Românticos – Vander Lee – Que astral inspirador!!!

Para nossa inspiração musical neste sábado, volto com o genial Vander Lee (1966 – 2016), cantor, violonista e compositor mineiro, estimulado pela excelente palestra sobre Autoconhecimento que assisti anteontem, aqui em Salvador, Bahia. O artista foi mencionado, com absoluta pertinência, ao ser destacada a importância da música no processo de autoconhecimento e do despertar da consciência.

A sua obra deixou marcas para muitas gerações, não tenho dúvida. A sua presença no nosso cenário musical, ainda que efêmera, contribuiu efetivamente para o objetivo acima referido, pelo teor das mensagens trazidas em cada uma das suas composições. Ao ouvi-lo, assim como acontecia comigo, o público em geral entrava em uma sintonia mais elevada, inspiradora, de paz, de introspecção, que despertava boas emoções. Ele faz muita falta e isso está aí bem evidente!

Assim, como mais uma reverência ao memorável Vander Lee, e para matar saudade, selecionei vídeo com um dos seus maiores sucessos, a canção autoral Românticos, que é faixa do DVD ‘Pensei que fosse o céu’, publicada no YouTube por Dj Mário. Entre no clima do show, sinta a participação do público… De arrepiar!

A seguir:

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12 frases que arrepiam as pessoas que encontraram o sentido de suas próprias vidas

Para esta sexta-feira, algumas frases inspiradoras, a respeito de viver por um propósito, de estar a serviço de uma missão, ou, em outras palavras, de fazer o que lhe dá sentido, que acredito possam fortalecer a sua convicção sobre esse lema de vida. Confiram nesta publicação que encontrei no site “CONTI outra”, a seguir:

12 frases que arrepiam as pessoas que encontraram o sentido de suas próprias vidas

Por oatawa/shutterstock

Eu acredito que o verdadeiro sentido da vida é encontrar nela um sentido. Assim o fazem as pessoas que descrevem-se como mais felizes e realizadas.

Abaixo, uma seleção de 12 frases que arrepiam as pessoas que encontraram o sentido de suas próprias vidas.

1- “Se alguém varre as ruas para viver, deve varrê-las como Michelângelo pintava, como Beethoven compunha, como Shakespeare escrevia.”
Martin Luther King

2- “Um homem verdadeiro faz o que quer, não o que deve.”
George R. R. Martin

3- “O homem que não está disposto a morrer por uma causa não é digno de viver.”
Martin Luther King

4- “O sentido da vida é estar vivo. É tão claro, tão óbvio e tão simples. Mesmo assim, todo mundo não para de correr em pânico, como se fosse necessário conseguir alguma coisa além de si próprio.”
Alan Watts

5- “É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo.”
O Pequeno Príncipe

6- Georgette: “A vida é bela, apesar de tudo.”
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

7-“Só os que se arriscam a ir longe demais são capazes de descobrir o quão longe se pode ir.”
T. S. Eliot

8- “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”
Oscar Wilde

9- “Não iremos a parte alguma se não formos capazes de correr o risco de fracassar. Logo então percebemos que o sucesso dependerá em grande parte da nossa persistência diante de questões que nos parecem muito difíceis. Aqueles que forem mais determinados e não desistirem com tanta facilidade ante os obstáculos da vida terão maiores chances de ser os mais bem-sucedidos na atividade a que se dedicarem.”
Flávio Gikovate

10- “Não gosto da vida em banho-maria, gosto de fogo, pimenta, alho, ervas. Por um triz não sou uma bruxa.”
Martha Medeiros

11- “Sua tarefa é descobrir o seu trabalho e, então, com todo o coração, dedicar-se a ele.”
Buda

12- “Se você já construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles. Estão onde devem estar. Agora, dê-lhes alicerces.”
Henry David Thoreau

Fonte: https://www.contioutra.com/12-frases-que-arrepiam-pessoas-que-encontraram-o-sentido-de-suas-proprias-vidas/http://

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Dicas e princípios de Marie Kondo para uma vida mais organizada e feliz!

Falando de viver bem, a partir do ambiente físico que nos ronda, trago hoje uma importante reflexão, talvez uma filosofia de vida, com base em alguns princípios fáceis e lógicos de organização, com tom minimalista (menos consumismo), de acordo com a especialista japonesa Marie Kondo

Viver de maneira organizada, racional e descomplicada é um facilitador. A meu ver isso faz todo sentido. Aliás, o olhar para a importância de se manter a organização dos ambientes de trabalho, preconizada pelos japoneses há bastante tempo, veio com muita força para o Brasil no início dos anos 1980, no método denominado “5S”, que integrava o movimento do Programa de Controle da Qualidade Total, do inglês TQC.

Portanto, creio que essas dicas de Marie Kondo poderão ser úteis para muita gente, quem sabe para você, em especial, até porque o método promete contribuir para a qualidade de vida de uma forma mais ampliada, incluindo o trabalho/a carreira e os relacionamentos em geral.

Confira a interessante matéria, publicada no site EL PAÍS.Brasil, que reproduzo a seguir:

“Marie Kondo também quer colocar seu trabalho em ordem

Guru da organização mais famosa do mundo em breve estreará um reality show na Netflix.

Ela propõe que apliquemos seu método KonMari também na vida profissional

Marie KondoMarie Kondo vai além da nossa casa e também nos ensina a manter nosso trabalho em ordem.

Para milhões de pessoas, Marie Kondo tornou-se a grande profeta do século XXI por nos ensinar a fazer algo que, em teoria, todos deveríamos saber sem precisar de instruções: manter nossa casa em ordem. Essa especialista japonesa em organização pessoal garante não só possuir a fórmula para alcançar o objetivo, como também promete que, se aplicarmos seu método, o chamado KonMari, seremos muito mais felizes e frearemos nossos desejos consumistas. O minimalismo nos libertará.

Atualmente, Marie Kondo está gravando os oito episódios que farão parte da primeira temporada de seu reality show. No estilo de Dog Whisperer, a especialista adestrará, na disciplina da ordem, os moradores de vários lares que estão transbordando na área de Los Angeles, segundo o anúncio que a própria Kondo fez no Instagram.

Seu método é baseado em uma única pergunta: “Isso me faz feliz”? Se a resposta for afirmativa, manteremos esse objeto em nossa vida. Caso contrário, teremos que doá-lo ou jogá-lo fora. Se uma estratégia simples e eficaz redefine nossa maneira de nos relacionarmos com o material, é possível aplicá-la a outros tipos de desorganização não material, como a carreira profissional ou relacionamentos? Como a própria empresária escreve em uma coluna para o The New York Times, a resposta é sim. Simplesmente é preciso saber como.

Tokimeku. O conceito central de todo o trabalho da guru é uma palavra japonesa que significa “aquilo que traz alegria”. “Compreender e aceitar o Tokimeku em meio a um mundo confuso e desorganizado nos permitirá esclarecer nossos ideais e nos ajudar a ganhar confiança em nossa capacidade de levar uma vida produtiva e desenvolver um senso de responsabilidade em relação aos que nos rodeiam”, escreve em seu artigo para o jornal nova-iorquino.

Constância no método. Caso aplique o método KonMari para organizar sua casa, continua, “com o tempo sua capacidade de identificar o que vale a pena manter se estenderá para outras áreas. Avaliar constantemente se os pertences de sua vida despertam alegria permite que você aperfeiçoe seu julgamento”.

Sem remendos. “Só há uma maneira de escapar da espiral negativa da desorganização: organizar de forma eficiente tudo de uma vez, o mais rápido possível, para criar um ambiente perfeito e livre de desordem”, explica no livro A Mágica da Arrumação. Essa recomendação também é válida para trabalho ou relacionamentos. Trata-se, mais uma vez, de não procrastinar.

Visualizações. Também no livro, Kondo sugere: “Comece identificando seu objetivo. Reserve um tempo para pensar sobre isso com cuidado. Tal coisa implica visualizar seu estilo de vida ideal”. Embora em seu livro se refira à limpeza do lar, as palavras são extrapoláveis porque, segundo a guru, a organização é um diálogo que uma pessoa tem consigo mesma, e o significado de “aquilo que traz alegria” depende de cada um.

Tudo à vista. “Antes de começar a decidir o que te faz feliz, primeiro é preciso conhecer verdadeiramente os problemas que enfrenta”, afirma a autora. O primeiro passo do método de limpeza KonMari é colocar, em um só lugar e à vista, tudo o que queremos organizar, sejam todas nossas roupas ou todas nossas obrigações. Escrever uma lista de tudo o que temos que fazer em nosso trabalho é uma excelente ideia para ter uma visão global. Segundo Kondo, todos seus clientes se surpreendem com a quantidade de objetos que possuem. Ela atribui isso ao fato de que escondemos a desordem nos armários, assim como escondemos nossas emoções. “Todas as vezes que minha mente fica confusa e me sinto sobrecarregada, imediatamente pego um caderno. Escrevo todas as emoções que sinto e as possíveis razões por trás delas em uma página em branco”, diz no The New York Times.

Soluções concretas. Uma vez que tenhamos identificado os problemas, continua, temos que anotar soluções específicas. “Para cada problema, atribua uma ação específica concreta, como “entrar em contato e consultar um profissional” ou “responder imediatamente com um e-mail”. Essas ações devem ser as mais claras e específicas possíveis. De fato, o objetivo final da organização é resolver o estado de desordem e impedir sua repetição”, afirma. Quando terminarmos esta lista, apenas será preciso “executar serenamente essas tarefas”. Kondo tem uma lista de assuntos pendentes em sua agenda. “Cada vez que concluo uma tarefa, vou ‘ticando’ ao lado. À medida que vou completando as tarefas uma a uma, sinto uma alegre sensação de leveza. Parece simples, mas este é exatamente o momento que me traz alegria.”

Separar por categorias. Uma das novidades em matéria de organização sugerida por Kondo é seu conselho de não organizar por cômodos, mas por categorias: primeiro roupas, depois livros e objetos variados e terminar com pertences de valor sentimental. De acordo com a autora, ninguém melhor que você para estabelecer essas categorias no trabalho, mas seria possível agrupar os e-mails e telefonemas pendentes em um intervalo de tempo limitado; programar todas as reuniões no mesmo dia; dedicar apenas uma tarde por semana à preparação de relatórios…

Descartar. Se falamos de objetos materiais, o método KonMari leva seus seguidores a se livrar de mais da metade de seus pertences, depois de verificar que eles não trazem felicidade. Aplicá-lo no trabalho e na vida é eliminar pessoas e obrigações que não nos fazem felizes; estarmos rodeados apenas por aquelas que nos trazem felicidade.

Gratidão. Antes de nos despedirmos de algo ou alguém, Kondo aconselha agradecer em silêncio o serviço que nos prestaram. No escritório, isso pode significar dizer não para um evento, mas agradecer por ter sido convidado.

Fontehttps://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/18/cultura/1524081690_126076.html

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Projeto ‘Just be here with me’ – Que tal estarmos mais presentes no dia a dia?

Volto a refletir sobre o modo de viver dos dias atuais, das multitarefas e ao mesmo tempo da dispersão, das conexões tecnológicas e interação em redes sociais na maior parte do tempo, da avalanche de informações que recebemos ou acessamos. No afã de não perdermos esse mundo de conhecimento e múltiplas informações disponíveis, acabamos sem tempo, ou foco, para questões essenciais, para cuidar de alguns aspectos que podem proporcionar mais efetivamente a evolução pessoal e um viver com qualidade e felicidade autêntica. 

E para chamar a atenção sobre isso – sobre esse déficit de presença e de cuidado em relação a seres e coisas importantes para cada um de nós, numa rotina de “ausência” que vai ganhando corpo e que nem nos damos conta -, reproduzo a oportuna publicação feita no blog “Dharmalog.com”, a respeito do singelo e inspirador projeto Just be here with me (Apenas esteja aqui comigo) e da sua Petição de Presença.

Leia, reflita e quem sabe você encontrará um tempinho a mais para estes detalhes… (a seguir):

“Just be here with me: o poema que é uma “Petição por Presença” em tempos de dispersão

Essa semana “esbarrei” no projeto interessante que está rodando a Internet, capitaneado por um poema-manifesto intitulado “Just Be Here With Me” — ou “Apenas Esteja Aqui Comigo“, em português (imagem mais abaixo neste post, que foi compartilhada em várias páginas, inclusive nas redes do Dharmalog – Facebook e Instagram). O poema se intitula também uma “Petição Por Presença“, sendo muito feliz ao elencar elementos e experiências que temos durante todo o dia, durante a vida, em vários momentos, que tem imenso valor (apenas por serem o que são), mas que por distração ou desatenção deixamos passar, como se fosse uma coisa qualquer, e que podem acabar até sendo relegadas a segunda plano (ou a terceiro, quarto etc…). O projeto foi criado pela professora de yoga Morgan Day Cecil, que explica o seguinte:

O projeto foi criado para ajudar todos nós a reinvestir parte daquele precioso tempo e atenção que normalmente gastamos nas redes sociais para outras partes da vida – especificamente para as pessoas e projetos que fazem nosso coração vibrar. Respire fundo e acalme-se. Ouça profundamente. Você ouve isso? Alguém (uma criança, uma esposa, talvez um velho amigo) ou algo (um projeto criativo, uma nova aventura, a vida lá fora) pode estar sussurando, apenas esteja aqui comigo.
— Morgan Day Cecil, Just Be Here With Me

Ao contrário de algumas outras iniciativas que rodam a Internet contendo algum tipo de mensagem saudável por mais presença, essa não condena as redes nem o uso do tempo para as coisas online. “Este projeto não é para sentir culpa sobre a vida online, mas sobre nos dar todo tempo e espaço para ouvir e responder  aos sussurros em nossa vida”.

O poema segue traduzido abaixo, numa tradução livre feito por este blog:

Petição por Presença:

APENAS ESTEJA AQUI COMIGO.

Assinado: A Lua. As estrelas. O verão. Sua xícara de café ainda quente. Sua filha. Seu filho. Seu amor. Seu coração. A grama verde. As flores selvagens. As águas em que você tanto quer nadar. A cor amarela. A cor azul. Seu poema favorito. Seu cobertor favorito. O vento no seu cabelo. As ondas do mar. O ar da montanha. Seu pai. Sua mãe. A chuva. O cone de sorvete. A manteiga derretendo com alho na frigideira. O atendente da mercearia com olhos tristes e gentis. Cartões postais esperando para serem enviados. O esquilo da cidade. O esquilo do país. Júpiter. O álbum de fotos. O rosário da sua avó. Sua música favorita. Papel e caneta. Seu melhor amigo. O dinheiro na sua carteira. O garfo na sua mão. Pincéis e tintas. A postura do cachorro. A cor turqueza. O quase invisível tom de rosa. Deus. O horizonte. A terra sob seus pés. Seu projeto de paixão. A sombra de uma árvore gigante. Este momento, aqui e agora. Seus ossos. Sua gargalhada de doer. Sua respiração. Sua respiração. Sua respiração.

Para participar, siga as instruções como estão sugeridas na página do Just Be Here With Me, ou simplesmente compartilhe com seu comentário ou intenção livre. Você também pode assinar o projeto com seu nome e endereço do seu site.

Abaixo, três imagens que podem ser compartilhadas (em inglês). E no início deste post, uma imagem personalizada feita pelo Dharmalog (em português).

Fonte: http://dharmalog.com/2017/11/23/peticao-por-presenca/

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“Envelhecer Sem Vergonha” – Veja este vídeo e você poderá ter surpresas sobre idade e velhice!

Em tempos de longevidade, de expectativa de vida que seguirá aumentando, é necessário pensar sobre o significado de envelhecimento, de aposentadoria e, claro, rever crenças e paradigmas equivocados.

Quem acompanha meus textos e publicações tem percebido, não é de hoje, o ponto de vista defendendo que a idade que conta mesmo, para valer, é a idade da mente (ou idade psicológica). Idosos podem manter a jovialidade, a despeito dos anos já vividos, da idade formal ou cronológica. O contrário também é verdadeiro. Não é raro encontrarmos pessoas ainda jovens aparentando envelhecimento (mental e biológico) bem mais avançado. Argumentos e evidências nesse sentido são cada vez mais divulgados!

Sobre isso, trago hoje um vídeo muito bacana, mostrando o resultado de excelente campanha – e pesquisa – realizada aqui no Brasil por um dos mais conceituados laboratórios farmacêuticos do mundo, intitulada Envelhecer Sem Vergonha, com o intuito de promover reflexão sobre o envelhecimento.

Ao publicar o vídeo no YouTube, o Laboratório registrou que a referida campanha pretende…

“estimular uma visão mais positiva e otimista sobre o tema, provocando uma mudança de atitude e incentivando o público de todas as idades a ter uma vida saudável, plena, feliz e sem qualquer tipo de vergonha.”

Gostei bastante da campanha, por trazer oportuna e impactante contribuição neste momento em que o fenômeno da longevidade está no foco das atenções. Assim, considero tratar-se de um trabalho meritório e alentador, sobretudo considerando que a população de idosos seguirá crescendo cada vez mais!

Creio que o vídeo poderá lhe trazer algumas surpresas. Assista-o atentamente, reflita e tire as suas conclusões. A meu ver, esse é o tipo de conteúdo que merece amplo compartilhamento. Afinal, velho quem???

Confira a seguir:

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Fortaleça a sua Inteligência Emocional – Novas dicas!

Imagem relacionadaCrédito de imagem: oespacodoconhecimento.com.br

Volto a falar sobre Inteligência Emocional (IE), assunto periodicamente enfocado aqui no blog. A última postagem, por exemplo, tratou  de sinais que indicam se a pessoa é emocionalmente inteligente (https://obemviver.blog.br/2017/08/07/os-18-sinais-que-indicam-que-voce-e-emocionalmente-inteligente/). 

Como tenho assinalado, a IE se insere no contexto do autoconhecimento. Mas o que é mesmo Inteligência Emocional?

De forma resumida, é a capacidade de reconhecer e gerenciar as emoções, ou seja, os nossos sentimentos e os sentimentos dos outros. Assim, é fácil concluir que saber lidar com as emoções faz bem no dia a dia. Segundo algumas autoridades no assunto, como o psicólogo Daniel Goleman, as pessoas emocionalmente inteligentes são mais confiantes, sabem trabalhar na direção de suas metas e demonstram maior adaptabilidade. Pesquisas já divulgadas revelam que, no geral, pessoas que alcançam grande sucesso e ficam famosas têm alto domínio de IE.

Depreende-se, facilmente, que ter alta Inteligência Emocional é fator efetivamente importante para a qualidade do desempenho e da forma de viver de qualquer pessoa. Em termos profissionais essa competência é cada vez mais exigida e valorizada, pois a atuação em equipe e a necessidade de potencializar as relações interpessoais ganha peso significativo, mais e mais, nos ambientes de negócios.

Para ampliar, ou reforçar, a compreensão a respeito do tema, trago hoje outra abordagem ilustrativa, também com sentido prático, de Muriel Maignan Wilkins, publicada na revista Harvard Business Review, que foi mencionada no LinkedIn em postagem de Jéssica Simões, exemplificando comportamentos de quem demonstra baixa IE e, por outro lado, algumas dicas de estratégias para ajudar no reforço dessa competência.

Assim, veja estes sinais de deficiência de IE:

“Você frequentemente tem a sensação de que os outros não entendem o que você fala e isso o deixa frustrado.

Você se surpreende quando as outras pessoas se sensibilizam com seus comentários e sempre acha que elas estão exagerando.

Você acha que ter uma boa relação com as pessoas do seu trabalho não é algo importante.

Você cria, com relação aos outros, as mesmas expectativas que tem sobre si mesmo.

Você culpa os outros pelos problemas que sua equipe de trabalho enfrenta.

Você acha irritante quando alguém espera que você saiba como ele está se sentindo.”

Agora, atente para estas estratégias que podem lhe ajudar com a IE:

“1. Obter feedback. Peça e ouça o feedback. Não se torne defensivo ao que ouvir. Compreenda e utilize como propulsor de mudança em comportamentos negativos seus.

2. Cuidado com a lacuna entre intenção e interpretação. Há uma grande diferença no que dizemos e no que os outros ouvem, ou seja, nem sempre a nossa intenção é a mesma que o impacto causado em quem nos ouve. Independentemente do que você pretende dizer, pense em como suas palavras vão afetar os outros e se é assim que você quer que eles se sintam.

3. Pressione o botão de pausa. Ter alta inteligência emocional significa fazer escolhas sobre como você responderá a situações, em vez de ter uma reação instintiva. Portanto, ouça a si mesmo e pare para ouvir os outros.

4. Usar ambos os sapatos. Desenvolva a empatia colocando-se verdadeiramente no lugar da pessoa, mas não descarte o que você sente. Tenha um equilíbrio em compreender o que é importante para você e para o outro.”

Como estamos aqui no campo do comportamento e do autoconhecimento, tratando de fatores subjetivos e sutis, a evolução nesses aspectos deve ser buscada continuamente, até porque não há fim. Ao contrário, sempre haverá espaço para aperfeiçoamento. Portanto, busque perceber e controlar emoções e sentimentos, nas mais diversas circunstâncias, e você terá incorporado um grande trunfo para a vida e para a carreira profissional. Pense e invista nisso. Vale a pena!

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Inspiração musical com Bert Kaempfert e sua orquestra – Show!!!

Para a nossa inspiração musical neste sábado, volto com a música instrumental. Como sou apreciador das orquestras, em especial das formações que embalavam as festas em grandes salões dançantes, sobretudo por curtir a sonoridade harmoniosa de tantos músicos e instrumentos em atuação conjunta, trago hoje uma bela apresentação da famosa Orquestra de Bert Kaempfert, em turnê ocorrida no ano de 1979!

Bert Kaempfert (1923 – 1980) foi um instrumentista, compositor e arranjador alemão. Liderou a orquestra que trazia o seu nome, tendo alcançado grande sucesso nas décadas de 1960/70.

Neste vídeo (disponível no YouTube), você verá um excelente pot-pourri (ou medley), apresentado pela orquestra e seus primorosos músicos.

Deixe-se embalar:

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Pablo Picasso: definição maravilhosa sobre sentido e propósito de viver!

Imagem relacionada Imagemyoutube.com

Conheci uma citação ontem, circulando pelas redes sociais, que faço questão de publicar aqui. Trata-se de definição maravilhosa de Pablo Picasso (1881 – 1973), destacado pintor, escultor, poeta e dramaturgo espanhol, sobre um dos assuntos (ou fatores) mais importantes quando falamos de autoconhecimento e evolução pessoal. Veja:

“O sentido da vida é encontrar o seu dom. O propósito da vida é compartilhá-lo.”

Que essa síntese, de rara felicidade, traga inspiração para você!

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Relacionamento é fator crítico para um viver mais e melhor – Novas evidências!

Voltando a falar sobre vida longa, na perspectiva positiva do envelhecer de forma ativa e com qualidade de vida, resta cada vez mais evidente que o fator ‘relacionamento’ exerce forte contribuição para que se alcance o desejado estado do viver mais e melhor, segundo comprovações sucessivamente trazidas pelas mais diversas pesquisas.

No meu livro ‘LONGEVIDADE – Como se preparar para uma vida longa e bem-sucedida‘, mencionei que o maior estudo mundial sobre felicidade, da Universidade de Harvard, indica o bom relacionamento como o primeiro fator de correlação de felicidade observado entre as várias faixas etárias pesquisadas. Na segunda parte do livro, demonstro ainda que o fator Relacionamento (familiar, com amigos, social, profissional etc.) é essencial, ou absolutamente crítico, na arquitetura de qualquer projeto de vida, em especial para o pós-50, para a fase da maturidade e da aposentadoria, sobretudo nos tempos atuais, em contexto de expectativa de vida em crescimento contínuo.

A esse pretexto, as pesquisas realizadas pela psicóloga e escritora Susan Pinker, apresentadas em palestra para o “TED Talk”, no ano passado, trazem novas perspectivas e diversos indicadores a respeito da importância das interações sociais, reforçando que o fator relacionamento mostra-se absolutamente fundamental no processo de envelhecimento com qualidade de vida.

A matéria que reproduzo abaixo, publicada no Portal do Envelhecimento, faz um bom resumo desses achados. Estou certo de que você irá gostar. As conclusões são alentadoras, em especial porque revelam que o bem viver na maturidade não requer sofisticação, dependências de recursos e ações externas. Mais do que tudo, a pavimentação para chegar lá depende, em essência, da mentalidade e das atitudes de cada um.

Confira a seguir:

“O segredo para a longevidade

A importância das interações para ser longevo. Construir interações com pessoas em nossas cidades, nosso trabalho, nossos trajetos, assim reforçamos nosso sistema imunológico, inundamos nosso cérebro e sangue de hormônios que causam o bem-estar e nos ajudam a viver mais. Construir essas interações é literalmente uma questão de vida ou morte.

Mais um Ted Talk, e mais um tema de interesse. O vídeo recentemente publicado foi filmado em abril deste ano e seu tópico é o segredo para se viver mais anos, quem promete revelá-lo é Susan Pinker, psicóloga e escritora famosa que teve muitas de suas ideias veiculadas em importantes mídias como New York Times, The Wall Street Journal e The Economist.

E o que Susan Pinker tem a dizer? Em primeiro lugar que em todos os lugares do mundo desenvolvido as mulheres vivem em média seis a oito anos mais que os homens, além disso os homens de países ricos têm duas vezes mais chances de morrer do que as mulheres em qualquer idade.

Mas existe um lugar no mundo que é exceção à regra, um lugar onde a superlongevidade é comum tanto para mulheres como para homens. Esse lugar fica na Sardenha, uma ilha italiana, nessa ilha há seis vezes mais centenários que no continente italiano que fica há poucos quilômetros de distância, e quando comparada a América do Morte possui 10 vezes mais centenários.

Agora, por que nesse lugar os homens vivem tanto quanto as mulheres e ambos vivem muito? Susan Pinker foi até lá descobrir o motivo. O primeiro passo foi ver o perfil genético, ela descobriu que os genes eram responsáveis por apenas 25% da longevidade do local, os outros 75% estavam conectados ao estilo de vida.

Resta a pergunta: qual é esse estilo de vida? A arquitetura nos fornece uma pista, a vista aérea da região mostra um local de grande densidade, casas muito próximas e alamedas e ruas que se entrelaçam. Esse tipo de urbanização garante que a vida dos moradores se cruzem constantemente.

A defesa e a coesão social foram fundamentais para a sobrevivência dessa região, a vila antiga precisou dessa estrutura para se manter em pé. Mas as prioridades urbanas mudaram com o tempo e hoje o isolamento social se tornou um problema de saúde pública. Atualmente um terço da população afirma que só possui duas ou três pessoas com quem contar.

Em Villa Grande, na Sardenha, onde moram vários supercentenários, o cenário é o oposto. Susan Pinker, então, foi entrevistar alguns desses cidadãos, se por um lado Giuseppe Murinu se mostrou extremamente tranquilo e otimista, a entrevista com Giovanni Corrias comprovou, para a felicidade de muitos, que ser otimista e ter pensamentos positivos não são segredos para a longevidade, afinal ao perguntar para Giovanni o porquê de sua longevidade ele apenas resmungou “Ninguém precisa saber meus segredos”.

Giovanni e Giuseppe não compartilhavam da mesma atitude ao se relacionar com estranhos como Susan Pinker, mas a pesquisadora notou que eles assim como outros entrevistados compartilhavam outra coisa. Esses supercentenários estavam sempre cercados por pessoas, familiares, amigos, vizinhos, pelo padre, pelo dono do mercadinho e por aí vai.

E assim pensamos em nós mesmos, como postergar a data de nossa morte? Julianne Holt-Lunstad, pesquisadora da Universidade de Brigham Young abordou essa questão em uma série de estudos. Ela selecionou aspectos relacionados ao estilo de vida de inúmeras pessoas: se fumavam, bebiam, faziam exercícios, eram casados ou solteiros, dieta, frequência com que iam ao médico. Ela anotou os dados de uma série de pessoas da meia idade e esperou sete anos para revisitar os sujeitos e então mapear entre as pessoas que restaram o que mais reduziu as chances de morte, e eis o resultado:

E o que esses dados mostram? Indo do indicador mais fraco para o mais forte. O ar puro, que é ótimo, não prediz quanto tempo vamos viver, ter a hipertensão sob controle também é bom mas ainda é um indicador fraco, assim como o quanto você pesa, seja magro ou gordo, seu peso está apenas em terceiro lugar. Exercício é um indicador moderado assim como recuperação de um problema cardíaco e também tomar vacina da gripe. Sim, tomar vacina da gripe te protege mais do que fazer exercício.

Os indicadores começam a ficar mais fortes, parar de beber e parar de fumar aumentam sua expectativa de vida, mas não tanto quanto os dois primeiros itens, duas características da vida social. Em segundo lugar vem as relações mais próximas, são as pessoas que pedimos dinheiro emprestado, que nos levam no hospital se precisarmos e que estarão conosco em momentos de crises existências, a existência dessas pessoas é um forte indicador de quão longevos seremos. E por fim, em primeiro lugar nos indicadores está a interação social, ela se refere ao quanto interagimos durante o dia, com quantas pessoas conversamos, podem ser laços fracos ou fortes, seu melhor amigo ou o porteiro, o cobrador do ônibus, o garçom daquele restaurante que sempre frequentamos.

No mundo cada vez mais digital que vivemos e sabendo que as interações sociais são os maiores indicadores de longevidade é necessário se perguntar se o cara a cara e o virtual são equivalentes. A resposta curta é não, a conexão do olhar, ou o “toca aqui” é suficiente para liberar oxitocina, o contato pessoal libera uma série de neurotransmissores que a internet não consegue proporcionar. Mas, ainda cabe aqui a ressalva de que a tecnologia está constantemente evoluindo com ferramentas como Facetime e Skype que tornam a interação cada vez mais próxima do que seria caso fosse presencial.

Por fim, voltamos a questão de o porquê mulheres viverem mais do que homens, ao que tudo indica elas priorizam relacionamentos cara a cara ao longo da vida. O poder do contato cara a cara é real, é a razão de porquê há menores índices de demência entre pessoas sociáveis, essas pessoas criam um escudo biológico contra doenças e o declínio no geral e isso ocorre não só em humanos. O antropólogo Joan Silk mostrou que fêmeas de babuínos que possuíam pelo menos 3 relacionamentos estáveis, um grupo de amigas, apresentavam menos estresse (por meio de seus níveis de cortisol) além de viverem mais.

Susan Pinker termina seu Ted Talk reforçando a importância das interações, esse é seu recado para ser longevo. Construir interações com pessoas em nossas cidades, nosso trabalho, nossos trajetos, assim reforçamos nosso sistema imunológico, inundamos nosso cérebro e sangue de hormônios que causam o bem-estar e nos ajudam a viver mais. Construir essas interações é literalmente uma questão de vida ou morte.

Fonte – https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/o-segredo-para-longevidade/

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“Não fui eu que escrevi isso” – Sobre as falsas autorias que circulam na internet!

Mais uma vez, volto a falar sobre a onda de publicações falsas pela Internet. É, sem dúvida, uma coisa de louco, pois o volume de tais postagens parece ganhar força com o passar dos dias!

Sem qualquer responsabilidade, são publicadas por aí mensagens, pensamentos, frases dos mais diversos teores – normalmente elogiáveis pela forma e conteúdo – com indicação inverídica de autoria. E parece, ao que tudo indica, que essa “gracinha” dá audiência, agrada. Como você já deve ter observado, algumas personalidades são as favoritas desses inescrupulosos, a exemplo de Fernando Pessoa, Papa Francisco, Clarice Lispector, Arnaldo Jabor. A lista é longa…

Diante dessa reprovável realidade, resta-nos estar cada vez mais atentos. O mínimo que cabe a cada um de nós, para não ver alimentado o ego desses falsificadores, é evitar o compartilhamento de mensagem recebida de fonte duvidosa, sem indicação de fonte e/ou que levante algum tipo de suspeita. Na dúvida, não passe adiante sem antes conferir a verdadeira autoria, cuja pesquisa, no geral, pode ser realizada sem maiores dificuldades/sofrimentos. Os grandes sites de busca (Google e outros) facilitam o trabalho.

Bem, para enriquecer o assunto, transcrevo excelente artigo da professora de literatura Elaine Rodrigues, publicado no seu blog ‘e-Redigindo‘. Trata-se de texto oportuno e que oferece boas dicas. Creio que lhe serão úteis.

Confira a seguir:

“Foi Clarice quem disse?

Acordei com um pesadelo terrível: sonhei que ia para fora do Brasil (vou mesmo em agosto) e quando voltava ficava sabendo que muita gente tinha escrito coisas e assinava embaixo meu nome. Eu reclamava, dizia que não era eu, e ninguém acreditava, e riam de mim. Aí não aguentei e acordei.” Clarice Lispector (Citação confirmada pelo biógrafo da autora, Benjamin Moser.)

Acho que o pesadelo de Clarice se realizou.

Se por um lado alguns se sentem acolhidos pelas supostas frases de Clarice Lispector,  por outro há leitores que reclamam por verem a obra de uma das maiores escritores brasileiras ser deturpada na internet.  Dizem até que a autora é campeã das citações falsas no Facebook.  Mas o fato é que a nossa Lispector caiu no gosto do povo, de um jeito ou de outro.
E se você não se importa muito com a autoria das citações que compartilha, mas apenas com a mensagem, também não ficará surpreso se eu disser que os seguintes textos atribuídos à Clarice nunca foram escritos por ela:

“Não tenho mais tempo algum, ser feliz me consome” Adélia Prado, O Pelicano.

“Mude. Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.” Edson Marques

Agora entendo a reclamação de Clarice no sonho. Tem coisa pior do que alguém dizer que você falou algo, sem nunca ter falado?  E não se sinta envergonhado se você acaba de perceber que compartilhou frase fake.  Luís Fernando Veríssimo disse, em uma palestra que participei (Pauliceia Literária/SP), que é impossível controlar as citações na internet. O escritor até brincou dizendo que é reconhecido em outros países por textos que não pertencem a ele.
Nem a escritora Tati Bernardi escapou da “fake phrase”,  veja o que ela escreveu:

“Sempre achei bonitinha a frase ‘Tenho medos bobos e coragens absurdas’.  Vejo sempre espalhada pela internet como sendo da Clarice e pensava “é meio fraca pra ser dela, mas eu poderia ter dito isso”.  Daí tô limpando meu computador, arrumando uns arquivos, e descobri que em 2005 quem escreveu essa frase fui eu mesma. Eu era fã de uma frase e a frase era minha! A internet deixa a gente tão louco que eu mesma me falsifiquei.”

Então, como reconhecer uma citação verdadeira?

Os textos originais trazem características literárias do autor.  Por isso, uma boa maneira de saber se a frase é verdadeira ou não é conhecer essas características.  A escrita de Clarice Lispector, por exemplo, possui algumas peculiaridades: questionamentos existenciais, introspecção, epifania, fluxo de consciência (ideias expressas do jeito que surgem na cabeça,  pensamento não linear) etc.

Além disso, a citação verídica geralmente traz a referência do livro a qual pertence. E aqui vai algumas frases legítimas de Clarice:

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“Experimento viver sem passado sem presente e sem futuro e eis-me aqui livre. É de manhã. O mundo tão alegre como um circo desvalido.” Um Sopro de Vida

Chorava enfim dentro do meu inferno. […] E no soluço Deus veio a mim, e me ocupava toda agora. Ele nunca podia ser entendido por mim senão como O entendi: me quebrando com uma flor que ao nascer mal suporta se erguer e parece quebrar-se.” A paixão segundo G.H., página 140

“Eu sou mansa mas minha função de viver é feroz.” A paixão segundo G.H

“A mulher esclarecida estuda, lê, é moderna. E não tem de trazer necessariamente um diploma ou título, […] ela é compreensiva e humana e despoja-se do sentimentalismo barato e inútil.” Clarice na cabeceira: jornalismo, página 91

Dá-me a tua mão desconhecida, que a vida está me doendo e não sei como falar — a realidade é delicada demais […] e minha imaginação é pesada.” A paixão segundo G.H, página 32

Portanto, sugiro que você entre em contato com as obras dos escritores para acabar de  vez com a dúvida sobre as citações na internet — leia Clarice Lispector.

Fonte: https://eredigindo.wordpress.com/2018/04/07/quem-disse/

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