“EU, VEGETAL?” – Instigante poesia de Sandra Fayad!

Ainda sob inspiração das artes, trago neste domingo a poesia EU, VEGETAL?, uma composição muito bacana, e deveras instigante, da poetisa Sandra Fayad, grande colaboradora/incentivadora deste blog.

Pelo seu talento poético e pela sua efetiva atuação em prol das causas ambientais, Sandra, como poucos, sabe expressar a importância de se olhar (e compreender) o planeta – e os seres vivos que aqui estão – como um todo, integrado, sistêmico!

Confiram:

EU, VEGETAL?
Por Sandra Fayad

Estou confusa!
À medida que me distancio dos meus iguais,
Ouço as vozes silenciosas da vegetação
E o coração acelerado dos animais.

Ou é o contrário:
A honestidade impressa no olhar selvagem,
A delicadeza presente em cada vegetal,
Nos meus olhos, despiram o homem de sua roupagem?

Animalizei-me?
Pode ser que nem tanto;
Talvez eu tenha me vegetabilizado,
Ou ambos … por encanto.

A compreensão cegou minha ignorância,
Apagou o húmus-rastro do caminho,
Inverteu crenças, valores, pseudo-certezas.
Reformou a mim e ao meu ninho!

Bsb, 06/03/2009 – *Reg. BNB/EDA

Fonte: SANDRAFAYAD.PROSAEVERSO.NET

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Inspiração musical: Djavan – Retrato da Vida (Ao Vivo)

Neste espaço musical de todos os sábados, trago hoje o genial alagoano Djavan (cantor, compositor, produtor musical e violonista) cantando a belíssima canção Retrato da Vida, composta pelo também genial Dominguinhos (1941 – 2013), em parceria com Djavan.

O vídeo, publicado no YouTube, registra parte do show ocorrido na casa de espetáculos Credicard Hall, São Paulo, em 16 de março de 2013.

Curta este belo momento – a seguir:

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“Paul Watzlawick e a teoria da comunicação humana”

“a comunicação falha, basicamente, quando as pessoas não conseguem se afastar de seu próprio ponto de vista”

Vez por outra trato aqui sobre a importância da comunicação, seja nas relações pessoais e profissionais. Falamos da boa comunicação, do saber falar e saber ouvir, da comunicação escrita, verbal, corporal, da comunicação consciente, calorosa, persuasiva, e mais recentemente da comunicação não-agressiva. Não resta dúvida, diante disso e de muito mais, que a comunicação exerce papel significativo no contexto das relações humanas.

A esse respeito, selecionei para hoje artigo muito interessante, publicado em novembro passado no site A Mente É Maravilhosa, trazendo a teoria da comunicação humana do psicólogo austríaco Paul Watzlawick. Com argumentação clara e convincente, o psicólogo (já falecido), grande autoridade no assunto, apresenta diversos pontos que podem lhe ser úteis, cabendo assinalar que essa sua teoria trouxe contribuição para a terapia familiar, segundo informado no texto. 

Desejo-lhe uma boa leitura e que, conhecendo tais informações e dicas, tire bom proveito para o aprimoramento da sua habilidade de comunicação.

A seguir:

“Paul Watzlawick e a teoria da comunicação humana

Teoria da comunicação humana

De acordo com a teoria da comunicação humana do psicólogo austríaco Paul Watzlawick, a comunicação desempenha um papel fundamental nas nossas vidas e na ordem social, embora não estejamos conscientes disso. Mesmo sem perceber, desde o início da nossa existência, participamos do processo de aquisição das regras de comunicação imersas nos nossos relacionamentos.

Pouco a pouco, aprendemos o que dizer e como fazê-lo, bem como as múltiplas formas de comunicação que existem no nosso dia a dia. Parece incrível que um processo tão complexo passe despercebido e se torne automático quase sem esforço consciente. A verdade é que, sem comunicação, o ser humano não poderia ter avançado ou evoluído para o que é agora. Mas, quais são os segredos da comunicação que nos permitem nos relacionarmos uns com os outros e que, apesar da sua importância, não levamos em consideração?

“Você não pode não se comunicar”.
– Paul Watzlawick –

Paul Watzlawick e a sua visão da comunicaçãoPaul Watzlawick e a sua visão da comunicação

Paul Watzlawick (1921-2007) foi um psicólogo austríaco, reconhecido internacionalmente pelo seu livro “A arte de amargar a vida”, publicado em 1983. Ele fez doutorado em filosofia, se formou em psicoterapia no Instituto Carl Jung de Zurique e foi professor na Universidade de Stanford.

Watzlawick, juntamente com Janet Beavin Bavelas e Don D. Jackson do Instituto de Pesquisa Mental de Palo Alto, desenvolveu a teoria da comunicação humana, a pedra angular da terapia familiar. Nela, a comunicação não é explicada como um processo interno que surge do indivíduo, mas como o resultado de uma troca de informações que se origina em um relacionamento.

Assim, através dessa perspectiva, o importante não é tanto a maneira como nos comunicamos e se isto é consciente ou não, mas como nos comunicamos no aqui e agora e de que forma influenciamos uns aos outros. Vejamos quais são os princípios fundamentais em que a teoria da comunicação humana se baseia e quais são as lições que podemos aprender com eles.

Os 5 axiomas da teoria da comunicação humana

1 – É impossível não se comunicar

A comunicação é inerente à vida. Com este princípio, Paul Waztlawick e seus colegas queriam dizer que todo comportamento é uma forma de comunicação em si mesmo, tanto de forma implícita quanto explícita. Mesmo “ficar em silêncio” traz uma informação ou mensagem, por isso é impossível não se comunicar. A não comunicação não existe.

Mesmo quando não fazemos nada, verbalmente ou não, estamos transmitindo algo. Talvez não estejamos interessados ​​no que nos dizem ou simplesmente preferimos não comentar. O ponto é que há mais informações na “mensagem” do que nas palavras.

2 – A comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto de relação (metacomunicação)

Isto significa que em todas as comunicações, não só o significado da mensagem em si é importante (nível de conteúdo), mas também é importante como a pessoa que fala quer ser entendida e como pretende agir para que os outros a entendam (nível de relação).

Quando nos relacionamos, transmitimos informações, mas a qualidade do nosso relacionamento pode dar um significado diferente a essa informação.

Teoria da comunicação humana

Assim, o aspecto do conteúdo corresponde ao que transmitimos verbalmente enquanto o aspecto de relação se refere à forma como comunicamos essa mensagem, ou seja, o tom da voz, a expressão facial, o contexto, etc. Dependendo do nosso tom ou expressão, a mensagem será recebida de uma forma ou de outra.

3 – A pontuação dá significado de acordo com a pessoa

O terceiro axioma foi explicado por Paul Watzlawick como: “A natureza de uma relação depende da intensidade das sequências comunicacionais entre as pessoas”. Com isso, ele quis dizer que cada um de nós sempre constrói uma versão própria do que observa e experimenta e, dessa forma, define o relacionamento com as outras pessoas.

Este princípio é fundamental quando se trata de relacionamentos e devemos manter isso em mente sempre que interagimos com alguém. Toda a informação que nos chega é filtrada com base nas nossas experiências, características pessoais e aprendizado, o que faz com que um mesmo conceito, como por exemplo, amor, amizade ou confiança, tenha significados diferentes.

Além disso, outro aspecto fundamental da comunicação é que cada interlocutor acredita que o comportamento do outro é a causa do seu comportamento, quando na verdade, a comunicação é um processo muito mais complexo que não pode ser reduzido a uma simples relação de causa e efeito. A comunicação é um processo cíclico no qual cada parte contribui de forma singular para a moderação do intercâmbio.

Teoria da comunicação humana

4 – Modo digital e modo analógico

Da teoria da comunicação humana, postula-se que existem duas modalidades:

  • Modo digital. Isso se refere ao que é dito através das palavras, que são o veículo da comunicação.
  • A arte de amargar a vidaInclui a comunicação não-verbal, ou seja, a forma como nos expressamos, que é o veículo da relação.

5 – A comunicação simétrica e complementar

Finalmente, com este axioma, pretende-se dar importância à maneira como nos relacionamos com os outros: algumas vezes sob condições de igualdade, enquanto outras a partir das diferenças.

Quando temos um relacionamento simétrico, avançamos no mesmo plano, isto é, temos condições de igualdade e um poder equivalente na troca, mas não nos complementamos. Se o relacionamento é complementar, como por exemplo, nas relações entre pai e filho, professor e aluno ou vendedor e comprador, estamos em condições desiguais, mas aceitamos as diferenças e, assim, possibilitamos a conclusão da interação.

Se levarmos em conta esses princípios, chegaremos à conclusão de que, em todas as situações comunicativas, precisamos prestar atenção ao relacionamento em si mesmo, isto é, na maneira de interagir entre as pessoas que se comunicam e não tanto no papel individual de cada uma delas.

A comunicação é um processo muito mais complexo do que imaginamos com uma série de aspectos implícitos que aparecem no dia a dia dos nossos relacionamentos.

Veja a publicação original em: https://amenteemaravilhosa.com.br/teoria-da-comunicacao-humana/

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Finanças pessoais – Entenda estas dicas (úteis) sobre aplicações financeiras!

Imagem relacionada  Crédito de imagem: Resenha Virtual

Sabemos que dinheiro não garante felicidade, mas também sabemos que, sem dinheiro para assegurar (ao menos) as necessidades e planos essenciais, qualquer projeto de vida restará frustrado e, com isso, as chances de um viver com qualidade, com bem-estar e realizações ficará apenas no desejo.

Com efeito, quando falo por aí sobre planejamento de vida, mais precisamente sobre a estruturação de um projeto para a aposentadoria e para a fase da maturidade, o fator Finanças Pessoais e Familiares necessariamente merece consideração. E considerando a realidade brasileira, com a maioria da população demonstrando despreparo a esse respeito, evidenciado pelo baixo nível de educação financeira, segundo diversas pesquisas periodicamente divulgadas, tenho buscado contribuir para que, com melhores informações e esclarecimentos sobre o tema, a conscientização das pessoas sobre finanças pessoais vá crescendo, e com isso criem o hábito, ao mesmo tempo, de fazer economia regular (ter reservas/poupança), de observar um orçamento minimamente estruturado e, por fim, de saber fazer um pouco de conta para evitar perda de rendimento (ou até prejuízos) nas suas aplicações.

Nesse diapasão, divulgo hoje o bem elaborado artigo “Saiba calcular o rendimento real de investimentos e pare de perder dinheiro“, publicado no portal eletrônico UOL. Você vai entender, de maneira bem simples e didática, por exemplo, a diferença entre rendimento nominal e rendimento real, qual é a base para cálculo do rendimento da poupança e quanto isso representa, o que é taxa Selic, taxa CDI, além de entender como se faz comparação entre os diversos tipos de rendimentos das aplicações, incluindo taxas pré e pós fixadas e a compreensão do que é  valor bruto e líquido de uma aplicação.

Temos, aí, portanto, uma boa contribuição para o universo da chamada ‘educação financeira’. Recomendo a leitura e espero que você tire bom proveito destas dicas – clique no link a seguir:

https://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2018/08/14/como-calcular-rendimento-real-de-investimento.htm

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“Ética e Reputação” – Qualquer tipo de organização precisa disso!

Voltando, nesta terça-feira, a falar de assuntos que tocam mais diretamente ao ambiente corporativo, reproduzo artigo bem interessante, que trata de tema por demais pertinente para os tempos atuais, de autoria do consultor (e amigo) José Augusto Varanda, publicado em sua página no Facebook Ética e Organizações, no último dia 10.

O autor, um notório especialista nessa área, vem trazendo importante contribuição, com a produção e divulgação dos seus textos, no sentido de informar e de despertar consciências a respeito da cultura da ética e da boa reputação nos ambientes organizacionais. A par do que sabemos, pelos noticiários, sobre condutas reprováveis nesse campo, resta evidente que precisamos repercutir e amplificar pensamentos e textos como esses.

Portanto, recomendo a leitura. E se concordar com o argumento, compartilhe. No meu entender, o país precisa desse tipo de abordagem com a necessária intensidade, e que ela ganhe apoiadores, de fato, a cada dia!!!

Confira:

Ética e Reputação

Todos nós sabemos o quão difícil é construir uma boa reputação, um processo contínuo, que exige muito trabalho e dedicação. A reputação, gerada a partir de concepções pessoais e sociais, é a forma como a organização é percebida pelo seu público como crível, merecedora ou não de confiança e, por isso, tem influência direta na capacidade da empresa de se manter sustentável e segura ao longo do tempo.

Algumas pesquisas recentes apontaram que:

• O valor de mercado de uma empresa com boa reputação é 5,5% maior do que o de outra com menos prestígio;

• A reputação pode contribuir com até 7,5% no faturamento anual de uma empresa;

• Cerca de 30% do valor de mercado das 100 melhores empresas na Bolsa de Londres são lastreados pela reputação;

• 85% dos consumidores afirmam aceitar pagar mais por produtos e serviços de uma empresa que tem reputação superior.

Com a velocidade de propagação das informações pelas chamadas ‘redes sociais’ estamos vivendo uma época em que a importância da reputação passou a ser ainda maior. Devido à proliferação das ‘fake news’ nessas redes, a informação tem mais valor quando proveniente de fonte confiável.

De acordo com instituição especializada no estudo do assunto, o Reputation Institute, os sete vetores da reputação são:

• Produtos e Serviços;
• Inovação;
• Ambiente de Trabalho;
• Governança;
• Cidadania;
• Liderança; e
• Desempenho Financeiro.

Portanto, vemos que quatro dos sete fatores que contribuem para influenciar a percepção da opinião pública, com relação à imagem de uma organização, são questões nem sempre bem trabalhadas internamente e que precisam ser priorizadas e fortalecidas: Clima Organizacional, Governança, Cidadania e Liderança.

O compliance, se bem sustentado por uma cultura ética efetiva, refletirá diretamente na atuação das empresas, assegurando a transparência e legitimidade das suas operações, o cumprimento da legislação em vigor, a conformidade com políticas globais, sustentando as práticas de governança corporativa, moldando o clima organizacional, criando as condições essenciais para o exercício da cidadania e construindo uma posição de liderança entre as empresas que atuam no mesmo segmento.

A existência de uma sólida cultura ética atesta que a implementação de um Programa de Integridade foi bem-sucedida e que a empresa estará construindo e assegurando a sua boa reputação.

É preciso entender que a cultura de uma organização é moldada por todos, um processo dinâmico em que cada colaborador deve se sentir protagonista e responsável ao mesmo tempo. Com isso em mente, cabe à alta administração assumir a responsabilidade e o comprometimento com a nova cultura que está sendo disseminada na empresa, a qual não deve ser vista como uma mudança de rumo ou de princípios, na verdade, trata-se de uma transformação comportamental.

Assim, com o respaldo da alta administração e dos gestores, o desafio será conquistar e cativar os colaboradores, transmitindo a nova cultura de maneira clara, na linguagem e formato adequados à boa compreensão e assimilação por todos.

Nada adianta, porém, sustentar uma cultura ética ‘de fachada’, alardear e não praticar, pois não basta Parecer Ético, é preciso Ser Ético. Lembrando as palavras do filósofo e mestre Mario Sergio Cortella, “A ética não é cosmética”.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas

Fonte: https://www.facebook.com/eticaeorganizacoes/posts/2144220959183470.

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A MÚSICA É INCRÍVEL! (vídeo)

Já fiz algumas divulgações aqui a respeito dos benefícios de se ouvir música, pela sensação de prazer e bem-estar que proporciona, e também pela ação direta (e positiva) na saúde humana, incluindo alguns estudos, no campo da neurociência, evidenciando que a música tem o poder de ativar as diferentes regiões do cérebro. Como exemplo, recordo esta postagem de 25/9/2017: https://obemviver.blog.br/2017/09/25/a-musica-como-terapia-veja-os-efeitos-em-pessoas-com-alzheimer-video/

Para hoje, trago o vídeo ‘A música é incrível‘, inteligentemente produzido, interessante e com boa riqueza de informações, apesar da sua curta duração, mostrando que já se percebiam efeitos terapêuticos, proporcionados pela música, desde tempos bastante longínquos, ao que se seguem novos achados da ciência a esse respeito. 

Estou certo de que vale a pena ver (e ouvir) este curta, com duração de apenas 1:51, publicado no YouTube por Kleber Sales II. Ao final, você terá ainda mais motivos para gostar de ouvir música!

Assista ao vídeo seguir:

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Música You’ve Got a Friend (Você tem um amigo) – Gaither Vocal Band (show!!!)

You’ve Got a Friend, maravilhosa canção de 1971, que foi composta por Karole King, ficou mundialmente conhecida na marcante interpretação de James Taylor. Como não poderia ser diferente, a canção segue encantando a todos, vez por outra recebendo novas interpretações e gravações. 

É o caso desta bela interpretação, intimista e diferenciada, de Bill Gaither, Todd Suttles e a Gaither Vocal Band, dos Estados Unidos, que trago no vídeo a seguir.  A meu ver, a performance ficou muito especial e chega a emocionar!

Vale a pena curtir este momento inspirador (o vídeo está disponível no YouTube). Confira:

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Sobre o BEM e a BONDADE (inspiração)!

Imagem relacionadaCrédito de imagem: Professoras na web

Para começo de fim de semana, trago nesta sexta-feira duas mensagens belas, precisas e  poderosas:

Trecho de O Evangelho de Chico Xavier – Da propagação do Bem, do notável médium Francisco Cândido Xavier (1910 – 2002) ; e

Frase da poetisa e contista Cora Coralina (1889 – 1985).

Espero que sejam inspiradoras para você!

A seguir:

“1 Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar… Precisamos de somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal… 2 Se o pessimismo se acumula, termina por contaminar a atmosfera psíquica do planeta, pesando sobre as mentes que nos governam. 3 É indispensável que o bem se propague… Ninguém tem o direito de se omitir.Cultivar uma flor, zelar por uma fonte de água cristalina, não poluir, estampar um sorriso na face, proferir palavras de esperança — tudo isto pode parecer insignificante, mas não é!… 5 Uma atitude positiva desencadeia outras. O amor contagia… 6 Pior do que o mal que a invigilância de muitos concretiza, é o comodismo daqueles que cruzam os braços por desacreditarem no bem…”

(Chico Xavier)

Fonte: http://bibliadocaminho.com/ocaminho/txavieriano/livros/Ecx/Ecx129e130.htm

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende!” (Cora Coralina).*

*trecho de uma entrevista por ela concedida.

Fonte: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3616&

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“8 CONSELHOS PARA ADMINISTRAR MELHOR O TEMPO E SER MAIS PRODUTIVO”

Manter bom planejamento pessoal e ter eficaz administração do tempo são competências individuais importantes, necessárias, mas que requerem dedicação e disciplina. Por isso, muita gente fraqueja nesses detalhes!

A esse propósito, reproduzo interessante artigo publicado no portal eletrônico da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, dois dias atrás, trazendo algumas dicas, simples e práticas, que poderão ser úteis e lhe ajudar. Aliás, ante a constatação de que existe muita dispersão no dia a dia das pessoas, modo geral, e em nome do zelo pela carreira, da produtividade e dos resultados que precisam ser obtidos, vale a pena dar uma olhada no texto.

Confira a seguir:

“8 CONSELHOS PARA ADMINISTRAR MELHOR O TEMPO E SER MAIS PRODUTIVO

Um estudo afirma que 15% do expediente é usado em reuniões pouco eficientes, interrupções desnecessárias e tarefas que não fazem nenhuma diferença

procrastinação; produtividade (Foto: Divulgação)Segundo o estudo, 15% do tempo é consumido em reuniões pouco eficientes, interrupções desnecessárias e tarefas que não fazem nenhuma diferença (Foto: Divulgação)

 

Gerenciar o tempo é um dos grandes desafios profissionais em ambientes de trabalho exigentes. Sempre falta tempo e sobram tarefas e responsabilidades. Estresse, desânimo, horas extras e, consequentemente, menos espaço para descanso e lazer são os resultados dessa situação cada vez mais rotineira no mundo corporativo.

Mas será que todo o tempo dedicado ao trabalho está sendo bem empregado? Um estudo interno da empresa espanhola de recursos humanos Nexian mostra que não.

A empresa concluiu também que, em média, os trabalhadores consultam seus e-mails 20 vezes por hora. Diante deste dado, é inevitável fazer uma conta simples: se cada uma dessas checagens leve um minuto, em média, já são 20 minutos desperdiçados por hora.  Como à checagem do e-mail podemos incluir as consultas aos programas de mensagens e as espiadas nas redes sociais, o tempo perdido é ainda maior.

Com base nos dados que coletou, a Nexian elaborou uma lista de oito recomendações para fazer uma boa gestão do tempo:

1. Identifique as causas
Falta de organização, ausência de planejamento, dificuldade de dizer não e incapacidade de evitar distrações são algumas das razões mais frequentes do desperdício do tempo, segundo a empresa. Muitas vezes, esses fatores trabalham coletivamente contra um dia de trabalho produtivo. É importante tomar consciência do problema e determinar as causas.

2.  Planeje e organize
Gastar alguns minutos planejando o trabalho e organizando-se para realizá-lo pode fazer toda a diferença. Segundo a Nexian, é importante definir objetivos e estabelecer prioridades antes de começar a produzir.

3. Controle os ladrões de tempo
Cafezinhos com companheiros, conversas paralelas, reuniões sem um propósito claro e as centenas de e-mails recebidos todos os dias são consumidores vorazes de tempo.  Estabeleça um tempo adequado para a realização de cada tarefa.

4. Estabeleça prioridades
Muitas vezes, gasta-se tempo precioso com tarefas banais e as atividades indispensáveis são relegadas a segundo plano.  O correto é definir as prioridades, atacando primeiro as tarefas urgentes e importantes, depois as importantes, mas não urgentes e, por fim, as que não são nem uma coisa nem outra. Os consultores da Nexian recomendam avaliar se estas últimas tarefas não podem ser simplesmente descartadas.

5. Aprenda a delegar
Por delegar, entenda-se envolver a equipe na busca dos resultados desejados, não simplesmente transferir o trabalho.

6. Pare de postegar
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje. O provérbio popular deve ser usado como lema diário para conter o impulso da procrastinação. Mesmo que um trabalho não seja agradável, é melhor executá-lo o quanto antes, em vez de usar outras tarefas como desculpa para adiá-lo.

7. Concentre-se
Ser multitarefa nem sempre dá certo. Executar várias tarefas ao mesmo tempo pode reduzir o nível de concentração, piorar o rendimento intelectual e prejudicar a qualidade do trabalho e a produtividade.

8. Controle e-mails e reuniões
Em média, um trabalhador revisa os e-mails vinte vezes por hora. Além disso, perde cerca de uma hora por dia em reuniões ou conversas inúteis, de acordo com a Nexian. A empresa recomenda dedicar um tempo do dia a ler e responder os e-mails e não manter a caixa de entrada aberta todo o tempo nem as notificações ativadas.

Fonte: https://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2018/08/8-conselhos-para-administrar-melhor-o-tempo-e-ser-mais-produtivo.html

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“QUANDO E COMO INOVAR” – Uma boa abordagem de Gian Filli (vídeo)!

A inovação é tema (ou assunto) presente em todas as organizações e até mesmo nas atividades de uma maneira geral. Está no contexto da melhoria contínua, do buscar maior inteligência, funcionalidade, praticidade e, claro, economicidade. Observo claramente um desejo crescente de se incorporar inovação em processos, produtos e serviços. Nessa esteira, a inovação também deve ser almejada individualmente, na forma como fazemos as nossas coisas pessoais. Por que não?

Em face do notório – e crescente – interesse que esse assunto vem despertando, a Casa do Saber divulgou recente vídeo, QUANDO E COMO INOVAR, com o administrador e professor Gian Filli, da RGF & Associados. Ele expõe o seu conceito de inovação, comenta sobre formas de inovar e alguns outros aspectos que facilitam a compreensão desse palpitante tema.

Confira a seguir (o vídeo está disponível no YouTube – duração de apenas 3:59): 

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