Música de primeiríssima: Roberta Sá, António Zambujo e Yamandú Costa – “Eu Já Não Sei”!!!

Como resultado das minhas pesquisas pela Internet, descobri ontem um vídeo precioso, romântico e encantador, que trago como inspiração musical para nos acalentar neste fim de semana.

Você verá a talentosa cantora brasileira Roberta Sá, em dueto com António Zambujo, admirável cantor e instrumentista português, interpretando com singular beleza o fado “Eu Já Não Sei” (composição de Domingos Gonçalves Costa e Carlos Rocha), em acompanhamento primoroso de Yamandú Costa, músico sempre brilhante com o seu violão de sete cordas, ainda complementado pelo instrumentista Ricardo Cruz.

Essa gravação primorosa integra o DVD da cantora “Pra Se Ter Alegria”, lançado em 2009. O vídeo, que está disponível no YouTube, foi publicado no canal Roberta Sá Oficial. É muita qualidade reunida!!!

Confira:

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VINHOS – especialistas dão veredito sobre 15 dúvidas comuns a respeito da bebida!!!

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Volto hoje a falar sobre vinho, o que é sempre um prazer. Como já perceberam, em razão de diversas postagens feitas aqui sobre o assunto, além de gostar dessa bebida secular (minha preferida), notoriamente carregada de informações, curiosidades e que se populariza cada vez mais no Brasil e em outras partes do planeta, avalio ser sempre oportuno diminuirmos o nível de desinformação que ainda existe a esse respeito. Portanto, nunca é demais saber sobre a bebida e seu entorno!

Para hoje, reproduzo interessante e objetiva matéria publicada no portal eletrônico da revista CASA e JARDIM, no último dia 11. Com a ajuda de especialistas, são esclarecidos 15 pontos de dúvidas comuns a respeito do vinho, ou melhor, dos vários tipos de vinhos. Vale a pena conhecer essas opiniões abalizadas, até porque algumas “verdades” que rolam sobre a bebida podem ser meras crenças equivocadas, com base em informações/ideias falsas, mas que se propagam e atravessam gerações.

Leia, confira a seguir:

“É fã de vinhos? Conheça 15 mitos e verdades sobre a bebida

Quanto mais velho, melhor? Vinho pode levar açúcar? Garrafas devem ser guardadas deitadas? Especialistas respondem às principais dúvidas

POR ALINE MELO COM STÉPHANIE DURANTE

vinho é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, mas sobram dúvidas a seu respeito. Entre mitos e verdades, uma coisa é certa: nada como uma taça do seu rótulo favorito no final de um longo dia. Confira a seguir uma série de afirmações comumente difundidas sobre vinhos e veja o veredito de especialistas:

1. Quanto mais velho, melhor o vinho
Apesar de ser um senso comum, isto nem sempre é verdade. Principalmente quando falamos nos rótulos mais baratos das prateleiras. Ainda que esta seja a bebida fermentada com maior capacidade de envelhecimento, a maioria dos vinhos é vendida pronta para consumo, não tendo sido feita para durar tanto tempo. Mesmo no caso de um bom vinho, o ideal é consumi-lo em até 25 anos.

“A garrafa com base profunda costuma representar um bom investimento, pois são mais caras de produzir, mas não existe nenhuma comprovação de que ela possa interferir na qualidade do vinho. É uma aposta”, explica Ciro Sabella, especialista em vinhos e chef do Vinarium Antica Trattoria.

3. Os melhores vinhos são de uma única uva
A qualidade não tem relação alguma com a variedade de uvas utilizadas na produção de um vinho. “É só pensarmos nos famosos vinhos de Bordeaux, região da França, feitos todos com blend de uvas”, destaca Ciro.

As tampas de rosca são muito utilizadas para diminuir custos na produção, além de dificultarem a proliferação de bactérias. Portanto, pode beber sem medo, esses vinhos não são falsificados e nem de qualidade inferior.

5. Vinho leva corante
Diante daquele sedimento no fundo da taça ou da garrafa, muitas pessoas passaram a desconfiar que os vinhos levavam corante, mas não é o caso. “Esse sedimento significa que o vinho é de uma produção mais natural, já que alguns vinhos não são filtrados. Os sedimentos também se formam devido ao corante natural do vinho ficar sólido depois de alguns anos na garrafa”, explica Sidney Lucas, sommelier da Enoteca Decanter Blumenau.

6. Vinho doce tem adição de açúcar
Neste caso, é preciso definir de que vinho estamos falando. Quando tratamos de vinhos finos, é inadmissível a adição de açúcar, sendo o sabor adocicado proveniente do açúcar residual da própria fruta, não transformado em álcool durante a fermentação. Já os vinhos suaves, comuns nos mercados, podem sim ter adição de açúcar, então, vale conferir a lista de ingredientes.

7. Vinho branco é feito somente com uva branca 
Os vinhos brancos podem ser produzidos com uvas brancas e tintas, visto que a polpa de ambas é clara. “Quando feito com uvas brancas, o mosto – suco das uvas depois de prensadas – tem contato com as cascas por algumas horas enquanto fermenta. Já com as uvas tintas, não há contato com as cascas para não colorir a bebida”, explica Sidney.

8. Vinho rosé pode ser fruto de uma mistura de vinho tinto e branco
Na maioria dos casos, o vinho rosé é produzido a partir da fermentação de uvas tintas por um curto período com a casca, e depois sem ela, o que confere a cor apenas levemente rosada à bebida. “É possível, sim, encontrar no mercado rótulos de vinho rosé produzidos a partir da mistura de vinho tinto e branco, mas este é um sistema de vinificação cada vez menos usado”, afirma Ciro.

9. O vinho verde não é verde
É difícil de acreditar, mas o vinho verde pode ser um espumante, rosé e até mesmo um tinto. “A bebida tem esse nome por conta da região em que é produzido: na Demarcada dos Vinhos Verdes (RDVV), ao norte de Portugal”, afirma Sidney.

10. Espumante e champagne são a mesma coisa
Todo champagne é um espumante, mas, nem todo espumante é um champanhe. “Ficou confuso? Calma, pra ficar mais simples, siga essa dica: apenas o espumante produzido na região francesa de Champagne pode ser chamado de champanhe, de resto, é espumante”, explica Sidney.

11. Para garantir qualidade, as garrafas devem ser guardadas deitadas
Por muitos anos, houve a suposição de que, se a garrafa estivesse em pé, a rolha poderia ficar seca, gerando danos de qualidade a bebida. Porém, o sommelier Sidney explica que para um armazenamento por curto período, de até 1 ou 2 anos por exemplo, a qualidade do vinho se mantém, independente da posição da garrafa.

12. Vinho pode ser armazenado na geladeira
Após aberto, o vinho deve ser mantido em uma temperatura mais baixa que o ambiente, a fim de diminuir a oxidação e garantir maior durabilidade ao vinho. Mas cuidado, mesmo na geladeira os vinhos duram em média três dias após abertos.

13. Nunca adicione gelo ao vinho
Não é preciso ser tão radical, mas prefira não gastar muito dinheiro com o vinho em questão, já que o mesmo será diluído e um pouco descaracterizado com a adição de gelo. Então avalie bem se esse é o seu objetivo ou se prefere desfrutar dos sabores e aromas originais da bebida. “Especialmente os vinhos brancos, rosés e espumantes podem ser ingeridos com alguns cubos de gelo para refrescar no verão”, sugere Sidney.

14. Existe um jeito certo de segurar a taça de vinho
Pode até parecer mais seguro segurar a taça pelo bojo, parte que contém a bebida, mas além de contrariar as normas de etiqueta, o contato das mãos pode esquentar a bebida, comprometendo a qualidade do vinho. “Pelo bem da etiqueta e da temperatura ideal, segure a taça pela haste”, indica Sidney.

15. O queijo é a melhor opção para acompanhar vinhos
Esta é sim uma ótima opção, porém, é necessário saber que não se mistura qualquer queijo com qualquer vinho. “Existem alguns tipos de queijos de sabor muito intenso que acabam anulando o sabor do vinho, como é o caso do roquefort ou do gorgonzola, que harmonizam bem com o vinho do Porto, mas podem anular os tintos mais delicados”, alerta Sidney.

Ver publicação original: https://revistacasaejardim.globo.com/Curiosidades/noticia/2019/09/e-fa-de-vinhos-conheca-15-mitos-e-verdades-sobre-bebida.html?utm_medium=10todaybr.20190918&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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Posso Morrer Amanhã – Mais uma bela mensagem por Sílvio Matos!

Volto hoje com mais um vídeo de Sílvio Matos, admirável ator brasileiro, que sempre nos brinda com belas mensagens, com conteúdos de valor e muita sabedoria! 

Sílvio narra o texto Posso Morrer Amanhã, de Allen Silva, publicado no YouTube em 10 de outubro do ano passado. Refletir sobre a vida, sobre as suas incertezas, sobre o nosso papel, nosso legado etc. é sempre oportuno. Ainda ontem, concretamente, ao acompanhar os últimos atos de despedida de um amigo, pensamentos a respeito dessas questões essenciais naturalmente me ocorreram.

De acordo com a mensagem, a questão de fundo é: você tem se preparado para ter valido a pena? E o convite, ou a provocação principal, é: viva o agora – e viva com plenitude!

Confira o vídeo a seguir. Trata-se de reflexão mais do que válida, a rigor, necessária!!!

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‘A Sabedoria do Silêncio: aprenda a falar menos e dizer mais’

Quando guardamos silêncio, podemos ouvir o coração falando, ouvir a nossa própria alma… Intrigante, a princípio. Não?

Essa é a bela e muito oportuna reflexão sobre ‘a sabedoria do silêncio‘, tema tratado no artigo que reproduzo a seguir, ricamente ilustrado por frases impactantes e recomendação de leituras, publicado no site Awebic, que foi traduzido de uma publicação estrangeira.

Gostei do tema, da abordagem, na expectativa de que contribua para despertar nos leitores bom nível de consciência a respeito da importância de saber fazer silêncio. Mesmo entendendo que trata-se aí de prática nada comum, e até mesmo difícil, para os ocidentais em geral, particularmente os brasileiros, em razão da nossa natural característica de povo altamente falante, acredito que podemos tirar algum proveito dessas provocações, bem-vindas, e incorporar algum avanço!

Vale pensar sobre isto. Confira:

“A Sabedoria do Silêncio: aprenda a falar menos e dizer mais

“Tenha menos medo e mais esperança; Lamente menos, respire mais; Fale menos, diga mais; Odeie menos, ame mais; E todas as coisas boas serão suas” — Provérbio sueco

Quer saber um tipo de pessoa que eu realmente aprecio?

Aquelas pessoas que não ficam desconfortáveis com o silêncio.

Pessoas com quem você pode sentar numa mesa e comer uma deliciosa refeição sem se sentir desconfortável quando nenhum de vocês tem algo a dizer.

Indicação de leitura: O Poder do Silêncio.

Adoro pessoas que podem se comunicar entre si, não apenas com palavras, mas também com o silêncio.

A sabedoria do silêncio: aprenda a falar menos e dizer mais 1

Lembro-me de ter saído para jantar com dois dos meus amigos mais próximos e com uma pessoa que havíamos acabado de conhecer. Enquanto estávamos lá, notei que essa pessoa não parava de falar.

Ela simplesmente não conseguia parar de falar, continuava sempre falando mais e mais. Eu achava que minha cabeça iria explodir.

Simplesmente eu não podia acreditar que um ser humano pudesse falar tanto e respirar tão pouco.

Fiquei espantado e irritado ao mesmo tempo. Ela estava falando bastante e em alto volume, mas suas palavras pareciam tão vazias de significado. Ela não estava realmente dizendo nada.

“Você fala tão alto que eu não consigo entender o que você diz” — Ralph Waldo Emerson

Bem, foi exatamente assim que eu me senti. Podia ouvi-la falar, mas não conseguia entender uma palavra do que estava dizendo.

Não porque ela estivesse falando uma língua estrangeira, mas porque ela realmente não estava dizendo nada.

Indicação de leitura: Silêncio, por Thich Nhat Hanh.

Nós fazemos isso. Muitas vezes, apenas conversamos e conversamos, mas sem dizer nada realmente.

A sabedoria do silêncio: aprenda a falar menos e dizer mais 2

Talvez seja porque queremos sentir que somos ouvidos e que as pessoas reconhecem nossa presença e existência.

Mas é esse o real caminho a seguir? Não seria mais sábio falar menos e dizer mais?

“Os sábios falam porque têm algo a dizer; Os tolos porque eles têm que dizer algo.” – Platão

Me parece que muitas vezes falamos apenas para não ficarmos quietos, pensando que o silêncio é algo para se envergonhar, algo a ser evitado.

Mas não, não há nada de errado com o silêncio. Não sei de onde veio essa ideia de que o silêncio é estranho e deve ser evitado a todo custo.

A sabedoria do silêncio

O silêncio é uma dádiva preciosa. Nesse espaço entre nossas palavras é onde nos encontramos.

Quanto a mente está quieta, quando não há pensamentos ou palavras a serem ditas, podemos ouvir nosso próprio coração falando. Podemos ouvir nossa própria alma e intuição.

A sabedoria do silêncio: aprenda a falar menos e dizer mais 5

“A única voz de Deus é o silêncio.” — Herman Melville

Quando nos permitimos ficar em silêncio, inspirar e expirar, sem a necessidade de dizer qualquer palavra ou pensar em qualquer coisa é quando podemos ouvir nossa própria voz interna.

É quando podemos experimentar nossa própria divindade, nossa própria beleza e perfeição.

Eu aprendi mais ficando quieto e abraçando o silêncio do que pensando e falando muito.

O silêncio é meu maior professor, sussurrando coisas em meu ouvido e me ajudando a descobrir coisas que jamais descobriria de outro jeito.

A sabedoria do silêncio: aprenda a falar menos e dizer mais 3

“O silêncio é o sono que nutre a sabedoria.” — Francis Bacon

Acredito honestamente que a razão pela qual tantos de nós estão sob tanto estresse é que ainda não aprender a acalmar nossas mentes e abraçar o silêncio.

Ainda não aprendemos a apreciar o valor e a sabedoria que vem do silêncio.

Quem disse que você tem que estar pensando e falando o tempo todo? Quem disse que não é bom ter momentos em que você simplesmente não diz nada?

Quem disse que você deve falar sem parar mesmo quando não tem nada que valha a pena ser dito?

“Aquele que não sabe ficar em silêncio não sabe como falar.” — Ausonius

Portanto, aprenda a falar menos e dizer mais.

Quando você usar as palavras, use-as porque elas irão iluminar o dia de alguém ou porque você ensinará às pessoas algo valioso.

Não use as palavras apenas por usá-las, use-as porque você realmente tem algo a dizer.

A sabedoria do silêncio: aprenda a falar menos e dizer mais 4

Por fim:

“Falar muito é a causa do perigo. O silêncio é o meio de evitar o infortúnio. O papagaio falante está calado em uma gaiola. Outros pássaros, sem discurso, voam livremente sobre nós.” — Saskya Pandita

Este artigo é uma tradução do Awebic do texto originalmente publicado em Purpose Fairy.

Publicado em: https://awebic.com/humanidade/sabedoria-silencio/

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Frank Sinatra e Ella Fitzgerald – The Lady Is A Tramp – Show!!!

A inspiração musical para este fim de semana vem com um registro histórico, seguramente para matar saudade de dois monstros sagrados da música popular internacional. Em vídeo  precioso, publicado e disponível no YouTube, os fabulosos Frank Sinatra (1915 – 1998) e Ella Fitzgerald (1917 – 1996) cantam, em dueto, a canção The Lady Is A Tramp, composição de Lorenz Hart/Richard Rodgers. 

Confiram este momento memorável, em show ocorrido em 1967, e curtam os admiráveis recursos e técnicas invejáveis demonstradas pelos dois artistas norte-americanos. Sensacional!

A seguir:

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Um pensamento para esta sexta-feira!

Para não passar em branco nesta sexta-feira, trago a mensagem abaixo, com interessante pensamento motivacional, daquelas que instigam alguma reflexão, colhido no inesgotável campo chamado Internet:

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Longevidade e trabalho – Mentor do Airbnb mostra como ser um idoso moderno!

No contexto do grande tema Longevidade, e voltando a enfocar as possibilidades dos idosos no mundo do trabalho, reproduzo, abaixo, matéria da ÉPOCA NEGÓCIOS com Chip Conley, mentor do Airbnb (serviço online comunitário para as pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações e meios de hospedagem), a propósito de palestra proferida no SWSW 2019, em março passado, cujo “festival” é considerado um dos maiores eventos de inovação do mundo.

Conley defende a importância de as empresas adotarem a mescla de gerações em seus times, destaca alguns aspectos e qualidades desse público maduro e dá quatro dicas para que o profissional se torne um idoso moderno, que ensina e aprende no trabalho. 

Confira:

“SXSW 2019: Chip Conley mostra como ser um idoso moderno, que ensina e aprende no trabalho

O ex-diretor de hospitalidade e mentor do Airbnb mostra que os profissionais mais velhos têm valor nas empresa de tecnologia

POR MARIANA IWAKURA, DE AUSTIN
Chip Conley, ex-diretor de hospitalidade e estratégia do Airbnb (Foto: Mariana Iwakura)CHIP CONLEY, EX-DIRETOR DE HOSPITALIDADE E ESTRATÉGIA DO AIRBNB (FOTO: MARIANA IWAKURA)

No começo das operações do Airbnb, o cofundador Brian Chesky e sua equipe de executivos trabalhavam mais de 70 horas por semana. O Dia de Ação de Graças se aproximava, e provavelmente seria mais um feriado de trabalho.

Chesky decidiu, então, enviar uma carta personalizada a cada marido, mulher ou familiar, agradecendo pela paciência enquanto seus parceiros estavam no trabalho. A ação pegou muito bem entre os colaboradores.

Essa não foi, no entanto, uma ideia de Chesky, mas sim de Chip Conley, ex-hoteleiro e então diretor de hospitalidade e estratégia do Airbnb. Com 52 anos de idade na época (ele tem 58 agora), Conley contrastava com o perfil dos gênios de tecnologia de 20 e poucos anos que lideravam o Airbnb.

Ele entrou na empresa porque havia construído e vendido a rede de hotéis-butique Joie de Vivre. Mas logo viu que todo o conhecimento que tinha sobre gestão, limpeza e vacância tinha pouco uso na construção de uma plataforma de aluguel de imóveis peer-to-peer.

O mais valioso era a sabedoria que só se adquire com a idade. “Eu trouxe o elemento humano da empresa, mostrando quando precisamos ser duros e quando precisamos ser generosos”, disse, durante palestra no SXSW 2019.

Hoje atuando como conselheiro estratégico do Airbnb, Conley é um defensor da presença de pessoas mais velhas no ambiente de trabalho. Ele cunhou o conceito de “idoso moderno” e lançou em 2018 o livro “Wisdom@Work: The Making of a Modern Elder”.

“Conforme ficamos mais velhos, ganhamos inteligência emocional”, afirma Conley. “Ao longo dos anos, eu adquiri conhecimento de processos – como organizar a execução, como entender as motivações das pessoas.”

Esse é um novo tipo de idoso, que tem sabedoria para passar adiante, mas que também está aberto a aprender o que as gerações mais novas têm a ensinar. “É preciso ser tão curioso quanto sábio”, diz Conley. Para quem deseja ser um idoso moderno, ele tem quatro dicas:

1. Evolua
“Olhe para a sua identidade profissional e faça uma edição da sua vida até agora. Parte do que você aprendeu pode não ser mais relevante. Eu fui CEO de uma empresa importante, que eu vendi por um valor não muito alto no meio da recessão. Fui convidado para fazer parte do Airbnb como um apoio, não como um sábio. Foi difícil. Mas nós precisamos nos aprimorar. Nossa identidade e nosso conhecimento precisam evoluir.”

2. Aprenda
“É importante saber perguntar. Existem maneiras de desenvolver um questionamento que seja ao mesmo tempo catalisador e iluminador. Eu não tinha medo de fazer perguntas, mas com base na observação de acontecimentos e dados.”

3. Colabore
“Um mentor mais velho pode melhorar a taxa de sucesso e a eficácia de um time apenas com a sua presença. Ele sabe liderar considerando os pontos fortes de cada um. Conforme ficamos mais velhos, nossa capacidade de colaboração fica melhor. Com o envelhecimento do cérebro, perdemos velocidade. Mas conseguimos fazer a alternância entre o lado direito e esquerdo do cérebro mais rapidamente, o que nos dá mais capacidade de sintetizar os pensamentos e visualizar o todo.”

4. Aprenda a aconselhar
“Este é o último passo, quando já tiver passado pelos outros. Muitas pessoas pensam que, por serem mais velhas, terão um púlpito para subir e distribuir conhecimento. Mas ficam parecendo ou um padre ou um pai. E ninguém quer isso no trabalho. O idoso moderno sabe como fazer e por que fazer. Ele consegue também melhorar a autoconfiança dos mais jovens.”

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/SXSW/noticia/2019/03/sxsw-2019-chip-conley-mostra-como-ser-um-idoso-moderno-que-ensina-e-aprende-no-trabalho.html

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‘HIPOCRISIA: EXPRESSÃO MÁXIMA DA VAIDADE’

Gostei bastante da abordagem trazida nesse texto, sobre a hipocrisia e a vaidade, que vi publicado no site “duniverso”, de autoria da médica e ilustradora Iriam Gomes Starling.

Escrito há dois anos, o inteligente argumento parece-me agora ainda mais pertinente, em razão das mudanças, novas realidades e lideranças que emergiram em nosso país do ano passado para cá. Assim, temos aí um verdadeiro convite à reflexão!

Leia a seguir:

“HIPOCRISIA: EXPRESSÃO MÁXIMA DA VAIDADE

Sou de um tempo em que as adversidades da vida fortaleciam o corpo e o espírito. Resistir à dor nos tornava bravos, reconhecer sua própria fraqueza nos tornava sábios, desdenhar das calúnias nos tornava serenos e reconhecer a finitude da vida nos tornava resilientes. Hoje, qualquer dor é logo seguida de um analgésico da moda, a tristeza é medicada com antidepressivos, as crianças mais levadas e irrequietas ganham logo uma droga imbecilizante e as verdades, ditas sem rodeios, viraram crimes previstos no código penal.

Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego “ypokritís” (υποκριτής). Os atores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam numa peça teatral. É daí que o termo hipócrita designa alguém que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.

(https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipocrisia)

Estava eu na Faísca, a feira de produtos gráficos de Belo Horizonte, expondo os livros de minha editora, quando fui abordada por uma pesquisadora. Prontamente consenti em lhe dar as respostas ao questionário que tinha em mãos. A terceira pergunta que ela me fez foi em relação à idade, mas ao invés de ir direto ao ponto, começou a ler as alternativas: menos de 18, 18 a 29… Eu a interrompi lhe dizendo que tinha 57 anos. É claro que as faixas etárias do questionário são para facilitar a consolidação dos dados, mas para encurtar o assunto, poderia ter me perguntado a idade, mas as brasileiras ficam ofendidíssimas com essa clássica pergunta, como se envelhecer fosse algo vergonhoso ou até criminoso. Brasileira não envelhece, fica loura com o passar do tempo. Meus cabelos estão naturalmente grisalhos e sou constantemente criticada por isso, como se pintar os cabelos fosse reduzir minha real idade.

A pergunta seguinte foi ainda mais divertida: “qual raça/etnia melhor descreve sua ascendência”. As opções foram bem interessantes: branco, negro, pardo, indígena, asiático, outro. Até onde me ensinaram, as três primeiras opções são cores. Fiquei até surpresa pelo uso da palavra negro e não afrodescendente. Indígena e asiático, obviamente, não são cores, nem raça nem etnia. Ora, quando criança, os termos eram branco, preto, vermelho e amarelo. Apenas cores. Atribuir a elas o peso do preconceito, da xenofobia, da intolerância, da discriminação é como se retirássemos a responsabilidade das pessoas por tais atos. Alguém que agride outros de cor de pele diferente da sua, não o faz por causa da cor propriamente, e sim por que ela é xenófoba, racista, preconceituosa. Ninguém deixa de ser xenófobo por que não usou essa ou aquela palavra “socialmente aceita”. Não são as cores as responsáveis pela agressividade e intolerância das pessoas, mas as próprias pessoas, com sua vaidade, arrogância e egocentrismo.

Nossa sociedade está doente, cega pela vaidade e pela hipocrisia. Maquiar a verdade não a tornará mais bonita, nem melhor.

Não é à toa que John Milton, brilhantemente interpretado por Al Pacino, termina o filme (O advogado do Diabo, 1998) dizendo que a vaidade era seu pecado preferido.

Fonte: https://www.duniverso.com.br/hipocrisia-expressao-maxima-da-vaidade/

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‘As emoções e as 6 cores mais presentes nos desenhos’ – Bom saber!

Sempre ouvimos dizer que as cores despertam e transmitem emoções, passam mensagens, e falam alguma coisa. Por óbvio, elas também podem transmitir o estado de espírito e sintetizar o comportamento de alguém.

Para falar sobre isso, trago hoje artigo do psicanalista e psicopedagogo Chafic Jbeili, que vi publicado no blog Ensinar e Educar, apresentando conteúdo que me pareceu bem interessante, no mínimo curioso, e que pode contribuir com indicativos a respeito do comportamento e da saúde (integral) de determinada pessoa.

Ter compreensão básica a respeito desses significados, ou melhor, sobre as emoções e psicologia das cores, pode fazer importante diferença. Não é por acaso que diversas áreas de atuação profissional, a exemplo de comunicação, marketing e arquitetura, utilizam bastante o impacto de cada cor em nosso cérebro. Com isso, percebe-se que esse tema tem vasta e impactante aplicação.

Confira:

As emoções e as 6 cores mais presentes no desenhos

Eu sou Chafic Jbeili, psicanalista e psicopedagogo com especialização em terapia Ayurveda e experiência de mais de 15 anos em leitura de desenhos infantis, tendo capacitado mais de três mil profissionais pedagogos, psicólogos, psicopedagogos, entre outros profissionais da Educação e Saúde.

Qual a sua cor predileta e qual a que você menos gosta? Quais as emoções envolvidas ou relacionadas em sua memória com essas cores? Já parou para pensar sobre isso? Ter a compreensão mínima sobre a relação de certas cores com as emoções é bem interessante. Afinal, não é sem razão que cada profissão tem uma explicação desde a faculdade para as cores que adota para representar a categoria. Com os desenhos não é diferente!

Existem centenas de cores nos desenhos, mas aqui eu elenco as que observei serem mais presentes nos desenhos que coletei e ajudei analisar nos últimos 15 anos. Sabemos que há no inconsciente coletivo convenções abstratas sobre o que cada cor estimula e evoca na memória de cada pessoa, particularmente. O significado das cores é diferente em diferentes culturas, povos e tradições. Para entender o significado das cores em cada desenho é preciso conhecer um pouco a história da pessoa que desenha!

O desenho tem a plasticidade da imaginação e as cores da criatividade linguística. É preciso desenvolver certa sensibilidade prática na leitura dos desenhos para ver o todo e observar os detalhes com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento ou até mesmo perceber a hora de buscar ajuda profissional.

O primeiro exercício que faço quando avalio as cores dos desenhos é tentar distinguir com o autor do desenho os aspectos positivos e os negativos de cada cor, na opinião dele.

No entanto, de modo geral, as cores tem um significado básico de partida que encontrei bastante similaridade entre especialistas da cromoterapia (cura pelas cores), da publicidade e da moda. Eu apresento esses detalhes no workshop que ministro sobre os desenhos.

Neste momento quero destacar apenas as seis cores mais comuns que encontrei nos desenhos e as emoções mais comuns relacionadas a elas. As cores mais presentes são: Azul, vermelho, amarelo, rosa, verde e preto. De modo geral, veja que interessante o que elas podem significar, em suas duas principais variações – claro e escuro:

Azul: Se azul claro é uma cor que transmite calma e segurança, traz clareza mental e saúde emocional. Revela uma pessoa que gosta de manter as emoções sob controle e que geralmente não demonstra o que sente. Se azul escuro pode indicar reflexões mais complexas, repetitivas e profundas como preocupações que causam certa tristeza comum sem afetar a rotina diária. A predominância e frequência do azul escuro nos desenhos sugerem buscar ou indicar avaliação com psicólogo. É a cor do pulmão e está ligada aos sentimentos e dores na alma e doenças respiratórias e da pele.

Vermelho: Se vermelho claro é estimulante, dá energia física e representa a força de vontade, vigor e espírito de liderança, além de indicar paixão, afetividade e amor. Se vermelho escuro indica agressividade, irritação e raiva contida prestes a descarregar. A predominância e frequência do vermelho escuro nos desenhos sugerem acompanhamento mais atento, diálogo e preventivamente fazer avaliação com psicólogo. É a cor do coração e está ligada a hipertensão.

Amarelo: De modo bem genérico e sem muita variação como o azul e o vermelho, o amarelo indica a alegria e a criatividade. É a cor do sol de um domingo perfeito! Diminui a ansiedade e as preocupações e, ao mesmo tempo, produz desinibição, pois é a compensação da pessoa tímida que ao mesmo tempo que se esconde com vergonha, também quer ser notada e reconhecida. A predominância e frequência do amarelo nos desenhos sugerem carência e necessidade de mais tempo de qualidade. Geralmente, a criança internada ou com irmão/ã recém-nascido se pinta de amarelo nos desenhos ou mesmo pinta de amarelo quem ela entende que está precisando de mais atenção. É a cor do baço pâncreas e está ligada a doenças ou distúrbios digestivos envolvendo o fígado ou estômago.

Rosa: Também de modo geral indica calma, aconchego, sossego, afabilidade, delicadeza e sensibilidade. Geralmente, a criança pode pintar algum membro da família mais enérgico com a cor rosa para expressar seu desejo de que aquela pessoa fosse mais delicada e calma como expressão de uma vontade inconsciente. Outro aspecto comum é para a identificação e afirmação de gênero em um determinado momento do desenvolvimento da criança. Está ligada às curiosidades e descobertas das genitálias em ambos o sexos e faz parte das reflexões pertinentes a cada idade. Se frequente e em maior evidência é importante os pais dialogarem sobre o tema (educação sexual) e caso não consiga desenvolver a conversa recomenda-se buscar orientação profissional com psicólogo.

Verde: É a mais harmoniosa das cores. Se verde claro a médio representa as energias da natureza, o provimento alimentar, o abrigo e o crescimento. Revela alguém preocupado com o meio ambiente e o bem-estar coletivo. Se verde escuro pode determinar altas habilidades e imaturidade emocional como o orgulho e a arrogância, com tendências antissocial. A predominância e frequência do verde escuro nos desenhos estão relacionadas a dificuldades de purificação do sistema linfático por alimentação inadequada, baixo consumo de água e o acúmulo de toxinas no corpo causando obesidade, provavelmente devido a sedentarismo ou falta de atividade física regular.

Preto: Se desbotado em tons de cinza favorece pensar sobre a introspecção e a auto-análise como se a pessoa estivesse refletindo sobre alguma ideia ruim que ouviu ou pensou a seu próprio respeito. Se forte, indica austeridade e na maioria das vezes com tendência a depressão, tristeza, confusão e medo. Pintar de preto uma porta ou uma casa é forte indício de querer “esconder” o que se passa naquele ambiente. Quando frequente e combinado com traços confusos deve-se buscar preventivamente auxilio com psicólogo, o quanto antes. O preto, também de forma geral, está relacionado de forma isolada a eventos solenes. Porém, a experiência aponta para problemas psíquicos e mentais, bem como com o rigor religioso na maioria dos casos, o que por si só requer a avaliação profissional.

Há inúmeras características observáveis e passíveis de leitura nos desenhos e eu compartilho muitas delas nos cursos e workshops que ministro.

Publicado em: https://wordpress.com/read/blogs/163403917/posts/73

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Música inspiradora com o fenomenal DIMASH KUDAIBERGEN – Love is Like a Dream: bravíssimo!!!

A inspiração musical para este sábado fica, mais uma vez, por conta do extraordinário Dimash Kudaibergen, jovem cantor do Cazaquistão. Quem acompanha este blog já o conhece. Dimash, pelos seus incríveis recursos vocais, é considerado o melhor cantor do mundo na atualidade, com todos os méritos!

Curtam vídeo muito bem produzido, belíssimo no seu conjunto, com recente performance desse fenomenal artista. Ele interpreta a canção Love is Like a Dream, composta por Igor Krutoy e Valerya Gobarcheva.

O vídeo foi publicado no dia 26 de agosto passado, pelo próprio cantor, em seu canal no YouTube.

Assim como das outras vezes, bravíssimo!!!

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