Os encantos da Bossa Nova: a Sant Andreu Jazz Band (Espanha) interpreta Tom Jobin!

A inspiração musical para este sábado vem no ritmo da Bossa Nova. A esse respeito, diria que todo bom músico – até mesmo muitos instrumentistas, cantores e arranjadores eruditos – quer ter no seu repertório, e curtir, algumas canções desse gênero musical brasileiro tão marcante.

Aqui pra nós, tiro por mim. Apesar de estar na música por puro diletantismo e sem maiores pretensões (um simples violonista e cantor não-profissional), ao praticar a boa música, sou sempre tentado pela sonoridade e bom gosto da Bossa Nova. A dissonância presente nessas composições, com seu  ritmo inconfundível e contagiante, proporciona um padrão de qualidade que valoriza especialmente a nossa MPB. Além do mais, por evocar de alguma maneira os encantos do jazz, esse gênero musical vai, assim, atraindo apreciadores pelo mundo afora, ao longo do tempo, marcadamente a partir do início dos anos 1960, quando passou a ser amplamente divulgado/conhecido.

Uma mostra disso está no vídeo que selecionei para hoje, com bela performance do grupo Sant Andreu Jazz Band, interpretando a canção Triste, um dos inúmeros sucessos do genial Antonio Carlos Jobim, nosso saudoso Tom Jobim, em show ocorrido no Sat Teatre de Sant Andreu (Barcelona), em setembro de 2016. 

Trata-se de uma banda de jazz juvenil de Barcelona-Espanha, formada por crianças e adolescentes de 7 a 20 anos, criada em 2006. Segundo registrado na Wikipédia, o líder da banda é Joan Chamorro.

Curtam este momento:

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“Viver na era da impaciência”

Uma reflexão importante e muito atual a respeito das diversas maneiras como percebemos o tempo, considerando o estilo de vida de hoje, com as pessoas conectadas, mais aceleradas e convivendo com grande volume de informações, trazida neste artigo do jornalista Joseba Elola, publicado no portal eletrônico do EL PAÍS – Brasil, que reproduzo abaixo.

A sensação é clara, para mim, de que efetivamente as pessoas estão mais impacientes. No geral, percebo um senso comum de que o tempo está continuamente mais acelerado. É evidente que o lado emocional da pessoa é o grande responsável por esse “ritmo do tempo”, que em dadas circunstâncias é percebido de maneira oposta, como se estivesse demasiado lento! 

Bem, recomendo a leitura do texto, que é enxuto (ideal para que está impaciente – rsrsrs), cabendo a você fazer as suas ponderações e inferências. Confira a seguir:

“Viver na era da impaciência

As novas tecnologias estão mudando a maneira como percebemos o tempo. Às vezes, tudo parece acelerar. E a impaciência aumenta

Impacientes. Estamos cada vez mais impacientes. As novas tecnologias estão mudando nossas vidas e alterando nossa relação com o tempo. Por um lado, temos a impressão de que voa, alimentado pelo dispositivo que se tornou uma extensão do nosso corpo, o onipresente celular, uma caixa de surpresas, entretenimento e dispersão que nunca se fecha e parece sempre disposta a nos oferecer uma nova distração. Por outro lado, há momentos em que esse mesmo artefato funciona como um verdadeiro congelador de instantes: tudo para à espera de uma resposta que nunca chega; e então parece que o tempo se alonga.

Transeuntes no distrito financeiro de Canary Wharf, em Londres.
Transeuntes no distrito financeiro de Canary Wharf, em Londres. B&M NOSKOWSKI (GETTY)

A psicóloga australiana Aoife McLoughlin publicou em novembro de 2015 um estudo que demonstrou que nosso corpo percebe o tempo de maneira diferente quando passamos longos períodos conectados a dispositivos eletrônicos. Um estudo realizado na Universidade James Cook (JCU), em Queensland, comprovou que, em pessoas e sociedades tecnocêntricas, os relógios internos parecem ter acelerado seu ritmo; fenômeno que pode ser muito útil para trabalhar mais rápido, por exemplo, mas que também faz as pessoas se sentirem mais pressionadas. À medida que o ritmo de nossas vidas acelera, diz a professora que ensina no campus da JCU em Cingapura, a sensação subjetiva de tempo disponível diminui, o que nos faz sentir a pressão do tempo.

 

Se tudo está bem, o tempo corre. Se estamos entediados, ou em perigo, ou de olho no relógio, tudo fica mais lento.

Não temos um corpo especializado em perceber o tempo. Ignacio Morgado Bernal, diretor do Instituto de Neurociências da Universidade Autônoma de Barcelona, explica que são várias as partes do cérebro envolvidas nessa função: o córtex auditivo, o visual, o pré-frontal, os gânglios basais e até mesmo o cerebelo. A rede de neurônios que se mobiliza para avaliar o tempo é, portanto, muito ampla. Mas o tempo está passando mais rápido do que antes? Formulada a pergunta, Morgado Bernal afirma, em conversa por telefone, que por um lado, quando há mais estímulos no ambiente, parece que tudo passa mais rápido, sim, mas lança uma pergunta: “Estamos vivendo melhor agora? Acho que não, a sobrecarga de informação é uma fonte de estresse. E o aumento do estresse afeta nossa percepção do tempo. Se você se sentir mal, tudo fica mais demorado.”

“O aumento do estresse afeta nossa percepção do tempo. Se você se sentir mal, tudo fica mais longo.”, diz o especialistaMorgado Bernal.

Ramon Bayés, membro da Academia de Psicologia da Espanha e um dos introdutores da psicologia comportamental e experimental neste país, diz que quanto mais importante é para nós uma mensagem, mais longa parece a espera – menosprezado conceito nestes tempos impacientes. “Os tempos de espera são tempos de incerteza”, diz ele. “E incerteza significa sofrimento.”

O psicólogo Bayés, autor do livro El reloj emocional (Alienta), publicado em 2007, afirma que devemos aprender a controlar o tempo para não sermos controlados por ele. Aposentado (nasceu em Barcelona em 1930), mas ativo, escreve por e-mail: “A tecnologia é um obstáculo se somos impacientes e estamos constantemente esperando mensagens que os outros podem nos enviar. Para contrabalançar esta tirania, na educação, é necessário ensinar o valor da ponderação e o controle da demora.” 

Confira a publicação original em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/13/estilo/1531500834_994824.html

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Inteligência Artificial (IA): Fique por dentro desse fenômeno tecnológico!

A inteligência artificial já está se tornando realidade e sua expansão virá muito mais intensamente, nos próximos anos, trazendo impacto para a economia, para a educação e para diversos setores de atividades, como saúde, trânsito/segurança, agricultura etc. Com o uso de máquinas, robôs e recursos tecnológicos diversos teremos a nossa vida influenciada (mais positivamente, claro) por toda essa onda tecnológica. Como não poderia ser diferente, a organização do trabalho, a forma e a quantidade dos postos de emprego/ocupação dos dias atuais sofrerão considerável transformação e redução em futuro próximo.

Em linhas gerais, do que estamos falando?

Inteligência artificial é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software. Também é um campo de estudo acadêmico. Segundo texto do Tecmundo, Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, enfim, a capacidade de ser inteligente. 

De acordo com declaração do físico e cientista Stephen Hawking, todos os aspectos das nossas vidas serão transformados pela IA. Como registrado na Wikipédia, o principal objetivo dos sistemas de IA é executar funções que, caso um ser humano fosse executar, seriam consideradas inteligentes.

A pretexto do assunto, trago o excelente artigo abaixo, de Eduardo Prado, publicado dias atrás no site Convergência Digital. Você terá aí um amplo e atual panorama do que está acontecendo em termos de IA pelo mundo. Veja, por exemplo, os investimentos expressivos e a tendência de vanguarda da China nessa área.

Confira e fique atualizado a respeito desse fenômeno:

A IA vai virar a economia de “cabeça para baixo” como um tsunami!

Por: Eduardo Prado *

11/07/2018 … Convergência Digital

Acredite se quiser mas é o que vai acontecer nos próximos anos com uma intensidade cada vez maior à medida que o tempo passe. Tem gente que já percebeu isso como é o caso do CEO Tom Wilson [1] de uma das maiores seguradoras americanas a Allstate Corp [2].

A automação afetará uma ampla gama de trabalhadores, de comerciantes a taxistas. A consultora McKinsey [3] estima que mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo estarão procurando novos postos de trabalho até 2030 porque a tecnologia da IA vai assumir os seus empregos.

O impacto só não vai ser mais ser mais rápido nas economias dos países por causa da falta de mão de obra de Inteligência Artificial (IA) [3.1] – o cientista de dados – em todo o mundo literalmente [4 -5]. Esta dificuldade não será tão fácil de ser suplantada – pois depende de vários fatores, entre eles, o de formação de mão de obra especializada – e deve perdurar nos próximos 10 anos!

A IA vai transformar “tudo que encontrar pela frente” – Tenha fé Tomé! [6 e 6.1] e uma das áreas que ela terá um grande impacto será o segmento de saúde influenciado na nova tendência de medicina personalizada, no desenvolvimento de novos medicamentos, nos diagnósticos médicos por imagens, na medicina preditiva entre outros nichos [7-8]. Um dos nichos onde a IA terá uma forte presença será na implementação de aplicativos de diagnósticos como o Babylon Health britânico [9]. Um outro segmento onde a IA terá um grande impacto também será o da agricultura com o moderno “approach” conhecido como Agricultura de Precisão [10-11]. Esse é um segmento muito importante para o Brasil mas ainda temos pouquíssimas inciativas de IA na Agricultura de Precisão por aqui.

Siga a leitura e conheça a rica matéria, na íntegra, clicando no link a seguir:

http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=48425&sid=15

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“Segunda Alegoria da Caverna” – Lições a aprender com os jovens tailandeses!

A propósito do recente acontecimento, impressionante, envolvendo os meninos de um time de futebol tailandês que ficaram presos em uma caverna por mais de duas semanas, trago o texto, “Segunda alegoria da caverna”, da escritora Luciane Madrid Cesar, publicado em seu blog, que vi circular em grupo de rede social.

A autora faz uma leitura e interpretação do referido episódio com absoluta propriedade e elogiável percepção, ao elencar quatro lições que os jovens nos passaram. Sem dúvida, os garotos demonstraram invejável equilíbrio emocional e comportamento de grande maturidade, ou de sabedoria, a despeito da pouca idad ine, incluindo até mesmo o professor que orientava o grupo, de 25 anos.

Temos aí, a meu ver, aprendizados a tirar. Leia a seguir e fique à vontade para registrar sua opinião!   

“Segunda Alegoria da Caverna

Os garotos bloqueados na caverna         Foto: El Pais (GETTY)

Na última semana a Humanidade assistiu a uma nova “Alegoria da Caverna”.

A primeira, descrita por Platão em seu livro República, trata de nossa relação com o mundo exterior e suas influências sobre nós.

Já esta segunda, a nós apresentada pelos meninos tailandeses, diz respeito ao nosso mundo interior e nosso controle sobre ele. Ensina-nos quatro lições.

Primeira: Serenidade

Quando as primeiras imagens do pequeno grupo, isolado muitos metros abaixo da superfície, nos chegaram pela TV, o que mais impressionou foi a serenidade de seus rostos infantis. Há nove dias presos, sem alimento e sem perspectiva, eles apresentavam o semblante de quem acabara de ir brincar no quintal de casa… Nenhuma angústia, nenhum medo. Nem mesmo o alívio por terem sido encontrados era exagerado. Nada de gritos e choro. Apenas alegria e gratidão misturadas placidamente naquelas expressões faciais… Sua cultura milenarmente voltada para o autoconhecimento e a imprescindível orientação de um professor que já foi um monge budista tornaram os dias no cativeiro natural muito mais fáceis de suportar.

Segunda: Positividade

Os pequenos jogadores de futebol escreveram cartas a suas famílias e nelas não havia palavras de sofrimentos e dor, apelos e lamentações. Havia positividade. “Mamãe, papai, estou bem, não se preocupem, posso cuidar de mim.”  Ou “Diga a vovó que quero comer torresmo com molho picante quando sair…” ou  “ Não se esqueçam de organizar minha festa de aniversário” . Não só o grupo, mas todos os envolvidos e por extensão, o mundo todo, apresentou uma atitude positiva em face dos acontecimentos. Não houve pensamentos de raiva, revanchismo, estrelismo. Ninguém acusando o técnico por ter levado os meninos em passeio perigoso, ninguém questionando autoridades por não haver um aviso de perigo a entrada da caverna. Ninguém em desespero, questionando o destino … O mundo todo se uniu em orações, torcida, desejos de que o salvamento fosse um sucesso. Em nenhum momento houve pensamentos pessimistas. O mundo, unido na certeza do final feliz!

Terceira: Cooperação

Profissionais de diversas partes do planeta foram para a Tailândia com um só objetivo: oferecer seus conhecimentos e sua experiência para a resolução satisfatória do problema. Não havia desejo de gloria, de promoção pessoal. Apenas unir esforços e competências para um mesmo objetivo: salvar aquelas 13 vidas.

Quarta: Gratidão

Havia gratidão nos olhos dos pequenos Javalis Selvagens ao serem encontrados pelos mergulhadores ingleses. Gratidão também nas palavras de cada tailandês, por toda a ajuda recebida e a torcida por seus meninos. Gratidão ao professor que se doou para seus alunos, jejuando para que eles pudessem se alimentar. E, por fim, a gratidão de todo o planeta que, ao ter notícia do último indivíduo resgatado, emocionados, cada um agradeceu aos céus, ao universo ou a seu Deus, conforme sua crença.

A ciência tem comprovado o poder do pensamento. Serenidade, positividade, cooperação e gratidão. Somos feitos de energia e quando conseguimos mantê-la positiva e em harmonia com a energia de nossos semelhantes, podemos mover montanhas…

Esse jovem grupo de seres humanos foi instrumento do Universo para mostrar a todos nós a nossa força. Não percamos isso. Mantenhamos nossas energias positivas no bem, no amor, na fé e na paz. E teremos o poder de transformar o mundo!

Luciane Madrid Cesar

Fonte: http://lumadrid.blogspot.com

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“O que é empatia?” – Excelente artigo de Daniel Goleman!

A empatia é um atributo fundamental para que se estabeleça rica e verdadeira relação interpessoal. Demonstrar sensibilidade e dar atenção ao outro vale para as relações familiares, profissionais, com amigos etc. Contudo, para o exercício da liderança, ou melhor, para ser um bom líder (de qualquer nível ou em qualquer circunstância), ter empatia é habilidade das mais importantes, é essencial!

Quem acompanha o blog sabe que a empatia já foi referida aqui diversas vezes, em textos/vídeos autorais ou de terceiros, no contexto da Inteligência Emocional (IE). A esse respeito, muito devemos do seu conhecimento e difusão ao destacado psicólogo, professor e escritor Daniel Goleman, um dos mais ativos estudiosos e divulgadores do tema, sobretudo após o estrondoso lançamento do livro Emotional Intelligence, em 1995.

E é para trazer mais substância, em especial, sobre empatia, um dos cinco principais domínios da IE, que reproduzo hoje o excelente artigo de Daniel Goleman, postado dia 11 passado em Harvard Business Review Brasil, publicado no portal eletrônico Flipboard. O autor detalha os tipos de empatia e apresenta algumas variáveis fundamentais desse atributo geral, ressaltando que ser empático, com eficácia, requer a capacidade de exercer controle, pois estamos, sem dúvida, no campo das emoções. Salienta, também, que a empatia pode ser desenvolvida (aprendida)!

Leia e tire o melhor proveito do texto – a seguir:

“O que é empatia?

Daniel Goleman

11 de julho de 2018

empatia

A palavra “atenção” vem do latim atendere, que significa “alcançar”. Essa é uma definição perfeita do enfoque nos outros, que é a base da empatia e da capacidade de construir relacionamentos sociais – o segundo e o terceiro pilares da inteligência emocional (o primeiro é a autoconsciência).

É fácil identificar os executivos que conseguem efetivamente se concentrar nos outros. São aqueles que encontram um consenso, cujas opiniões têm mais peso, e com quem as outras pessoas querem trabalhar. Surgem como líderes naturais, independentemente da hierarquia organizacional ou social.

A tríade da empatia
Geralmente, falamos sobre empatia como um atributo único. Mas uma análise detalhada do foco dos líderes durante sua apresentação revela três tipos distintos de empatia, cada um deles importante para a eficácia da liderança:

• Empatia cognitiva: a capacidade de compreender a perspectiva da outra pessoa

• Empatia emocional: a capacidade de sentir o que a outra pessoa sente

• Preocupação empática: a capacidade de sentir o que a outra pessoa precisa de você

empatia cognitiva permite aos líderes se justificarem de maneira significativa – habilidade essencial para obter o melhor desempenho de seus subordinados diretos. Ao contrário do que se poderia esperar, o exercício da empatia cognitiva exige que os líderes pensem nos sentimentos em lugar de senti-los diretamente.

Uma natureza inquisitiva nutre a empatia cognitiva. Como diz um executivo bem-sucedido com essa característica: “Sempre quis aprender tudo, compreender as pessoas ao meu redor – por que pensavam no que pensavam, por que faziam o que faziam, o que funcionava para elas e o que não funcionava”. Mas a empatia cognitiva também é resultado da autoconsciência. Os circuitos executivos permitem a reflexão sobre nossos próprios pensamentos e o monitoramento dos sentimentos que fluem a partir deles. Esses circuitos nos permitem aplicar o mesmo raciocínio à mente de outras pessoas quando decidimos focar nisso.

A empatia emocional é importante para gerenciamento de clientes, interpretação de dinâmicas de grupo e mentoria eficazes. Ela se origina de partes remotas do cérebro abaixo do córtex – a amígdala, o hipotálamo, o hipocampo e o córtex orbitofrontal – que nos permitem sentir rápido sem pensar profundamente. Essas partes nos sintonizam, despertando em nosso corpo o estado emocional dos outros: sentimos literalmente a dor do outro. Nosso padrão cerebral liga-se ao dos outros quando os escutamos contarem uma história emocionante. Como diz Tania Singer, diretora do departamento de neurociência social do Max Planck Institute for Human Cognitive and Brain Sciences, em Leipzig, na Alemanha: “Para entender os sentimentos dos outros, precisamos entender nossos próprios sentimentos”. O acesso à nossa aptidão para a empatia emocional depende da combinação de dois tipos de atenção: um foco concentrado em nossas próprias ideias dos sentimentos de outra pessoa e uma ampla conscientização do rosto, da voz e de outros sinais externos de emoção do outro.

Quando a empatia precisa ser aprendida
A empatia emocional pode ser desenvolvida. Essa é a conclusão da pesquisa com médicos realizada por Helen Riess, diretora do Empathy and Relational Science Program do Massachusetts General Hospital, em Boston. Para ajudar os médicos a monitorarem a si mesmos, Riess criou um programa pelo qual eles aprenderam a se concentrar usando a respiração profunda e diafragmática e a cultivar certo distanciamento – para assistir a uma interação a partir do distanciamento do limite superior – do teto, por assim dizer, em vez de estar perdido em seus próprios pensamentos e sentimentos. “Suspender nosso próprio envolvimento para observar o que está acontecendo nos dá uma percepção consciente da interação sem ser completamente reativo”, diz Riess. “Podemos ver se nossa própria fisiologia está carregada ou equilibrada. Podemos notar o que está acontecendo.” Se uma médica perceber que está irritada, por exemplo, pode ser um sinal de que o paciente também está incomodado.

“Aqueles que estão completamente perdidos podem preparar a empatia emocional inicialmente fingindo até conseguir”, acrescenta Riess. “Se agirmos de forma cuidadosa – olhando as pessoas nos olhos e prestando atenção às suas expressões, mesmo não querendo muito – podemos começar a nos sentir mais envolvidos.”

A preocupação empática, intimamente relacionada à empatia emocional, permite-nos sentir não apenas como as pessoas se sentem, mas o que elas precisam de nós. É o que esperamos do médico, do cônjuge – e do chefe. A preocupação empática tem suas raízes no sistema que obriga a atenção dos pais aos filhos. Ao observarmos para onde os olhos das pessoas vão quando alguém aparece com um bebê adorável, podemos ver esse centro cerebral dos mamíferos entrando em ação.

As pesquisas sugerem que, à medida que as pessoas sobem na carreira, a capacidade delas de manterem relações pessoais vai sendo prejudicada.

Uma teoria neural sustenta que a resposta é acionada na amígdala pelo radar do cérebro, que detecta o perigo, e no córtex pré-frontal pela liberação de ocitocina, substância química relacionada ao sentimento de se importar. Isso indica que a preocupação empática é um sentimento ambíguo. Vivenciamos intuitivamente o sofrimento do outro como se fosse nosso próprio sofrimento. Mas, ao decidir se atenderemos às necessidades dessa pessoa, ponderamos deliberadamente sobre o quanto valorizamos o bem-estar dela.

Conseguir essa combinação de intuição e deliberação tem grandes implicações. Aqueles que sentem compaixão demais podem acabar sofrendo. Nas profissões assistenciais, isso pode levar à fadiga da compaixão; em executivos, pode gerar ansiedade em relação a pessoas e situações que estão fora de controle. Mas aqueles que se protegem enfraquecendo seus sentimentos podem perder a capacidade de sentir empatia. A preocupação empática exige que controlemos nossa própria angústia sem nos tornarmos insensíveis à dor dos outros.

Quando a empatia precisa ser controlada
Controlar nosso impulso de sentir empatia em relação aos sentimentos de outras pessoas pode nos ajudar a tomar decisões melhores quando o turbilhão de emoções de alguém ameaça nos dominar.

Geralmente, quando vemos alguém se espetar com um alfinete, nosso cérebro emite um sinal indicando que nosso centro de dor está transmitindo esse sofrimento. Mas os médicos aprendem, na faculdade de medicina, a bloquear até mesmo essas respostas automáticas. Esse anestésico de atenção parece ser usado pela junção temporal-parietal e pelas regiões do córtex pré-frontal, circuito que estimula a concentração ignorando as emoções. É o que acontece em nosso cérebro quando nos distanciamos dos outros para nos mantermos calmos e ajudá-los. A mesma rede imparcial entra em ação nesse momento e também quando vemos um problema envolvendo emoções à flor da pele e precisamos nos concentrar na busca de uma solução. Se falarmos com alguém que está chateado, esse sistema nos ajudará a entender racionalmente a perspectiva dessa pessoa, mudando da empatia emocional, de caráter sentimental, para a empatia cognitiva, de caráter racional.

Além disso, algumas pesquisas de laboratório sugerem que o tratamento adequado da preocupação empática é fundamental para fazer mais julgamentos. Exames cerebrais revelaram que, quando voluntários ouviam histórias de pessoas submetidas à dor física, o centro cerebral deles para vivenciar tal dor era imediatamente ativado. Mas, se a história se tratava de sofrimento psicológico, os centros cerebrais superiores relacionados à preocupação empática e à compaixão levavam mais tempo para ser ativados. É necessário algum tempo para compreendermos as dimensões psicológicas e morais de uma situação. Quanto mais distraídos estivermos, menos poderemos cultivar as formas mais sutis de empatia e compaixão.
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Extraído de “O líder focado”, adaptado por Harvard Business Review Brasil, dezembro de 2013.
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Daniel Goleman é codiretor do Consortium for Research on Emotional Intelligence in Organizations na Rutgers University, coautor de Primal leadership: leading with emotional intelligence (Harvard Business Review Press, 2013), e autor de The brain and emotional intelligence: new insights and leadership: selected writings (More than sound, 2011). Seu último livro é A force for good: the Dalai Lama’s vision for our world (Bantam, 2015).
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Tradução: Maurício Kakuei Tanaka

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“Curte Música Clássica ou Instrumental? Então, chegue aqui!”

Aproveitando ainda este espaço que dedico aqui no blog, todos os sábados, para falar sobre música, reproduzo interessante crônica da professora e escritora Elaine Rodrigues, postada no seu blog e-Redigindo, descrevendo como se deu o seu gosto pela música erudita e instrumental. Ao longo do texto ela nos oferece indicativo de obras musicais, compositores e intérpretes importantes. São dicas bastante convidativas. Vale a pena conferir cada uma delas!

Leia a seguir:

“Curte Música Clássica ou Instrumental? Então, chegue aqui!

Se você chegou aqui é porque tem um excelente gosto musical. Também já deve saber que a música clássica e instrumental fazem um bem enorme para a saúde.

Então, não preciso dizer que cientistas da Finlândia descobriram que ouvir frequentemente música clássica ativa genes responsáveis pela aprendizagem e memória.

Também não vou falar que um estudo da Universidade de Stanford comprovou que a música instrumental ajuda no controle emocional e psicológico, servindo como terapia para a depressão e a ansiedade.

Vou escrever sobre alguns artistas que me fizeram amar esses gêneros musicais.

Vou escrever sobre alguns artistas que me fizeram amar esses gêneros musicais.

sala
O dia em que fui assistir ao concerto na sala São Paulo. ❤ (Segunda visita.)

Desde a juventude, eu ouço música clássica. Ficava horas curtindo aquelas sinfonias e arranjos instrumentais. Ah! eu amava isso! Mas minha mãe detestava. Ela dizia: “Meniiiina, desliga essa música fúnebre!” (sic) 😀 Mas não tinha jeito! Eu ouvia e ainda gravava (em  fitas cassetes) as músicas clássicas que tocavam numa rádio.

E foi assim que conheci Johann Sebastian Bach. Claro, na época, eu nem sabia que ele foi um dos três maiores artistas da história da música (Bach, Beethoven e Mozart). Eu apenas queria ouvi-lo, sem nenhum tipo de melancolia ou nostalgia — eu escutava pela arte, mesmo.

Depois dessa fase, conheci a obra do maestro italiano Ennio Morricone em uma palestra. Foi amor ao primeiro som! Ennio é um dos maiores compositores da história do cinema. Ele compôs mais de 500 músicas para grandes filmes, como Os Intocáveis, Bastardos Inglórios e Cinema Paradiso (❤).  O músico também ganhou o Oscar de melhor trilha sonora no filme “Os Oito Odiados” (2016).

Michael Hoppé é outro músico que marcou o cinema e a televisão (e grandes momentos da minha vida!). Ele fez a trilha sonora da série “The Sopranos” e do programa “Oprah Winfrey”.  Michael tem mais de 30 álbuns com musicas instrumentais, e seus sons são muito usados na musicoterapia e em importantes celebrações religiosas.

Antes esses estilos musicais eram considerados antiquados e chatos. Mas artistas talentosos têm tornado a música clássica e instrumental mais atrativas e próximas ao público de hoje. Um exemplo disso é o cantor estadunidense Josh Groban (pop clássico sensacional) e o maestro brasileiro João Carlos Martins (incrível!).

Para mim, essas músicas não são condutoras de emoções e sentimentalismo inúteis (como vemos nas canções de hoje).  Tampouco possuem letras apelativas e sons viciantes (como algumas atuais… na mesma velocidade em que são excitantes e viciantes também são enjoantes). Ao contrário, o gênero clássico fala pouco, mas diz muito. São músicas que cantam à alma, à inteligência — e possuem vida.

P.S.: Dedico esse texto ao meu marido que não só aguenta meus gostos musicais (há 17 anos) como também faz questão de colocar uma musiquinha instrumental para eu dormir. ❤ 🎼 (Embora ele saiba que vou desligar a música depois, porque só  durmo no silêncio. rs)

P.S.2: Minha mãe gosta de forró rs.

Elaine Rodrigues
E-mail: eredigindo@gmail.com

Fonte: https://eredigindo.wordpress.com/2018/07/13/curte-musica-classica-ou-instrumental-entao-chegue-aqui/

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Inspiração musical: Tico-Tico no Fubá com David Garrett – Sensacional!

A inspiração para este sábado vem com mais uma música instrumental de alto nível, desta feita trazendo vídeo com o violinista alemão David Garrett. Em arranjo e performance exuberantes, ele executa, ao vivo, a nossa conhecida canção Tico-Tico no Fubá, um antigo chorinho de 1917, composto por Zequinha de Abreu, que tornou-se mundialmente conhecido por interpretações de Carmem Miranda, da Orquestra Ray Conniff e de muitos outros artistas nacionais e internacionais.

Nessa apresentação, David Garrett traz impressionante arranjo e, com o seu estilo de intérprete instrumental vibrante, mostra uma Tico-Tico mais “caliente”, muito provavelmente com influências dos ritmos caribenhos e espanhóis. Sem dúvida, temos aí um artista fenomenal, cujo sucesso já alcançado não é por acaso.

Curta a seguir (vídeo disponível no YouTube): 

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“A reação adversa à felicidade”

Reproduzo artigo de Alison Beard, da Harvard Business Review, que vi publicado no portal eletrônico Flipboard, trazendo questionamentos interessantes e necessários a respeito de Felicidade, de Pensamento Positivo…

Com efeito, tenho dito, nas publicações feitas sobre Felicidade, que esse tema é desafiador e inesgotável. Esta postagem de hoje reforça isso, certamente!

Na sua linha de raciocínio, a autora pondera e procura demonstrar que, ao invés de dizer-se feliz o tempo todo, de pensar sempre positivo etc., é bem mais razoável estarmos no espírito da busca pela felicidade. Para tanto, menciona um punhado de publicações recentes a respeito dessa abordagem mais “pé no chão”, mais racional.

O texto é instigante. Certamente suscitará boas reflexões. Confira:

“A reação adversa à felicidade

A reação adversa à felicidade

E, mesmo assim, para mim e para muitos outros, a felicidade ainda é inatingível. Claro que muitas vezes me sinto alegre e satisfeita — lendo histórias para meus filhos dormirem, entrevistando alguém que admiro muito, finalizando um artigo difícil. Mas apesar de ter uma boa saúde, apoio familiar, amigos e um trabalho instigante e flexível, frequentemente me sinto inundada por emoções negativas: preocupação, raiva, decepção, culpa, inveja, arrependimento. Meu estado de espírito padrão é o descontentamento.

A grande e crescente literatura sobre a felicidade promete me livrar desses sentimentos. Porém, o resultado é que acabo me sentindo ainda mais derrubada do que já estou. Eu sei que deveria ser feliz. Sei que tenho boas razões para isso e que estou melhor do que muita gente. Sei que pessoas mais felizes são mais bem-sucedidas. Sei que alguns poucos exercícios mentais poderiam ajudar. Mesmo assim, quando estou mal-humorada, é difícil sair desse estado. E, tenho que admitir, uma pequena parte de mim considera a falta de felicidade não como negatividade improdutiva, mas como realismo altamente produtivo. Não consigo imaginar alguém sendo feliz o tempo todo, tenho muitas suspeitas das pessoas que dizem se sentir assim.

Concordei em escrever este artigo porque, nos últimos anos, notei um apoio maior a esse ponto de vista. Barbara Ehrenreich lançou em 2009 o livro Bright-sided (Sorria), sobre a “divulgação sem fim” e os efeitos prejudiciais do pensamento positivo. Na mesma linha, foram lançados no ano passado Rethinking positive thinking(Repensando o pensamento positivo, em tradução livre), de Gabriele Oettingen, professora de psicologia da NYU e The upside of your dark side (A força boa do lado obscuro), de Todd Kashdan e Robert Biswas-Diener, dois especialistas em psicologia positiva. Neste ano, tivemos o fantástico artigo de Matthew Hutson publicado na revista Psychology Today com o título “Beyond happiness: the upside of feeling down” (Além da felicidade: as vantagens da tristeza), The upside of stress (O lado bom do stress), de Kelly McGonigal da Stanford, Beyond happiness (Além da felicidade, em tradução livre), do historiador e comentarista britânico Anthony Seldon, e The happiness industry: how the government and big business sold us well being (A Indústria da felicidade: como o governo e grandes corporações nos vendem bem-estar, em tradução livre), de William Davies, outro britânico, professor de política da Goldmiths.

Estamos, enfim, enxergando uma reação adversa à felicidade? Mais ou menos. Muitos desses recentes lançamentos se opõem à nossa obsessão moderna pelo sentir-se feliz e pensar positivamente. Oettingen explica a importância de reprimirmos nossos sonhos felizes com análises sóbrias dos obstáculos encontrados pelo caminho. O livro de Kashdan e Biswas-Diene e o artigo de Hutson detalham os benefícios que derivam de todas as emoções negativas que citei acima; esses sentimentos juntos nos encorajam a melhorar nossa realidade e nós mesmos. (Susan David, psicóloga de Harvard, coautora do artigo da HBR “Emotional Agility,” também escreveu ponderadamente sobre esse assunto.)

McGonigal nos mostra como enxergar a situação de infelicidade de uma forma mais gentil para assim transformar a situação em algo positivo e não em algo que deteriore nossa saúde. Aqueles que aceitam o stress como uma reação natural do corpo a um desafio são mais resilientes e vivem mais do que aqueles que tentam lutar contra o sentimento.

Seldon descreveu seu próprio crescimento, da simples procura pelo prazer à busca por atividades mais relevantes que lhe propiciam (como devem propiciar) prazer. Infelizmente, ele banaliza o conselho ao criar uma lista: aceitarmos como somos; pertencer a um grupo; ter bom caráter, disciplina, empatia, foco, generosidade e saúde; questionar; embarcar em uma jornada interna; aceitar o karma e aderir tanto à religião quanto à meditação (alguns se perguntam o que mais ele pode inventar).

Davies analisa a questão sob um ângulo diferente. Ele está cansado das tentativas organizacionais de explorar o que é simplesmente “um processo dentro de nosso cérebro”. Em sua opinião, existe algo sombrio na maneira como publicitários, gerentes de recursos humanos, governos e empresas farmacêuticas estão mensurando, manipulando e ganhando dinheiro em cima da nossa sede insaciável por sermos mais felizes.

Mas nenhum desses autores está questionando a ambição individual de ter uma vida feliz. Chamamos isso de busca pela “felicidade”, mas o que queremos dizer, na verdade, é “realização de longo prazo”. Martin Seligman, o pai da psicologia positiva, chama isso de “florescimento”, e disse, anos atrás, que emoção positiva (ou seja, sentir-se feliz) é apenas um elemento da felicidade, junto com engajamento, relacionamentos, importância e realização. Arianna Huffington utiliza a terminologia “prosperar” em seu novo livro e Lenoir, cuja história da filosofia da felicidade é provavelmente a mais esclarecedora e divertida do grupo, descreve simplesmente como “amor pela vida”. Quem pode argumentar contra qualquer uma dessas definições?

O ponto em que a maioria dos gurus da felicidade erra é ao insistir que felicidade diária, se não constante, é o caminho para a satisfação de longo prazo. Para os otimistas que sempre enxergam o copo meio cheio, isso pode até ser verdade. Eles podem “trombar com a felicidade” como sugere Dan Gilbert, o pesquisador mais proeminente desse campo de estudo, ou ganhar a “vantagem da felicidade”, como recomenda Michelle Gielan, esposa e parceira de Achor na empresa GoodThink, em seu novo livro. Como eu disse, aparentemente precisamos de apenas alguns truques básicos.

Mas, para o resto de nós, essa felicidade parece forçada, e é muito improvável que nos ajude a cultivar relacionamentos mais significativos, ou desenvolver a carreira perfeita. Certamente não pode ser prolongada por nossos empregadores nem por outras forças externas. Buscamos realização de diferentes maneiras, dispensando a leitura de livros de autoajuda. E desconfio que no longo prazo estaremos todos bem, talvez até mais felizes.
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Alison Beard é editora-sênior da Harvard Business Review.

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Refletindo sobre ação e omissão: Duas frases poderosas sobre os bons e os maus!

Para nossa reflexão, hoje e sempre, destaco estas duas frases inteligentes, atemporais  e muito poderosas, que chamam a atenção para o silêncio, ou a “cumplicidade”, das pessoas decentes: 

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O PERDÃO COMO RETOMADA (vídeo)!

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O tema para hoje é PERDÃO. Como sabemos, perdoar não é fácil, mas é uma atitude  importante, necessária, libertadora, que em essência demonstra a grandiosidade da alma de quem perdoa!

Para ampliar o entendimento a esse respeito, o porquê de perdoar o outro, trago hoje mais um vídeo da Casa do Saber, recém publicado no YouTube, com a enriquecedora argumentação do professor Luiz Martino. Temos aí mais uma boa contribuição para instigar reflexões sobre o relacionamento humano, suas complexidades e desafios.

Confira a seguir (duração de apenas 4:01).

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