A GENTE VAI EMBORA – Vídeo traz primorosa reflexão!

Quanto coisa poderia ser feita diferente agora, outras – e mais importantes – atitudes/escolhas poderiam merecer nossa atenção e ganhar nova prioridade… se tivéssemos consciência da brevidade da nossa vida…?

Vale mencionar a advertência feita pelo filósofo Sêneca, em trecho de carta dirigida a Paulino, sobre a morte e a vida: “Não temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos uma grande parte dela...”

Esse é o pano de fundo para a primorosa argumentação que nos oferece Maria Augusta da Silva Caliari, em seu texto A GENTE VAI EMBORA, narrado por Celso Zulski no vídeo a seguir, publicado mês passado no YouTube, mais precisamente no dia 22 de agosto.

Uma importante e bela reflexão sobre a vida!

Confira (o vídeo tem duração de apenas 3:58):

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“Expressões engraçadas da nossa língua e seus significados” – Vale saber ou relembrar!

Você conhece as expressões populares?
pt.quizur.com

Existem expressões populares bastante utilizadas aqui no Brasil, muitas dos quais curiosas e até engraçadas. Isso tem a ver, ao mesmo tempo, com educação, com cultura e, mais precisamente, com o uso coloquial da própria Língua Portuguesa.

Partindo do pressuposto de que é sempre recomendável entendermos o que motivou o surgimento dessas expressões, ou seja, contexto/significado, até para evitar que possamos dar sentido equivocado em nossa comunicação, vou repercutir interessante postagem que vi no Instagram, na conta da professora Mariana Leite, com o título “10 expressões engraçadas da nossa língua e seus significados”.

Da interessante postagem, como amostra, selecionei cinco dessas expressões a meu ver muito usuais, cujas explicações, bem elaboradas, transcrevo a seguir. As demais, claro, você pode conferir conforme o seu interesse (acesso pelo link abaixo informado).

Seja para ficar sabendo, seja para relembrar, vale a leitura:

Santo do Pau Oco

Durante o século XVII, as esculturas de santos que vinham de Portugal eram feitas de madeira. A expressão surgiu porque muitas delas chegavam ao Brasil recheadas de dinheiro falso. No ciclo do ouro, os contrabandistas costumavam enganar a fiscalização recheando os santos ocos com ouro em pó. No auge da mineração, os impostos cobrados pelo rei de Portugal eram muito elevados. Para escapar, do tributo, os donos de minas e os grandes senhores de terras da colônia colocavam parte de suas riquezas no interior de imagens ocas de santos. Algumas, normalmente as maiores, eram enviadas a parentes de outras províncias e até de Portugal como se fossem presentes.  

Para inglês ver

Em 1830, pressionado pela Inglaterra, o Brasil começou a aprovar leis contra o tráfico de escravos. Mas todos sabiam que elas não seriam cumpridas. Falava-se, então, que as leis eram apenas para inglês ver.

Onde Judas perdeu as botas

Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca alguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu a expressão, usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível. No fim do mundo.

Ficar a ver navios

Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum que as pessoas visitassem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.

Fazer nas coxas

A origem vem da época dos escravos, que usavam as próprias coxas para moldar o barro usado na fabricação das telhas. Como as medidas eram diferentes, as telhas saíam também em formatos desiguais. E o telhado, “feito nas coxas”, acabava torto.

Ver a publicação completa em: (Instagram) @profmarianaleite.

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“Seu cérebro pode mentir para você de 5 maneiras” – Atente para estas situações!

Esta postagem, para começo de semana, tem a ver com a capacidade humana de tomada de decisão, aí consideradas as possíveis armadilhas que o nosso cérebro pode aprontar.

Em face de tais possibilidades, é importante conhecer situações que nos servem de alerta e observar algumas dicas para não cairmos em tais armadilhas, que podem significar erros ao decidirmos, ao fazermos escolhas, ao imaginarmos situações que em dado momento podem ser tidas como “verdades”.

É fundamental, portanto, estar atento para evitar tomadas de decisões precipitadas, até porque o custo de uma decisão equivocada pode ser muito penoso, irreversível e até mesmo catastrófico!

Para nos esclarecer e ajudar a esse respeito, reproduzo artigo bem interessante e que serve de alerta para cada um de nós, publicado no portal eletrônico da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, no dia 16 passado.

Confira:

“Seu cérebro pode mentir para você de 5 maneiras. Saiba quais são

A mente humana pode pregar peças e criar situações ilusórias. Saiba como seu cérebro pode estar te enganando e evite tomar decisões precipitadas

cerebro, inteligencia (Foto: ThinkStock)
Cérebro, inteligência (Foto: ThinkStock)

Boas decisões, que podem ser determinantes para o sucesso tanto na vida pessoal quanto profissional, dependem de dois fatores: o conhecimento das informações que estão em jogo e o uso inteligente desses fatos. 

Normalmente, a tomada de decisão usa bastante o segundo fator: a ponderação de alternativas e a construção de cenários nos quais a escolha poderia se encaixar. De maneira geral, tendemos a pensar que possuímos tudo o que é necessário para sermos racionais. Mas podemos estar errados.

Nosso cérebro é capaz de pregar peças distorcendo nossas percepções, dependendo do nosso estado físico, emocional e das circunstâncias nas quais vivemos, conforme indica o livro “Percepção: como nossos corpos moldam nossas mentes”, publicado por Dennis Proffitt, psicólogo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, e pelo escritor Drake Baer.

Recentemente, a psicóloga e editora norte-americana Jill Suttie reuniu alguns exemplos sobre como o cérebro pode nos enganar. Confira alguns, apresentados pelo portal Inc.:

1. As coisas parecem mais distantes quando você está cansado

As distâncias são vistas como fatos concretos e objetivos. Mas, quando você não tem uma fita métrica à mão, o cérebro faz uma estimativa. A grande questão é que essa medida feita pela nossa cabeça leva em conta não só nossa experência e visão, mas também nossos sentimentos. 

“Pesquisadores descobriram que se você está cansado, as distâncias parecem mais distantes”, diz Suttie. O oposto também pode acontecer: se você acredita que algo é fácil de alcançar, o objetivo parecerá mais próximo ou mais acessível do que realmente é.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

2. A comida o torna mais agradável

Um exemplo claro dessa situação é o que acontece com os juízes. Pesquisas indicam que eles são menos tolerantes quando estão com fome. Por isso, se você precisar comparecer a um julgamento, faça o possível para garantir que a audiência seja marcada após o horário de almoço.

Os juízes não são os únicos que têm percepções e desempenhos afetados pelo fator comida. “Estudos também descobriram que pessoas que tomam um copo cheio de limonada açucarada tendem a ser mais úteis para os outros. E as crianças que tomam café da manhã se saem melhor na escola e têm menos problemas de comportamento”, observa Suttie.

“Hangry” é o termo em inglês que explica o fenômeno. A combinação das palavras “hungry”, que significa “faminto”, e “angry”, usada para descrever raiva e irritabilidade, mostra que a comida tem impactos significativos na percepção do mundo real e nas tomadas de decisão.

3. Tudo parece mais difícil quando você está triste

Além da fome, a tristeza também tem o poder de afetar a forma com a qual enxergamos o mundo, bem como outros sentimentos. Um exemplo que Suttie deu é que as pessoas que ouvem músicas melancólicas tendem a pensar que um morro parece mais íngreme do que pessoas que ouvem músicas alegres. Ou seja, o mundo parece mais difícil quando se está triste.

4. E tudo parece mais fácil quando você está com os amigos

Quando se diz que uma boa companhia torna tudo mais simples, isso é comprovado pela ciência. “O fato de ter que carregar um fardo pesado com outra pessoa, em vez de fazer isso sozinho, faz com que ele pareça mais leve”, afirma a editora.

5. Tendemos a adivinhar as cores de acordo com o contexto

É impossível se esquecer do post do vestido polêmico que viralizou nas redes sociais, no qual as pessoas tinham que dizer se enxergavam as cores branco e dourado ou azul e preto. Um artigo da Vox mostra que a discordância entre as percepções não se caracterizou como uma ocorrência isolada, uma vez que fazemos interferências sobre cores com base nas situações em que elas estão inseridas. O que está ao redor de determinada cor, ou pelo menos o que presumimos, pode mudar as tonalidades que enxergamos.

No caso do vestido, é muito provável que aqueles que enxergaram o vestido como branco e dourado presumiram que estavam olhando para a peça de roupa à luz do dia. Já os que enxergaram como azul e preto presumiram que ele estava sendo iluminado por uma lâmpada. Os dois os grupos corrigiram inconscientemente a iluminação, chegando a conclusões diferentes.

Atente-se às decisões precipitadas

Empreendedores são profissionais que se deparam com tomadas de decisão o tempo todo. Os exemplos, além de ilustrarem a complexidade da mente humana, mostram que não é possível presumir conhecer fatos básicos, como a cor de um item, tão facilmente.

O que uma hora parece simples pode se tornar complexo no momento seguinte, uma vez que seu humor, corpo e determinados contextos podem alterar radicalmente as percepções. Por isso, evite tomar decisões rápidas. Se estiver se sentindo instável, procure fazer a escolha no dia seguinte, ou após comer algo ou discutir a ideia com outras pessoas.

Publicado em: https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2020/09/seu-cerebro-pode-mentir-para-voce-de-5-maneiras-saiba-quais-sao.html?utm_medium=10todaybr.20200916&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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CARINHOSO – Seu Jorge e Alexandre Pires (um momento especial)!

Como inspiração musical para este sábado, trago vídeo com um momento agradável da nossa MPB, mostrando o carioca Seu Jorge e o mineiro Alexandre Pires, ao vivo, interpretando, com elogiável qualidade e de um jeito descontraído, a fabulosa canção Carinhoso, música originalmente composta pelo maestro Pixinguinha (1897 – 1973), entre os anos 1916/17, que ganhou genial letra escrita por João de Barro, o Braguinha (1907 – 2006), na década de 1930.

A gravação aconteceu durante recente “live” da dupla, tendo o vídeo sido publicado no canal Marcos Vieira, no YouTube, em 3 de agosto passado.

Ficou muito bacana essa interpretação, que além de enfatizar os recursos vocais dos dois artistas, também revela suas habilidades como instrumentistas.

Curta a seguir:

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A magia da gentileza para o sistema nervoso e o bem viver – achados da neurociência!!!

Observo, já faz bom tempo, que pessoas que abraçam causas sociais e humanitárias, que vivem para fazer o bem, praticando regularmente a gentileza e a compaixão, demonstram: maior capacidade de resiliência; um estado de felicidade autêntica com maior frequência; estar mais dispostas e, em sua maioria, aparentam um viver mais ativo mesmo em idade avançada, ou seja, desfrutando uma vida de plenitude por mais tempo.

Essas pessoas, normalmente amáveis, que têm a empatia e a gentileza como marcas principais nas suas interações humanas, notadamente por se dedicarem com intensidade aos mais necessitados, em atuação quase sempre voluntária, realizando trabalhos para causas meritórias e desafiadoras, dão motivo para acreditarmos em alguns ditos populares, como “gentileza gera gentileza”, “fazer o bem faz bem”, “quanto mais ajudamos a quem precisa mais somos ajudados” etc.

Somando-se a essas observações (conhecimento empírico), fruto de percepções e sentimentos gerais, vem significativo reforço por parte da ciência, afirmando que esse estilo de viver mantem o sistema nervoso em bom equilíbrio, assegura proteção imunológica e até mesmo contribui para reduzir o envelhecimento do indivíduo, graças ao fenômeno da maior longevidade dos “telômeros”. Melhor de tudo, nesse particular, é perceber que os avanços da ciência, em especial trazidos mais recentemente pela grande área chamada de neurociência, apresentam continuadas evidências que validam essas impressões/constatações tiradas pelas pessoas comuns.

Com grata satisfação, repercuto artigo de grande significado, na minha percepção, que encontrei publicado no site Pensar Contemporâneo, dia 2 deste mês, trazendo rica abordagem sobre essa temática, elaborado a partir de recentes achados em pesquisas desenvolvidas no campo da neurociência.

Para abreviar este preâmbulo, e fazendo uma síntese bem encurtada, diria que a lógica trazida pela ciência no presente artigo, sob a perspectiva do bem viver, dá conta de que sair do modo de ameaça, tão comum no cotidiano dos humanos, e entrar no modo de descanso faz toda a diferença!

Além do mais, ouso enfatizar, temos aí um conteúdo que nos traz significativo incentivo para a busca, cada vez mais, de um viver em equilíbrio, assentada em práticas virtuosas como a bondade, a gentileza, a amabilidade, a compaixão…

Leia e desfrute – a seguir:

Nossos corpos estão cronicamente em “modo de ameaça”, mas ser gentil recalibra nosso sistema nervoso

Ser gentil com os outros impacta positivamente sua saúde física e mental, de acordo com esta pesquisa inovadora do professor de Stanford, Dr. James Doty.

A bondade é uma virtude admirada e aplaudida, na maioria dos casos. Mas você sabia que ser gentil também pode ser bom para sua saúde? Na verdade, ser compassivo com os outros pode redefinir nossos sistemas consistentemente estressados ​​de volta ao nosso “modo de descanso” padrão, causando todos os tipos de efeitos positivos em nossa saúde geral.

De acordo com o Dr. James Doty , professor de Stanford e autor de Into the Magic Shop: A Neurosurgeon’s Quest to Discover the Mysteries of the Brain and Secrets of the Heart , o sistema nervoso não funciona perfeitamente se estiver em modo de ameaça o tempo todo. E, no entanto, nosso estilo de vida cheio de adrenalina, “em movimento”, nos faz operando principalmente no modo de ameaça, o que pode ser uma das razões pelas quais contraímos uma variedade de doenças diferentes.

Nossos corpos liberam proteínas inflamatórias em resposta ao estresse. Por causa dessa liberação, nosso sistema nervoso mostra uma diminuição nas capacidades do nosso sistema imunológico, que é o que responde a ameaças como germes ou bactérias que causam doenças.

A constante superestimulação de nossos sistemas nervosos causada por nosso modo de vida acelerado também nos torna muito mais inclinados a tirar conclusões precipitadas (muitas vezes críticas) sobre outras pessoas. Esse tipo de julgamento rápido embota nossa própria capacidade de agir por compaixão pelos outros. Isso, por sua vez, nos deixa operando em um modo de ameaça constante, o que tem efeitos negativos de longo prazo em nossa saúde.

Bondade e compaixão nos colocam no “modo de descanso”, começando no sistema nervoso
A capacidade de sentir e agir por compaixão pelos outros pode ter um efeito enorme em sua saúde geral.

O Dr. Doty explica isso melhor neste artigo Uplift :

“Quando alguém age com intenções compassivas, isso tem um efeito positivo enorme em sua fisiologia. Isso os tira do modo de ameaça e os coloca no modo de descanso e digestão. O que acontece quando isso ocorre é que muda a forma como respondem aos eventos . “

De acordo com o Dr. Doty, em vez de uma resposta rápida que geralmente é baseada no medo, ansiedade ou estresse, nosso tempo de resposta é mais lento e deliberado, o que tende a resultar em ações mais eficazes, criativas e compassivas. Somos capazes de mudar as respostas que temos aos eventos porque estamos permitindo que a área de controle executivo de nosso cérebro funcione no nível mais alto.

Vários estudos na Emory University demonstraram isso e deram resultados que apóiam a ideia de que atos compassivos regulares ou práticas de meditação baseadas na compaixão podem reduzir as interações neuroendócrinas negativas em nossos cérebros (que são as interações entre nosso sistema nervoso e o sistema endócrino).

O sistema nervoso simpático vs o sistema nervoso parassimpático

Quando mudamos para nosso sistema nervoso parassimpático (o que fazemos instintivamente quando agimos por compaixão), saímos do sistema nervoso simpático em que a maioria de nós vive devido ao nosso estilo de vida agitado.

Quando essa mudança acontece, nossa variabilidade da frequência cardíaca aumenta, o que causa um impulso em nosso sistema imunológico. Esse reforço do sistema imunológico pode nos ajudar a combater infecções ou doenças.

Agora, vamos falar sobre telômeros. Para visualizá-los, você pode imaginar pequenas cápsulas que protegem as extremidades dos cromossomos durante a divisão celular. Os telômeros ficam mais curtos cada vez que um cromossomo se copia durante a divisão celular, o que acontece constantemente. Eventualmente, os telômeros ficam muito curtos para fazer seu trabalho de proteger as informações genéticas armazenadas nos cromossomos, o que faz com que as células parem de se replicar – um processo conhecido como morte celular. É assim que os telômeros agem como um relógio de envelhecimento em cada célula que temos; quanto mais rápido seus telômeros encurtam, mais avançado se torna o processo de envelhecimento.

A pesquisa do Dr. Doty mostrou que um dos efeitos positivos de longo prazo de viver em nosso sistema nervoso parassimpático (referido como nosso modo de “repouso”) é que nossos telômeros realmente aumentam de comprimento.

Em teoria, com o tempo, ser gentil e compassivo pode, na verdade, retardar o processo de envelhecimento em algumas células do nosso corpo.

Assim como mostrar compaixão pode recalibrar nossos sistemas nervosos fora do modo de ameaça e de volta ao modo de descanso, sentir compaixão ou bondade de outras pessoas também tem um impacto positivo em nossos sistemas. A pesquisa da professora Stephanie Brown da Stony Brook University provou que experimentar a compaixão também pode levar a melhorias tremendas em nosso bem-estar físico e mental.

Seja amável. É bom para a sua saúde.

Esta pesquisa inovadora nos permite compreender os benefícios que as interações humanas podem ter na saúde de nossas mentes e corpos.

O efeito cascata positivo de ser gentil não afeta apenas nossa saúde, mas também pode impactar nossas interações com outras pessoas e desencadear uma reação em cadeia positiva com benefícios de longo alcance em comunidades inteiras. Reinicializar nossos próprios sistemas no modo de repouso, saindo do modo de ameaça, pode nos permitir processar as coisas com mais clareza e fazer escolhas melhores.

Em um mundo onde você pode ser praticamente qualquer coisa, seja gentil. É bom para a sua saúde.

Adaptado de Big Think

Créditos da imagem de capa: Pexls

Ver publicação original: https://www.pensarcontemporaneo.com/nossos-corpos-estao-cronicamente-em-modo-de-ameaca-mas-ser-gentil-recalibra-nosso-sistema-nervoso/

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COMO LIDAR COM O FIM? – Reflexões essenciais – Vídeo!

Para abordar os tipos de perda e os finais que necessariamente enfrentamos ao longo da vida, incluindo o luto, trago vídeo que gostei muito, publicado dia 8 de junho passado, no canal Casa do Saber, com a psicanalista e professora Maria Homem.

Com um jeito sempre sereno, característica admirável dessa expositora, temos aí bela abordagem para um tema que não é simples. Para muitos, aliás, é consideravelmente desafiador.

Maria Homem reflete sobre as dependências e o impacto das perdas em relação às pessoas e às coisas, o porquê disso e, na sequência, vai mostrando a importância da aceitação, dos recomeços, da adaptação (período chamado de elaboração da perda) e, entre algumas variáveis que ajudam a lidar com essas circunstâncias, ela destaca as várias fases da metamorfose do ‘eu’ e finaliza chamando a atenção para o que seria a figura da “recusa do fim”, considerada a verdadeira morte.

Um conteúdo rico, que merece ser ouvido e degustado com a devida atenção!

O vídeo está no YouTube, canal Casa do Saber. Confira:

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“A filosofia greco-romana de dois mil anos que ajuda a viver o presente” – artigo interessante!

 “Os homens não são perturbados pelas coisas, mas por suas opiniões sobre elas”, já tinha escrito Epiteto.

Vamos começar a semana bebendo da sabedoria acumulada e, mais precisamente, de pensamentos de dois importantes filósofos que viveram em períodos antes de Cristo, cujas ideias, ou “achados”, podem nos ajudar agora, em pleno Século XXI.

Faço referência ao texto abaixo reproduzido, publicado no site “duniverso“, cujo conteúdo, certamente interessante, pode lhe trazer bons insights.

Nesse contexto, com base nas filosofias de Epíteto e de Sêneca, busca-se evidenciar a importância da ‘razão’ e, mais ainda, da ‘emoção’ (das paixões). Diria, há muito de pragmatismo em tais abordagens. Como visto, a necessidade de controle da mente, em relação às emoções, já estava realçada desde aqueles tempos.

Vale a leitura:

A filosofia greco-romana de dois mil anos que ajuda a viver o presente

O estoicismo, pensamento de Epiteto e, posteriormente Sêneca, se tornou fonte de auto-ajuda nos tempos atuais

O estoicismo, como filosofia, é um conjunto de ensinamentos de um filósofo grego chamado Epiteto. Como prática, é possível colocar como um dos seus grandes ensinadores o piloto das Forças Aéreas dos Estados Unidos James Stockdale. No seu país, a história é famosa, mas fora dos EUA é quase desconhecida: em 1965, durante a guerra contra o Vietnã, ele passou sete anos preso pelos vietnamitas — na cadeia, não apenas entrou em contato com o filósofo, mas escreveu as notas de vários livros.

Hoje, obras como In Love And War (1984, sem tradução para o português) e Courage Under Fire (1990) estão sempre nos catálogos principais das livrarias dos EUA. Segundo Stockdale, Epíteto lhe ensinou que, para manter o controle da mente, é necessário um “controle moral” e uma “responsabilidade de ação”. “Eu decido e controlo a minha própria destruição e a minha própria liberação”, afirma em um dos seus livros.

A filosofia do estoicismo afirma que, mais importante do que a razão são as emoções, que podem ser tão destrutivas que permitem erros na maneira de ver o mundo. Profundamente seguida na civilização greco-romana e, assim, no Ocidente, suas ideias estão presentes tanto em religiões como cristianismo e budismo como em pensamentos filosóficos complexos, como o do alemão Immanuel Kant.

Em alguns programas de filosofia EaD, é uma disciplina própria. Hoje há até uma psicoterapia (a cognitiva) com bases na obra de Epíteto. Em Stockdale, o estoicismo pode ser resumido, de forma breve e simples, em três ideias: o que tiver acontecer acontecerá quando tiver que ser, deixe para trás as coisas que estão fora de controle e se preocupe com aquelas que podem ser controladas e não espere que o mundo seja como deveria, mas como ele é.

Crédito: divulgação

Os primeiros estoicistas criaram uma filosofia que oferecia uma visão unificada do mundo e do lugar que o homem ocupa nele. Com os primeiros escritos no século III a.C, o esboço do pensamento se ampara em três partes: na ética, na lógica e na física. Segundo eles, o universo é governado pela razão (ou logos), um princípio divino que domina tudo: estar em harmonia com esse universo significa estar em uma relação positiva com Deus, portanto. Assim, os homens que são virtuosos, ou seja, guiados pela razão — uma capacidade dada por Deus –, florescem e se desenvolvem como seres humanos.

No ano 100 a.C, depois de dois séculos de sucesso na Grécia, o estoicismo chegou a Roma por meio de Sêneca, conselheiro do então imperador romano Nero, que ficou impressionado com a capacidade da filosofia grega em preparar os homens para enfrentar as desgraças da vida. “A maioria dos homens flutuam entre o medo da morte e as dificuldades da vida. Não estão dispostos a viver e, no entanto, não sabem como viver”, escreveu Sêneca em uma carta a um amigo.

Para os estoicistas, além do mais, as paixões (emoções) se dividiam em três categorias: as boas, as ruins e as neutras (ou indiferentes), das quais as más eram as que deveriam ser centradas — para se aprender a lidar com elas. Foi Sêneca, em um texto que hoje é facilmente encontrado na Internet chamado “Sobre a Ira”, que propôs formas de lidar com as paixões ruins.

Um dos ensinamentos de Sêneca é que uma pessoa sempre tem uma percepção ruim sobre algo que aconteceu, mas tem a possibilidade de mudá-la. Pode dizer a si mesma, por exemplo, que aquilo não foi tão ruim, que foi um acidente ou que não havia uma intenção em fazer, por exemplo. “Os homens não são perturbados pelas coisas, mas por suas opiniões sobre elas”, já tinha escrito Epiteto. “Isso significa que são nossas opiniões sobre as coisas que determinam se vamos ficar chateados ou não com elas”, complementa o filósofo Mateus Mendonça, da Universidade Federal do ABC (UFABC).

Epíteto também se preocupava muito em afirmar que as preocupações devem se reduzir ao que está sob nosso controle. Para ele, são os juízos, as opiniões e os valores que podem ser adotados e modificados ao longo de uma vida. Todo o resto, exterior a qualquer pessoa, não deve ser fonte de preocupação. “Você pode influenciar seu corpo por meio de uma dieta, fazer exercícios, mas, ao fim e ao cabo, o seu corpo não está sob seu controle, porque um vírus ou um acidente pode destruí-lo momentaneamente”, finaliza Mendonça. “

Fonte: https://www.duniverso.com.br/a-filosofia-greco-romana-de-dois-mil-anos-que-ajuda-a-viver-o-presente/

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Sábado e música: GAL COSTA – Chuva de Prata (show)!!!

Para inspiração musical neste sábado, trago vídeo com a excelente Gal Costa, cantora, compositora e multi-instrumentista baiana, sempre admirada pela sua voz cristalina, de agudos e afinação impecáveis. É oportunidade para matarmos saudade dessa verdadeira diva da nossa MPB!

Gal interpreta, ao vivo, a canção Chuva de Prata, uma balada muito gostosa de se ouvir (e dançar), grande sucesso da cantora, lançado em 1984, de autoria da dupla Ed Wilson e Ronaldo Bastos.

A apresentação é parte do show “A Pele do Futuro – Ao Vivo”, cujo vídeo foi publicado no YouTube por Biscoito Fino, em 15 de setembro do ano passado.

Curta este momento – a seguir:

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A Lei de Causa e Efeito, ou lei da semeadura – Um tema essencial (excelente vídeo)!!!

As colheitas na vida são resultado do que plantamos. Somos principais responsáveis pelo nosso destino. O futuro que desejamos é moldado por nós mesmos etc. Sempre tive muita clareza com relação a isso e o princípio da causalidade (para tudo o que acontece existe uma causa) está ativo na minha mente desde muito cedo. Não por acaso, tenho falado a esse respeito com certa frequência.

Aliás, um dos pensamentos que sintetizam o conjunto da mensagem trazida no meu livro LONGEVIDADE, pelo selo Figurati (Novo Século Editora), registrado na página 181, diz assim:

O seu futuro, o seu sucesso e a sua felicidade não decorrem do acaso. Acredite que as marcas da sua existência retratam a inexorabilidade da causa e efeito. Assim, faça a lei da atração operar a seu favor, hoje, amanhã, sempre!”.

Toda essa forma de pensar, portanto, tem respaldo na famosa Lei de Causa e Efeito, um dos fundamentos milenares para a busca de justificativa em relação ao que acontece com a humanidade e, mais objetivamente, na vida de cada indivíduo, valendo para os acontecimentos bons e, também, para os ruins.

E para explorar o tema mais um pouco, recorro ao excelente vídeo de Pedro Wanderley, do blog Pratique o Bem Hoje, com inteligente apanhado sobre essa que é também chamada “lei da semeadura”, trazendo uma mensagem bem elaborada, bem apresentada e muito agradável de assistir.

Sobretudo, refletir sobre isso de vez em quando parece-me bastante recomendável. Mesmo porque, como diz um ditado muito conhecido, “Nunca reclame de sua vida, ela é o resultado das escolhas que você fez”.

Veja a seguir, vale a pena. O vídeo foi publicado anteontem no YouTube, canal Pedro Wanderley, com duração de apenas 6:14. Confira:

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“8 Razões para dispensar a aprovação dos outros”!!!

Querer ser outra pessoa é um desperdício da pessoa que você é”, disse Marilyn Monroe, e ela estava certa.”

Ter consciência para não dar atenção indevida à opinião dos outros, com perda da autoconfiança, da autoestima, de valores individuais significativos, também de tempo e, ainda, para evitar que a pessoa adquira o que se chama na atualidade de “ansiedade social”, é de suma importância, creio firmemente.

A esse pretexto, volto nesta quarta-feira com outra abordagem bem interessante – que entendo merecer atenção para evitar comprometimentos indevidos ao nosso processo de autoconhecimento e de evolução pessoal – a respeito de excessiva valorização à “opinião alheia”, trazendo complementaridade, em alguma medida, ao conteúdo do post “3 Lições para nunca mais ter medo do que os outros pensam e falam“, de 31 de agosto passado.

Faço referência ao excelente artigo abaixo reproduzido, publicado dias atrás no site Tudo Por Email, sobre a opinião própria, o jeito de ser de cada indivíduo e sua eventual submissão ao que os outros pensam e opinam. Um tema cheio de nuances, que não é simples, mas que é impactante e pode nos ajudar sobremaneira.

Então, veja estes significativos oito motivos para que você ouça mais a sua voz interior e dê menos importância à aprovação dos outros. Vale refletir e, quem sabe(?), tirar algum aprendizado!

8 razões para parar de ouvir as opiniões de todos

“8 Razões para dispensar a aprovação dos outros

Todos já procuraram a opinião e os conselhos da família e amigos antes de tomar decisões. Normalmente, a garantia e as recomendações que os outros nos dão fornecem uma sensação de confiança e certeza de que estamos indo na direção certa.


No entanto, sem perceber, essas “opiniões” nos fazem perder o controle de nossas próprias vidas e tomar decisões que nem sempre combinam bem com a nossa natureza. Então, se você sente que o controle sobre sua vida está escapando de seus dedos, estes são os 8 motivos pelos quais você deve ouvir sua voz interior e parar de procurar pela aprovação daqueles ao seu redor.

1. Você não pode agradar a todos

Todos nós amamos ser apreciados e valorizados pelos outros e não temos dúvidas de que quanto mais eles nos amam, melhor nos sentimos. No entanto, é importante lembrar que a natureza do mundo é diversa e saturada com uma variedade de tipos de opiniões, tradições, estilo de vida e outros fatores que afetam cada uma de nossas perspectivas. Por isso, sempre haverá pessoas que acham que seu comportamento é impróprio, que sua maneira de pensar é falha, que a maneira de se vestir é desrespeitosa ou não está na moda, e a lista continua. Winston Churchill disse uma vez: “Você tem inimigos? Bom. Isso significa que você lutou por algo, em algum momento da sua vida. “Pelas palavras dele, pode-se entender que nunca poderemos estar alinhados com todos, mas certamente podemos estar alinhados conosco mesmos.

2. As opiniões das pessoas mudam o tempo todo

Nossas visões de mundo estão mudando constantemente, e os filósofos e teóricos mais famosos ao longo da história mudaram seus pontos de vista de tempos em tempos, influenciados pelas vozes faladas nas discussões com seus colegas eruditos e pelas demanda da própria realidade, sempre mutante. Portanto, da próxima vez que você buscar a aprovação de outra pessoa, tente se lembrar que as opiniões são coisas que se moldam a qualquer momento e são afetadas diretamente pelo ambiente externo. Quem sabe, é bem possível que mesmo durante uma conversa que você tenha com alguém enquanto busca sua aprovação sobre uma decisão que deseja tomar, comece a modificar e remodelar sua opinião!

3. É um desperdício de energia

É importante entender que quando optamos por confiar nas opiniões de amigos ou conhecidos e buscamos sua aprovação para uma decisão específica que queremos tomar, não apenas corremos o risco de ir contra nossa verdadeira vontade, mas também de desperdiçar recursos preciosos de tempo e energia . Em vez de começar a agir de acordo com o que realmente queremos, passamos muito tempo ouvindo as opiniões dos outros, tentando satisfazer os amigos e explicando nossa linha de pensamento. Lembre-se de que o tempo e a energia que você gastou neste processo poderiam ter sido gastos para atingir seu objetivo.

4. No final, nossa decisão só afeta a nós

Antes de optar por confiar no conselho e na aprovação de outras pessoas, é importante lembrar-se de que é você e, às vezes, as pessoas próximas a você, como sua família, que são responsáveis pelas consequências das decisões que você toma. Mesmo que a pessoa de quem você buscou a aprovação para sua decisão tivesse o melhor interesse em mente, você é o único que terá de lidar com os resultados. Portanto, no futuro, tente ignorar as vozes externas que querem influenciar suas decisões e leve em consideração apenas aquelas que realmente importam.

5. Isso nos distrai do que realmente importa

A preocupação constante em buscar a aprovação e a opinião alheia é exaustiva, mas acima de tudo, a mistura de opiniões alheias pode nos confundir e nos fazer deixar de lado, mesmo que não intencionais, as questões realmente importantes – “O que é que alinha-se com a sua verdade interior e o faz sentir-se bem consigo mesmo?” “Você deveria aceitar esse emprego mesmo que na verdade não seja para você? ” “Você deve investir dinheiro em uma coisa ou, alternativamente, cortar despesas em outra coisa?” E até mesmo perguntas simples como “devo me vestir comforme o grupo do qual quero fazer parte?” Assim como você leva em consideração as opiniões dos outros, também deve levar em consideração a sua opinião sobre o que o fará feliz no final das contas.

6. Causa ansiedade social

Em um estudo publicado pelo Social Anxiety Institute dos Estados Unidos, 7% da população do país sofre de ansiedade social em determinado momento e sofre de sintomas como batimento cardíaco acelerado, falta de ar, tontura e exaustão. Uma das principais causas da ansiedade social que surgiu no estudo foi o medo das pessoas de serem percebidas negativamente pelo ambiente imediato e distante. Portanto, da próxima vez que você buscar a aprovação de outras pessoas para que possa se sentir mais confiante de que está fazendo a coisa certa, tente notar se seu corpo está sinalizando para você que você está confiando demais nas opiniões dos outros a ponto de pode até ser prejudicial à sua saúde.

7. Não é tão importante para eles quanto para você

Muitos de nós cometemos o erro de pensar que, se atribuímos grande importância a um determinado assunto, provavelmente outros verão as coisas da mesma maneira. No entanto, todos nós temos uma visão de mundo diferente, e é muito possível que o que consideramos muito importante não seja percebido por outras pessoas, fazendo com que suas opiniões sejam invalidadas em termos da decisão que você deve tomar. Portanto, no futuro, em vez de buscar aprovação, apenas seja quem você é e faça o que parecer certo para você.

8. Você é o único que precisa se aceitar

“Querer ser outra pessoa é um desperdício da pessoa que você é”, disse Marilyn Monroe, e ela estava certa. Somos todos diferentes e essa é a verdadeira beleza do nosso mundo. A busca constante por aprovação é uma forma lógica pela qual às vezes podemos tomar decisões equilibradas, mas ao mesmo tempo, se buscarmos demais, também podemos ir contra nossa verdade interior e “desperdiçar” nossa singularidade e o dom que a vida nos deu: Ser quem somos.

Fonte da imagem: Josef GrunigFiresam​

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