Inspiração musical: Hauser e Caroline Campbell – Torna A Surriento!!!

Para este sábado, mais um belíssimo momento da música internacional, desta feita com o marcante concerto ocorrido na Arena Pula, na Croácia, em agosto deste ano, tendo o violoncelista croata Stjepan Hauser, em dueto com a violinista americana Caroline Campbell.

A talentosa dupla de instrumentistas interpreta a inesquecível canção italiana Torna A Surriento, composta por Ernesto De Curtis e Giambattista de Curtis.

Seguramente uma linda performance!

O vídeo está disponível no YouTube (publicado por HAUSER – dia 15 passado). Curtam a seguir:

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Um vídeo sobre a essência da vida: ‘Posso Morrer Amanhã’!

Trago hoje mais um vídeo com o ator Sílvio Matos, cujas gravações vêm fazendo sucesso pelas redes sociais, a meu ver, pela sua agradável eloquência e mensagens sempre impactantes.

Para nos fazer refletir sobre a vida que levamos hoje, como estão as nossas prioridades, se estamos dedicando mais tempo para as superficialidades ou para o essencial, enfim sobre vida plena e sobre as marcas que queremos deixar da nossa trajetória, Sílvio apresenta narrativa para o interessante texto Posso Morrer Amanhã, de Allen Silva. 

O vídeo, publicado no YouTube, dia 10 do mês passado, tem duração de apenas 3:01.

Veja (e curta) a seguir:

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‘Cinco descobertas surpreendentes sobre a solidão’

Com base em pesquisa recente sobre SOLIDÃO, fique por dentro de algumas conclusões que podem lhe surpreender a respeito do tema, conforme nos conta interessante matéria publicada no portal eletrônico da BBC NEWS Brasil, no último sábado, que reproduzo abaixo.

Vale a pena conferir as cinco descobertas resultantes do referido estudo. Bom saber!

“Cinco descobertas surpreendentes sobre a solidão

Idoso na penumbra
Direito de imagem Getty Images – Os idosos não fazem parte da parcela da população que mais se identifica como solitária

O perfil da solidão é bem diferente daquele que povoa o imaginário popular.

É o que mostra a pesquisa BBC Loneliness Experiment, que contou com 55 mil participantes ao redor do mundo.

O estudo foi elaborado por acadêmicos de três universidades britânicas – Manchester, Brunel e Exeter – em colaboração com a Wellcome Collection.

Confira abaixo cinco descobertas dos pesquisadores a partir dos dados coletados online:

1. Jovens se sentem mais sozinhos que os mais velhos

Quando se imagina uma pessoa solitária, o estereótipo que geralmente vem à mente é de alguém mais velho que mora sozinho e raramente recebe visitas.

De fato, o BBC Loneliness Experiment mostrou que 27% dos participantes com mais de 75 anos sentem solidão com frequência ou muita frequência.

É um percentual mais alto que o registrado em outras pesquisas, mas como se trata de um questionário online, a amostra foi selecionada automaticamente e podem ter sido atraídas mais pessoas que se sentem sozinhas.

Mesmo assim, as diferenças identificadas entre as faixas etárias são impressionantes. Os níveis de solidão mais altos foram registrados, na verdade, entre jovens de 16 a 24 anos – 40% declararam que com frequência ou muita frequência se sentem sozinhos.

Mas por que tantos jovens se dizem solitários? Talvez estejam mais dispostos a admitir esse tipo de sentimento do que os mais velhos, possivelmente mais preocupados em enfatizar sua independência.

Mulher de costas no inverno Direito de imagem Getty Images – Jovens podem estar mais dispostos a admitir o sentimento de solidão

Mesmo quando perguntados sobre o momento em que se sentiram mais sozinhos, retrospectivamente, a resposta mais comum foi: no início da vida adulta.

Então, não é necessariamente a vida moderna que faz os jovens se sentirem solitários. Há uma série de fatores importantes associados a essa etapa da vida.

Embora a fase dos 16 a 24 anos remeta a um período associado à diversão, é também um momento de transição – de sair de casa, entrar na faculdade, começar a trabalhar – e tudo isso nos afasta dos amigos com quem crescemos.

Ao mesmo tempo, esses jovens estão tentando descobrir quem são e seu lugar no mundo.

Além disso, não estão acostumados ao sentimento de solidão e ainda não tiveram a experiência necessária para saber que muitas vezes isso passa, ou que é possível encontrar maneiras de lidar com essa sensação – seja se distraindo ou procurando companhia.

2. Mais de 40% das pessoas acham que a solidão pode ser positiva

A constatação acima se encaixa na teoria de neurocientistas como John Cacioppo, que morreu em março deste ano. Ele afirmava que evoluímos para vivenciar a solidão porque pode ser útil, mesmo que seja tão desagradável.

Os seres humanos sobreviveram por meio da cooperação. Se as pessoas sentem que são excluídas de um grupo, o sentimento de solidão pode levá-las a se conectar com outros indivíduos, encontrar novos amigos ou reativar antigos relacionamentos.

O problema é que isso pode se tornar crônico, levando a um sério impacto no bem-estar e até na saúde.

Sentimentos de solidão crônica estão associados a um risco aumentado de depressão após um ano. Na pesquisa, embora 41% dos participantes tenham dito que a solidão poderia ser positiva, esse percentual cai para 31% entre aqueles que disseram que se sentiam sozinhos com frequência.

A solidão pode ser tão infeliz e angustiante que, quando prolongada, torna difícil enxergar qualquer lado positivo.

3. Quem se sente sozinho tem habilidades sociais que não são melhores ou piores que a média

Muitas vezes, parte-se do pressuposto de que quem se sente sozinho tem dificuldade de fazer amigos. Assim, aprimorar as habilidades sociais faria a diferença. Mas não foi isso que descobrimos.

Um elemento-chave da interação social é a capacidade de entender o que outras pessoas estão sentindo para que você possa ajustar suas reações. Talvez elas estejam preocupadas com algo ou você as tenha ofendido sem querer.

Uma maneira de medir essa habilidade é mostrar uma série de fotografias de expressões faciais ou até mesmo só de olhares para avaliar se as pessoas conseguem identificar que tipo de emoção está representada.

Não houve diferença entre a pontuação média daqueles que se sentiam sozinhos com frequência e dos que não se sentiam. Houve variação nas pontuações de neuroticismo (propensão a emoções negativas) – então, talvez seja a ansiedade provocada por situações sociais que torne mais difícil lidar com esses eventos, se você se sente sozinho, em vez das habilidades sociais propriamente ditas.

4. O inverno não é mais solitário do que outras estações do ano

Às vésperas do Natal, costumam aparecer campanhas de instituições de caridade com fotos de idosos solitários. É uma época do ano em que as famílias se reúnem para celebrar, então, a ideia de passar a noite de Natal sozinho é algo que assusta muita gente.

Na data, a comediante britânica Sarah Millican faz uma campanha no Twitter promovendo a hashtag #joinin, para que aqueles que estão sozinhos possam conversar uns com os outros.

E se você mora no hemisfério norte, o Natal também cai no meio do inverno, quando os dias são mais curtos e as pessoas ficam mais em casa, deixando você ainda mais isolado, caso se sinta sozinho.

Mas será que o inverno é a pior estação no que se refere à solidão? Perguntamos às pessoas em que época do ano e hora do dia se sentiam mais sozinhas. Mais de dois terços responderam que o inverno não era mais solitário que qualquer outra estação do ano.

A minoria das pessoas que disse que uma determinada época do ano é mais solitária escolheu o inverno, mas algumas optaram pelo verão.

No Natal, muitas famílias se esforçam para garantir que todos sejam incluídos, convidando os amigos para participar, caso saibam que podem não ter companhia.

Mas, no verão, se todos viajam de férias, você pode ser o único com o sentimento de ter sido deixado para trás. Então, talvez seja necessário começar a pensar se outras pessoas estão se sentindo sozinhas durante o ano todo, não só no Natal.

5. Pessoas que se sentem sozinhas com frequência têm mais empatia

Na pesquisa, foram medidos dois tipos de empatia. Um deles se referia à dor física – quão triste você fica por alguém que acidentalmente prendeu a mão na porta do carro, se queimou com a água fervendo do café ou foi picado por uma vespa. O outro relacionado à dor social – empatia por alguém que sofreu bullying na escola, não foi convidado para uma festa ou foi abandonado pelo parceiro.

Não houve diferença na empatia pela dor física entre as pessoas que se sentiam mais e menos solitárias. Mas no caso da empatia pela dor social, aquelas que declararam se sentir sozinhas com frequência ou muita frequência apresentaram em média uma pontuação maior.

Talvez por saberem o que é ficar de escanteio, elas se identifiquem mais com outras pessoas que se encontram na mesma situação.

Publicado em: https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-46090698

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Por que a Costa Rica é um dos países mais felizes do mundo?

Neste começo de semana, vamos falar de felicidade e longevidade, marcas que diferenciam a Costa Rica, pequeno país da vizinha América Central. É claro que sentir-se feliz é condição para tudo de bom, incluindo o viver mais. Uma coisa puxa a outra, e assim vão perdendo sustentação alguns paradigmas equivocados, como o que afirma que sucesso traz felicidade. Ao contrário, como mencionado em postagens mais recentes por aqui, a felicidade é que traz o sucesso em sentido geral.

Observe, como detalhe importante, que a condição financeira (alta renda) não é o principal fator na retratada realidade dos costarriquenhos!

Entendam do que se trata – e façam suas reflexões – com a leitura desta interessante matéria, publicada no blog Viva a Longevidade, dias atrás. O relato traz subsídios e, espero, inspiração para governantes e também para cada um de nós.

Confira:

“Por que a Costa Rica é um dos países mais felizes do mundo

Quem disse que só o dinheiro é capaz de nos trazer felicidade?

No meio do caminho entre a América do Norte e a do Sul está um dos países que têm um dos maiores níveis de felicidade do mundo: a Costa Rica. Segundo uma pesquisa realizada em 2018 pelo Instituto Gallup para medir o nível de felicidade de pessoas que moram em diferentes países, esse pequeno país da América Central fica em 13o lugar no ranking dos países mais felizes –e em primeiro lugar quando se trata da América Latina.

O curioso é que, em geral, os países líderes desse ranking de felicidade são ricos –o que não é o caso da Costa Rica. Isso sinaliza que os costarriquenhos valorizam outras coisas na vida além de ter dinheiro, aponta Mariano Rojas, professor de economia no Latin American Social Sciences Institute. “Existe uma diferença entre a quantidade de dinheiro que você tem e como você o usa. Existem maneiras de gastar dinheiro que contribuem com a felicidade das pessoas”, afirma ele ao The HuffPost Brasil.

O estilo de vida tranquilo colabora para a felicidade e para a longevidade dos costarriquenhos, que apreciam a “pura vida”

Mais de 85% dos costa-riquenhos afirmaram sentir amor e afeto todos os dias, de acordo com a pesquisa Gallup, e eles também tendem a dar mais valor às relações pessoais e a passar mais tempo com suas famílias que as pessoas de outros países.

Mas qual será o segredo de tanta felicidade entre os costarriquenhos? Uma pista pode estar em suas políticas públicas. Desde meados do século 20, a Costa Rica oferece saúde e educação públicas para todos os seus cidadãos –e é o único país da América Central em que 100% dos habitantes têm acesso à eletricidade.

Apesar dos altos índices de desigualdade econômica, o acesso universal a serviços sociais mostra que a população não costuma receber tratamento diferenciado em outras áreas de suas vidas, especialmente na saúde. “O dinheiro não influencia como você será tratado”, diz Rojas. “Isso é interessante, porque implica que não há uma corrida por status como em outros países, onde você sempre quer uma casa maior ou um carro melhor.

“Estar de bem com a vida também beneficia a longevidade no país, que tem uma expectativa de vida de 81 anos (maior do que a dos Estados Unidos, por exemplo). Na Costa Rica, até mesmo as pessoas que vivem nas regiões mais rurais têm acesso a cuidados preventivos e de emergência, graças à vasta rede de clínicas espalhadas pelo país, o que colabora para reduzir a mortalidade, aponta um estudo feito em 2016.

Para manter a população idosa na ativa, o governo federal criou, em 2010, um programa que oferece uma série de atividades organizadas pela Rede de Atenção Progressiva para Cuidados Integrais com os Idosos. Essa rede é particularmente forte em Nicoya, uma península na costa Pacífica do país que é uma das cinco regiões do mundo conhecidas como zonas azuis, ou seja, as que têm a maior longevidade do planeta.

Por essas e outras, os costarriquenhos têm até uma expressão para demonstrar o quanto a vida é gratificante: “pura vida”, também usada para se referir ao estilo de vida tranquilo no país. É essa expressão que Francisco Gómez, de 100 anos, usa para falar de seu programa favorito em Nicoya: pegar carona com a filha para ir aos bailes dominicais do centro comunitário. “É muito ‘pura vida'”, diz ele, rindo.

Fonte: https://www.vivaalongevidade.com.br/forum-da-longevidade/por-que-a-costa-rica-e-um-dos-paises-mais-felizes-do-mundo

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Inspiração musical: O excelente Emílio Santiago interpreta Saigon (ao vivo)!

Vamos matar saudade, neste sábado, do excelente cantor Emílio Santiago (1946 – 2013), um dos intérpretes da nossa MPB que eu mais apreciava e que era considerado, até por especialistas, como “a voz mais perfeita do Brasil”, segundo registrado na Wikipédia.

Selecionei vídeo com a bela canção Saigon, composta por Claudio Cartier, Paulo Feital e Carlão, em show de Emílio que aconteceu em São Paulo. A música é uma das faixas do seu CD “Só Danço Samba”.

Curtam a seguir (o vídeo foi publicado no YouTube pela gravadora Biscoito Fino):

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‘Conheça 6 sinais de que você é uma pessoa autodestrutiva’

O post de hoje se insere no contexto do tema baixa autoestima. Esta, associada à limitada capacidade de autopercepção (a consciência sobre si mesmo), certamente afeta muita gente por aí afora.O fato é que, segundo estudiosos do comportamento humano, se machucar e fazer mal a si mesmo, em alguma medida, é algo passível de ocorrer com qualquer indivíduo.

Para expor a respeito desse tipo de comportamento, reproduzo o bem elaborado artigo abaixo, publicado no blog Pitacos e Achados, destacando sinais que caracterizam pessoas autodestrutivas. A meu ver, temos aí uma pertinente abordagem que merece atenção e, por óbvio, a nossa (auto) vigilância!

Portanto, a leitura pode lhe trazer bons e úteis esclarecimentos, podendo ainda contribuir para que você compreenda e ajude pessoas do seu círculo de relacionamento. Confira:

“Conheça 6 sinais de que você é uma pessoa autodestrutiva

Olá  pessoal!!

O fato de que alguém possa machucar a si mesmo parece um comportamento sem lógica, típico da loucura. No entanto, é um impulso negativo que todos nós temos em maior ou menor grau, e que vem à tona nas características das pessoas autodestrutivas.

Tornar-se-á muito óbvio quando alguém estiver sendo autodestrutivo. Essa pessoa ficará inteiramente diferente do que era antes. Você pode estar confuso, magoado, inseguro, ou uma variedade de outras emoções que são completamente normais. No entanto, se você conhece alguém que se tornou extremamente autodestrutivo, pode querer abordá-la da maneira certa para que possa obter a ajuda de que necessita.

Aqui estão alguns dos sintomas/sinais de uma pessoa autodestrutiva:

1. Sem Motivação / Desiste

As pessoas autodestrutivas começam a desenvolver pouca ou nenhuma motivação para fazer qualquer coisa. Elas vão encontrar maneiras de contornar as coisas que deveriam fazer ou vão simplesmente desistir de tudo de uma só vez, sem razão. Em sua cabeça, sacrificar toda a sua felicidade é apenas uma maneira de ajudar. É importante que você tente mantê-la ativa!

Conheça os 6 sinais de que você é uma pessoa autodestrutiva @pitacoseachados

2. Nunca aceita ajuda

As pessoas autodestrutivas nunca permitirão que ninguém as ajude com nada. Mesmo que seja uma correção simples, elas não aceitarão a ajuda oferecida. Elas muitas vezes ignoram as pessoas, como se não tivessem dito nada, e continuam a fazer o que estão fazendo, na esperança de que você as deixe sozinhas. É importante lembrá-las de que você está apenas tentando ajudá-las, porque se importa e as ama.

3. Ignora as emoções dos outros

As pessoas autodestrutivas são extremamente ignorantes em relação às emoções dos outros. Mais uma vez, elas se certificam de não ver e nem ouvir o que não querem. A triste verdade da questão é, elas estão ignorando suas próprias emoções, e também as dos outros. Elas preferem engarrafar tudo e têm dificuldade em lidar com o estresse. É importante lembrá-las de que não tem problema em se estressar, e que você estará lá para ajudá-las, se precisarem.

4. Abusa de Drogas / Álcool

Pessoas autodestrutivas muitas vezes assumem novos vícios, ou amplificam seus antigos para níveis extremos, às vezes sem moderação. Abuso de drogas e álcool são definitivamente alguns dos principais sinais de alerta / sintomas que não devem ser ignorados, quando se trata do bem-estar de uma pessoa. Se você conhece alguém que começou a abusar de drogas ou álcool, por favor, ajude-o a encontrar a ajuda necessária.

5. Destrói relacionamentos deliberadamente

As pessoas autodestrutivas começarão a queimar pontes com os membros próximos da família, amigos e até mesmo com seus entes queridos, tudo ao mesmo tempo. As emoções negativas as consomem e as fazem acreditar que ninguém reconhece seu valor. Isso não é verdade, obviamente, mas não faria mal lembrá-las de que todos os seus entes queridos as amam e se importam com elas.

6. Machucam-se fisicamente

As pessoas autodestrutivas às vezes sentem que são indignas, então se voltam para a violência física para conseguirem a liberação que desejam. É uma maneira muito horrível de expressar todo o seu stress, desgraças e medos. No entanto, elas agem desta forma porque não sabem agir de outra forma. Lembre-as de que elas não têm de se expressar de forma tão esporádica, que podem falar sobre as coisas que as estão incomodando profundamente.

O Segredo – Fonte: Higher Perspectives

Pitaco: Na verdade, as características das pessoas autodestrutivas indicam dificuldades com a sua autoestima. Mas além disso, há uma dificuldade na autopercepção: se ver de uma maneira mais construtiva envolve desafiar uma figura de autoridade ou um mandato determinado. Por exemplo, por trás dessa posição está o medo inconsciente de ser mais feliz do que o pai ou a mãe; ou de provar que uma “verdade” religiosa não é tão verdadeira. Seja qual for o caso, exige tratamento profissional.

Publicado em: https://pitacoseachados.com/2018/11/05/conheca-6-sinais-de-que-voce-e-uma-pessoa-autodestrutiva/comment-page-1/#comment-16220

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O CELULAR NO CONTROLE? (final)

Resultado de imagem para dependencia do telefone celularCrédito de imagem: Cultura Alternativa

Para concluir a abordagem sobre o fenômeno da excessiva conexão online com dispositivos eletrônicos e, em especial, pela crescente dependência dos smartphones, motivo da minha postagem de ontem (https://obemviver.blog.br/2018/11/05/o-celular-no-controle-uma-realidade-que-precisa-ser-percebida/), vamos fechar com dicas de algumas estratégias e possibilidades de ações práticas para minimizar essa preocupante constatação dos dias atuais, já denominada de “intoxicação digital”. Em alguma medida, espero que sim, as referidas sugestões podem ser úteis para você. Confira:

DETOX DIGITAL

Para quem demonstra alta dependência do celular, cujos sintomas podem ser: 1) conferir a telinha durante o tempo todo para ver o que está acontecendo, as notificações de amigos, as “curtidas” etc.; 2) ficar acordado até mais tarde, com o aparelho ligado, só para dar mais uma olhadinha nas redes sociais; 3) manter os olhos fixos naquela tela de menos de 6 polegadas, ainda que esteja no bar, em uma mesa cheia de amigos e chope gelado, mesmo que a conversa esteja animada… aí vão nove dicas para você diminuir o seu tempo online e, no particular, o uso dos smartphones:

1. Determine uma hora limite para manter o celular ligado à noite

Por exemplo: desligue o telefone sempre entre as 23h e a hora de acordar. Assim, você estabelece uma rotina para garantir algumas horas offline todos os dias. Com isso, entre outros benefícios, você melhora a qualidade do seu sono. Segundo os estudiosos, o brilho da tela tem a mesma tonalidade azul do sol nascente. Isso faz com que o cérebro entenda que é hora de parar de liberar melatonina (hormônio que ajuda o sono).

2. Crie momentos de liberdade e regras de conexão

Agende horários de desconexão. Por exemplo, evite levar o celular quando for praticar esportes. Também, aproveite o caminho de casa até o trabalho para ler um livro de papel. Outra estratégia é, durante feriados e fins de semana, evitar a utilização, tanto quanto possível, dos aplicativos que possam lhe causar estresse e ansiedade.

Adicionalmente, você pode estabelecer uma rotina de horários para usar e-mail, whatsapp e redes sociais. Combine essa regra com colegas, chefes, clientes para que saibam em quais momentos você estará disponível. Além do que, podem ser programadas respostas automáticas com os horários em que você irá responder às solicitações. Conheço diversas pessoas que já adotam práticas como essas.

3. Ignore o smartphone quando estiver com outras pessoas

Essa é uma verdadeira declaração de amor hoje: deixar o aparelho longe do alcance dos olhos, para prestar mais atenção na conversa do que na tela. Trata-se de atitude (singela) de “desconexão” que faz muita diferença nas relações interpessoais. Acima de tudo, demonstra educação, consideração e respeito para com o outro. Vale esse auto policiamento!

4. Evite comer em frente ao computador ou levar o smartphone para a mesa de jantar

Nutricionistas alertam que você come mais e pior quando não se concentra no alimento. Use esse tempo para conversar ou refletir. Dê o exemplo em casa, como convite para que os familiares façam o mesmo.

5. Bloqueie as notificações

Vale para aplicativos que não são fundamentais na sua rotina, como algumas redes sociais. Assim, você evita aquela distração com o celular piscando ou a tela inundada de alertas.

6. Estabeleça horários e um limite de tempo para navegar

Vale para redes sociais e sites de notícias. Se o objetivo é estar atualizado, uma sugestão seria, por exemplo: 30 minutos durante a manhã, mais 30 minutos depois do almoço e mais 30 minutos à noite.

7. Ignore as notificações na tela do smartphone, mesmo que se acumulem

Não é porque você recebeu um e-mail ou alguém comentou em uma foto sua no Facebook que precisa responder imediatamente. Relaxe.

8. Mantenha o telefone no silencioso durante o trabalho

Assim, você não se distrai com os sons das notificações nem atrapalha a atenção dos colegas ao redor.

9. Envolva as pessoas próximas

Como as pessoas hoje estão conectadas, com raras exceções, convide quem está perto de você para praticar a desconexão. Quando possível, vale manter o celular guardado, longe dos olhos. Pode ser aplicável, por exemplo, em almoço/jantar com amigos ou até mesmo de negócios. Nos fins de semana, faça programas com a família que não exijam internet, propiciando, ao máximo, momentos de desintoxicação digital.

O recado final

O pano de fundo para todo esse argumento é a atenção. O mundo online captura, naturalmente, a nossa tão preciosa atenção. É uma concorrência que precisa ser mitigada!

Portanto, vivenciar, dar efetivo significado às pessoas e as coisas, ou seja, viver integralmente e concentrar no que interessa, requer que a pessoa esteja no aqui e agora, no comando da sua jornada. Essa é a essência do bem viver, da plenitude e de uma caminhada que vale a pena. Convenhamos, esse vivenciar de protagonista requer conexões e desconexões, de maneira que, no equilíbrio, tenhamos capacidade de dar foco para o essencial. Somente encontrando tempo para estar conosco, para fazer o que realmente importa, conseguiremos evoluir verdadeiramente, num acumular de marcos e marcas pelo caminho.

Assim, estaremos cada vez mais aptos a ouvir o inaudível, a enxergar o invisível, a valorizar o essencial, pois como disse Antoine de Saint-Exupéry, em seu marcante livro O pequeno príncipe, … “só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.”

Adaptado das seguintes fontes: 7 passos para um detox digital (https://super.abril.com.br/comportamento/7-passos-para-um-detox-digital/) e DETOX DIGITAL (Revista VOCÊ S/A – Outubro de 2018 – Pg. 31).

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O CELULAR NO CONTROLE? – UMA REALIDADE QUE PRECISA SER PERCEBIDA!

Resultado de imagem para dependencia do telefone celularCrédito de imagem: Cultura Alternativa

Isolamento pessoal, estresse e outros adoecimentos, associados à falta de foco, de criatividade e a baixos níveis de produtividade são algumas consequências da dependência excessiva dos smartphones!

Volto a dar ênfase para a alta dependência – e suas inúmeras consequências – dos dispositivos eletrônicos (em especial dos smartphones), constatação mais do que evidente nos dias atuais, que afeta significativa parcela da população Esse assunto  tem sido objeto de frequentes postagens por aqui, a exemplo da última delas, com alerta feito pelo médico e escritor Augusto Cury: https://obemviver.blog.br/2018/10/25/e-intoleravel-o-que-estou-fazendo-comigo-alerta-do-dr-augusto-cury/.

Desde logo, é preciso deixar claro que a tecnologia está aí, é um avanço da e para a humanidade (traz desenvolvimento das ciências, avança/moderniza a medicina, a agricultura, a indústria, dissemina conhecimento sobre tudo, de forma ampla e veloz…) Portanto, não se pode pensar em voltar atrás. O que se cuida agora é de alertar para os excessos, o mau uso, de maneira que, conscientes, as pessoas e organizações estabeleçam bom equilíbrio e adotem mecanismos mitigadores para não haver elevação dos riscos e adoecimentos em geral, até porque a tentação é grande e o deslumbramento com tanta informação e recurso tecnológico disponíveis acontece naturalmente!

Bem, o problema (excesso de conexão e uso da tecnologia) já preocupa estudiosos e autoridades, sendo reconhecido de forma crescente como fator de prejuízo para a saúde integral do indivíduo e, por consequência, para a sua capacidade de manter foco e de produzir.

Com o intuito de reforçar e, mais objetivamente, de ampliar o nível de consciência geral a respeito dessa já denominada “intoxicação digital”, preparei este texto a partir de diversos aspectos, bastante interessantes, trazidos na excelente matéria de capa ‘O CELULAR NO CONTROLE’, da revista VOCÊ S/A, do último mês de outubro.

Algumas constatações mais evidentes:

As pessoas estão adoecendo por causa do excesso de conectividade e se tornando dependentes da tecnologia. Por se tratar de algo maravilhoso, trazido pela modernidade que não para de chegar, “o ser humano ainda se encontra deslumbrado com tudo o que a tecnologia pode fazer”. Tais afirmações se baseiam em pesquisas recentes, realizadas pelo mundo, incluindo o Brasil;  

De acordo com levantamento feito pela Motorola, em parceria com Nancy Etcoff, da Universidade Harvard, 41,5% dos brasileiros estão viciados em seus telefones;

A esse respeito, pode ser recomendável saber como está o seu nível de dependência. Faça o teste, desenvolvido pelo Instituto Delete, acessando este endereço: bit.ly/teste_celular;

Mais ainda, segundo a revista Time, 68% das pessoas pegam o celular assim que abrem os olhos. Enquanto isso, pesquisa da consultoria Deloitte, feita com brasileiros, em 2017, aponta que 33% delas veem notificações de mídias sociais durante a madrugada;

Vários estudos vêm demonstrando que excesso de tempo online propicia doenças como ansiedade, depressão, estresse, déficit de atenção e até transtorno obsessivo compulsivo;

Em outro estudo, da Universidade de Seul, conclui-se que tal dependência leva à inibição de neurônios, resultando em nervosismo, insônia e falta de foco;

“Ao mesmo tempo que estamos ocupados, também nos sentimos ineficientes. Estamos conectados, mas somos solitários. A tecnologia que nos dá liberdade também funciona como uma prisão – quanto mais ficamos presos, nos perguntamos com mais frequência quem está realmente no controle. O resultado é uma tensão paralisante.” (Catherine Price, no seu livro Celular: Como Dar um Tempo);

O problema é que esses dispositivos são mais perigosos do que os PCs simplesmente porque não ficam presos a uma mesa. Estão conosco, podemos fazer qualquer coisa com eles, pois existem aplicativos para tudo, e isso os torna ainda mais viciantes;

Ainda nesse contexto dos inconvenientes (perigos), está a dispersão de foco, propiciado pelas diversas áreas de interesse e atenção simultâneas via celular, levando a pessoa a se desdobrar e querer ser multitarefa. Conforme pesquisa da Universidade Stanford, esse estilo leva a prejuízo para a execução das atividades. De acordo com o estudo, “os multitarefas digitais não conseguem nem estruturar informações nem ignorar o que é irrelevante.”

O que fazer?

Também para isso é preciso haver educação. No caso, educação digital! Para se policiar, podem ser adotadas diversas atitudes pessoais, que foram sugeridas ao longo da referida matéria da VOCÊ S/A, a exemplo de:

Deixar os gráficos dos smartphones em cinza até a desconexão mais profunda;

Sair de grupos de família no WhatsApp;

Reduzir a quantidade de interações em redes sociais;

Diminuir o número de pessoas/canais que segue…

De certa maneira, algumas empresas começam a adotar iniciativas para reduzir o uso tão intensivo da tecnologia pelos seus funcionários. Alguns exemplos:

Não permitir o uso de celular durante as reuniões (os aparelhos são depositados em determinado local, fora da sala);

Por medida de segurança, não olhar o celular quando se está em movimento (regra que já seria adotada na GM);

Negociação (que pode envolver até os sindicatos) para a proibição do manuseio de celulares em determinadas áreas, horários, circunstâncias etc.

Responsabilidade social e ética com o uso da tecnologia

Nessa esteira de conscientização, já existem entidades associativas nos Estados Unidos, como a Center for Humane Technology, que prega o uso ético da tecnologia, assim como a Trilium Asset Management, que incentiva investimentos com responsabilidade social e ética. De acordo com a matéria em destaque, referidas entidades vêm pressionando as companhias de TI para diminuir o impacto negativo que esse uso pode acarretar para as pessoas.

Segundo informado, as gigantes Motorola, Samsung, Apple, Google e Facebook, entre outras empresas, estariam adotando ações/inovações com esse propósito, a exemplo de:

Vídeos para incentivar o uso consciente de tecnologia e a conexão com a vida fora das telas;

Função “não perturbar” em alguns aparelhos, acionada quando o usuário vira o telefone de cabeça para baixo;  

Aplicativos para deixar o celular em modo offline durante o período desejado pelo usuário, com envio de respostas automáticas para quem entrar em contato;

Desenvolvimento de um painel de controle para Android, pelo Google, para ajudar o usuário a saber quanto tempo está gastando com o dispositivo, além do APP Timer, que permite definir limites de tempo em aplicativos;

Recente lançamento, pelo Facebook, da ferramenta Gerenciamento de Tempo, válida para o Face e o Instagram, que inclusive disponibilizaria um painel de atividades, com lembrete diário etc.

A Apple, por seu turno, já teria lançado recursos para que os pais regulem a utilização dos aparelhos pelos filhos. Permitiria bloquear aplicativos, compras, conversas… Para os adultos, também desenvolveu o modo “não perturbe”, o controle de uso do dispositivo, entre outras inovações de ajuda.

Amanhã, farei conclusão desta abordagem, com um conjunto de medidas recomendadas (dicas) para a educação e o “detox” digitais. Espero que isso tudo lhe seja útil!

Fonte de referência: Revista VOCÊ S/A – O Celular no Controle – outubro de 2018 – edição 245.

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Vídeo animado maravilhoso para a Quinta Sinfonia de Beethoven!

Neste espaço de inspiração musical, trago hoje vídeo fabuloso, com o título Line Riders – Beethoven’s 5th, produzido por Doodle Chaos, apresentando incrível sincronia gráfica, animada, para a Quinta Sinfonia de Beethoven, um dos clássicos mais admirados (e populares) da história da música universal. 

Na verdade, trata-se da Sinfonia n.º 5 em Dó menor Op. 67, de Ludwig van Beethoven, que foi concluída em 1808.

O produtor do vídeo, Doodle Chaos, é norte-americano. Segundo o seu canal no YouTube, atua “sincronizando coisas com música e engenhocas malucas”.

Veja (e curta) este trabalho primoroso – o vídeo está disponível no YouTube. A seguir:

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QUAL IMAGEM VOCÊ PASSA? – A importância da comunicação verbal e não-verbal!

O processo de comunicação humana é bem mais complexo do que muitos pensam. A nossa imagem é passada levando em conta aspectos os mais diversos: olhar, simpatia(?), voz, entonação, espontaneidade, gestos, palavras utilizadas, forma de colocar essas palavras… Ou seja, envolve aspectos objetivos e muitos outros subjetivos. Em suma, há que se preparar um estratégia para esse processo: o que quero passar, como quero ser percebido etc.

Sobre isso, trago hoje mais um bom vídeo da Casa do Saber, QUAL IMAGEM VOCÊ PASSA?, com a especialista e doutora Vivian Rio Stella. A provocação da expositora é exatamente esta: “contando a comunicação verbal e não-verbal, qual imagem você passa?”

Confira o vídeo a seguir (publicado no YouTube – duração de apenas 5:07) e aprimore a sua habilidade de se comunicar:

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