Música: The Weight – Playing For Change, apresentando Robbie Robertson e Ringo Starr – Show!

Para inspiração musical neste sábado, volto com mais uma sensacional gravação do movimento Playing For Change, iniciativa fantástica que objetiva unir o mundo por intermédio da música, quebrando barreiras e fronteiras, ao apresentar produções que contam com a participação simultânea de músicos e artistas espalhados por diversos países (dos cinco continentes).

Nesta gravação, é feita celebração de 50 anos da famosa canção The Weight, um dos principais sucessos do grupo The Band, tendo por principal destaque as presenças dos lendários Ringo Starr (um dos integrante dos Beatles) e do guitarrista e compositor canadense Robbie Robertson, autor da canção.

Vejam que produção maravilhosa trazida neste vídeo, em especial pela diversidade dos participantes , com seus estilos e diferentes instrumentos. Um verdadeiro show!!!

O vídeo foi publicado no YouTube por Playing For Change. Curtam este momento:

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“Habilidades profissionais essenciais a partir de 2020”

Vez por outra trago abordagens aqui sobre o mundo corporativo, liderança, cultura organizacional e questões envolvendo atividades profissionais e empregabilidade para as pessoas das diversas idades e gerações. No particular, dentro da perspectiva de que, mesmo fazendo um recorte especial para o tema da longevidade, tendo por foco aqueles que desejam se manter em atividade por mais tempo, chamo especial atenção para o público formado por profissionais mais maduros, para a necessidade de atentar para as evoluções, as mudanças e avanços nas formas de trabalho, na tecnologia e nas competências individuais, sobretudo naquelas demandas por habilidades que signifiquem atualização com as tendências para um futuro próximo.

A esse respeito, recebi de um amigo e colaborador matéria muito boa, publicada no portal do jornal Valor Econômico, no último dia 9, com o título ‘Habilidades profissionais essenciais a partir de 2020’. O conteúdo traça, no meu ponto de vista, inteligente panorama a respeito dos desafios para a empregabilidade a partir de agora, seja no que respeita às habilidades (competências) de natureza técnica, seja, ainda, com relação a aspectos de relacionamentos, inteligência emocional, rede de relacionamento etc. Portanto, um importante subsídio para o planejamento de vida e carreira.

Em suma, a publicação explora, em boa síntese, “O que é preciso desenvolver para enfrentar as grandes transformações no mercado de trabalho”. Dentro da lógica de que precisamos estar atentos ao contexto, incluindo as inovações e tendências, e que, mais do que nunca, há a necessidade de permanente desenvolvimento individual para um mundo profissional em permanente mudança/inovação, creio que o conteúdo pode lhe ser útil.

Para ler a matéria, clique no link a seguir. Vale ficar de olho!

https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/01/09/habilidades-profissionais-essenciais-a-partir-de-2020.ghtml

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O Verdadeiro Charme De Uma Pessoa: “Seus Traços De Loucura”

Diz um velho e famoso ditado popular que “de médico e louco todo mundo tem um pouco”! Podemos até sorrir dessa afirmação, mas creio firmemente que aí reside boa dose de sabedoria, calcada na realidade como ela é, nos comportamentos e características de cada um de nós e, por consequência, nas diversas facetas que desempenhamos diante de situações, desafios e momentos os mais variados, no dia a dia, ao longo da vida!

Nesse diapasão, reproduzo hoje, para começar a semana, interessante e provocativa publicação do Portal Raízes, que recebi de uma amiga e colaboradora do blog, trazendo ideias de Gilles Deleuze (1925 a 1995), destacado filósofo francês, a respeito do comportamento humano, dos traços mais individuais, característicos e verdadeiros do indivíduo, centrados no que ele chamou de “traços de loucura”, claro, no bom sentido!

Vale boa reflexão. Leia a seguir:

“O Verdadeiro Charme De Uma Pessoa: “Seus Traços De Loucura”

*Gilles Deleuze disse certa feita que “O verdadeiro charme das pessoas reside nos seus traços de loucura”. Algo parecido diz o suíço, Alain de Botton, o qual fala que “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. Essas ideias referem-se ao que há de belo no ser humano, não em sua superficialidade, e sim, nas suas entranhas, no seu interior.

A loucura citada pelos filósofos pode ser traduzida como as idiossincrasias que formam uma pessoa. Ou seja, tudo aquilo que ela possui de único e insubstituível. As características peculiares, as quais nos tomam o pensamento e nos fazem sentir saudade. Aquilo que quando vemos parecido em alguém, automaticamente nos faz lembrar a pessoa. Todavia, é bom que se diga parecido, porque as idiossincrasias são únicas e singulares, de modo que se torna impossível buscar em outros lugares, o que apenas o ser carrega dentro de si.

Por isso, Deleuze afirma que só amamos de verdade uma pessoa quando percebemos a sua loucura.  A bem da verdade, é extremamente difícil encontrar pessoas que demonstrem a sua loucura e outras capazes de percebê-las. A maior parte de nós prefere viver de acordo com a normalidade, seguindo as regras, os padrões, se adequando e, portanto, sendo igual. Dessa forma, os traços de loucura, as idiossincrasias, são sufocados, quando não, mortos, pois acreditamos que a demonstração das nossas longitudes é um disparate sem tamanho, uma verdadeira “loucura”.

Sendo assim, acabamos nos tornando completamente iguais uns aos outros e, por conseguinte, desinteressantes, já que, como dito, o que nos faz enxergar alguém de um modo diferente e se sentir atraído está naquilo que percebemos de singularmente novo e que nos faz perceber que será inútil procurar em outros lugares aquilo que sabemos onde encontrar.

É por isso que existem pessoas insubstituíveis em nossas vidas, porque elas guardam dentro de si uma espécie de magia que se reverbera no encanto das suas peculiaridades. Entretanto, sentimos enorme dificuldade em perceber isso como a maior beleza que existe nas pessoas. Acreditamos que são defeitos, coisas que devem permanecer ocultas, mas as idiossincrasias significam intimidade, entrega, libertação, desejo e poesia. É o que permite que as lembranças sejam criadas, que a saudade se instaure, porque convenhamos, saudade do absolutamente igual não possui rosto.

Sabe, o que eu acho é que temos medo de descobrir que as nossas loucuras são maravilhosas, que não precisamos de tralhas para nos destacarmos, precisamos sacudir as grades e assumir o que somos, demonstrar sem medo as nossas “imperfeições” e enxergar no outro as suas coisas simples, bobas e unicamente maravilhosas, porque é sempre magnífico quando as águas saem do subterrâneo e explodem na superfície e, então, nos tornamos rios profundos de loucuras idiossincraticamente belas, como um quadro pintado na lucidez de um sonho.

PS – Gilles Deleuze nasceu na França e viveu de 1925 a 1995. Notável filósofo e professor de Filosofia em diversas Faculdades, publicou estudos sobre pensadores como Nietzsche, Kant e Spinoza, sendo apontado como um dos responsáveis pelo crescente interesse pela obra de Nietzsche. Habituado a ler e a espreitar de perto esses grandes pensadores, Deleuze tem como certo que “todos nós somos meio dementes” e que não se pode se apaixonar por uma pessoa quando não se percebe, nela, um essa “demência”, que é o seu “charme”. 

Fonte: https://www.portalraizes.com/deleuzecharme/

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Insiração musical: HAUSER – Nessun Dorma – Vídeo magnífico!

Neste sábado, trago vídeo com a bela música Nessun Dorma, na verdade uma ária do último ato da ópera Turandot, criada em 1926 por Giacomo Puccini, um clássico que ganhou popularidade nas marcantes apresentações do saudoso tenor italiano Luciano Pavarotti.

Você verá uma vibrante performance, com áudio pré-gravado, do premiado violoncelista croata HAUSER, acompanhado pela London Symphony Orchestra. Neste registro descontraído, o artista convida jovens instrumentistas para aparecerem no vídeo. Certamente, uma jornada elogiável e, mais do que tudo, inesquecível para aqueles promissores músicos!!!

O vídeo foi publicado no YouTube pelo próprio HAUSER. Curta a seguir (um show magnífico):

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Natureza/inovação: “Matthew McConaughey lança hospedagem em cabana solar”

Inovação, no geral, é sempre bem-vinda e até mesmo questão de sobrevivência.

E por falar nisso, é muito bom conhecer ideias e ações inovadoras voltadas para a proteção do meio ambiente e, de quebra, servindo de estímulo para que se possa ter momentos de desconexão com o agito das grandes cidades e dos dias atuais, além de proporcionar contato com a individualidade, com o silêncio e com a natureza.

Nessa linha, faço referência a interessante matéria do site CICLOVIVO, reportando iniciativa do ator Matthew McConaughey, ao empreender casinhas (ou cabanas) ecológicas. O foco da campanha é estimular que mais pessoas se reconectem com a natureza. Uma ideia louvável, a meu ver!

Confira a seguir:

Matthew McConaughey lança hospedagem em cabana solar

Um convite à desconexão e apreciação do silêncio.

Vencedor do Oscar de melhor ator por sua atuação no filme “Clube de Compras Dallas”, Matthew McConaughey é uma estrela de Hollywood. Mas longe dos holofotes, o norte-americano se uniu à startup australiana Unyoked e à marca de uísque Wild Turkey para investir na “The Reserve”: uma confortável cabana solar longe do barulho da cidade.

McConaughey projetou a casinha ecológica com os gêmeos Chris e Cam Grant, fundadores da Unyoked, que já têm experiência em alugar cabanas no deserto. O novo modelo, que ganhou a alcunha de “cabana premium”, foi lançado em Sydney, mas está disponível para locação na costa de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Cama confortável, uma pequena cozinha e banheiro. Construído totalmente com matérias-primas ecológicas, o refúgio está fora das muitas comodidades de um hotel em que McConaughey poderia se hospedar, mas ainda assim possui tudo que um visitante precisa em um fim de semana.

Possui painéis solares no teto que garantem o abastecimento energético, uma vez que a estrutura não é ligada à rede. A demanda também deve ser baixa, se os visitantes seguirem a proposta de se conectarem apenas com a natureza.

Para ajudar na desconexão de celulares e aparelhos tecnológicos, não há Wi-Fi ou TVs no local. Mas há bons livros disponíveis para uma manhã de leitura, fitas cassetes de Bob Dylan e um aparelho de som que suporta o formato. Cada item foi escolhido a dedo pelo astro.

Foto Brendon Thorne | Getty Images – Wild Turkey
Foto Brendon Thorne | Getty Images – Wild Turkey
Foto: Brendon Thorne | Getty Images – Wild Turkey
Foto: Brendon Thorne | Getty Images – Wild Turkey
Foto: Brendon Thorne | Getty Images – Wild Turkey

Com janelas amplas, o morador pode apreciar as árvores que o cercam e assim aliviar a mente com uns dias de folga. Às vezes, o silêncio é tudo que precisamos.

O lançamento da cabana integra a “With Thanks”, da marca Wild Turkey, pela qual McConaughey atua como diretor criativo. O foco da campanha é estimular que mais pessoas se reconectem com a natureza.

Parte dos lucros das reservas será destinada à Fundação de Parques Nacionais e Vida Selvagem, uma organização não governamental australiana e sem fins lucrativos.

Veja a publicação original em: https://ciclovivo.com.br/inovacao/negocios/matthew-mcconaughey-hospedagem-cabana-solar/

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“Conversando com o tempo” – vídeo c/Sílvio Matos!

“Não somos nós que passamos pelo tempo; ele é que passa por nós”!

Para hoje, trago mais uma admirável narração, em vídeo, do ator Sílvio Matos, um “habituê” aqui no blog. Desta feita, com providencial reflexão sobre “o tempo” (passado, presente e futuro), principalmente por estarmos no início do ano, natural momento de fazer balanço do que ficou para trás, de olhar o futuro, de projetar e revisar metas e ações etc.

Segundo informado, a narrativa se utiliza de crônica de William de Oliveira, extraída do livro “Crônicas da Vida Privada” de William de Oliveira, uma publicação da Editora Barauna.

Temos aí uma temática sempre interessante e que instiga múltiplas reflexões. Confira o vídeo a seguir, publicado no YouTube pelo próprio Sílvio (duração de apenas 6:24).

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LONGEVIDADE: “Por que vamos precisar de um novo mapa da vida”

Já comentei aqui, algumas vezes, que o fenômeno da longevidade trouxe desafios de largo espectro, para cada um de nós, para as políticas governamentais e também para as estratégias dos agentes econômicos, científicos etc. Enfim, são desafios para o todo, desde já e para os tempos que seguem.

Nesse contexto está incluído, por certo, o imaginário popular ainda dominante  sobre envelhecimento e idosos, diante da clara necessidade de que paradigmas a esse respeito sejam revistos e se promovam muitos ressignificados por aí, pois, conforme percebemos a cada dia, a população madura de agora, que não para de crescer, quer estar ativa, ocupar seu espaço mais e mais, desenvolver atividades, aprender coisas novas, participar, se divertir…!

Presente essa realidade, vi com satisfação a matéria que reproduzo a seguir, publicada no blog LONGEVIDADE MODO DE USAR, por Mariza Tavares, no dia 31 de dezembro passado.  Você verá uma lista de pontos importantes que requerem atenção, conscientização, estratégias e novos olhares a respeito dessa contínua elevação da expectativa de vida que tomou conta do planeta, diante de questões essenciais que carecem de resposta, a exemplo destas: o que quer, como atender e como viverá essa massa de gente idosa que aumenta a cada ano?

Muitos desses pontos, aqui e acolá, tenho enfatizado em postagens diversas neste blog, nos últimos anos, sob argumentações e perspectivas distintas e, por certo, complementares. 

Aliás, a pesquisadora, ponto focal da referida matéria, assegura que “precisamos de um redesenho da vida”.

Vale a pena conferir!

Na coluna passada, fiz uma provocação bem-humorada sobre ninguém estar velho demais para fazer uma série de coisas em 2020. Brincadeiras à parte, esse é o objeto de reflexão de um número crescente de especialistas. O Centro de Longevidade da Universidade de Stanford, nos EUA, quer criar o que batizou de “novo mapa da vida”, que funcionaria como uma espécie de bússola para aprendermos a navegar nesses mares ainda desconhecidos. E por quê? Porque a perspectiva de chegarmos aos 90 ou 100 anos gera um desafio: o que vamos fazer com nossa existência superestendida?

A iniciativa consiste num projeto de cinco anos, até 2023, para pesquisar e definir novos modelos de educação e aprendizado contínuo; redesenhar a forma como trabalhamos; propor políticas públicas para saúde, moradia, segurança financeira; além de promover ações que estimulem a convivência entre diferentes gerações. Na verdade, o diagnóstico é de que teremos que criar uma outra narrativa sobre a velhice, uma vez que a tradicional já não representa a realidade. Há grupos nas áreas de saúde, trabalho, educação, finanças, meio ambiente, influências sociais e a chamada “early life”, ou seja, o início da infância. O movimento quer aumentar a consciência sobre o impacto dessas mudanças nos próximos anos, para que a sociedade se mobilize.

No fim de novembro, Laura Carstensen, diretora do centro de longevidade, escreveu um artigo para o jornal “The Washington Post” no qual foi incisiva: “precisamos de um redesenho da vida”, afirmou, acrescentando que a angústia de não ter como sobreviver e o medo da demência, cada vez mais recorrentes entre idosos, demandam uma intervenção da sociedade. Listei os tópicos que norteiam os estudos para mostrar a abrangência do projeto.

Laura Carstensen, diretora do centro de longevidade da Universidade de Stanford, na Califórnia — Foto: DivulgaçãoLaura Carstensen, diretora do centro de longevidade da Universidade de Stanford, na Califórnia — Foto: Divulgação

Laura Carstensen, diretora do centro de longevidade da Universidade de Stanford, na Califórnia — Foto: Divulgação

1) Desafio urgente: a população mundial é de 7.6 bilhões. Chegará a 8.6 bi em 2030 e 9.8 bilhões em 2050. O curso de vida das pessoas deverá comportar mais de uma carreira e períodos de estudo e transição para diferentes atividades.

2) Intergeracionalidade: será preciso superar a segregação entre gerações que ainda perdura. A convivência em casa, no trabalho e em ambientes de estudo será um fator primordial para o bem-estar de todos.

3) Desigualdades econômicas, educacionais e raciais deverão ser combatidas para que a longevidade não se restrinja aos privilegiados.

4) O uso da tecnologia: como inserir as pessoas para que todos se beneficiem de seus aspectos positivos e se conscientizem dos negativos.

5) Foco na infância: a saúde está intimamente relacionada aos estágios iniciais da vida. Se as crianças vão viver mais de 100 anos, o conceito de educação terá que mudar. O modelo atual, que encerra a formação do profissional na universidade, precisa ser revisto, para o desenvolvimento de habilidades como criatividade, flexibilidade e resiliência.

6) Saúde: o foco deverá ser na prevenção, para que todos permaneçam saudáveis durante o maior tempo possível. Isso inclui combater a obesidade (infantil inclusive), fumo e o uso de opioides.

7) Trabalho: o emprego para a vida toda acabou e os trabalhadores terão que ser treinados continuamente. Já é possível imaginar um cenário no qual uma pessoa na casa dos 30 anos sai do mercado por uma década para cuidar dos filhos e depois se dedica a uma nova carreira, sendo comum ter colegas de 70 e 80 anos.

8) Segurança financeira: sistemas de previdência serão cada vez menos generosos. Educação financeira para saber planejar o futuro será disciplina obrigatória nas escolas desde cedo.

9) Meio ambiente: aqui a expressão se refere às cidades, que precisarão investir em sistemas integrados de transporte e moradia acessível. Um modelo que vem angariando adeptos prevê assistência para os idosos sem que tenham que se mudar para uma instituição, inclusive convivendo com jovens que se encarregariam de alguns serviços.

10) Influências sociais: independentemente da idade, todo indivíduo necessita do senso de pertencimento, de um propósito. A saída: coordenar ações para que os muitos anos que as pessoas terão pela frente ganhem significado.

Fico feliz que o blog discuta esses temas. Nossa jornada continuará ano que vem. Um ótimo 2020!

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2019/12/31/por-que-vamos-precisar-de-um-novo-mapa-da-vida.ghtml

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Inspiração musical: “Rua Ramalhete”, com Tavito e Paulinho Moska!!!

Os mineiros, com sua vasta e diversa expressão cultural, com destaque aqui para a música, são mesmo importante fonte de inspiração, ao longo do tempo, para todos nós!

Uma mostra disso é a belíssima canção Rua Ramalhete, composta por Ney Azambuja e por Tavito, que faleceu em fevereiro do ano passado.  Essa canção, verdadeira obra de arte da música popular, sempre agradou a minha alma, a despeito de não conhecer a referida rua Ramalhete e demais localidades mencionadas pelo poeta.

Para nosso deleite, o vídeo traz gravação intimista feita pela dupla Tavito (mineiro legítimo) e o talentoso Paulinho Moska (carioca). Muito legal!

O vídeo foi publicado no YouTube por Paty Ruivinha. Curta a seguir:

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12 livros para você ler em 2020 (1 por mês)

Com o propósito de incentivar o hábito da leitura, tenho feito postagens aqui, com boa frequência, que desaguam nesse tema tão importante, das quais se destacam as menções e resenhas sobre livros. 

Assim, particularmente para quem está fazendo seu planejamento pessoal e estabelecendo metas para o ano que está começando, trago hoje interessante indicação de livros para leitura em 2020, objeto de matéria publicada dois dias atrás no site HUFFPOST BRASIL. A publicação convida o leitor para o desafio de encarar a leitura de um livro por mês.

Pela diversificação e aparente qualidade das obras indicadas, creio que essas dicas são mesmo bacanas. Gostei!

Confira:

12 livros para você ler em 2020 (1 por mês)

Aceita o desafio?

Clique no link – https://www.huffpostbrasil.com/entry/12-livros-para-ler-em-2020_br_5e0bc6afe4b0b2520d1bced7?ncid=other_trending_qeesnbnu0l8&utm_campaign=trending&guccounter=1&guce_referrer=aHR0cHM6Ly93d3cuaHVmZnBvc3RicmFzaWwuY29tL2VudHJ5L2RpZmVyZW5jYS1lbnRyZS1lc3B1bWFudGVzX2JyXzVlMGEzOGI5ZTRiMDg0M2QzNjBhNWEyNw&guce_referrer_sig=AQAAAGi_Y4IsvlTnPmjwpCj4I5IE1utOkRcCj-3eaflYovgJs_secpbd-1tgN8zPBWyNQsU0AKFrMSnbyRUzoZWJ91Klz_94xQXWJSGk7TZEV8kXwVKv2gEwDIh_9xiW-LT6-w7zxwdEQx3XQHRz9vjofwOkTQGQR0tThHXQqYdTVoWF

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“Loucos e Santos” – Um belo texto para fechar 2019!

Resultado de imagem para gratidão aos amigos" Fonte: 99 Frases.

Ao apagar das luzes de 2019, e a poucas horas de virarmos o calendário para mais 365 dias de um 2020 que desponta, por uma série de fatores, como bastante promissor, quero registrar minha gratidão a todos os que, de uma forma ou de outra, estiveram comigo, me aturaram, apoiaram, incentivaram em mais um ano de caminhada, em particular às centenas de leitores e colaboradores deste blog, aos meus familiares e, como não poderia deixar de ser, aos meus diletos amigos!

A todos – e a cada um de vocês – desejo um Ano Novo de crescente inspiração, com harmonia, prosperidade, foco no essencial e que a chama do otimismo e da fé sejam motores para uma vida com muito sentido e realizações!!!

E por falar nas amizades, até porque a vida sem amigos seria insuportável, deixo aqui o inteligente texto abaixo, que conheci hoje por intermédio de um amigo especial, trazendo certa “confissão” sobre critérios para escolha dos amigos, que está publicado no site Recanto das Letras, com o título “Loucos e Santos”.

Conforme consta da referida publicação, cabe observar que o texto não tem autoria confirmada, sendo atribuído a diversos escritores, entre os quais Marcos Lara Resende e Sergio Antunes de Freitas.

Nada obstante, vale muito a leitura. A propósito, como boa provocação, o que lhes leva à escolha dos seus amigos?  

“Loucos e Santos”

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.

Fonte: https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-literatura/3333855

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