“Procuram-se líderes” – Artigo traz bons exemplos de resiliência e criatividade!

De volta com o tema LIDERANÇA, reproduzo abaixo este excelente artigo Procuram-se Líderes, de Cláudio Lottenberg, publicado no LinKedin. O autor traz interessante e rica abordagem sobre o papel da liderança em geral, com destaque para as habilidades de resiliência e de criatividade, como requisitos indispensáveis para os desafios dos tempos atuais, em especial para a solução de problemas enfrentados na área de saúde e que tendem a se ampliar, em função do aumento da longevidade.

Vale a leitura:

“Procuram-se líderes

(Cláudio Lottenberg / CEO – UnitedHealth Group Brasil

O prestígio dos líderes guarda relação direta com os desafios por eles enfrentados, como observou, há 2.400 anos, o filósofo grego Epicuro de Samos. Na história contemporânea, tal enunciado se aplica em seu nível mais elevado, entre outros, a Franklin Delano Roosevelt, Nelson Mandela, Mahatma Gandhi e Martin Luther King. Poucas personalidades, contudo, combinaram de forma tão efetiva a resiliência – ou seja, a capacidade de enfrentar e superar adversidades – e a criatividade no exercício de seus cargos e funções como Winston Churchill. Depois de assumir a chefia do governo britânico, em maio de 1940, ele mobilizou a língua inglesa para manter elevado o moral da população em meio aos incessantes bombardeios nazistas. A primeira de suas muitas frases de efeito ganhou eco em 13 de maio de 1940, no discurso de posse como primeiro-ministro: “Só tenho para oferecer sangue, sofrimento, lágrimas e suor”.

A disseminação da resiliência nos moldes de Churchill é rara, pois exige, além de talento, grande capacidade de transmitir crenças e valores. Um modelo emblemático na área da saúde é o Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Surgida em 1900 como Instituto Soroterápico Federal (ISF), a entidade teve como primeiro diretor o notável médico que lhe emprestaria seu nome ainda em vida. Oswaldo Cruz, falecido há exatamente um século, não se deixava abater por dificuldades. Entre 1903 e 1909, ocupou, sem abrir mão do ISF, a Diretoria Geral de Saúde Pública (DGSP) e recebeu como missão o saneamento da capital federal, o Rio de Janeiro, então assolada por epidemias de febre amarela, varíola e peste bubônica.

Já em 1905, pela primeira vez em quase 80 anos, os nascimentos (20.228) superaram as mortes (17.386) no Rio, tendência que ganharia intensidade nas décadas seguintes. O extraordinário trabalho não livrou o titular da DGSP, no entanto, de uma enxurrada de críticas e até mesmo de um motim popular – a Revolta da Vacina, em 1904. Oswaldo superou tudo isso e deixou como legado ao País, além da sanitização do Rio, o Instituto Oswaldo Cruz. Líder nato, ele se cercou de cientistas e pesquisadores do mais alto gabarito – caso de Carlos Chagas (1879-1934), que o sucedeu no comando da organização – e, mais importante, soube imprimir seu elevado padrão de excelência na equipe e no próprio IOC, desde sempre referência global em pesquisas em saúde pública.

Projetos voltados à formação em larga escala de líderes resilientes na medicina, contudo, são bem mais recentes. Instituições de ensino de países desenvolvidos vêm abraçando a causa, com a inclusão de disciplinas específicas em suas grades curriculares ou por meio de cursos de extensão, casos das universidades de Macquarie (Austrália), Lancaster e Westminster (Reino Unido), McGill (Canadá), Colorado, Ohio State e Rochester (Estados Unidos). Proposta bem mais ousada é a do Serviço Nacional de Saúde (NHS) da Inglaterra, que lançou, em setembro de 2016, um programa voltado ao reforço da resiliência dos clínicos gerais. A iniciativa prevê investimentos de 40 milhões de libras até 2020, com o objetivo expresso de permitir que as atividades e as práticas desses profissionais “se tornem mais sustentáveis e resilientes, capacitando-os a enfrentar desafios presentes e futuros e garantindo cuidados da mais alta qualidade aos pacientes”.

O estímulo à criatividade é outro teste a ser encarado pela área da saúde na formação de seus líderes. Não me refiro, no caso, à inovação tecnológica, e sim à capacidade de conceber soluções simples – e econômicas, de preferência – para problemas complexos. Dezenas de faculdades mundo afora estão recorrendo às ciências humanas, inclusive às artes, como forma de fomentar essa competência entre alunos e professores. É o caso da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Eleita a terceira melhor do planeta na edição 2016 do Academic Ranking of World Universities (ARWU), a instituição californiana conta, desde 2002, com o programa Medicine & The Muse, que, além de cursos, workshops e apresentações de música, cinema e literatura, contribuiu para a produção do documentário de curta-metragem “Extremis”, indicado ao Oscar 2017.

Como a necessidade é a mãe da invenção, países em desenvolvimento também se destacam no fronte criativo. Um exemplo é a técnica das “mães cangurus”, desenvolvida em 1978 pelos pediatras colombianos Edgar Rey Sanabria e Hector Martínez. O método – que consiste em colocar bebês em contato com o colo das mães durante algumas horas por dia – garante reduções de 5% na mortalidade de recém-nascidos abaixo do peso e de 75% nos custos de tratamentos em unidades de terapia semi-intensiva.

Outro caso digno de nota, e bem conhecido dos brasileiros, é a Campanha do Soro Caseiro, iniciada em 1987 pela Pastoral da Criança por iniciativa da pediatra e sanitarista Zilda Arns (1934-2010). O programa atende 35,6 mil comunidades no País, nas quais a taxa de mortalidade de crianças menores de um ano é de 11 para cada mil nascidas vivas, ante uma média nacional de 19,3. Dona Zilda não criou a solução à base de açúcar e sal que combate a desidratação, obra do médico austro-americano Norbert Hirschhorn, mas teve o grande mérito de expandir o seu uso para 72% do território brasileiro e mais 20 países da América Latina, África e Ásia, salvando, assim, milhões de vidas.

Creio que o maior desafio a ser enfrentado pela medicina nas próximas décadas é criar condições para que os exemplos citados acima se reproduzam de forma sistemática, contínua e crescente. Necessitamos, com urgência, de um número muito maior de profissionais resilientes e criativos na área, quadros capacitados, entre outras funções, a planejar e executar políticas públicas para atender a populações que, por conta da elevação da expectativa de vida e do envelhecimento demográfico registrados na maioria dos países, demandarão mais serviços e cuidados de saúde por muito mais tempo.

Temos, portanto, de investir maciçamente na formação de líderes do setor. A execução de tal tarefa pressupõe, claro, mudanças no ensino superior, já em curso em alguns países. Mas penso que é chegada a hora, também, de um maior envolvimento de entidades médicas, autoridades e da sociedade nesse processo. É um dever de todos nós, pois, como dizia Albert Einstein, “o Homem está aqui para o bem do Homem”.

Fonte – https://www.linkedin.com/pulse/procuram-se-l%C3%ADderes-claudio-lottenberg
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Linda homenagem a Gonzagão – Orquestra Sanfônica de Exu e muito talento reunido!

No clima do São João, trago vídeo com sensacional show da Orquestra Sanfônica de Exu, e convidados de grande talento, em homenagem a Luiz Gonzaga (Gonzagão, o Rei do Baião), recém publicado no YouTube pelo O Boticário.

Confiram a seguir (pura beleza e emoção)!

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O ciclo de vida e as idades dos humanos

 Imagem: Google/Picssr.

Por: Clovis Dattoli*

Minha motivação para escrever este artigo, sobre ciclo de vida e os medidores das idades, é a constatação de que, com bastante frequência, percebo confusão nas pessoas quanto ao entendimento das fases cronológicas da vida, especialmente quando se refere ao período da fase adulta ao envelhecimento. Com efeito, há distintas interpretações para o que é ser jovem, para a meia idade e a terceira idade, ao que se acrescenta o novo conceito de quarta idade. Assim, vou tentar clarear o assunto, para o que utilizarei os conceitos mais comumente adotados nas publicações disponíveis e, por óbvio, com base no que me parece ser mais razoável e de bom senso.

Entre o nascimento e a morte, o indivíduo passa por diferentes fases que determinam o ciclo da vida. De acordo com os costumes, convenções e legislação específica, o humano experimenta os estágios de bebê, criança (fase infantil), adolescente, jovem, chega à segunda idade, alcança a terceira idade e, atualmente, já atinge um estágio máximo da sua condição de idoso, em especial com a elevação da longevidade, que é a recém denominada quarta idade.

Claro, cada uma dessas fases da vida apresenta aspectos físicos e psicológicos distintos, decorrentes da transformação biológica, do envelhecimento e também da formação de personalidade e caráter.

Para simplificar o entendimento preliminar, vou reduzir essa evolução cronológica a quatro grandes estágios: infância, adolescência, idade adulta e velhice.

Para cada um deles farei os devidos desdobramentos em subfases (subestágios cronológicos), de acordo com os costumes, as convenções e a legislação específica brasileira, cabendo esclarecer que essas faixas etárias, principalmente as que delimitam a adolescência, a meia idade e a terceira idade, variam entre os países. Aliás, têm interpretações diversas aqui mesmo no Brasil. Portanto, inexiste uma convenção universal (geral) que pacifique completamente o assunto.

Os estágios da vida

O primeiro estágio é o da infância, contado do dia do nascimento até a fase de criança, que vai até os 11 anos.

A adolescência é a fase dos 12 aos 20 anos, representando a transição entre a infância e a idade adulta.

A grande fase da idade adulta é, a princípio, a mais longa de todas, indo dos 21 aos 59 anos. Engloba a fase jovem, entre 21 e 30 anos, e a meia idade, de 31 a 59 anos.

Já a fase da velhice, que cada vez se alonga mais, compreende, no Brasil, os idosos a partir de 60 anos, de acordo com a definição da Lei nº 10.741, de 1º/10/2003 (Estatuto do Idoso). Nesse grande e emergente grupo, estão compreendidas as pessoas da terceira idade, de 60 a 80 anos, e também da recentemente chamada quarta idade, a partir de 81 anos.

Num esforço para estratificar tudo isso em grandes e homogêneos blocos, em termos conceituais, e considerando a realidade da média da população, temos os seguintes blocos etários:

Primeira idade (nascimento, criança, adolescente): de 0 até 20 anos

Segunda idade (jovem + meia idade): 21 a 59 anos

Terceira idade (idoso): 60 a 80 anos

Quarta idade (ancião/velhice extrema): 81 anos em diante.

Outras perspectivas sobre idade e envelhecimento 

                                             Imagem: Google/Psicologia do Desenvolvimento – Webnode

Agora, para ampliar e complementar estas considerações a respeito de idade e do ciclo de envelhecimento, necessário se torna considerar também outros parâmetros de avaliação. Para mim e para muita gente, ser idoso e ser velho, por exemplo, são conceitos com valorações bem distintas e que fazem enorme diferença até mesmo na maneira como se encara a vida. Assim, existem três principais medidores para análise da verdadeira idade de uma pessoa: idade cronológica, idade biológica e idade psicológica (ou mental).

A idade cronológica, considerada para todos os efeitos formais e legais, é ditada pelo contar do tempo conforme o calendário, a partir da data de nascimento, independentemente de como esteja o indivíduo em termos físicos e psicológicos. Portanto, aqui se encaixam os ciclos etários antes comentados;

A idade biológica, entretanto, leva em consideração o estado físico, sendo vista pela aparência e pelos sinais do indivíduo. Como observamos na prática, alguém com 50 aniversários, por exemplo, pode demonstrar um estado bem mais jovem e apresentar forma física de 40 anos ou até menos. E o contrário também pode acontecer;

Já a idade psicológica (ou idade mental), é na verdade a idade que acaba prevalecendo no viver do dia a dia, pois é aquela que a pessoa sente que tem, representada pelo seu estado de espírito, pela sua mentalidade, ou seja, pela forma como pensa e age. A realidade nos mostra que pessoas ainda jovens demonstram estar envelhecidas precocemente. Por outro lado, o número de pessoas idosas, com mais de 60 anos de vida, que demonstram idades biológica e psicológica menores (aparentam ser mais jovens) vem crescendo continuamente, em virtude de uma série de fatores, entre os quais a elevação do nível de consciência a respeito de qualidade de vida. Para essas pessoas, há uma condição de idoso que não significa velhice. A idade psicológica, portanto, é na essência a que tem maior peso real no cotidiano e a que exerce importante influência no processo de envelhecimento ativo e saudável.

Para finalizar, fiquemos com este pensamento motivador:

“A idade é uma questão da mente sobre a matéria. Se você não liga, então não importa.” (Satchel Paige)

 

* Clovis Dattoli – É Consultor, Palestrante e Coach, com experiência executiva e de liderança, atuando no desenvolvimento de pessoas e organizações. 

(http://www.clovisdattoli.com.br  –  Email: jcdattoli@dattoli.com.br).

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“Como a meditação ajuda a evitar o adiamento das tarefas”

Resultado de imagem para evitando a procrastinaçãoImagem: Revista Saúde

Ter foco e determinação são dois ingredientes essenciais para que a pessoa coloque ideia em ação, não fique apenas em planos/pensamentos, alcance os resultados desejados, saia da zona de conforto (do lugar comum), seja produtivo etc. Isso vale para as atividades profissionais mas, certamente, para todas as dimensões da vida, pois significa melhorar e evoluir!

A esse respeito, reproduzo interessantes dicas que vi em publicação do portal Forbes Brasil, com o título “Como a meditação ajuda a evitar o adiamento das tarefas”. Esse tipo de técnica de meditação focada, com objetivo definido, utiliza princípios da chamada Psicologia Positiva.

Praticar a imaginação (ou ensaio mental, visualização, ou projeção), tem efeitos positivos cada vez mais comprovados, por criar estímulo à pessoa e promover a ativação cerebral para que determinada situação aconteça, seja resolvida, e com isso você possa afastar os riscos do hábito negativo da procrastinação, que consiste em adiar as tarefas que precisam ser feitas. Estamos falando de algo simples e prático, mas que funciona de verdade. E o melhor é que qualquer um pode fazer!

Agora, confira as sete dicas apresentadas na matéria:

“1. Sente em um lugar tranquilo, com suas costas eretas e o topo da cabeça apontando para cima.

2. Imagine que está finalizando o projeto. Como Dina precisava escrever o discurso, ela se imaginava falando para um público capacitado e satisfeito e, depois, sorrindo e se divertindo no palco.

3. Se precisar finalizar um relatório ou uma planilha, imagine que está passeando pela cidade ou em um parque depois que terminar a tarefa. Mentalize como se sentiria ao ter esse grande projeto finalmente concluído.

4. Se é seu costume lidar com recompensas como comida e técnicas de relaxamento, se imagine aproveitando seu sabor preferido de sorvete ou recebendo uma massagem.

5. Analise como você se sente. Ative seus sentidos e pense no que veria, escutaria, cheiraria e experimentaria por ter cumprido seu trabalho. Gaste de 5 a 10 minutos realmente experimentando essa sensação de dever cumprido.

6. Em seguida, invista de 2 a 3 minutos repetindo para si mesmo que está pronto para concluir a tarefa. Perceba como se sente ao dizer essa frase para si e assimile o significado dessas palavras. Se você tem adiado suas tarefas, faça isso por 5 minutos.

7. Abra seus olhos, sorria para si, não olhe seu email ou mídias sociais. Comece o projeto e continue até terminar. “

Confira a publicação na íntegra: http://www.forbes.com.br/lifestyle/2017/05/como-a-meditacao-ajuda-a-evitar-o-adiamento-das-tarefas/#foto1

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“A leitura nos permite viver mil vidas” – Pense nisso!

Volto hoje a realçar a importância do hábito da leitura, que de forma cristalina se mostra bom, positivo e saudável para a vida de qualquer pessoa, sob os mais diversos ângulos de análise lógica que se faça.

A esse pretexto, reproduzo o bem elaborado artigo “A leitura nos permite viver mil vidas“, com sólida argumentação sobre os benefícios da leitura, publicado no portal da Revista Pazes e também divulgado no blog Pitacos e Achados. 

Por tudo isso, precisamos, indistintamente, reservar espaço na nossa agenda – de correrias e de conexão online – para o momento diário da leitura. Assim, só temos a ganhar!

Leiam a seguir:

“A leitura nos permite viver mil vidas

O romance de que eles mais gostavam era “O Conde de Monte Cristo”, de Alexandre Dumas, que fez com que os trabalhadores aumentassem a produtividade e a qualidade dos charutos. Então, eles decidiram chamar esses charutos de “Monte Cristo”.

Esta simples história nos ensina que a leitura nos dá asas, estimula a nossa imaginação e nos permite viver outras vidas, sonhar com lugares que não conhecemos, sentir emoções diferentes, amar pessoas que nunca vimos.

Os benefícios da leitura

Quando lemos não só podemos nos identificar com os diferentes personagens dos livros, mas também podemos aprender sobre lugares, culturas e costumes que não conhecemos. Isto nos permitirá ter uma maior compreensão do nosso ambiente e das pessoas ao nosso redor.

A seguir iremos analisar alguns benefícios da leitura, como o aumento da empatia, da criatividade, da memória, a luta contra o Alzheimer ou o estresse, o desenvolvimento da inteligência ou a habilidade para falar e ouvir.

A leitura o transforma em uma pessoa mais empática

Em 2013, cientistas da Universidade de Emory compararam os cérebros de leitores e não-leitores. Eles descobriram que os leitores utilizam a imaginação para entender as emoções dos personagens dos livros que leem e, por isso, são geralmente pessoas mais empáticas.

A leitura aumenta a capacidade de compreender como as outras pessoas se sentem. Essa empatia resulta em uma habilidade fundamental para o desenvolvimento em diferentes áreas: as amizades, a família, os relacionamentos e a capacidade para o trabalho.

O hábito da leitura melhora a memória

Diferentes estudos concluíram que a falta de uso da memória é uma das causas da sua perda. Por esta razão, recomendamos algumas atividades como as palavras cruzadas, o sudoku e a leitura, para manter lubrificados os circuitos da mente que são responsáveis pela memória.

“A leitura torna o homem completo; a conversa, ágil, e o escrever, preciso”.
-Sir Francis Bacon-

A leitura nos ajuda a lembrar os eventos que ocorrem, a situação das pessoas, os conflitos que conhecemos através dos livros e a vida dos personagens que o autor mostra em cada livro ou texto. Esta maneira de lembrar reforça a nossa inteligência.

A leitura ajuda a reduzir o estresse

Com base em estudos realizados pelo Dr. Lewis Davis, a leitura reduz os níveis de estresse em 68% e nos relaxa através da diminuição da frequência cardíaca. Apenas seis minutos de leitura por dia são suficientes para reduzir significativamente o estresse.

Quando lemos a nossa mente nos transporta para outro lugar. Então, se tivermos um dia ruim no trabalho, por exemplo, a leitura nos ajudará a relaxar. Nos desligamos dos problemas e conseguimos desfrutar um bom tempo sem pensar em outra coisa.

A leitura reduz o risco de Alzheimer

Com relação à perda de memória, encontramos a doença de Alzheimer. Diversas pesquisas demonstraram que a leitura é uma boa ferramenta para reduzir o risco da doença de Alzheimer, uma vez que ela estimula o funcionamento do cérebro, a conexão e o aumento dos circuitos cerebrais.

Em 2001 vários pesquisadores demonstraram que as pessoas mais velhas que leem ou realizam exercícios mentais regularmente são menos propensas a desenvolverem esta doença. Portanto, pratique este simples hábito todos os dias e coloque o seu cérebro para se exercitar.

Você aprenderá a ser um melhor orador e escritor

A leitura nos permite ser melhores oradores, porque através da leitura podemos adquirir um bom vocabulário e aprender palavras novas. Esse aprendizado nos ajudará a escrever melhor e a falar com mais fluência, utilizando a linguagem para o que queremos expressar.

Uma pessoa que lê não só viveu várias vidas através dos personagens das histórias que leu, mas também tem muitos assuntos para conversar, uma grande capacidade de ouvir o outro e observar o mundo cuidadosamente.

Desfrutará e viverá muitas vidas

Com a leitura você pode desfrutar de uma vida de aventuras na Amazônia, de um rei num país imaginário ou um orangotango na selva. Cada página vai inundar a sua alma, permitindo-lhe apreciar todas as situações enquanto lê. A leitura é um prazer, não é algo caro e é muito acessível.

Além disso, você não viverá somente vidas no presente, mas também passadas ou no futuro. Um livro nos permite viajar no tempo e saber como eram os nossos ancestrais ou divagar sobre como seremos no futuro. Ler é sonhar acordado e abrir os olhos para milhares de realidades diferentes.

“Ler um bom livro é um diálogo constante: o livro fala e a alma responde”.
-André Maurois-

Fonte: revistapazes

Publicado em – https://pitacoseachados.com/2017/06/19/a-leitura-nos-permite-viver-mil-vidas/

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Lápis de Cor – Música linda e um show nordestino de primeira!

Selecionei como inspiração para este fim de semana, já no ritmo dos festejos juninos, vídeo com a linda canção Lápis de Cor, do poeta paraibano Nanado Alves, falando de saudade, de amor e paixão.

E para dar brilho a essa pérola musical, veja que interpretação marcante, ao vivo, em show que contou com a participação de três excelentes artistas nordestinos: Santanna, O Cantador (cantor e compositor cearense, um fenômeno do forró nas últimas décadas), Ítalo Queiroz (cantor e instrumentista cearense) e Cezinha (acordeonista e cantor pernambucano).

O vídeo está disponível no YouTube e foi publicado por Ítalo Queiroz. Mais abaixo, veja a letra da canção, para você acompanhar. Curta este belo momento!

Lápis de cor
(Nanado alves)

A saudade faz parte de quem já amou
De quem ficou sozinho
De quem chorou baixinho
Sem chamar atenção

A saudade varreu tantos sonhos

Deixou vazio tantos ninhos
Colocou mais espinhos que flores
Na porta do meu coração
Quero sentir saudade de quem me fez bem
Esquecer quem não trouxe-me nada de bom
Não trás felicidade lembrar de alguém
Que não soube se dar
Eu vou querer quem num dengo
Me chame de amor
E com um sopro de anjo me faça dormir
Se acaso algum dia eu cismar de partir
Me peça pra ficar

Posso até suportar saudades suas
Se até mesmo a lua se faz mais bonita
Por conta do amor
E é só você chegar pra vida ficar bela
Uma linda aquarela estampada e pintada
Com lápis de cor.

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O exemplo inspirador de uma consultora de RH vitoriosa!

Um exemplo inspirador, de alguém que superou muitos desafios e chegou ao sucesso profissional, é o destaque da matéria que reproduzo abaixo (Ela foi desvalorizada no emprego – e criou um negócio de R$ 30 mi), publicada no portal Exame.com, contando a trajetória da consultora Sofia Esteves.

É claro que essa trajetória vitoriosa é fruto de talento e competência, mas do relato podem-se tirar diversos aprendizados, desde a demonstração do que é um mindset positivo, complementado por um conjunto de atitudes que fazem a diferença, como determinação, resiliência e coragem para pensar e agir fora da caixa!

Leia. Temos aí, sem dúvida, um case inspirador!

“Ela foi desvalorizada no emprego – e criou um negócio de R$ 30 mi

Sofia Esteves, fundadora de uma das maiores consultorias de RH do país, começou trabalhando em um ‘banheiro’, ganhando menos do que um salário mínimo

Por Marília Almeida

São Paulo – A história de Sofia Esteves poderia ser a de muitas pessoas que vivem na periferia da cidade. Filha de imigrantes europeus, ela cresceu no bairro de Itaquera, no extremo leste de São Paulo. Caçula de três irmãos, muitas vezes se viu sem dinheiro para comprar lanche na escola e tendo de andar quilômetros até ela. Mas, mesmo com uma situação financeira frágil, seus pais batalhavam dia a dia para dar educação aos filhos.

A empreendedora cresceu observando a luta dos pais para tocar, inicialmente, uma carrocinha que vendia miúdos de carne pelo bairro e, depois, um açougue na região. Ela lembra que eles sempre buscaram tirar os filhos da zona de conforto. “Meus pais sempre nos ensinaram que teríamos de batalhar por cada objetivo”, disse, em entrevista a EXAME.com.

O primeiro emprego de Sofia foi como recepcionista de um consultório médico, aos 17 anos. Depois, fez um curso técnico na área de arquitetura e foi trabalhar em uma loja de móveis perto de casa. Ao entrar na faculdade de psicologia, viu-se em um dilema. “Precisava ajudar meus pais a pagar o curso. Então, continuei trabalhando nessa loja até terminá-lo”.

No final da faculdade, Sofia não havia feito um estágio em sua área de formação. Uma amiga apresentou uma empresa de consultoria de recursos humanos, mercado ainda incipiente no país. “Não tinha ideia do que se tratava”.

E agora?

Mesmo assim, Sofia resolveu “dar a cara para bater” após ver o anúncio de uma vaga em uma dessas consultorias no jornal. “Liguei dizendo: ‘olha, tenho 24 anos e um alto potencial. Não querem me ajudar a começar?’ A recepcionista que me atendeu riu e passou para o diretor, que riu também e disse: ‘qual a sua pretensão salarial?’ Eu disse: ‘estou quase pagando para quem me deixar começar’”. A entrevista com a jovem candidata foi marcada.

Chegando no escritório, Sofia tomou um “chá de cadeira” de uma hora e meia. “Me senti desrespeitada”. Quando o diretor finalmente apareceu, foi logo dizendo: “Olha, acabamos de contratar uma psicóloga formada pela USP com experiência de cinco anos”.

Sofia não deixou barato. “Que bom que encontraram a pessoa certa. Não tenho mais tempo a perder aqui. Quero trabalhar”. O diretor, então, pensou duas vezes e fez uma proposta. “Olha, já que você diz que tem esse talento todo, você entra na empresa como assistente. Mas, se não se desenvolver em três meses, vai ser uma ‘assistentezinha’”. O pagamento? Menor do que um salário mínimo na época. Sua sala? Um banheiro “reformado”.

O sangue de Sofia “ferveu”, mas ela resolveu encarar a proposta como um desafio. “Ele me desvalorizou. Mas resolvi lutar e mostrar do que era capaz. Em 15 dias já era uma consultora e, depois de um ano, já havia me tornado gerente da área e estava abrindo uma unidade de negócios para eles”.

Um dos diferenciais de seu trabalho, conta, era buscar entregar pessoalmente os currículos que recebia para os clientes. “Eu tentava entender o perfil de cada um, analisar a necessidade da empresa e só enviar os que tinham mais a ver com esse objetivo. Como os Correios demoravam um tempo para entregá-los, ia eu mesma fazer isso e aproveitava para explicar mais sobre os candidatos. O objetivo era tornar o processo mais humano e menos burocrático”.

Sofia continuou na empresa até que resolveu buscar uma outra oportunidade profissional, em uma empresa de recolocação de executivos. Depois de seis meses, viu-se diante de um dilema ético. “Os diretores queriam que eu tomasse uma atitude com relação a um fornecedor que não era de ganha-ganha. Insisti que não iria fazer, mas o diretor colocou sua autoridade na mesa. Resolvi pedir demissão. Aquilo ia contra os meus valores”. (Pedido de demissão: Saiba, com a Xerpa, o que é necessário fazer e quais são as regras Patrocinado)

Sem emprego, ela conheceu uma psicóloga que propôs que alugasse uma sala de sua clínica. Quase ao mesmo tempo, recebeu a ligação de um diretor de uma grande empresa, cliente na sua antiga consultoria. “Ele me disse que queria passar um projeto para mim depois de descobrir que havia saído da empresa. Rebati: só tenho dois anos de experiência. Acho melhor passar para a empresa. Ele então me disse que gostava do jeito que eu pensava a área de recursos humanos e me aconselhou: ‘abra o seu negócio que você vai ter sucesso, menina’”.

O início

Sofia pensou que inicialmente trabalharia como uma profissional autônoma. “Por absoluta necessidade de sobrevivência, aluguei a sala da psicóloga, comprei uma mesa e três cadeiras por cerca de mil reais na época, que era o que eu tinha, e aluguei uma máquina elétrica, pois não conseguia comprar uma. Só fiz isso porque o projeto daria para pagar ao menos o primeiro aluguel”. Ela conta que, em janeiro de 1988, teve 15 dias para criar uma metodologia própria na qual acreditava, ouvindo diversos profissionais do mercado.

Logo um projeto puxou o outro. “Foi tudo no boca a boca”. Sofia resolveu, então, seguir o conselho do cliente. “Pedi ajuda para mentores sobre como abrir uma empresa e criei a Decision Making, que depois virou a DM”.

“Minhas funcionárias foram almoçar sozinhas. Mas depois anunciaram que sabiam que provavelmente eu não teria dinheiro para pagá-las, mas queriam continuar na empresa”

Sofia Esteves, contando sobre a primeira crise do negócio

“Estava tocando 17 projetos e 12 foram suspensos apenas no período da manhã. Nesse dia, minhas funcionárias foram almoçar sozinhas. Depois anunciaram que sabiam que provavelmente eu não teria dinheiro para pagá-las, mas queriam continuar na empresa. Mandaram dar férias para elas e pagar apenas os encargos obrigatórios. Quando o mercado retomasse eu poderia chamá-las de volta. Depois de dois meses, comecei a chamá-las para voltar ao trabalho”.

Para ter esse grau de engajamento de seus funcionários, foi necessário dar muita autonomia, confiar no trabalho deles e sempre tratá-los como sócios. “Sempre busquei fazer quatro reuniões no ano, nas quais compartilho os resultados da empresa e sua situação real. Não por acaso, quem esteve comigo no início se tornou, efetivamente, sócio com o tempo. Todo mundo sempre soube qual era meu salário e quanto a empresa faturava”.

Com a empresa novamente andando, a empreendedora decidiu iniciar um trabalho voluntário em universidades. “Queria explicar a jovens conceitos básicos para orientá-los profissionalmente, como quais eram as diferenças entre uma empresa multinacional e nacional”.

Até que, um dia, recebeu a ligação de um diretor da então Gessy Lever, agora Unilever. “Eles queriam terceirizar um programa de trainees. Nem sabia do que se tratava, só conhecia programas de estágios. Inicialmente recusei, mas ele insistiu que eu tinha experiência com jovens e como selecionadora e poderia fazer. Nasceu então uma nova divisão da empresa, a Cia de Talentos”.

A divisão somente deu lucro para o grupo depois de 13 anos. O importante, conta Sofia, era que o grupo fechasse no azul neste período. “Quando a divisão se tornou conhecida até em países vizinhos, percebi que não há dinheiro melhor do que aquele que você coloca no que acredita”.

Sofia Esteves, fundadora da DMRH

Sofia Esteves, fundadora da DMRH: Transparência, humildade e um passo por vez (DMRH/Divulgação)

O sucesso

Com 200 funcionários, presença em 40 países e faturamento de 31 milhões de reais no ano passado, a DMRH está prestes a completar 30 anos. No portfólio, grandes clientes, inclusive a Unilever, que são fiéis à consultoria por quase duas décadas ou até mais de duas.

Olhando sua trajetória, Sofia conta que nunca parou para pensar muito em empreender e nem percebia os riscos que corria quando montava o negócio. “Por necessidade, eu ia fazendo, seguindo uma intuição, sempre buscando fazer bem feito. Acho que faz parte de um perfil: tem muita gente com história similar à minha que, frente a uma dificuldade, para e se engessa”.

O que fez diferença, conta, foi a visão de mudar o que se praticava na área. “Quando comecei, só existiam consultorias internacionais que faziam processos seletivos enlatados, que não levavam em consideração os valores, a cultura e o perfil emocional do brasileiro”.

“Talento não é sinônimo de uma boa escola e nem significa ter fluência em uma língua estrangeira. Sou um exemplo disso e consegui mudar essa mentalidade nos processos seletivos”

Sofia Esteves, sobre como mudou a mentalidade de clientes nos processos seletivos

Apesar do crescimento rápido, Sofia conta que ele poderia ter sido ainda mais acelerado. Precauções para evitar que o negócio saísse do seu controle diminuíram o ritmo do crescimento, mas tornaram o negócio mais sólido. Seus pais foram roubados por sócios e contadores mais de uma vez, e ela nunca assumiu dívidas ou empréstimos sem a certeza de que poderia pagar, dando um passo por vez.

A sinceridade com colaboradores, humildade de pedir ajuda a profissionais experientes e o fato de sempre pagar funcionários e fornecedores em dia também foram decisivos no caminho para o sucesso do negócio. “No aluguel do meu primeiro escritório, não tinha como pagar uma arquiteta. Mas ela me disse que eu estava sendo tão corajosa que poderia pagar depois. Confiou em mim, pois fui muito transparente”.

O cuidado com os candidatos também sempre marcou o seu negócio. “Quem paga minhas contas são as empresas que contratam, meus clientes, mas sempre expliquei para eles que não poderia colocar os candidatos em uma fria. Precisava, portanto, de informações completas sobre os processos seletivos”.

Preocupada em tornar o mercado de trabalho mais acessível, Sofia conta que levou uma década para mudar a mentalidade de clientes sobre o perfil almejado dos candidatos. “Expliquei que talento não é sinônimo de uma boa escola e nem significa ter fluência em uma língua estrangeira. Dessa forma, acredito que se criam feudos, com cabeças pensando sempre igual. Me mostrava como exemplo. Conhecimentos técnicos podem ser treinados no dia a dia. Alma e valores não. Dessa forma, consegui criar uma onda de diversidade no quadro de funcionários das empresas”.

Fonte – http://exame.abril.com.br/pme/ela-foi-desvalorizada-no-emprego-e-criou-um-negocio-de-r-30-mi/

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“Uma brincadeira muito perigosa!”Depoimento e alerta para os festejos juninos

Os festejos juninos estão aí, para encanto geral! Como não poderia ser diferente, em razão das minhas raízes no interior baiano, o mês de junho é especial, que culmina com a grandiosa Festa de São João, para mim a mais bonita e agregadora festa popular. 

Entretanto, precisamos estar atentos – e aumentar os cuidados – quando se trata da utilização dos tradicionais fogos de artifício. A esse respeito, recomendo a leitura de texto interessante e oportuno, do palestrante Gabriel Metzler, publicado recententemente no seu blog, com importante depoimento sobre caso concreto ocorrido com ele, 19 anos atrás, além de oferecer boas recomendações para que se evitem acidentes com fogos.

Leia o texto a seguir transcrito:

“Uma brincadeira muito perigosa!

Nessa época de festas juninas, o número de acidentes com explosivos aumenta muito. A melhor atitude é a prevenção.

Uma brincadeira muito perigosa festa junina

E aí, beleza?

Você sabe que estamos na época do ano que mais ocorrem acidentes com explosivos?

E quando menciono explosivos, refiro-me a fogos de artifício, bombinhas, rojões etc. Artefatos que, infelizmente, descumprindo o que diz a Legislação, muitas vezes são vendidos a crianças e adolescentes, colocando-os em grande perigo.

Talvez você pense que isso está distante de você, do seu filho ou filha. Eu gostaria muito de dizer que você está coberto de razão, porém a realidade não é essa. Eu pensava assim quando tinha 15 anos e estava completamente errado.

Festas juninas com quentão, pipoca, pinhão, além de brincadeiras para crianças e dança da quadrilha, tem também a fogueira e jovens brincando com bombinhas. Provavelmente você já esteve em lugar assim com sua família, não é verdade? Pode ser a festa da escola, da igreja ou do grupo de amigos.

Nesse dia 13 de junho de 2017, bem como em todos os outros dias dos últimos 19 anos é impossível não lembrar daquele trágico 13 de junho de 1998. Sábado, dia de festa junina na escola que estudava e surge a ideia de fazer uma bomba. Eu e mais 4 amigos, com idade entre 13 e 15 anos. Compramos foguetes em um mercado e quando estávamos terminando de fazer a bomba, ela explode matando um adolescente de 13 anos e deixando outro, de 15 anos, gravemente ferido.

19 anos se passaram… isso mesmo, 19 anos… e esse jovem de 15 anos que ficou gravemente ferido é quem vos escreve aqui. Um adolescente, sem limitações físicas até aquele momento, reunido com seus amigos e em menos de 1 segundo, o que era para ser uma brincadeira vira uma grande tragédia. Duas famílias diretamente afetadas, amigos unidos para confortar e apoiar essas famílias e uma tristeza generalizada.

Uma brincadeira que mudou a história de famílias e amigos. Devido as lesões do acidente, hoje eu não enxergo nada. Perdi totalmente a visão do olho direito e parcial do olho esquerdo no acidente e Fiquei completamente cego no final de 2015, ainda devido as lesões da explosão.

É possível que você já tenha levado algum susto causado por explosivos ou conheça alguém que já tenha se ferido quando estava manuseando um foguete ou bombinha, conhece?

Tendo em vista tudo o que passei, minha família, amigos e principalmente a família do nosso amigo que faleceu, deixo aqui 4 recomendações pensando no seu bem-estar e de sua família, para que você jamais passe pelo que passamos.

A primeira e principal recomendação é NÃO MANUSEAR FOGUETES OU BOMBINHAS. Deixe isso para profissionais. Por exemplo, não é a toa que os fogos de artifício da virada do ano são colocados em balsas distantes da praia em Copacabana. Eles são muito perigosos e não dão chances a erros.

– Se estiver em um local onde existam pessoas soltando bombas, se afaste e vá para outro lugar junto com sua família. Muitas vezes, o ferido é quem está próximo e não quem está manuseando.

– Caso você identifique algum lugar onde estão sendo vendidos foguetes, rojões e bombinhas, informe ao Corpo de Bombeiros e à Polícia para que eles verifiquem se o local está devidamente autorizado. Locais irregulares estão colocando em risco toda a vizinhança. São diversos os casos de explosões enormes de locais inapropriados para esse tipo de comércio. E se você identificar locais vendendo para menores de idade, DENUNCIE IMEDIATAMENTE porque É PROIBIDO. Pode ser que você esteja salvando uma vida. Pense o que você gostaria que fizessem se fosse o seu filho?

– Se mesmo assim você ainda quer usar foguetes, rojões ou bombinhas , pelo menos deixe seu filho, filha e família longe. Se você quer correr o risco de perder a mão, sofrer queimaduras, ficar com lesões irreversíveis nos ouvidos e/ou olhos, faça isso sozinho. Não coloque outras pessoas em risco.

Você prefere terminar a festa em casa, feliz com sua família ou em um hospital com dor e sofrimento?

Como em tantas outras situações de sua vida, entender que a prevenção é a melhor maneira de se proteger vai te ajudar muito a cuidar da sua saúde e das pessoas que estão próximas a você. Tenha um novo olhar para a atitude segura.

NÃO ACENDA. VIVA E DEIXE VIVER!

Aproveite as festas e se divirta com brincadeiras seguras.

Grande abraço!

Fonte – http://gabrielmetzler.com/blog/uma-brincadeira-muito-perigosa/

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Busca-se a felicidade, encontra-se a depressão (vídeo)!

Mais uma abordagem sobre FELICIDADE, este inesgotável tema tão frequente aqui no blog, trazendo hoje a excelente reflexão da psicanalista e professora Maria Lúcia Homem, no vídeo “Busca-se a felicidade, encontra-se a depressão”, publicado no YouTube pela Casa do Saber.

Uma exposição breve, sutil e ao mesmo tempo profunda! Confiram a seguir (duração de apenas 3:53:

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‘As árvores cuidam uma das outras’, diz engenheiro florestal – Bom saber!

Resultado de imagem para a inteligencia das plantasImagem –  Portugal Mundial

Nas minhas frequentes caminhadas pelo Parque da Cidade, em Brasília, sempre observei as reações e a capacidade de superação das plantas aos longos períodos de seca. Nessas ocasiões de penosa estiagem, muitas delas mostram-se mais fortes, com partes verdes mais resistentes, outras ficam no “osso”, aparentando estarem mortas em determinado momento, mas todas estão vivinhas da silva. Ao sinal da primeira chuva, elas logo mostram que estão mais vivas do que nunca!

Pensando com os meus botões, e por vezes comentando com amigos, formei a convicção de que existe um sistema inteligente de busca de suprimentos e, no caso, de umidade, por parte das plantas, que não se resume a algo simples e fácil, que existe sabedoria, integração e cooperação ente elas. Claro, toda essa opinião era meramente intuitiva!

Agora, vejo que tudo isso tem lógica. Um estudioso alemão, engenheiro florestal Peter Wohlleben, traz informações e esclarecimentos muito interessantes sobre as plantas, em entrevista concedida para o jornal O Globo, com o título ‘As árvores cuidam uma das outras’, diz engenheiro florestal. Por exemplo, assegura haver um sistema de comunicação entre as plantas (uma “internet das raízes”),  uma ajuda (“auxílio-doença”) entre elas, uma liberação de substâncias de proteção (“disque-predador”), entre outras revelações. Os seus achados estão em recente livro, “A Vida Secreta das Árvores“, lançado pela Editora Sextante.

A par de tudo isso, fica evidente que a nossa percepção a respeito da inteligência dos demais seres que habitam este planeta é ainda bastante limitada. Muito ainda descobriremos!

Assim, recomendo a leitura desta importantíssima matéria – link a seguir:

https://oglobo.globo.com/sociedade/as-arvores-cuidam-uma-das-outras-diz-engenheiro-florestal-21206855

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