Show de Paul McCartney – Let It Be – Legendado (vídeo)

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Como sábado aqui é dia de música, trago vídeo com o fabuloso – e incansável – Paul MacCartney, interpretando o sucesso LET IT BE, famosa composição da dupla Lennon e MacCartney, lançada pelos Beatles em 1970.  Este show aconteceu em Nova York, em julho de 2009!

Curtam a performance registrada neste vídeo (legendado), disponível no YouTube:

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Abraço demorado como ferramenta de controle de estresse (vídeo)

Aproveitando o clima de fim de semana, volto a falar hoje sobre o abraço. É certo que abraçar – e ser abraçado – é prazeroso, é necessário e faz bem!

Mas o fato é que, de uma forma geral, ainda abraçamos pouco. O abraço bem dado, caloroso e demorado, não é comum. Com efeito, cabe a reflexão: Será que você está abraçando como deveria?

Sobre isso, trago interessante vídeo, publicado no YouTube com o título “Abraço demorado como ferramenta de controle de estresse“, com mais informações sobre os benefícios do abraço, o efeito proporcionado pela produção do hormônio ocitocina e, melhor ainda, com demonstração de como podemos aprimorar a nossa capacidade de abraçar. Confiram (duração de apenas 2:09):

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Entendendo o cérebro humano: Por que o tempo parece acelerar?

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Recebi de um amigo, e reproduzo a seguir, o excelente artigo de Airton Luiz Mendonça, originalmente publicado no jornal O Estado de São Paulo e replicado no Site de Curiosidades, com inteligente abordagem sobre o funcionamento do cérebro humano em relação à passagem do tempo.

Por que temos a sensação de que o tempo está acelerado? Na sua linha de raciocínio, o autor nos explica o que acontece com a mente diante das atividades rotineiras e, no outro extremo, como reage quando fazemos coisas novas. Trata-se de uma bela abordagem sobre a mesmice e o viver em expansão. O instigante recado é: cerque-se de novidades, seja diferente, viva intensamente e saia das rotinas. Assim você irá expandir o seu tempo e, portanto, viverá com a sensação de que está aproveitando a vida, com bem-estar e felicidade!

Um texto memorável, um convite à vida.  A meu ver, uma leitura indispensável!

Confira a seguir: 

“A mente apaga registros duplicados

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio…. você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e ‘apagando’ as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.

Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).

Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -…. enfim… as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a…

ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos….. em outras palavras…… V-I-V-A. !!!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.

E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o… do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em tAmaNhosdiFeRenTes e em CorES di f E rEn tEs !

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE…

V I V A !!!!!!!!

Créditos:
Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

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TÉCNICAS RESPIRATÓRIAS DO YOGA TEM EFEITOS SIMILARES A MEDICAMENTOS PSIQUIÁTRICOS

Resultado de imagem para respiração yoga pranayamaImagem: www.curaeascensao.com.br

Trago excelente artigo de Gilberto Schulz, publicado no blog ‘yoga em casa‘, a respeito de comprovados benefícios para a saúde proporcionados pela respiração, quando praticada de maneira correta, centrada, segundo técnicas simples, mas absolutamente eficazes. O texto confirma, com base em pesquisas científicas mais recentes, o que se sabe há milênios, conforme tenho divulgado aqui, periodicamente, sobretudo ao abordar o tema Meditação.

Além desses aspectos, a publicação indica três técnicas básicas de respiração (Respiração calmante, Respiração antidepressiva e Respiração meditativa) e mostra como você deve praticar, em casa, para desfrutar os efeitos de uma boa e curativa respiração!

Transcrevo a seguir:

“TÉCNICAS RESPIRATÓRIAS DO YOGA TEM EFEITOS SIMILARES A MEDICAMENTOS PSIQUIÁTRICOS

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Inspire profundamente, expandindo a barriga. Faça uma breve pausa e em seguida solte o ar bem devagar. Repita esse procedimento 5 vezes. Parabéns. Você acabou de acalmar o seu sistema nervoso.

Está cade vez mais provado que a respiração controlada, como essa que você praticou agora, reduz o estresse, aumenta o estado de alerta e melhora o sistema imunológico. Por séculos, os yogis vêm usando técnicas de controle da respiração, ou pranayamas, para promover a concentração e melhorar a vitalidade.

Estudos descobriram, por exemplo, que as práticas de respiração podem ajudar a reduzir os sintomas associados com a ansiedade, a insônia, o transtorno de estresse pós-traumático, a depressão e o déficit de atenção.  

A maneira como a respiração controlada promove a cura ainda é motivo de estudo científico. Uma teoria é que ela pode mudar a resposta do sistema nervoso autônomo do corpo, que controla processos inconscientes como a frequência cardíaca e a digestão, assim como a resposta do corpo ao estresse, explica Richard Brown, professor clínico associado de Psiquiatria da Universidade de Colúmbia e coautor de “The Healing Power of the Breath” (O Poder de Cura da Respiração).

Mudar conscientemente a maneira como você respira parece mandar sinais para o cérebro ajustar o ramo parassimpático do sistema nervoso, que pode diminuir a frequência cardíaca e a velocidade da digestão e promover uma sensação de calma, e também do sistema simpático, que controla a liberação de hormônios do estresse como o cortisol.

Muitas doenças, como a ansiedade e a depressão, são desencadeadas ou agravadas pelo estresse. “Já vi pacientes transformados depois de adotar práticas regulares de respiração”, conta Brown e complementa afirmando “Quando você respira de maneira lenta e constante, seu cérebro recebe a mensagem de que está tudo bem e ativa a resposta parassimpática. Quando você respira de maneira curta e rápida ou segura a respiração, a resposta simpática é ativada.

Chris Streeter, professora associada de Psiquiatria e Neurologia da Universidade de Boston, recentemente completou um pequeno estudo no qual mediu os efeitos da prática diária de yoga e respiração controlada em pessoas com diagnóstico de depressão grave.

Depois de 12 semanas de yoga e técnicas de respiração adequadas, os sintomas de depressão dos participantes diminuíram significativamente e seus níveis de ácido gama-aminobutírico, uma substância química do cérebro que possui efeitos calmantes e que controlam a ansiedade, aumentou.

A pesquisa foi apresentada em maio no Congresso Internacional de Medicina e Saúde Integrativa em Las Vegas. “Os resultados nos deixaram empolgados. Eles mostram que uma intervenção comportamental pode ter efeitos de magnitude semelhante a um antidepressivo.”

Fonte: The New York Times

Aprenda três exercícios básicos para fazer por conta própria e experimentar seus efeitos. Realize as propostas com bom senso.

Respiração calmante | Adhama Pranayama

adhma pranayama respiração diafragmática

  1. Apoie as mãos sobre o abdômen, em cima do umbigo, para levar a consciência para a musculatura abdominal e sentir sua relação com os movimentos do diafragma durante a respiração.
  2. Inicialmente não tente fazer nada, apenas observe a respiração do jeito que ela estiver, inspirando e expirando somente pelas narinas. Faça isso por 10 respirações que estarão acontecendo sem o seu comando.
  3. Então, sem esforço excessivo, você vai assumir o processo respiratório. Quando estiver esvaziando os pulmões, procure sugar um pouquinho mais a barriga, contraindo o ventre. Em seguida, inspire com calma relaxando conscientemente o abdômen, permitindo sua expansão.
  4. Prossiga respirando dessa forma, na expiração contraia e recolha o abdômen e na inspiração, relaxe e permita sua expansão.Faça no mínimo 20 ciclos respiratórios e para aprofundar o efeito relaxante, ao invés da contagem, acompanhe a respiração dizendo mentalmente para si mesmo: “estou inspirando” durante a entrada do ar, e na saída, “estou expirando”.

Respiração antidepressiva | Kapalabhati

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  1. Inspire lentamente pelas narinas relaxando o abdômen de maneira que o umbigo se projete à frente a medida que o ar entra nos pulmões.
  2. Em seguida, expire de uma vez só, expulsando todo o ar pelas narinas, puxando o umbigo pra dentro.
  3. Após essa expiração vigorosa, já inicie a próxima inspiração lenta seguida da próxima expiração vigorosa e assim sucessivamente.Evite tensionar os músculos do rosto durante a expiração. você expulsa o ar com o diafragma auxiliado pela leve contração abdominal e não franzindo a testa e o nariz!
    Comece fazendo 10 expirações vigorosas. Descanse um pouco, então faça mais um ciclo de 10 expirações.

Respiração meditativa | Samavritti Pranayama

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  1. Sente-se com a coluna confortavelmente ereta seja com as pernas cruzadas apoiando o quadril sobre uma almofada ou numa cadeira, apoiando os pés no chão.
  2. Observe a respiração acontecendo livremente por alguns instantes.
  3. Progressivamente alongue a entrada e a saída do ar sem contar o tempo.
  4. Encontrando uma forma de respirar profunda e agradável, conte o tempo da próxima entrada de ar nos pulmões.
  5. Guarde o ar nos pulmões o mesmo tempo.
  6. Esvazie no mesmo tempo.
  7. Fique com os pulmões vazios pelo mesmo tempo.
    Verifique se esse tempo não está causando nenhum tipo de perturbação na sua mente ou fisiologia. Se estiver, ajuste-o para menos. Sugiro que faça primeiro 5 quadrados. Sentindo-se bem passe para 10 quadrados.

Boa prática!
Por Gilberto Schulz

Publicado em – https://yogaemcasa.net/2016/11/28/tecnicas-respiratorias-do-yoga-tem-efeitos-similares-a-medicamentos-psiquiatricos/
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Mercado oferece alimento de graça para pessoas carentes em Petrolina

Vejam que ideia criativa e que exemplo de solidariedade estão praticando o casal Maíra Mousinho Amariz e Jackson Moura, proprietários de um mercadinho no bairro Vila Mocó, em Petrolina-PE. O vídeo a seguir, publicado no portal G1 e disponível no YouTube, mostra o que esse casal do bem está fazendo em prol de pessoas carentes e traz depoimento de alguns dos beneficiários dessa prática.

Como disse o amigo que encaminhou o vídeo para mim, essas ações aumentam a nossa esperança. Trata-se de “pequenas ações, grandes resultados”! Claro, endosso as suas palavras. Resta-nos aplaudir, dar divulgação e esperar que iniciativas como essas se multipliquem!

Confiram (o vídeo tem duração de apenas 3 minutos):

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Antifrágil: um modelo de pensamento para reverter as crises a seu favor

Replico hoje um excelente artigo, publicado no portal da revista ÉPOCA NEGÓCIOS, trazendo algumas sacadas muito bacanas sobre como devemos nos preparar – ou estar preparados – para agir diante de siuações imprevistas, adversas, de crise, de pressão etc. como forma de aumentar o nosso preparo, a nossa resistência e, assim, evoluir.

Como será visto, tem a ver com planejamento, com prontidão, com enfrentamento de riscos. É uma lógica desafiadora, mas necessária para os tempos de hoje. E isso para quem exerce liderança é crucial!

Confiram a seguir:

“Antifrágil: um modelo de pensamento para reverter as crises a seu favor

Entenda o conceito criado por Nassim Nicholas Taleb — o professor da Universidade de Nova York que previu o colapso financeiro de 2008 — e veja como melhorar seu comportamento diante de pressão e situações inesperadas

vidro quebrado, martelo, resistência (Foto: Thinkstock)             A LÓGICA É INTERESSANTE POIS ROMPE COM O MODELO DE QUE O OPOSTO DE FRAGILIDADE ESTÁ EM FORÇA OU RESISTÊNCIA (FOTO: THINKSTOCK)

O que diferencia um líder? Na maioria das vezes, o que está por trás das chamadas ‘habilidades de liderança’ são formas específicas de pensar e de agir; um jeito próprio de ver o mundo e atuar sobre ele. Por isso mesmo, o comportamento de liderança pode ser treinado e aprendido a partir de certos ‘modelos de pensamento’, ou dicas precisas sobre como encarar os fatos do dia a dia – seja no trabalho ou na vida pessoal.  A Antifrágil é uma das ferramentas úteis para esse propósito. O portal Na Prática explicou como ela funciona.

Para você entender o que é antifrágil, uma boa maneira é partirmos para a definição do que é frágil, que seria algo que sai prejudicado (quebra, rompe ou deforma) quando submetido à pressão de um agente externo. Faz sentido para você? O antifrágil, oposto de frágil, é algo que melhora quando está diante de uma situação inesperada. O conceito foi criado pelo autor libanês Nassim Nicholas Taleb no livro Antifrágil: coisas que se beneficiam com o caos, publicado em 2012.

Essa lógica é interessante pois rompe com o modelo de que o oposto de fragilidade está em força ou resistência, características de quem é capaz de suportar situações extremas sem se alterar. Ao buscar somente essas duas características, você não irá melhorar com o caos, permanecendo no mesmo estado em que está. No argumento de Taleb, dizer que algo resistente é o oposto de frágil é como dizer que neutro é o oposto de negativo.

Por outro lado, se você optar pelo caminho do antifrágil, irá encarar os eventos adversos de frente e se aperfeiçoará diante deles. Dessa forma, para poder crescer pessoal e profissionalmente, nós NÃO devemos evitar o caos. Isso mesmo: se esquivar e se proteger de ataques ou mudanças bruscas pode parecer um caminho seguro, mas não é a melhor opção para o seu desenvolvimento. Se você fizer isso, vai acabar camuflando as suas vulnerabilidades, quando o verdadeiro líder precisa reconhecê-las e trabalhar para aperfeiçoá-las.

Assim, adiar uma crise não é uma boa ideia.  Sem a aleatoriedade, caos, desordem e estresse, o antifrágil não tem como aprender, reforçar-se, melhorar e evoluir. Segundo o autor, há muitas coisas que vieram do estresse… Porém, damos mais atenção ao já conhecido estresse pós-traumático e falamos pouco sobre o crescimento pós-traumático.

De onde surgiu? Nassim Nicholas Taleb, professor de riscos no Instituto Politécnico da Universidade de Nova York, é considerado um dos maiores especialistas no planeta em mercado financeiro, indústria repleta de incertezas e fragilidades. Antes da quebra do banco Lehman Brothers, em 2008, publicou livros prevendo o colapso financeiro. Ele costuma chamar de “cisnes negros” os grandes acontecimentos que não podem ser previstos e que trazem reflexos enormes no mercado. Dessa lógica surgiu outra grande obra sua, A Lógica do Cisne Negro, publicada  em português em 2012.

Para que serve? O conceito é importante pois ajuda a lidar com os riscos e incertezas presentes nos mais diversos âmbitos de nossas vidas. No competitivo mercado de trabalho atual, em que todos são constantemente testados, os mais fracos não resistem à ocorrência dos eventos inesperados e você será um “sobrevivente” caso absorva esse conceito de antifragilidade.

O antifrágil cria a consciência da existência de fatores externos e inesperados (muitas vezes é difícil lembrar deles na hora de se planejar) e, diante desses fatores, encara a aleatoriedade com naturalidade e como fator benéfico, sempre buscando aperfeiçoamento. Enquanto todo mundo aposta em prevenção de riscos e antecipação de crises, você vai ser o único crescendo e se desenvolvendo diante dessas situações.

Como aplicar? Analisar as próprias fraquezas é uma das formas. Assim como ocorre com os indivíduos, algumas indústrias são antifrágeis e outras não. A aviação comercial é antifrágil e melhora a cada acidente aéreo. Isso porque quando um avião cai, as falhas são analisadas e a segurança é reforçada para se evitar que outros possam cair futuramente.

A natureza também é um bom exemplo de antifragilidade. As florestas se beneficiam das pequenas queimadas, e é com elas que evitam que materiais inflamáveis se acumulem a ponto de causarem um grande incêndio que ficará fora de controle. Em outras palavras, deixar que esses pequenos incêndios ocorram limpa a floresta dos materiais que evitariam um grande incêndio. Qual a lição? Não tenha medo dos riscos menores.

Abaixo algumas utilizações do antifrágil no dia a dia de um líder:

1. Não deixe de agir por temer a ocorrência de erros com riscos menores (você aprenderá com eles caso se confirmem).

2. Dê e receba feedbacks a sua equipe, de maneira clara e honesta, ajudando a criar um time antifrágil.

3. Aplique o conhecimento existente e estude sobre crises parecidas com as quais você está passando para saber como agir.

4. Desconfie quando tudo caminha bem e fácil demais (“quando a esmola é demais…”)

5. Não adie os seus problemas. Encare-os e leve o aprendizado consigo nos futuros projetos.

Você é antifrágil? A seguir, veja algumas reflexões que vão ajudar a perceber se você está adotando uma postura antifrágil na sua carreira: Ao fazer seu planejamento, você procura considerar a existência de cenários inesperados ou apenas visualiza o mundo ideal? Você prefere os momentos de estabilidade ou de instabilidade? O caos te assusta ou te motiva? Você enxerga a crise como um problema ou uma oportunidade? Nos seus projetos, você precisa ter tudo sob controle ou de saber se virar diante do imprevisível?

Matéria originalmente publicada no portal Na Prática 

Fonte – http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/07/antifragil-um-modelo-de-pensamento-para-reverter-crises-seu-favor.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post
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Alerta: reclamar demais prejudica a saúde

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Voltando a falar de saúde, reproduzo matéria, publicada no site BOA FORMA, com alerta sobre os prejuízos à saúde provocados pelo hábito de reclamar. Já tratei deste tema aqui anteriormente. É sempre oportuno!

A propósito, não percamos de vista que, além dos comprometimentos à saúde da pessoa que reclama, destacados no texto, o ato de reclamar também gera impacto negativo nas outras pessoas e, sem dúvida, afeta a atmosfera do ambiente.

Leiam a seguir: 

“Alerta: reclamar demais prejudica a saúde

Ai que saco! Se você é da turma que repete essa expressão, pelo menos uma vez por dia, nós avisamos: isso faz mal à sua saúde. Entenda

Poike/ Thinkstock/ Getty Images    Poike/ Thinkstock/ Getty Images

Todas nós já reclamamos, pelo menos uma vez por semana, de alguma coisa, certo? Contudo, o hábito pode comprometer (e muito) a sua saúde. Apenas 30 minutos de negatividade por dia pode lesar o cérebro, danificar a memória e afetar suas funções cognitivas. Isso prejudica o funcionamento de neurônios do hipocampo e aumenta os níveis de cortisol (o hormônio do stress) na corrente sanguínea. Foi o que concluiu um estudo realizado na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Para reduzir os níveis de negatividade – que andam dominando o mundo, o pastor americano Will Bowen desenvolveu o desafio “No Complaints Challenge”, uma medida interessante contra o hábito de reclamar. A ideia consiste em colocar uma pulseira com os dizeres: “abaixo a reclamação” no pulso e ficar com ela por 21 dias sem reclamar de nada (tempo necessário para se criar um novo hábito). A cada reclamação, a pulseira deve ser trocada de pulso e a contagem (dos 21 dias) deve começar novamente.

Em 10 anos, o pastor distribuiu mais de 10 milhões de pulseiras para pessoas em 106 países diferentes. Mas, o próprio criador do método sabe que o desafio não é fácil. Ele revelou, inclusive, que demorou três meses e meio para conseguir completar os 21 dias – sem reclamar nenhuma vez. E você? Seria capaz de evitar qualquer tipo de situação estressante para vencer o desafio?

Publicado em – http://boaforma.abril.com.br/saude/alerta-reclamar-demais-prejudica-a-saude/
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Sem a música não existiria vida!

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Imagem – Isso Inspira

Falando de arte, e mais precisamente de música, trago também neste sábado a excelente crônica Sem a música não existiria vida, do conterrâneo e amigo Sérgio Belleza, publicada ontem no jornal Correio da Bahia.

Consigo compreender plenamente o sentimento descrito por Sérgio a respeito da música e da sua importância para cada um de nós, sua magia e significados. Como ele, não me imagino sem a música. É uma relação de dependência impressionante, fundamental, vital!

Convido-os a ler o texto a seguir:

“Sérgio Belleza: sem a música não existiria vida!

A música é a forma mais pura e harmoniosa que Deus encontrou nos sons e silêncio da natureza para criar a mais bela arte do universo! A música é capaz de transformar o tempo, o raciocínio, a lógica, a vida!…

Provavelmente, a história da música confunde-se com a própria história da inteligência evolutiva, da cultura do ser humano. Um sábio disse que dentre todas as “artes”, a música é considerada a arte da representação, por ser sublime, porque ela é a arte do espetáculo, do soberano!

A música é cultura, educação, emoção, é humana, faz parte da vida. Não existe lugar no mundo, civilização, comunidade que não possua algum tipo de manifestação musical. Penetre nos cafundós do Amazonas, Deserto do Saara, no infinito do universo e encontrará algum tipo de som. O ser humano não sobrevive sem o som musical!

Como seria a festa sem música, o cinema sem o fundo musical? Como seria a vida sem Roberto e sua turma nas jovens tardes de domingo? João não teria Tom porque a Bossa Nova não existiria! Caetano, Gal não seriam tropicalistas, como também não teríamos o Samba do Zeca, o Axé de Ivete, de Brown, o Sertanejo de Zezé, o Pagode do Harmonia. Como seria a vida sem as recordações do Rock de Elvis, dos Beatles e do Reggae de Marley? As composições inesquecíveis de Beethoven, Bach, Chopin, Mozart, certamente que sem a música não existiria a vida e se, por acaso, ela insistisse, seria um erro, porque até as árvores, plantas, flores morreriam!, e o mundo seria árido, só areia, pedras, rochas e poeiras!

A música por pior que possa parecer ao ouvido de alguém, na verdade, ela produz todos os sentimentos de reflexão, de afeto por alguma coisa, sobretudo, amor por alguém. A sabedoria lembra que as matas seriam muito silenciosas se só cantassem os pássaros de cantos mais bonitos, por isso, é fácil compreender que todos os tipos de música têm o seu valor!

Desde pequeno, durmo, acordo, ando, em casa, no carro, bar, festa, onde quer que eu esteja, a música me acompanha. Ela é absoluta aos ouvidos! A música alivia a minha alma, faz-me relembrar, sorrir, chorar, dançar, até cantar. Afloram sentimentos que estimulam a minha energia e confundem meu coração. Motiva-me à festa e eleva o meu raciocínio. A música penetra no âmago da minha alma, devorando-me, numa linguagem que, às vezes, a razão não compreende!…

O poeta diz que na música o próprio silêncio tem ritmo, que a cor é a música dos olhos, e quando o artista usa a pintura para transformar o espaço em tempo, a música transforma o tempo em espaço, por isso ela é o alimento do amor, e o amor é a razão da vida. Shakespeare, no momento de esplêndida sabedoria, disse que o homem que não possui a música em si mesmo, que não se emociona com a suave harmonia dos sons, está maduro para a traição, o roubo, a perfídia. Sua inteligência é morna como a noite, suas aspirações sóbrias como o erebo, por isso desconfia de tal homem! E Anton Tchekhov disse que “a música e o vinho sempre foram para ele um magnífico saca-rolha”. Eu, como amante dos dois, afirmo que não existe junção melhor para aliviar ou arrasar mágoas de amor do que vinho e música.

Não posso imaginar a vida sem música!

* Sérgio Belleza é administrador, empresário, consultor e autor dos livros, Caminhado com Walkyria e Ascensão e Queda de um Império Econômico. “

Fontehttp://www.correio24horas.com.br/detalhe/artigo/noticia/sergio-belleza-sem-a-musica-nao-existiria-vida/?cHash=9e68750de5ba1bb3836c63c19b3e8e60
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Maria Gadu – Ne Me Quitte Pas – Legendado (vídeo)!

 

Imagem musical

Como inspiração musical, trago hoje Maria Gadu com a sua marcante interpretação de Ne Me Quitte Pas,  belíssima e famosa canção de autoria do belga Jacques Brel, lançada em 1959. 

Essa gravação, de fato contagiante, certamente contribuiu muito para a merecida projeção alcançada por Gadu.

Confiram o vídeo a seguir, em versão legendada, disponível no YouTube:

 

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Ética nas Redes Sociais

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A exemplo da postagem que fiz em 17 de outubro passado (https://obemviver.blog.br/2016/10/17/como-identificar-a-veracidade-de-uma-informacao-e-nao-espalhar-boatos/), vez por outra trago aqui algum texto sobre o significativo volume de boatos e de fraudes que toma conta das redes de comunicação que trafegam pela Internet. Há, sem dúvida, a necessidade de ampliarmos os cuidados para não estimular essa onda reprovável!

A propósito desse e de outros aspectos envolvendo comportamento ética no uso das redes sociais, reproduzo excelente e oportuno texto de José Augusto Varanda, colega e amigo, publicado na sua página no Facebook Ética e Organizações.  O texto dá ênfase para os ambientes de trabalho mas, com os devidos ajustes de contexto, tem ampla aplicação.

Recomendo a leitura, a seguir:

“Ética nas Redes Sociais

Felizmente hoje vivemos num País em que, a duras penas, conquistamos o direito à liberdade de expressão e de opinião, mas isso não quer dizer que podemos sair por aí ofendendo, caluniando, difamando ou mesmo levantado suspeitas sobre pessoas, produtos ou organizações sem que estejamos sujeitos a responder por isso, até mesmo judicialmente.

Ao longo de minha atuação em comissão de ética, não raras vezes fui procurado por alguém ofendido em decorrência de algo postado por um colega na rede de comunicação interna. Quando o presumido ofensor era questionado, também não raramente se mostrava surpreso e até mesmo irritado com a interpelação, por entender que apenas estava exercendo seu direito e que a comissão de ética não deveria ‘controlar’ as conversas em rede social. Isso mostra que nem sempre há clareza sobre os limites da celebrada liberdade de expressão. Era preciso explicar que não havia controle algum sobre a rede, mas que a comissão estava apenas cumprindo sua obrigação de investigar uma denúncia apresentada por alguém que se sentiu ofendido.

Estamos diante de um boom das redes de relacionamento. A cada dia surgem novas opções, às quais muitas pessoas logo aderem e passam a divulgar conteúdos de cunho pessoal e profissional. É preciso muita atenção. Ser ético nas redes sociais não é uma tarefa fácil e alguns cuidados precisam ser tomados, para que você não comprometa sua imagem perante seus amigos ou sua empresa.

A primeira questão que surge é o uso das redes sociais no horário de trabalho. As organizações lidam com isso de diferentes formas. Algumas bloqueiam totalmente ou parcialmente o uso da internet corporativa, mas ainda assim o acesso pode se dar por meio de equipamentos particulares. De qualquer forma, é importante que o profissional esteja ciente de que qualquer permissão implica em limites, uma vez que você está ali para trabalhar e não para passar o tempo nas redes ou pesquisando em sites que não tenham relação com o seu trabalho. Assim, se lhe for permitido fazer uso da internet durante o expediente, tenha sempre em mente que isso deve ser feito sem prejuízo de seu rendimento no trabalho. Sem dúvida alguma, a internet é uma ferramenta indispensável e o bom uso dela um grande aliado no desenvolvimento do seu trabalho, mas quem não o faz com bom senso e sabedoria acaba saindo perdendo.

Nesse contexto, você deve também evitar:

– Fotos em situações comprometedoras ou incompatíveis com sua imagem profissional, como aquela com cara de ébrio no churrasco de fim de semana. Os posts comemorando com muita ênfase a chegada da sexta-feira também podem indicar alguém insatisfeito com sua profissão;

– Relaxar no português. Muito embora as pessoas hoje em dia assumam uma postura mais liberal, já sendo bem assimilado o uso de gírias e abreviações, os excessos devem ser evitados. Mais uma vez cabe aqui o bom senso;

– Emitir opiniões radicais ou polêmicas, que possam ofender ou irritar pessoas de pensamento contrário ao seu. Pense bem antes de abordar um assunto dessa natureza. Se decidir, mesmo assim, fazer a postagem, tome muito cuidado com as palavras e fuja de posicionamentos que possam ser interpretados como racistas, preconceituosos ou xenófobos;

– Repercutir informações não checadas, principalmente quando ofensivas. Hoje, lamentavelmente, é muito comum a disseminação de informações falsas nas redes sociais, que podem comprometer irremediavelmente a imagem de alguém, de algum produto ou de uma organização. Se não há certeza é melhor não postar. Um bom roteiro para não cair nessa armadilha aparece resumido na foto abaixo;

– Discutir questões relacionadas a sua organização ou ao seu ambiente de trabalho fora dela(e). Essa sempre foi uma prática abominável desde os tempos em que era restrita às conversas de bar. Pegava muito mal, mas a repercussão não era assim tão grande. Agora, imagina o alcance disso nas redes sociais!

Em suma, trate de preservar não só a sua imagem mas, também, o seu emprego e a sua carreira!

Fonte – https://www.facebook.com/eticaeorganizacoes/
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