‘Os Benefícios que a Gratidão Traz’ – vídeo com Márcia Luz!!!

Vamos começar as postagens da semana falando sobre GRATIDÃO, esta atitude que está ao alcance de todos e que pode ser transformadora!

Para tanto, selecionei o vídeo “Os Benefícios que a Gratidão Traz”, com abordagem muito interessante trazida por Márcia Luz, psicóloga, escritora e autoridade no tema ‘gratidão’, como resultado de entrevista concedida para um canal de televisão.

O vídeo está publicado no YouTube, no canal Marcia Luz TV, e tem duração de apenas 4:15. 

Vale a pena assistir e pensar dedicadamente a esse respeito. Aliás, creio firmemente que a gratidão individual é semente para uma humanidade cada vez melhor. Confira:

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Inspiração musical: MÔNICA SALMASO E LUIS LEITE – Marambaia e Odeon (ao vivo)!!!

Neste sábado, mais um vídeo musical inspirador, desta feita com bela apresentação da talentosa cantora paulistana Mônica Salmaso, acompanhada pelo excelente Luis Leite, carioca, considerado pela crítica como um dos mais brilhantes violonistas brasileiros da atualidade.

Eles interpretam as canções Marambaia (Só vendo que beleza), de Henricão/Rubens Campos, e Odeon, famosa composição de Ernesto Nazareth. A apresentação, ao vivo, aconteceu na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, em junho deste ano.

O vídeo foi publicado no YouTube pelo próprio Luis Leite.

Desfrute deste momento singelo e de alta qualidade, que reforça a grandiosidade da nossa MPB e dos seus artistas. A seguir:

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Acredite: dá para ser competitivo e cooperativo ao mesmo tempo

Ser competitivo e ser cooperativo. Essa é uma grande sacada!

Sem dúvida, fazer a aproximação entre essas duas qualidades comportamentais leva a bons caminhos e a melhores resultados. O senso de cooperação, isto é, a capacidade de saber trabalhar em equipe, leva a pessoa mais longe e facilita o seu crescimento. Melhor é que a jornada fica mais facilitada, mais leve e com menos adoecimentos, sem que isso seja necessariamente fator que possa comprometer a tão importante capacidade de competição individual.

É sobre isso que nos dá conta a interessante matéria a seguir referida, publicada, dois dias atrás, no blog Viva Bem.

Confira. Recomendo a leitura!

Acredite: dá para ser competitivo e cooperativo ao mesmo tempo

A cooperação é um elemento tão natural quanto a competitividade e não estão em polos distintos - iStock    A cooperação é um elemento tão natural quanto a competitividade e não estão em polos distintos Imagem: iStock

Simone Cunha – Colaboração para o VivaBem

Resumo da notícia

Uma competitividade exacerbada pode elevar os níveis de estresse

A competição a partir da base da cooperação é mais longitudinal e salutar

Competir é uma porção da nossa natureza independente de seu grau

Ter de viver em uma sociedade competitiva é o desafio de todos nós. Mas até que ponto buscar ser sempre o melhor e ocupar uma posição de destaque é saudável? Uma competitividade exacerbada pode elevar os níveis de estresse e provocar …

– Veja mais em http://https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/11/06/acredite-da-para-ser-competitivo-e-cooperativo-ao-mesmo-tempo.htm?utm_medium=10todaybr.20191107&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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A saúde mental de influenciadores digitais e seus influenciados – Pedro de Santi (excelente vídeo)!!!

Chega em momento bastante oportuno este vídeo com Pedro de Santi, que é professor, psicanalista e filósofo, publicado ontem pela Casa do Saber, em seu canal no YouTube.

Considero o vídeo excelente, pela capacidade expositiva, em termos de conteúdo e de clareza, sobretudo em face de tema bastante complexo, ao abordar sobre a relação entre influenciadores e influenciados neste mundo de informações e de opiniões que não para de crescer, desde o advento da internet, presente nas mídias digitais.

Como argumentado, essa realidade da atuação digital, da busca frenética de exercer influência e de obtenção de reconhecimento (“likes”, compartilhamentos etc.) pode se tornar doentia. O professor chama a atenção para o “sonho de consumo” de hoje, de ser influenciador digital, que mobiliza desde as pessoas mais jovens.

Em especial, ele procura refletir sobre a saúde mental desses atores, em face de um  ambiente de crescente nível de interações pelos múltiplos canais (YouTube, Facebook, Instagram, Snapchat, LinkedIn, blogs etc.), que envolve os influenciadores e, claro, os influenciados. Vale a pena conferir!

Seguramente, o conteúdo serve de convite para boas reflexões. Veja a seguir (o vídeo tem duração de apenas 5:07):

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Novos estudos revelam que caminhar diariamente faz a pessoa viver mais e melhor!

Começo as postagens da semana falando sobre Saúde, mais precisamente sobre comprovados benefícios da caminhada regular para o nosso bem-estar e aumento da expectativa de vida!

Em reforço a várias outras publicações sobre o tema já divulgadas aqui, trago hoje esta matéria do site O SEGREDO, abaixo reproduzida. Os resultados agora noticiados revelam que as pessoas que caminham mais e mais rápido, em comparação com as que caminham mais lentamente, vivem melhor e por mais tempo (entre 15 e 20 anos).

Como será visto, trata-se de pesquisa realizada no Reino Unido, por cerca de uma década, analisando, separadamente, grupos de mulheres e de homens.

Mais uma vez, temos motivos de sobra para incorporar o hábito da caminhada em nossa vida cotidiana, até porque, vale atentar, a saúde a ser considerada nesse contexto não se limita à saúde física!

Confira a seguir:

“Caminhar diariamente pode te fazer viver até 15 anos a mais, mostra estudo!

As caminhadas são umas das maiores aliadas de uma boa saúde, disso todos sabemos. Mas você sabia que reservar um tempo todos os dias para explorar novos lugares a pé pode ajudá-lo a viver mais?

Foi isso que revelou um estudo realizado pela Universidade de Leicester, no Reino Unido.

A pesquisa analisou dados de 474.919 pessoas com idade média de 52 anos no Reino Unido entre 2006 e 2016, os resultados mostraram que as pessoas que costumam andar mais e mais rápido, independentemente do peso, costumam viver melhor e, consequentemente, ter uma expectativa de vida mais longa.

As mulheres que andavam mais e mais rápido tiveram uma expectativa de vida de 86,7 a 87,8 anos. Já aquelas que andavam em um ritmo mais lento tinham a expectativa reduzida a 72,4 anos. Os homens que andavam mais e mais rápido, viviam em média 85,2 anos e aqueles mais lentos tiveram a expectativa reduzida a 64,8 anos, uma diferença muito grande!

Tom Yates, professor e principal autor do estudo da Universidade de Leicester, relatou em um comunicado:

“Nossas descobertas podem ajudar a esclarecer a importância da aptidão física em comparação com o peso corporal na expectativa de vida dos indivíduos.”

Em outras palavras, os resultados sugerem que, talvez, a aptidão física seja um indicador melhor da expectativa de vida do que o índice de massa corporal (IMC), e que encorajar a população a se envolver em caminhadas rápidas pode acrescentar anos às suas vidas.

A pesquisa se baseou em dados do Reino Unido Biobank e foi analisada pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde, Leicester Hospitais e as Universidades de Leicester e Loughborough.

Dr. Francesco Zaccardi, epidemiologista clínico do Leicester Diabetes Center e coautor do estudo, afirmou:

Estudos publicados até agora mostraram o impacto do peso corporal e da aptidão física sobre a mortalidade em termos de risco relativo, por exemplo, um aumento de 20 por cento de risco de morte para cada 5 quilogramas por metro quadrado aumenta, comparado a um valor de referência de um IMC de 25 quilogramas por metro quadrado (o IMC limiar entre o peso normal e o excesso de peso).

No entanto, nem sempre é fácil interpretar um “risco relativo”. O relato em termos de expectativa de vida, por outro lado, é mais fácil de interpretar e dá uma ideia melhor da importância separada e conjunta do índice de massa corporal e da aptidão física.

Se você já tem o hábito de caminhar, ótimo, está no caminho certo, mas se ainda tem muita preguiça, encontre alguma pessoa ou um lugar que o incentive a se mover. Lugares a céu aberto costumam ser muito mais inspiradores!

Faça das caminhadas uma parte de sua rotina! Sua saúde conta com isso!

Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123RF Imagens/Ivan Kruk.

Publicado em: https://osegredo.com.br/caminhar-diariamente-pode-te-fazer-viver-ate-15-anos-a-mais-mostra-estudo/

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Inspiração musical: Sarah Brightman em duo com Vincent Niclo – Sogni (vídeo)!!!

Neste espaço musical de todos os sábados, volto com a exuberante Sarah Brightman, atriz e cantora inglesa, soprano, que já foi muitas vezes premiada e faz grande sucesso pelo mundo afora, desta feita interpretando, em dueto com o tenor francês Vincent Niclo, a canção Sogni.

A canção, composta por Chiara Ferrau e Frank Peterson (informação do site letras.mus.br), integra o décimo quinto álbum da artista, com o título “HYMN”.

O belíssimo vídeo, publicado no YouTube, ano passado, pela própria Sarah, mostra mais uma apresentação angelical, neste dueto primoroso!

Confira:

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Estamos perdendo a capacidade de nos relacionar com outras pessoas?

Trago hoje vídeo instigante e oportuno, que gostei bastante, com Susan Pinker, psicóloga, pesquisadora e escritora canadense, refletindo a respeito do uso cada vez mais intenso dos recursos da tecnologia digital, pelos indivíduos e sociedades. Em consequência dessa realidade, a expositora chama a atenção para aspectos do nosso comportamento, estilo de vida dos dias atuais e possíveis consequências para os anos futuros, cuja expectativa de vida é crescente, graças ao fenômeno da longevidade.

Seguramente, são aspectos importantes a respeito das relações e da comunicação entre as pessoas que não podemos perder de vista. Como será visto, a convivência com os recursos tecnológicos está no cerne das questões aí pontuadas, que podem levar a pessoa a maior isolamento e à redução da tão importante socialização presencial. Sem dúvida, as ponderações de Susan servem de alerta, e podem lhe trazer bons insights.

O vídeo, legendado, com duração de 5:06, foi publicado no site Fronteiras do Pensamento e no canal braskemsa, no YouTube.

Assista a seguir:

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Para além das boas intenções, faça acontecer!!!

O breve papo de hoje é sobre intenção e realização. Convenhamos, sem procurar atalhos, as coisas não acontecem porque não são feitas. É questão de atitude. Simples assim!

Não custa repetir o que já sabemos: ter apenas pensamento, ideia e boas intenções não é o bastante. A evolução, a mudança, o alcance efetivo dos resultados esperados para a realização de intenções e planos acontece pela ação, pela atitude determinada. Em suma, é preciso colocar as ideias, os desejos e planos em execução, sair da ideia para a prática. De novo, como tenho enfatizado em inúmeras oportunidades, o grande diferencial é a atitude!

Saber o que se quer (visão) e ser determinado na iniciativa do fazer (ação) é a combinação que deve estar sempre ativada na nossa mente. A esse respeito, eis o que disse Joel Barker:

Uma visão sem ação não passa de um sonho. Ação sem visão é só um passatempo. Mas uma visão com ação pode mudar o mundo.... Frase de Joel Barker.

E é por aí, com esse pragmatismo, que fazemos as mudanças, que deixamos as nossas marcas, que se deixam legados. Muito mais comum do que se imagina, o que não faltam são pessoas cheias de sacadas interessantes, por vezes geniais, com muita opinião e até bem intencionadas, que não chegam lá, não logram êxito exatamente porque não conseguem fazer acontecer.

Vale notar que nas organizações em geral essa constatação é também verdadeira, por vezes responsável pelo insucesso do próprio negócio. Segundo reiterados estudos, bem mais do que metade das estratégias definidas e divulgadas não se transforma em realidade. Tanto é assim que um dos principais desafios corporativos, há bastante tempo, é fazer com que o planejamento aconteça na prática, as ações sejam efetivamente executadas. Nesse caso, adotar uma cultura que leve o conjunto da empresa/organização a assimilar e demonstrar real compromisso com a disciplina da execução é desafio a ser permanentemente enfrentado!

Como reflexão final, transcrevo pensamento do genial renascentista italiano Leonardo da Vinci, (1452 – 1519) que vi publicado no blog Pratique o Bem Hoje:

Fiquei impressionado com a urgência de fazer

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Artigo traz alentadora reflexão sobre ‘Saúde, Espiritualidade e Religião’!

Abordagens sobre os importantes temas Autoconhecimento e Saúde têm sido recorrentes por aqui, dentro dos objetivos que levaram à criação do blog. Para hoje, selecionei artigo que enfoca ao mesmo tempo esses dois assuntos, trazendo muito boa reflexão sobre espiritualidade, fé e saúde, na perspectiva da busca de compatibilidade entre saúde (lato sensu) e religião.

Para nivelar o entendimento, vale assinalar, de pronto, que a espiritualidade não pressupõe vínculo com qualquer religião, conforme já mencionei em outras ocasiões. Com efeito, transcrevo citação esclarecedora contida no livro LONGEVIDADE, que lancei no final de 2017 (página 94), tendo por fonte o site Wikipédia: “a espiritualidade pode ser definida como uma ‘propensão humana a buscar significado para a vida por meio de conceitos que transcendem o tangível, à procura de um sentido de conexão com algo maior que si próprio’. A espiritualidade pode ou não estar ligada a uma vivência religiosa“. 

Voltando à motivação desta postagem, o artigo ‘Saúde, espiritualidade e religião’, de autoria de Décio Policastro, foi publicado no site “Migalhas.com.br“, em 26 de setembro passado. O autor, em suma, realça a inexistência de incompatibilidade entre fé, razão e conhecimento científico no trato da saúde, à luz de práticas que vêm sendo adotadas por importantes casas de saúde no Brasil e, ainda, de decisões legais já tomadas pelo próprio Conselho Federal de Medicina, o que representa significativo avanço, na minha percepção.

Vale a leitura, a seguir:

“Saúde, espiritualidade e religião

t

Décio Policastro

Considerando que muitas pessoas encontram na espiritualidade e religiosidade uma fonte de conforto, já se reconhece, por exemplo, que práticas como oração e meditação trazem serenidade e equilíbrio físico-mental ao enfermo, ajudando à uma recuperação mais rápida.

Embora não possamos explicar certos fenômenos, sentimos que eles acontecem sem sabermos como e por qual razão. Podemos não compreendê-los, mas não ignorá-los.

Com o pensamento somos capazes de desencadear emoções, sentimentos, expectativas positivas ou negativas, ações e comportamentos.

Às vezes temos necessidade de nos agarrar a alguma coisa para superar problemas, lidar com dificuldades e conflitos, ter esperança, fé e crença em que algo de melhor surgirá. A maneira como conduzimos os pensamentos pode nos beneficiar ou nos arruinar.

Assim acontece com inúmeros fatos que demonstram a capacidade do ser humano de acionar energias interiores e, inclusive, contribuir para livrar-se de mal físico e recuperar a saúde.

Em certas situações administra-se à pessoa com doença imaginária substância sem propriedade terapêutica (placebo), cujo único componente é fazê-la crer que está sendo tratada com a substância própria para combater a enfermidade criada na sua mente. Em muitos casos, o efeito placebo reduz e até mesmo elimina os sintomas reclamados. 

É o poder da mente de ficar curado, sintetizado nas palavras de Sêneca, o filósofo romano: “É parte da cura o desejo de ser curado”.

Acreditar em algo transcendental, independentemente de convicção religiosa, traz esperanças de que alguma coisa de bom pode acontecer. Quem não conhece as expressões “quem tem fé tudo pode”, “a fé move montanhas”?

Ciência e religião podem ser vistas como compatíveis entre si.

Fala-se que Albert Einstein dizia: “Quanto mais acredito na ciência, mais acredito em Deus” e “A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega”.

Considerando que muitas pessoas encontram na espiritualidade e religiosidade uma fonte de conforto, já se reconhece, por exemplo, que práticas como oração e meditação trazem serenidade e equilíbrio físico-mental ao enfermo, ajudando à uma recuperação mais rápida.

Conquanto fé, crença, religiosidade e espiritualidade tenham, a rigor, significados diferentes, evidências despertaram a atenção dos estudiosos fazendo crescer as pesquisas para ver até onde tais demonstrações são capazes de ter influência na saúde e na mente humana.

O interesse sobre tais fenômenos sempre existiu ao longo da história da humanidade em diferentes momentos da cultura humana. Surgiu, então, a neuroteologia ou neurociência espiritual ou bioteologia, destinada a pesquisar a relação das experiências popularmente chamadas de espirituais, religiosas ou místicas com a saúde física e mental do ser humano doente.

Poucos duvidam dos benefícios da fé, crença, religiosidade e espiritualidade para o bem-estar físico-mental dos enfermos. Até mesmo profissionais da saúde altamente qualificados, médicos e não médicos os reconhecem. A ciência e a Medicina não são inimigas da fé e, ao levarem em consideração os sentimentos e as crenças de cada um, num clima de respeito e compreensão, podem construir bons resultados.

A religiosidade e ou crença não são fórmulas mágicas que vão solucionar nossos problemas, mas podem auxiliar no gerenciamento de causas, sintomas e consequências de uma enfermidade. A Medicina é um ramo da Biologia, ciência que se propõe estudar os seres vivos e as leis que os regem, de modo que crença, religião, fé, espiritualidade são manifestações fora do seu contexto e domínio.

Contudo, a ciência moderna, juntamente com a Organização Mundial da Saúde, aceita a espiritualidade como contribuição a ser considerada, tendo em vista os resultados observados indicarem favorecer a saúde psíquica, social e biológica e o bem-estar do indivíduo.

Entre as instituições destinadas a realizar pesquisas e estudos científicos sobre os efeitos biológicos da fé e dar apoio a iniciativas de cunho espiritualista aos pacientes que desejarem, o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo criou o Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper) e o Hospital Israelita Albert Einstein, o Núcleo de Estudos sobre Religiosidade e Espiritualidade em Saúde (Neres). A Sociedade Brasileira de Cardiologia instituiu Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular (Gemca) para entender como aquelas particularidades podem repercutir na saúde cardiovascular.

A despeito das evidências, face à intrincada movimentação dos bilhões de neurônios presentes em nosso cérebro, os resultados das pesquisas ainda são modestos e os pesquisadores seguem avaliando os efeitos no organismo do doente mercê da espiritualidade/religiosidade, sem ignorar que estas, por si sós, não têm a virtude de influenciar na saúde e restaurar energias.

Compromissado com as finalidades primeiras de zelar e de trabalhar por todos os meios ao seu alcance em benefício da saúde do ser humano e sem desprezar as tendências dos conhecimentos científicos, o Conselho Federal de Medicina posicionou-se no sentido de que no exercício da profissão médica não há que existir incompatibilidades entre a fé e a razão, entre a crença e o conhecimento científico desde que respeitados os princípios básicos irrefutáveis da boa prática médica (Processo-Consulta CFM 4.043/10 – Parecer 2/11 – Assunto: Relação entre a ciência (Medicina) e a espiritualidade no Brasil – Relatores Cons. Júlio Rufino Torres e Cons. Gerson Zafalon Martins,  12 de janeiro de 2011).

Fonte: https://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI311771,61044-Saude+espiritualidade+e+religiao

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Inspiração musical: Dana Winner – One Moment In Time (live)!!!

O vídeo que selecionei para hoje não poderia faltar neste espaço de inspiração musical de todos os sábados.

Aliás, pensando cá com meus botões, não sei por qual motivo demorei tanto para selecionar e trazer esse vídeo aqui, pois já o conhecia de algum tempo e me dou conta de que já foi postado mais de uma vez em grupos de rede social dos quais participo! Rsrs

O que vocês irão assistir é a magistral presença da cantora belga Dana Winner, em interpretação encantadora e emocionante, ao vivo, da canção One Moment In Time

A composição musical, composta por Albert Hammond e John Bettis, que foi interpretada por Whitney Houston na abertura dos Jogos Olímpicos de Seul, Coréia do Sul, em 1988, traz uma mensagem belíssima, evocando o acreditar em si mesmo e a capacidade de superar obstáculos. Como alguém comentou, “tente não se emocionar”!

Ainda que você já tenha assistido, creio que valha a pena ver o vídeo novamente. Não por acaso, essa versão, com legendas em inglês, conta com mais de 15,2 milhões de visualizações no YouTube.

Não tenho dúvida, eis um momento para deleite e para fortalecer a alma. Aproveite (a seguir):

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