Esta estratégia para a educação das crianças chamou minha atenção. Confira!

Faço referência hoje a interessante matéria publicada dia 25 no Portal Raízes, com Daniel Becker, médico pediatra, a respeito de educação das crianças.

Os alertas, orientações e dicas do Dr Daniel, trazidos na publicação, despertaram prontamente a minha curiosidade. Enxerguei no conjunto do argumento grande pertinência e real utilidade.

No meu caso, em particular, digo isso porque, depois de mais de três décadas sem lidar com crianças, pois meu filho mais novo já vai para os quarenta, fui presenteado com o netinho Filippo, três meses atrás. Assim, sou estreante nesse doce ofício de ser avô e preciso dar conta do recado da melhor maneira possível!

Em suma, achei de muita propriedade e sabedoria os conselhos trazidos na referida matéria, imaginando que também podem ser interessantes e úteis para muita gente.

A questão é: se podemos educar de forma mais leve, brincando, por que não rever antigas estratégias?

Confira a seguir:

“Ao Invés De Gritar, Brinque Com Seu Filho E Ele Vai Cooperar – Daniel Becker

A educação autoritária ou violenta faz parte da história de muitos de nós. Por isso, usar a brincadeira para educar pode parecer estranho.

Mas a ideia tem uma lógica, e é infinitamente mais eficaz e menos estressante. A brincadeira e a fantasia são as linguagens essenciais da infância. É através delas que as crianças conhecem e compreendem a si mesmas e o mundo, que se expressam e aprendem.

A brincadeira tem um efeito tão potente no cérebro infantil que a criança se sente atraída para ela, mesmo numa crise de mau humor ou irritabilidade.

O cérebro das crianças está programado para aprender brincando. Embora possa parecer mais eficaz dar uma ordem ou repreender em voz alta ou severa, eles aprenderão melhor quando você responder com humor e fantasia. Por exemplo, com a voz de robô ou de um locutor de futebol.

O riso alivia a resposta ao estresse e desarma o medo. Quando você brinca para corrigir o comportamento de uma criança, os hormônios do estresse em seu corpo começam a diminuir e sua reação de luta ou fuga se acalma. Ela estará mais aberta para aprender e colaborar. Nada melhor que brincar para desatar nós e desarmar disputas de poder.

Além disso, você estimula a sua criatividade e imaginação, e “treina” para desenvolver algo que nos salva tantas vezes: o bom humor. E pesquisas mostram que crianças e pais que brincam muito têm uma conexão mais forte e intensa ao longo da vida.

Somos programados para a interação, para o vínculo. Ao educar seu filho brincando, você reforça a conexão com ele e fortalece um relacionamento baseado na confiança, no afeto e no riso.

Se a criança não aprende como a gente se acostumou a ensinar, vamos mudar e ensinar do jeito que ela aprende melhor.

Para uma criança colaborar, em vez de gritar, fale na língua dela: a brincadeira e a fantasia. Você não imagina o alívio que isso vai trazer. Veja alguns exemplos:

Para uma criança que insiste no “não” quando algo lhe é solicitado: “Ah, tô vendo que você tá com muito não pra falar. Quero que você diga quantos ‘nãos’ quiser. Quando eu falar sim, você fala não, na mesma voz”. Fale sim com vozes de robô, de falsete, imitando uma pessoa cheia de frescuras, um comandante militar, etc. Em seguida, com a criança mais relaxada, proponha, a tarefa e comece a fazer junto com ela.

Uma criança de 2 ou 3 anos contrariada quer bater em você: Antes de mais nada, diga “aqui em casa ninguém bate em ninguém”, para reforçar valores fundamentais. Mas depois transforme isso em brincadeira: “Ah, mas você tá precisando bater! Pega essa almofada e bate no sofá!” Enquanto isso, pegue outra e comece uma a guerra de travesseiros. Quem não gosta de uma?

Para uma criança choramingando, diga: “Xiiii, acho que a sua voz normal se perdeu! Precisamos procurá-la!! Vamos ser os detetives! Onde será que ela se escondeu? Veja embaixo da mesa. Não, vamos procurar nas gavetas!” Deixe ela liderar a procura: “Ah, achou! Que bom, pensei que a gente numa mais ia encontrar!”.

Dois irmãos brigando por um brinquedo? Use a brincadeira do locutor: “Atenção, aqui é o locutor papai transmitindo ao vivo diretamente do quarto das crianças! A disputa do século está acontecendo por causa do carrinho vermelho. Será que eles conseguem resolver a questão ou teremos que guardar o carrinho?”. Depois entreviste ambos, perguntando qual a versão de cada um e as soluções que propõem, sem julgar ou escolher por eles.

Fonte: https://www.portalraizes.com/se-ao-inves-de-gritar-voce-brincar-com-seu-filho-ele-vai-cooperar-daniel-becker/

Publicado em Educação, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento | 1 Comentário

‘Psicologia positiva: dá para aprender a ser feliz!’

Problemas, limitações, pontos fracos, mau humor todo mundo tem, com maior ou menor intensidade e frequência. Por outro lado, cada indivíduo também tem os seus talentos, potencialidades, diferenciais, preferências. Um dos segredos para nos tornarmos mais dispostos, produtivos e felizes é focar e valorizar os nossos pontos fortes.

Essa é a grande sacada da chamada Psicologia Positiva (movimento científico que estuda os hábitos da vida feliz), sobretudo porque, como vem sendo revelado, cultivar uma mentalidade positiva é fundamental para o bem-estar – e isso pode muito bem ser aprendido!

Para explorar o assunto, nessa tônica motivadora despertada pela Psicologia Positiva, destaco hoje esta importante matéria, postada dia 29 de junho no Blog Maturi, do site Maturi Jobs.

Uma publicação que traz inspiração para o bem viver e que, por isso mesmo, vale muito a leitura. Confira a seguir:

“Psicologia positiva: dá para aprender a ser feliz!

Psicologia positiva: dá para aprender a ser feliz! - Maturi

Carol Romano, mestre em Psicologia Positiva e psicanalista, ensina que devemos valorizar as nossas habilidades e nos dedicar a fazer coisas que nos dão prazer.

O Brasil caiu doze posições, durante a pandemia do coronavírus, no ranking global da felicidade, de acordo com o Relatório Mundial da Felicidade, elaborado pela empresa de pesquisas Gallup em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU). No ranking, divulgado em março, o país ocupa a 41ª posição.

A “nota” atribuída ao Brasil – baseada em dados de 2020 – é de 6,110. Essa é a menor média para o país desde 2005, quando o instituto de pesquisas começou sua avaliação. Para medir o nível de felicidade, o relatório leva em consideração uma “variedade de medidas de bem-estar subjetivas”, além de variáveis que medem condições econômicas e sociais.

Mas quais seriam essas medidas? O dinheiro, o bem-estar, o sucesso profissional? Para tentar entender o que nos motiva e nos torna mais satisfeitos com a vida, nasceu um braço da psicologia chamado de positiva.

Esta ciência propõe identificar e validar as escolhas e atitudes que colaboram ou não para aumentar o nosso nível de satisfação com a vida ao revelar como podemos criar, hoje, situações e ambientes férteis para que a satisfação autêntica e duradoura possa florescer.

“Não existem emoções negativas ou positivas, mas sim a forma de que reagimos a elas”, ensina Carol Romano, mestre em Psicologia Positiva e psicanalista. “Temos de criar comportamentos que nos remeta um estado de espírito que nos dá prazer. A felicidade é uma habilidade a ser adquirida pelas pessoas como músculos que devemos exercitar todos os dias”.

A psicologia positiva se baseia no fato de que assim como os pensamentos negativos podem ser aprendidos, os pensamentos positivos e otimistas também. Esta foi uma das descobertas de Martin Seligman, então presidente da Associação Americana de Psicologia (APA), na década de 90 que se dedicou a estudar os melhores aspectos das pessoas.

Depois de ter dedicado anos de sua carreira ao estudo das desordens mentais, com foco nos estados mentais e na depressão, passou a defender com fervor o reconhecimento e aplicação da Psicologia Positiva. Um dos marcos deste momento de transformação foi exatamente o lançamento do seu livro – Felicidade Autêntica, onde apresentou seus primeiros estudos e embasamentos sobre a ciência do bem-estar. Para ele, se a positividade poderia ser desenvolvida, todos os demais aspectos relacionados a ela também.

“Acredito que dá para aprender a ser feliz. Mas tem de ser uma busca consciente e constante. Dalai Lama ensina que cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a melhor saúde mental e a felicidade”, argumenta a consultora de inovação empreendedora Maker Brands. “Aumentar o nosso nível de satisfação com a vida em geral é uma escolha, um investimento. É muito diferente de querer ser feliz a qualquer custo”.

Não se trata de ignorar o que não funciona, os problemas e as dificuldades do dia a dia. E sim destacar e valorizar o que está funcionando bem. Ao invés de se concentrar nas disfunções e fraquezas, concentram-se no que é funcional e forte. Segundo Seligman, o bem-estar pode ser medido em cinco fatores :

  1. Emoção Positiva: diz respeito às partes essenciais do bem-estar. É quando as pessoas conseguem olhar para o passado com alegria, para o futuro com esperança e aproveitam o presente.
  2. Engajamento: é quando as pessoas conseguem focar completamente em atividades que estão realizando. Ou seja, têm atenção plena no momento presente, entrando em Estado de Flow.
  3. Estabelecer Relacionamentos: característica da natureza humana. É comprovado que o bem-estar aumenta ao passo que construímos relacionamentos duradouros com familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho.
  4. Significado: se refere ao que dá sentido à vida das pessoas. Isso pode se fazer através de voluntariado, contribuição política, prática religiosa ou apoio a causas sociais.
  5. Realizações: o aspecto que corresponde ao sentimento de vitória em algum momento da vida. É olhar para as experiências do passado e se sentir realizado pelo que fez.

Estudo pelo mundo

Em 2018, Carol mergulhou em uma imersão na comunidade centenária de Okinawa, no Japão, para compreender a relação entre longevidade e bem-estar. Desta experiência, conta que uma das mulheres mais velhas da ilha, estava sempre sorrindo mesmo depois de um dia duro de trabalho. Perguntando qual seria o segredo, obteve como resposta que primeiro, selecionava as notícias ou informações que colocava para dentro de sua mente e segundo, que não se preocupava, pois sabia que de alguma forma a comunidade e a família estariam ali para ampará-la. “ Este senso de pertencimento, de ter um ambiente colaborativo é muito importante, principalmente para os mais idosos. Isto dá uma base para que a gente possa cultivar as emoções positivas”.

A cidade japonesa faz parte da chamada Zona Azul. O termo foi cunhado pelo pesquisador, jornalista e fundador do projeto Blue Zones, Dan Buettner que visitou cinco regiões do planeta: Okinawa (Japão), Sardenha (Itália), Loma Linda (Califórnia), Nicoya (Costa Rica) e Icária (Grécia) para estudar os fatores da vida saudável. Em um livro com o mesmo nome lançado em 2018, listou nove práticas que podemos aplicar em nosso dia a dia:

1- Movimente-se: é importantíssimo ser uma pessoa ativa, então, caminhe o máximo que puder durante o seu dia a dia, organize sua casa, cuide do jardim e etc.

2- Fuja do estresse: arrume formas de se estressar menos, seja rezando, meditando, praticando um esporte ou hobbies.

3- Coma pouco: pare de comer quando estiver com 80% do seu estômago cheio.

4- Coma pouca carne: siga uma dieta rica em vegetais, frutas, verduras e legumes, enfim, uma alimentação balanceada.

5- Beba com moderação: aquele tacinha de vinho diária pode fazer bem.

6- Fé: não importa qual é a sua religião, o importante é praticar a espiritualidade de alguma forma.

7- Amor: crie laços afetivos fortes, ame mais! Tenha família e amigos próximos a você.

8- Socialize: manter uma rede de afetos é bom para a longevidade.

9- Tenha um propósito: ter um objetivo na vida é essencial.

Carol também fez uma imersão no Butão para compreender como o país aplica o FIB (índice de Felicidade Interna Bruta) na prática, em 2013. Para aprofundar seus estudos, dois anos depois especializou-se em psicologia positiva com o professor Tal Ben Shahar, de Harvard. Em 2017, fez o curso de Liderança para Transição, na Schumacher College. No mesmo ano, criou a Jornada da Felicidade, processo de autodesenvolvimento que conecta psicologia positiva, coaching e autoconhecimento.

Segundo ela: “estamos em uma constante lapidação de nós mesmos, a partir de tudo isso que acontece na vida. Todos temos defeitos, mas não podemos nos focar só neles. Temos de valorizar as nossas habilidades, no que somos bons. É uma prática que foge da nossa educação, da nossa cultura, que é muito forte e é calcada na dor, na superação, no sofrimento. Não tem de ser assim.”

O lado negativo

Um pesquisa divulgada pela FGV Social, Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, intitulada “Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia”, apontou que a raiva, preocupação, estresse e tristeza foram sentimentos que se tornaram mais presentes na vida dos brasileiros, de 2019 para 2020. A raiva, por exemplo, subiu de 19% em 2019 para 24% em 2020, entre as pessoas com 15 anos ou mais, resultando em uma diferença de 5 pontos percentuais.

“Sei que passamos por um período muito difícil aqui no Brasil. Não ainda querer esconder o mal com peneira. Ao longo da nosso vida teremos momentos de frustrações, luto, faltas. A vida é feita disto. O que a gente propõe é equalizar este dor de maneira consciente com sentimentos mais positivos. Em vez de ficarmos valorizando o que não temos, é agradecer e entender o que podemos aprender com a situação que estamos vivendo”, pondera a coaching.

E como encaixar isto tudo no nosso dia a dia? Fazendo pausas e nos dedicando a gestos que nos faz bem: ler um livro, cozinhar, telefonar para um amigo. Uma outra dica é cultivar a gratidão e o perdão. “Estes dois são emoções com altíssima vibração e nos leva a este lugar de bem-estar. O importante é manter uma constância”.

O conselho é criar o hábito de cultivar as emoções positivas. Ao nos depararmos com um conflito, buscar dissolvê-lo e transformá-lo em aprendizado usando a nossa capacidade cognitiva.  É a partir do processo cognitivo que o ser humano consegue desenvolver suas capacidades intelectuais e emocionais, isto é, linguagem, pensamento, memória, raciocínio, capacidade de compreensão, percepção etc.

Portanto, o desenvolvimento cognitivo de cada pessoa afeta diretamente a forma como ela se comporta, aprende, recebe e elabora as informações ao seu redor. Trazendo o termo ainda mais para o contexto psicológico, a cognição é responsável pela regulação emocional, controle de impulsos e tomada de decisão — fundamentais para a saúde mental, qualidade de vida e relações interpessoais. “Usar destas ferramentas para ser feliz é a nossa meta”, assinala Carol. E finaliza com um dica para os maturis:

“Não espere o amanhã, a aposentadoria, a viagem dos sonhos para valorizar o que lhe dá prazer, faça isso agora.”

Fonte: https://www.maturi.com.br/inspiracao/psicologia-positiva-da-para-aprender-a-ser-feliz/

Publicado em Motivação e crescimento humano, O ser humano no contexto das organizações, Psicologia e comportamento | Marcado com , | 5 Comentários

Sábado e música – TIÊ e o sucesso A NOITE (ao vivo) !!!

Para dias mais frios e de maior aconchego, como os que estamos passando neste inverno, avalio que as músicas mais românticas caem ainda melhor!

Por conta disso, selecionei para este sábado um vídeo gostoso de assistir, gravado ao vivo pela artista Tiê, cantora e compositora paulista, interpretando a canção A NOITE, um sucesso contemporâneo muito ouvido pelo país afora.

Segundo informações que encontrei na Wikipédia, essa composição musical é uma adaptação, feita por Tiê, em parceria com Adriano Cintra, Rita Wainer e André Whoong, para a canção “La notte“, da artista italiana Arisa, composta originalmente por Giuseppe Anastasi.

Voltando ao vídeo, a apresentação ficou legal e me agradou bastante, pela sonoridade e ambientação geral, o que inclui a performance da cantora, o bom acompanhamento instrumental e a participação do público. Interessante é que, mesmo diante de uma mensagem que fala de decepção amorosa, chamam a atenção, em especial, a tranquilidade e a leveza passadas pela artista!

A gravação aconteceu no Espaço Youtube RJ, dia 25 de Junho 2019.

O vídeo foi publicado no canal tiemusica.

Curta a seguir:

Publicado em Músicas | Marcado com , , | 6 Comentários

Viver no meio da bagunça não é coisa boa. Veja!!!

Para quem é desorganizado, ou convive com alguém assim, que passa os dias, meses e anos em ambiente bagunçado, é bom saber que esse jeito de viver traz comprometimentos em termos de desempenho, de saúde física e mental e outros.

Sobre o tema, repercuto o interessante artigo “Melhor arrumar sua mesa: bagunça prejudica raciocínio, saúde e relações“, publicado ontem no blog VivaBem.UOL. O texto aborda possíveis origens para esse tipo de comportamento (ser desorganizado), possíveis consequências para a pessoa e sugere possibilidades para a superação do problema.

Por acreditar que o grupo de indivíduos bagunceiros é significativo, o artigo pode ser bastante oportuno, esclarecedor e pode despertar muita gente para essa situação nada vantajosa, cuja realidade e consequentes estragos podem (até) estar passando despercebidos.

Leia acessando o link abaixo:

iStock
Imagem: iStock
Publicado em Educação, Psicologia e comportamento, Saúde | 2 Comentários

“Os SINAIS de Que Você Está no Caminho do Fracasso (AFASTE-SE)” – vídeo com conteúdo indispensável!

Dentro do princípio da EPP (Evolução Pessoal Permanente), que procuro ter sempre ativado na minha mente, selecionei para hoje outro vídeo bacana do canal (YouTube) SUPERLEITURAS, mais um trabalho provocativo e que merece nossa reflexão, com o título “Os SINAIS de Que Você Está no Caminho do Fracasso (AFASTE-SE)”, produzido com interessante ilustração e bom dinamismo (“vídeo animado”).

E o foco da abordagem é tema por demais importante: a procrastinação!

O conteúdo mostra diversas perspectivas e traz dicas preciosas de como sair dessa armadilha, como sair da tal zona de conforto, que tanto atrasa a vida (o crescimento) de muita gente e, como as coisas não são regidas pelo acaso, essa pode ser causa determinante para o fracasso pessoal. Até porque, as armadilhas e chuvas de conteúdos e ofertas de diversões inundam a vida nos dias de hoje. São muitas tentações para a dispersão, convenhamos!

Para essa abordagem, algumas palavras de ordem veem naturalmente à tona: foco, determinação, coragem, atitude, autoconsciência, autocompromisso etc.. Obviamente, sem perda dessa essência, há que se manter o bom equilíbrio entre o senso realizador (o de perseguir os objetivos, as metas, o sucesso, superando desafios e medos) e a qualidade de vida. São cartas que estão na mesa e que precisam ser permanentemente trabalhadas, com equilíbrio e inteligência, assim compreendo.

Vale a pena ficar por dentro, até mesmo relembrar alguma coisa do que você vai ver e ouvir… ou melhor, vale ficar esperto a esse respeito!!!

O vídeo tem duração de apenas 8:32. Indispensável!

Publicado em Educação, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Vídeos diversos | Marcado com | 5 Comentários

“O melhor estado da vida não é estar apaixonado, é estar tranquilo” – Boa e importante reflexão!

Neste começo de semana, trago, para reflexões, artigo bem escrito e com conteúdo edificante, do site A Mente É Maravilhosa, dentro da grande área “psicologia e comportamento”.

O artigo argumenta que encontrar o amor, estar apaixonado, pode não trazer a tranquilidade interior que a pessoa estaria buscando para sentir-se bem. Ao contrário, segundo a lógica apresentada, estar tranquilo é condição antecedente!

A meu ver, essa linha de raciocínio faz todo o sentido, por tudo o que se pode depreender em termos de sabedoria de vida!

Mais uma vez, segundo evidenciado no texto, o autoconhecimento é boa raiz para o bem viver, para a paz interior. Como sabemos, pessoas podem ter tudo, aparentemente, e seguirem em estado de insatisfação. Diria que isso é até mesmo natural para a maioria dos humanos. Contudo, não custa buscar aprendizados e autodescobertas para mitigar essa busca que pode não ter fim, promovendo sérios comprometimentos para a qualidade de vida, o desempenho desejado e a boa saúde física e mental do indivíduo.

O interessante texto, de leitura leve, apesar do seu instigante teor, oferece ainda, ao final, três sugestões para que a pessoa alcance a sua calma interna.

Um tema relevante, que merece atenção! Confira a seguir:

“O melhor estado da vida não é estar apaixonado, é estar tranquilo

O melhor estado da vida não é estar apaixonado, é estar tranquilo

Com o tempo, costumamos descobrir que o melhor estado da vida não é estar apaixonado, e sim estar tranquilo. Só quando uma pessoa consegue alcançar esse equilíbrio interior onde nada sobra e nada falta é que ela se sente mais plena do que nunca. Assim, o amor pode até aparecer, se é o que você deseja, embora não seja uma necessidade obrigatória.

É curioso como a maior parte das pessoas continua tendo como principal objetivo encontrar o parceiro perfeito. Cada vez temos mais aplicativos nos nossos celulares para facilitar essas buscas. Também não faltam os clássicos programas de televisão em horário nobre orientados para o mesmo fim. Buscamos e buscamos neste vasto oceano sem termos feito antes uma viagem essencial: a do autoconhecimento.

O fato de não ter realizado esta necessitada peregrinação através do nosso interior para investigar vazios e necessidades faz com que às vezes acabemos por escolher companheiros de viagem errados. As relações efêmeras que acabam inscritas na solidão dos nossos travesseiros, tão cheias de sonhos rotos e lágrimas sufocadas. Tanto que são muitas as pessoas que passam grande parte do seu ciclo de vida saltando de pedra em pedra, de coração em coração, armazenando decepções, amarguras e desapontamentos tristes.

No meio deste cenário, assim como disse Graham Greene no seu romance “Fim de Caso”, só temos duas opções: olhar para trás ou olhar para frente. Se andarmos de mãos dadas com a experiência e a sabedoria, vamos tomar o caminho certo: o do interior. É quando devemos arrumar o labirinto das nossas emoções para encontrar o tão precioso equilíbrio.

O melhor estado da vida é estar tranquilo

A tranquilidade não significa ausência de emoções. Também não tem a ver com renúncia alguma ao amor ou a essa paixão que nos dignifica, essa que nos dá asas e também raízes. A pessoa tranquila não evita nenhuma dessas dimensões, mas as vê a partir dessa perspectiva em que sabe muito bem onde estão os limites, onde essa moderação ilumina a nossa paz interior, como se fosse um farol numa noite escura.

Vivemos em uma cultura de massas que impõe que devemos buscar um parceiro, como se dessa forma pudéssemos finalmente alcançar a tão desejada autorrealização. Frases como “quando tiver uma namorada vai se acalmar” ou “todos os seus problemas serão resolvidos quando você encontrar o seu homem ideal”, não fazem nada além de anular de forma constante a nossa identidade para edificar uma idealização absolutista e errônea do amor.

O melhor estado do ser humano não é amar até ser anulado. Não é dar tudo até que os nossos direitos de vida sejam atenuados só por causa desse medo insondável de estar sozinho. O melhor estado é estar tranquilo, com uma harmonia interior adequada, onde não há espaço para os vazios, para os apegos desesperados ou das idealizações impossíveis.

Porque o amor, por muito que nos digam, nem sempre justifica tudo. Não significa que temos que abandonar a nós mesmos.

Como alcançar a tranquilidade interior

Antoine de Saint-Exupéry disse uma vez que o campo da consciência é limitado: ele só aceita um problema de cada vez. Esta frase contém uma realidade evidente. As pessoas acumulam na sua mente uma infinidade de problemas, objetivos, necessidades e desejos. O curioso de tudo isso é que há quem chegue a acreditar que o amor soluciona tudo, que é esse bálsamo multiuso que resolve tudo, que ordena tudo.

No entanto, antes de nos lançarmos ao vazio esperando ter sorte no amor, o mais adequado é ir devagar. A primeira coisa a fazer será alcançar essa calma, essa tranquilidade interior onde podemos reorganizar nossos quebra-cabeças pessoais para adquirir força e temperança. Vamos agora refletir sobre uma série de dimensões que podem nos ajudar a alcançar este objetivo.

Chaves para alcançar o equilíbrio interno

Acredite ou não, em algum ponto do nosso ciclo de vida, este momento sempre vai chegar. Esse instante em que iremos dizer a nós mesmos “desejo calma, quero encontrar o meu equilíbrio interior” para estar tranquilo. É um modo excepcional de favorecer o nosso crescimento pessoal, e para o alcançar, nada melhor do que promover essas mudanças.

  • A primeira coisa que faremos é aprender a diferenciar quais das relações que temos atualmente não são satisfatórias. Ninguém poderá alcançar essa tranquilidade tão ansiada se contar com um vínculo nocivo entre os laços familiares, de amizade ou de trabalho.
  • O segundo passo é tomar uma decisão essencial: deixar de ser a vítima. De certa forma, todos a somos em algum aspecto: vítimas desses laços nocivos referenciados anteriormente, vítimas das nossas inseguranças, das nossas obsessões ou limitações. Temos que ser capazes de reprogramar as nossas atitudes para alimentar a coragem e derrubar todas essas cercas.
  • Uma vez conseguidos os dois passos anteriores, é necessário chegar a um terceiro e maravilhoso escalão. Devemos ter um propósito, uma determinação clara e definida: ser felizes. Temos que cultivar essa felicidade simples em que a pessoa finalmente se sente bem como é, pelo que tem e pelo que conseguiu alcançar. Essa complacência nutrida pelas raízes do amor próprio nos trará sem dúvida um grande equilíbrio.

As pessoas cujo equilíbrio respira no coração e cuja tranquilidade habita a mente não veem o amor como uma necessidade ou como um desejo desesperado. O amor não é algo que chega para resgatá-las, porque a pessoa tranquila já não precisa ser salva. O amor é um tesouro precioso que uma pessoa encontra e decide, por liberdade e vontade própria, cuidar dele como a dimensão mais bela do ser humano.

Veja a publicação original: https://amenteemaravilhosa.com.br/melhor-estado-vida-estar-tranquilo/

Publicado em Meditação e Espiritualidade, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento | 2 Comentários

Sábado e música: CELTIC WOMAN apresenta a canção GOING HOME – um vídeo deslumbrante!

Como inspiração musical para este sábado, volto com o grupo feminino irlandês Celtic Woman, em deslumbrante vídeo, publicado em abril/2019, que conta com 2,5 milhões de visualizações.

Essas encantadoras artistas (Megan Walsh, Chloë Agnew, Muirgen O’Mahony e Tara McNeill, ao violino) fazem sucesso interpretando desde músicas tradicionais da Irlanda, em estilo classificado como música celta, até músicas modernas mais variadas. O grupo começou a fazer sucesso em 2005.

Nesse “official video”, que integra o DVD Ancient Land, elas interpretam a canção Going Home, composta por Mary Fahl / Byron Isaacs / Glenn Patscha / John T. Williams.

Vejam que produção, que belíssimo espetáculo!

O vídeo foi publicado no canal Celtic Woman Official. A seguir:

Publicado em Músicas | Marcado com , | 6 Comentários

‘5 desafios para exercitar seu pensamento elástico’ !!!

A ideia é viver, não apenas sobreviver.

Falando hoje sobre estilo de viver, adaptação às mudanças, desempenho e outras variáveis, que têm a ver com o comportamento humano, repercuto o importante e muito oportuno artigo “5 desafios para exercitar seu pensamento elástico”, publicado no portal BBC NEWS Brasil, dia 10 passado.

Temos aí esse conceito de “pensamento elástico”, em cuja argumentação é destacada a necessidade de que haja predisposição para o aprendizado, ou a necessidade de o indivíduo expandir a sua mente, para que não caia na armadilha do “receptor passivo”, conforme explicado.

Trata-se, enfim, de instigar a capacidade cognitiva do leitor (e a sua prontidão para isso), para o que, na parte final do texto, são apresentadas cinco dicas/desafios para você colocar em ação.

Estejamos atentos a isso, cada vez mais, até porque o mundo é impulsionado por constantes – e crescentes – informações e mudanças, além do fato de que, no geral, vamos viver mais, por conta do fenômeno da longevidade!

Confira a seguir:

“5 desafios para exercitar seu pensamento elástico

Desenho minimalista do cérebro humano
GETTY IMAGES

“Aqueles que não conseguem mudar de ideia não conseguem mudar nada”, disse o dramaturgo, crítico e polemista irlandês George Bernard Shaw.

A mudança não é apenas indispensável, mas também inevitável, uma vez que a vida não é estática ou imutável, mas fluida.

Portanto, convém ter uma mente elástica, ou o que os especialistas chamam de flexibilidade cognitiva, a capacidade de adaptar nossos comportamentos, pensamentos e sentimentos de acordo com as circunstâncias.

Poucas vezes isso foi necessário de forma tão dramática e urgente como no período que vivemos desde o início de 2020. Diante da pandemia global, governos, instituições, empresas e pessoas foram forçados a fazer adaptações necessárias e criativas para enfrentar uma situação incerta e em rápida evolução.

As respostas à pandemia, desde a negação e manutenção do status quo até a ação rápida e decisiva para reduzir a propagação do vírus, forneceram um exemplo vivo de por que a elasticidade mental é vital.

Mas, desde muito antes de a covid-19 aparecer nas nossas vidas, sua importância era amplamente reconhecida: várias pesquisas sobre desenvolvimento e tempo de vida mostram que a flexibilidade colabora para o bom desempenho acadêmico, o sucesso no trabalho, a transição bem-sucedida para a idade adulta e, mesmo na velhice, pode mitigar os efeitos do declínio cognitivo.

Uma prova

Tudo indica então que vale a pena ter uma mente elástica. Mas como saber se você tem uma?

“Quando seu cérebro não pode prever algo, ou quando você tem que assimilar novas informações que você não previu, seu cérebro pode se atualizar – isso é o que chamamos de aprendizado – ou pode ignorar os dados dos sentidos e simplesmente insistir com suas próprias previsões “, explicou à BBC Ideas a neurocientista e psicóloga Lisa Feldman Barrett.

“Há uma demonstração bem conhecida de flexibilidade chamada teste de Stroop”, observou o psicólogo Volker Patent.

Nele, eles mostram os nomes das cores escritas com tintas que não combinam…

Palavras coloridas

…e você tem que pressionar os botões coloridos que correspondem ao que diz a palavra, não sua aparência.

“A ideia por trás disso é que, para fazer isso, você tem que mudar diferentes pedaços de informação em sua mente. Em termos simples, o que acontece é que quando você visualiza a cor da palavra, os processos automáticos de leitura da palavra interferem com a capacidade de indicar cores em voz alta. Quanto mais difícil for para uma pessoa, menos flexíveis cognitivamente ela será. “

Ser psicologicamente flexível permite que você faça o melhor uso dos recursos de que dispõe para lidar com o estresse, por exemplo.

Aqueles que sofrem de inflexibilidade psicológica tendem a usar uma gama muito pequena de seus recursos para se adaptar, explica Patent.

“A ideia da flexibilidade psicológica é tirar as pessoas de um estado que os psicólogos chamam de languidez, para um estado em que possam realizar mais do seu potencial.”

“O que os impede de mudar suas vidas de um estado de baixa satisfação para um de maior satisfação geralmente tem a ver com a inflexibilidade na maneira como abordam os problemas que enfrentam.”

Para a doutora Feldman Barrett, há uma lição muito profunda nisso.

“Você pode ter mais controle sobre o seu ambiente. Você não é apenas um receptor passivo do que o mundo lhe dá.”

Um, dois e…

A ideia é ser proativo: passar o tempo cultivando experiências e buscando novas informações. “São oportunidades de se expor a erros de previsão para que seu cérebro possa resolver problemas com mais flexibilidade no futuro.”

“Expor-se a coisas que você não conhece, e talvez até a ideias de que não gosta, pode fazer você se sentir mal no momento, mas acaba sendo um investimento muito bom para o seu bem-estar”, afirma a especialista.

Se você não sabe por onde começar, não se preocupe: aqui estão alguns exercícios, cortesia do físico Leonard Mlodinow, autor de Elastic: Flexible Thinking in a Constant Changing World (Elástico: Pensamento Flexível em um Mundo em Constante Mutação, em tradução livre).

1. Escolha uma ideia na qual você não acredita

Chamo isso de “ideia do dia”.

Não me refiro a fingir. Refiro-me a, sinceramente, tentar imaginar como alguém que pensa diferente de você, mas alguém que você respeita, pode aceitar essa ideia e tentar convencer você disso.

2. Reflita sobre seus erros

Quando cometemos erros, muitas vezes tentamos esquecê-los

Bem, neste exercício, você vai pensar sobre quando cometeu um erro. Lembre-se de um momento em que você estava errado – quanto mais errado e mais importante, melhor – e concentre-se nisso.

Perceba que você nem sempre está certo.

Uma das barreiras para o pensamento elástico é nossa tendência de sempre pensar que estamos certos e continuar nos movendo na mesma direção.

Este exercício ajudará você a se libertar disso.

3. Experimente novos alimentos

Isto é divertido.

Escolha um restaurante ao acaso ou um que você normalmente não iria e peça algo que você normalmente não pediria.

Certifique-se de que não é o prato mais popular, e sim o menos popular.

Ou compre ingredientes que ainda não experimentou, aprenda a cozinhá-los e experimente-os.

Estudos indicam que se testar de forma simples como essa aumenta sua criatividade e imaginação.

4. Fale com estranhos

Seus pais lhe ensinaram: “Não fale com estranhos”.

Bem, seu quarto exercício é desobedecê-los.

Na verdade, converse com pessoas que são tão diferentes de você quanto possível, pessoas que acreditam em coisas diferentes, ou apenas pessoas aleatórias. Tente entender como elas pensam.

Quanto mais você estiver exposto à forma como outras pessoas pensam, mais amplo será o seu pensamento.

5. Veja arte

Não me refiro a um Rembrandt, quero dizer arte que é diferente, mesmo que você não goste.

Veja uma exposição que te exponha a uma arte diferente da que você normalmente vê (você pode fazer isso online). Isso o ajudará a pensar de forma diferente.

A pesquisa mostra que, se você fizer exercícios como esses cinco, sua mente ficará mais elástica, será mais fácil para você se adaptar às mudanças e você poderá ser aquele ou aquela a mudar tudo, como diz Mlodinow.

* Este artigo foi adaptado dos vídeos do BBC Ideas “Five ways to be more elastic in your thinking” e “The benefits of flexible thinking”.

Ver a publicação original: https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-57792872?utm_medium=10todaybr.20210714&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

Publicado em Educação, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Saúde | 2 Comentários

A bela história de um cavalo terapeuta – Impactante – Confira (vídeo) !!!

O cavalo francês Peyo, um garanhão de 14 anos, famoso por suas belas apresentações em competições e shows equestres, vivia a sua vida normal. Entretanto, devido a uma incrível sensibilidade que demonstrava com pessoas seriamente doentes, o cavalo passou a ser visto de forma ainda mais especial. Ele passou a ser levado regularmente a um hospital, para exercer o seu papel de “terapeuta”!

É sobre isso, sobre coisas que desafiam a nossa capacidade de compreensão e de simples racionalidade, que nos mostra o vídeo a seguir, postado no YouTube por Renato Ribeiro, agora no dia 7.

Pesquisando mais um pouco em outros vídeos que falam sobre esse animal, descobri que o cavalo passou a ser chamado Doutor Peyo (“Doctor Peyo”), seu condutor é Hassen Bouchakour e essa atuação inusitada, de cuidado com pessoas enfermas, acontece no Centre Hospitalier de Calais, na França. Os resultados, após cada visita e conexão criada entre Peyo e o paciente, encantam a todos, incluindo médicos e profissionais de saúde em geral.

Como se pode perceber, o vídeo dá mais uma mostra de que dons especiais, até com propósitos curativos, não são reservados exclusivamente aos humanos!

Um vídeo impactante para começar a semana (duração de 3:43). Confira:

Publicado em Ações sociais e humanitárias, Saúde, Vídeos diversos | Deixe um comentário

Sábado e música: “Woman in Love” – Banda THE HSCC e Pina Del Re – É show!!!

Volto hoje, para nossa inspiração musical, com a excelente banda australiana THE HSCC. No vídeo selecionado, o grupo interpreta a linda canção Woman in Love, tendo por convidada a cantora Pina Del Re. Como sempre, mais uma performance HSCC de elevada qualidade!

Essa canção, composta por Barry Alan Gibb e Robin Hugh Gibb, fez grande sucesso na voz de Barbra Streisand, cujo lançamento aconteceu em 1980.

Temos aí um toque romântico para aquecer este sábado de inverno brasileiro!

Curta a seguir:

Publicado em Músicas | Marcado com , , | 3 Comentários