‘Especialistas em psicologia positiva indicam como ter uma vida mais feliz’ – Um assunto para todos nós!

Quando falamos sobre FELICIDADE, tema que vez por outra é apreciado aqui no blog, já sabemos que a ordem correta é: a felicidade traz o sucesso, ao invés do que muitos imaginam, de que é o sucesso que traz a felicidade. Mais ainda, todas as evidências indicam que as pessoas felizes são mais fáceis de se relacionar, desfrutam melhor estado de saúde e, claro, naturalmente conseguem (demonstram) bom desempenho no que fazem.

O movimento da Psicologia Positiva, que estuda cientificamente esse tema, vem trazendo seguidas revelações e contribuindo, de forma decisiva, para que as pessoas usem melhor a sua mente, cultivem uma mentalidade positiva.

Uma boa argumentação a esse respeito, por exemplo, veio no livro (já citado aqui algumas vezes) O Jeito HARVARD de ser feliz, de Shawn Achor, lançado no Brasil em 2012. Segundo o autor, “você não precisa ter sucesso para ser feliz, mas precisa ser feliz para ter sucesso. Ele desenvolve essa temática em um dos cursos mais concorridos do mundo, naquela universidade.

Vale destacar mais uma afirmação do referido autor/professor:

“Esperar a felicidade restringe o potencial do cérebro para o sucesso, ao passo que cultivar a positividade estimula a nossa motivação, eficiência, resiliência, criatividade e produtividade, o que, por sua vez, melhora o desempenho.”

Nessa linha, em reforço, trago para hoje interessante matéria publicada no portal “yahoo!notícias”, na última sexta (20), focalizando aspectos do autoconhecimento que podem contribuir, de forma significativa, para que a felicidade seja mais autêntica e presente na vida da pessoa.

Leia a seguir (vale atentar)!

“Especialistas em psicologia positiva indicam como ter uma vida mais feliz

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RIO — “Felicidade é coisa séria.” É o que defende o especialista em psicologia positiva Henrique Bueno. Ele é representante do World Happiness Fest (Festival Mundial da Felicidade) no Brasil, que acontece de forma on-line e gratuita nesta sexta e sábado (20 e 21 de novembro). O evento reúne palestrantes de diversos países para falar sobre a importância de uma vida mais feliz e como alcançá-la.

— Tem se falado muito de felicidade, às vezes de forma pouco embasadada. Mas a psicologia positiva é uma ciência que estuda esse assunto com rigor científico. É uma vertente da psicologia tradicional que surgiu a partir da visão de que estava na hora de não apenas compreender a doença, mas começar a investir esforço para entender o que dá certo: como algumas pessoas conseguem ser mais resilientes, positivas — explica Bueno, CEO e Fundador do Wholebeing Institute.

Mas o que é, afinal, a felicidade? O especialista afirma que existem diversas definições e muita subjetividade nesse conceito, mas utiliza a nomenclatura da professora Sonja Lyubomirsky, segundo a qual a felicidade é a experiência de contentamento, alegria e emoções positivas, combinadas com a percepção de que a vida tem sentido.

— Quanto mais experiências positivas e menos negativas se vive, mais feliz se tende a ser. Mas isso sozinho não basta. Precisa também de um componente intelectual, cognitivo, que é avaliar que sua vida vale a pena — diz ele.

Bueno destaca que a busca pela felicidade já seria válida pela experiência em si, mas as evidências têm mostrado que ela vai além e traz ganhos em várias dimensões:

— Pessoas mais felizes têm resultados melhores, têm relacionamentos mais positivos, são mais produtivas no trabalho. Algumas pesquisas mostram que pessoas mais felizes ganham mais em cargos semelhantes, vivem mais, têm mais saúde física — enumera.

Ele explica que existem três componentes que predizem os níveis de felicidade de um indivíduo: genético, algumas pessoas são mais tendentes a sentir emoções positivas e serem otimistas do que outras; ambiental, o contexto em que se está inserido afeta o bem-estar; e o pessoal, que inclui as escolhas e comportamentos individuais.

— A genética e o ambiente podem afetar para o bem ou para o mal, mas ainda assim podemos fazer escolhas e ter comportamentos que levem ao bem-estar — afirma. — A pandemia, por exemplo, dificulta, mas não tira a condição de fazermos escolhas melhores.

Conheça suas virtudes

A especialista em psicologia positiva Juliana Carneiro, que também participa do evento internacional, afirma que uma das formas para encontrar a felicidade é por meio do conhecimento das “forças de caráter”. Segundo Carneiro, pesquisas sobre o tema identificaram 24 forças que todos possuem, mas cada um tem sua combinação de quais se manifestam de forma mais forte, média e mais fraca.

São virtudes como esperança, bondade, gratidão e autocontrole, por exemplo. Para conhecer sua classificação, é possível realizar testes, disponíveis na internet.

— As cinco primeiras são as que têm a ver com a sua essência, a forma como se comporta. A partir do momento em que as conhecemos, é preciso colocá-las em ação. Perceber como as usamos, e o que podemos fazer para usar mais. Quanto mais usamos nossas cinco primeiras forças, mais nos sentimos energizados, motivados, aumenta nosso senso de significado e bem-estar — explica Carneiro. — É um exercício constante. Um trabalho de autoconhecimento, mas também de autoestima.

Bem-estar em diferentes dimensões

Para uma vida mais feliz é preciso encontrar o bem-estar em diferentes dimensões. Bueno explica que, a partir desse modelo, é possível se olhar de forma específica e agir na área que mais precisa de atenção no momento:

Espiritual -Físico -Intelectual -Relacional -Emocional –

Dicas para ser mais feliz

Mude o focoNão exclua possibilidades –

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/especialistas-em-psicologia-positiva-indicam-070005973.html?utm_medium=10todaybr.20201122&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today&guccounter=1

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Lady Gaga – Always Remember Us This Way (do filme A Star Is Born) – Sensacional!!!

Como inspiração musical para este sábado, e também para matar saudade do aclamado filme Nasce Uma Estrela (“A Star Is Born”), direção do também ator Bradley Cooper, lançado no final de 2018, trago marcante vídeo com Lady Gaga (nome verdadeiro Stefani Joanne Angelina Germanotta), cantora, compositora, atriz e produtora musical estadunidense, de grande sucesso.

Nessa apresentação, que faz parte do mencionado filme, Lady Gaga interpreta a bela canção “Always Remember Us This Way“, composta por Lady GagaNatalie HembyHillary Lindsey e Lori McKenna. Um momento de muito talento, que demonstra todo o potencial e qualidade dessa genial artista!

Abrindo um parêntese, registro já ter feito postagem sobre Lady Gaga aqui no blog, em 2017. Naquela oportunidade, mostro brilhante fala da estrela sobre bondade. Eis o link – https://obemviver.blog.br/2017/06/06/lady-gaga-fala-sobre-bondade-palavras-impactantes-e-inspiradoras-video/.

Bem, o vídeo musical foi publicado no YouTube pela própria artista, em 9 de novembro de 2018, já contando com 261 milhões de visualizações. Vale a pena assistir/rever!

Curta a seguir:

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Será que as coisas não melhoram nunca? O vídeo de hoje lhe fará pensar sobre isso!

Já faz bom tempo que tenho para mim uma clareza: ambição e expectativas otimistas, sem muitos exageros, são necessárias para o nosso crescimento e fazem bem. Contudo, quando em excesso, derrubam a pessoa!

De outro lado, temos a tendência de esquecer os problemas e dificuldades que enfrentamos e já superamos, as conquistas que ficaram para trás. Ou seja, tendemos a esquecer as lições do passado.

A questão focal é: as coisas não melhoram nunca, ou nós não paramos para relembrar das coisas que já melhoraram?

É sobre essas e outras que nos fala este vídeo “Por Que as Coisas Não Melhoram Nunca?”, do canal Epifania Experiência, com ilustrações animadas, publicado no YouTube três dias atrás. Entre outros aspectos, o argumento apresentado faz boa síntese sobre as expectativas que criamos para a vida; sobre os altos e baixos naturais que enfrentamos ao longo da jornada.

Na verdade, uma forma de olhar com gratidão os aprendizados que temos tido em nossa vivência, ou por outra, de saber reconhecer e valorizar cada conquista realizada, por menor que seja.

Um vídeo para nos fazer pensar, por evidenciar, sobretudo, que a mentalidade que cultivamos e as nossas atitudes perante a vida fazem toda a diferença, contribuindo para nos jogar para cima ou para baixo. Vale refletir!!!

Assista a seguir (duração de apenas 4:15) :

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“10 Conceitos sobre o envelhecimento que NÃO são verdade” – Você precisa saber !!!

De volta aqui com o tema Longevidade, destaco artigo oportuno e esclarecedor, do site Tudo Por Email, que bati os olhos hoje e gostei bastante. Com embasamento na ciência, o conteúdo desmistifica uma série de “verdades” que eram ditas por aí sobre envelhecimento.

Fica claro, confirmando o que já dissemos e postamos a respeito do tema, em diversas oportunidades, que a mentalidade do indivíduo (a forma de enxergar a vida) e o estilo de viver que adota ao longo dos anos, estes sim, têm influência bastante significativa na condição em que chegará na maturidade, ou seja, na saúde e qualidade que apresentará em termos físicos e mentais.

Por óbvio, estamos falando de maneira geral, sabendo da existência de situações específicas e de determinadas marcas genéticas que fogem à regra e que, portanto, não podem ser desconsideradas.

Você verá, para a nossa satisfação, que a publicação derruba 10 mitos sobre envelhecimento. São informações que precisam alcançar muita gente, até porque quebram referenciais equivocados que estavam no imaginário popular.

Leia, você poderá se surpreender!

Clique no link abaixo:

Mitos sobre o envelhecimento

https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=16138

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“5 Características Das Pessoas Altamente Sensíveis” – é bom saber!!!

Para começar as postagens da semana, trago nesta segunda-feira um texto muito interessante, até revelador, falando sobre características das pessoas altamente sensíveis (PAS). Pensando cá com meus botões, vi que me identifico, em alguma medida, com o conjunto das características aí descritas. Tá explicado? rsrs.

Referido artigo foi elaborado pela equipe do Portal Raízes e publicado, naquele site, no dia 10 passado, fazendo um compilado de conhecimentos de Elaine N. Aron, Ph.D, psicóloga clínica e escritora norte-americana, sobre personalidades de alta sensibilidade (no grau mais elevado).

Dessa leitura, podemos inferir, facilmente, que: i) muitas pessoas não se dão conta de que têm esse diferencial da sensibilidade mais aguçada em relação à maioria; ii) isso explica comportamentos, gostos e preferências em outra sintonia; e iii) de outro lado, essa característica de personalidade pode não ser identificada, compreendida e levada a sério pelos outros.

Assim, vale a pena prestar a atenção a esse respeito, em relação a si mesmo e em relação às pessoas com as quais interage com maior frequência, para que as relações interpessoais transcorram com adequada empatia, sejam produtivas e saudáveis!

O texto é bem objetivo e fácil de ler. Recomendo (transcrição a seguir):

“5 Características Das Pessoas Altamente Sensíveis – Com Elaine N. Aron

Você presta atenção em detalhes que ninguém parece notar? Você consegue contemplar instantes e belezas que para os demais é estupidez? Você se sente profundamente impactado com o sofrimento alheio? Você não encontra prazer e felicidade onde a maioria parece buscar? Odores fortes, muito barulho, muita gente, surpresas… são coisas nas quais você não gosta de lidar?

A alta sensibilidade não tem cura. Você nasce com ela, com essa peculiaridade, com esse característica que já pode ser claramente vista desde que é uma criança muito pequena. Suas perguntas, sua intuição, sua tendência perfeccionista, o seu limiar de dor física, o seu desconforto com luzes ou odores fortes, sua vulnerabilidade emocional. Não é fácil viver com essa característica. No entanto, uma vez que você reconhece o que ela é o que você é, então poderá se assumir como tal e exigir que seja respeitado como tal, tendo a total liberdade para trabalhar positivamente essa característica de modo a ter saúde integral e uma boa vida.

Elaine N. Aron, psicóloga clínica, pesquisadora e autora de vários livros, dentre eles “The Highly Sensitive Person” (A pessoa altamente sensível), explica algumas características das pessoas altamente sensíveis, pensativas, empáticas e emocionalmente reativas. Certamente, existem extremos de emoções que são considerados transtornos do humor, por exemplo, e devem ser tratados com um profissional da saúde mental, mas falando aqui apenas de PAS – Pessoas Altamente Sensíveis.

Veja 5 características das pessoas que são sensíveis no grau mais elevado. As Pessoas Altamente Sensíveis são: 

1 – Inteligentes emocionalmente

Desde a infância, a criança com alta sensibilidade vai perceber aspectos de sua vida diária que oferecerão um mix de angústia, contradição e curiosidade fascinante. Seus olhos irão captar aspectos que nem mesmo os adultos levam em conta. Aquele olhar de frustração em seus professores, a expressão preocupada  da mãe… Ela é capaz de perceber coisas que as outras crianças não percebem, e, portanto, desde cedo ela apreende o conhecimento de que vida é contraditória, e exatamente por isso, começa a desenvolver mentalmente habilidade cognitivas para lidar com a frustração, o medo, o abandono, o luto, as decepções afetivas…E ainda que sofra profundamente cada palavra ou gestos negativos em relação a si mesma, e demonstre com isso fragilidade e vulnerabilidade, no fundo, sabe que dará conta de passar por cima.

2 – São amantes da solidão

Pessoas altamente sensíveis encontram prazer em seus momentos de solidão. São ansiosas para realizar suas tarefas, seus hobbies. São pessoas criativas que gostam de música, leitura … E, embora isso não signifique que não desfrutam da companhia dos outros, é só na solidão que encontram mais satisfação. Pessoas altamente sensíveis não têm medo da solidão. É nesses momentos que podem se conectar mais de perto com elas mesmas, com seus pensamentos, livre de apegos, gravatas e olhos curiosos.

3 – Se doam à existência com coração empático

Alta sensibilidade é viver do coração. É ser empático em tempo integral e por isso é solicito para com os outros: os próximos e também os desconhecidos. Ninguém vive mais intensamente o amor, ninguém sente mais prazer com pequenos gestos diários, como a amizade, carinho do que as pessoas altamente sensíveis.  Não apenas as relações afetivas, o carinho no cotidiano, ou o simples ato de experimentar a beleza de uma pintura, uma paisagem ou uma melodia, é uma experiência intensa para uma pessoa altamente sensível. As dores e também as belezas de existir são as molas que movem o seu coração.

4 – Se dedicam ao crescimento interior

Uma vez que a pessoa altamente sensível descobre o seu próprio eu e suas habilidades positivas, ela encontra o seu equilíbrio e promova o crescimento pessoal. Ela sabe que  é um ser único e múltiplo ao mesmo tempo, sabe que sua sensibilidade não é um defeito a ser corrigido, e sim, um traça a ser aceito. Ela o aceita, o compreende e o ressignifica a seu favor e a favor daqueles que ela ama.

5 – Não perde tempo tentando se adaptar à cultura global

As sociedades de todos os tempos sempre exigiram padrões de aceitação e a maioria das pessoas segue a multidão, vai na onda, embarca nos ismos de um grupo e faz malabares para ser aceita e reconhecida ali. As pessoas altamente sensíveis não têm necessidade de se adaptarem as regras das sociedades, pois elas não se sentem pertencer a nenhuma delas. Jenna Avery, uma “treinadora de vida para almas sensíveis”, aconselha as pessoas a aceitarem ou até mesmo buscarem estar “fora de sincronia” com a sociedade dominante, e se desligarem dos julgamentos dos outros, pois é exatamente a não aceitação das diferenças que faz do mundo um lugar horrível.

Da redação do Portal Raízes.

Fonte: https://www.portalraizes.com/5-caracteristicas-das-pessoas-altamente-sensiveis-com-elaine-n-aron/

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Sábado e música: Grupo Choro das 3 – “Choro Canção” – Muito bonito!!!

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Os dias de sábado por aqui puxam uma feijoada e, para melhorar ainda mais, nos vários restaurantes e botecos espalhados pelo país, essa típica gastronomia popular é embalada pelo som de um bom chorinho (ou choro). Segundo os registros históricos, trata-se de gênero de música instrumental genuinamente brasileiro, surgido em meados do século XIX. Aliás, é dito que os primeiros grupos de choro surgiram nos subúrbios cariocas pela década de 1870, dali se espalhando pelo Brasil afora.

Nesse contexto, selecionei para hoje um belo vídeo de chorinho, gravado com o excelente e já conhecido grupo paulista Choro das 3, formado pelas irmãs Corina, Elisa e Lia, além do percussionista Eduardo Ferreira (que é pai das meninas). O grupo interpreta a bonita “Choro Canção”, composta por Joca (Joaquim Moreno).

Nessa gravação, vale acrescentar, participaram Isaias Alves (sax) e Getulio Ribeiro (cavaquinho)

O vídeo é novinho, foi publicado no YouTube no último dia 9, canal Choro das 3. Vamos prestigiar a boa música e, claro, dar força para esse grupo musical “made in Brazil” que vem encantando cada vez mais!

Curta a seguir:

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Você é sugestionável? Como fazer para não se contaminar por influências negativas e absorver as positivas?

“Influenciadores falam da maneira mais convincente possível, de modo que não haja margem para desconfianças”

Com o poder da internet e a força avassaladora das redes sociais, as informações, de toda ordem, e com as mais diversas finalidades, estão aí em abundância, trazendo número de influenciadores digitais que não para de crescer. Uma questão que naturalmente emerge é: como saber filtrar tudo isso, identificar as pegadinhas, não se deixar influenciar (sugestionar) por publicações infundadas, tendenciosas, e que acabem afetando os seus próprios pensamentos e valores? Sem dúvida, eis um grande desafio para os tempos atuais!

Assim como não existe almoço grátis, é preciso ter em mente que as falas, os vídeos, os textos, os livros etc., ao serem pensados, produzidos e veiculados, têm como objetivo em comum, sem prejuízo de outros objetivos específicos, exercer a maior influência possível na audiência. Essa é a lógica presente em cada argumento, e não poderia ser diferente.

Por conta disso e da realidade dos processos de comunicação de hoje, incrementada pelo mundo digital ao alcance de todos, veio em hora muito oportuna, na minha percepção, o excelente artigo “Você é sugestionável? Veja como absorver somente influências positivas”, publicado, dois dias atrás, no blog UOL VivaBem.

Nesse texto, estudiosos da funcionalidade do cérebro explicam a respeito desse fenômeno, principalmente o mecanismo que leva a pessoa a abrir a guarda para aceitar como boas informações reprováveis e, por consequência, ser mais facilmente influenciada. Como diz um desses especialistas, “a reflexão é indispensável para não nos enganarmos pela aparência das coisas”.

E como não ser manipulado, não abrir mão da própria personalidade? O grande segredo disso tudo é a capacidade individual de ouvir/ler, processar e absorver o que há de positivo nos argumentos e diferentes pontos de vista dos outros. Ou seja, é a capacidade individual de refletir. Como está evidenciado no texto, esse exercício de reflexão é fundamental para que a pessoa não se desconecte de si mesmo.

Portanto, toda a atenção e esforço nesse sentido valem a pena, farão toda a diferença!

Assim, recomendo muito a leitura do artigo, pelos esclarecimentos e alertas que julgo interessantes e úteis para os tempos atuais. Confira, clicando no link a seguir:

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“Permita-se ser improdutivo – pelo menos por um tempo” – Esse artigo lhe fará refletir!

Tenho feito muitas postagens aqui (e até falado por aí) sobre autoconhecimento, evolução pessoal e profissional, planejamento para o futuro, hábitos saudáveis, necessidade de mudança e coisas afins, bem no espírito da proposta deste blog.

Nessa esteira, já trouxe interessantes abordagens sobre a importância das “paradas estratégicas” (momentos de ociosidade no ritmo do dia a dia), o que inclui a incorporação de hábitos diferentes e mais suaves, os períodos sabáticos, entre outras técnicas e recursos.

É exatamente nessa perspectiva, de “quebrar rotinas” e do “pensar fora da caixa” para que necessárias e importantes mudanças individuais aconteçam, que destaco hoje o provocativo e bem elaborado artigo “Permita-se ser improdutivo – pelo menos por um tempo“, do executivo e escritor norte-americano Peter Bregman, publicado dois dias atrás no portal eletrônico da revista Harvard Business Review – Brasil.

E as provocações levantadas no texto indicam estratégias comportamentais, talvez impensadas pela maioria das pessoas, como adotar momentos de improdutividade para chamar soluções e outros modos de ser produtivo. O autor traz a abordagem da ‘coragem emocional’ para a implementação de mudança em momentos de grande abalo pessoal, ante a excelente sacada de que “não estamos no controle e não temos as respostas.”

No “como fazer”, o autor apresenta dicas em relação ao uso do tempo, ao uso da mente e aos relacionamentos.

Uma leitura que, a meu juízo, instiga reflexões essenciais e pode mesmo contribuir para o aprimoramento individual, desaguando positivamente nas diversas dimensões da nossa vida e do nosso estilo de viver. Confira:

Permita-se ser improdutivo - pelo menos por um tempo

Leia o conteúdo clicando no link a seguir:

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“O desafio de Aristóteles” – uma história fabulosa e de muita sabedoria (vídeo)!

Para começar a semana, trago um pouco da sabedoria deixada pelo filósofo grego Aristóteles (385 a.C – 322 a C), contada com maestria, nesse recente vídeo, pela palestrante Anete Guimarães.

Ao apresentar a fabulosa história, Anete enfatiza importante ensinamento do notável filósofo, aluno de Platão, fundador da Escola Peripatética e do Liceu, dando especial foco para um ponto fundamental: o domínio das emoções.

Vale enfatizar, trata-se de tema bastante atual e cada vez mais valorizado, particularmente por ser fundamento básico da chamada Inteligência Emocional. E o mote é: estar preparado para tomar as melhores decisões!

Como disse a palestrante, “tanta coisa se perde por um momento fugaz de emoção…”!

O vídeo – bem elaborado, com ilustrações e agradável de assistir – foi publicado no YouTube, canal Anete Guimarães, em 25 de outubro passado.

Veja a seguir, atente para esta narrativa impactante e tire bom proveito de um conteúdo rico e essencial!

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Sábado e música: Michael Bublé – When I Fall In Love (Official Music Video) !!!

Neste sábado, como inspiração musical, trago mais um vídeo com o excelente Michael Bublé, cantor, compositor e produtor canadense, interpretando a bela canção When I Fall In Love (composição de Victor Young e Edward Heyman), de 1952, que ficou mundialmente conhecida na interpretação de Nat King Cole.

Nessa gravação, muito bem orquestrada, podemos apreciar o privilegiado recurso vocal de Bublé, um artista talentoso, versátil, que agrada bastante e faz sucesso pelo mundo.

O vídeo, que acumula 9.767.302 visualizações, foi publicado no YouTube, canal Michael Bublé, em 27 de setembro de 2018.

Curta a seguir:

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