Bryan Adams – Christmas Time (Official Video)!!!

Trazendo, aos poucos, o clima das celebrações natalinas, selecionei para hoje mais um vídeo marcante com Bryan Adams, admirável cantor, compositor e também fotógrafo canadense, cuja trajetória de sucesso começou na década de 1980.

Nesta criativa produção, ele interpreta a bela e agradável canção Christmas Time, que compôs em parceria com Jim Vallance.

O vídeo foi publicado pelo artista, esta semana, no YouTube.

Confira (ele segue firme com a sua voz rouca e inconfundível)!

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‘Vício em exercícios físicos: como o esporte pode se tornar uma obsessão nada saudável’

Ninguém discute que fazer exercícios físicos, incorporar o hábito regular de praticar atividades dessa natureza, faz bem para a saúde do corpo e da mente, pois mantém a pessoa em forma, com benefícios para a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar.

Mas, como tudo na vida, exercer o equilíbrio e fugir dos extremos é sinal de sabedoria, também nesse particular. Praticar exercício físico em excesso passa a fazer efeito contrário, desencadeando uma série de problemas para a pessoa, de amplo espectro. 

É sobre isso, ou melhor, sobre o vício em exercícios físicos (verdadeira obsessão), que nos fala interessante matéria publicada no portal BBC NEWS – Brasil, no último dia 10, com bom apanhado sobre o tema, desde os fatores que desencadeiam o vício até dicas para a recuperação.

Vale a leitura – a seguir:

Vício em exercícios físicos: como o esporte pode se tornar uma obsessão nada saudável

Valerie correndoImage caption A corrida tornou-se uma obsessão na vida de Valeria e prejudicou seus relacionamentos

Correndo em um parque, Valerie Stephan parece estar em paz ao cumprir seu ritual matinal. “Quando corro, sinto que estou ficando mais rápida, mais forte. É como uma série de pequenas vitórias”, diz a atleta amadora.

Há dez anos, Valerie começou a correr para melhorar sua forma física. Ela se inscreveu em uma prova de 5 km. Depois, passou para as corridas de 10 km e conseguiu completar uma maratona.

Mas, então, ela começou a acordar cedo todas as manhãs para treinar e a priorizar o esporte acima de tudo. “O exercício me controlava, em vez de eu controlar o exercício. Isso rapidamente se tornou uma obsessão e prejudicou meu trabalho, minha família, todos os aspectos da minha vida”, diz.

À medida que o vício aumentava, ela se isolava cada vez mais, até mesmo de pessoas próximas. “Algumas pessoas simplesmente não entendiam por que eu tinha de me exercitar. Elas me achavam um pouco louca.”

Atrasar-se para os compromisso ou reagendá-los e cancelá-los tornou-se a regra. Valerie passou a combinar de se encontrar com os amigos com a condição de que fossem jogar squash ou nadar, relaxando apenas quando atingia seu objetivo no dia. “Eles pensavam que não queria vê-los. Eu queria, mas tinha de treinar muito antes para não me sentir culpada.”

Sua obsessão também afetou outros relacionamentos importantes. “Eu nunca conseguia descansar. Estava sempre correndo. Nunca queria passar um tempo em casa.”

Depois de anos forçando os limites do seu corpo e da sua mente, Valerie ficou deprimida e esgotada. Precisou parar com tudo para se recuperar e ficou quatro meses sem trabalhar.

“Tudo o que eu queria era mostrar que era uma super-humana que tinha controle total. Não conseguia demonstrar o quanto aquilo era difícil emocionalmente para mim”, afirma Valerie.

O que é o vício em exercício?

Psicólogos dizem que a dependência em exercício se enquadra em uma categoria de vício na qual um comportamento se torna compulsivo e causa problemas na vida de uma pessoa.

Estima-se que isso afete cerca de 3% da população em geral, mas chegue a 10% entre os praticantes de corrida de alto desempenho.

Normalmente, os mais propensos ao vício ​são os atletas amadores que, como Valerie, buscam na atividade física alívio para algum sofrimento interno, diz a psicóloga Chetna Kang, do Hospital The Priory, em Londres, no Reino Unido.

“Muitas vezes, as pessoas chegam com problemas de relacionamento, ansiedade, depressão. Mas, quando você começa a analisar, percebe que o excesso de exercício é o motivo. Isso não é extremamente comum, mas está se tornando cada vez mais”, diz Kang.

Caz Nahman, psiquiatra de crianças e adolescentes especializada em distúrbios alimentares, diz que excesso de exercício é uma condição frequente entre seus pacientes.

“O exercício geralmente é benéfico para a saúde mental. É uma ótima maneira de gerenciar a depressão leve ou a ansiedade severa. Mas o excesso pode ter um impacto negativo”, afirma Nahman.

Os sintomas incluem lesões como fraturas por estresse, tendinite e falhas do sistema imunológico. Em mulheres, pode levar à interrupção da menstruação, osteoporose e distúrbios alimentares. Nos homens, provoca redução da libido.

Pessoas praticando exercícioImage captionEspecialistas afirmam que o vício em exerícios não é comum, mas está se tornando mais frequente

Martin Turner, psicólogo de esportes da Universidade Metropolitana de Manchester, no Reino Unido, estuda atletas há dez anos e encontra regularmente pessoas que são dominadas por esse aspecto de suas vidas.

“Elas criam uma ideia de que o sucesso como atleta reflete seu valor como ser humano. ‘Se falho como atleta, sou inútil’. Quando correr se torna um elemento central de quem a pessoa é, ela pensa: ‘Se eu não correr, quem eu sou?’.”

Os estudos de Turner mostram que essas ideias estão geralmente associadas a um maior grau de dependência de exercícios, depressão, raiva, ansiedade e esgotamento.

“Existem três razões principais pelas quais essas crenças não fazem sentido. Primeiro, impedem o bem-estar, em vez de contribuir para isso. Segundo, refletem uma motivação de curto prazo. As pessoas correm para evitar a culpa e não pela atividade em si. Terceiro, isso não condiz com a realidade: uma pessoa precisa respirar, comer, se hidratar e dormir, mas não precisa correr”, diz o psicólogo.

Sintomas de abstinência

Enfrentar a abstinência da adrenalina e da endorfina liberadas pelo esporte pode ser particularmente difícil. Valerie tentou reduzir a carga de exercícios, mas isso teve um forte impacto sobre seu bem-estar, fazendo com que se sentisse mais inquieta.

Ela diz que isso a manteve presa em um ciclo vicioso. “Fico ansiosa quando não consigo treinar. Não consigo dormir, tenho dores de cabeça. Se não sair para me exercitar, parece que estou em uma prisão.”

Especialistas apontam que aparelhos ou aplicativos que monitoram o volume de exercício praticado podem alimentar este vício, especialmente se a pessoa é motivada por conquistas e perfeccionismo.

Usar esses dispositivos e compartilhar o desempenho pelas redes sociais faz com que essa prática se torne pública e competitiva, e torna ainda mais difícil reduzir a carga.

Sintomas de abstinência

Enfrentar a abstinência da adrenalina e da endorfina liberadas pelo esporte pode ser particularmente difícil. Valerie tentou reduzir a carga de exercícios, mas isso teve um forte impacto sobre seu bem-estar, fazendo com que se sentisse mais inquieta.

Ela diz que isso a manteve presa em um ciclo vicioso. “Fico ansiosa quando não consigo treinar. Não consigo dormir, tenho dores de cabeça. Se não sair para me exercitar, parece que estou em uma prisão.”

Especialistas apontam que aparelhos ou aplicativos que monitoram o volume de exercício praticado podem alimentar este vício, especialmente se a pessoa é motivada por conquistas e perfeccionismo.

Usar esses dispositivos e compartilhar o desempenho pelas redes sociais faz com que essa prática se torne pública e competitiva, e torna ainda mais difícil reduzir a carga.

Valerie diz que adora estes aplicativos e os usa todos os dias para monitorar seu ritmo de corrida, volume de treino e seu progresso. “Você recebe elogios e vê como melhorou e o que seus amigos estão fazendo. Mas, se tenho uma maratona chegando e meu amigo está treinando mais, me sinto pressionada.”

Turner diz que estas ferramentas podem aumentar a obsessão e prejudicar a recuperação. “Elas podem ser uma injeção de autoestima. O problema é se te dizem que você ficou aquém de alguma forma. Você não foi tão bom quanto da última vez, não foi tão bom quanto seu amigo. Você fica constantemente competindo com os outros”, afirma o psicólogo.

A situação pode piorar ainda mais se a autoestima de uma pessoa estiver diretamente atrelada às suas realizações na prática de exercícios, diz Turner. “Se o aplicativo te diz que você não foi tão bem e você pensa que isso te torna um fracasso completo, é algo pode ser ainda mais problemático.”

O caminho para a recuperação

A treinadora de triatlo britânica Audrey Livingstone diz que estes aplicativos e aparelhos estimulam um comportamento doentio entre seus atletas.

“Alguns deles ficam muito ocupados checando o que os outros estão fazendo. Digo a eles que só precisam fazer melhor do que fizeram da última vez. ‘Concentre-se no seu próprio desempenho'”, diz ela.

Livingstone afirma que busca, nestes casos, reduzir a carga de exercícios dos seus atletas por uma semana. “Eles não gostam, questionam e lutam contra isso. Simplesmente, não entendem por que precisam descansar às vezes.”

Como com qualquer outro tipo de vício, interromper o ciclo vicioso e dar os primeiros passos rumo à recuperação pode ser um processo demorado e complicado. Turner acredita que, antes, é preciso reconhecer que há um problema.

“Uma das coisas que os atletas devem fazer é refletir sobre seus pensamentos, motivações e crenças. É importante ser realista e flexível e dizer ‘se não treinar hoje, pode ser ruim, mas certamente não é a pior coisa do mundo’ e reconhecer que só porque não treinou, isso não faz da pessoa uma perdedora.”

Para Valerie, buscar um equilíbrio entre exercícios e descanso é um desafio contínuo. Agora, com o apoio de parentes e amigos, acredita que está conseguindo se recuperar.

“Entender que aquilo se tornou um vício levou muito tempo. Precisei aprender a abrir mão de me exercitar, não ficar obcecada com isso e que não posso controlar tudo, ao dizer para mim mesma: ‘Você não precisa ser perfeita.”

Ver publicação original: https://www.bbc.com/portuguese/geral-50721518?utm_medium=10todaybr.20191212&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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‘Quantas vezes nós morremos?’

Para hoje, trago precioso texto de Arnaldo de Castro Costa (amigo, ex-colega de jornada no Banco Central do Brasil, escritor e terapeuta holístico), com o título ‘Quantas vezes nós morremos‘, que de forma inteligente nos convida, naturalmente, a pensar sobre o que é vida plena, sobre um viver em permanente evolução e, sobretudo, em constante superação dos percalços pelos quais todos passamos.

Diante de frustrações, “quedas”, grandes perdas em sentido amplo, que em alguma medida acontecem diversas vezes na vida de qualquer pessoa, o autor enfatiza a importância da ressignificação, da aceitação, da capacidade de saber encerrar ciclos e de recomeçar, que se encaixam no conceito, bem em voga, da chamada resiliência. 

O texto faz parte do agradável e provocativo livro ‘Sherlock Holmes agora é psicoterapeuta – e outras histórias‘ (páginas 87/88), o terceiro do autor, composto por crônicas (leves) sobre temas variados, que certamente nos divertem e ao mesmo tempo nos convidam a refletir!

Vale a leitura. Confira a seguir:

“Quantas vezes nós morremos?

Uma vez?

Nenhuma?

Várias?

Não estou falando do falecimento  físico nem tampouco das experiências de quase morte.

Refiro-me às vivências comuns dos seres humanos no cotidiano.

Em princípio, o que todos passam ou podem vir a passar.

Basta nos lembrarmos das vezes em que o mundo pareceu desabar e de não ter luz no fim do túnel.

A profunda sensação de morte pelo surgimento de um câncer,  pela separação de um grande amor, pela perda de uma mãe, pai ou filho, pela frustração de um grande projeto pessoal, etc.

Sem falar das “pequenas mortes” que sofremos pelas decepções com os amigos, pelas perdas financeiras e de status, pela gradativa e inexorável decadência física, dentre tantas outras.

Eu posso enumerar várias mortes em minha vida até agora: me vi órfão de mãe ainda na infância, fora de casa aos quinze anos, separado e solitário na faixa dos quarenta, aposentado aos cinquenta e poucos e muitas perdas de familiares e amigos em todo esse tempo.

Cada morte trouxe a oportunidade de um renascimento!

Aliás, só pode haver (re)nascimento após algo morrer, se colapsar.

E mais, quem não “morre” ao longo da vida e não se ressignifica simplesmente não evolui! Vive no passado, só sobrevive!

Em outras palavras, passar a página de nossas crises ou lutos e sermos resilientes são passaportes para uma vida mais plena!

Bem, quando a última das mortes chegar, e  se tivermos saboreados toda a gama de experiências doces e amargas, ela provavelmente será menos pavorosa e bem mais leve.

Talvez até muito bem-vinda, especialmente para aqueles com fé  na vida espiritual!

Viver para morrer! Morrer para viver!

Faz sentido para você?

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Longevidade: “Os 50+ querem um emprego novo, não o que já tiveram”

Já comentei aqui algumas vezes, presente o fenômeno da longevidade, que são reais – e promissoras – as possibilidades que se abrem para o pós-50, essa longa jornada dos tempos da maturidade!

Com efeito, boa parte dessa massa de pessoas grisalhas, incluindo muita gente já aposentada, deseja seguir ativa, aprendendo coisas novas, fazendo coisas diferentes, empreendendo, buscando ocupar espaços e se sentirem úteis, porque dessa forma asseguram importante fator motivador para viver com ânimo e jovialidade, apesar do avançar da idade.

Melhor é que as organizações mundo afora, e o Brasil integra esse contexto, vêm abrindo espaços para trabalhadores idosos, ao enxergarem, de forma crescente, os benefícios que os talentos maduros podem trazer em termos de resultados, de melhoria da tomada de decisão e do próprio clima organizacional.

Sobre isso, reproduzo interessante publicação feita no blog Viva a Longevidade, mês passado, trazendo panorama a respeito do mercado para esses trabalhadores maduros, a partir do que está acontecendo nos Estados Unidos, na visão do fundador do site RetirementJobs.com.

Chama a atenção o fato de que esse público, no geral, não quer passividade, jogando por terra aquela conversa de que, para eles, seria tempo de “sombra e água fresca”. Como dito na matéria… “São pessoas que querem aprender, descobrir.” Mais ainda… “O que é comum a todos é a curiosidade e o desejo de se envolver.”

Confira a seguir:

“Os 50+ querem um emprego novo, não o que já tiveram”

O americano Tim Driver, fundador da RetirementJobs.com, um site de empregos para quem tem mais de 50 anos, fala como está o mercado para os profissionais mais velhos

A história

“Comecei o site Retirement Jobs em 2006, e hoje temos 1,5 milhão de membros e 5.000 pessoas que conseguiram um emprego em empresas que são amigáveis aos mais velhos. Por causa disso, fomos convidados para falar com formuladores de políticas públicas nessa área durante o governo [do ex-presidente Barack] Obama.”

“Hoje, os setores que mais estão contratando profissionais mais velhos são os de enfermagem, saúde, ensino, varejo”

O valor do trabalho

“Acredito que trabalhar por mais tempo resolve quase todos os problemas, então arranjar emprego deveria ser mais fácil. Precisamos de talentos, e as pessoas com mais de 50 anos são mais engajadas e saudáveis quando estão trabalhando, e têm mais segurança financeira. O mundo está mudando, estamos vivendo mais, com maior diversidade, melhor saúde, temos aposentadoria ativa, inteligência artificial, tecnologia. A economia está prosperando, mas existe uma incerteza no horizonte: mais adultos vão ficar na força de trabalho por mais tempo.”

Perfil dos aprendizes

“Quem são esses aprendizes com mais de 50 anos? Existem cinco tipos: os que estão redirecionando sua carreira, ganhando habilidades para ficar mais competentes, os empreendedores, quem quer devolver algo à sociedade e os que querem se enriquecer ao longo dos anos. O que é comum a todos é a curiosidade e o desejo de se envolver.”

Mercado para os 50+

“Quando estamos chegando aos 50, percebemos que as necessidade de mercado mudam, o ambiente econômico é complexo e a tecnologia cria novas necessidades de desenvolvimento da carreira. Essas coisas vão continuar sendo assim. Mas as empresas cada vez mais valorizam a força de trabalho com menos rotatividade. A idade é o novo patamar da diversidade. Conversamos com empresas que valorizam uma equipe diversificada, que reflete a diversidade de seus clientes. Essa é uma ideia que está pegando entre as empresas e está impulsionando o barco na direção certa.”

Quem contrata

“Hoje, os setores que mais estão contratando profissionais mais velhos são os de enfermagem, saúde, ensino, varejo. Vemos essa tendência da economia impulsionada pelos serviços. A boa notícia é que esses serviços podem ser feitos pelos mais velhos. Eles preferem um emprego novo, não um similar ao que já tiveram. Fizemos uma pesquisa e a maioria dos 50+ disse que preferia um trabalho diferente, algo novo. São pessoas que querem aprender, descobrir.”

Aprendizado online

“Quando perguntamos como essas pessoas querem aprender coisas novas, mais da metade [52%] disse que prefere uma abordagem online flexível, e 30% preferem uma abordagem híbrida entre online e offline. O que é muito encorajador é que 7 entre cada 10 pessoas disseram que é muito provável que voltem a estudar para desenvolver uma habilidade online. São pessoas na faixa de 60 a 70 anos.”

Mais exemplos

“Queremos que as pessoas voltam à escola, mas muitas vezes o custo é proibitivo, ou elas não pensavam que teriam de voltar ao trabalho quando ficassem mais velhas. Por isso, os empregadores precisam se coordenar mais com os educadores, e a legislação precisa ter mais casos de sucesso na contratação de funcionários mais velhos para convencer as outras de que isso é uma oportunidade, e não um gasto.”

Fonte: https://www.vivaalongevidade.com.br/forum-da-longevidade/os-50-querem-um-emprego-novo-nao-o-que-ja-tiveram

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Roberto Carlos com Roupa Nova e Canarinhos de Petrópolis – A PAZ (Heal the World) – Inspirador!

Como aos sábados por aqui tratamos de música, já é hora de buscar aproximação com a atmosfera que acaba tomando conta dos ambientes e das mentes, própria desta época de festejos pelo chegada do Natal e pela iminência da virada de Ano.

Nessa toada, o grande apelo dominante e sentimento maior nas pessoas, no geral, é a sensação de paz, é almejar a paz para si, para os outros, para o mundo. Aliás, segundo estudiosos, na escala das vibrações que ocorrem com cada indivíduo, conforme o seu estado de espírito, o sentimento de paz está no topo dos fatores que promovem as vibrações mais positivas!

Por tudo isso, selecionei para hoje este belo vídeo, com apresentação ao vivo, em que Roberto Carlos, fazendo dueto com o Roupa Nova e tendo participação do coral Canarinhos de Petrópolis, interpretam a canção A Paz (Heal the World, literalmente, “Curar o Mundo”), composta por Michael Jackson e lançada em 1992. Na verdade, um apelo por um mundo melhor!

Veja a seguir, curta este momento especial e inspirador (o vídeo foi publicado no YouTube pelo próprio Roberto Carlos):  

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O QUE IMPORTARÁ AO FINAL DA VIDA? | Luiz Hanns (vídeo)!

Este vídeo com Luiz Hanns, doutor em psicologia e escritor, mais um da Casa do Saber, vem em boa hora, traz inteligente ponderação a respeito de clichês sobre estilo de vida e verdeira realização pessoal, a partir do que muito se fala por aí como “preciosos achados e verdades” sobre arrependimentos das pessoas que estão em estado terminal, ou seja, no fim da vida.

Ouça a narrativa dele e conclua o que realmente pode ser importante para o indivíduo ao fim e ao cabo da sua existência humana, se pensarmos em uma vida plena e efetivamente realizadora. Seria mesmo ter convivido mais com os amigos, viajado mais, ter ficado mais tempo com a família, trabalhado menos, ou, sem maiores rupturas ou completo afastamento dos que lhe são caros, seria ter lutado mais pelos sonhos, pela boa ambição, saber ultrapassar (e encerrar) ciclos, deixar um bom legado???

Sem dúvida, boa provocação e convite para que você reflita a esse respeito. Confira a seguir (o vídeo está no YouTube) e tem duração de 7:44. Confira!

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Vídeo traz excelente resumo sobre a história da Internet!

Se há algo que revolucionou a tudo e a todos nos tempos recentes foi a Internet. Sobre isso, vi post muito interessante no blog ZÉducando, com vídeo do canal Olhar Digital (YouTube), trazendo bela síntese dos principais marcos que fizeram essa revolução tecnológica virar realidade.

Temos aí uma oportuna lembrança, ou mesmo um resgate, dessa história contemporânea tão importante, iniciada a partir do final dos anos 1960, especialmente para aqueles que hoje já passaram dos 50 anos de idade, pois conseguem avaliar o antes e o depois da Internet.

Não deixe de assistir – são apenas 5:43 de duração!!!

Fonte: https://joserosafilho.wordpress.com/2019/11/29/internet-sua-historia/

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Inspiração musical: O admirável GREGORIAN interpreta a famosa “Viva La Vida”!!!

Para inspiração musical neste sábado, volto com novo vídeo do grupo vocal Gregorian, formado por cantores baseados na Alemanha e liderado por Frank Peterson, com início de atividades em 1991, que já esteve aqui anteriormente, em duas oportunidades.

Desta feita, eles interpretam a canção “Viva La Vida” (compositores: Christopher A. J. Martin / Guy Rupert Berryman / Jonathan Mark Buckland / William Champion), que é uma das faixas do novo álbum “20/2020”, comemorativo dos 20 anos de trajetória do grupo.

Esse revolucionário Gregorian faz enorme sucesso em várias partes do mundo, o que não é por acaso. Suas interpretações (e adaptações) de músicas famosas, em canto no estilo gregoriano, trazem uma aura agradável, de relaxamento e paz, mesmo quando interpreta canções populares.

O belíssimo vídeo (official) foi publicado no YouTube por earMUSIC, no início deste mês, e já conta com quase 500 mil visualizações.

Aproveite para ouvir, relaxar, viajar… (a seguir):

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‘Sua empresa tem verdadeiros diamantes escondidos’

Nas organizações em geral existem profissionais que não são bem aproveitados, que terminam perdendo a motivação, acabam virando peso morto ou pedem para sair.

Pior é que funcionários talentosos, que têm ideias, desejam evoluir e contribuir efetivamente com soluções criativas, que têm espírito naturalmente empreendedor e até pensam com a cabeça do dono do negócio, os chamados “talentos escondidos,” fazem parte desse contingente espalhado por aí.

O recado é, será que essa realidade se aplica a você, a sua empresa?

Para alertar a esse respeito, reproduzo, a seguir, texto interessante, oportuno e direto, recentemente publicado no site FUTURO S/A, falando sobre os diamantes escondidos pelos ambientes empresariais – e, claro, pelas organizações de todos os setores -, sua importância e características comportamentais mais destacadas.

É lamentável que muitas lideranças, tomadas por rotinas e prioridades menos importantes, descuidem dessa realidade tão importante relativa ao capital humano!

Leia a seguir:

“Sua empresa tem verdadeiros diamantes escondidos

Sua empresa tem verdadeiros diamantes escondidos. E esses diamantes estão em todas as áreas e em todos os níveis.

São profissionais que podem estar aí, a seu lado, mas que ninguém dá ouvidos porque suas ideias são muito loucas. Ou pior: nem são contratados por desafiarem o status quo.

Quem são os empreendedores da sua empresa? Você sabe em que áreas eles atuam? Você já reuniu esses profissionais alguma vez?

Ter pensamento empreendedor não é sinônimo de só abrir uma empresa. É um jeito de pensar voltado para ver oportunidades e fazer as coisas acontecerem.

É ver além do que só aparece na sua frente. Envolve ver as coisas em como elas poderiam ser. É uma capacidade de imaginar novas respostas para os problemas. E principalmente: como fazer para chegar lá.

Quem são esses profissionais?

1. Eles são os que ficam de olho nas tendências dentro e fora do seu mercado.

2. Buscam oportunidades para fazer coisas novas e fazer mais com menos.

3. Têm contato constante com pessoas de outras áreas para ter outras perspectivas e ideias.

4. São curiosos e estão sempre em busca de oportunidades inexploradas.

É uma mentalidade que pode ser desenvolvida em todos os níveis. E é capaz de transformar o modo de atuar de qualquer empresa.

Fonte: https://www.futurosa.com.br/post/sua-empresa-tem-verdadeiros-diamantes-escondidos

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‘A viagem é tão curta!’

Para hoje, reproduzo este texto curtinho, de mensagem aparentemente singela, porém impactante, encaminhado por um amigo, que merece nossa reflexão. Enfatiza a importância de nos mantermos em equilíbrio, sintonizados com as melhores virtudes como, por exemplo, a humildade, a gratidão, a gentileza, a capacidade de perdoar a si mesmo e ao outro!

Como será visto, sobretudo porque “a viagem é tão curta”, devemos nos esforçar para estar com esse estado de espírito ativado, a cada momento, todos os dias, ao longo desta jornada terrena. O texto, que circula pela Internet, não tem autoria conhecida.

Confira:

Imagem: ipib.ogr

“A viagem é tão curta

Uma jovem estava sentada num transporte público quando uma senhora bem idosa e mal-humorada, veio e sentou-se ao lado dela batendo-lhe com suas numerosas sacolas. Um rapaz sentado do outro lado, ficou injuriado com a situação e perguntou à moça:

Por que você não reclamou ou disse algo para aquela velha mal-educada?

A moça respondeu com um sorriso:

Não é necessário ser grosseira ou discutir sobre algo tão insignificante… a jornada juntos é tão curta… Já desço na próxima parada!

A resposta merece ser escrita em letras douradas no nosso comportamento diário e em toda parte!  Não é necessário discutir sobre algo tão insignificante, nossa jornada juntos é tão curta…

Se cada um de nós pudesse perceber que a nossa passagem por cá tem uma duração tão curta, por que escurecê-la com brigas, argumentos fúteis, não perdoando os outros, com ingratidão e atitudes ruins?

*Alguém quebrou seu coração?  Fique calmo, a viagem é tão curta…

*Alguém lhe traiu, intimidou, enganou ou humilhou?  Fique calmo, perdoe, a viagem é tão curta…

Nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida…  Ninguém sabe a duração de sua jornada…  Ninguém sabe se terá que descer na próxima parada…

Vamos tentar nos manter calmos, respeitosos, gentis, gratos e perdoar uns aos outros…  Se eu te machuquei, peço perdão.

E lembre-se:  A viagem aqui é tão curta!

Publicado, entre diversas outras fontes, em: https://www.linkedin.com/pulse/impunidade-marcus-parpinelli

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