‘Será que seus sentimentos precisam ser atualizados? Entenda melhor…’

Seguindo aqui com reflexões sobre a saúde da mente, com reflexos no comportamento e na qualidade de vida do indivíduo, repercuto hoje interessante e oportuno artigo, que vi publicado no blog VivaBem, abordando os sentimentos, mais especificamente os negativos, vinculados a situações acontecidas no passado e que podem estar martelando a mente da pessoa e atrapalhando o seu bem viver.

O convite é: se você enfrenta alguma situação desse tipo, que tal dar uma atualizada (ou repaginada) nos seus sentimentos, de maneira que, ativando a consciência e buscando praticar o desapego, você esteja bem mais sintonizado(a) com o presente e deixe a vida fluir com mais alegria e leveza?

O fato é, ninguém está livre dessas (auto)influências e comprometimentos comportamentais, sobretudo dada à complexidade da mente humana. Por isso mesmo, vale a pena qualquer esforço para minimizar tais sentimentos desagradáveis/sofridos e recorrentes, registrados no inconsciente, que podem até ser paralisantes. Se for o caso, busque ajuda especializada! 

Confira o texto, os alertas e dicas oferecidas, clicando no link a seguir:

Istock Imagem: Istock

https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2019/05/22/sera-que-seus-sentimentos-precisam-ser-atualizados-entenda-melhor.htm?utm_medium=10todaybr.20190522&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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QUANDO NÃO HÁ LUTO, NÃO HÁ ESPAÇO PARA O NOVO (Leandro dos Santos)!

Caramba, mas que explanação impactante, instigante, que nos faz refletir sobre luto no sentido mais amplo (não só o de perda pela morte física de alguém), mas essencialmente acerca da transitoriedade das coisas, trazida neste vídeo publicado pela Casa do Saber.

Em suas breves palavras, o Doutor Leandro dos Santos, Psicanalista, traz argumento riquíssimo e fundamental sobre a experiência do luto, como ele é necessário, para a renovação e a fluidez da própria vida. Ele sustenta que manter as coisas como elas são, especificamente aquelas que precisamos deixar ir, já seria a própria morte, por não se abrir espaço para o novo. A meu ver, um argumento primoroso!

Afinal, como alguém registrou em um dos inúmeros comentários ao vídeo (são inúmeros): …”Temos que ser grato por tudo, inclusive pela finitude das coisas”… 

Confira, o vídeo tem duração de apenas 2:10, e foi publicado no YouTube dia 16 passado:

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Excelente matéria sobre a importância do nosso intestino – Você precisa saber!

Começo as postagens da semana falando sobre Saúde. E o foco é o intestino, este órgão tão importante, até chamado de “segundo cérebro”, e que por isso mesmo precisa ser melhor compreendido e cuidado.

Com esse intuito, selecionei interessante matéria publicada no portal eletrônico HUFFPOST Brasil, na quinta-feira passada. Além de muitas dicas de alimentação, para o bem cuidar do intestino, você conhecerá algumas informações significativas, até mesmo curiosas, que pode não estar sabendo.

Portanto, ao ler a matéria, você ficará sabendo, por exemplo:

que existem neurônios intestinais que produzem grande parte da serotonina responsável pelo nosso bem-estar;

que no intestino existem bactérias boas e ruins (mais de 500 tipos);

que, entre outras consequências, o desequilíbrio intestinal fragiliza o sistema imunológico do indivíduo;

que você pode melhorar a saúde do seu intestino com alimentação/nutrientes adequados;

a diferença entre prebiótico e probiótico, ambos muito importantes para o intestino e para a nossa saúde no geral;

além de ouvir referência a bebidas como kefir e kombucha, talvez desconhecidas para muitos.

Em resumo, gostei bastante do conteúdo. Informação boa merece ser difundida!

Confira a íntegra da publicação, a seguir:

“Os melhores alimentos para seu intestino ― e por que você deve prestar atenção nisso

Chamado de “segundo cérebro”, o intestino tem funções essenciais para o equilíbrio do seu corpo e sua saúde.

Intestino é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, e talvez o mais subestimado deles.

A maioria das pessoas acredita que a única função do intestino é conseguir fazer o “número 2”, mas ele é muito mais que isso. Você sabia, por exemplo, que o bom funcionamento do intestino está diretamente ligado à saúde mental, por exemplo?

O intestino, ou “segundo cérebro”, tem neurônios e aloja trilhões de bactérias, muitas delas envolvidas em processos cruciais para o organismo. Além disso, os neurônios intestinais (sim, temos neurônios “lá embaixo”) são responsáveis pela produção da serotonina, molécula que regula nosso “bem-estar”. Cerca de 90% da serotonina é produzida no intestino.

“Existem mais de 500 tipos de bactérias no intestino”, disse a médica Katherine Brooking. “Eles compreendem nosso microbioma”.

E, diferentemente do que sempre ouvimos, existem sim bactérias boas. Nosso intestino tem bactérias “boas” e “ruins” e há uma equilíbrio natural entre elas. As bactérias “boas” são responsáveis pela boa digestão e melhora da saúde do corpo, enquanto as “ruins” dão efeito oposto.

Quando nossa flora intestinal está “desequilibrada”, há muito mais bactérias “ruins” do que “boas”.

Quando sua flora intestinal não está boa, você sente alguns problemas digestivos, desconfortos abdominais, constipação ou diarreia. A longo prazo, contudo, aparecem problemas de saúde mais graves.

“Cientistas acreditam que as bactérias intestinais estão diretamente ligadas com a saúde do corpo”, disse Brooking. O desequilíbrio intestinal pode afetar o sistema imunológico e aumentar o risco de ter diabetes, câncer de cólon e até depressão. “Isso porque alguns tipos de bactéria podem proteger o aparecimento destas condições, enquanto outras aumentam este risco.”

A notícia boa é que é possível melhorar a saúde do seu intestino através da alimentação. A explicação é simples: se o intestino absorve os nutrientes dos alimentos, a escolha destes é essencial para um processo mais equilibrado. De fato, existem alguns alimentos que ajudam a “cultivar” as bactérias “boas” do nosso intestino e a melhorar o funcionamento dele, veja:

Alho

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Alho não só dá um gostinho a mais na comida ― ele também tem efeitos prebióticos. Os prebióticos são nutrientes que alimentos as bactérias “boas” no intestino e ajuda-as a se proliferarem.

Aspargo

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Além de ser rico em nutrientes, o vegetal também tem efeitos prebióticos e é rico em fibras, que ajuda a estimular e regularizar o funcionamento intestinal.

Verduras escuras

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Brócolis, rúcula, escarola, entre outras, são ricas em nutrientes e em fibras.

Alimentos integrais

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Enquanto a farinha de trigo refinada, encontrada nos pães e massas, ajudam a “prender” o intestino, os alimentos integrais, com grãos minimamente processados, contêm mais fibras e nutrientes.

Iogurte e kefir

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Uma vez que iogurte e kefir são alimentos fermentados, eles são ricos em probióticos, que são as bactérias “boas” do seu intestino. Prefira iogurtes naturais, sem ser açucarados ou desnatados.

Kombucha

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Assim como iogurtes, a kombucha é fermentada e tem diversas bactérias “boas”.

Picles

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O picles (leia-se: não industrializado) é uma grande fonte de probióticos.

Mamão, manga, laranja e abacate

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Estas frutas funcionam como “laxantes” naturais por serem ricas em fibras. Elas devem ser ingeridas com o bagaço ou casca, preferencialmente.

Cereais

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Acrescente farelo de trigo, aveia, farelo de aveia, linhaça, chia no seu cardápio para aumentar a ingestão de fibras. Pode ser em forma de grão ou farinha.

Beba (muita) água

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Água é fundamental para ajudar a processar a fibra e os demais alimentos no seu intestino. A ingestão de fibras, sem a ingestão adequada de água, pode dar o efeito inverso e causar constipação.

Fonte: https://www.huffpostbrasil.com/entry/melhores-alimentos-para-intestino_br_5cdd5d14e4b01571365cd93f?utm_medium=10todaybr.20190516&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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Relembrando show extraordinário de Nelson Gonçalves com Alcione – Louco (Ela É Seu Mundo)!!!

Hoje bateu algo como um saudosismo musical. Com essa inspiração, ou motivação, selecionei vídeo com registro de um momento bastante especial da nossa MPB, trazendo o genial gaúcho Nelson Gonçalves (1919 – 1998), uma das mais bonitas e marcantes vozes brasileiras de todos os tempos. Em sensacional duo com a talentosa maranhense Alcione, num encontro verdadeiramente memorável, eles interpretam o belo samba Louco (Ela É Seu Mundo), uma composição de Wilson Batista e Henrique de Almeida.

O vídeo, uma das faixas do DVD Nelson Gonçalves – Eternamente Nelson, foi gravado na boate Sol e Mar, no Rio de Janeiro, em 1981, tendo sido publicado no YouTube por Ullysses_SG. 

Certamente, bons tempos. Pode matar a saudade!  

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‘Médicos incluem espiritualidade em tratamentos’

Notícias aqui e acolá dão conta de que novos paradigmas têm sido incorporados pela área médica, do que se destaca o olhar para as emoções, o estado de espírito e a fé dos pacientes. É a visão integral corpo, mente e espírito ganhando aplicação mais objetiva, na prática, como reconhecimento da sua importância na abordagem do ser humano, em qualquer circunstância, particularmente no tratamento de questões envolvendo a saúde. 

A esse respeito, veja matéria, a meu ver interessante e alentadora, recentemente divulgada no site Núcleo Alquímico, com base em reportagem da ISTO É.

Clique no link a seguir:

 

MÉDICOS INCLUEM ESPIRITUALIDADE EM TRATAMENTOS

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ATITUDE: é disso que precisamos para um viver ativo e gratificante!

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Considerando que…

nós somos os responsáveis pelo nosso destino (princípio inexorável da causa e consequência);

que uma vida ativa e gratificante pressupõe protagonismo, ou seja, colocar-se na jornada como o figurante principal;

que não se avança e consegue coisas novas e melhores resultados fazendo sempre as coisas do mesmo jeito;

que as marcas e legados da nossa existência decorrerão do que fizemos, ou seja, das nossas ações efetivas (reais)…

o recado é: precisamos agir, arregaçar as mangas, adotar ações concretas, pois somente assim colocaremos planos em prática, faremos mudanças (tantas quantas necessárias), chegaremos aos resultados almejados e, por consequência, teremos uma vida de plenitude, realizações e que verdadeiramente valha a pena.

E a palavra que traduz esse raciocínio, fundamental, é ATITUDE. Na minha visão, o termo atitude, que em tese significa a concretização de uma intenção, pode melhor ser entendido como a disposição interior do indivíduo para entrar em ação!

Claro que isso tem a ver com a sua mentalidade (“mindset”), que pode ser trabalhada, despertada, desenvolvida. É questão de atitude! Rsrs

Bem, para fechar esta reflexão de hoje, considero a frase a seguir, atribuída ao genial poeta e dramaturgo inglês William Shakespeare, de extrema felicidade. Provocativa, por óbvio, espero que lhe inspire e contribua para a sua automotivação:

“Seja grande em ações, assim como você tem sido grande em pensamentos.”

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Reflexão: ‘Se você estiver disponível toda vez que quiserem, você sempre será o estepe’

Como reflexão para hoje, em abordagem sobre comportamento e, mais precisamente, sobre relacionamentos, trago interessante texto do professor Marcel Camargo, publicado semana passada no portal eletrônico da Revista Pazes.

Ele chama a atenção para o natural comportamento que nós humanos tendemos a adotar com relação às coisas que viram costumes (hábitos), ainda que se trate de grandes e nobres atitudes feitas a nosso favor. Pode até parece absurdo, mas é fato. Aliás, confirma, em tese, o jargão popular: “o que é fácil não tem valor”!

Em reforço, encontrei no site Pensador este pensamento, de Anderson de Matos Moreira:

“O que é fácil não tem valor, disso… Eu sei! Pois é normal desvalorizar o que conseguimos facilmente sem imaginar o quanto difícil pode ser para outros.”

A questão de fundo, que não é simples, é encontrar o ponto (o limite) para ajudar, para estar a serviço de outras pessoas, isto é, para demonstrar prontidão/boa vontade. Se por um lado o assunto envolve a beleza do servir, com atitudes de maior generosidade e menor egoismo, de outro lado, pelo que foi destacado acima, tem a ver com aspectos como reconhecimento, gratidão, autoestima, entre vários outros, que terminam impactando o estado de espírito do indivíduo. 

Vale a pena pensar sobre isso. Leia a seguir:

“Se você estiver disponível toda vez que quiserem, você sempre será o estepe

Texto de Marcel Camargo

Existem situações em que não poderemos nos recusar a ajudar, porque nem sempre o que ocorre se trata de nós mesmos. Desprender-se de si, em certos momentos, enxergando as necessidades alheias, é o que nos tornará pessoas melhores e menos egoístas – e o mundo precisa disso. Porém, nem a todos os chamados poderemos responder com prontidão, ou acabaremos adoecendo, de corpo e alma.

O ser humano possui comportamentos que não se explicam direito, como o de desvalorizar aquilo que já se tornou um hábito, uma certeza. Muitas vezes, as pessoas supervalorizam uma atitude pequena, enquanto nem parecem ligar para uma ajuda imensa, simplesmente porque essa ajuda imensa elas tinham certeza de que receberiam. É assim com amigos, colegas de trabalho e até mesmo nos relacionamentos amorosos.

Talvez seja este um dos maiores entraves da raça humana: a dificuldade de ser grato ou de enxergar quem sempre está ali ao lado, para o que der e vier. Porém, caso a pessoa que sempre respondeu acabe se negando a fazê-lo uma única vez, a ingratidão vem com tudo, como se a pessoa se esquecesse de imediato do tanto que já foi ajudada por aquele que, por alguma razão, dessa vez não responde ao seu chamado.

Na maioria das vezes é assim que as coisas andam: caso você esteja disponível toda vez que for requisitado, seja por um amigo ou por um pretendente, dificilmente se lembrarão de você quando tudo estiver bem ou quando já tiverem alguém ao lado. Ou seja, nosso valor está diretamente relacionado ao tanto que nós nos valorizamos. O que é fácil demais não atrai, tampouco consegue transmitir o seu real valor, infelizmente.

É óbvio que deveremos estar disponíveis para algumas pessoas, como nossos pais, por exemplo, dentre outras situações em que a recusa seria nada menos do que mesquinharia egoísta. No entanto, limites sempre serão necessários, para que não confundam nossa solicitude com servidão e nossos mais puros sentimentos com ocasião. Quando estivermos agindo em desfavor de nossa dignidade, não estaremos ajudando ninguém e sim enterrando, aos poucos, a nossa autoestima. Acredite, é assim, na grande maioria das vezes.

Fonte: https://www.revistapazes.com/se-voce-estiver-disponivel-toda-vez-que-quiserem-voce-sempre-sera-o-estepe/

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Neurociência: ‘Saiba como as emoções (boas ou ruins) afetam nosso organismo’

De volta com o grande tema Saúde, a postagem de hoje é sobre as emoções, e mais precisamente como elas nos impactam!

A neurociência (estudos científicos interdisciplinares do sistema nervoso) tem trazido importantes descobertas, esclarecimentos e evidências, o que tem sido facilitado pelo avançar das pesquisas e dos recursos tecnológicos hoje disponíveis. Na minha visão, é fundamental conhecermos os resultados dessas pesquisas. É a ciência comprovando, cada vez mais, o que já se desconfiava, se inferia, se falava.

A esse respeito, encontrei interessante artigo, publicado no portal G1/Ciência e Saúde, com resultado de estudos do neurocientista Henrique Sequeira, recentemente divulgados. 

Entre os achados, de acordo com o pesquisador, está a confirmação de que qualquer emoção tem impacto sobre o corpo, graças à conexão cérebro-corpo. E são muitas as possibilidades dessas consequências, conforme explicado na matéria, dando razão, literalmente, para o inexorável princípio (ou lei) da causa e efeito!

Por exemplo, chama a atenção o resultado de estudos sobre o impacto de filmes (cenas) antes do sono, do que merece destaque, a meu ver, o que acontece quando se trata de filme violento. Também, fica evidenciada a relação entre estresse e fragilidade do sistema imunológico.

Portanto, vale a pena estar consciente sobre as nossas emoções, tanto as positivas quanto as negativas. Leia o artigo. Reflita!

A seguir:

“Saiba como as emoções (boas ou ruins) afetam nosso organismo

Quem nunca dormiu mal ou teve dor de barriga antes de algum evento importante? O neurocientista franco-português Henrique Sequeira, especialista dos efeitos biológicos das emoções em nossa saúde, explica o porquê.

Emoções agem sistematicamente sobre nosso organismo — Foto: Fausto García/UnsplashEmoções agem sistematicamente sobre nosso organismo — Foto: Fausto García/Unsplash

A brasileira Carolina Copetti, 30 anos, que faz mestrado em Sociologia na França, lembra como se fosse hoje. Em 2010, ela estava se formando em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e tinha uma reunião com sua orientadora para discutir o tema de seu Trabalho de Conclusão de Curso. “Aquilo ficou me remoendo durante muitos dias, era uma conversa importante. Tive insônia porque era muito difícil conseguir desligar o cérebro”, conta.

Carolina diz que essa insônia, paradoxalmente, foi a solução para seu problema. Entre noites mal dormidas, a estudante acabou achando seu tema de pesquisa, que foi aprovado pela orientadora. “É engraçado sonhar com uma discussão teórica, mas foi o que aconteceu. Acabou sendo um evento positivo porque definiu minha vida profissional pelos próximos anos”, diz.

A atriz francesa Mélanie Martinez-Llense, em cartaz com o espetáculo “Berk Plage”, em Montreuil, perto de Paris, conta que subir no palco sempre causa sofrimento. Entre os sintomas, ela descreve suor e taquicardia. “É uma aceleração de todo meu metabolismo. Suor, salivação…aliás, nos primeiros momentos no palco, eu sou muito rápida nos gestos e na maneira de falar. Tudo se acelera”, descreve. “É o nosso ego que está sendo ameaçado. Temos medo do julgamento dos outros”, conclui Mélanie. Apesar dos sintomas desagradáveis, ela lembra que existe “uma recompensa com os aplausos e a reação da plateia”.

O neurocientista franco-português Henrique Sequeira coordena um laboratório dedicado ao estudo das emoções na universidade de Lille, no norte da França. Suas pesquisas incluem a análise do impacto das emoções no corpo, sejam negativas ou positivas, como as vivenciadas por Carolina ou Mélanie. “O interesse desse tipo de emoção é preparar o indivíduo a enfrentar o que vem pela frente. É desconfortável, mas há efeitos posteriores potencialmente positivos”, explica. Como se o prazer “apagasse” os efeitos corporais negativos. Tudo faz parte, ressalta, de um processo individual de regulação emocional.

A equipe do neurocientista estuda, entre outros temas, os efeitos no sono das emoções boas ou ruins vivenciadas durante o dia. Um dos estudos, publicados em 2015, foi feito em parcerias com instituições japonesas. Para isso, os pesquisadores exibiram filmes com cenas agradáveis, desagradáveis e “neutras” a um grupo de 12 pessoas, antes de dormir.

Em seguida, eles gravaram as ondas cerebrais dos pacientes durante oito horas. No total, a equipe registrou 120 noites. A conclusão diz Sequeira, é que o a estrutura do sono foi modificada. “O que mudou, principalmente, foi a fase do sono conhecida como paradoxal, quando ocorrem os sonhos. Ela foi modificada pela estimulação emocional” explica.

Os pacientes que assistiram a um filme violento, por exemplo, só mergulharam no sono profundo na segunda parte da noite, como se o cérebro tivesse “esperado” para relaxar completamente e se desconectar do mundo exterior. Já cenas relaxantes contribuíram para um sono de melhor qualidade.

Interface entre cérebro-corpo

Como as emoções influenciam fisiologicamente o organismo? “Não há emoções sem impacto no corpo. O que é preciso compreender é que elas funcionam como uma interface entre o cérebro e o corpo. Quando sentimos uma emoção, positiva ou negativa, isso nunca será insignificante para o organismo”, resume o neurocientista.

As reações podem ser hormonais, viscerais ou cardiovasculares, respiratórias, de temperatura e gástricas. Há também modificações no sistema imunológico, que pode melhorar ou sofrer uma baixa em função das emoções ressentidas. “Hoje podemos separar a influência das emoções positivas e das negativas”, diz o pesquisador. “Em relação à saúde física, temos muitos dados, e em relação às modificações que hoje já estão bem demonstradas, há as cardiovasculares – as emoções negativas vão gerar hipertensão e arritmias cardíacas, por exemplo.” O pesquisador também cita a asma, as dores nas articulações ou as doenças gastrointestinais.

Ele também lembra a importância da ação dos corticosteroides, produzidos pelas glândulas suprarrenais, secretado quando o indivíduo se sente acuado, ou bloqueado em uma situação. Esse grupo de substâncias afeta a produção de outros hormônios capazes de aumentar a tensão arterial e alterar o metabolismo do açúcar, criando uma predisposição ao diabetes.

Entre eles está o cortisol, conhecido como o hormônio do stress. “O cortisol vai modificar, por exemplo, a produção de citocinas, substâncias que pertencem ao sistema imunológico, enfraquecendo as defesas. Isso faz com que o indivíduo fique doente com mais frequência”, explica.

Visualizando soluções para proteger o corpo

O que é interessante, afirma o neurocientista, é perceber que o corpo atua em função do que se passa na cabeça da pessoa. Seja qual for a dificuldade da situação, se o indivíduo é capaz de elaborar uma alternativa ou de visualizar uma solução para o problema, os hormônios não serão mobilizados e não atuarão da mesma forma no organismo. Quando existe submissão a um contexto desfavorável, por exemplo, os corticosteroides vão destruir a saúde.

“A maioria das pessoas não fica doente por acaso”, diz Henrique Sequeira. Um estudo sueco, diz, avaliou durante cinco anos os eventos estressantes em um grupo de pacientes e a incidência que isso teria na saúde deles 12 anos depois. O resultado é que o stress vivenciado é proporcional à incidência de doenças cardiovasculares. Por outro lado, as emoções positivas, como o otimismo, a auto-estima e a resiliência, têm efeitos benéficos. Como diz o pesquisador, não ignore as emoções: aprenda a enfrentá-las.

Fonte: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/05/07/saiba-como-as-emocoes-boas-ou-ruins-afetam-nosso-organismo.ghtml

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Importante saber sobre o mosquito Aedes Aegypti (vídeo)!!!

Na linha da utilidade pública, divulgo vídeo bem produzido e esclarecedor, que conheci ontem, sobre o ciclo de vida do mosquito Aedes Aegypti. Como será visto, entre outras possíveis contaminações, o Aedes transmite ao homem os vírus da ‘dengue’, da ‘zica’, da ‘chicungunha’, podendo também transmitir a ‘febre amarela’.

Vamos passar essa informação adiante. É questão de consciência e de cidadania, até porque, segundo as notícias, tem havido aumento (com alto risco de surtos) desses tipos de doença pelo Brasil afora!

O vídeo, com duração de apenas 2:47, foi produzido pela Ensinart Editora e publicado no YouTube por Wilivro.

Veja a seguir:

 

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Rock and Roll Lullabay – Entenda a mensagem dessa linda canção!

Por conta do Dia das Mães, que será comemorado amanhã (dia 12, segundo domingo de maio), selecionei como inspiração musical a linda canção Rock and Roll Lullabay, composta por Barry Mann e Cinthya Weil, um grande sucesso dos anos 1970, imortalizada pelo cantor americano B.J. Thomas, que tanto admiramos.

O relato a respeito dessa composição musical, uma historinha singela, de ternura e gratidão de um filho, mostra que na verdade temos aí uma bela homenagem para uma mãe. Eis a versão, conforme registros publicados por mais de uma fonte, na Internet:

“Os compositores da canção, Barry Mann e Cinthya Weil, relatam as lembranças da infância difícil de um garoto criado por sua mãe adolescente. O fato é que eles se inspiraram na própria vida de Billy Joe Tomas,  pois assim como a música, Billy foi criado por sua jovem mãe de 16 anos, a qual fora abandonada por seu pai e expulsa de casa quando seu pai soube da gravidez.

Apesar das dificuldades sua mãe conseguiu criar o filho com toda a dedicação. Sendo que a noite ela sempre costumava cantar para ele dormir a seguinte melodia “sha na na na na na na na … It will be all right (vai dar tudo certo) sha na na na na na…. Sha na na na na na na na … Now just hold on tight (agora aguente firme)”. 

Alternativamente à primorosa gravação original de B.J. Thomas, trago interpretação de Rock and Roll Lullabay por Fernanda Takai, em álbum da Banda Pato Fu. Mais uma performance agradável e de muita sensibilidade dessa artista brasileira, das Minas Gerais. E, no particular, sabendo a razão da mensagem, fica ainda mais gostoso ouvir essa canção!

Curta a seguir (o vídeo, com legendas em português, foi publicado no YouTube por Carlos Monterrey Traduções).

Logo abaixo, você poderá matar saudade, em vídeo com B.J. Thomas:

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