Genial empresário chinês dá dicas sobre a jornada para empreender com sucesso!

Quando o assunto é alcançar êxito nos negócios, e por consequência no exercício da liderança, é sempre bom escutar o que dizem as pessoas que chegaram lá. Com esse propósito, selecionei para hoje um pequeno vídeo, duração de apenas 4:11, com o empresário chinês Jack Ma, dono do Grupo Alibaba, considerado o homem mais rico da China.

Esse empresário fora de série, que demonstra elogiável capacidade de comunicação, fala sobre a jornada que se deve trilhar para o sucesso, com dicas do que fazer desde jovem, passando pela meia-idade, até o pós-40 e a maturidade. As palavras desse homem, diretas e precisas, são sempre muito impactantes e podem trazer insights preciosos. Vale a pena assistir ao vídeo e compartilhar com pessoas do seu relacionamento. 

O vídeo foi publicado no YouTube por China Link Trading e traz legendas em português.

Confira a seguir:

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A atitude é a força mais poderosa de mudança

Quem quer vencer adversidades, chegar a resultados melhores, fazer algo novo, precisa entrar em ação. Mudança só acontece com atitude. Ficar apenas nas lamentações ou nas ideias, sem fazer o que precisa ser feito, não leva à evolução, ao êxito. Aliás, como diz aquele ditado popular sarcástico e verdadeiro, por demais conhecido, “de boas intenções o inferno está cheio”!

A esse pretexto, encontrei um artigo muito interessante, publicado no site A Mente É Maravilhosa, refletindo sobre o poder da atitude na vida – e no destino – de qualquer um. A lógica do texto é pragmática: menos reclamação, desculpas e vitimização e mais ação que promova as mudanças necessárias ou desejadas!

Eis aí um tipo de leitura sempre oportuna e que serve para dar uma sacudida no leitor, com o melhor dos propósitos, claro. Confira a seguir:

“A atitude é a força mais poderosa de mudança

A atitude é a força mais poderosa

A atitude é a força mais poderosa que possuímos, porém muitas vezes a ignoramos. Fazemos todo o possível para deixar essa força em segundo plano, enquanto nos esforçamos para culpar os outros pelo que acontece conosco, reclamando de todos os problemas e nos sentindo vítimas das circunstâncias.

A pergunta que precisamos responder é: qual atitude estamos assumindo em relação à vida? Refletir sobre essa questão e saber se a nossa atitude está ou não trazendo benefícios vai nos permitir sermos muito mais conscientes do porquê pouca coisa ou nada na nossa vida funciona tão bem quanto gostaríamos. Inclusive, se abrirmos bem os nossos olhos, vamos perceber que as dificuldades não são tão horríveis quanto enxergamos.

 “Resolver a nossa vida é fácil, nós que tornamos essa tarefa difícil. Tudo depende da nossa atitude.”

-Anônimo-

Escolher a nossa atitude em qualquer circunstância

Nós podemos escolher como enfrentar as circunstâncias, pelo menos em relação a isso sempre temos controle. A atitude é a força mais poderosa que nós temos. Graças a ela, podemos modificar o que acontece ou, pelo menos, a maneira como encaramos as coisas. Nós aceitamos ou rejeitamos? Reclamamos ou lidamos com as circunstâncias?

Vamos imaginar que temos um companheiro ou uma companheira que vive reclamando, de maneira que gostamos cada vez menos da sua atitude. Nós vivemos amargurados. É uma boa pessoa, mas nós já não somos mais felizes no nosso relacionamento. E ficamos parados, sem tomar nenhuma decisão. Enquanto isso, tentamos fazer nosso companheiro ou nossa companheira mudar, colocamos a culpa nele ou nela pelo relacionamento estar desse jeito, pelo vínculo estar cada vez mais fraco.

Ao ler isso, do nosso ponto de vista, saberíamos perfeitamente o que fazer. Temos duas opções: aceitar a pessoa da forma como é e amar sem desejar que ela mude. Ou podemos terminar o relacionamento e dar uma chance para o outro também poder ser feliz com outra pessoa.

Como podemos ver, a atitude é a força mais poderosa, pois nos permite sair de uma situação da qual não gostamos. Tudo isso, tomando uma decisão e mudando nós mesmos, não tentando fazer o outro mudar. Essa técnica também pode ser aplicada a outros tipos de circunstâncias. Quando temos uma dúvida, quando ficamos sem trabalho, quando uma doença aparece ou quando um parente falece.

Reclamar não serve para nada. Dizer aos céus como essa situação é injusta, nos vitimizar e ficarmos quietos sem fazer nada também não. De nada serve buscar culpados onde não há nenhum. Também não serve para nada se negar a aceitar o que simplesmente é, nem se fazer perguntas sem sentido como “por que eu?” ou “será que eu fiz algo errado?”.

“O que não podemos evitar, só podemos aceitar.”
-William Shakespeare-

A atitude é a força mais poderosa que nos permite ser felizes

A atitude é a força mais poderosa que impulsiona as mudanças, as tomadas de decisão, os novos rumos. Graças a ela, conseguimos encontrar a nossa felicidade ou mantê-la. Porque não podemos esquecer que devemos encontrar a felicidade no nosso interior, independentemente da contribuição do exterior: algumas vezes você vai conseguir, outras não.

Graças ao poder da nossa atitude, conseguimos compreender que não existem limites e que não temos por que nos sentirmos sobrecarregados com as circunstâncias. Por mais grave que possa parecer uma situação, como a demissão do trabalho ou uma dívida, sempre conseguiremos sair desse momento ruim e vencer os obstáculos. Essa é a inércia vital.

Às vezes as nossas emoções sufocam essa réstia de esperança, dramatizando em excesso o que acontece. No entanto, cedo ou tarde, não vai sobrar outra alternativa que não seja aceitar a situação e seguir em frente. Por que não fazer isso desde o começo? Por que se deixar ficar tão mal sem que seja necessário?

É importante confiar em nós mesmos e não nos mantermos sempre na zona de conforto. Se fizermos isso, as zonas de conforto vão diminuir em vez de aumentar. Se ficarmos nelas, vamos ver como esse estado de conforto se afunila, até que pouco a pouco deixe de ser “de conforto”. Passaremos a nos sentir encurralados pelas circunstâncias.

Não temos por que ter medo da mudança. As mudanças são oportunidades, novos começos, novos caminhos. Deixaremos alguma coisa para trás, isso é verdade. Mas o que está por vir também pode nos trazer algo novo se tivermos a paciência e a inteligência para deixar a situação ao nosso favor. Uma oportunidade para aprender, se superar, amadurecer e nos darmos conta de que conseguimos lidar com todos os problemas que surgirem nas nossas vidas.

Não podemos nos esquecer de que a atitude é a força mais poderosa da mudança. Podemos tomar decisões para sair de uma situação que nos desagrada. Podemos aceitar o que não gostamos, parar de negar e seguir em frente. Muitas vezes, o reflexo do futuro nos devolve uma imagem mais complicada daquilo que na verdade nos aguarda. Com a atitude, nós escolhemos algo tão simples e vital quanto a forma de nos posicionarmos frente a essa imagem.

Uma pequena mudança de atitude pode fazer uma grande diferença. Pode transformar uma situação difícil em algo superável e uma circunstância dolorosa em uma oportunidade para ficar mais forte. “

Fonte – https://amenteemaravilhosa.com.br/a-atitude-e-a-forca-mais-poderosa/

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LONGEVIDADE – “Muito cuidado com as terapias antienvelhecimento”

Resultado de imagem para envelhecimento saudávelImagem: WePick

Falar sobre processo de envelhecimento saudável, sobre aposentadoria ativa, sobre idoso bem-sucedido etc. tem sido bem frequente aqui no blog, em especial por conta de um ambiente de longevidade que vem impactando – e aumentando continuamente – pelos quatro cantos do planeta. Com justos e naturais motivos, refletir e adotar estratégias para um viver mais e melhor está no centro das atenções de muita gente hoje em dia.

Com efeito, notícias têm sido divulgadas sobre altos financiamentos, por parte de grandes corporações, como Google e Amazon, para a realização de projetos científicos, já em curso, que promovam intervenções no nível celular destinadas a interromper o processo de envelhecimento humano. Por exemplo, matéria publicada no site português http://www.publico.pt, com o título “Quanto pagaria para ter mais tempo de vida saudável?”, revela que o sonho de parar o envelhecimento passou da ficção para a ciência!

Nada obstante, como tais estudos devem demorar para ter efeitos práticos e consistentes junto à população, é recomendável que os apressadinhos tenham cautela com as chamadas terapias antienvelhecimento. E é sobre isso, mais precisamente sobre possíveis riscos para a saúde de quem vai com muita sede ao pote da eterna juventude, que trata a publicação da jornalista Mariza Tavares, feita no blog LONGEVIDADE: MODO DE USAR, dia 12 deste mês, que reproduzo a seguir. Vale a pena ficar de olho!

“Muito cuidado com as terapias antienvelhecimento

Para começo de conversa, o óbvio (mas que muita gente tenta ignorar): não existe a possibilidade de não envelhecer. A trajetória humana compreende diferentes fases e a velhice é uma etapa a ser vivida como todas as outras. No entanto, o culto à juventude é tão forte que promessas para deter o curso do tempo são extremamente sedutoras – e perigosas. O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o uso das terapias antienvelhecimento no país em 2012, através de resolução que prevê até a perda do registro profissional para os médicos que prescreverem terapias com o objetivo específico de conter o envelhecimento. A resolução se baseou em extensa revisão de estudos científicos, que não comprovou evidências que justifiquem essa prática. Também reforça a limitação, imposta pelo Código de Ética de Medicina e em vigor desde 2010, que desautoriza o emprego de técnicas sem comprovação científica. O CFM ainda proíbe os médicos de anunciarem e prometerem resultados no combate ao envelhecimento.

A revista “Allure”, uma “bíblia” de beleza e estilo, já havia anunciado em sua edição de setembro que não utilizaria mais o termo antienvelhecimento. No editorial, um mea culpa: a mensagem que vinha sendo transmitida para suas leitoras era de que esta era uma condição que deveria ser combatida – assim como usamos varreduras antivírus no computador. A capa da publicação trazia a atriz Helen Mirren, famosa por assumir rugas e cabelos brancos sem perder o charme e o poder de sedução. Este é um segmento de mercado com expectativa de faturamento de 560 bilhões de reais em 2019 e ninguém é ingênuo imaginando que sofrerá um baque. Entretanto, terá que se acostumar com os novos tempos: velhice não é algo que demande cura!

Portanto, desconfie. Por exemplo, o uso de hormônios do crescimento para “rejuvenescer”, ainda mais quando o adulto não apresenta deficiência desse hormônio, pode aumentar o risco de câncer. A longevidade não é resultado de tratamentos, e sim da adoção de hábitos saudáveis que incluem exercícios, boa alimentação, sono adequado, além manter uma vida social ativa, como afirma o médico geriatra José Elias Soares Pinheiro, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia:

“O envelhecimento humano é uma conquista inquestionável. Ele resulta de avanços científicos e de saúde pública que tiveram início no século XIX, com desdobramentos que alcançam os dias de hoje. Na atualidade, é possível envelhecer de forma ativa com autonomia e funcionalidade. Medidas como abandonar o tabagismo, atividade física associada a uma dieta balanceada e com moderação no consumo de álcool, além do estímulo cognitivo desde a infância e a construção de uma reserva econômica para a velhice, possibilitam o melhor envelhecimento possível. Por outro lado, as terapias denominadas de antienvelhecimento, que empregam hormônios, vitaminas em doses altas e outros compostos, geram riscos para as pessoas que delas se utilizam e aumentam a probabilidade de câncer, demência e doenças cardiovasculares. São um engodo, a ilusão de uma ´fonte da juventude´, e condenadas veementemente pelo Conselho Federal de Medicina e pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. O envelhecimento nos impõe limitações com as quais é possível conviver de forma ora criativa, ora resignada, porém sempre com dignidade”.   ”   

Fonte:  http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/

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O que as mentes mais brilhantes da humanidade têm em comum

Reproduzo interessante artigo, publicado no portal eletrônico da revista ÉPOCA NEGÓCIOS, falando sobre pessoas geniais e os traços comuns demonstrados por grandes vultos da história, e também do mundo contemporâneo, a partir de biografias realizadas por Walter Isaacson. Segundo ele, ser genial é ser bem mais do que muito inteligente!

Confira a seguir:

“O que as mentes mais brilhantes da humanidade têm em comum

Walter Isaacson, autor de biografias de Leonardo da Vinci e Steve Jobs, fala sobre as características que unem grandes nomes da História

Leonardo da Vinci (Foto: Hulton Archive/Getty Images)LEONARDO DA VINCI, “MAIOR GÊNIO CRIATIVO DA HISTÓRIA” (FOTO: HULTON ARCHIVE/GETTY IMAGES)

Um gênio é diferente de alguém meramente muito inteligente. É o que defende Walter Isaacson, autor de biografias icônicas de nomes como Steve JobsBenjamin Franklin e Albert Einstein. Sua mais recente obra se debruça sobre a vida de Leonardo da Vinci. Ou seja, ele entende bem sobre gênios. E diz que, enquanto pessoas inteligentes existem aos montes, os gênios são poucos. O traço mais comum em todos eles? Criatividade, a capacidade de aplicar a imaginação a quase qualquer situação na vida.

Pegue Benjamin Franklin, por exemplo. Segundo Isaacson, ele não tinha grande poder analítico ou profundidade filosófica. “Com pouca educação formal, Franklin ensinou a si mesmo como ser o melhor inventor, diplomata, cientista, escritor e estrategista de negócios do período American Enlightenment (anos 1700 e 1800). Ele provou, ao empinar uma pipa, que o relâmpago consiste em eletricidade, além de inventar uma haste para dominá-la”, diz trecho de seu novo livro, publicado pela revista Time.

Albert Einstein seguiu um caminho parecido, diz Isaacson. Ele era tão devagar para aprender na infância que seus pais chegaram a consultar um médico. Einstein também tinha problemas em relação à autoridade, o que levou um professor a dizer que ele nunca alcançaria nada muito grande. “Esses traços fizeram de Einstein o santo padroeiro de alunos distraídos no mundo todo”, brinca Isaacson.

 

“Mas o desprezo de Einstein pela autoridade também o levou a questionar a sabedoria recebida de uma maneira que os mais bem treinados acólitos na academia nunca contemplaram. (…) Hoje, o nome e a aparência de Einstein — o cabelo selvagem, os olhos penetrantes — são sinônimo de gênio”, escreve.

Há ainda Steve Jobs. A mente por trás da criação da Apple acreditava que beleza era muito importante e que as artes, ciências e humanidades se conectavam. Depois de sair da faculdade, Jobs fez aulas de caligrafia e dança, além de ir buscar iluminação espiritual na Índia. “Cada produto que ele fazia, do Macintosh ao iPhone, tinha uma beleza de natureza quase espiritual, ao contrário dos produtos dos concorrentes.”

“Estudar essas pessoas me levou a Leonardo da Vinci, que eu acredito ser o maior gênio criativo da história. Mais uma vez, isso não significa que ele era a pessoa mais inteligente. Ele não tinha o poder teórico sobre-humano de um Newton ou um Einstein, ou as habilidades matemáticas de seu amigo Luca Pacioli”, diz Isaacson. “Mas ele poderia pensar como um artista e um cientista, o que lhe deu algo mais valioso: a capacidade de visualizar conceitos teóricos.”

O escritor lembra que algumas pessoas são gênios em um campo particular, como Leonhard Euler em matemática ou Wolfgang Amadeus Mozart em música, mas para ele, “os gênios mais interessantes são aqueles que veem padrões em belezas infinitas da natureza”. Segundo Isaacson, “o brilho de Leonardo da Vinci abrange várias disciplinas”. “Da Vinci era um gênio, mas não simplesmente porque ele era inteligente. Ele era, mais importante, o epítome da mente universal, a pessoa mais curiosa do que qualquer outra pessoa na História.” 

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/11/o-que-mentes-mais-brilhantes-da-humanidade-tem-em-comum.html

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Inspiração musical – Meu Mundo e Nada Mais – Guilherme Arantes!

Como inspiração musical para este sábado, selecionei mais um grande sucesso da nossa MPB. Vamos curtir vídeo com o artista paulistano Guilherme Arantes, cantor, compositor e pianista, em apresentação ao vivo interpretando a sua bela canção Meu Mundo e Nada Mais, lançada em 1976.

Além das suas reconhecidas qualidades como cantor e pianista, Guilherme Arantes se destacou como grande compositor nacional. São dele, também, as canções Planeta Água, Amanhã, Coisas do Brasil, Cheia de Charme, Mania de Viver, Lindo Balão Azul… que foram gravadas e fizeram sucesso, igualmente, na voz de outros importantes cantores.

O vídeo foi publicado no YouTube por GuilhermeArantesVEVO. Vejam a seguir:

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Dormir bem é crucial para o bem-estar e para a saúde!

Divulgo, nesta sexta-feira, mais um artigo autoral. Espero que a leitura seja agradável e o conteúdo traga valor para você!

Dormir bem é crucial para o bem-estar e para a saúde!

“Sono não é para os fracos. Pelo contrário, é para os fortes e saudáveis.” (Fabiano Moulin, médico neurologista).

Volto a falar aqui sobre sono, sua importância e benefícios. E o gatilho para trazer esse tema é a constatação de que amanheci hoje com minha capacidade produtiva bastante reduzida, com dificuldade de raciocínio e concentração, sentindo o senso de humor abalado etc., etc., tudo isso resultante de uma noite mal dormida, seja em quantidade, pois ontem fui dormir tarde e tive que acordar cedo, seja em qualidade, pois aconteceram duas interrupções durante o sono, em fases distintas. Como eu já havia alinhavado um texto a esse respeito, dias atrás, eis que chegou a motivação e a oportunidade para fazer a postagem!

Bem, o sono é considerado, cada vez mais, como algo importante para a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Até acho que exista uma concordância geral nesse sentido, apesar de que o ritmo da vida “moderna” parece levar a uma natural redução e descuido em relação ao sono. E em tempos de longevidade crescente, dormir bem, na medida do necessário, precisa merecer a devida relevância entre as estratégias a serem adotadas para o bem viver!

Aliás, não é por acaso que no âmbito da medicina, e mais precisamente na área da neurologia, surgiu nos últimos anos a especialidade denominada de Medicina do Sono. Com efeito, já comentei aqui, e trouxe diversas publicações, sobre a importância de uma boa noite de sono para o desempenho e a qualidade de vida dos humanos, de qualquer faixa etária, observadas as características e necessidades naturais entre os bebês, os jovens, os adultos e os idosos.

O sono, dizem os especialistas, tem grande influência para o aprendizado e para o equilíbrio emocional do indivíduo. As pesquisas do cérebro mostram que o sono faz uma arrumação geral na nossa mente, promove uma verdadeira limpeza e organiza as informações que chegaram durante o dia, fazendo necessárias conexões para que o cérebro siga atuante e saudável, no contexto do processo denominado de neuroplasticidade (plasticidade neuronal), cada vez mais referido e desvendado pela neurociência.

Se você não está dormindo bem, convém procurar um especialista. Parece óbvio, mas muita gente vai se acostumando com a disfuncionalidade e acaba se complicando, adquirido problemas de saúde mais sérios. Diria que, em princípio, dormir mal é sinal de que alguma coisa não está bem com você, o está incomodando, seja nos aspectos físico ou emocional. Ao contrário, o bom sono, aquele que ocorre naturalmente, é demonstração de que a saúde está bem!

Dicas para quem precisa melhorar a qualidade do sono

De acordo com a matéria Dormir bem melhora a memória e o desempenho do cérebro, publicada no portal eletrônico G1-BEM ESTAR, …”Para uma noite de sono ser considerada boa, no entanto, é preciso quantidade e qualidade – em média, os adultos que não têm problemas de sono dormem cerca de 7 horas ou 7 horas e meia por noite, mas alguns podem precisar de mais tempo do que outros. Uma dica da neurologista Andrea Bacelar, é planejar o sono, ou seja, ter horários regulares para dormir e acordar, inclusive aos finais de semana.”

Nessa linha, observem algumas dicas, que selecionei de publicação feita no site Tudo Por Email, a seguir:

Prepare-se para dormir.

Isto pode soar estranho, mas uma das razões pelas quais ficamos acordados à noite é porque passamos de forma muito brusca do estar totalmente acordado para a tentativa de adormecer. Se você quer adormecer facilmente, passe a hora antes de dormir lentamente se preparando. Desligue o telefone, escove os dentes, leia um capítulo de um livro e, em nome de tudo que é sagrado, DESLIGUE A TV!

Medite antes de dormir.

Apenas 20 a 30 minutos de meditação são suficientes para eliminar todo o estresse de um dia longo e difícil. Esquecer o problema e se concentrar em seu bem-estar faz o seu sono ser revigorante e ajudará a evitar pesadelos e estresse.

Não durma até mais tarde.

Escolher e manter uma hora para despertar é uma das melhores coisas que você pode fazer para o seu ciclo de sono. Ter um horário fixo para acordar irá definir o seu ritmo circadiano (o cronograma de sono/vigília do seu corpo) e trazer um sentimento bom quando você acordar. Se você dormir além desse ponto, vai se sentir um pouco sonolento, mesmo se tiver dormido mais que o de costume.

Consistência, Consistência e… Consistência!

Tão importante quanto ter uma hora para acordar, é ter uma hora para ir dormir. Se você vai dormir mais ou menos na mesma hora todos os dias, às 23h, por exemplo, e certo dia vai dormir às 2h da manhã, você não vai dormir bem e vai se sentir muito mais cansado, mesmo que durma mais. O corpo anseia por hábito e rotina.

Vídeo traz boas (e recentes) revelações sobre o sono

E para fechar esta postagem, trago o vídeo POR QUE DORMIMOS?, com o médico neurologista Fabiano Moulin, que acaba de ser publicado pela Casa do Saber, no prestigiado canal da instituição mantido no YouTube.

Em sua breve exposição, com duração de apenas 4:15, o doutor Fabiano revela mais alguns conhecimentos acerca dessa atividade cerebral que, certamente, ainda carece de muitas descobertas e explicações. Mas, sem dúvida, os avanços estão acontecendo. Confira a seguir:

Comente, deixe a sua opinião aqui. Desde logo, fico agradecido!

Fontes citadas: 

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/12/dormir-bem-melhora-memoria-e-o-desempenho-do-cerebro-veja-dicas.htmlhttp://

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=8894

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“Há algo de grandioso acontecendo no mundo” – Veja essas percepções!

Vi circulando pela internet, nos últimos dias, um pequeno vídeo com o título HÁ ALGO GRANDIOSO ACONTECENDO NO MUNDO, que a meu ver merece atenção. O vídeo, interessante e muito pertinente, traz uma visão otimista de movimentos transformadores que estão acontecendo, de forma cada vez mais explícita e intensa, fazendo um resumo das ideias trazidas no texto de mesmo nome, de Gustavo Tanaka, cujo teor eu não conhecia e agora constatei ter sido publicado cerca de dois anos atrás.

Com efeito, tenho percebido facilmente esses sinais, ou melhor, essas evidências, nos últimos tempos. Aliás, já vinha comentando coisas a esse respeito com amigos e também em variados fóruns de discussão. Por exemplo, a crescente insatisfação de trabalhadores, de todos os níveis, com a atividade e o emprego atuais, já superando os 70% pelo mundo afora, com expressa intenção de procurar outra ocupação, tem sido registrada em diversas pesquisas realizadas no Brasil e no exterior. A busca por autoconhecimento, significado e propósito para viver, assim como pela evolução espiritual, revelada pela procura cada vez maior das pessoas por técnicas de meditação e, também, por ajuda de profissionais que atuam com orientação pessoal, como é o caso dos coaches, revela que há um nível de demanda por mudança individual – e também social – absolutamente emergente.

Por tudo isso, recomendo que assistam ao referido vídeo, a seguir, publicado no YouTube por Anjelis Luz, com duração de apenas 2:20, trazendo um breve panorama desses movimentos, que significam inquietação, mudanças e evolução ao mesmo tempo. Verdadeiras transformações em curso que compõem, na minha opinião, um conjunto de comportamentos extremamente alentador!

E para quem quiser conhecer a origem e a íntegra dessas percepções, trago link com o excelente artigo de Gustavo Tanaka, publicado em seu blog, logo abaixo.

Confiram:

https://blog.gustavotanaka.com.br/h%C3%A1-algo-de-grandioso-acontecendo-db8120e49c9f

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DE REPENTE, SESSENTA… – Uma crônica primorosa!

Imagem relacionadaImagem: askelterveyteen.com

Percorrer o processo de envelhecimento, da idade mais avançada, com plenitude, satisfação e prazer requer boa preparação, inteligência e, sobretudo, sabedoria. Esses são alguns importantes requisitos para uma verdadeira maturidade, aquela que está além dos simples cabelos brancos e do contar dos anos vividos.

E uma oportuna e bela demonstração do que é avançar no tempo, do chegar aos 60 anos de bem com a vida, está relatada na primorosa crônica DE REPENTE, SESSENTA…, de Silvana Dualibe, publicada na sua página “Meias Notas e Notas Inteiras” no Facebook, que tomei conhecimento, ontem, em grupo de whatsapp.

Trata-se de texto muito bem escrito, inspirador, com reflexões mais do que pertinentes, que certamente enriquece o conjunto de publicações feitas aqui no blog sobre o tema Longevidade. Não tenho dúvida de que você terá uma leitura prazerosa. Confira a seguir:

“DE REPENTE, SESSENTA…

(Silvana Dualibe)

Mudou o mundo e mudei eu… Muito! E tão repentinamente, apesar de terem se passado tantos anos !…
Quando completei quarenta anos, achei que a velhice estava chegando…

Ela não veio.

Quando fiz cinquenta, ela, a velhice, me pareceu chegar, com força total… Como num piscar de olhos, ela foi embora e eu vivi uma década ágil, dinâmica, agitada e nada tediosa.
Agora, faço sessenta anos, idade encarada como o início da terceira parte dos três terços de uma vida, a chamada terceira idade, que rima com “idoso”, que rima com “velhice”… Olho ao redor, procuro onde ela está (a velhice) e, juro, não a encontro!
O que mudou, então?
Mudei, mudaram as circunstâncias, as ferramentas, mas, sobretudo, mudaram as prioridades. O silêncio é mais importante. O humor é mais importante. A saúde é mais importante. A aceitação é mais importante. Entretanto, apesar de retirados alguns pedaços, eu me vejo caminhando para esse prometido encontro com a velhice, inteira.
Certos limites impostos pelos desgastes do tempo não podem ter soberania sobre a minha vontade. Assim, atendendo aos apelos dos joelhos, troco, de bom grado, os saltos altíssimos e finos por plataformas médias, a tinta que maltrata os meus cabelos, deixando-os mais finos ainda, pelos naturais fios grisalhos, que, gradativamente, livres da química, podem respirar e recuperam o antigo viço e brilho. Meus olhos cansados perderam em nitidez o que meu olhar sobre as coisas ganhou em amplitude e alcance.
Faz tempo que parei de inventar razões para viver. Estamos sempre inventando justificativas para mil e uma coisas que queremos ou não queremos, mas viver não tem justificativas, ponto. Também não há meios termos. Há acordos.
Lá pelo final dos quarenta anos, eu fiz acordos com a vida e comigo mesma… Vocês sabem, acordos são tratos, são compromissos e têm que ser levados a sério.
Eu me comprometi a viver apaziguada – com o tempo, com as perdas, com as mudanças, com as diferenças, com os limites, comigo mesma – e a curtir cada pedacinho do muito que tenho – das pessoas que permaneceram, da família construída, do patrimônio que consegui juntar, da saúde que ainda me resta, do amor que chegou para mim.
Outro trato, que é também um desafio: fracionar o tempo, para poder curtir o mosaico desse todo, que é o meu viver. Tudo à sua hora. Como uma pizza enorme, muitas fatias, todas deliciosas: lamber infinitamente meus netos, num chamego que esquece o relógio, conversar e, principalmente, ouvir as pessoas, aprendendo, todo dia, mais um pouquinho, abraçar, beijar, me entregar, alimentando meus nichos de afeto… E continuar a regar minha alma com música, leitura e com a aspiração profunda dos cheiros da minha casa, das minhas crias, do meu amor e da brisa da praia, todas as manhãs.
Meus sessenta anos foram azeitados pelos inúmeros recomeços, que me brindaram com paciência e coragem.
Tenho um profundo orgulho dos meus tropeços, pois foram eles que me ensinaram e tive a sorte de reconhecer muitos erros como degraus de crescimento, ainda a tempo de acertar meu passo e de aprumar a minha coluna. Como eu teria tudo isso se não tivesse vivido tanto?
Hoje, aos sessenta anos, eu me misturo à multidão, sou cada vez mais “ninguém” e gosto muito disso. É uma sensação libertadora, quando nos percebermos fugazes e finitos, nesse vasto universo de sucessões e renovações.
Estou viva, adequando-me, rebelando-me, atenta. Sinto-me como Cora Coralina, “com mais estrada no coração do que medo na cabeça.”
Eu já me dou por presenteada e me darei muito mais se alguns poucos guardarem de mim, um dia, um pouco mais do que apenas um pálido retrato, num canto qualquer da sala.

Fonte: https://www.facebook.com/textossilvanaduailibe/posts/1037008756402351.

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“Pesquisa Revela 7 Hábitos De Pessoas Cronicamente Infelizes” – Fique atento!

Para começar a semana, volto com reflexões que estimulem a prática do autoconhecimento, dando destaque para atitudes/comportamentos que facilitem a sensação de felicidade na maior parte do tempo!

A esse pretexto, reproduzo o excelente artigo de Tamara Star, publicado no Portal Raízes, mostrando 7 características principais de pessoas cronicamente infelizes. Vale a pena conhecer e evitar esses tipos de hábitos nocivos mencionados no texto. Ao mesmo tempo, deve-se buscar fortalecer as atitudes positivas no dia a dia. 

As dicas são valiosas e merecem uma leitura atenta. Tire o melhor proveito!

A seguir:

Foto de Infelizes

“Pesquisa Revela 7 Hábitos De Pessoas Cronicamente Infelizes

O conceito sobre felicidade se torna extremamente claro com esta definição: Existem 7 características principais de pessoas cronicamente infelizes. A pesquisadora Sonja Lyubomirsky, da revista Psychology Today, da Universidade da Califórnia, afirma que “40% da nossa capacidade para sermos felizes está em nossa disposição de mudar”.  Se isso é verdade e é, há esperança para todos nós. Existem bilhões de pessoas no nosso planeta e, claramente, algumas ficam na pinguela entre a felicidade e a infelicidade.

Aprendi, depois de muito tempo, que existem certos traços e hábitos que parecem dominar cronicamente as pessoas infelizes. Mas antes de mergulhar com você neste tema, deixe-me antecipar algo importante: Todos nós temos dias ruins e mesmo semanas, meses e anos ruins, principalmente quando caímos na armadilha de uma das sete áreas que vamos descrever.

A principal diferença entre uma vida feliz e uma vida infeliz é o tempo em permanecemos nela.

Confira as 7 categorias de pessoas cronicamente infelizes.

  1. A crença padrão é que a vida é difícil. Muito difícil…

Pessoas felizes sabem que a vida pode ser difícil, mas se dispõem a atravessar os tempos difíceis com uma atitude sábia de não se colocar no papel de vítima. É comum assumirem a responsabilidade por se meterem em confusão. E se concentram em sair dela o mais rápido possível.

Apresentam firmeza para encarar o problema em vez de reclamar das circunstâncias. Este é o sintoma de uma pessoa feliz. As pessoas infelizes se consideram vítimas e ficam presas com uma reclamação recorrente: “Olha o que aconteceu comigo”. As pessoas infelizes jamais buscam um caminho alternativo.

  1. Acredita que a maioria das pessoas não é confiável

Não é preciso dizer que confiança é importante. A maioria das pessoas felizes confia no outro. Acreditam no bem que as pessoas podem fazer. E são amáveis com todos. Por isso se tornam especialistas em construir um espírito de comunidade em torno de si.

As pessoas infelizes, ao contrário, desconfiam da maioria que conhecem e dizem que os estranhos não são confiáveis. Infelizmente essa é uma postura que, lentamente, fecha a porta a qualquer conexão externa e frustra todas as chances de fazer novos amigos.

  1. Prefere se concentrar apenas no que está errado neste mundo e não reconhecem o que é certo

Há muita coisa errada neste mundo. Nem é preciso argumentar sobre elas. Mas as pessoas infelizes fecham os olhos para o que está certo e se concentram exclusivamente no que está errado. E quando se deparam com coisas boas respondem com um duvidoso “Sim, mas…”.

As pessoas felizes estão cientes das mazelas que acontecem no mundo, mas estabelecem um ponto de equilíbrio em sua preocupação para enxergar também o que é certo. O mais apropriado, neste caso, é chamar isso de “Manter os dois olhos bem abertos”. Pessoas infelizes tendem a fechar um olho para as coisas boas com medo de que possam se distrair do que está errado. Pessoas felizes preferem manter os olhos em perspectivas. Elas sabem que em todos os lugares têm problemas, mas também fixam os olhos no que é certo.

  1. Vive a se comparar com os outros e alimenta o ciúme

As pessoas infelizes acreditam que a boa sorte de outra pessoa rouba a sua própria sorte. Acreditam que não existe bondade ao seu redor e constantemente compara o seu destino com o dos outros. Isso as leva ao ciúme e ao ressentimento.

Pessoas felizes sabem que a sua boa sorte e as circunstâncias são meros sinais de que qualquer pessoa pode desejar e alcançar a felicidade. Os povos felizes e prósperos acreditam que carregam um modelo que não pode ser duplicado por qualquer outro no planeta. Confiam em suas possibilidades e não ficam atolados pensando que a boa sorte de uma pessoa limita o resultado final na gangorra da vida.

  1. Controla sua vida com esforço exagerado

Existe uma enorme diferença entre controle e esforço para alcançar os objetivos. As pessoas felizes diariamente adotam medidas para cumprir suas metas, mas percebem, no final, que há muito pouco controle sobre o que vida lança no seu caminho.

As pessoas infelizes se esforçam ao máximo para controlar os resultados e se desmoronam quando a vida joga uma chave em seu caminho. E não conseguem abrir a porta. Pessoas felizes podem ser focadas, mas têm a capacidade de ir com o fluxo e não se esmorecem quando a vida mostra um obstáculo. E conseguem abrir a porta.

A chave dá passagem a uma porta de luz para o fim a ser alcançado. Mesmo assim, as pessoas felizes se preparam para o que pode acontecer sem se desmoronar quando os melhores planos ruírem.  Porque isso pode acontecer. Ir com no fluxo da vida e acreditar em uma nova chance é o plano B das pessoas felizes.

  1. Vislumbra o futuro com preocupação e medo

Há muito espaço de aluguel nos ouvidos das pessoas infelizes. E os seus pensamentos se enchem com o que pode dar errado em vez de pensar no que pode dar certo. Já as pessoas felizes tomam uma dose de ilusão e se permitem sonhar acordadas sobre o que gostariam de realizar na vida.

Por outro lado, as pessoas felizes também experimentam medo e preocupação, mas fazem uma distinção importante entre sentir e viver. Quando o medo ou a preocupação entra na mente de uma pessoa feliz ela se pergunta sobre a  possibilidade  de uma ação que possa evitar que o seu medo ou preocupação aconteça. Pessoas infelizes preenchem esses espaços com constante preocupação e medo do futuro.

  1. Suas conversas estão cheias de reclamações e, não raro, carregadas de fofocas

As pessoas infelizes vivem ancoradas na reclamação e gostam de viver no passado O que lhes aconteceu e as dificuldades da vida são o centro de suas conversas. Quando esgotam as coisas que têm a dizer, se voltam para a vida de outras pessoas. O que popularmente é considerado como fofocas.

Pessoas felizes vivem no agora e sonham com o futuro. São capazes de sentir a vibração positiva em todos os quadrantes. Sempre são estimuladas com algo em que estão trabalhando, se sentem gratos pelo que conseguiram e sonham com as imensas possibilidades da vida.

Óbvio que nenhum de nós é perfeito. É provável que, em alguns momentos, vamos nadar em águas negativas, mas o que importa é por quanto tempo nós ficamos lá e a forma como trabalhamos no sentido de levarmos os problemas para longe de nós. Praticar hábitos positivos diariamente é o que define as pessoas felizes. As pessoas infelizes não se comportam assim. Sempre lamentam as oportunidades perdidas colocando a culpa no outro. Por fim, mesmo que você caia, volte novamente e repita o trajeto. É na recuperação que está toda a diferença entre uma pessoa feliz e uma que se considera infeliz.

Texto de Tamara Star – Extraído de The Huffington Post, publicado originalmente por Dally Transformations. Tradução e adaptação: Portal Raízes  

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ADELE – Set Fire To The Rain (Ao vivo no Royal Albert Hall)

Quem acompanha este blog sabe que, aos sábados, procuro destacar – e valorizar – a boa música, seus talentosos criadores e intérpretes, sem barreiras quanto à nacionalidade, estilo, idade… 

Para hoje, trago mais uma primorosa exibição de Adele, cantora e compositora britânica, em vídeo publicado no YouTube pela VEVO, gravado ao vivo no Royal Albert Hall, casa de concertos em Londres, em 2011, interpretando a canção Set Fire To The Rain, composta por Adele e Fraser T Smith.

Além da qualidade e potência de voz dessa impressionante cantora, observem que orquestração, que sonoridade, enfim, o conjunto do show!

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