‘Projetos para depois da aposentadoria’ – Confira estas dicas!

Volto a falar sobre a importância de preparar o seu futuro, de cuidar do seu projeto de vida, ou seja, de planejar a jornada e entrar em ação já, para que a maturidade e a aposentadoria sejam realizadoras e a pessoa aproveite, com plenitude, estes tempos de vida mais longa, que segue aumentando por todos as partes do planeta.

E considerando que devemos ter sempre em mente o grande princípio da ‘causa e efeito’, de que vamos colher conforme o plantio que realizarmos, são muitas variáveis que precisam ser trabalhadas nessa preparação para o futuro. 

A esse propósito, selecionei para hoje interessante matéria com minha amiga Elena Martinis, escritora, coach e palestrante, profissional que tem se destacado pelas suas orientações na área do empreendorismo, que foi publicada ontem no blog LONGEVIDADE: MODO DE USAR, do portal G1.Globo.

Na referida publicação, Elena traz boas reflexões e oferece dicas que podem ser de grande utilidade para o seu projeto de vida, com ênfase para o pós-carreira e as diversas possibilidades de novos caminhos a trilhar.

Vale a pena a leitura. Confira a seguir:

Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

Elena Martinis cresceu vendo o pai tocar sua pequena empresa de representação comercial dentro de casa – inclusive o acompanhava nas visitas. “Desde cedo, aprendi que cada passo pode significar a sobrevivência ou não de um negócio”, conta. Acabou se formando e fazendo mestrado em paleontologia, mas o empreendedorismo estava em suas veias, tanto que migrou para o mundo do coach e das palestras, e dali não saiu mais. Autora de “Mulher de negócios – faça sua empresa acontecer”, coautora de “Ensino de empreendedorismo no Brasil” e com um terceiro livro pronto, que vai se chamar “Receitas de empreendedorismo”, hoje ela atua na área de pós-carreira, ou seja, orientando as pessoas a buscar novos caminhos profissionais.

“Quando falamos da fase pós-aposentadoria, temos dois grupos bem distintos: um mais protegido e o outro, não”, explica. “O primeiro normalmente tem mais anos de estudo e conseguiu acumular uma reserva financeira. O segundo é o dos desprovidos, que perderam o emprego e não conseguiram se recolocar. Há grandes diferenças entre eles, mas, em comum, há o fato de que todos estão fora do mercado de trabalho, despojados do sobrenome corporativo. Mesmo quem entrou num PDV (programa de demissão voluntária)”, acrescenta.

A escritora e coach Elena Martinis — Foto: Mariza Tavares
A escritora e coach Elena Martinis — Foto: Mariza Tavares

Ela lamenta que as empresas descartem essa mão de obra experiente: “perdem em diversidade, é um desperdício de talentos”. Mas sua maior preocupação é com os indivíduos que são destituídos não só da identidade social, mas também de um senso de propósito: “é um baque e muitos entram em depressão. As pessoas ficam sem chão, sem dinheiro, sentem-se sem valor”, afirma.

É aí que entra em ação com o “Projeto futuro”, cujo objetivo é traçar caminhos. “Trata-se de uma construção pessoal, que nem sempre significa abraçar algo novo, mas, muitas vezes, resgatar interesses antigos, habilidades que não foram desenvolvidas”, diz. Elena estimula que todos criem uma espécie de ritual de despedida da etapa anterior: “é importante rever a trajetória, agradecer pelo que foi alcançado”.

Na reflexão que propõe, Elena sugere que as pessoas pensem em cinco frentes que podem funcionar como um ponto de partida: “em primeiro lugar, o hobby pode se tornar uma fonte para complementar a renda. Pode ser marcenaria ou montagem de festas infantis, conheci um rapaz que recuperou a receita de um bolinho que a avó fazia”. Para os que se dedicam a ajudar os filhos na criação dos netos, a coach lembra que o cuidado é um campo de atuação que pode se transformar numa atividade, como cuidar de idosos, ou de animais de estimação. Há ainda quem queira voltar a estudar ou ser voluntário. Para os que pensam em abrir uma empresa, cita o Sebrae, que tem uma área voltada para o empreendedorismo sênior, e enfatiza que a experiência adquirida em décadas de trabalho representa uma ferramenta valiosa: “o que uma pessoa aprendeu, por exemplo, sobre gestão, logística ou distribuição em seu antigo emprego vai ajudar na formatação do próprio negócio”.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2019/06/23/projetos-para-depois-da-aposentadoria.ghtml

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Inspiração musical: Demis Roussos e coral cantam Asa Branca (“White Wings”)

Aproveitando ainda o embalo dos ritmos nordestinos, por conta dos festejos juninos em curso, trago neste sábado um vídeo muito especial. Em apresentação memorável, o cantor grego Demis Roussos, falecido em 25 de janeiro de 2015, interpreta Asa Branca, uma das mais conhecidas e emblemáticas composições musicais brasileiras, imortalizada por Luiz Gonzaga, que escreveu a canção em parceria com Humberto Teixeira.

Trata-se de uma versão/adaptação da obra original, naturalmente com letra, estilo e até ritmo diferentes, com o título White Wings, porém com resultado que me agradou bastante. Aliás, a versão e performance agradaram também ao público que estava no show, em Curitiba, em 2005, conforme registrado no vídeo!

Observe ainda que, ao final da apresentação, a canção passa a ser cantada na letra original, em português. Uma belíssima homenagem feita pelo saudoso artista!!!

Resultado de imagem para demis roussos asa brancaImagem: Mercado Livre

Clique no link para ver o vídeo (VEVO), a seguir: 

http://vevo.ly/Mf3veD

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Confira estas reflexões sobre a jornada do autodesenvolvimento – Vídeo Epifania Experiência!

Não há jornada pra valer sem dor. Falo de um viver em evolução, de plenitude, que leve a êxitos consistentes, conforme tantas vezes referido em postagens diversas aqui no blog.

Avançar, mudar, aprender e fazer coisas novas, chegar a novos e melhores resultados, alcançar objetivos superiores, compõem uma jornada que requer determinação, foco, coragem, suor, sacrifícios, correções de rota. Essa é a toada inexorável do desenvolvimento constante, em termos pessoais e profissionais. E é somente assim, remando firmes, sempre almejando estar na melhor versão de nós mesmos, que a caminhada vale a pena e conseguimos realizações e sucesso verdadeiros!

Dito isso, confira o conteúdo deste vídeo ilustrado (mais um vídeo) do canal Epifania Experiência, chamado “O LADO NEGRO DO AUTODESENVOLVIMENTO | A Sombra de Carl Jung”, publicado pouco tempo atrás no YouTube. A produção reflete sobre a jornada do autoconhecimento e do autodesenvolvimento, destacando alguns aspectos importantes que podem passar despercebidos para muitos. Por exemplo, aponta que é pelo autoconhecimento que as nossas sombras precisam ser identificadas e, a partir daí, enfrentadas/superadas. Afinal, quem não as tem? 

Apesar de o título do vídeo suscitar alguma dúvida, você verá que, ao final, o conjunto da mensagem incentiva o espectador para o caminho indispensável do olhar para sim mesmo (autoconhecimento) e, naturalmente, para seguir na trilha da evolução (autodesenvolvimento).

Sem dúvida, uma reflexão um pouco mais profunda sobre o tema, porém necessária. Vale a pena assistir (duração de apenas 6:01):

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“O que uma escola para os novos velhos tem para ensinar” – Confira esta notícia!

Na esteira do fenômeno da longevidade, por conta do continuado aumento da população idosa pelo mundo, seguramente há demanda para muitas iniciativas públicas e privadas que atendam à nova visão e necessidades dessa significativa camada da população, que, segundo os relatos, as notícias e as nossas próprias constatações, quer ser ativa cada vez mais, conhecer, aprender, experimentar coisas novas e, em suma, se dar bem e ser feliz no tempo da maturidade.

E isso é muito lógico. Na medida em que as pessoas da terceira idade (e, logo, logo, da quarta idade, pós-80), têm consciência de que viverão por muito mais tempo, é natural que busquem ocupar espaço, seja com o ócio e o lazer, seja produzindo, desempenhando outras atividades, usando a imaginação, se reinventando, de maneira que o tempo disponível esteja preenchido com o que gostam e sentem significado. Isso é qualidade de vida!

Um exemplo dessas soluções que já se tornam realidade, e que serão cada vez mais comuns, vem com esta notícia publicada no blog LONGEVIDADE: MODO DE USAR, dois dias atrás, a respeito da Modern Elder Academy, uma recente academia (escola?), de alto padrão, criada pelo empreendedor, escritor e palestrante Chip Conley, para atender pessoas a partir da meia-idade, com o propósito de que se preparem e busquem ressignificação para os novos tempos que estão por vir, da maturidade e da aposentadoria.

Vejo com muito bons olhos, e satisfação, o surgimento de um empreendimento (serviço) como esse, sobretudo porque traz alento, inclusive mostrando perspectivas para a população grisalha e, mais do que tudo, por contribuir para quebrar crenças equivocadas, estigmas sociais e preconceitos ainda existentes com relação ao público do pós-60.

Confira a seguir: 

“O que uma escola para os novos velhos tem para ensinar

O empresário Chip Conley criou uma academia para ressignificar o envelhecimento

Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

Chip Conley pode ser considerado um cara que nasceu virado para a lua. Aos 26 anos, assumiu um acanhado motel que se tornou a segunda maior rede de hotéis boutique (Joie de Vivre Hospitality) dos Estados Unidos. Vendeu o negócio, mas continuou à frente dele como CEO durante 24 anos. Ao entrar na casa dos 50, foi convidado pelos criadores do Airbnb para ajudar a startup a ser uma referência em hospedagem. Esse foi o momento em que descobriu que os jovens empreendedores falavam uma outra linguagem, muitas vezes incompreensível para ele, que não utilizava aplicativos, nem dominava programação.

Chip Conley, autor do best-seller “Wisdom@Work: the making of a modern elder” — Foto: Divulgação

Chip Conley, autor do best-seller “Wisdom@Work: the making of a modern elder” — Foto: Divulgação

No entanto, se seus novos parceiros tinham uma visão digital do mundo que ele não dominava, Chip podia oferecer algo tão valioso quanto: sua experiência. Essa vivência o levou, aos 52 anos, a escrever o best-seller “Wisdom@Work: the making of a modern elder” (“Sabedoria no trabalho: a criação de um novo ancião”). Não se assustem com o peso da palavra ancião que, para o autor, traduz a relevância da bagagem que trazemos e do legado que ela representa. Na obra, mostra a importância do convívio entre gerações e de como essa troca beneficia os negócios. Também alerta para o preconceito contra os mais velhos e lembra que, em qualquer idade, podemos e devemos ser professores e estudantes, mentores e aprendizes.

O passo seguinte foi criar a Modern Elder Academy, que, em tradução livre, podemos chamar de Academia dos Anciãos Modernos, ou dos Novos Velhos. O empreendimento é um espaço dedicado à transição que acompanha a meia-idade. Por sinal, a duração desse período de busca e reflexão é bem elástico: os alunos da “escola” têm, em sua maioria, entre 45 e 65 anos. Os workshops duram em média uma semana e o programa inclui de ioga e meditação a exercícios para desenvolver resiliência.

Ressignificar. Essa é uma palavra que rege as atividades da academia. Não se trata de focar em aprender coisas novas, e sim de aproveitar a sabedoria e a inteligência emocional acumuladas, transformando-as em ferramentas para as próximas etapas da jornada. Usando o livro como pano de fundo, os cursos estimulam os alunos a repensar o modelo que vem regendo suas vidas – estudar, trabalhar e depois sair de cena com a aposentadoria – para enxergar oportunidades, objetivos e propósitos. Em palestras, Chip, atualmente com 58 anos, costuma definir essa geração como “wisdom keeper and seeker”, ou seja, aqueles que possuem, mas também buscam o conhecimento.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2019/06/16/o-que-uma-escola-para-os-novos-velhos-tem-para-ensinar.ghtml

Adicionalmente, para quem quiser saber um pouco mais sobre esse iniciativa, a Modern Elder Academy, confira o site: https://www.modernelderacademy.com/. Com o intuito de matar um pouco da curiosidade sobre esse serviço (negócio), transcrevo cópia do trecho “O que nós oferecemos”, retirado do site, que você confere em inglês e em versão traduzida para o português: 

What we offer
The Modern Elder Academy (MEA) is the world’s first midlife wisdom school providing 5- and 7-day all-inclusive workshops at our awe-inspiring beachfront campus in the heart of Baja California Sur, Mexico. Our unique curriculum includes classroom learning as well as bread baking and breaking, impromptu dance parties, cultural experiences, morning meditations, and surreal sunsets. The experience supports our attendees (“compadres,” whose average age is 52) as they navigate this midlife journey and reframe a lifetime of experience. They receive a Certificate in Mindset Management, and emerge feeling more relevant, resilient, adaptable, and empowered to create what’s next.
O que nós oferecemos
A Modern Elder Academy (MEA) é a primeira escola de sabedoria de meia-idade do mundo que oferece oficinas de 5 e 7 dias com tudo incluído no nosso imponente campus à beira-mar, no coração de Baja California Sur, no México. Nosso currículo exclusivo inclui aprendizado em sala de aula, bem como panificação e quebra de pão, festas de dança improvisadas, experiências culturais, meditações matutinas e pores do sol surreais. A experiência apóia nossos participantes (“compadres”, cuja idade média é de 52 anos) enquanto navegam nessa jornada de meia-idade e reformulam uma experiência de vida. Eles recebem um certificado em gerenciamento de mentalidade e surgem se sentindo mais relevantes, resilientes, adaptáveis ​​e capacitados para criar o que virá em seguida.
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‘Por que tantas pessoas se distanciam de suas famílias?’

União familiar, boa convivência e entrosamento entre os seus membros são, desde sempre, reconhecidos como fatores positivos para o indivíduo e para a instituição chamada de família, pelo que significa de apoio (ao menos emocional), de bem-estar e mesmo de felicidade individual/coletiva. Acontece que existe considerável número de desagregação familiar, que culmina com o afastamento de um ou de alguns dos seus integrantes. 

Por conta disso, selecionei para hoje importante artigo, publicado no portal eletrônico da BBC NEWS Brasil, tratando de ‘distanciamento familiar’. Além de abordar diversos fatores que contribuem para os afastamentos dentro das famílias, em diferentes partes do planeta, a matéria traz também algumas dicas de estratégias e atitudes que podem estimular – e facilitar – um processo de reaproximação (reconciliação). 

Quem nunca passou por isso, ou vivencia nos dias atuais uma situação como essa?

Independentemente de causas e circunstâncias, pode-se afirmar que o afastamento familiar é uma experiência dolorosa!

Um indicativo positivo a propósito do tema, na minha percepção, é que o número de pesquisas sobre isso vem crescendo nos últimos anos, conforme mencionado no texto.

Portanto, além de despertar para esse preocupante problema social, a publicação pode trazer bons esclarecimentos e subsídios para você.

Confira a seguir:

“Por que tantas pessoas se distanciam de suas famílias?

Foto de família antiga com parte recortadaDireito de imagem BBC/GETTY
É provável que a prevalência do distanciamento familiar aumente nos próximos anos à medida que famílias se tornam menores

Costumamos dizer que a comida aproxima as pessoas mas também pode dividir famílias.

A autora de livros de receitas Nandita Godbole viveu isso na pele. Sua abastada família indiana, que costumava contratar cozinheiros para trabalhar em suas casas, desaprovou a profissão que ela escolheu.

Quando seu livro mais recente, Ten Thousand Tongues: Secrets of a Layered Kitchen (Dez Mil Línguas: Os Segredos de uma Cozinha Complexa, em tradução livre), mergulhou a fundo na história da família, ela enfrentou ainda mais resistência.

Obviamente, não tratava apenas de comida. Mudando receitas tradicionais – e explorando partes da história de sua família sobre as quais os outros tinham senso de propriedade – ela foi vista como alguém que desafiava a hierarquia familiar. E alguns parentes pararam de falar com ela.

A história de Godbole está longe de ser incomum. O distanciamento familiar tem sido definido como o afastamento e a perda de afeto que ocorrem ao longo de anos ou mesmo décadas em uma família. Não está claro se isso está aumentando nos dias de hoje, já que é um campo de pesquisa relativamente novo.

Uma pesquisa da Stand Alone, instituição de caridade do Reino Unido que apoia pessoas afastadas de familiares, aponta que isso afeta pelo menos 1 em cada 5 famílias britânicas.

Nos EUA, um estudo da Universidade Purdue com mais de 2.000 pares de mães e filhos descobriu que 10% das mães se distanciaram de pelo menos um filho adulto.

Em outra pesquisa americana, esta da Universidade Kean, descobriu que mais de 40% dos participantes se distanciaram de um familiar em algum momento e apontou que, em grupos como o de estudantes universitários, isso pode ser quase tão comum quanto o divórcio.

Foto de família antiga com parte recortada    Direito de imagem BBC/GETTY
O distanciamento familiar é mais debatido hoje do que no passado

Becca Bland, fundadora do Stand Alone, perdeu o contato com os pais. Ela diz que o assunto é muito mais debatido hoje do que há cinco anos. Isso é confirmado por dados do Google que mostram um crescimento constante de pesquisas com termos relacionados ao distanciamento familiar, principalmente no Canadá, na Austrália e em Cingapura.

“Meghan Markle e a família real definitivamente levaram o tema da desavença familiar para as manchetes”, diz Bland.

A duquesa de Sussex, que foi em 2018 a pessoa mais pesquisada no Google no Reino Unido (e a segunda nos Estados Unidos), falou recentemente sobre sua difícil relação com o pai.

O ator Anthony Hopkins também reconheceu em uma entrevista no ano passado que ele mal conversou com sua filha em duas décadas.

Distanciamento familiar é mais comum em algumas sociedades

Embora exemplos de distanciamento familiar possam ser encontrados em todo o mundo, é algo mais comum em algumas sociedades.

Um fator de influência parece ser a existência ou não de um forte sistema público de assistência e apoio à população. Em países com programas de bem-estar social robustos, as pessoas simplesmente precisam menos de suas famílias e têm mais flexibilidade para manter ou não esses laços.

Na Europa, por exemplo, pais em idade avançada e filhos adultos tendem a interagir mais e a viver mais perto uns dos outros em países mais ao sul do continente, onde a assistência pública é mais limitada.

Foto de família antiga com parte recortada       Direito de imagem BBC/GETTY
O distanciamento familiar é mais comum em países com sistemas robustos de bem-estar social

Fatores financeiros também se relacionam com outros aspectos, como educação e raça. Na Alemanha, níveis mais altos de instrução dos filhos estão associados a maiores taxas de conflito com os pais.

Megan Gilligan, gerontóloga da Universidade Estadual de Iowa, observa que, nos Estados Unidos, “as famílias de minorias raciais tendem mais a morar juntas e a ser mais dependentes das trocas que ocorrem no âmbito familiar”.

Em Uganda, o distanciamento familiar está em ascensão, diz Stephen Wandera, demógrafo da Universidade Makerere, em Kampala. As famílias ugandenses têm sido tradicionalmente grandes – o que se mostrou crucial nas últimas décadas, quando membros de uma família tiveram de cuidar de pessoas órfãs ou afetadas pela guerra civil ou pela Aids.

Mas em pesquisas recentes, Wandera e seus colegas identificaram que 9% dos ugandenses com 50 anos ou mais moram sozinhos – um índice surpreendentemente alto. Isso não é o mesmo que a alienação familiar, é claro. Mas Wandera diz que, à medida que as famílias se tornam menores e mais nucleares e que a urbanização aumenta, a prevalência do distanciamento provavelmente se intensificará.

Isso não vai acontecer imediatamente. “As normas culturais ainda são fortes e levam tempo para desaparecer”, diz ele. Mas Wandera espera mudanças dentro de 20 anos.

Mas não significa que governos devem limitar o apoio financeiro a pessoas idosas para incentivar famílias mais fortes.

A cultura familiar espanhola tem sido chamada de “mais coercitiva” do que, por exemplo, na Noruega, onde as relações intergeracionais são geralmente mais amigáveis, porque são uma opção e sofrem menos pressões financeiras.

Por que isso acontece?

O divórcio contribui para a perda de relacionamentos familiares, especialmente com os pais. Assim como manter segredos. O abandono de parentes com identidades marginalizadas também é um fator comum, como a rejeição familiar a minorias sexuais e de gênero no Vietnã, por exemplo.

Mas o distanciamento é muitas vezes algo silencioso e pouco dramático. Gilligan explica que é tipicamente gradual, em vez de um grande acontecimento. As pessoas que ela entrevistou costumam dizer que “não sabem bem como isso aconteceu” em vez de apontar para um incidente específico.

Foto de família antiga com parte recortadaDireito de imagem BBC/GETTY
O distanciamento familiar é frequentemente gradual – mas reflete uma tensão de longa duração

Ainda assim, mesmo que os gatilhos pareçam triviais, eles refletem uma tensão de longa duração. As famílias que buscam se reconciliar devem reconhecer que é improvável que conflitos sejam apenas incidentes isolados, por isso, pode ser importante lidar com os eventos do passado.

Para aqueles que buscam a reconciliação – ou para evitar o distanciamento desde o início -, evitar fazer julgamentos também pode ser útil. Em sua pesquisa com mães em idade mais avançada, 10% das quais se afastaram de um filho adulto, Gilligan descobriu que o fator mais relevante foi um descompasso de valores. Por exemplo, “se a mãe realmente valorizava as crenças e práticas religiosas e o filho as violava, a mãe realmente ficava ofendida”.

Estes fatores vão além da religião. Uma mãe que valorizava muito a honestidade cortou o relacionamento com um filho que mentiu, enquanto uma mãe que valorizava a autoconfiança parou de falar com uma filha que acreditava ser dependente de um homem.

As mães “descreveram coisas que elas simplesmente não conseguiam superar, que aconteceram e que tinham sido perturbadoras para elas”, diz Gilligan. “Isso continuava a ressurgir nos relacionamentos. Então, elas nunca superavam.”

Foto de família antiga com parte recortadaDireito de imagem BBC/GETTY
Filhos adultos frequentemente mencionam o abuso emocional como causa de distanciamento

E como no clássico filme japonês Rashomon ou na série The Affair, duas pessoas podem ter lembranças tão diferentes da mesma experiência que é quase como se não fosse a mesma experiência.

Filhos adultos no Reino Unido, por exemplo, na maioria das vezes mencionam o abuso emocional como a causa do distanciamento de seus pais.

Mas é muito menos provável que os pais mencionem o abuso emocional (que se refere a tentativas persistentes de controle por meio de humilhação, crítica ou qualquer outro tipo de comportamento negativo). Em vez disso, se referiram mais frequentemente a causas como o divórcio ou expectativas incompatíveis.

Como a pesquisa de Gilligan era focada em mães, ela não falou com os filhos. Então, é difícil saber se o mesmo se aplica a eles. Mas de qualquer forma, essa desconexão é comum.

“O filho adulto se distanciou e os pais não estão se comunicando sobre o que os incomoda, então, eles não conseguem chegar a um acordo”, diz ela. E, claro, se uma pessoa fica na defensiva ou não está disposta a ouvir, a dupla pode se falar sem se comunicar de verdade.

Foto de família antiga com parte recortadaDireito de imagem BBC/GETTY
Gerações diferentes podem ter diferentes concepções sobre a família

“Havia uma rigidez em relação à família na geração do pós-guerra” no Reino Unido, diz ela. As pessoas viam seus relacionamentos familiares em termos de conceitos como dever e autossacrifício, o que, às vezes, significava que as pessoas suportavam abuso físico ou emocional – ou não percebiam isso.

Entre irmãos, valores e expectativas incompatíveis também desempenham um papel. Mas o favoritismo dos pais é outro fator significativo.

As vantagens do distanciamento familiar

Poderia ser mais simples ver o distanciamento familiar como algo apenas negativo, mas a realidade é mais complexa. Assim como os tabus sobre divórcio podem manter mulheres presas a casamentos abusivos, uma crença na santidade das famílias pode manter as pessoas sofrendo desnecessariamente.

“Parte da literatura sobre o tema diz, na verdade, que a alienação é talvez a melhor maneira de lidar com esses tipos de relacionamentos”, diz Gilligan.

“Se [os relacionamentos] são conflitantes, se estão causando tanta angústia, talvez seja a maneira mais saudável de pais e filhos adultos lidarem com isso.”

As pessoas podem sentir que cortar relações tóxicas foi a escolha certa. O estudo da Stand Alone descobriu que, para mais de 80% das pessoas afetadas, contar o contato está associado a alguns resultados positivos, como liberdade e independência. Pode ser um passo crucial para se livrar de abusos.

Foto de família antiga com parte recortadaDireito de imagem BBC/GETTY
Para mais de 80% das pessoas em um estudo, cortar contato com a família foi algo associado a resultados positivos, como liberdade e independência

Também é importante notar que o distanciamento nem sempre é permanente. As pessoas se afastam e se reaproximam.

Trang Nguyen, pesquisador de saúde pública da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, diz que, entre as famílias vietnamitas, onde há rejeição parental de mulheres LGBT ou homens trans, “geralmente os irmãos se mantêm mais próximos, e o apoio de um irmão ajuda muito”.

O distanciamento familiar é doloroso, em parte porque é uma perda ambígua, sem um desfecho ou encerramento. E também há o fato que muitas pessoas não entendem por que isso acontece com alguém.

Cortar o contato com um membro da família pode ser muito doloroso devido à forma como a sociedade não entende bem e atribui a isso um aspecto de vergonha ou reprovação.

Especialistas dizem que pessoas que já estão isoladas de suas famílias não devem se sentir ainda mais alienadas por causa de sua situação – seja algo derivado de uma situação sobre a qual tinham pouco controle ou de uma decisão que dificilmente foi tomada facilmente.

Do ponto de vista acadêmico, o estigma também dificulta saber exatamente quantas pessoas estão afastadas de suas famílias. É muito provável que seja algo subestimado em culturas em que é socialmente inaceitável discutir conflitos familiares.

A autora Godbole conhece bem esse estigma. “Eu já aceitei que pode demorar um pouco para as pessoas entenderem, e algumas nunca conseguirão. Estou em paz com isso”, diz ela.

Aparentemente, o distanciamento familiar nem sempre é algo que precisa ser “consertado”. Mas, como acontece com outras experiências dolorosas, a vergonha derivada desta situação pode.

Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future. “

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-48157656?utm_medium=10todaybr.20190609&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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Espumas ao Vento – Lara Amélia e Flávio José (inspiração nordestina)!

O toque musical deste sábado vem, como não poderia ser diferente, influenciado pelos ritmos típicos do nosso Nordeste, até porque estamos entrando no auge dos festejos juninos por aqui. Aliás, voltei minha morada principal para Salvador e, depois de tanto tempo fora, fico impressionado com a força da cultura dessas festividades, que aparentemente estão mais fortes do que nunca. É incrível, os ambientes e o astral do povo se transformam, no embalo do que denominam “forró”! 

Por conta disso, selecionei belo vídeo com Lara Amélia e Flávio José (filha e pai), artistas paraibanos, interpretando a bela canção Espumas Ao Vento, de Accioly Neto. Aliás, gosto muito dessa composição, frequentemente incluída no repertório das minhas apresentações musicais por aí.

Curtam este momento – o vídeo está no YouTube, publicado por Lara Amélia. A seguir:

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‘Conversar é uma arte em perigo de extinção?’ (EL PAÍS)

Volto com o tema Comunicação, dando ênfase para a “arte de conversar”, em contexto que abrange fatores como solidão e empatia, presente a realidade contemporânea dos ambientes virtuais e do mundo digital.

Pensando nisso, chega em boa hora o artigo em destaque, a meu ver instigante, bem elaborado e muito oportuno, de Marta Rébon, publicado (eletronicamente) no EL PAÍS SEMANAL, dia 8 passado.

Ao refletir sobre questão relevante dos dias de hoje, resultante da comunicação com uso intensivo dos meios eletrônicos, é aventada a possibilidade de estarmos perdendo a grande essência da comunicação em sentido amplo, que inclui a troca de ideias e até mesmo as percepções além da simples fala e da escrita, como expressões facial, gestos, postura, entonação, com sério comprometimento da verdadeira interação humana, da velha conversa, do diálogo direto, olho no olho, dado que o sentir das emoções dos interlocutores é indiscutivelmente importante!

Assim, a provocação é: estaríamos menosprezando, e sepultando, a arte da conversa?

Percebe-se que o conteúdo tem abrangência ampla, incluindo a saúde integral, pois trata-se de fator que influencia em alguma medida na qualidade da socialização do indivíduo e, por consequência, pode afetar substancialmente a sua sensação de bem-estar e sua saúde psicológica.

Confira o texto, abaixo reproduzido:

“Conversar é uma arte em perigo de extinção?

conversacion

Entre as muitas realizações da Internet está o cruzamento imediato de mensagens entre pessoas distantes. Paradoxalmente, isso prejudicou a comunicação verbal, entendida como troca direta de ideias

Conversar é uma arte em perigo de extinção? Dizer que sim seria, no mínimo, controvertido, porque hoje tudo ao nosso redor está montado de maneira que nos chegam sem cessar oportunidades de interagir tanto com amigos quanto com desconhecidos. A conectividade digital permite trocar mensagens sem limite, de modo que vivemos na ilusão de estarmos imersos em uma espécie de conversa infinita. A pergunta inicial pode não parecer tão absurda se pararmos para pensar sobre o que se entende por conversa e, especialmente, o que se espera de seus participantes: a expressão de argumentos, de um lado, e escuta atenta, de outro. Em nosso atual ambiente hipertecnificado, ambas as ações são um desafio. O primeiro exige certas doses de solidão prévia para que quem fala tenha tido a possibilidade de elaborar algo genuinamente próprio; o segundo, prestar atenção. Ou, dito de outra forma, remar contra a corrente no caudaloso rio de estímulos e interrupções pelo qual navegamos diariamente. E, além disso, dialogar não é uma troca de monólogos. Jean de La Bruyère dizia que o talento da conversa não consiste tanto em mostrar muito, mas em fazer que os outros encontrem.

Nossas vidas são baseadas em interações e a comunicação verbal é a ferramenta mais à mão para produzi-las. Ninguém discute a máxima aristotélica de que o homem é um animal social inclinado a exteriorizar opiniões e sentimentos. Portanto, o silêncio imposto implica pesar, e quando um ente querido deixa de nos dirigir a palavra, experimentamos dor. O escritor Henry Fielding, em seu ensaio de 1743 dedicado à conversa, a definiu como a troca de ideias mediante a qual se examina a verdade e na qual cada questão é analisada a partir de diferentes pontos de vista, de modo que o conhecimento seja compartilhado. A história conheceu grandes momentos dessa arte desde que Platão observou que é a mais elevada forma de conhecimento. Muitos séculos depois se começou a perceber a relação direta entre a estabilidade política e o mundo da conversa, que David Hume descreveu como a conversa respeitosa na qual se dá e se recebe no interesse de um gozo mútuo. Para manter um intercâmbio linguístico autêntico deve-se deixar de lado a vaidade, a intransigência e o orgulho; assim, a antítese da conversa é a polarização exacerbada.

Quanto mais tempo as crianças passam conectadas, menor é sua capacidade de identificar sentimentos alheios

A conversa, como se desenvolveu tradicionalmente ao longo da história, tem um denominador comum: o cara a cara, o aqui e agora. E essa necessidade de nos comunicar olhando nos olhos é o que a onipresença das telas já começou a diluir, a ponto de haver quem chegou a acreditar que, com esses sucedâneos de colóquios mediados por um dispositivo, nada se perde no caminho. A tela, cabe lembrar, é não apenas uma superfície que transmite conteúdos, mas também é, em sua segunda acepção, uma separação, uma barreira ou proteção que se interpõe entre os indivíduos. Por isso pesquisadores como Sherry Turkle, professora de Estudos Sociais de Ciência e Tecnologia do MIT, alertam para a crise de empatia promovida pelos aparelhos eletrônicos, pois nos privam de ver as emoções que afloram quando duas pessoas se explicam frente a frente e em tempo real. Além disso, conversar também é a maneira mais eficaz de criar laços afetivos. Turkle aponta em Reclaiming Conversation (Em Defesa da Conversa) que esperamos cada vez mais da tecnologia e menos das pessoas que nos rodeiam, às quais arrebatamos boa parte da nossa atenção para redirecioná-la a conteúdos alojados em outro lugar. “Sacrificamos a conversa pela mera conexão”, acrescenta, citando estudos científicos que demonstram que a simples presença de um telefone sobre a mesa, ainda que desconectado, desvirtua a atenção de todos os presentes. Outro dado preocupante: quanto mais tempo as crianças passam conectadas, menor é sua capacidade de identificar sentimentos alheios.

Conversar é uma arte em perigo de extinção?
DIEGO MIR
Nossa confiança na tecnologia para preencher os silêncios, combater o tédio e nos expressar sem o medo de nos sentirmos julgados é tanta que a indústria se esforça para desenvolver a inteligência artificial para que possamos falar com objetos em vez de pessoas. Os robôs de conversação já são uma realidade. Hoje é possível coletar todas as mensagens e comentários de um usuário na rede para que, uma vez morto, possam ser recriados seus padrões de conversação, de modo a podermos continuar trocando mensagens com ele. Embora isso, como Alan Turing vaticinou, não deixará de ser um jogo de imitação. A tecnologia é um meio extraordinário, mas nada é capaz, adverte Turkle, de substituir uma comunicação em pessoa e os benefícios que traz. O sociólogo Georg Simmel, já no início do século passado, qualificou a conversa de antídoto contra a pressão e o estresse causados pela vida moderna. Recentemente, um estudo da Universidade de Chicago provou que a conversa casual entre dois estranhos em um trem ou sala de espera faz desse momento uma experiência mais agradável. Talvez, apontam seus autores, estejamos superestimando o desejo de privacidade em um planeta cada vez mais povoado. Não entender os benefícios da interação social resulta inevitavelmente em solidão, empobrecimento e falta de empatia.

Marta Rebón é tradutora, fotógrafa e crítica literária. “

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/04/eps/1559648700_232761.html?utm_medium=10todaybr.20190612&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today#?ref=rss%26format=simple%26link=link

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LIDERANÇA: significados, atributos e atitudes do líder de sucesso!

Resultado de imagem para liderançaImagem: Instituto Holos

Faz algum tempo que não escrevo aqui sobre LIDERANÇA, um dos meus temas preferidos, com especial ênfase para a atuação dos líderes, atores principais, nos ambientes de negócios e organizações em geral, de qualquer natureza, setor e tamanho.

Assim, para manter o tema ativo – até porque tenho feito atualizações voltadas para o fortalecimento de competências/habilidades necessárias para os profissionais que atuam nessa área – destaquei para hoje algumas sacadas que devemos ter em mente, com clareza.

Diria que estes pontos, a seguir elencados, merecem sua reflexão e, quem sabe, podem servir de subsídios para que muitas “verdades” a esse respeito sejam ressignificadas!

O QUE É LIDERANÇA?

Uma definição ampla e atual, de Ordway Tead, no livro The Art of the Lidership, de 1935:

“É a atividade de influenciar pessoas para que cooperem com algum objetivo desejável.”

O QUE É SER UM LÍDER COACH?

Um conceito mais recente e em crescente valorização:

É quem lidera a si mesmo e lidera aos outros para evoluir e chegar a novos resultados. É um desenvolvedor de gente por excelência, que inspira e transforma!

O QUE UM LÍDER DE NEGÓCIOS FAZ?

(uma definição bastante pragmática):

Otimiza recursos, cria soluções e cuida de gente. No seu dia a dia, resolve problemas!

LIDERANÇA É INATA?

O líder não nasce pronto. Pode até trazer no DNA alguns talentos naturais, que facilitam seu desempenho, mas o bom exercício da liderança é questão de competência, que precisa ser adquirida e desenvolvida continuamente.

ALGUNS ATRIBUTOS E COMPORTAMENTOS DOS BONS LÍDERES

– Agem por um chamado (propósito/missão)

– Irradiam otimismo (veem que oportunidades estão sempre à espera)

– Demonstram caráter pessoal e lideram pelo exemplo

– Desenvolvem estratégias

– Têm foco na solução e implementam mudanças

– Sabem fazer perguntas inteligentes, poderosas, que funcionam como provocações e insights para resultados e soluções

– Olham para a frente buscando prever o futuro

– No dia a dia, procuram enxergar sob outras perspectivas

– Dominam o medo

– Controlam as emoções e gerenciam as atenções

– São resilientes

– Precisam defender suas posições

– Encaram a realidade. Não se fazem de vítima

– Dão muita importância para conhecimentos e relacionamentos

– Sabem criar uma “boa química”, cativar/engajar a equipe (inspiram, são referência, têm seguidores)

– Não confundem os papéis de liderar e de executar

– Dão poder, deixam o liderado se sentir competente e com autonomia

– Buscam gerar compromissos e sabem acompanhar os progressos/resultados daí decorrentes (planos, metas, ações)

– Falam de ideias, evitam falar de pessoas

– Integração/conexão: sabem que o trabalho em equipe e a colaboração dependem, cada vez mais, de uma empresa/organização conectada (em rede)

Para fechar, o axioma abaixo é muito preciso, tirado dos ensinamentos de Brian Tracy, notável empreendedor, palestrante, escritor e coach canadense-americano:

Liderança é confiança. O mais é consequência!

Espero que este conteúdo faça sentido para você e lhe traga utilidade. O tema é desafiador, complexo, por isso mesmo sem verdades absolutas e longe de estar pronto e acabado.

Para enriquecer, que tal deixar o seu comentário?

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‘4 ensinamentos de Platão – não seja medíocre!’ (vídeo)

O conjunto de ensinamentos e ideias imortais dos grandes filósofos é mesmo impressionante. Vez por outra, resgatar tais lições para a vida é mais do que recomendável. Diria, são paradas necessárias e providenciais para o nosso crescimento interior e para o bem viver!

Com esse propósito, destaco nesta segunda-feira o bem elaborado vídeo, do canal SUPERLEITURAS, cuja abordagem se enquadra na grande área do autoconhecimento, trazendo reflexões e achados do filósofo e matemático grego Platão (428-347 a.C). São pontos organizados em quatro grupos de ideias geniais, que não perdem sua validade com o passar do tempo, voltadas para um viver mais significativo e satisfatório, baseadas nos livros A República e o Banquete.

Realçar o significado de “eudaimonia”, desestimular a mediocridade e, por outro lado, estimular uma caminhada para a felicidade são a tônica dos conteúdos platônicos sintetizados no vídeo, sem se falar na sua visão crítica e ambiciosa sobre os políticos e sobre a forma de escolha dos governantes, em face da realidade ateniense daquele tempo.

Vale a pena lembrar e, melhor ainda, refletir sobre ensinamentos como esses, que seguem vivos e vívidos, mesmo já decorridos cerca de 2.400 anos!

O vídeo ilustrado, agradável de assistir, está disponível no YouTube. Confira:

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Inspiração musical: Shallow – Trio Amadeus!!!

Para inspiração musical neste fim de semana, trago vídeo com a dupla Fábio e Marcelle,  talentosos integrantes do Trio Amadeus.

Os vídeos desse trio são muito bacanas, pela qualidade dos artistas e pela produção sempre bem caprichada. Para hoje, selecionei incrível performance da dupla, interpretando a bela canção Shallow (composição Lady Gaga, Andrew Wyatt, Anthonny Rosomando, Mark Ronson), que ganhou o Oscar 2018 de melhor canção original, para o filme Nasce Uma Estrela (A Star Is Born).

O vídeo, com legenda em português, acaba de ser publicado no YouTube. Curta a seguir:

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