A leitura como tratamento para diversas doenças

Mais incentivo à leitura, trazido pela matéria que reproduzo abaixo, publicada no portal “saude.abril”, que vi referido em postagem feita no blog e-Redigindo. Muito bom esse reforço, com base em pesquisas e materializado pela publicação intitulada “Farmácia Literária”, dando conta de que a leitura traz cura para vários tipos de doença. Ou seja, livro no lugar de remédios!

No final do artigo, em acréscimo, você terá algumas dicas interessantes (e úteis) para saber lidar melhor com os seus livros, ou melhor, “Soluções para os dilemas de quem curte livros”.

Confira a seguir:

“A leitura como tratamento para diversas doenças

Aventuras, romances, dramas, comédias e fantasias dão um tremendo apoio na recuperação de condições físicas e psicológicas

ler-faz-bem-para-saude-e-bem-estarObras literárias auxiliam no combate a diversas doenças (Ilustração: Sérgio Bergocce/SAÚDE é Vital)
 

Imagine chegar ao consultório ou ao hospital com um incômodo qualquer e sair de lá com a prescrição de uma terapia intensiva de George Orwell, seguida de pílulas de Fernando Pessoa, emplastros de Victor Hugo e doses generosas de Monteiro Lobato. Você não leu errado: uma boa história ajuda a aliviar depressãoansiedade e outros problemas que atingem a cabeça e o resto do organismo.

Quem garante esse poder medicamentoso das ficções são as inglesas Ella Berthoud e Susan Elderkin, que acabam de publicar no Brasil Farmácia Literária (Verus). Redigida no estilo de manual médico, a obra reúne cerca de 200 males divididos em ordem alfabética. Para cada um, há dicas de leituras.

As autoras se conheceram enquanto estudavam literatura na Universidade de Cambridge. Entre um debate sobre um romance e outro, viraram amigas e criaram um serviço de biblioterapia, em que apontam exemplares para indivíduos que procuram assistência. “O termo biblioterapia vem do grego e significa a cura por meio dos livros”, ressalta Ella.

O método é tão sério que virou política de saúde pública no Reino Unido. Desde 2013, pacientes com doenças psiquiátricas recebem indicações do que devem ler direto do especialista. Da mesma maneira que vão à drogaria comprar remédios, eles levam o receituário à biblioteca e tomam emprestados os volumes aconselhados.

A iniciativa britânica foi implementada com base numa série de pesquisas recentes que avaliaram o papel das palavras no bem-estar. Uma experiência realizada na Universidade New School, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com o hábito de reservar um tempo às letras costumam ter maior empatia, ou seja, uma capacidade ampliada de entender e se colocar no lugar do próximo. Outra pesquisa da também americana Universidade Harvard apontou que leitores ávidos são mais sociáveis e abertos para conversar.

E olha que estamos falando de ficção mesmo. No novo livro não vemos gêneros como autoajuda ou biografia. “Eles já tinham o seu espaço, enquanto as ficções eram um recurso pouco utilizado. É difícil lembrar-se de uma condição que não tenha sido retratada em alguma narrativa”, esclarece Susan.

As autoras acreditam que é possível tirar lições valiosas do que fazer e do que evitar a partir da trajetória de heróis e vilões. “Ler sobre personagens que experimentaram ou sentiram as mesmas coisas que vivencio agora auxilia, inspira e apresenta perspectivas distintas”, completa.

As sugestões percorrem praticamente todas as épocas e movimentos literários da humanidade. A obra mais antiga que integra o livro é a epopeia O Asno de Ouro, assinada pelo romano Lúcio Apuleio no século 2, que serve de fármaco para exagero na autoconfiança. Há também os moderníssimos Reparação, do inglês Ian McEwan (solução para excesso de mentira), e 1Q84, do japonês Haruki Murakami (potente para as situações em que o amor simplesmente termina).

Disponível em 20 países, cada edição de Farmácia Literária é adaptada para a cultura local, com a inclusão de verbetes e de literatos nacionais. “Nós precisamos contemplar as obras que formaram e moldaram o ideal daquela nação para que nosso ofício faça sentido”, conta Ella. No caso do Brasil, foram inseridos os principais textos de Machado de Assis, Guimarães Rosa e Milton Hatoum, que fazem companhia aos portugueses Eça de Queirós e José Saramago.

Soluções para os dilemas de quem curte livros

Muitas obras em casa

Organize sua biblioteca a cada seis meses e doe as obras de que não gostou ou daquelas a que não chegou ao fim.

Esquecer o que já leu

Mantenha um diário de leitura e faça um breve resumo dos principais fatos para consultar quando houver necessidade.

Medo de iniciar um exemplar

Passe os olhos por trechos aleatórios de alguns parágrafos. Assim dá pra se ambientar e tomar coragem de vez.

Dificuldade de concentração

Reserve um espaço na sua agenda diária ou semanal para ler e ficar longe da televisão, do tablet e das redes sociais.

Recusa a desistir no meio

Insista por 50 páginas. Se a história não apetecer, parta para a próxima. Dê o livro a quem possa se interessar.

Tendência a desistir no meio

Você está dedicando poucos minutos à leitura. Fique uma hora (ou mais) para conseguir se envolver com o enredo.

Compulsão por ter livros

Compre um e-reader. Sem capas bonitas e formatos diferenciados, vai ficar menos tentado a levar a livraria inteira.

Intimidado por um livrão

Desmembre o catatau em pedaços menores. Dedique-se a um de cada vez. Acredite: logo todas as páginas serão finalizadas.

Vergonha de ler em público

Aposte nos livros digitais ou numa capa de crochê, pano ou plástico para esconder o título dos olhares curiosos.

Medo de terminar

Curtiu tanto que não quer chegar ao final? Veja filmes e leia resenhas para permanecer dentro do mesmo universo.

Fonte: 

A leitura como tratamento para diversas doenças

Anúncios
Publicado em Livros e leitura, Saúde | 2 Comentários

Como você pode manter ativas ou apagar coisas do seu cérebro – Novas descobertas!

É sempre intrigante a capacidade de processamento de tanta informação pelo cérebro humano. Diante disso, podemos inferir, facilmente, que para dar conta do que realmente interessa essa “máquina” executa processos de limpeza de muitas informações, organiza coisas etc. Vários estudos e divulgações vêm circulando cada vez mais a esse respeito. Entretanto, seria bom sabermos como evitar que coisas importantes sejam apagadas (ou deletadas) e, ao contrário, como mantê-las ativadas na mente para evitar os esquecimentos que naturalmente acontecem com todos nós.

E é exatamente sobre isso que nos dá notícia, com base em recentes resultados de pesquisas, o interessante artigo abaixo reproduzido, publicado no site B9. Além das diversas revelações e explicações trazidas no texto, observa-se que o sono tem papel essencial no processo de organização da mente (mais um reforço aí sobre a importância do sono)!

Ah, ao final da leitura, entendi porque sempre acordo antes de o despertador tocar, mesmo que seja pela madrugada, nas ocasiões em que tenho um compromisso indispensável, como, por exemplo, sair para o aeroporto, ou terminar uma tarefa urgente e importante para entregar logo cedo!

Confira o artigo a seguir: 

High-Angular-Resolution-Diffusion-Image-brain-2048×1152

Descubra como você pode “deletar” coisas do seu cérebro

A resposta, por incrível que pareça, está na hora de dormir

por Pedro Strazza

Todo mundo já deve ter passado pela experiência incômoda de ter esquecido algo importante de bobeira. De tarefas básicas e diárias como escovar os dentes e fazer as compras a compromissos mais sérios como encontros e reuniões, a memória de vez em quando é capaz de trair o ser humano nos momentos mais inesperados.

É possível, porém, controlar e separar o que exatamente vai se esvair da memória das informações que você quer que se mantenham vivas na sua mente. Em artigo assinado para a Fast Company, os escritores Judah Pollock e Olivia Fox Cabane contaram algumas das revelações feitas por pesquisadores científicos sobre o cérebro nos últimos tempos, que explicam entre outras coisas como o funcionamento do órgão está relacionado diretamente a este problema de memória enfrentado rotineiramente pelo indivíduo – e melhor ainda, como resolver este processo a seu favor.

Na publicação, os dois autores explicam que o cérebro funciona como uma espécie de grande jardim, onde “ao invés de flores, frutas e vegetais” existem conexões sinápticas crescendo entre os neurônios constantemente. Os “jardineiros” responsáveis por este campo são as células da glia, que tem como função acelerar os sinais entre determinados neurônios, mas entre elas há também as células micróglias cuja missão é a de remover quaisquer acúmulos que não estejam sendo utilizados já há algum tempo pelo cérebro. Estas últimas são as responsáveis por seu esquecimento, das fórmulas de matemática ou fatos históricos que você nunca mais usou na vida até aquele trabalho que você tinha que era pra entregar hoje ao seu chefe ou professor.

Até aí é beabá básico de neurologia, mas nisso tudo uma questão sempre intrigou a ciência: como diabos estas células sabem o que é e o que não é pra remover? A resposta definitiva para este mistério ainda não foi descoberta pela pesquisa científica, mas os cientistas já entenderam que as conexões sinápticas menos utilizadas pelo cérebro são marcadas quimicamente por uma proteína – a C1q, no caso – que, quando identificada pelas células micróglias, induz as exterminadoras a se alinhar e destruir aquela ligação. Como Pollock e Cabane bem colocam, é assim que o seu cérebro abre espaço físico na sua memória para que você seja capaz de aprender mais.

Mas em que momento do dia estas conexões são destruídas? Os pesquisadores afirmam que é na hora do sono que tanto as células do glial quanto as micróglias agem, pois depois de um longo dia de trabalho e estudo todo o aprendizado que o indivíduo teve é armazenado em ligações muito frágeis, ineficientes e que ocupam muito espaço no cérebro. É daí, inclusive, que vem aquela sensação de “cabeça cheia” que qualquer um pode ter, além da importância da soneca: quanto menos tempo dormindo você tiver, menos tempo o seu cérebro terá para fortalecer suas conexões entre neurônios e – por consequência – menos conhecimento aprendido você terá assimilado para os próximos dias.

É a partir daí que se pode resolver o problema da memória. Além da óbvia resolução “durma mais” – sonecas de 10 ou 20 minutos ajudam o processo de fortalecimento das conexões sinápticas -, Pollock e Cabane apontam que o que você pensa pouco antes de dormir (sabe, naquele momento em que você está deitado na cama contando carneirinhos) é o que tem mais chances de não ser marcado pela proteína e continuar vivo no seu cérebro na manhã seguinte. Assim, se você pensar muito mais na morte da bezerra ao invés da agenda do dia seguinte, muito provavelmente sua cabeça sairá do sono muito mais interessada em continuar a pensar na bezerra que no que é importante.

O truque então, passa por uma dinâmica básica de pensar no que é mais vital a você antes de dormir todo dia. Não precisa ser a única coisa (ninguém quer virar um workaholic estressado, é bom colocar), mas manter em mente os seus objetivos do dia seguinte ou as novas informações que você aprendeu nas últimas horas ajudam sua mente a guardar na memória os fatos importantes e eliminar dela o que é curiosidade inútil.

Se você estiver afim de ler o artigo e saber um pouco mais sobre os trabalhos de Pollock e Cabane, o link para o texto é este.

Fonte: http://www.b9.com.br/89967/descubra-como-voce-pode-deletar-coisas-do-seu-cerebro/

Publicado em Psicologia e comportamento, Saúde | 5 Comentários

“Os livros quebram os grilhões do tempo” – Uma feliz homenagem!

Hoje temos mais uma celebração importante. Neste 23 de abril se comemora o Dia Internacional do Livro. Claro, não poderia deixar de fazer alguma referência aqui a este amigo de todas as horas, querido e persistente – a essa fonte de conhecimentos devidamente formatada, também providencial passa tempo, que em diversas circunstâncias pode ainda funcionar como um abençoado refúgio -, conhecido, simplesmente, por livro!

E como tradução do quão importante é um livro, veja esta felicíssima definição feita pelo cientista e escritor norte-americano Carl Sagan (1934 – 1996), publicada no blog EntreMentes. Sensacional, ou melhor, genial:

“Que coisa surpreendente é um livro. É um objeto plano feito de uma árvore com partes flexíveis em que são impressos muitos rabiscos escuros engraçados. Mas um olhar para ele e você está dentro da mente de outra pessoa, talvez alguém morto há milhares de anos. Através dos milênios, um autor está falando claramente e em silêncio dentro de sua cabeça, diretamente para você. Escrever é talvez a maior das invenções humanas, unindo indivíduos que nunca conheceram um ao outro, cidadãos de épocas distantes. Os livros quebram os grilhões do tempo. Um livro é a prova de que os seres humanos são capazes de fazer magia.”

[ Cosmos, Parte 11: A Persistência da Memória (1980)]

Fonte: http://blogdopg.blogspot.com.br/2015/04/os-livros-quebram-os-grilhoes-do-tempo.html

Publicado em Livros e leitura | 1 Comentário

Árvore: a incrível máquina de fazer água (confira este vídeo impactante)!

Ainda a pretexto do Dia Mundial da Terra, celebrado ontem, trago o vídeo muito esclarecedor e impactante, que possivelmente será visto com surpresa por muita gente, com o título Eu Sou Água – A Máquina de Água, mostrando o incrível papel exercido pelas árvores de distribuir água no meio ambiente.

Com essa impressionante função, tão bem demonstrada no vídeo, fica reforçada a importância e a essencialidade de uma árvore. Espero, com essa divulgação, que um maior número de pessoas tenha conhecimento a esse respeito e, assim, tenhamos ampliados os mecanismos de proteção para as árvores e as florestas.

Com efeito, essas verdadeiras fábricas de chuva, reportadas no vídeo, promovem os fenômenos também conhecidos como “rios voadores”!

Vale a pena assistir e passar adiante. O curto vídeo, que foi publicado no YouTube por Google Brasil, tem duração de apenas 1:22. Confira a seguir: 

Publicado em Meio ambiente, Vídeos diversos | Deixe um comentário

Uma crônica especial para celebrar o Dia Mundial da Terra!

Resultado de imagem para dia mundial da terra 2018 Imagem: Calendarr

Entre tantas homenagens e datas marcantes instituídas por aí afora, a celebração deste 22 de abril é muito especial e mais do que merecida: Dia Mundial da Terra!

A homenagem foi criada em 1970, pelo senador norte-americano Gaylord Nelson. Transformou-se na maior manifestação ambiental do planeta, promovida pelas Nações Unidas. É, portanto, dia para conscientização sobre a importância da nossa mãe-terra, como tentativa de ver despertado o senso de proteção para os recursos naturais, ante as sucessivas agressões promovidas pela ação do homem.

Como marca e homenagem da data, divulgo a excelente crônica MÃE-TERRA, da escritora, poetisa e ambientalista Sandra Fayad, trazendo, em forma de diálogo, uma singela homenagem ao planeta e, ao mesmo tempo, fazendo registro de atitudes pouco zelosas por parte dos seus habitantes.

A crônica, adotada como roteiro para teatro, foi publicada no seu livro ANIMAIS QUE PLANTAM GENTE e está postada no seu site Proseando em versos (www.sandrafayad.prosaeverso.net).

Confira o belo texto, a seguir:

MÃE-TERRA

Sandra Fayad

– Alô, Mãe-Terra!
– Como vai, filha? Que bom que me ligaste!
– Estás ocupada?
– Sim. Mas não te preocupes. Posso interromper um pouco.
– Liguei para contar que hoje acordei com vontade de escrever uns versinhos para a
senhora. Quer ver?
– Ah, quero sim.

“Mais quente que Marte
Menos fria que Vênus
És da vida o baluarte
És a pátria dos terrenos.”

– Que lindo! Muito obrigada, filha.
– Mereces muitas homenagens por tudo o que nos tem dado e por todos os sacrifícios,
que só uma mãe dedicada é capaz de fazer. A propósito, como anda a tua saúde?
– Ih, esse assunto é pra mais de légua…
– O que foi? Tens mania de esconder as dores embaixo do Manto Inferior. Mas agora
quero que me contes tudo.
– São dores por toda a natureza, desde o pólo norte até o pólo sul. Cada dia, fico mais
destemperada. Ora me derreto de calor, ora me encolho de frio, independentemente
das estações. Às vezes, sinto muita febre. Vem lá do meu Núcleo Interno em direção à
Crosta. Ardo em brasas vulcânicas. Dizem os Raizeiros da Amazônia que estou
entrando na menopausa. Ando intoxicada com a poluição também. Sinto muita falta de
ar. Reclamei sobre essa fumaceira tóxica, mas os donos das indústrias contestaram.
Dizem que é frescura minha e que precisam produzir novos materiais a baixo custo,
para fazer a economia dos países crescer, enriquecer, progredir. Já não consigo
amamentar a fauna, nem nutrir as raízes da flora. Elas não estão se adaptando aos
sabores ácidos nem do meu leite doce ou salgado. Muitas espécies importantes já foram
extintas e outras estão em fase de extinção. Para completar, agora apareceram umas
alergias, que rasgam minha camada superficial, criando fissuras por toda Crosta.
Chamam isto de erosão. Estou fragilizada e feia, filha.
– Isso é grave. Você já consultou os Especialistas da Medicina?
– Alguns estão realmente preocupados – são filhos amorosos como tu. Querem eliminar
as influências externas que estão me prejudicando por dentro, querem fazer campanhas
a favor da vida, mas esbarram em tanta burocracia, em tantos interesses econômicos,
que muito pouco conseguem fazer. Outros enfiam suas cabeças em laboratórios de
pesquisa, para buscarem fórmulas químicas mágicas. Querem modificar minha
corrente sanguínea, controlar meu temperamento. Acham que minha força precisa ser
domada, moldada aos desejos dos grandes interesses internacionais. Coitados! Pensam
que sabem tudo sobre mim e que vão controlar meus sopros e espirros sobre mares e
montes ou os fluxos e refluxos das minhas marés. Se saio arrebentando tudo pela frente
e soltando faíscas por toda a parte, é porque não me respeitam. Não vêem que essas
reações são consequências dos seus erros do passado recente. Esquecem que sou eu a
mãe, a provedora das suas necessidades, a própria subsistência deles e de seus
descendentes.
– Já disseste isto a eles?
– Já lhes disse que se eu sucumbir, irão junto comigo. Já expliquei também que só
necessito de tratamento fitoterápico e que podem abandonar suas fórmulas mágicas,
pois nada substituirá o tratamento natural. Minha recuperação está nos cuidados com
meus pêlos verdes, minha crosta, meus minerais. Basta que os preservem e os usem
racionalmente.
– E o que responderam?
– Rebelaram-se. Disseram que têm planos para me depilar toda. Precisam viabilizar
obras gigantescas, como o túnel que vai da América do Norte à Europa. Querem
também esgotar a exploração de matéria-prima da minha crosta para construir mais
usinas, mais veículos, mais cidades. Estão loucos porque o petróleo está acabando.
– Fizestes algum exame de saúde?
– Sim. Fiz uma densitometria. Descobriram que minha estrutura mineral está bastante
comprometida, por causa do crescimento desordenado das cidades e do uso
inadequado do solo. Chamam isto de terrosteoporose. Os exames mostraram também
que o gás ozônio está me causando radiação ultravioleta, com lesões irreversíveis na
minha crosta, e queda da capacidade imunológica.
– Ainda assim, consegues trabalhar?
– Mais ou menos. Já não posso plantar onde estou e nem colho o que planto onde
consigo plantar. Os que pensam no seu futuro e, consequentemente, no dos seus
descendentes protestam a meu favor porque sabem que estão e estarão sempre ligados
a mim pelo cordão umbilical. Mas a grande maioria não se importa. Quer viver apenas
hoje. Comporta-se como se fosse imortal. Nem mesmo com as gerações futuras quer
compromissos. Eles dizem que quando eu não servir mais para nada, vão se mudar
para outro planeta. Estão de olho em Marte.
– Mas lá não é muito frio?
– É. Mas estão procurando um jeito de torná-lo habitável. Vê como são as coisas! Passei
milênios dando-lhes o pão de cada dia e eles não reconheceram a minha dedicação e o
meu desprendimento. Nunca me disseram: – Muito obrigado, Mãe-Terra. Ao contrário,
agiram como filhos ingratos e insaciáveis. Sempre acharam pouco o que eu lhes
oferecia. Extraíram de mim o que eu tinha de melhor. Destruíram gerações e gerações
da minha fauna e da minha flora. Fiquei pobre e doente. Quando meu estômago
começou a se revirar, com enjôos pelas porcarias que me fizeram engolir, comecei a
vomitar. Vomitei e ainda devo vomitar muito mais detritos e lavras. Estou muito
desgostosa e cansada. Talvez seja melhor mesmo que saiam da barra da minha órbita.
Quem sabe, depois disso, eu ainda tenho alguma chance de me recuperar?
– Não fica assim tão triste, Mãe-Terra! Olha, nós, poetas, estamos preparando uma festa
especialmente para ti. Vamos protestar veementemente contra os maus-tratos dos
nossos irmãos, trabalhar para abrir-lhes os olhos, provocar mudanças significativas.
– Obrigada, filha.
– Não há de quê. É minha obrigação. Bem, para encerrar esse telefonema, aí vai mais
um versinho para alegrar tua noite:

“ Dorme em paz, Mãe-Terra querida
Que a deusa Gaia te mostre, em sonhos,
O resgate nos teus filhos do respeito à vida
E devolva à natureza seres risonhos”.

Confira a publicação original – https://rl.art.br/arquivos/5193087.pdf?1428459747

Publicado em Livros e leitura, Meio ambiente | 4 Comentários

Românticos – Vander Lee – Que astral inspirador!!!

Para nossa inspiração musical neste sábado, volto com o genial Vander Lee (1966 – 2016), cantor, violonista e compositor mineiro, estimulado pela excelente palestra sobre Autoconhecimento que assisti anteontem, aqui em Salvador, Bahia. O artista foi mencionado, com absoluta pertinência, ao ser destacada a importância da música no processo de autoconhecimento e do despertar da consciência.

A sua obra deixou marcas para muitas gerações, não tenho dúvida. A sua presença no nosso cenário musical, ainda que efêmera, contribuiu efetivamente para o objetivo acima referido, pelo teor das mensagens trazidas em cada uma das suas composições. Ao ouvi-lo, assim como acontecia comigo, o público em geral entrava em uma sintonia mais elevada, inspiradora, de paz, de introspecção, que despertava boas emoções. Ele faz muita falta e isso está aí bem evidente!

Assim, como mais uma reverência ao memorável Vander Lee, e para matar saudade, selecionei vídeo com um dos seus maiores sucessos, a canção autoral Românticos, que é faixa do DVD ‘Pensei que fosse o céu’, publicada no YouTube por Dj Mário. Entre no clima do show, sinta a participação do público… De arrepiar!

A seguir:

Publicado em Músicas | 5 Comentários

12 frases que arrepiam as pessoas que encontraram o sentido de suas próprias vidas

Para esta sexta-feira, algumas frases inspiradoras, a respeito de viver por um propósito, de estar a serviço de uma missão, ou, em outras palavras, de fazer o que lhe dá sentido, que acredito possam fortalecer a sua convicção sobre esse lema de vida. Confiram nesta publicação que encontrei no site “CONTI outra”, a seguir:

12 frases que arrepiam as pessoas que encontraram o sentido de suas próprias vidas

Por oatawa/shutterstock

Eu acredito que o verdadeiro sentido da vida é encontrar nela um sentido. Assim o fazem as pessoas que descrevem-se como mais felizes e realizadas.

Abaixo, uma seleção de 12 frases que arrepiam as pessoas que encontraram o sentido de suas próprias vidas.

1- “Se alguém varre as ruas para viver, deve varrê-las como Michelângelo pintava, como Beethoven compunha, como Shakespeare escrevia.”
Martin Luther King

2- “Um homem verdadeiro faz o que quer, não o que deve.”
George R. R. Martin

3- “O homem que não está disposto a morrer por uma causa não é digno de viver.”
Martin Luther King

4- “O sentido da vida é estar vivo. É tão claro, tão óbvio e tão simples. Mesmo assim, todo mundo não para de correr em pânico, como se fosse necessário conseguir alguma coisa além de si próprio.”
Alan Watts

5- “É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo.”
O Pequeno Príncipe

6- Georgette: “A vida é bela, apesar de tudo.”
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

7-“Só os que se arriscam a ir longe demais são capazes de descobrir o quão longe se pode ir.”
T. S. Eliot

8- “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”
Oscar Wilde

9- “Não iremos a parte alguma se não formos capazes de correr o risco de fracassar. Logo então percebemos que o sucesso dependerá em grande parte da nossa persistência diante de questões que nos parecem muito difíceis. Aqueles que forem mais determinados e não desistirem com tanta facilidade ante os obstáculos da vida terão maiores chances de ser os mais bem-sucedidos na atividade a que se dedicarem.”
Flávio Gikovate

10- “Não gosto da vida em banho-maria, gosto de fogo, pimenta, alho, ervas. Por um triz não sou uma bruxa.”
Martha Medeiros

11- “Sua tarefa é descobrir o seu trabalho e, então, com todo o coração, dedicar-se a ele.”
Buda

12- “Se você já construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles. Estão onde devem estar. Agora, dê-lhes alicerces.”
Henry David Thoreau

Fonte: https://www.contioutra.com/12-frases-que-arrepiam-pessoas-que-encontraram-o-sentido-de-suas-proprias-vidas/http://

Publicado em Frases célebres, Motivação e crescimento humano | 4 Comentários

Dicas e princípios de Marie Kondo para uma vida mais organizada e feliz!

Falando de viver bem, a partir do ambiente físico que nos ronda, trago hoje uma importante reflexão, talvez uma filosofia de vida, com base em alguns princípios fáceis e lógicos de organização, com tom minimalista (menos consumismo), de acordo com a especialista japonesa Marie Kondo

Viver de maneira organizada, racional e descomplicada é um facilitador. A meu ver isso faz todo sentido. Aliás, o olhar para a importância de se manter a organização dos ambientes de trabalho, preconizada pelos japoneses há bastante tempo, veio com muita força para o Brasil no início dos anos 1980, no método denominado “5S”, que integrava o movimento do Programa de Controle da Qualidade Total, do inglês TQC.

Portanto, creio que essas dicas de Marie Kondo poderão ser úteis para muita gente, quem sabe para você, em especial, até porque o método promete contribuir para a qualidade de vida de uma forma mais ampliada, incluindo o trabalho/a carreira e os relacionamentos em geral.

Confira a interessante matéria, publicada no site EL PAÍS.Brasil, que reproduzo a seguir:

“Marie Kondo também quer colocar seu trabalho em ordem

Guru da organização mais famosa do mundo em breve estreará um reality show na Netflix.

Ela propõe que apliquemos seu método KonMari também na vida profissional

Marie KondoMarie Kondo vai além da nossa casa e também nos ensina a manter nosso trabalho em ordem.

Para milhões de pessoas, Marie Kondo tornou-se a grande profeta do século XXI por nos ensinar a fazer algo que, em teoria, todos deveríamos saber sem precisar de instruções: manter nossa casa em ordem. Essa especialista japonesa em organização pessoal garante não só possuir a fórmula para alcançar o objetivo, como também promete que, se aplicarmos seu método, o chamado KonMari, seremos muito mais felizes e frearemos nossos desejos consumistas. O minimalismo nos libertará.

Atualmente, Marie Kondo está gravando os oito episódios que farão parte da primeira temporada de seu reality show. No estilo de Dog Whisperer, a especialista adestrará, na disciplina da ordem, os moradores de vários lares que estão transbordando na área de Los Angeles, segundo o anúncio que a própria Kondo fez no Instagram.

Seu método é baseado em uma única pergunta: “Isso me faz feliz”? Se a resposta for afirmativa, manteremos esse objeto em nossa vida. Caso contrário, teremos que doá-lo ou jogá-lo fora. Se uma estratégia simples e eficaz redefine nossa maneira de nos relacionarmos com o material, é possível aplicá-la a outros tipos de desorganização não material, como a carreira profissional ou relacionamentos? Como a própria empresária escreve em uma coluna para o The New York Times, a resposta é sim. Simplesmente é preciso saber como.

Tokimeku. O conceito central de todo o trabalho da guru é uma palavra japonesa que significa “aquilo que traz alegria”. “Compreender e aceitar o Tokimeku em meio a um mundo confuso e desorganizado nos permitirá esclarecer nossos ideais e nos ajudar a ganhar confiança em nossa capacidade de levar uma vida produtiva e desenvolver um senso de responsabilidade em relação aos que nos rodeiam”, escreve em seu artigo para o jornal nova-iorquino.

Constância no método. Caso aplique o método KonMari para organizar sua casa, continua, “com o tempo sua capacidade de identificar o que vale a pena manter se estenderá para outras áreas. Avaliar constantemente se os pertences de sua vida despertam alegria permite que você aperfeiçoe seu julgamento”.

Sem remendos. “Só há uma maneira de escapar da espiral negativa da desorganização: organizar de forma eficiente tudo de uma vez, o mais rápido possível, para criar um ambiente perfeito e livre de desordem”, explica no livro A Mágica da Arrumação. Essa recomendação também é válida para trabalho ou relacionamentos. Trata-se, mais uma vez, de não procrastinar.

Visualizações. Também no livro, Kondo sugere: “Comece identificando seu objetivo. Reserve um tempo para pensar sobre isso com cuidado. Tal coisa implica visualizar seu estilo de vida ideal”. Embora em seu livro se refira à limpeza do lar, as palavras são extrapoláveis porque, segundo a guru, a organização é um diálogo que uma pessoa tem consigo mesma, e o significado de “aquilo que traz alegria” depende de cada um.

Tudo à vista. “Antes de começar a decidir o que te faz feliz, primeiro é preciso conhecer verdadeiramente os problemas que enfrenta”, afirma a autora. O primeiro passo do método de limpeza KonMari é colocar, em um só lugar e à vista, tudo o que queremos organizar, sejam todas nossas roupas ou todas nossas obrigações. Escrever uma lista de tudo o que temos que fazer em nosso trabalho é uma excelente ideia para ter uma visão global. Segundo Kondo, todos seus clientes se surpreendem com a quantidade de objetos que possuem. Ela atribui isso ao fato de que escondemos a desordem nos armários, assim como escondemos nossas emoções. “Todas as vezes que minha mente fica confusa e me sinto sobrecarregada, imediatamente pego um caderno. Escrevo todas as emoções que sinto e as possíveis razões por trás delas em uma página em branco”, diz no The New York Times.

Soluções concretas. Uma vez que tenhamos identificado os problemas, continua, temos que anotar soluções específicas. “Para cada problema, atribua uma ação específica concreta, como “entrar em contato e consultar um profissional” ou “responder imediatamente com um e-mail”. Essas ações devem ser as mais claras e específicas possíveis. De fato, o objetivo final da organização é resolver o estado de desordem e impedir sua repetição”, afirma. Quando terminarmos esta lista, apenas será preciso “executar serenamente essas tarefas”. Kondo tem uma lista de assuntos pendentes em sua agenda. “Cada vez que concluo uma tarefa, vou ‘ticando’ ao lado. À medida que vou completando as tarefas uma a uma, sinto uma alegre sensação de leveza. Parece simples, mas este é exatamente o momento que me traz alegria.”

Separar por categorias. Uma das novidades em matéria de organização sugerida por Kondo é seu conselho de não organizar por cômodos, mas por categorias: primeiro roupas, depois livros e objetos variados e terminar com pertences de valor sentimental. De acordo com a autora, ninguém melhor que você para estabelecer essas categorias no trabalho, mas seria possível agrupar os e-mails e telefonemas pendentes em um intervalo de tempo limitado; programar todas as reuniões no mesmo dia; dedicar apenas uma tarde por semana à preparação de relatórios…

Descartar. Se falamos de objetos materiais, o método KonMari leva seus seguidores a se livrar de mais da metade de seus pertences, depois de verificar que eles não trazem felicidade. Aplicá-lo no trabalho e na vida é eliminar pessoas e obrigações que não nos fazem felizes; estarmos rodeados apenas por aquelas que nos trazem felicidade.

Gratidão. Antes de nos despedirmos de algo ou alguém, Kondo aconselha agradecer em silêncio o serviço que nos prestaram. No escritório, isso pode significar dizer não para um evento, mas agradecer por ter sido convidado.

Fontehttps://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/18/cultura/1524081690_126076.html

Publicado em Educação, O ser humano no contexto das organizações, Saúde | 2 Comentários

Projeto ‘Just be here with me’ – Que tal estarmos mais presentes no dia a dia?

Volto a refletir sobre o modo de viver dos dias atuais, das multitarefas e ao mesmo tempo da dispersão, das conexões tecnológicas e interação em redes sociais na maior parte do tempo, da avalanche de informações que recebemos ou acessamos. No afã de não perdermos esse mundo de conhecimento e múltiplas informações disponíveis, acabamos sem tempo, ou foco, para questões essenciais, para cuidar de alguns aspectos que podem proporcionar mais efetivamente a evolução pessoal e um viver com qualidade e felicidade autêntica. 

E para chamar a atenção sobre isso – sobre esse déficit de presença e de cuidado em relação a seres e coisas importantes para cada um de nós, numa rotina de “ausência” que vai ganhando corpo e que nem nos damos conta -, reproduzo a oportuna publicação feita no blog “Dharmalog.com”, a respeito do singelo e inspirador projeto Just be here with me (Apenas esteja aqui comigo) e da sua Petição de Presença.

Leia, reflita e quem sabe você encontrará um tempinho a mais para estes detalhes… (a seguir):

“Just be here with me: o poema que é uma “Petição por Presença” em tempos de dispersão

Essa semana “esbarrei” no projeto interessante que está rodando a Internet, capitaneado por um poema-manifesto intitulado “Just Be Here With Me” — ou “Apenas Esteja Aqui Comigo“, em português (imagem mais abaixo neste post, que foi compartilhada em várias páginas, inclusive nas redes do Dharmalog – Facebook e Instagram). O poema se intitula também uma “Petição Por Presença“, sendo muito feliz ao elencar elementos e experiências que temos durante todo o dia, durante a vida, em vários momentos, que tem imenso valor (apenas por serem o que são), mas que por distração ou desatenção deixamos passar, como se fosse uma coisa qualquer, e que podem acabar até sendo relegadas a segunda plano (ou a terceiro, quarto etc…). O projeto foi criado pela professora de yoga Morgan Day Cecil, que explica o seguinte:

O projeto foi criado para ajudar todos nós a reinvestir parte daquele precioso tempo e atenção que normalmente gastamos nas redes sociais para outras partes da vida – especificamente para as pessoas e projetos que fazem nosso coração vibrar. Respire fundo e acalme-se. Ouça profundamente. Você ouve isso? Alguém (uma criança, uma esposa, talvez um velho amigo) ou algo (um projeto criativo, uma nova aventura, a vida lá fora) pode estar sussurando, apenas esteja aqui comigo.
— Morgan Day Cecil, Just Be Here With Me

Ao contrário de algumas outras iniciativas que rodam a Internet contendo algum tipo de mensagem saudável por mais presença, essa não condena as redes nem o uso do tempo para as coisas online. “Este projeto não é para sentir culpa sobre a vida online, mas sobre nos dar todo tempo e espaço para ouvir e responder  aos sussurros em nossa vida”.

O poema segue traduzido abaixo, numa tradução livre feito por este blog:

Petição por Presença:

APENAS ESTEJA AQUI COMIGO.

Assinado: A Lua. As estrelas. O verão. Sua xícara de café ainda quente. Sua filha. Seu filho. Seu amor. Seu coração. A grama verde. As flores selvagens. As águas em que você tanto quer nadar. A cor amarela. A cor azul. Seu poema favorito. Seu cobertor favorito. O vento no seu cabelo. As ondas do mar. O ar da montanha. Seu pai. Sua mãe. A chuva. O cone de sorvete. A manteiga derretendo com alho na frigideira. O atendente da mercearia com olhos tristes e gentis. Cartões postais esperando para serem enviados. O esquilo da cidade. O esquilo do país. Júpiter. O álbum de fotos. O rosário da sua avó. Sua música favorita. Papel e caneta. Seu melhor amigo. O dinheiro na sua carteira. O garfo na sua mão. Pincéis e tintas. A postura do cachorro. A cor turqueza. O quase invisível tom de rosa. Deus. O horizonte. A terra sob seus pés. Seu projeto de paixão. A sombra de uma árvore gigante. Este momento, aqui e agora. Seus ossos. Sua gargalhada de doer. Sua respiração. Sua respiração. Sua respiração.

Para participar, siga as instruções como estão sugeridas na página do Just Be Here With Me, ou simplesmente compartilhe com seu comentário ou intenção livre. Você também pode assinar o projeto com seu nome e endereço do seu site.

Abaixo, três imagens que podem ser compartilhadas (em inglês). E no início deste post, uma imagem personalizada feita pelo Dharmalog (em português).

Fonte: http://dharmalog.com/2017/11/23/peticao-por-presenca/

Publicado em Meditação e Espiritualidade, Motivação e crescimento humano | Deixe um comentário

“Envelhecer Sem Vergonha” – Veja este vídeo e você poderá ter surpresas sobre idade e velhice!

Em tempos de longevidade, de expectativa de vida que seguirá aumentando, é necessário pensar sobre o significado de envelhecimento, de aposentadoria e, claro, rever crenças e paradigmas equivocados.

Quem acompanha meus textos e publicações tem percebido, não é de hoje, o ponto de vista defendendo que a idade que conta mesmo, para valer, é a idade da mente (ou idade psicológica). Idosos podem manter a jovialidade, a despeito dos anos já vividos, da idade formal ou cronológica. O contrário também é verdadeiro. Não é raro encontrarmos pessoas ainda jovens aparentando envelhecimento (mental e biológico) bem mais avançado. Argumentos e evidências nesse sentido são cada vez mais divulgados!

Sobre isso, trago hoje um vídeo muito bacana, mostrando o resultado de excelente campanha – e pesquisa – realizada aqui no Brasil por um dos mais conceituados laboratórios farmacêuticos do mundo, intitulada Envelhecer Sem Vergonha, com o intuito de promover reflexão sobre o envelhecimento.

Ao publicar o vídeo no YouTube, o Laboratório registrou que a referida campanha pretende…

“estimular uma visão mais positiva e otimista sobre o tema, provocando uma mudança de atitude e incentivando o público de todas as idades a ter uma vida saudável, plena, feliz e sem qualquer tipo de vergonha.”

Gostei bastante da campanha, por trazer oportuna e impactante contribuição neste momento em que o fenômeno da longevidade está no foco das atenções. Assim, considero tratar-se de um trabalho meritório e alentador, sobretudo considerando que a população de idosos seguirá crescendo cada vez mais!

Creio que o vídeo poderá lhe trazer algumas surpresas. Assista-o atentamente, reflita e tire as suas conclusões. A meu ver, esse é o tipo de conteúdo que merece amplo compartilhamento. Afinal, velho quem???

Confira a seguir:

Publicado em Educação, Psicologia e comportamento, Saúde | 4 Comentários