que isso lhes tornaria mais concentrado, aumentando a produtividade, e 78% aponta que se sente muito estressado devido ao trânsito e outros problemas ligados à viagem até a companhia. E, por incrível que pareça, os funcionários remotos costumam a trabalhar mais. Eles são 43% mais produtivos e tendem a operar 40 horas por semana. Quer mais motivos para ficar em casa do que isto?

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FELICIDADE AUTÊNTICA – Um rápido destaque sobre este magnífico livro de Martin Seligman!

Este texto de hoje tem motivação na rica e reveladora abordagem trazida em FELICIDADE AUTÊNTICA, um livro especial, impactante e de grande sucesso, editado no Brasil em 2004, pela Objetiva, de autoria do renomado PhD Martin E. P. Seligman, professor e escritor norte-americano, conhecido mundialmente por ser a principal liderança do movimento da Psicologia Positiva (enfoca a saúde mental e não a doença mental).

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Trata-se de obra marcante que descortina diversas facetas do grande tema ‘felicidade’. Por isso mesmo, e pela sua utilidade real, até mesmo prática, a considero indispensável. O autor, com base em muitas pesquisas e vasta experiência, procura demonstrar que a felicidade verdadeira, sustentável por mais tempo, se assenta em nossas forças, virtudes, qualidades individuais e poder do pensamento positivo, com ampla abordagem, por exemplo, sobre as emoções e seus desdobramentos quanto à sensação de bem-estar, de realização e aos próprios comportamentos que demonstramos. Seguramente, o resultado desse trabalho é uma poderosa contribuição para a saúde mental e espiritual dos leitores.

Pela riqueza do conteúdo, essa é daquelas publicações que normalmente são lidas com certo vagar, por partes, e que mesmo após concluída a leitura o livro precisa estar por perto, ao alcance das mãos, para uma periódica consulta, releitura, nova sacada. E foi exatamente isso que aconteceu agora comigo.

Voltando ao livro, mais precisamente ao Capítulo 5 – ‘Satisfação em relação ao passado’, que tem início com abordagem sobre as emoções positivas, saltou-me aos olhos, para valer, o quão importante é percebermos a temporalidade das emoções. Com bastante propriedade, o autor enfatiza que as emoções positivas podem estar ligadas ao passado, ao presente ou ao futuro. Convenhamos, isso faz enorme diferença!

Para sua melhor compreensão, vou transcrever breve desdobramento dessa lógica, segundo Seligman:

“As emoções positivas ligadas ao futuro incluem otimismo, esperança, fé e confiança. As ligadas ao presente incluem alegria, êxtase, calma, entusiasmo, animação, prazer e (mais importante) flow – a plenitude, a experiência de fluir; é a essas emoções que as pessoas geralmente se referem quando casualmente, mas de maneira limitada, falam de “felicidade. As emoções positivas ligadas ao passado incluem satisfação, contentamento, realização, organização e serenidade.”

Segundo o autor, …”Embora seja desejável ser feliz em todos os três sentidos, isso nem sempre acontece. É possível estar orgulhoso e satisfeito em relação ao passado, por exemplo, mas descontente com o presente e pessimista quanto ao futuro.”…

A necessidade de estar atento – e consciente – a respeito das emoções que sentimos fica evidente com esta afirmação:

…“Aprendendo sobre os três diferentes tipos de felicidade, você pode redefinir o modo como se sente em relação ao passado, como pensa no futuro e como vive o presente, direcionando as suas emoções de maneira mais positiva.”

Faz todo o sentido, não? Até porque, não custa recordar, ‘pensamento’, ‘emoção’ (sentimento) e ‘ação’ (atitude) formam uma conexão indissociável. O que nos acontece no cotidiano, os resultados que obtemos ao longo da nossa jornada decorrem, regra geral, desses fatores antecedentes, conforme já explorado em diversas postagens por aqui.

De acordo com a ideia central resumida na orelha esquerda do livro, fica evidenciado que felicidade não resulta de genética, não é questão de sorte e pode ser cultivada. Como uma coisa puxa a outra, isso evoca a autorresponsabilidade, o que é bom para a plenitude do indivíduo e a consequente sensação de felicidade.

Acredito que a leitura da obra, ou sua releitura, pode lhe render bons insights. Fica a recomendação!

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Inspiração musical: João Bosco – Papel Machê (ao vivo)!!!

Para este sábado, trago vídeo com o genial João Bosco, cantor, compositor e violonista das Minas Gerais, registrando show ocorrido em 2006, em São Paulo. O artista interpreta Papel Machê, uma das suas composições musicais de grande sucesso, escrita em parceria com o poeta baiano Capinam.

O vídeo está no YouTube, publicado pelo artista em 2 de outubro de 2018.

Curta este belo momento da nossa MPB!

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Dica de livro para o despertar da criatividade: “ROUBE COMO UM ARTISTA”!

Pensando em criatividade, desenvolvimento intelectual e no pensar fora da “caixa”, selecionei para hoje uma dica de livro interessante, com sacadas e insights que podem contribuir para o seu crescimento pessoal e profissional, principalmente para quem quer sair da mesmice e empreender novas jornadas, sendo criativo e sem medo de encarar o novo!

Precisamente, faço referência ao livro ROUBE COMO UM ARTISTA, de Austin Kleon, designer e escritor norte-americano. 

São pontos bem diretos para a sua reflexão. Sem dúvida, mexe com antigos paradigmas e, sobretudo, estimula uma mentalidade positiva e criativa, para além do que se denomina “zona de conforto”, em especial neste mundo de produção e veiculação pelas mídias digitais cada vez mais intensas.

De acordo com a descrição do livro feita pela Livraria Saraiva, … “Verdadeiro manifesto ilustrado de como ser criativo na era digital” … “Baseado numa palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York que em pouco tempo se viralizou na internet, Roube como um artista coloca os leitores em contato direto com seu lado criativo e artístico e é um verdadeiro manual para o sucesso no século XXI.”

Caso você queira saber mais um pouco sobre o conteúdo, coloco aqui o link desta resenha que gostei bastante, do blog Medium: https://blog.reynard.com.br/roube-como-um-artista-2fab4cd27042.

Bem, veja o gráfico abaixo, publicado no site Pinterest, com breve resumo das ideias trazidas pelo autor.

 Confira: 

Roube como um artista

Publicado em: https://br.pinterest.com/pin/452752568763616044/

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Tem receita para o médico dar uma má notícia?

Em algum momento da vida, para quase todos nós, vamos enfrentar a situação de ouvir uma má notícia de um médico. É claro que quando isso acontece as reações podem ser as mais diversas, variam de pessoa para pessoa, e dependem de uma série de circunstâncias e características, como o tipo de problema, a gravidade, as perspectivas de cura (ou não), a duração do tratamento e as restrições impostas e, em especial, o equilíbrio emocional e o preparo psicológico do paciente. Mas, em momentos como esses, a maneira como o médico dá a notícia ao paciente tem fundamental importância.

E a postagem de hoje cuida de trazer interessante reflexão sobre isso, olhando pelo lado de quem tem a incumbência de transmitir a notícia, isto é, o médico. Afinal, convenhamos, essa não é uma incumbência fácil, mesmo que seja trivial, por dever de ofício. Ao contrário, envolve cuidados, sutileza e preparo por parte desse profissional , tendo em conta as complexidades da mente humana. Acredito que demonstrar respeito, atenção e bom preparo em termos de inteligência emocional, pelo médico, seguramente contribuem muito para o exercício dessa sua missão.

Para tanto, reproduzo matéria publicada dias atrás no blog LONGEVIDADE: MODO DE USAR, a seguir. Confira!

“Tem receita para o médico dar uma má notícia?

Protocolo ensina essa tarefa difícil na qual a empatia tem papel fundamental

Médicos dão más notícias o tempo todo, embora nem todas sejam terríveis. Vão desde as que incomodam temporariamente, como não pegar peso durante duas semanas, passando pelas sérias, como iniciar um tratamento para manter a pressão estável, até as mais dramáticas, como anunciar a morte de um ente querido ou a existência de uma doença grave ou terminal. Do outro lado, está um ser humano: às vezes disposto a cooperar, ou então, em situação de enorme fragilidade emocional. O progressivo envelhecimento da população levará a um número cada vez maior desse tipo de conversa, que demanda não apenas treinamento, mas também empatia por parte dos profissionais de saúde.

Em 1992, o oncologista Robert Buckman lançou um livro que se mantém como referência no meio: “How to break bad news”. Ele criou um protocolo denominado SPIKES, que se refere a um acrônimo em inglês organizando seis etapas a serem seguidas. A primeira letra é a do “setting up”: preparar um ambiente acolhedor para dar a notícia. A segunda é “perception”, na qual o médico deve observar o quanto o paciente já sabe sobre seu diagnóstico e prognóstico. Na terceira, “invitation”, a preocupação é avaliar o quanto ele deseja saber sobre o diagnóstico, além do seu preparo emocional para receber a informação. O quarto passo é “knowledge”: a hora de dar a notícia propriamente dita, de forma clara, realista, mas também acolhedora. A quinta etapa é a chamada “emotions”, quando se lida com as diversas emoções do paciente, sempre com empatia. Por último, “strategy and summary” é quando as estratégias terapêuticas devem ser consideradas, mostrando as possibilidades de tratamento.

A hora de dar uma má notícia ao paciente: o progressivo envelhecimento da população levará a um número cada vez maior desse tipo de conversa, que demanda empatia por parte dos profissionais de saúde — Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=16857593A hora de dar uma má notícia ao paciente: o progressivo envelhecimento da população levará a um número cada vez maior desse tipo de conversa, que demanda empatia por parte dos profissionais de saúde — Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=16857593

A hora de dar uma má notícia ao paciente: o progressivo envelhecimento da população levará a um número cada vez maior desse tipo de conversa, que demanda empatia por parte dos profissionais de saúde — Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=16857593

Para ele, não se tratava de um protocolo a ser seguido apenas em casos de um quadro grave e irreversível: “má notícia é qualquer notícia que altera, negativa e drasticamente, a visão do paciente sobre seu futuro”, sempre ressaltou. Nesse caso, podemos incluir todas as doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes, que demandam engajamento para que o tratamento funcione. A questão ainda é sensível para muitos médicos. Embora hoje haja consenso de que o treinamento dos profissionais de saúde é indispensável, nem sempre a conversa funciona como deveria.

Se o doutor adia a comunicação, falando de generalidades, pode tornar ainda mais difícil o momento da má notícia. Se suaviza em excesso a situação, como se estivesse “dourando a pílula” quando o caso é grave, pode acarretar a desconfiança do paciente. E se emenda o comunicado com uma enxurrada de informações sobre o tratamento e próximos passos, não dá tempo para a pessoa assimilar o que está acontecendo e lidar com as emoções que afloram. O momento da escuta de quem está ali, recebendo o diagnóstico, é tão importante quanto anunciar o protocolo para combater a doença. Talvez todos devêssemos ter um papo com nossos médicos para saber como eles se comportariam ao nos dar esse tipo de notícia.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2019/09/15/tem-receita-para-o-medico-dar-uma-ma-noticia.ghtml

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Por que é importante dormir no escuro?

Sabemos que muita gente tem problemas com o sono, que isso afeta o humor, a disposição, a sensação de bem-estar e, resumindo tudo, a qualidade de vida!

A propósito, convém ter em mente que, afora as situações que naturalmente poderão comprometer a sua noite de sono, a exemplo de grandes preocupações, quadros de estresse, de ansiedade, alguma inadequação no próprio quarto/ambiente, ou até determinado problema específico de saúde, alguns pequenos detalhes, segundo tem sido informado, contribuem para prejudicar um sono reparador, como é o caso de um simples ponto de luz ou outros fatores de distração.

dormir no escuroshutterstock

De acordo com matéria que ouviu a opinião de médico neurologista, e especialista em sono, como o título ‘Por que dormir no escuro é de fato a melhor coisa para ter uma boa noite de sono‘, publicada no site “saúde.ig.com.br”, em 30 de agosto passado (https://saude.ig.com.br/2019-08-30/por-que-dormir-no-escuro-e-de-fato-a-melhor-coisa-para-ter-uma-boa-noite-de-sono.html), 

o nosso corpo é programado para dormir quando escurece e acordar com a claridade. “A luz à noite pode alterar os ciclos biológicos e a produção de hormônios, como a melatonina e cortisol. No caso da melatonina, ela para de ser secretada e o sono fica superficial, fazendo com que a pessoa acorde facilmente”, explica.

Fazendo referência a outra fonte, reproduzo abaixo este conjunto de informações e dicas interessantes, publicadas no site “TudoPorEmail”, apresentadas de forma objetiva e ilustrada, a respeito da importância de dormir no escuro. Espero que você tire o melhor proveito e possa melhorar, cada vez mais, a qualidade do seu sono. 

Vale conferir:

Por que é importante dormir no escuro?

Você dorme com a luminária acesa? E a TV? Bem, hoje você vai aprender por que é importante dormir no escuro. Quando adormecemos, nossos corpos passam por um processo de ‘regeneração’, e para que esse processo seja realizado com sucesso, é preciso evitar distrações e luz adicionais, como a tela da TV, luminárias e tela de celulares.

Existe um hormônio essencial à nossa saúde chamado melatonina que só se ativa no escuro. Em níveis normais, ele ajuda a reduzir o estresse e evita doenças, deixando nosso dia a dia mais leve e saudável. Por essa razão, é extremamente importante que você e seu filho tenham horários regulares para dormir e que sejam com as luzes apagadas!

Confira este infográfico a seguir para entender melhor o que acontece, e não esqueça de compartilhar com seus amigos!

dormir no escuro

dormir no escuro

Fonte: http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=11261  

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Elba Ramalho – A Natureza das Coisas (“Se avexe não”) – Que show!!!

Selecionei para este sábado, como inspiração musical, vídeo registrando primorosa apresentação da nossa tão admirada Elba Ramalho, ocorrido em 2015.

Com ambientação, acompanhamento musical e arranjo de primeira grandeza, Elba interpreta a linda composição A Natureza das Coisas, de Accioly Neto (1950 – 2000), saudoso cantor e compositor pernambucano, um verdadeiro clássico da música popular nordestina. A respeito da canção, como alguém registrou, “é um hino de Esperança e Fé”.

O vídeo está disponível no YouTube, tendo sido publicado no canal Coqueiro Verde.

Curta este momento encantador, pela musicalidade e pela beleza da mensagem!!! 

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‘O futuro das habilidades profissionais e o desafio de desenvolvê-las’ (confira)!

Para quem atua profissionalmente com o desenvolvimento humano, há algumas décadas, em especial procurando contribuir com o crescimento das organizações pelo seu pilar “gente”, do topo à base, convencido de que o chamado ‘capital humano’ é fator decisivo para o sucesso de qualquer organização, fico feliz toda vez que deparo com discursos e textos que destacam e valorizam a importância do fator humano, nas suas mais diversas abordagens, notadamente com realce para as habilidades “não-técnicas”, que dependem muito das virtudes, de mentalidade positiva e das atitudes de cada indivíduo. 

Conforme assinalei em algumas postagens anteriores, a atuação profissional, a evolução na carreira e a absorção da pessoa pelo mercado serão cada vez mais resultantes da demonstrada capacidade: i) de relacionamento interpessoal em todos os níveis; ii) de gestão das emoções, para uma convivência equilibrada e de colaboração, que facilite a geração de resultados em ambientes de mudanças constantes e crescentes desafios; iii) de abertura da mente para novos aprendizados, para a inovação e para a superação de limitações e adversidades.

E é sobre isso que trata o excelente – e mais do que oportuno – artigo de Peterson Theodorovicz, publicado no site IT Forum 365, tendo por mote principal as habilidades profissionais a serem valorizadas no futuro, que reproduzo abaixo. O conteúdo vale para um repensar quanto aos currículos universitários e, igualmente, para os planos de carreira – projetos de evolução individual -, para pessoas de qualquer idade, incluindo (por que não?) os profissionais mais idosos que pretendem seguir ativos por muito mais tempo. 

Vale a leitura, sobretudo porque as tendências sinalizadas no texto, pelo que observo na mente de grandes líderes e de influentes especialistas, e até mesmo de movimentação em ambientes corporativos, são um caminho sem volta. Confira a seguir:

“O futuro das habilidades profissionais e o desafio de desenvolvê-las

O grande questionamento acerca das profissões do futuro consiste em quais habilidades devemos capacitar nossos alunos e funcionários.

*Peterson Theodorovicz

 Foto: Shutterstock

 

O grande questionamento acerca das profissões do futuro consiste em quais habilidades devemos capacitar nossos alunos e funcionários. Tal discussão norteia todas as hipóteses sobre a preparação das instituições de ensino e empresas para o amanhã.

Na era da quarta revolução industrial e com tecnologias gradativamente mais refinadas, empresas de todos os portes procuram estudantes e funcionários com habilidades interpessoais. Mas o que são essas habilidades? Como elas podem ser desenvolvidas e/ou ensinadas? É o que pretendemos discutir.

No último estudo da D2L, sobre o Futuro das habilidades na era da 4ª revolução industrial, exploramos os desafios trazidos pelas tecnologias disruptivas, como robótica e genética, e seu impacto no mercado de trabalho. O fato é que, apesar de as tarefas básicas de trabalho poderem (e já serem) facilmente executadas pela automação, outras habilidades são cada dia mais consideradas de alto valor.

As habilidades interpessoais, que envolvem a interação efetiva com outros seres humanos e a capacidade de se adaptar e de ter resiliência, são difíceis de medir, mas são essenciais para o sucesso de um negócio, seja qual for o segmento. A mentalidade adaptável, característica primordial das habilidades interpessoais, é uma das principais razões para o seu crescente valor no mercado de trabalho.

Em estudo realizado pela McKinsey & Company encontramos dados impactantes que estão alinhados ao debate sugerido pela D2L. De acordo com o estudo, aproximadamente 375 milhões de trabalhadores substituirão suas categorias profissionais até 2030, com ênfase na capacidade de se adaptarem ao dia a dia de coexistência com máquinas ultra capazes.

Uma pesquisa do LinkedIn descobriu que 57% dos líderes dizem que as habilidades interpessoais são mais importantes do que as habilidades técnicas. Devido à tamanha importância, tomamos a liberdade de chamar as habilidades interpessoais de “duráveis”, uma vez que são atemporais e não diferenciam categorias de trabalho.

Logo abaixo do guarda-chuva das habilidades duráveis, vem a inteligência emocional (EQ), cada vez mais importante e valorizada. Competências como colaboração, comunicação e empatia são características que contribuem para um trabalhador eficiente e flexível.

Um dos maiores desafios das habilidades duráveis, no entanto, é a dificuldade de desenvolvê-las. E essa dificuldade está integralmente ligada a um sistema de aprendizagem defasado, que enfatiza prioritariamente habilidades profissionais, competências técnicas ligadas a cada tipo de função exercida. Faz-se necessário uma mudança de paradigma, na qual a aprendizagem contínua, juntamente com o desenvolvimento de habilidades interpessoais, sejam o ponto crucial do sistema educacional.

As instituições de ensino precisam oferecer aos indivíduos recém‑formados uma vantagem competitiva na força de trabalho e isso significa obter não só habilidades profissionais, mas também habilidades duráveis relevantes para diferentes funções e tipos de empresas. Essa necessidade inclui:

Modificar a grade curricular dos cursos e programas de ensino superior para incluir o desenvolvimento de habilidades duráveis; Desenvolver programas que permitam que os funcionários retornem periodicamente ao sistema educacional com facilidade para que se atualizem ou obtenham novas habilidades. Sabemos que essa tarefa não é fácil, porém identificar os atributos necessários em um recém‑formado é um passo inicial e deve ser seguido pelo envolvimento do corpo docente para gerar suporte e compreensão. Exemplos de atributos incluem:

  • Pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas;
  • Questionamento e aspiração;
  • Criatividade;
  • Comunicação eficaz e trabalho em equipe;
  • Liderança e proatividade;
  • Autoconhecimento e inteligência emocional.

No Canadá, por exemplo, cerca de 19 instituições incluíram em seu programa o curso de Tecnologia em Gestão de Negócios (TGN) a fim de transmitir aos profissionais de Tecnologia da Informação e Comunicação habilidades interpessoais e de negociação que eles não possuíam originalmente na grade curricular.

Conforme as organizações educacionais de ensino superior iniciam a jornada pela reestruturação de seus programas para essa nova demanda de competências, as empresas também podem encontrar o caminho para oferecer treinamento corporativo mais eficaz e econômico nas próprias universidades.

O futuro das habilidades e competências pessoais é uma realidade que precisa ser discutida. Esperamos que este artigo sirva como ponto de partida para o diálogo sobre como desenvolvê-las.

*Por Peterson Theodorovicz, diretor da D2L Brasil

Fonte: https://www.itforum365.com.br/o-futuro-das-habilidades-profissionais-e-o-desafio-de-desenvolve-las/?utm_medium=10todaybr.20190924&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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