Sobre a importância do sorriso: você vai se sentir melhor com esse vídeo !

Inspirada em palestra que assistiu com o iogue (“yogi”) e escritor indiano Jaggi Vasudev, conhecido popularmente como SADHGURU, a palestrante Anete Guimarães, no vídeo que selecionei para esta segunda-feira, traz bons argumentos a respeito do mecanismo chamado de ‘automatismo cerebral’, que não podemos perder de vista.

Em especial, ela enfatiza nessa conversa a importância de um sorriso, de sorrir para nós mesmos, pelo fato de estarmos vivos, pois isso acaba refletindo em nosso estado de ânimo, que também impacta positivamente as outras pessoas…

Melhor de tudo é que o referido mecanismo biofísico promove uma química cerebral positiva, por estimular a liberação de hormônios como a serotonina e a dopamina, que contribuem para uma sensação de bem-estar e de felicidade.

O mote do argumento é: sorria para a vida e você se sentirá melhor!

O vídeo a seguir, com duração de apenas 7:49, foi publicado por Anete, no YouTube, em 1º de fevereiro passado.

Confira. Trata-se de mensagem necessária, cujo conteúdo nos faz bem!

Publicado em Meditação e Espiritualidade, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Vídeos diversos | 6 Comentários

Sábado e música: Sarah Brightman e Florent Pagny – “Just Show Me How to Love You” – um vídeo deslumbrante!!!

Volto hoje com mais um vídeo inspirador da excelente Sarah Brightman, cantora soprano e atriz britânica. Nesta oportunidade, a artista faz duo com Florent Pagny, cantor, compositor, músico e ator francês, interpretando a canção “Just Show Me How to Love You“.

A canção foi escrita por Dario Baldan Bembo e Amerigo Cassella, com o título “Tu Cosa Fai Stasera”, que recebeu a terceira colocação no Festival de Sanremo de 1981. Após o que foi traduzida para o inglês por Frank Peterson e Laisa, sendo gravada pela primeira vez, por Sarah Brightman, em 1997.

Agora, trata-se de videoclipe oficial para o álbum FRANCE, lançado por Sarah em novembro passado, numa rica e maravilhosa produção. O vídeo foi publicado pela própria artista, em 18/11/2020, no YouTube.

Realmente, um trabalho deslumbrante! Curta a seguir:

Publicado em Músicas | Marcado com , | 4 Comentários

Cuidado com os seus VALORES: eles podem complicar a sua vida!

Como sabemos, os valores são referenciais que orientam o nosso comportamento e a nossa tomada de decisão. Avançando mais um pouco, alguns estudiosos asseguram que os valores compõem o núcleo da nossa personalidade. Na verdade, a forma como a pessoa se comporta, age, reage no dia a dia reflete os seus valores.

Também é sabido que os valores mais importantes para o indivíduo podem sofrer variação (ajuste) com o passar do tempo. Assim é que, de forma geral, é esperado que a escala de prioridade dos valores vá sofrendo ajustes ao longo da vida, no todo ou em parte, com maior ou menor intensidade.

Como disse o genial Brian Tracy, em seu premiado livro METAS: COMO CONQUISTAR TUDO O QUE VOCÊ DESEJA – MAIS RÁPIDO DO QUE JAMAIS IMAGINOU, Editora Best Seller, que destaquei em postagem logo no início do blog, em agosto de 2014, “Seus valores determinam suas crenças a respeito de si mesmo e do mundo que o cerca. Se você tem valores positivos, tais como amor, compaixão e generosidade, acreditará que as pessoas em seu mundo são dignas desses valores e haverá de tratá-las de acordo com isso.

Agora, será que os seus valores estão lhe ajudando efetivamente?

Com base nessa reflexão, encontrei artigo que gostei muito, com o título “Você tem uma escala de valores adequada?”, publicado dia 13 último no site A Mente É Maravilhosa.

Na linha do aprimoramento pessoal, que passa necessariamente pelo ‘autoconhecimento’, atentar para a questão dos valores individuais é inescapável. Por conta disso, reproduzo o mencionado artigo, a seguir, cujo conteúdo nos oferece interessante perspectiva a respeito da hierarquia dos valores. Vale a leitura!

“Você tem uma escala de valores adequada? 

A escala de valores ou prioridades constitui o guia que todos nós construímos. Este tipo de manual tem o poder de facilitar as nossas vidas, mas também de complicá-la caso seja fonte de inúmeras preocupações ou dissonâncias.

Você tem uma escala de valores adequada?

A escala de valores é aquela classificação que fazemos a um nível mental e que nos ajuda a tomar decisões. Nem todas as escalas de valores precisam coincidir, e dependendo da nossa personalidade, nossa idade, até mesmo do nosso sexo, é provável que tenhamos uma ou outra escala de valores. Por outro lado, essa escala está mudando e a ordem é sensível às circunstâncias.

Não existem escalas de valores corretas ou incorretas, mas existem as disfuncionais. Quando nossa escala de valores não é adequada, é normal sofrermos com situações, pessoas ou acontecimentos na vida que, a princípio, não deveriam nos prejudicar tanto.

Se dermos muita importância a conteúdos vitais tão superficiais quanto o físico, a profissão ou ter ou não um companheiro, é muito provável que acabemos nos obcecando em alcançar objetivos relativos a esses valores.

Embora o desejo seja legítimo e nos estimule a viver e avançar nos caminhos que nos interessam, também é importante diferenciar desejos de necessidades. Portanto, seria aconselhável evitar a construção de uma escala de valores que nos condene ao sofrimento e à frustração constante.

Por que existem escalas de valores prejudiciais?

Acontece com todos nós, de uma forma ou de outra: nossa escala de valores nem sempre é a escala perfeita, e isso é normal. Existem pessoas que valorizam mais ser magras do que boas amigas, bons pais ou filhos, por exemplo.

Vivemos em uma sociedade e uma cultura, principalmente ocidental, que já nos predispõem a uma escala de valores desajustada.

Se eu sou um adolescente de 16 anos e vejo continuamente que a sociedade é governada por padrões de beleza – uma regra de medição que, em grande parte, determina a avaliação dos outros -, não será incomum que eu me concentre em adaptar meu físico a esse padrão. Além disso, também é provável que o considere um objetivo principal, sofrendo nas ocasiões em que aparecem obstáculos difíceis de superar para alcançá-lo.

Além disso, se internalizei que as minhas notas me tornam mais digno do amor e da consideração dos outros, é provável que faça o possível para melhorar ainda mais os meus resultados. Assim, a aprendizagem seria relegada a um segundo plano, priorizando a avaliação.

A questão é que as ideias sociais sobre as diferentes partes do ser humano são altamente tendenciosas. Não só associam possuir certos traços, como ser bonito ou inteligente, a ser uma pessoa boa, mas, como se não bastasse, também os associam à felicidade.

Quem não ouviu a frase: “Seu tempo vai passar“, “Vai ficar para titia(a)”? Essas frases, por exemplo, valorizam o fato de ter um companheiro, filhos e família. Esses aspectos têm valor, mas não podemos colocá-los no topo da nossa escala, pois podemos não considerá-los assim e isso não seria um obstáculo para sermos pessoas que valem a pena. 

Se acreditarmos nessas coisas, sofreremos muito se no final “ficarmos para titia(a) ” porque diremos a nós mesmos que somos fracassados ​​ou que somos pessoas de segunda categoria, quando isso não tem nenhum valor real.

Qual seria a escala de valor ideal?

Não existe uma escala de valores ideal, mas seria muito conveniente revisar a nossa e identificar em quais áreas das nossas vidas mais sofremos. Provavelmente, se você estiver preso em uma área, não vai fluir nas outras e sofrerá por causa disso. Você pensará demais ou investirá uma boa parte da sua energia nisso.

Não seria ruim se você começasse a perceber com seus próprios olhos a realidade: aquilo a que você dá tanto valor, na verdade, não existe. Ou, pelo menos, não tanto.

É preciso ter em mente que o que torna quase todos os seres humanos realmente felizes é, antes de mais nada, ser uma boa pessoa, com nós mesmos e com os outros. Se isso for cumprido, podemos nos desviar do resto, de modo que se tornem metas ou objetivos desejáveis, mas não essenciais.

Comportar-se bem com os outros, ajudá-los, apoiá-los é um valor que qualquer ser humano pode assumir. É um valor praticamente inato que vem de dentro. Quando esse valor não é desenvolvido, a pessoa dificilmente fica feliz, mesmo que as demais áreas sejam cultivadas.

Você pode ter muito dinheiro, uma casa espetacular, muito sexo e uma profissão socialmente admirável, enquanto seu círculo de apoio é muito pequeno. Então, para que você quer tudo que você tem?

Embora às vezes possamos pensar, por ser isso que a sociedade nos vendeu, que a ordem é ‘primeiro o superficial para obter o amor dos outros e o meu’, a realidade é que é exatamente o contrário. Em primeiro lugar, eu teria que cultivar a aceitação de mim mesmo, apenas ser eu e amar os outros pelo que eles são. Depois de desenvolver esse valor, certamente vou alcançar os outros. O bom é que não serão mais necessidades, mas desejos genuínos.

Segurança, amizade e amor atraem outros valores e, por extensão, também nos tornam mais atraentes. Além disso, a melhor coisa a respeito não é o que conseguimos, mas a forma como apreciamos o que conseguimos.

Bibliografia – Santandreu, R. (2011). El arte de no amargarse la vida. Ediciones Griajlbo.

Ver publicação original: https://amenteemaravilhosa.com.br/escala-de-valores-adequada/

Publicado em Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento | Marcado com , , , | 6 Comentários

“O primeiro e o último dia da viagem: não conte com eles” – fique por dentro dessas dicas!

Na linha do bem viver, e fazendo votos para que possamos retomar, daqui a pouco, as viagens adiadas em razão da pandemia, repercuto hoje dicas bem interessantes para você levar em conta nas suas próximas programações de “ganhar o mundo”, notadamente em se tratando de viagens internacionais.

Trata-se de matéria do conhecido especialista Ricardo Freire, publicada no blogviajenaviagem“, trazendo conselhos bastante úteis sobre o que fazer (e não fazer) no primeiro e no último dias da viagem.

Gostei do conteúdo e recomendo. Vale termos essas observações em mente, até porque: quem nunca passou algum estresse com perda, ou quase perda, de voo? Com conexões que descasaram? Com tempo curto para devolver o carro alugado e conseguir pegar o voo? Com atrasos na chegada da viagem que comprometeram programas já acertados e até comprados antecipadamente? …

Confira a seguir:

“O primeiro e o último dia da viagem: não conte com eles

Eu já toquei nesse assunto algumas vezes. Sobretudo quando falo de viagens picadinhas — porque a gente tem a mania de se iludir com distâncias e horas de vôo, achando que um lugar está a “só duas horas” de outro. Quando a gente acha que um lugar está “a duas horas” de outro é porque são duas horas só de vôo, ou duas horas só de estrada — sem contar  todos os trâmites entre a saída de um hotel, a saída da cidade, a chegada em outra cidade e a chegada ao outro hotel. E nessas, perde-se pelo menos meio dia — e muito mais energia do que se imagina.

Ainda mais delicada é a situação do dia de chegada e, sobretudo, do dia da saída de uma viagem internacional. É mais feliz quem não arranja motivo pra se estressar nesses dois dias.

I-95, Flórida

Coisas para não fazer no primeiro dia da viagem

  • Depois de uma viagem noturna internacional, não emende uma viagem longa de carro. É dar sopa pro azar.
  • Não marque jantar ou show caros. Pode bater um cansaço e dar vontade de desistir.
  • Ticar lerês. Se você tiver uma lista de obrigações para cumprir imediatamente após desembarcar, é porque você programou dias de menos nesta escala.
  • Marcar conexões no mesmo dia com vôos ou trens que não estejam vinculados à passagem transatlântica. Mesmo que tudo dê certo, o stress não compensa.
Fila na Galleria Uffizzi

Coisas para não fazer no último dia de viagem

  • Viajar de carro até a cidade onde você vai pegar o vôo de volta. Há tantas coisas fora do nosso controle — engarrafamentos, problemas mecânicos, desatualização de GPS, errinhos bobos — que quaisquer 200 km podem trazer uma enorme dor de cabeça. De novo: mesmo que tudo dê certo, ninguém merece se estressar tanto no último dia de viagem. Melhor vir na véspera e pernoitar na cidade de onde parte o seu vôo.
  • Ticar lerês. É melhor fazer as últimas compras do que fazer os últimos museus.
  • Marcar conexões com no mesmo dia com vôos ou trens que não estejam vinculados à passagem transatlântica. Na volta, combinar low-cost ou trem com o seu vôo de volta ao Brasil é ainda mais perigoso do que na ida — porque perder o vôo de volta sai muitíssimo mais caro e há muito menos opções de jeitinhos e gambiarras. Só faça isso se os vôos tiverem vínculo — aí, em caso de atraso, você pelo menos tem direito a assistência/remarcação pela cia. aérea.

O que fazer no primeiro e no último dia da viagem internacional

Pense no dia da chegada e no dia da partida como câmaras de descompressão. Simplifique. Desencane. Deixe acontecer.

Na chegada, comemore o fato de ter chegado bem. Ou vingue-se dos perrengues do vôo de ida (essa hipótese é mais provável). Estique as pernas. Saia sem câmera, fotografe só com o celular (esse é o dia em que você está mais suscetível a mãos-leves). Tenha na manga lugares para comer que não exijam reserva (assim você só vai se der vontade). Nesse dia, mais importante que o melhor jantar é o melhor sorvete. Deixe o destino surpreender você. No dia da chegada, tudo o que vier é lucro.

Na partida, desacelere. Arranje tempo para parar e lembrar das melhores coisas da viagem enquanto você ainda está viajando. Não vai bater tristeza, não — é mais provável que sorva os últimos momentos com mais intensidade, que tudo pareça mais colorido. Faça só o que você mais gosta. Sem perrengues. Sem stress. (O melhor mesmo é começar isso umas 48 horas antes, mas daí, eu sei, já é sugerir demais.)

Leve um  livro de casa. O livro que você mais esteja a fim de ler no momento. Chegue cedo ao aeroporto. Faça o check-in e comece do primeiro capítulo. Boa viagem.

Ver a publicação original (fonte): https://www.viajenaviagem.com/2010/10/o-primeiro-e-o-ultimo-dia-da-viagem-internacional-nao-conte-com-eles/?utm_medium=10todaybr.20210413&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

Publicado em Psicologia e comportamento, Viagens | 3 Comentários

“8 sinais de que você é mais inteligente do que pensa” – confira esse vídeo!

Dentro do grande tema Autoconhecimento, e mais precisamente focalizando o nível individual de inteligência, tanto a inteligência lógica e racional (QI) quanto a inteligência emocional (QE), trago hoje, para começar a semana, vídeo muito interessante do canal “didatics”, publicado há menos de um ano, no YouTube.

O título é convidativo: “8 sinais de que você é mais inteligente do que pensa”. São demonstradas características que podem indicar um nível destacado de inteligência do indivíduo. Trata-se de uma síntese de importantes atributos, tipos de mentalidade e habilidades pessoais considerados no contexto do desenvolvimento humano, já tratados em várias ocasiões, com abordagens variadas, aqui no blog.

Dito isso, veja quais desses sinais você identifica em você. Mais do que tudo, a meu ver, o conteúdo serve como bom subsídio para o processo de aprimoramento constante que todos devemos ter em mente. Afinal, estamos aqui para evoluir, sempre!

O vídeo tem duração de apenas 6:46. Confira – vale a pena!

Publicado em Educação, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Vídeos diversos | Marcado com , , | Deixe um comentário

Adagio de Albinoni/Giazotto – Hauser e Lara Fabian e Elmira – Primoroso!!!

Trago belo e inspirador vídeo, que conheci ontem por intermédio de um amigo, mostrando mais uma marcante participação do violoncelista croata Hauser, já conhecido por aqui.

Dessa feita, o notável instrumentista, juntamente com as impressionantes cantoras Lara Fabian (belga) e Elmira (russa), interpretam a linda composição musical, neobarroca, intitulada Adagio in Sol minore (para cordas e órgão).

Sobre essa música, atribuída ao veneziano do século XVIII mestre Tomaso Albinoni, há controvérsia quanto à sua verdadeira autoria. De acordo com o site Wikipédia, esse Adagio em Sol Menor foi arranjado e divulgado pelo musicólogo e compositor do século XX Remo Giazotto, que era biógrafo de Albinoni. A composição musical, tida como parte de uma sonata de igreja, foi supostamente baseada na descoberta de um fragmento de manuscrito por Albinoni.

A música ganhou o mundo e se tornou bastante conhecida, tendo sido utilizada para diversos filmes e gravações as mais variadas.

Assim, curtam a beleza dessa apresentação memorável, cujo vídeo foi publicado no YouTube, em 18/agosto/2019, por Yehuda Levy. Um grande momento musical!!!

Publicado em Músicas | Marcado com , | 4 Comentários

‘Saber dizer “não” é importante para a vida, mas como aprender a fazer isso?’ !!!

Para hoje, trago um tema que não é dos mais simples, mas que precisa ser percebido em suas variadas facetas, para o seu bem e para o bem (verdadeiro) das pessoas com as quais você se relaciona, incluindo aquelas que lhe são caras: saber dizer “não”.

Pelo que facilmente se percebe, ganha espaço, a cada dia, a idealização de que ser educado, gentil, amável, bom amigo, bom pai etc. pressupõe a regra de dizer sempre sim, nunca dizer não, até porque dizer não pode ser interpretado como falta de amor. Ah… se tudo fossem flores, isso seria o mundo ideal…

Mas será que deve mesmo ser assim, como regra pré-assumida? Acredito que não deva. Entretanto, é preciso buscar a mínima preparação para dizer um recomendável, educativo e até providencial “não”. Vale dizer que a forma e a essência são fundamentais nesse particular!

Bem, na esteira da importância do “não”, a ser dito quando necessário, e considerando que para muita gente aí está um grande sofrimento, a questão complementar, que emerge em consequência desse tema focal, está em outra condição: como aprender a dizer “não”?

A respeito dessa interessante temática, encontrei o artigo ‘Saber dizer “não” é importante para a vida, mas como aprender a fazer isso’, de Heloísa Noronha, publicado dois dias atrás no blog VivaBem.Uol.

Na minha percepção, trata-se de excelente texto, objetivo e ao mesmo tempo esclarecedor, construído com base em opinião de algumas autoridades da área da Psicologia. Portanto, eis um conteúdo oportuno e de real utilidade. Vale pensar sobre isso!

Leia clicando no link a seguir:

negar; não; dizer não; negação - iStock - iStock

Publicado em Educação, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento | 2 Comentários

Os MEDOS que criamos e que ATRASAM a nossa vida: um relato pessoal!

Ao longo do tempo, já foram diversas postagens feitas aqui sobre os medos, notadamente sobre os medos imaginários, que criamos em nossa mente, que viram crenças e que, em consequência, limitam a nossa vida de alguma forma. É sabido que os humanos precisam de certa dose de medo, atuando como nosso aliado, para nos proteger de perigos reais. O problema, entretanto, são os medos sem coerência, desmedidos.

Entre os 10 pontos trazidos no meu último post, sobre fatores que minam as nossas forças no dia a dia, o primeiro ali elencado é ‘o pensamento negativo’. Este, como realçado, se alimenta do medo, gerado por uma “justificada” necessidade de segurança que termina travando a pessoa, criando amarras e fechando-a para muitas vivências que poderiam ser experimentadas. As consequências dessa elaboração para o indivíduo são as mais variadas, que terminam por comprometer o seu desenvolvimento pessoal, profissional, a qualidade de vida, podendo ainda, e não raro, abalar seriamente a própria saúde.

Eu e um dos meus medos mais recentes

Quero ilustrar o argumento acima com uma situação recente, real, que aconteceu comigo.

Pratico atividades físicas com regularidade. Não poderia ser diferente, dentro da filosofia que preconizo publicamente a respeito da longevidade, que para ser boa precisa ser prazerosa, ativa, plena, com autonomia. E muito disso depende das nossas escolhas e decisões.

Assim, entre essas atividades, incorporei de três anos para cá o hábito de remar ao menos uma vez por semana, tendo como meta duas vezes, o que tenho procurado cumprir durante quase todo o ano, salvo quando as condições meteorológicas ficam adversas. É óbvio, para incorporar esse hábito que tanto desejei, a localização da minha atual residência foi um facilitador, por estar bem próxima da orla marítima, em trecho de praia na forma de uma pequena enseada, com águas sempre serenas e muito favoráveis às atividades náuticas em geral.

Onde estava o problema do medo?

Acontece que, por segurança (em vista de alguns receios que comento a seguir), rendendo-me a uma situação de maior conforto e comodidade, eu escolhi remar de caiaque. Claro, a minha vontade mesmo era a de utilizar o “stand up paddle” (SUP), que meus filhos praticam quando estão por aqui, e é o que mais se vê naquelas águas; mas eu dizia para mim (e para os outros) que o caiaque seria melhor, pois o SUP forçaria a minha coluna lombar, ou poderia reativar uma dor do passado que sofri no nervo ciático, com irradiação pela perna direita.

Por trás dessas desculpas, vale resgatar, estavam martelando na minha cuca os medos de não conseguir me equilibrar em cima da prancha, de levar uma queda, de passar vergonha etc. Convenhamos, tudo uma antecipação de algo imaginado com predominância restritiva e negativa. Por conta disso, foram cerca de três anos resistindo a uma vontade de sair de stand up, procrastinando um prazer, por mera maquinação da minha mente.

O que eu fiz, como superei?

Na última vinda de meu filho mais novo, em janeiro passado, tomei coragem, resolvi enfrentar esse medo, ou bloqueio. Assim, decidi que tentaria o SUP, com ele acompanhando ao lado, de maneira que eu recebesse as necessárias instruções e me sentisse encorajado. Assim fizemos. Saí como todos começam, ajoelhado sobre a prancha, remando vagarosamente, ganhei mais confiança e após cerca de 10 a 15 minutos, com todo o cuidado e muita coragem (rsrs), me coloquei em pé sobre a prancha, ainda trêmulo, mas fui me soltando, remando, adquirindo confiança e deu tudo certo. Ah, nenhuma queda. Uma glória!

Após isso, fui sozinho para uma segunda experiência, aluguei uma prancha diferente, saí ainda com bastante cuidado, pedindo o acompanhamento de um dos rapazes que fazem a locação dos equipamentos, para evitar algum “desastre”, mas, para minha satisfação, foi tudo tranquilo, sem qualquer problema.

Essas duas primeiras experiências provaram para mim que os medos eram infundados, pois nada do que imaginava de ruim aconteceu: dor de lombar, de ciático, desequilíbrios, quedas e por aí vai. Portanto, como ficou evidente, grande parte dos medos roubam a nossa vida!

Daí em diante, tenho utilizado o SUP com crescente desenvoltura e não voltei mais a remar de caiaque, até porque a minha intenção não é fazer qualquer tipo de competição, mas puramente unir a atividade física com o lazer, usufruindo bons momentos de harmonia e dando um “reset” na avalanche de notícias nada animadoras dos tempos atuais.

Portanto, fica esse registro como depoimento sobre a importância de exercermos a coragem e enfrentarmos os medos que teimam em brotar na nossa mente e a frequentar nossos pensamentos, com os estragos que naturalmente provocam.

Creio que, para muitas dessas situações, desde que sem maiores comprometimentos psicológicos e que requeiram a ajuda de profissional especializado, uma primeira forma de superação é se questionar: por que eu tenho esse medo? Isso faz sentido?

Por outro lado, converse com alguém que você imagina que pode lhe ouvir e lhe ajudar de alguma maneira. Às vezes é uma formulação conceitual, ou crença, que pode não ser tão arraigada e ser descontruída sem grandes sofrimentos.

De todo modo, o passo mais importante é a decisão de enfrentar. Vença o seu medo com determinação e, principalmente, com pensamento positivo.

Como disse o genial filósofo Baruch Spinoza, “Percebi que todas as coisas que temia e receava só continham algo de bom ou de mau na medida em que o ânimo se deixava afetar por elas.”

Almejo que esse relato pessoal, ou despretensiosa divagação, possa lhe trazer alguma sacada interessante. Se assim for, terá valido a pena!

Publicado em Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Saúde | Marcado com , | 6 Comentários

Conheça ’10 fatores que minam as nossas forças no dia a dia’ !

Voltando ao tema Psicologia e Comportamento, trago hoje um assunto que deve interessar a cada um de nós: fatores comportamentais, comuns a muita gente, que contribuem para drenar a energia vital, comprometer o desempenho (resultados insuficientes) e, mais ainda, que acabam afetando a saúde mental do indivíduo.

Para tanto, selecionei artigo muito interessante, publicado em 24 de março, no site Portal Raízes, elencando 10 importantes sugadores da energia vital do indivíduo, sobre os quais devemos refletir e, idealmente, fazer as devidas correções de rumos, claro, se for o caso.

Vale realçar que muitos desses comportamentos podem decorrer de hábitos inconscientes, incorporados com o passar do tempo.

Por essas e outras, vale prestar atenção a esses sutis, mas importantes, detalhes do cotidiano. É um conteúdo que traz utilidade e pode acender algum alerta verdadeiramente significativo, no momento, para você!

Confira:

30 atitudes que consomem seu tempo e drenam sua energia
Imagem: administradores.com

“10 Usurpadores De Energia Vital Que Vão Minando Suas Forças Diariamente

Em nosso dia-a-dia convivemos com vorazes sugadores de nossa energia vital que nos roubam a paz de espírito e aos poucos vão minando a nossa saúde psicoemocional, vão nos afastando de relações afetivas, dos nossos sonhos e até mesmo da vida prática. Identificar estes conflitos é fundamental para vivermos melhor. Por isso, neste estudo, relacionamos 10 usurpadores de nossa energia vital, que vão minando nossas forças diariamente. São eles:

1 – O pensamento negativo que se alimenta do medo é aquele que chega e que nos faz fechar as portas em busca de segurança. E conviver com o pensamento negativo e revertê-lo é o caminho que pode nos conduzir a outros horizontes. Os pensamentos negativos são peculiares a cada pessoa. Chega sem avisar, insiste em ficar, e só vai embora se o expulsarmos com firmeza. Todos temos emoções altas, sublimes e também os pensamentos rasteiros que andam de marcha ré. O que mais nos afeta são os pensamentos negativos recorrentes. Aqueles que se instalam em nossa vida a ponto de se tornar um hábito inconveniente e mau.

2 – A pressa rouba as energias do sossego e nos enfia na louca roda que gira o mundo. O preço que pagamos por este ritmo de vida alucinada é o estresse, a frustração e a impaciência com tudo e todos. Existem pessoas que vivem apressadas sem compreenderam o dito popular que ensina: “a pressa é inimiga da perfeição”. A edição do Globo Repórter do dia primeiro de novembro de 2013 fez uma ampla matéria sobre A PRESSA e concluiu que “a pressa é inimiga da felicidade”. Uma solução ao problema é planejar o que vai fazer e estabelecer um plano de ação com horário, assunto e o final do dia para relaxar. O Ministro da Fazenda Henrique Meireles usou uma frase em sua posse que ensina aos apressadinhos sem causa: “Vamos devagar, tenho pressa”. A frase não é de autoria do ministro, mas revela que devagar a gente chega mais longe. Ou seja, devagar com metas é melhor do que a pressa sem planejar.

3 – A insegurança leva a uma dúvida quase que eterna. E nos faz pensar apenas em teses que dificilmente nos levam a um método para vencê-la. A pessoa insegura duvida da sua própria capacidade ou da capacidade do outro. Portanto, a dúvida é a mãe da insegurança. A psicóloga Cláudia Morais assim define a pessoa insegura: “Na prática sentem um medo intenso de falhar, de não corresponder às expectativas, de não estar à altura”. O equilíbrio emocional é a barreira natural contra as energias sugadoras da confiança.

4 – A síndrome do sempre ocupado conduz as pessoas a que se sintam angustiados diante da falta de tempo. Então, é comum a gente ouvir: “Eu trabalho demais, não tenho tempo para mais nada”. Gina Trapani, estudiosa deste tema escreveu um artigo publicado no site da revista americana Fast Company  que diz assim: “A armadilha do “estou sempre ocupado” se tornou uma doença da modernidade. É aquela sensação – que você deve conhecer – de estar sempre correndo atrás de alguma coisa, como se nunca houvesse tempo suficiente para cumprir as tarefas do dia”.

A realidade é que perdemos muito tempo com tarefas inúteis que, somadas ao final do dia, representam um tempo perdido considerável. A maneira de evitar que a energia do tempo útil seja roubada é definir o que prioritário. A outra maneira simples é pensar antes de assumir novas tarefas. A síndrome do “estou sempre ocupado”  impede de dar mais atenção a você e à sua família.   

5 – A preguiça recorrente é uma ladra de energia a provocar sofrimento por tudo aquilo que se planeja e não acontece por preguiça. Primeiro precisamos saber a causa do problema que suga essa energia da inércia. É hábito, desânimo emocional ou doença? Qualquer que seja o motivo deve se livrar dele porque a preguiça leva á preguiça sistemática. A terapeuta Paula Pires afirma que a “preguiça vai se entranhando, quanto mais você fica com preguiça mais você fica preguiçoso e quanto mais você é sedentário mais você quer ser sedentário”. Outra forma para evitar que a preguiça tome conta, é fragmentar a tarefa que temos para realizar. Faça assim: tarefa por tarefa, ponto por ponto até o fim.

6 – O perfeccionismo nos faz acreditar que nada é suficientemente bom e que o projeto nunca ficará pronto para ser apresentado porque precisa ser conferido um a um. A psicóloga Patrícia Costa assim define o perfeccionista: “Geralmente o perfeccionista se vê prisioneiro do intenso desejo de agradar o outro, passar uma boa imagem, do medo de ser julgado, da busca incansável pelo sucesso e reconhecimento”. O perfeccionista nunca erra.  E, por essa razão, a ideia de perfeição é a sua muleta.  Outra característica do perfeccionista é a falta de humildade.

O psicólogo Miguel Lucas (capa), do blog Escola Psicologia recomenda duas regrinhas para combater o perfeccionismo: primeira: “Errar em algumas tarefas de propósito”. Segunda: “Contar a um amigo sobre um engano, falha ou erro que tenha cometido e observar a resposta”. Se nenhuma tragédia aconteceu, você está salvo de se achar “o mais perfeito e infalível dos homens”.

7 – A busca de aprovação é uma necessidade da própria autoafirmação pessoal. Nessa linha muitos vivem a necessidade constante de receber um elogio, uma homenagem ou uma medalha pelos seus méritos. A necessidade de reconhecimento surge quando você está inseguro.  Mas isso abre um canal por onde sai a energia da humildade.

De modo geral todos nós somos bastante inseguros e carentes. E porque não confiamos em nós mesmos? E se eu falhar o que “Os outros irão dizer”? “Se eu errar como serei visto?”. A busca pela aprovação pode esconder uma armadilha: a bajulação.  Nesse caso o bajulador descobre nosso vício de personalidade e passa a dizer coisas para nos agradar, sem os merecermos. E tal fato nos corrompe.

De um modo geral, todos nós dependemos um do outro. Mas muitos carecem de que alguém lhes diga que é muito bom e competente no que faz.  Viver para agradar aos outros é uma atitude que lhe tira a energia de que precisa para levar em frente a sua tarefa.

8 – A incapacidade para decidir denota insegurança que produz uma parcela de sofrimento que pode ser evitado com uma postura mais confiante. A construção do indivíduo passa pelo seu poder de escolha e ação. Muitas vezes isso ocorre de forma inconsciente. E quando acerta o alvo se deve ao fato de que o subconsciente recorreu ao saber apreendido em outras ocasiões.

A dúvida que sempre martela nossa mente na hora da decisão: “E se eu decidir errado?”. Avalie três coisas antes da decisão: a circunstância, o seu conhecimento sobre o assunto e, por último, a consequência se não decidir. Ponha tudo na balança e aí, então, decida! Mesmo quando resolver NÃO DECIDIR será motivos de segurança houve uma DECISÃO. Pois, não decidir de afogadilho também é uma decisão sábia. Uma regra de ouro em três tópicos: “Nunca decida tudo quanto pode, porque aquele que decide tudo quanto pode, muitas vezes decide o que não pode”.

9 – O tédio instiga a criatividade? Com a palavra os artistas, poetas e cientistas. David Robson, da BBC garante que “Sem a capacidade de se entediar, o homem talvez nunca tivesse feito conquistas artísticas e tecnológicas”. Contudo, quando o tédio acontece de um modo frequente em nossas vidas, nos impede de refletir a respeito das mudanças necessárias.  O professor Peter Toothey, da Unviersidade de Calgary, Canadá, autor do livro Boredom: A Lively History  fala sobre o tédio: “É um leve sentimento de repulsa produzido temporariamente em circunstâncias previsíveis e inevitáveis”.  Portanto, o tédio é diferente da preguiça e do cansaço. Por isso podemos pensar que o tédio é benéfico. Mas essa não é a realidade. Roothey explica: “O tédio foi projetado para encorajar as pessoas a mudar seu comportamento e se proteger de toxinas sociais. Talvez o tédio devesse ser visto como a gota, ou a angina, ou pequenos derrames: como um sinal de que coisas piores virão, a não ser que se mude o estilo de vida”.

10 – O Celular suga a energia devido a necessidade inventada pelas redes sociais de estar sempre conectado e disponível. E esta atitude nos absorve em boa parte do dia. O celular é o veículo da ligação indesejada. Muitas vezes recebemos a ligação de uma pessoa inconveniente com um assunto desinteressante. Há três tipos de mensagens que sugam a nossa calma até perdermos a ‘estribeira’, no dizer do modo popular.

Vamos a eles: o primeiro tipo é aquele que liga sem pensar. Liga a partir da vontade de ligar ou para vender um serviço, cobrar uma dívida ou simplesmente para falar. Em segundo lugar os que pensam para ligar. Eles pensam antes de ligar para falar dos outros. São os mais numerosos. Em terceiro lugar há os que pensaram antes de teclar os números, são os amigos.  Ligaram para conservar os laços de amizade. Estes ligaram porque pensaram. São raros. Em qualquer dessas ocasiões o muito falar suga a energia do ouvir.

Fonte: https://www.portalraizes.com/10-usurpadores-energia-vital-que-vao-minando-suas-forcas-diariamente/

Publicado em Educação, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Saúde | 6 Comentários

Sábado e música: VAGAMENTE – excelente lançamento – bossa nova em alto estilo!!!

Volto a destacar o fino da MPB, neste primeiro sábado de abril, trazendo vídeo muito bacana com single lançado ontem pela ‘MINS Música’, em todas as plataformas digitais, da dupla Márcia Tauil (cantora, compositora e professora de canto) e Félix Júnior (violonista 7 cordas e arranjador), artistas radicados em Brasília-DF e já conhecidos por aqui.

A dupla interpreta a canção VAGAMENTE, composta pelos famosos parceiros Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, na década de 1960. Na presente produção, que apresenta nova “roupagem” para essa já antiga composição, Márcia e Félix contaram com as participações especiais do grande Menescal (um dos fundadores do movimento Bossa Nova), na guitarra, e da cantora Sabrina Parlatore.

Mais uma vez, parte da gravação e os trabalhos de mixagem e de masterização foram realizados no RocknRoll Studio, em Brasília, do meu amigo JG Junior. O vídeo, que ficou muito bom e gostoso de ver, teve edição de Márcia Tauil.

Trabalhos assim valorizam a qualidade e garantem o prestígio da música brasileira pelo mundo, em especial pelo singularidade da nossa bossa nova, que segue fazendo sucesso e acumulando seguidores após seis décadas, desde seu surgimento no final dos anos 1950.

Bem, você vai gostar do vídeo, novinho, que busquei no canal Mins Música, no YouTube.

Confira a seguir:

Publicado em Músicas | Marcado com , , | 7 Comentários