Meditação – Indo além do relaxar

Volto hoje a falar de meditação, para fazer referência ao rico texto intitulado “Meditação – Indo além do relaxar“, publicado no blog Dharma em Ação, que segundo informado foi extraído do livro “Para Viver em Paz” – Thich Nhat Hanh.

Faço, a seguir, alguns destaques do texto:

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“Alguém poderá perguntar: é então o relaxamento o único objetivo da meditação? Na verdade a meditação vai muito mais além. O relaxamento, entretanto, é necessário como ponto de partida, já que só após obtê-lo é que a pessoa consegue tranqüilizar o coração e clarear a mente. Ter o coração tranqüilo e mente clara já é avançar bastante no caminho da meditação.”

“Inúmeros pensamentos e sentimentos surgem durante a meditação. E se não estivermos atentos à respiração, seremos arrastados por eles. Mas a respiração não é apenas um meio através do qual podemos nos tomar imunes a tais pensamentos e sentimentos. A meditação é o veículo que, unindo o corpo à mente, abre as portas da sabedoria.”

“A mente, diz o Sutra, é como um macaco na floresta, saltando de galho em galho. Para não perder o macaco de vista, em algum rápido movimento, temos que observá-lo constantemente e nos tornarmos unos com ele. Mente contemplando a mente, é como um objeto e sua sombra – o objeto não pode afastar sua sombra. Os dois são um só…”

“Nos primeiros seis meses, procure apenas estabelecer e desenvolver seu poder de concentração, criar calma interior e contentamento sereno. Você afastará a ansiedade, terá real descanso e aquietará sua mente. Você se renovará e adquirirá uma ampla, clara visão das coisas, aprofundando e reforçando o amor existente em si.”

“Meditar é alimento para o espírito e para o corpo. Através da meditação nosso corpo adquire harmonia, leveza e paz…”

Abaixo, segue link para você acessar o texto na íntegra. Boa leitura e bons insights!

https://dharmaemacao.wordpress.com/2016/09/

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A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE PLENA PARA O NOSSO BEM VIVER

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A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE PLENA PARA O NOSSO BEM VIVER*

Quero refletir hoje sobre a importância da saúde para que cada indivíduo possa sentir-se bem e em condições de agir física e intelectualmente, em todos os sentidos, de realizar projetos e sonhos e, assim, poder vivenciar momentos de realização e felicidade com muito mais frequência e intensidade.

Isso é válido para todos os estágios da vida, mas a partir da meia-idade somos muito mais dependentes da nossa condição de saúde, sem a qual podemos ter seriamente comprometida a fase da senioridade, do pós-emprego, da aposentadoria e do tempo (mais) livre.

Tenho argumentado frequentemente, tanto em palestras quanto em processos individuais de planejamento de vida, de carreira e de aposentadoria, que o estado de boa saúde é condição essencial para uma vida ativa, plena, com qualidade e realizadora. Sem essa condição, todos os demais fatores e variáveis da vida perdem força e sentido, entre os quais destaco: ganhar e gastar o dinheiro que foi acumulado; aproveitar parte do tempo com viagens, práticas de exercícios físicos e atividades recreativas, por exemplo; viver mais intensamente os relacionamentos (amorosos, familiares, sociais, profissionais); explorar novas possibilidades profissionais (aqui pode ser considerado o “sonho de consumo” de muita gente, que é ser empreendedor – ter um negócio próprio); trabalhar talentos, habilidades e realizar projetos que vinham sendo adiados; buscar/incorporar novos conhecimentos e habilidades; atuar em ações voluntárias.

Agora, é fundamental ter clareza sobre a real dimensão do que é saúde. O conceito aqui é o de saúde plena (ou integral), que compreende o funcionamento do físico, da mente e do espírito. Sabemos que a saúde do corpo depende em grande medida de como estamos de cabeça, de como andam os nossos sentimentos e de como enxergamos o mundo. Está mais do que evidenciado que a saúde depende, literalmente, do equilíbrio, da harmonia que deve existir entre esses fatores.

A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) considera, já há algum tempo, que a saúde envolve o bem estar físico, psicológico e social, não podendo ser considerada apenas a ausência de doenças.

Com efeito, transcrevo trecho do livro O MÉDICO JESUS, de José Carlos De Lucca, páginas 121/122:

“Ter saúde não significa apenas não apresentar alguma doença. Saúde é um bem-estar físico que se associa a um bem-estar emocional, mental e espiritual. Por isso, alguém pode não sentir dor alguma e mesmo assim estar doente se, por exemplo, vive constantemente irritado.

De que adiante apenas estar com o colesterol em ordem se o mau-humor é constante em nosso proceder?

Não nos preocupemos apenas com a taxa do açúcar no sangue, vejamos também nossa taxa de doçura com as pessoas.

Acautelemo-nos contra o perigo do entupimento das artérias, mas não endureçamos o coração no trato com o próximo.

Cuidemos da dentição, mas não nos esqueçamos de sorrir para a vida a fim de que a saúde também possa sorrir para nós.

Pratiquemos exercícios para ter um bom aspecto físico, contudo não nos esqueçamos de também exercitar a beleza interior.”

O propósito desta reflexão de hoje, portanto, é alertá-lo para não descuidar deste patrimônio pessoal que é muito precioso: a sua saúde. E é importante ter consciência de que boa condição de saúde é resultado de um acumulado de hábitos integrais saudáveis adotados ao longo do tempo. Isso significa que, quanto maior for o cuidado que dediquemos ao nosso corpo, mente e espírito, mais consistente será a nossa condição de saúde para desfrutar um envelhecimento prolongado e com qualidade, o que pressupõe, ainda, ter capacidade de demonstrar respostas mais rápidas e plena recuperação em situações especiais, como traumas físicos e emocionais, cirurgias e outras circunstâncias que certamente surgirão ao longo da nossa jornada.

Assim, não perca a sua saúde de vista. Esse é o zelo pessoal que sempre valerá a pena. Portanto, a bola é sua!

 

Dattoli perfil social *Clovis Dattoli

√ É Coach Executivo e de Negócios, Coach de Vida e Palestrante.

http://www.clovisdattoli.com.br  –  http://obemviver.blog.br jcdattoli@dattoli.com.br

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Another Brick In The Wall – Pink Floyd tocado em maravilhoso arranjo árabe!

Imagem musicalComo inspiração musical para este fim de semana, selecionei surpreendente vídeo, publicado no YouTube, registrando inusitada apresentação, em ritmo árabe, de um dos sucessos da famosa banda britânica Pink Floyd (Another Brick In The Wall).

Um deleite esse arranjo, o ritmo, os instrumentos, a execução, tudo muito harmônico e agradavelmente acústico, contando ainda com participação de coral formado por vozes infantis. Um momento de rara beleza e mais uma demonstração do poder encantador que a música exerce sobre todos, de qualquer canto do planeta!

Trata-se de performance do grupo Bizimkiler Layihesi, formado por músicos do Azerbaijão, segundo respostas que consegui pela Internet. Se alguém tiver mais informações sobre esses músicos, fineza comentar aqui no blog.

Simplesmente, SENSACIONAL!

Confiram a seguir:

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Hábitos para o sucesso – Dicas excelentes!

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É sempre recomendável estar atento a alguns hábitos que podem contribuir decisivamente para o êxito da pessoa/do profissional, sobretudo porque, diante da correria e dos afazeres diários, muita gente é tomada pela rotina, entra em estado de “piloto automático”, não se dando conta dos hábitos e comportamentos que está adotando e, muito menos, dos que poderia incorporar para correção de rota e melhoria do desempenho pessoal.

Presente essa constatação, replico hoje o bem elaborado e útil artigo de Carlos
Faccina, abaixo, que foi publicado no portal  Época Negócios:

“Os principais hábitos do sucesso

Considero ter construído uma carreira bem-sucedida. Anotei e, agora, divido com vocês o que considero os principais hábitos que suportaram minha carreira e me socorreram nas horas difíceis:

APRENDER COM A EQUIPE
Meus colaboradores, subordinados diretos, foram sempre considerados meus professores.

 

AUTODIDATA
Sempre pesquisei o que não  dominava.

AMIGOS COM AUTORIDADE
Cultivei amigos na empresa, sem que isso prejudicasse a minha autoridade.

PLANEJAMENTO
Estabelecer meu norte sempre foi meu guia.

AO LADO DOS COMPETENTES
Procurei me cercar de pessoas competentes, sem medo de ser superado.

MUDAR É PRECISO
Nunca confrontei a cultura da empresa, mas sempre procurei demonstrar, por meio de argumentos sólidos, a necessidade de mudar.

DIÁLOGO FRANCO
Críticas, advertência e elogios sempre frente a frente com o colaborador.

APRENDER COM O DESEMPENHO
Avaliação de desempenho é um instrumento de aprendizado.

DE BEM COM A VIDA
Sempre fui feliz no trabalho, pois o contrário é insuportável.

TEMPOS DE PAZ
Jamais guardei rancor – este é um sentimento destrutivo.

CONQUISTAS COMPARTILHADAS
Quando era promovido, dividia a felicidade com meu grupo, afinal de contas devia a eles, em grande parte, o sucesso da minha trajetória.

DESEMPENHO DESTACADO
Ressaltei sempre o trabalho individual frente ao grupo.

VIDA PRIVADA
O respeito deve ser total pela vida privada dos meus colaboradores.

CURIOSIDADE SEMPRE
Procurei sempre, de forma incessante, o conhecimento.

NÃO SEI
Respondia às perguntas quando tinha certeza da resposta. Caso contrário, dizia “não sei”. Não é vergonha não saber.

PORTAS ABERTAS
Minhas portas estavam sempre abertas: a agenda não era a prioridade, mas as pessoas, sim.

CERTOS ERROS
Admitia o erro como forma de aprendizado, mas procurava orientar e corrigir as origens das falhas.

ABERTO ÀS CRÍTICAS
Estava aberto às críticas do meu modo de gestão. Às vezes, não gostava do que ouvia, mas procurava reavaliar o meu comportamento.

PRIORIDADES
Na minha lista de prioridades estão a ética, a transparência, as atitudes de apoio em momentos difíceis e a advertência na hora certa.

Cometi erros e falhei, mas o conjunto desses hábitos sempre veio em meu socorro e se tornou a base do que denomino uma carreira bem-sucedida.

Publicado emhttp://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/carreiraevida/2013/09/26/os-principais-habitos-do-sucesso/

 

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Autoconhecimento – um texto primoroso!

Reproduzo o primoroso texto Autoconhecimento, de autoria desconhecida, que vi publicado no blog ZÉducando.

Leiam, confiram que riqueza literária e quem sabe não lhes surjam bons insights:

Rosa-Vermelha

“Autoconhecimento

Muito prazer, sou Andréa. Tenho 43 anos, sou sagitariana, filha, mãe. Adoro livros, música clássica, ficção científica, aprender coisas novas como desenho, patchwork, costura, etc. Alguns já me falaram que sou uma artista, mas na verdade sou uma eterna estudante, o verbo que me define é o aprender.

É isso que sou? Não, ainda não. Sou extremamente sensível. Não assisto televisão, pois me entristeço com o mundo. Uma palavra me atinge, a falta de um olhar ou de um sorriso. Sinto mais do que sei. Mas fico feliz com um pássaro voando, um cachorro abanando o rabo, com um suspiro. Sou o que sinto.

É isso que sou? Não, ainda não. Para mim, ajudar, compreender, perdoar são como uma obrigação, mais que isso, como parte da vida, do respirar. Aprender para ensinar, receber para dar. É como um círculo que precisa sempre girar. Amar para ser amado. Sou o que doo.

É isso que sou? Não, ainda não. Eu pergunto ao mar. Abraço o vento. Me preencho com o sol, mas sei que falta algo. Sei que ainda tenho um longo caminho a andar. Isso tudo são reações em resposta a de onde eu vim, a tudo que eu vivi, a tudo que se passa a minha volta.

Então me volto para mim mesma. Quem sou eu? E percebo que meu ser está em movimento. Que sou mais do que fui ontem e serei muito mais amanhã. Além do conhecer, tenho que me aceitar. Com meus defeitos, minhas limitações, meus preconceitos. Não um aceitar passivo, mas um aceitar perdão. Um aceitar que significa: trabalhe para melhorar, para mudar, para aprender. Sem ser muito dura comigo mesma, sabendo que o caminho é infinito, que estou só começando. Então entendo que o verbo SER é um verbo sem presente, que vem do passado, mas só existe no futuro. É isso que sou? Não, ainda não.

(Anônimo)

Publicado em – https://joserosafilho.wordpress.com/2016/09/08/autoconhecimento/
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Não, você não tem “personalidade adictiva” – Uma reflexão pertinente!

“O fazer algo de maneira habitual ou em excesso não tem por que ser problemático.”

Replico artigo instigante, pertinente e de certa forma esclarecedor, publicado no site El País Brasil, sobre a denominada “personalidade adictiva”, que seria um tipo de transtorno de personalidade próprio de indivíduos que apresentam condutas com características de dependência. 

O texto traz reflexão a respeito do que seria hábito, ou vício, e argumenta que muitas das “dependências” podem ser positivas e ate mesmo necessárias para determinadas pessoas. Ou seja, ao contrário do que pensa o senso comum, os vícios não seriam por si só negativos.

Confiram a seguir:

Não, você não tem “personalidade adictiva”

“As atividades excessivas relacionadas aos jogos de azar, sexo e trabalho podem realmente ser consideradas vícios de verdade?

MARK GRIFFITHS / THE CONVERSATION
         Um ‘croupier’ em uma mesa de blackjack, em Paris. / LIONEL BONAVENTURE (AFP)

“A vida é uma série de vícios, e sem eles morremos.”

Está é minha citação favorita da bibliografia especializada em adicção, e este comentário foi feito em 1990 por Isaac Marks na publicação British Journal of Addiction. Fez esta declaração deliberadamente provocativa e controversa para estimular o debate sobre se as atividades excessivas e possivelmente problemáticas como os jogos de azar, o sexo e o trabalho podem realmente ser considerados vícios.

É possível que muitos de nós nos consideremos “viciados”a chá, café, trabalho ou chocolate, ou que conheçamos outros que poderíamos descrever como “fissurados” por televisão ou pornografia. Mas essas suposições têm uma base real?

O assunto se reduz, em primeiro lugar, a como o vício é qualificado, porque muitos dos que trabalham nessa área discordam em relação a quais são seus principais componentes. Muitos diriam que as palavras “vício” ou “viciante” são tão usadas em circunstâncias cotidianas que perderam todo o sentido. Por exemplo, dizer que um livro é “viciante” ou que uma série de televisão específica é “viciante” priva a palavra de utilidade no âmbito clínico. Nessas expressões, a palavra “viciante” é usada supostamente de modo positivo, algo que desvaloriza seu verdadeiro significado.

Entusiasmo saudável… ou problema de verdade?

A pergunta que mais me fazem —especialmente os meios de comunicação— é qual é a diferença entre um entusiasmo excessivo saudável e um vício. Minha resposta é simples: um entusiasmo excessivo saudável te dá vida, enquanto que um vício a tira. Também acredito que, para ser classificada como vício, qualquer conduta deveria compreender uma série de componentes-chave, como a preocupação geral com a conduta, o conflito com outras atividades e relações, os sintomas de abstinência quando não se pode efetuar a atividade, um aumento da conduta com o tempo (tolerância) e o uso da conduta para alterar o estado de ânimo.

Com frequência estão presentes outras consequências, como sentir-se incapaz de controlar a conduta e sentir falta dela. Se todos esses sinais e sintomas estão presentes, eu chamaria essa conduta de um verdadeiro vício. Mas isso não impede que outros me acusem de diluir o conceito de vício.

A ciência da adição

Há alguns anos, Steve Sussman, Nadra Lisha e eu publicamos um estudo que examinava a relação entre 11 possíveis condutas viciantes estudadas na bibliografia especializada: consumir tabaco, bebidas alcoólicas ou drogas proibidas, comer, apostar, usar a Internet, amar, fazer sexo, exercícios físicos, trabalho e compras. Examinamos os dados de 83 estudos em grande escala e estabelecemos que a incidência da adicção em um período de 12 meses entre os adultos norte-americanos variava de um mínimo de 15% até um máximo de 61%.

Também consideramos verossímil que, em um período de um ano, até 47% da população adulta norte-americana experimente os sinais de inadaptação próprios de um transtorno de adicção, e que talvez seja útil pensar que os vícios se devem a problemas relacionados ao estilo de vida e a fatores pessoais. Em resumo —e com muitas ressalvas— nosso artigo sustentava que, em um dado momento, quase a metade da população norte-americana é viciada a uma ou mais condutas.

Muitos artigos científicos mostram que sofrer de uma adicção aumenta a propensão de sofrer outras. Por exemplo, em minha própria pesquisa, deparei com jogadores compulsivos alcoólatras e provavelmente todos conseguimos citar pessoas viciadas ao trabalho e à cafeína. Também é comum que quem abandona um vício o substitua por outro (o que os psicólogos chamam de “reciprocidade”). Isso é facilmente compreensível porque o abandono do vício deixa um vazio na vida da pessoa, e com frequência as únicas atividades capazes de preencher esse vazio e proporcionar experiências similares são outras condutas possivelmente viciantes. Isso levou muitos a estabelecer que tais pessoas têm uma “personalidade adictiva”.

Personalidades adictivas?

Por mais que haja muitos fatores que predispõem à conduta de adicção, entre eles a genética e os traços de personalidade, como uma alta instabilidade emocional (ansiosos, infelizes, com tendência a emoções negativas) e baixa conscientização (impulsivos, descuidados, desorganizados), a personalidade adictiva é um mito.

Ainda que haja muitas provas científicas de que as pessoas com adicções são em sua maioria muito neuróticas, a instabilidade emocional em si não é um fator preditivo da adicção. Por exemplo, há pessoas muito neuróticas que não são adictas a nada, de modo que a instabilidade emocional não serve para predizer a adicção. Em resumo, não há provas aceitáveis de que haja um traço de personalidade específico – ou um conjunto deles – que sirva para predizer a adicção e só ela.

O fazer algo de maneira habitual ou em excesso não tem por que ser problemático. Por mais que haja muitas condutas, como consumir um excesso de cafeína ou ver televisão demais, que em teoria poderiam ser qualificadas de viciantes, é mais provável que se trate de condutas habituais que são importantes na vida de uma pessoa, mas que na realidade causam poucos ou nenhum problema. Como tal, não deveriam qualificar-se de adicção a menos que tenham consequências psicológicas ou fisiológicas significativas na vida cotidiana dessas pessoas.

Mark Griffiths é diretor da Unidade de Jogo e professor de Comportamento Adictivo na Universidade Nottingham Trent. Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site The Conversation.
Publicado em – http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/14/ciencia/1465898717_366858.html

 

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Grupo Revelação e o sucesso Tá Escrito – Contagiante!

Imagem musical

Neste espaço musical dos sábados, trago hoje videoclip com o grupo Revelação e o seu sucesso Tá Escrito, composição de Xande De Pilares, Gilson Bernini e Carlinhos Madureira, do DVD Ao Vivo no Morro, que vi postado recentemente no blog coirmão ZÉducando.

A apresentação é contagiante, pelo  conjunto representado pela canção (mensagem e melodia), pelo ritmo, pela interpretação e pela qualidade da gravação (áudio e vídeo)!

Curtam este momento musical descontraído e inspirador – a seguir:

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O progresso é o que nos mantém vivos – Para refletir!

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Como um convite à reflexão nesta sexta-feira, reproduzo texto muito pertinente e inspirador, de Matheus de Souza, publicado no boletim eletrônico LinkedIn Pulse. Chama a atenção para a capacidade que os humanos têm de ultrapassar limites, de se superar. Os atletas paralímpicos, como estamos vendo, são bons exemplos!

De outro lado, será que alguns dos nossos “problemas” – ou “limitações” – não são criados por nós mesmos, autoimpostos e, portanto, tão somente imaginários? Cabe lembrar que o medo pode ser altamente comprometedor, como já mencionado aqui em diversas oportunidades, e precisa ser enfrentado.

Leiam a seguir:

“O progresso é o que nos mantém vivos

O que me motiva a levantar todos os dias é saber que eu posso contribuir com os outros de alguma forma. Seja numa palavra dita ou num texto escrito.

E eu sei que não posso ajudar os outros se eu não me aperfeiçoar.

Como posso dar life hacks se minha vida não estiver legal?

Como posso querer falar de growth hacking, SEO, marketing de conteúdo e todas essas coisas, se eu não melhorar minhas próprias habilidades?

Nunca pare de aprender.

Todos nós colocamos limites em nós mesmos. Nos enchemos de desculpas e não temos fé que conseguimos ir além.

Mas, pergunte a si mesmo: “Posso ir além?”. “Será que realmente atingi meu limite?”. “Posso me esforçar mais?”.

O que nos impede?

O céu é o limite.

Essa frase é batida, mas eu sou um dos que acredita no potencial da humanidade. Não há nada que nos impeça fisicamente de fazermos as coisas — e as Paralimpíadas estão aí pra mostrar isso. O problema está na cabeça. A nossa única limitação é imposta mentalmente. É autoimposta.

Eu sempre procuro me tornar o melhor naquilo que me proponho a fazer. E não é por status, ego ou algo do tipo. É porque se alguém alcançou o topo naquilo, significa que é possível. Significa que dá pra ir além.

Isso serve pros negócios.

É comum nos limitarmos ao médio. E a concorrência no médio é muito maior. Tem bem menos gente brigando lá no topo justamente pela falta de fé da maioria em alcançá-lo.

O progresso é o que nos mantém vivos.

Essa semana perguntei pros meus leitores quais seus maiores desafios profissionais. Várias pessoas responderam que estão insatisfeitas no trabalho não pelo salário, mas pela falta de perspectiva. Elas pararam de crescer. Elas pararam de aprender. Elas estão cansadas.

Então, amigo, não se contente. Pense em como ir além. Pense nas áreas da sua vida que deseja melhorar e foque 100% nisso. Foco. Foco é a palavra. Elimine distrações que não acrescentem nada pra sua vida. Menos Face, mais book.

Por exemplo, eu quero escrever mais. E melhor. Mais e melhor. A única maneira de fazer isso é praticando. E a prática, neste caso, não é só o ato da escrita em si. Eu tenho que ler mais. Eu tenho que absorver o jeito que os fodões, os caras que estão lá no topo, escrevem. E, a partir daí, encontrar meu próprio estilo.

Eu também sei que meu limite de escrita criativa é entre 1 e 2 horas por dia. Depois disso começa a aparecer o tal do bloqueio criativo. Mas será que esse é realmente o meu limite ou eu li isso num blog sobre produtividade e, mentalmente, tornei uma verdade absoluta? Será que meu bloqueio não vem daí?

Por isso, amigo, nunca deixe que alguém lhe diga qual é o seu limite. Você provavelmente ainda não o atingiu. E, te garanto, que se você focar suas ações na melhoria das suas habilidades e, principalmente, nunca deixar de aprender, você nunca terá um limite.

Eu acredito em você.

Publicado emhttps://www.linkedin.com/pulse/o-progresso-%C3%A9-que-nos-mant%C3%A9m-vivos-matheus-de-souza
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Conhecimento – Ouça mais quem está “no gemba”

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No post passado, trouxe abordagem sobre a importância de se colocar o conhecimento em prática. O mote ali foi a lógica de que o conhecimento sem ação é vazio!

Hoje, trago artigo de José Roberto Ferro, publicado no portal Época Negócios, mostrando que o conhecimento não é privilégio dos mais “letrados”, dos detentores de poder. Alerta para a necessidade de se ouvir o conhecimento de quem faz, da pessoa comum. E o recado é mais direto para as lideranças, que, exercitando a humildade, precisam ampliar sua capacidade de saber ouvir o pessoal da execução, os colaboradores menos graduados na estrutura organizacional.

Essa é uma reflexão que não devemos perder de vista e, portanto, sempre pertinente!

Leiam a seguir:

Ouça mais quem está “no gemba”

Nunca subestime o conhecimento de quem atua no “chão de fábrica”, onde o trabalho é efetivamente realizado

Funcionário supervisiona linha de produção de suco de laranja na Citrosuco (Foto: Divulgação)Funcionário supervisiona linha de produção de suco de laranja na Citrosuco (Foto: Divulgação)

Ouvi na semana passada um executivo de uma grande empresa contar uma história que explica muito sobre um tipo de “preconceito” que ainda existe na gestão dita moderna. Ele contou que quando ele e sua equipe estavam trabalhando num grande projeto na companhia, relacionado a um novo produto, perceberam que, por uma falha de planejamento, não havia sido instalada uma estrutura absolutamente necessária. Pior do que isso, não tinham deixado nem o espaço necessário para instalar a estrutura.

Chamaram, então, uma equipe de especialistas, formados nas melhores universidades, para resolver o caso. Os especialistas fizeram as medições, os cálculos… e concluíram que o mais adequado era instalar a tal estrutura no subsolo da empresa.

Quando se preparava para fazer a ação, o executivo foi chamado “de lado” por um dos funcionários do “chão de fábrica”, que alertou o chefe a não permitir que se instalasse tal estrutura no subsolo, pois, além de ser desnecessária, o projeto jamais funcionaria se fosse feito assim.

Cismado, o executivo resolveu pesquisar e descobriu que o alerta estava absolutamente correto. Constatou, inclusive, que outras empresas que fizeram o mesmo tiveram muitos problemas com a instalação.

Descobriu, então, que a melhor solução era instalar a estrutura não mais no subsolo, mas de uma outra forma, o que exigiria, inclusive, menos investimento e esforço. Isso foi feito, o projeto não teve mais problemas e foi implementado com o maior sucesso.

Essa história ensina uma importante lição: a de que nunca devemos subestimar o conhecimento de quem está “no gemba”, de quem atua ali, onde o trabalho é efetivamente realizado, no local em que o valor é produzido. De que não devemos jamais desvalorizar o saber de quem tira seu conhecimento do dia a dia do trabalho feito na prática. Trata-se de um colaborador, cuja sabedoria é fundamental, pois é resultado da experiência, fruto de colocar a “mão na massa” diariamente.

O grande problema é que a gestão tradicional muitas vezes não valoriza esse tipo de conhecimento. Muito embora seja essencial, o trabalho técnico do “pessoal do escritório” não pode ser visto como o único relevante. O saber em uma organização não está definido apenas e tão somente na mente daqueles que têm um diploma pendurado na parede.

Conhecimento e sabedoria não precisam necessariamente ser frutos de diplomas para existir. A experiência do trabalho diário numa determinada tarefa gera um conhecimento enorme que muitas vezes supera o que é aprendido num banco escolar. E, assim, também precisa ser levado muito a sério.

No caso da história da empresa do início desse texto, tão ou mais importante que o conhecimento da equipe de especialistas diplomados foi o olhar, a experiência do “chão de fábrica”. Muito provavelmente isso evitou um grande prejuízo.

Na gestão lean, isso também faz todo o sentido. Nela, o conhecimento mais importante não deve vir necessariamente de quem tem cursos ou diplomas. E nem necessariamente de quem tem o cargo maior dentro da empresa.

Em verdade, o processo de geração de conhecimento deve ser estimulado em todas as partes da organização. Todo colaborador deve ter a mente de um engenheiro, de um especialista.

E, mais importante, todo conhecimento deve vir do gemba. É lá que os problemas aparecem e que as soluções devem ser pensadas, cotidianamente. Portanto, é onde está o conhecimento e o aprendizado.

Claro que cursos, treinamentos, diplomas são importantes. Assim como é evidente que se deve estudar o mais possível numa carreira organizacional. Mas não se pode ter a ilusão de que isso será o mais relevante ou o suficiente.

A empresa precisa criar mecanismos e métodos para estimular em todos a capacidade de pensar. E, ainda, as lideranças devem ter a humildade para serem capazes de ouvir, de todos os lados, as ideias e sugestões. Como resume uma frase atribuída ao filósofo da Grécia Antiga Epiteto, Deus deu ao homem dois ouvidos, mas apenas uma boca, para que ele ouça duas vezes mais do que fala. Líderes precisam ouvir muito mais do que falar, em especial aqueles que em teoria têm maiores conhecimentos e qualificações.

Ouvir não pode ficar concentrado a partir de processos paralelos formais e burocráticos, como caixas de sugestões, programas de ideias ou outros. Deve fazer parte do dia a dia da gestão.

O verdadeiro conhecimento se adquire na prática, experimentando, fazendo, ouvindo as várias opiniões e ideias. E refletindo sobre isso.

José Roberto Ferro é presidente do Lean Institute Brasil.

Publicado emhttp://epocanegocios.globo.com/colunas/Enxuga-Ai/noticia/2016/09/ouca-mais-quem-esta-no-gemba.html

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O conhecimento sem ação é vazio (vídeo)!

“O conhecimento está na esfera das crenças e das ideias. E o mundo não muda com crenças e ideias. O mundo muda com ações.”

Adquirir conhecimento, buscar novo conhecimento, acumular mais conhecimento… Isso pode ser uma armadilha e até mesmo uma justificativa para a falta de ação efetiva. Eu mesmo, em alguns momentos da vida, me dei conta de que estava aprendendo muito e agindo pouco. Precisamos estar atentos a isso! Não custa lembrar que as pessoas, ao fim e ao cabo, são valorizadas e deixam a sua marca pelo que efetivamente realizaram!

Será que você não está seguindo por esse caminho? Está colocando seus conhecimentos em prática?

A propósito, e como um convite à reflexão, divulgo o vídeo O CONHECIMENTO SEM AÇÃO É VAZIO, mais um publicado pela Casa do Saber. Dessa feita, Pedro Calabrez argumenta que o conhecimento, por si só, não leva a pessoa a lugar nenhum e muito menos a mudar o mundo. Por si só, não vai lhe ajudar nas mudanças necessárias, a menos que entre em ação.

É um bom e muito pertinente conteúdo, num vídeo curto e direto, com duração de apenas 2:21.

Assista a seguir:

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