Inspiração musical – Dois vídeos especiais em homenagem a São João!

O espaço neste sábado é para a música nordestina, pois hoje e amanhã (dias 23 e 24) chegamos ao auge dos festejos juninos, em homenagem a São João, que comemoramos aqui no Brasil, em especial nos estados do Nordeste. E a animação musical típica desta época fica por conta do chamado “forró”, aí incluídos todos os ritmos afins (baião, xote, xaxado, maxixi), além do próprio forró, claro, cujo termo ganhou maior popularidade e é considerado um gênero musical dessa região brasileira.

Para entrarmos de vez no clima do São João, selecionei dois vídeos inspiradores. O primeiro é bem recente, com a talentosíssima Lucy Alves, em dueto com Elba Ramalho, cantando a canção Xaxado no Chiado (composição de Lucy e Iuri Queiroga). Já o outro vídeo é para matar saudade, num momento de extrema riqueza musical, com Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, cantando a animada canção Aproveita Gente (composição de Onildo Almeida), tendo o acompanhamento de três fabulosos acordeonistas: Sivuca, Dominguinhos e Oswaldinho. Observem o que fazem Sivuca e Dominguinhos, esses saudosos expoentes da sanfona. Impagável um show como esse, diante de tanto talento!

É impossível não se mexer!!!

Curtam a seguir (os vídeos estão publicados no YouTube):

 

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Tabela mostra a ação dos principais neurotransmissores (hormônios do bem-estar) – Confira!

Com o avanço das pesquisas, sobretudo no campo da Neurociência, muito vem sendo divulgado sobre os efeitos no nosso metabolismo – e na nossa saúde como um todo – proporcionados pelos neurotransmissores, que são uns tipos de hormônios ou substâncias químicas desencadeadas por determinados hábitos, emoções/sentimentos.

Com efeito, já fiz diversas postagens aqui no blog falando sobre os neurotransmissores considerados positivos, os chamados hormônios do bem-estar (do prazer e da felicidade). Para hoje, divulgo excelente tabela explicativa, recentemente publicada e disponível na Internet, mostrando 7 desses principais neurotransmissores, quais são as atitudes (hábitos) que estimulam a produção/liberação de cada um deles e, ainda, o efeito que provocam.

Achei que a tabela traz boa ilustração sobre o assunto e contribui para um fácil entendimento. Confira a seguir:

#dopamina #seratonina #melatonina #noradrenalina #oxitocina #gaba #endorfina #fisicaquanticaCrédito de imagem: Picbear

 

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BENÇÃO NAHUATL – Uma antiga oração sobre sentimentos essenciais!

Para esta quarta-feira, trago a antiga BÊNÇÃO NAHUATL, um texto profundo e de forte conteúdo, que também pode ser visto como uma instigante oração, a nos convidar para o exercício da reflexão sobre perdão, carinho, desapego e libertação, ou ainda sobre individualidade e o viver por meio do amor.

O texto, que foi postado em grupo de rede social por um amigo, está publicado, entre outras fontes, no portal eletrônico do jornal Correio Braziliense, no blog Consultório Sentimental. Segundo a publicação, essa antiga Bênção foi criada no idioma Nahuatl, falado desde o século VII na região central do México.

Vale a pena dar uma olhada. Você, por certo, fará as suas próprias leituras!

Confira a seguir:

Resultado de imagem para benção nahuatl                        Crédito de imagem: Blissnow

Bênção Nahuatl

Eu liberto meus pais do sentimento de que já falharam comigo.

Eu liberto meus filhos da necessidade de trazerem orgulho para mim. Que possam escrever seus próprios caminhos de acordo com seus corações, que sussurram o tempo todo em seus ouvidos.

Eu liberto meu parceiro da obrigação de me completar. Não me falta nada, aprendo com todos os seres o tempo todo.

Agradeço aos meus avós e antepassados, que se reuniram para que hoje eu respire a vida. Libero-os das falhas do passado e dos desejos que não cumpriram, consciente de que fizeram o melhor que puderam para resolver suas situações dentro da consciência que tinham naquele momento. Eu os honro, os amo e os reconheço inocentes.

Eu me desnudo diante de seus olhos. Por isso, eles sabem que eu não escondo nem devo nada além de ser fiel a mim mesmo e à minha própria existência, que caminhando com a sabedoria do coração, estou ciente de que cumpro o meu projeto de vida, livre de lealdades familiares invisíveis e visíveis que possam perturbar minha Paz e Felicidade, que são minhas únicas responsabilidades.

Eu renuncio ao papel de salvador, de ser aquele que une ou cumpre as expectativas dos outros.

Aprendendo por meio e somente por meio do AMOR, eu abençoo minha essência, minha maneira de expressar, mesmo que alguém possa não me entender.

Eu entendo a mim mesmo, porque só eu vivi e experimentei minha história. Porque me conheço, sei quem sou, o que sinto, o que faço e por quê faço.

Eu me respeito e me aprovo.

Eu honro a Divindade em mim e em você.

Somos livres!

Publicado em: http://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/bencao-nahuatl/

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O que é ser um bom ouvinte? – Artigo traz novas perspectivas a esse respeito!

Saber ouvir é uma qualidade de suma importância, seja para o(a) ouvinte, porque assegura maior compreensão do que está sendo dito pelo outro(a), seja também para quem está falando. A boa audição é sinal de respeito, de atenção, de empatia etc. Assim, ser bom (boa) ouvinte tem especial valor para a vida, as relações sociais, familiares, dentro de casa, conforme já tratei aqui em algumas postagens anteriores.

Essa habilidade, como não poderia deixar de ser, vem ganhando crescente valorização nos ambientes organizacionais, dentro da abordagem da inteligência emocional e, mais diretamente, da empatia, em especial para quem ocupa funções de liderança, porque é fator que facilita a comunicação e contribui para o cultivo de boas relações interpessoais, esta necessária para a obtenção de proximidade e confiança com as equipes, comprometimento e muitos outros naturais benefícios.

A propósito, você se considera um bom (uma boa) ouvinte?

Cabe observar que para ser bom (boa) ouvinte, ter uma escuta efetiva, ativa, são necessárias algumas qualidades que podem estar passando despercebidas para você, como nos mostra excelente artigo da Harvard Business Review Brasil, que vi publicado no site Flipboard. Talvez você se surpreenda com alguns requisitos para o saber ouvir, que você confere no texto abaixo, escrito a partir de pesquisas recentemente realizadas:

“Como bons ouvintes realmente se comportam

Como bons ouvintes realmente se comportam

Provavelmente você acha que é um bom ouvinte. A avaliação que as pessoas fazem da sua habilidade de ouvir é bem parecida com a que fazem da sua habilidade de dirigir, na qual a maioria dos adultos acha que está acima da média.

Nossa experiência revela que a maioria das pessoas acredita que ouvir bem significa fazer três coisas:

• Não falar enquanto os outros estão falando
• Demonstrar que está escutando por meio de expressões faciais e sons como “mmm-hmm”
• Ser capaz de repetir aquilo que foi dito, praticamente palavra por palavra

Na verdade, muitos conselhos de gestão sobre ouvir sugerem exatamente essas coisas – encorajam os ouvintes a permanecer calados, a fazer sinal de sim com a cabeça e encorajadores “mmm-hmms” e a repetir alguma coisa como: “Então, deixe-me ter certeza que entendi. Você está dizendo que…” Contudo, pesquisas recentes sugerem que esses comportamentos são insuficientes para descrever os atributos de um bom ouvinte.

Analisamos dados sobre o comportamento de 3.492 participantes em um programa de desenvolvimento formulado para ajudar gestores a tornarem-se melhores coaches. Como parte desse programa, as habilidades de coaching foram analisadas em avaliações 360 graus. Identificamos aqueles que eram considerados como os melhores ouvintes (os top 5%). Depois, comparamos os melhores ouvintes com a média de todas as outras pessoas no banco de dados e identificamos os 20 itens que mostravam as mais significativas diferenças. Em posse desses resultados, identificamos as diferenças entre os melhores e médios ouvintes e analisamos os dados para determinar quais características seus colegas identificaram como comportamentos que os destacavam como ouvintes notáveis.

Chegamos a conclusões surpreendentes, além das qualidades que já esperávamos ouvir. Agrupamos em quatro principais descobertas:

• Saber ouvir vai bem mais além do que ficar em silêncio enquanto o outro fala.Ao contrário, as pessoas consideram os melhores ouvintes aqueles que, de tempos em tempos, fazem perguntas estimulando descobertas e insights. Essas perguntas desafiam de modo sutil velhas opiniões, mas o fazem de maneira construtiva. Ficar sentado fazendo sim com a cabeça não prova que a pessoa está ouvindo. Porém, se ela fizer uma boa pergunta, o falante saberá que o ouvinte não apenas escutou aquilo que foi dito, mas que entendeu bem o suficiente para querer mais informação. Saber ouvir era constantemente visto como um diálogo de mão dupla, ao invés de uma interação de via única com “falante versus ouvinte”. As melhores conversas eram ativas.

• Saber ouvir inclui interações que desenvolvem a autoestima de uma pessoa.Os melhores ouvintes faziam das conversas uma experiência positiva para a outra parte, o que não acontece quando o ouvinte é passivo ou crítico. Bons ouvintes fizeram a outra pessoa sentir-se amparada e demonstrar confiança no outro. Saber ouvir foi caracterizado pela criação de um ambiente seguro no qual problemas e diferenças puderam ser discutidos livremente.

• Um bom ouvinte faz uma conversa ser colaborativa. Durante essas interações, os feedbacks foram dados tranquilamente em ambas direções sem que nenhuma parte ficasse na defensiva sobre os comentários que eram feitos pela outra parte. Por outro lado, os maus ouvintes eram competitivos – escutavam apenas com o propósito de identificar erros de raciocínio e lógica, usando o silêncio como uma chance para preparar a próxima pergunta. Isso pode fazer de você um excelente orador, mas não o torna um bom ouvinte. Este pode contestar ideias e discordar, mas de modo a ajudar o falante e não para ganhar uma discussão.

• Os bons ouvintes costumam fazer sugestões. Com certeza, souberam dar feedbacks que foram aceitos e abriram caminhos alternativos para reflexão. De certa maneira, essa descoberta nos surpreendeu, pois diversas vezes escutamos reclamações como “fulano de tal não deu ouvidos, simplesmente entrou na conversa e tentou resolver o problema”. Talvez os dados estejam mostrando que fazer sugestões não é o problema, mas sim o jeito de fazê-las. Outra possibilidade é que estamos mais abertos a aceitar sugestões de pessoas que já consideramos bons ouvintes. (Alguém que fica em silêncio o tempo todo e que quando entra na conversa faz uma sugestão não deve ser digno de crédito. Alguém que parece ser agressivo ou crítico, mas tenta dar um conselho não deve ser confiável.)

Muitos de nós achávamos que um bom ouvinte era como uma esponja que absorve exatamente o que a outra pessoa está dizendo. Contudo, essas descobertas revelam que um bom ouvinte é como um trampolim. São pessoas que impulsionam suas ideias – e, ao contrário de absorver suas ideias e energia, dão amplitude, disposição e clareza aos seus pensamentos. Fazem você se sentir melhor não porque estão simplesmente absorvendo de forma passiva, mas porque o estão amparando ativamente. Isso possibilita que você ganhe energia e altura, como se estivesse pulando em um trampolim.

Claro, há diferentes níveis de ouvintes. Nem toda conversa exige que os ouvintes estejam nos mais elevados níveis, mas muitas conversas seriam melhores se houvesse maior foco e capacidade de ouvir. Qual nível você gostaria de alcançar?

Nível 1: O ouvinte cria um ambiente seguro no qual assuntos difíceis, complexos ou sensíveis podem ser discutidos.

Nível 2: O ouvinte deixa de lado distrações, como telefones e laptops, concentrando sua atenção na outra pessoa e mantendo um bom contato visual. (Esse comportamento afeta não só a imagem do ouvinte, mas de imediato influencia a própria atitude do ouvinte e sentimentos íntimos dele. Desempenhar o papel altera o modo como se sente por dentro. E isso o torna um ouvinte melhor.)

Nível 3: O ouvinte busca entender a essência daquilo que a outra pessoa está dizendo. Ele pega as ideias, faz perguntas e reformula assuntos para confirmar se o seu entendimento está correto.

Nível 4: O ouvinte percebe sinais não verbais, como expressões faciais, transpiração, respiração, gestos, postura e vários outros discretos sinais de linguagem corporal. Estima-se que 80% da comunicação venha desses sinais. Pode parecer estranho para alguns, mas escutamos tanto com os olhos quanto com os ouvidos.

Nível 5: O ouvinte entende cada vez mais as emoções e os sentimentos da outra pessoa sobre o assunto em questão, identificando-os e reconhecendo-os. O ouvinte compartilha e respeita esses sentimentos, sendo solidário e sem fazer julgamentos.

Nível 6: O ouvinte faz perguntas para esclarecer as opiniões expostas pela pessoa e a ajuda a tecer considerações sob outro enfoque. O ouvinte pode introduzir novos pensamentos e ideias sobre o assunto que podem ser úteis para a outra pessoa. Contudo, um bom ouvinte jamais domina a conversa para que ele ou o seu assunto sejam o centro da atenção.

Cada um dos níveis desenvolve-se a partir dos outros. Portanto, se você foi criticado, por exemplo, por oferecer uma solução em vez de apenas ouvir, isso significa que é preciso prestar atenção aos outros níveis (como deixar de lado distrações ou compartilhar sentimentos) antes que as suas sugestões sejam bem-recebidas.

Pensamos que quando somos bons ouvintes, somos mais propensos a nos controlar ao invés de ir longe demais. Esperamos que essa pesquisa traga uma nova perspectiva sobre saber ouvir. E que aqueles que se acham superiores acerca de suas habilidades como ouvintes vejam como realmente se comportam. Também esperamos que se enfraqueça o senso comum de que saber ouvir é principalmente saber agir como uma esponja absorvente. Por fim, esperamos que todos percebam que a melhor forma de ouvir o outro é fazer o mesmo papel que um trampolim faz para uma criança. Dar energia, rapidez, altura e amplitude. Essas são as marcas de um excelente ouvinte.
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Jack Zenger é CEO da consultoria Zenger Folkman, especializada em desenvolvimento de lideranças. É coautor do artigo “Como se tornar indispensável” da edição de outubro de 2011 da HBR e do livro Speed: how leaders accelerate successful execution (McGraw Hill, 2016).
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Joseph Folkman é presidente da consultoria Zenger Folkman, especializada em desenvolvimento de lideranças. É coautor do artigo “Como se tornar indispensável” da edição de outubro de 2011 da HBR e do livro Speed: how leaders accelerate successful execution (McGraw Hill, 2016).
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Tradutora: Laura Fabri da Conceição.

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O que fazer para não ser contaminado pelas energias negativas no dia a dia?

As energias negativas, em especial aquelas manifestadas por gestos, palavras e crenças pessimistas das pessoas, estão presentes por aí. Em momentos como o que ora vivenciamos, com sucessivas crises e enormes dificuldades por que passa o nosso país, precisamos estar muito atentos ao contexto, pois o nível de otimismo e de esperança, para muitos, tende a baixar naturalmente, dando margem a sentimentos de desânimo que levam a um círculo vicioso, sabidamente prejudicial.

O propósito, ao reproduzir hoje o artigo ‘O que as pessoas positivas fazem para fugir das energias negativas’, publicado no site A Mente É Maravilhosa, é despertar para essa realidade e contribuir para que o leitor não caia nessa armadilha psicológica. Ao contrário, que procure adotar estratégia de vida para estar posicionado em patamar mais positivo, para um viver com plenitude, em evolução e com bem-estar.

O artigo traz boas dicas para que, diante de crenças, opiniões e atitudes negativas, você não tenha fragilizado o seu mindset positivo, mantenha mecanismos mentais inteligentes e  evite, ou minimize, o nível de contágio da referida negatividade. Acredito firmemente nisso, até porque pesquisas e publicações diversas trazem seguidas evidências mostrando que a mentalidade positiva é condicionante para o sucesso e para o bem viver. 

Vale a pena conferir o texto. A seguir: 

“O que as pessoas positivas fazem para fugir das energias negativas

O que as pessoas positivas fazem para fugir das energias negativas

Estamos rodeados de energias negativas, elas estão por quase toda a parte. Onde quer que vamos há pessoas reclamando, fazendo coisas que prejudicam a elas e aos outros, ou tentando comprometer a moral com suas críticas e argumentos limitantes. Algumas pessoas conseguem manter o otimismo mesmo nos ambientes mais tóxicos. O que as pessoas positivas fazem para fugir das energias negativas que as rodeiam?

“A energia da mente é a essência da vida.”

-Benjamin Franklin-

energia negativa que se propaga pode ter uma influência sobre os nossos pensamentos e ações. Evitar as fontes de energia negativa é indispensável para ter sucesso, mas todo mundo pode ser afetado pelas emoções negativas. Só as usam com inteligência aquelas pessoas que aprenderam a lidar com elas. Como? Das seguintes formas:

As pessoas positivas criam a felicidade a partir do seu interior

As pessoas positivas não procuram a felicidade em estímulos externos. Quando você procura a felicidade fora de si, o seu estado de espírito cai quando o estímulo exterior desaparece. Isto produz insegurança.

Em vez disso, as pessoas positivas procuram fontes internas de energia positiva. Nesta situação, o estado de felicidade não depende tanto da situação externa, e sim da forma de enfrentar as situações. O estado de consciência permite filtrar as energias negativas através da busca pela paz interior.

As pessoas positivas evitam as pessoas negativas

Pode ser que esta seja uma das coisas mais importantes que uma pessoa pode fazer para manter a  energia positiva. Existe um ditado popular que diz que “aquele que evita a ocasião evita o perigo”. É mais ou menos isso o que acontece nessa situação. Ao evitar as pessoas tóxicas, não haverá risco de que elas o contagiem.

O problema é que isto requer algo que nem sempre temos: coragem e determinação. É preciso muita determinação para evitar estar com pessoas negativas, sobretudo porque as que mais nos afetam costumam ser pessoas importantes na nossa vida, até mesmo as mais queridas.

Mas evitar as pessoas tóxicas tem mais vantagens do que desvantagens, sobretudo porque quando você decide estar com elas, faz isso livremente, com as pilhas recarregadas e o escudo protetor reforçado. Quando você decide, você controla. Essa é uma arma muito importante.

As pessoas positivas acreditam em si mesmas

Uma das cargas mais tóxicas e negativas que todos nós enfrentamos é a negatividade de quem não acredita em nós, de quem nos critica ou tenta nos limitar, de quem reflete em nós suas incompetências e frustrações.

As pessoas positivas têm consciência de que seu sucesso depende de acreditar nelas mesmas, inclusive quando ninguém mais acredita. No fim das contas, cada um é responsável pela sua própria vida.

“Nossas crenças sobre o que somos e o que podemos fazer determinam precisamente o que podemos ser.”

-Anthony Robbins-

As pessoas positivas fazem exercício e estão em contato com a natureza

O exercício físico favorece a liberação de endorfinas, os hormônios responsáveis por nos sentirmos bem. O exercício também ajuda a gerir o estresse e a aumentar a autoestima. Tudo isto dá lugar a um coquetel de otimismo e energia positiva, que ajuda você a se manter forte diante de possíveis ondas de negatividade externa.

Além disso, as pessoas positivas estão em contato com a natureza com regularidade e passam tempo ao ar livre. A natureza e o ar livre favorecem o relaxamento, a introspecção e a consciência de si mesmo.

O exercício, o fato de estar ao ar livre e se manter conectado com a natureza funcionam como um carregador de energia positiva, além de filtrarem as possíveis toxicidades.

As pessoas positivas aceitam o fracasso e assumem as suas responsabilidades

As pessoas positivas aceitam o fracasso porque sabem que é a única forma de aprender e crescer. As pessoas positivas compreendem as emoções negativas que o fracasso lhes provoca, mas não ficam reclamando, em vez disso elas se recuperam e seguem em frente.

Além disso, as pessoas positivas sempre assumem a responsabilidade do que acontece nas suas vidas, e não procuram culpar os outros para justificar seus erros. As pessoas positivas focam o que podem melhorar e analisam o ocorrido para fazer melhor na próxima ocasião.

As pessoas positivas não buscam aprovação dos outros

Depender das opiniões dos outros deixa as pessoas vulneráveis, manipuláveis e dependentes, até mesmo viciadas. As pessoas positivas sabem disso, assim como também sabem que não é possível agradar a todos. Por isso elas não buscam a aprovação dos outros, e sim agem segundo sua própria escala de valores.

As pessoas positivas escutam as opiniões dos outros, mas não se permitem absorver mais nada do que elas considerarem que pode ser útil para seu crescimento. Além disso, elas sabem agradecer uma crítica construtiva e enfrentar uma que só pretende destruir.

As pessoas positivas acreditam que tudo tem solução

As pessoas positivas têm consciência de que tudo tem solução, tudo menos a morte, seguindo o ditado que diz que “enquanto há vida, ainda há esperança”. Para as pessoas positivas, sempre há uma forma de superar um obstáculo.

Mesmo quando atingem o fundo do poço as pessoas positivas são capazes de se recompor e olhar para cima com a intenção de fazer o que for necessário para ficarem mais fortes e voltarem a subir.

Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/pessoas-positivas-fugir-energias-negativas/

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IF YOU LEAVE ME NOW com LEONID & FRIENDS (Chicago cover) – Sensacional!!!

A inspiração musical para este sábado vem com a bela canção If You Leave Me Now, composta por Peter Cetera, uma balada que fez tremendo sucesso pelo mundo, entre 1976/77, na marcante interpretação da banda norte-americana Chicago.

Como novidade, para matar saudade desse grande “hit”, selecionei vídeo mostrando excelente produção e gravação do grupo russo Leonid and Friends, que faz cover da banda Chicago, chamada de CHICAGOVICH, de acordo com o seu site http://www.leonidandf.com/.

Veja que primoroso trabalho, de muita qualidade e sensibilidade. Mais uma demonstração de que a música é contagiante, aproxima os povos e não se perde com o tempo!

Curta a seguir (vídeo publicado no YouTube por Leonid Vorobyev, em julho de 2017):  

 

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Veja estas reflexões e excelentes conselhos do escritor Daniel Pennac (vídeo)!

Volto hoje com aspectos para o cotidiano, compreendendo educação, psicologia e comportamento de crianças e adultos, tratados em oportunas e atualizadas reflexões, registradas em vídeo, com o escritor francês Daniel Pennac, que gostei bastante!

Esse romancista e ex-professor oferece excelentes aconselhamentos para um viver com maior plenitude e satisfação, ditos, a meu ver, de forma assertiva, didática e convincente.

Referidos conselhos dão um passeio e traçam interessante diagnóstico a respeito de fatores muito importantes para qualquer indivíduo, mas nem sempre discutidos e cuidados, como medo, solidão, desempenho insatisfatório, estratégia de aprendizado e sua relevância, consumismo precoce, diferença entre desejo e necessidade, responsabilidade de professores e de pais, amor, desapego (capacidade de compartilhar), exercício da curiosidade, e, claro, sobre felicidade verdadeira.

Assista ao vídeo a seguir (legendas em português), publicado no YouTube, dias atrás, por Ana Rosemberg. Vale a pena!!!

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Algumas reflexões e interpretações preciosas sobre o AMOR!

Resultado de imagem para amar é uma decisãoCrédito de imagem: YouTube

Começo esta postagem recuperando da memória duas afirmações sobre amar, isto é, sobre a prática do amor, a meu ver bastante precisas, que ouvi puco tempo atrás de um Padre, durante a pregação de trecho do Evangelho segundo João:

“Amar significa sair de si para servir”!

“A experiência do amor requer esforço, concretamente”!

De outro lado, no prefácio do seu livro Vale a Pena Amar, o escritor José Carlos De Lucca afirma:

“O amor não surge repentinamente em nossa vida, não é algo que vem de fora, como se fosse uma entidade a nos incorporar. O livro mostra que o amor é uma escolha diária que fazemos a cada minuto da existência, sobretudo nos momentos mais simples e corriqueiros, como nos instantes em que o sofrimento nos visita. Amar é verbo que, uma vez conjugado, faz surgirem dias felizes em nosso caminho.”

Para fechar, reproduzo este primoroso texto, chamado de Conto Israelita, que tem circulado, com destaque, pelas redes sociais:

Diz um conto Israelita que:

“Um jovem foi visitar um sábio conselheiro e contou-lhe sobre as dúvidas que tinha à respeito do AMOR.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma coisa:
—  Ame.
E logo se calou!
Disse o rapaz:
—  Mas, ainda tenho as  dúvidas…
—  Ame, disse-lhe novamente o  sábio!
E, diante do desconserto do jovem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:
—  Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento!
Amar é dedicação e entrega;  Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor!
O amor é um exercício de jardinagem! Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.
Esteja preparado porque haverão pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura, admire e compreenda.
Simplesmente Ame!!!
Sabes porquê?
Porque a inteligência, sem amor, te faz perverso;
A justiça, sem amor, te faz implacável;
A diplomacia, sem amor, te faz hipócrita;
O êxito, sem amor, te faz arrogante;
A riqueza, sem amor, te faz avarento;
A docilidade, sem amor te faz servil;
A pobreza, sem amor, te faz orgulhoso;
A beleza, sem amor, te faz ridículo;
A autoridade, sem amor, te faz tirano;
O trabalho, sem amor, te faz escravo;
A simplicidade, sem amor, te deprecia;
E A VIDA SEM AMOR, NÃO TEM SENTIDO.”

(Autoria desconhecida).

Assim, fica evidenciada – e fortalecida – a máxima de que “amar é uma decisão”. E quem toma essa decisão está caminhando ao encontro da verdadeira beleza e da essência da vida, porque, inspirado(a) pela luz Divina, escolheu fazer o bem e estar de bem com a vida!

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‘O perigoso lado ruim de ser perfeccionista’ – Excelente artigo da BBC!

Sei, “pero no mucho”, o quanto pesa ter características de um perfeccionista, que em alguma medida trouxe comigo desde jovem, como marca natural dos virginianos. A par disso, tenho procurado elevar continuamente minha consciência a esse respeito, de maneira a manter sob controle os efeitos indesejados desse jeito de ser. Confesso que venho logrando êxito nessa auto-administração, mas é tarefa para o tempo todo. Quem é chegado à perfeição sabe que não pode relaxar!

Se você se considera uma pessoa perfeccionista, ou convive com alguém que aparenta ter essa característica, esta postagem de hoje pode ser muito importante para você!

Para tanto, selecionei e reproduzo, a seguir, o melhor artigo que vi publicado recentemente sobre o tema, postado no portal eletrônico da BBC Brasil, com o título O perigoso lado ruim de ser perfeccionista. Trata-se de um trabalho atualizado, rico, esclarecedor, escrito com base em diversas pesquisas realizadas por diversos países.

Além do caráter informativo e esclarecedor, a publicação procura desfazer muitas ideias existentes (e imprecisas) a esse respeito. Por exemplo, a de que ser perfeccionista traz vantagem. Ao contrário, o perfeccionista potencializa problemas de saúde e cria dificuldades para a carreira e para a vida, na medida em que cria limitações pelo medo de arriscar, de errar, de não demonstrar ser sempre exato, bom, o melhor… Também, é estabelecida diferença entre buscar padrões de excelência e estabelecer padrões irreais. Excelência e perfeccionismo são coisas diferentes!

Com isso, os estudos confirmam que os perfeccionistas perdem qualidade de vida e acabam vivendo menos do que as pessoas chamadas “conscienciosas”. Como tudo tem origem na mente, esteja atento – e não leve tão a sério – a sua voz crítica interior. Esta existe para todos. O que faz mesmo a diferença é a intensidade e frequência de manifestação desse crítico interno!

Leia, vale muito a pena. Se possível, enriqueça a postagem com os seus comentários!

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-44044126

O perigoso lado ruim de ser perfeccionista

Mulher caminha sobre barraDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionPerfeccionismo pode vir acompanhado de efeitos colaterais, como depressão, ansiedade e estresse

Em uma das minhas memórias de infância, estou desenhando. Não lembro exatamente o que, mas me recordo claramente do erro. Meu lápis escorrega, um risco acidental desponta no papel e meu lábio começa a tremer. A ilustração desapareceu há muito tempo. Mas o sentimento de profunda frustração, até mesmo vergonha, segue comigo até hoje.

Com mais frequência do que eu gostaria, algo aparentemente sem importância faz com que a mesma sensação venha à tona novamente. Um evento tão pequeno – como amassar sem querer o panetone que levava para a família do meu namorado no Natal – pode ecoar na minha mente por vários dias, acompanhado de vozes que repetem: “Que estupidez! Você tinha como ter feito melhor”.

Fracassar ao tentar alcançar uma meta, mesmo quando tenho consciência de que seria quase impossível, pode me deixar arrasada por um tempo.

Quando uma agente literária me disse certa vez que sabia que eu ainda escreveria um livro, mas que a ideia que tinha apresentado a ela não se adequava ao mercado, me senti vazia por dentro, como se tivesse levado um soco no estômago, algo muito além da decepção.

O lado negativo ocultou o positivo. “Você nunca vai escrever um livro, você não é boa o suficiente”, reverberava minha voz interior, sem se importar em contrariar exatamente o que a agente tinha me dito.

Esse é o problema em relação ao perfeccionismo. Ele é implacável.

Não estou só

E não sou a única a sofrer por ser perfeccionista. Essa predisposição começa na juventude – e está se tornando cada vez mais comum.

Os pesquisadores Thomas Curran e Andrew Hill, das universidades de York St John e Bath, no Reino Unido, conduziram recentemente um estudo de meta-análise com base nos índices de perfeccionismo registrados de 1989 a 2016 – a primeira pesquisa a comparar a tendência entre gerações. E identificaram aumentos significativos entre os recém-formados nos EUA, no Reino Unido e no Canadá.

Em outras palavras, o universitário médio de hoje em dia é muito mais propenso a apresentar uma veia perfeccionista do que um estudante na década de 1990 ou no início dos anos 2000.

“Duas em cada cinco crianças e adolescentes são perfeccionistas”, diz Katie Rasmussen, que pesquisa o desenvolvimento infantil e o perfeccionismo na Universidade de West Virginia, nos EUA.

“Estamos começamos a falar sobre como caminhamos para um caso de epidemia e saúde pública”, completa.

A ascensão do perfeccionismo não quer dizer, no entanto, que as novas gerações estão se tornando mais bem-sucedidas. Significa que estamos ficando mais doentes, mais tristes e até mesmo minando nosso potencial.

Quadro de Claude MonetDireito de imagemGETTY IMAGES
Image caption‘Minha vida não tem sido nada além de um fracasso’, dizia o perfeccionista Claude Monet, que muitas vezes destruía seus quadros num rompante

Afinal, o perfeccionismo é, em última análise, uma forma autodestrutiva de viver. E é construído sobre uma ironia cruel: cometer e admitir erros são partes fundamentais do desenvolvimento, da aprendizagem, de ser humano. Também te prepara melhor para a carreira, os relacionamentos e a vida em geral. Ao evitar errar a qualquer custo, o perfeccionista consegue dificultar o alcance de suas próprias metas.

Mas as desvantagens do perfeccionismo não se resumem a impedir você de ser mais bem-sucedido e produtivo.

Essa tendência tem sido associada a uma série de condições clínicas: depressão e ansiedade (mesmo em crianças), automutilação, transtorno de ansiedade social e agorafobia, transtorno obsessivo-compulsivo, compulsão alimentar, anorexia, bulimia, estresse pós-traumático, síndrome de fadiga crônica, insônia, colecionismo, dispepsia, dores de cabeça crônicas e, em casos extremos, mortalidade precoce e suicídio.

“É algo que passa por tudo em termos de problemas psicológicos”, diz Sarah Egan, pesquisadora da Universidade Curtin, em Perth, na Austrália, especializada em perfeccionismo, distúrbios alimentares e ansiedade.

“Não há muitas outras condições que fazem isso. ”

“Há estudos que sugerem que quanto mais perfeccionista, mais transtornos psicológicos você vai sofrer”, completa.

Autoelogio de entrevista de emprego?

Culturalmente, o perfeccionismo é muitas vezes visto como algo positivo.

Dizer que você tem tendência a ser perfeccionista pode parecer um autoelogio. É praticamente uma resposta pronta para a célebre pergunta de entrevista de emprego: “Qual é o seu principal defeito?” (Recrutadores, agora vocês acreditam em mim? Eu não estava apenas sendo fofa.)

É neste ponto que ele se torna complicado – e polêmico. Alguns pesquisadores identificam dois tipos: o perfeccionismo adaptativo ou “saudável” (caracterizado pelo alto padrão, motivação e disciplina) e o mal-adaptativo ou “nocivo” (quando o seu melhor nunca parece bom o bastante e não atingir metas te deixa frustrado).

Em um estudo com mais de 1 mil estudantes chineses, cientistas descobriram que os alunos mais talentosos eram, em geral, perfeccionistas adaptados. Os “mal-adaptados”, por outro lado, costumavam não ser tão geniais.

E enquanto pesquisas mostram que aspectos da forma “nociva” – como se martirizar por erros ou sentir que está abaixo da expectativa dos pais – tornam o indivíduo mais vulnerável à depressão, outros estudos sugerem que os atributos do perfeccionismo “saudável” – como o empenho para realizar algo – não reproduzem o mesmo efeito e podem, inclusive, te proteger.

Cristiano RonaldoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO jogador Cristiano Ronaldo diz que se esforça pela excelência, e não pela perfeição: ‘Não sou perfeccionista, mas gosto de sentir que estou fazendo bem’

Mas nem sempre é o caso. O simples fato de estabelecer padrões pessoais altos vem sendo associado, por exemplo, à concepção do suicídio. E mesmo que às vezes haja um lado positivo no pensamento perfeccionista, ele é secundário – e, segundo os especialistas, mal interpretado.

Em 2016, Hill e Curran constataram durante uma meta-análise de 43 estudos sobre perfeccionismo e burnout (esgotamento) que quem estipula parâmetros elevados – sejam atletas, trabalhadores ou estudantes – apresentam apenas uma pequena ou nenhuma vantagem na comparação com aqueles que não determinam. Já indivíduos que manifestam o perfeccionismo mal-adaptativo sofrem significativamente mais burnout.

“Existe uma ideia de que, em alguns casos, o perfeccionismo pode ser saudável e desejável. Com base nos 60 estudos que fizemos, achamos que isso é um mal-entendido”, afirma Hill.

“Trabalhar duro, ser comprometido, diligente e assim por diante, são todas características desejáveis. Perfeccionismo não é adotar padrões altos. É estabelecer padrões irreais. Não é um comportamento. É a maneira como você pensa sobre si mesmo”, explica.

Mulher estudandoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionA princípio, pode ser difícil diferenciar pessoas motivadas e conscienciosas de quem é perfeccionista

Voz crítica

Na verdade, muitos atributos que com frequência chamamos de perfeccionismo “saudável” – como a busca pela excelência – não são de fato perfeccionismo.

Segundo especialistas, trata-se apenas da conscienciosidade, o que explica por que pessoas com essas tendências geralmente apresentam resultados diferenciados nos estudos.

O perfeccionismo, argumentam eles, não é definido pelo estabelecimento de metas elevadas ou pelo grau de empenho no trabalho. É aquela voz crítica interior.

Veja o exemplo de um aluno que estuda bastante e recebe uma nota ruim. Se ele diz a si mesmo: “Estou decepcionado, mas tudo bem; ainda sou bom de uma maneira geral”, é saudável. Agora, se a mensagem for: “Eu sou um fracasso. Eu não sou bom o suficiente”, está caracterizado o perfeccionismo.

Essa voz interior critica aspectos distintos em cada indivíduo – pode ser trabalho, relacionamento, organização, forma física.

Minhas tendências perfeccionistas podem diferir muito das de outras pessoas. Eu poderia pedir a alguém que me conhece bem para enumerá-las. Quando contei ao meu namorado que estava escrevendo essa reportagem, ele respondeu a mensagem na hora com uma série de emojis de risada.

Segundo Hill, como consequência, perfeccionistas e não perfeccionistas “podem parecer iguais à distância e por um curto período de tempo”.

“Mas à medida que você se aproxima e os observa no longo prazo, vê que as pessoas conscienciosas têm mais jogo de cintura para lidar com as situações quando algo dá errado.”

“Perfeccionistas sentem cada solavanco na estrada. São muito sensíveis ao estresse”, completa. Continuar lendo

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Conheça a história de sucesso deste jovem brasileiro que vem se destacando nos EUA!

Imagem relacionadaCrédito de imagem: montesclaros.mg.gov.br

Tomei conhecimento, por matéria divulgada no portal da Folha de São Paulo, da impressionante trajetória de sucesso que vem alcançando, nos Estados Unidos, o brasileiro Lawrence Lin Murata, de apenas 23 anos.

A publicação fala de alguém que sonhou, que vem se preparando com afinco, estudando em universidade de ponta, que demonstra dedicação na busca dos seus ideias, tendo chegado a professor de Stanford aos 20 anos, e que por isso mesmo está fazendo a diferença. Além da notória facilidade de aprendizado, incluindo de línguas estrangeiras, esse jovem brasileiro tem um invejável tino empreendedor, resultando, agora, na criação de uma startup voltada para a melhoria no trânsito, destinada à segurança de motoristas e pedestres, com o intensivo uso da tecnologia. Um projeto de considerável impacto social!

Vale a pena conhecer e divulgar esta história interessante, até para que possa servir de inspiração para muitos jovens, estimulando-os a seguir firmes no autodesenvolvimento e na busca dos seus sonhos. Clique no link a seguir e confira:

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/06/aos-23-brasileiro-desponta-nos-eua-com-projeto-de-seguranca-no-transito.shtml

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