Neuroliderança: um processo para máxima performance

Vamos falar hoje de um grande – e crescente – desafio, para líderes e organizações em geral, que é conseguir melhorar o nível de envolvimento, satisfação e produtividade das pessoas no ambiente de trabalho, considerando a realidade dos dias atuais, os novos paradigmas e exigências trazidas pelos próprios trabalhadores, notadamente aqueles das gerações mais recentes.

Para tanto, reproduzo artigo muito interessante, “Neuroliderança: um processo para máxima performance”, publicado no site administradores.com, trazendo o chamado “Ciclo da Excelência”, uma abordagem que utiliza princípios de algumas áreas de estudos, sobretudo a neurociência. Temos aí um bom conjunto de pontos importantes para o aprimoramento da gestão de talentos e, melhor ainda, muitas dicas que poderão lhe trazer sustancial ajuda!

Leia a seguir: 

“Neuroliderança: um processo para máxima performance

O ambiente de trabalho atual parece uma panela de pressão. Em meio a um grande influxo de informações, demandas intermináveis e stress sem precedentes, os gestores podem utilizar o “Ciclo da Excelência”, um processo de 5 passos para aumentar o desempenho e a produtividade dos colaboradores.

Marco Morsch

O ambiente de trabalho atual parece uma panela de pressão. Até mesmo as pessoas mais talentosas lutam para se sobressair em meio a grande influxo de informações, demandas intermináveis e stress sem precedentes. Com isso, o trabalho dos gestores se tornou ainda mais difícil e desafiador. Como, neste ambiente de elevada competição e stress econômico, podemos fazer a equipe brilhar no seu ápice e obter máxima performance?

Nossos estudos mostram que isso pode ser obtido por meio da neuroliderança. No curso de extensão universitária, “Neuroliderança: nova abordagem para gestão de alta performance“, temos analisado como a neurociência aplicada à gestão pode ajudar os gestores a obter o melhor de seus colaboradores, encontrando e lapidando o brilho em cada membro da equipe e inspirando-a a lutar por mais.

Pesquisas recentes da psicologia e neurociência tem fornecido aos gerentes novas ferramentas para ajudar seus colaboradores. Assim como Daniel Goleman utilizou a neurociência para explicar a inteligência emocional dos gestores, o professor da Harvard Medical School, Edward M. Hallowell, utilizou os conceitos da neurociência para explicar a máxima performance e fornecer aos gerentes um método prático para extrair o melhor de suas equipes.

Até recentemente, os cientistas acreditavam que o cérebro se mantem relativamente fixo na fase adulta, mas descobertas recentes mostram que o órgão possui grande elasticidade, isto é, pode “crescer e mudar” durante toda a vida. Como gestores, podemos tirar vantagem desta capacidade do cérebro e criar oportunidades para as equipes “brilharem” no trabalho por meio do método “Ciclo da Excelencia”.

O “Ciclo da Excelência” envolve cinco passos que os gerentes podem utilizar com qualquer trabalhador em qualquer situação. Se os gerentes conseguirem ajudar as pessoas a utilizarem novas tecnologias de forma adequada e equilibrarem suas vidas ao invés de se tornarem ocupadas como loucas, então elas vão poder se conectar de forma positiva e útil.

A seguir, sintetizamos o processo dos cinco passos para máxima performance:

1. Seleção: coloque a pessoa certa no lugar certo

Uma seleção eficaz envolve prestar atenção a três áreas: o que as pessoas gostam de fazer, o que elas fazem melhor e quais tarefas ou funções trazem mais benefícios para sua organização. De acordo com pesquisas recentes, um terço dos funcionários sente que “chegou a um beco sem saída em seus trabalhos”. Muitas vezes isso acontece porque eles nunca encontraram o trabalho certo. Quando alguém está na posição errada, mesmo que trabalhe duro, sua chance de sucesso é limitada. Em vez disso, ajude seus colaboradores a encontrarem a sua paixão.

É responsabilidade dos gestores observarem as pessoas que “não se ajustam” aos cargos. Se alguém se queixa muito, nunca se sente animado ou alegre ou nunca parece totalmente engajado, o gerente deve reconhecer esses comportamentos como sinais de alerta. Assim, cabe a você ajudar essas pessoas a encontrarem um trabalho onde elas se encaixam de acordo com seu jeito de ser.

Comece com entrevistas focadas discutindo sobre adequação ao trabalho em várias direções. Pergunte o que as pessoas fazem de melhor e mais gostam de fazer. Faça com que enumerem habilidades das quais têm orgulho, as habilidades que desejam construir e quais talentos ainda não estão desenvolvidos. Peça-lhes para listar habilidades que melhoraram ao longo do tempo, habilidades as quais elas não têm trabalhado e aquelas que lhes faltam e que bloqueiam seu caminho. Mude a perspectiva: pergunte o que elas não querem fazer e que lições e valores sobre o seu trabalho passariam aos seus filhos.

Use as informações desta conversa para ajudar as pessoas a encontrar os lugares certos. Observe os seus estados emocionais e pergunte como elas se sentem em relação ao trabalho. Trabalhadores que são desafiados, mas não possuem as habilidades adequadas tendem a ficar ansiosos. Pessoas com grandes habilidades, mas sem desafios relaxam e não se envolvem. O “fluxo” acontece quando uma pessoa com habilidades bem desenvolvidas está absorvida em um trabalho desafiador.

É possível também proceder à seleção avaliando o “estilo conativo” de um colaborador. Conação é a maneira como as pessoas naturalmente resolvem problemas. Todos usamos uma abordagem inata para descobrir as coisas, até mesmo um bebê com seus brinquedos. As pessoas estabelecem prioridades com base na sua abordagem conativa.

Existem quatro estilos conativos igualmente válidos: “Investigador, Estruturador, Intuitivo e Implementador”. Dentro de cada estilo, uma pessoa pode ser “resistente, insistente”, ou na posição intermediária e pode sentir-se mais ou menos confortável com determinadas exigências. Os Investigadores precisam de dados e fazem muitas perguntas. Alguém forte na estruturação é bom em programar e executar planos de forma organizada. Um intuitivo inova e assume riscos. Os intuitivos no nível insistente são empresários naturais, enquanto que os implementadores insistentes são bons em “colocar a mão na massa”. A maioria dos gerentes se ajusta e trabalha bem com os vários estilos.

2. Conexão: a etapa mais poderosa

Os colaboradores pouco engajados se sentem muitas vezes distantes das outras pessoas, da organização e de seus empregos e isso drena a energia deles. Eles até trabalham, mas apenas para “cumprir tabela”, por parecer que seu esforço não importa e ninguém se preocupa com isso. Um bom gestor pode reverter essa desconexão, criando links entre os indivíduos e as ideias, pessoas e organizações que os estimulem e eliminando os obstáculos à conexão. Esse senso de conexão conduz à excelência e ajuda as pessoas a produzirem melhor. As pessoas florescem porque se conectam e é provável que devam isso a alguém que desempenhou um papel formativo nas suas vidas.

Todos se beneficiam quando há conexão, de acordo com os cientistas que estudam as vantagens das redes sociais. Eles descobriram que quando alguém com quem você está realmente conectado fica mais feliz, você também fica (as conexões eletrônicas não contam). Então, se você expressar sua felicidade, as pessoas que trabalham para você vão ficar mais felizes e trabalhar de forma mais produtiva. Não é possível fingir a felicidade, mas é possível cultivá-la e praticá-la. Para combater o medo natural no local de trabalho, diga às pessoas que podem cometer erros. O medo mina a produtividade porque rompe as áreas do cérebro responsáveis pelo riso, criatividade e empatia.

Procure tornar o local de trabalho mais conectado. Converse com as pessoas, mostre interesse genuíno e partilhe experiências. Reserve tempo para que conheçam uns aos outros. Preste atenção no que seus funcionários estão fazendo. Organize reuniões e ofereça refeições leves para que as pessoas relaxem e socializem. Para diminuir o estresse, incentive intervalos e pense em como tornar o local de trabalho mais acolhedor.

3. Atividades lúdicas desenterram talentos e ideias

O senso de diversão inato é essencial para a máxima performance. Todas as ações genuinamente criativas têm um elemento lúdico, que ajuda a conectar as pessoas e reduz o estresse. Trabalhar como máquinas de forma regrada pode ser produtivo em uma fábrica de antigamente, mas não vai ajudar você a se adaptar e inovar no mercado atual. Para promover o “brincar”, faça perguntas abertas para ativar o pensamento.

Anime o seu local de trabalho com dias especiais, como por exemplo, o “O dia do visual brega”. Forneça um ambiente acolhedor e muitas ferramentas para dar asas à criatividade, como quadros brancos, marcadores e mesas para conversas em grupos. Permita flexibilidade; incentive a criatividade através de um passeio ou brincadeiras.

Quando você brinca, o seu cérebro segrega maior quantidade de BDNF (fator neurotrópico derivado do cérebro), uma proteína que promove o crescimento do nervo cerebral. Atividades lúdicas ativam a amígdala cerebral, que ajuda a controlar suas emoções e impele a atividade do córtex pré-frontal, o centro das “funções executivas”. Esta parte do cérebro planeja, prioriza e controla outras habilidades que são fundamentais no negócio.

 4. Com unhas e dentes: fazendo o trabalho valer a pena

Este passo mostra como os gestores podem criar condições aonde as pessoas queiram trabalhar mais e melhor, e porque fazer progresso em uma tarefa importante e desafiadora podem transformar colaboradores comuns em super craques.

As pessoas querem progredir e crescer através do trabalho, mas primeiro têm de estar no lugar certo, conectadas e envolvidas com atitude criativa. Ajude-as a lidar com seus principais desafios e encontrar soluções. Muitos não conseguem se desligar das distrações mais comuns para que possam se concentrar. Estas pessoas precisam de você para ajudá-las a lidar com o estresse.

Para darem o melhor de si, precisam da quantidade certa de desafio (o estresse bom) e não do medo e ansiedade. Seu trabalho é fornecer o estresse bom e eliminar o estresse ruim, facilitando a concentração. Monitore os colaboradores para se certificar que eles não se sentem frustrados. Mostre a sua “garra” para que tenham um bom modelo de trabalho.

Elimine o medo do local de trabalho. A ajuda para que as pessoas se conectem e desenvolvam ambientes e rotinas de trabalho produtivas deve ser personalizada, individualizada e amigável.

5.  Todos podem brilhar: o reconhecimento constrói atitudes

Para que as pessoas brilhem no trabalho, é preciso reconhecer seus esforços. Este reconhecimento pode ir desde uma palavra informal de agradecimento a um bônus ou uma celebração formal. Como as outras etapas do “Ciclo da Excelência”, isso pode parecer simples, mas o reconhecimento tem seus desafios. Como se deve equilibrar o elogio? Como lidar com os bajuladores ou aqueles que só querem aparecer?

Comece com o básico: foque nos elogios ao invés de se concentrar nos erros ou equívocos. Em seguida passe à observação: sem alarde, preste atenção no que os colaboradores fazem bem feito e reconheça verbalmente. Isto constrói conexões, fidelidade e ética. Estudos afirmam que um em cada seis trabalhadores se sente “não reconhecido, incompreendido, desvalorizado e geralmente desconectado”. Recompense os méritos. Um programa de reconhecimento sistemático pode evitar este problema e integrar o seu pessoal.

Construindo estes cinco passos, você estará aumentando a performance e produtividade de sua equipe, além de fazer cada membro se sentir um super craque e brilhar no ambiente de negócios.

Publicado em – http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/neurolideranca-um-processo-para-maxima-performance/103007/
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A CIÊNCIA CONSTATA: NADA É MATERIAL, TUDO É VIBRAÇÃO…

Resultado de imagem para tudo na vida é vibraçãoImagem – Portal Holus

Selecionei para hoje rico, impactante e revelador texto, extraído de livro de Gregg Braden, pesquisador e escritor norte-americano de literatura New Age, trazendo resultado de estudos e de recentes descobertas da ciência confirmando que somos energia e vibração e que essas forças são resultantes dos nossos pensamentos e sentimentos. O texto, publicado no blog Abra Sua Mente Antes da Boca, guarda coerência com o que afirma o doutor Deepak Chopra, em seu livro CORPO SEM IDADE, MENTE SEM FRONTEIRAS, ao qual já fiz referência aqui no blog, além de novas e sucessivas descobertas no contexto da física quântica.

Leia a seguir e reflita, na expectativa de que este importante conteúdo lhe proporcione insights positivos, sobretudo no que respeita à sua saúde física, mental e espiritual!!!

“A CIÊNCIA CONSTATA: NADA É MATERIAL, TUDO É VIBRAÇÃO…

Experimento: Nossos sentimentos alteram nosso DNA

Os experimentos de Gregg Braden que demonstraram que nossos sentimentos alteram nosso DNA

A ciência já provou através da física quântica que somos energia e que estamos todos conectados através de nossa vibração.

Durante muito tempo achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo era feito de matéria. Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo, então achava-se que o núcleo que é muito pequeno seria material.

Esta idéia caiu por terra quando através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas uma energia condensada, não é matéria.

Mas se tudo o que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então…

No nível ultramicroscópio, nada é material, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada.

Vivemos num universo de vibração e nossos corpos são feitos a partir da vibração da energia que emanamos constantemente.

O que você pensa sobre o seu corpo e a sua saúde???

Então já que a ciência atual consegue provar através da teoria quântica que pensamento é energia, que toda energia tem uma vibração e que a vibração cria o mundo material, nossos corpos e todo o restante ao nosso redor foi e continua sendo criado através das nossas mentes coletivas.

EXPERIMENTO 1

Neste experimento foi recolhida uma amostra de leucócitos (glóbulos brancos) de vários doadores. Estas amostras foram colocadas em uma sala com um equipamento de medição das alterações elétricas. Neste experimento o doador era colocado em outra sala e submetido a “estímulos emocionais” provocados por vídeos que lhe causavam emoções.

O DNA era colocado em um lugar diferente do doador, mas no mesmo prédio.

O doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava alterações emocionais (medidas em ondas elétricas) o DNA visualizado através de microscópios MUITO potentes expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS E SIMULTÂNEAS. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

O objetivo era saber a que distância poderiam estar separados o doador do seu DNA para que o efeito continuasse a ser observado. Pararam de fazer provas quando chegaram a uma distância de mais de 80 quilômetros entre o DNA e seu doador, e continuaram obtendo o MESMO resultado. Sem diferença e sem atraso de transmissão.

O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Mas o que isto significa?

Gregg Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem através de uma forma de energia não reconhecida com antecipação. Esta energia não é afetada nem pela distância nem pelo tempo. Não é uma forma de energia localizada, mas uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

EXPERIMENTO 2

Um outro experimento realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que o suporta têm o seguinte título: Efeitos locais e não locais de frequências coerentes do coração e mudanças na conformação do DNA.

Neste experimento retirou-se o DNA de uma placenta humana (a forma mais primitiva de DNA) e foi colocado em um recipiente onde era possível medir as mudanças do mesmo. Foram distribuídas 28 amostras em tubos de ensaio ao mesmo número de investigadores previamente treinados. Cada investigador havia sido treinado a gerar e SENTIR sentimentos, e cada um deles podiam ter fortes emoções.

O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos investigadores.

  • Quando os investigadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE e seus filamentos estirando-se. O DNA  ficou maior.
  • Quando os investigadores sentiram raiva, medo e estresse, o DNA respondeu ENCOLHENDO-SE. Ficou mais curto e apagou muitos dos códigos.

    Alguma vez você já se sentiu “carregados” por emoções negativas? Agora sabemos porque nossos corpos também se afetam. Os códigos de DNA se conectaram novamente quando os investigadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Este experimento foi posteriormente aplicado a pacientes com HIV positivos. Eles descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram uma resposta imune 300.000 vezes maior do que os que não os tinham. Assim, aqui temos uma resposta que pode nos ajudar a permanecer com saúde, sem importar quão “danoso” seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao nosso redor.

Essencialmente podemos influenciar essa rede de criação por meio da nossa VIBRAÇÃO. Há mais de cinquenta anos, em 1947, o Dr. Hans Jenny desenvolveu uma nova ciência para investigar a relação entre a vibração e a forma. Mediante seus estudos, o Dr. Jenny demonstrou que a vibração produzia até geometria.

O Dr. Jenny produziu uma surpreendente variedade de desenhos geométricos, desde alguns muito complexos até outros bastante simples, em materiais como água, azeite, grafite e enxofre em pó. Cada desenho era simplesmente a forma visível de uma força invisível.

A importância destas experiências é que, com elas, o Dr. Jenny provou, sem espaço para dúvidas, que a vibração cria uma forma previsível na substância onde é projetada. Pensamento, sentimento e emoção são vibrações que criam um transtorno sobre a matéria em que são projetados, por esta razão precisamos tomar cuidado com o que pensamos e sentimos.

Exemplos do quê as ondas vibratórias invisíveis, como o som por exemplo, provocam na matéria:

Muitas pessoas se exercitam, vão à academia, bebem muita água, comem alimentos saudáveis, mas vivem com raiva ou pessimismo, assistem sempre aos noticiários negativos, adoram filmes de guerra, drama e violência, conversam sobre doenças, crise financeira, guerras, estas pessoas geralmente não entendem por que ficam doentes e deprimidas…O alimento que ingerimos é importante, mas as emoções são o alimento da alma e este alimento (as emoções) influenciam a nossa saúde e o nosso destino completamente.

Que tal ser amigo da sua alma?

Veja e ouça coisas engraçadas, divertidas, alegres, bonitas, românticas, interessantes, instrutivas, espiritualistas, otimistas…

Deixe o noticiário de lado, as conversas negativas, os livros e filmes violentos e tristes, pois o que isso agrega de qualidade positiva em sua vida? NADA!!!! Negativamente: TUDO!!! Isso não significa ser alienado!! Significa não se expor além do necessário.

Seja mais feliz, ame-se e cuide com o alimento da sua alma…

  • Extraído do livro “Awakenning to Zero Point”, Gregg Braden.
  • http: //consejosdelconejo.com/2015/11/07/adn-y-emociones-por-gregg-braden/

Por: Simone Carvalho “

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Viver sem amigos não faz sentido! (vejam este vídeo)

“…um dos maiores privilégios é ter amigos…”

Muitos, ao longo da história, têm falado sobre a importância e até mesmo a essencialidade dos amigos. Sem amigo, parafraseando Vinícius de Moraes, estaríamos irremediavelmente perdidos. Por isso, falar sobre AMIGOS (o valor das verdadeiras amizades) é bem recorrente aqui no blog.

Para hoje, trago vídeo com rica argumentação de Leandro Karnal a esse respeito. Confiram a seguir (vídeo com duração de apenas 2:11):

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A nova terceira idade: inteligência emocional e o mercado de trabalho

A propósito dos temas LONGEVIDADE e ENVELHECIMENTO, frequentemente tratados aqui no blog, reproduzo excelente texto, de autoria do médico Leandro Minozzo, publicado no seu site, trazendo abordagem sobre o envelhecimento, as possibilidades de ocupação e o potencial da (nova) terceira idade, tudo com base em inúmeras pesquisas feitas pelo mundo afora, incluindo o Brasil. O texto é parte de um livro por ele publicado em 2015.

Temos aí, sem dúvida, mais um conjunto de informações – e evidências – que reforçam a tese de que as pessoas, em seu processo de envelhecimento, devem procurar se manter ativas, usar seu arsenal de conhecimentos, habilidades e talentos, porque isso lhe fará bem, em termos de saúde, satisfação com a vida, aumento da longevidade etc., além da constatação de que sua inteligência emocional segue aumentando com o passar do tempo, segundo o texto.

Por outro lado, revela que o mercado de trabalho vem reconhecendo, cada vez mais, a importância de poder contar com a experiência, o talento e a inteligência das pessoas que chegam à terceira idade, cujo fenômeno já divulguei em algumas postagens feitas por aqui.

Leiam a seguir:

“A nova terceira idade: inteligência emocional e o mercado de trabalho

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Esta foto eu mesmo tirei em um estacionamento de shopping center de Porto Alegre. Trata-se de uma vaga reservada pra idosos. Responda sinceramente: Você quer estacionar o carro em uma dessas vagas? Esta é a imagem de idoso que você quer para si?  Gostaria de olhar a imagem e pensar “esse é bem eu”?

Tenho feito um exercício de observação e percebi que muitos idosos preferem não estacionar nas vagas que possuem esse tipo de imagem os representando. Talvez ela encontrasse espaço com os idosos de vinte anos atrás, mas não o faz mais com os de hoje. Por quê? Porque ela passa uma ideia de debilidade, fragilidade, doença, limitação, dependência.

Essa imagem da terceira idade tem mudado radicalmente nas últimas décadas e, acredito, que para você ela também tenha mudado. Para não deixar nenhuma dúvida, apresentarei algumas informações e argumentos que reforçam esse novo paradigma – ele é fundamental para um envelhecimento, logo, aposentadoria feliz.

Antigamente, as pessoas tinham um pensamento muito errado do que era a velhice – ou terceira idade para quem ainda se apavora ou não está acostumado com alguns termos. Até certo ponto, justifica-se essa visão equivocada porque, há pouco tempo, éramos uma população predominantemente de pessoas jovens. Isso é tão marcante que costumo classificar aqueles com mais de 80 anos como a “primeira onda” significativa de idosos que o país teve – hoje eles são mais de 2 milhões de pessoas.

Analisando como foi a construção social e a percepção acerca da velhice de quem hoje tem 60 ou 70 anos, eles não tiveram tantos idosos assim para se espelharem, para perceberem as virtudes que a terceira idade possibilita.  Muito dessa imagem que a eles chegava era de fragilidade, inutilidade e sofrimento. Soma-se a isso o crescimento da propaganda e do culto ao corpo e à juventude, atrelados a bens de consumo e a um ideal único de felicidade. Analisando esses pontos, entende-se por que se consolidou uma imagem pejorativa em relação à terceira idade: o idoso era feio; não teria criatividade; seria antiquado no mundo tecnológico e na era da rapidez das informações.

Graças a Deus, isso mudou e segue evoluindo bastante. Cabe sempre lembrar que, se não fosse essa pioneira onda, muitos desses mitos estariam enraizados na sociedade e, o que poderia ser ainda pior, na cabeça dos próprios idosos, especialmente os que associavam terceira idade à tristeza e à incapacidade.

Entrando mais a fundo no primeiro desses terríveis mitos, era comum associar a terceira idade à tristeza. “Seu avô está um pouco triste. É normal, ele está ficando velho.” Será que é isso mesmo: idoso e tristeza caminham juntos?

Mesmo não concordando com o termo “melhor idade” – acho-o um tanto quanto forçado – reconheço que traz consigo algo que pode ser verdade.  Sei que muitas pessoas podem discordar disso, inclusive você, e por isso acho interessante trazer um pouco de ciência à discussão. Vamos lá! Começo com uma pergunta simples: em qual fase da vida será que as pessoas são mais felizes? Será quando se é adulto, no auge da vida profissional? Ou no momento do nascimento dos filhos?

Uma pesquisa feita na Inglaterra e na Alemanha mostrou que, surpreendentemente, há uma tendência de queda nos índices de felicidade até os 40 anos, quando, então, eles começam a aumentar. Nessa amostra, a idade em que as pessoas sentiam-se mais felizes foi aos 74 anos! Outra pesquisa, dessa vez feita nos Estados Unidos, com 340 mil pessoas, mostrou algo muito parecido: a mesma tendência de queda nos índices de felicidade até os 50 anos, com subsequente aumento com o passar dos anos. Os mais velhos mostraram-se mais felizes e mais satisfeitos consigo mesmos.

“- Ah, Dr. Leandro, mas isso acontece é nos países ricos.” Diversas vezes, como palestrante, ouvi esse comentário ao trazer para meus ouvintes os resultados das pesquisas anteriores. No começo, ficava um pouco desconcertado em ter que fazer remendos para continuar com o foco da palestra. Às vezes, conseguia me sair bem, mas foi só após a UNIMED de Porto Alegre, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), começar a pesquisar localmente sobre índices de bem-estar que passei a tirar de letra esses frequentes comentários que desestabilizam qualquer palestrante. As anuais pesquisas feitas em Porto Alegre corroboraram com aquelas feitas na Europa e Estados Unidos, mesmo em bairros mais pobres.

O Índice de Bem-Estar da UNIMED/UFRGS avaliou, em cada uma de suas edições, aproximadamente 500 pessoas acima dos 18 anos. Bem-estar físico; autonomia; liberdade; convívio social; bem-estar psicológico e espiritualidade, num total de doze aspectos, formam o índice. Nos três anos de realização da pesquisa, os resultados sempre apontaram para uma vantagem dos idosos em relação aos mais novos – mesmo dentro das classes sociais mais pobres. Comparando-os aos jovens entre 20 e 24 anos, os idosos saíram-se melhores – veja bem – em todos os doze aspectos avaliados.

Quais seriam as explicações para todas essas pesquisas apontando para maiores índices de felicidade e bem-estar entre os idosos? Primeiro, na perspectiva de trajetória ao longo da vida, temos, na terceira idade, pessoas que já enfrentaram momentos extremamente cansativos e potencialmente causadores de ansiedade. Refiro-me ao início da vida familiar e profissional, à busca da estabilidade nesses campos e em aspectos financeiros, à criação de filhos e a crises diversas. Grande parte dos idosos passou por todas essas dificuldades e, posso dizer, aprenderam muito e aumentaram sua capacidade de reflexão. Outro fator que explica tais resultados é que o tempo nos ajuda a calibrar as cargas emotivas em nosso dia a dia, principalmente reduzindo excessos, culpa e autocrítica exageradas. Por último, lembro das conquistas pessoais que tendem a se somar com o passar das décadas, entre elas, ver os filhos seguindo suas vidas de maneira positiva, carreiras profissionais bem-sucedidas e, o que considero um grande motivador para o bem-estar dos idosos, a vinda de netos.

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Bem, dos dois mitos que desvalorizavam a terceira idade, o primeiro – que a associava à tristeza – foi rapidamente abordado e percebo que deixei pouca margem para quem ainda insistir em manter essa crença. Além dessas três pesquisas mencionadas, há dezenas de outras que apontam para o mesmo caminho. O segundo mito escolhido é bem mais fácil de contrapor – ele diz sobre as diversas incapacidades dos idosos.

Há cerca de seis anos, costumo utilizar nas palestras um estudo feito na Espanha, de 2003. Nele, diversas profissões foram analisadas quanto à capacidade produtiva por cada faixa etária de quem a desempenhava. Não me surpreendeu que historiadores, filósofos, escritores e cientistas tiveram o auge de sua produção intelectual não nos 30, mas sim a partir dos 60 anos.

Essa pesquisa serve sempre para iniciar o tópico, porque, hoje, felizmente, não é mais necessário apresentar mais estatísticas que comprovam as capacidades dos idosos: basta observarmos o mundo ao nosso redor com mais atenção e boa vontade. Como assim? Imagine o conjunto dos seguintes profissionais:

  • médicos bem conceituados;
  • professores e pesquisadores de ponta;
  • reitores das universidades;
  • engenheiros chefes de grandes obras;
  • presidentes e diretores de grandes empresas;
  • presidentes da República e primeiros-ministros pelo mundo;
  • deputados e senadores de boa reputação;
  • chefes religiosos.

Em todas essas funções, há uma demanda muito grande por diversas habilidades que envolvem capacidade de análise, tomada de decisão, resolução de conflitos e habilidades interpessoais – fora questões técnicas específicas. Quando dedicamos alguns segundos para evocar exemplos, a maior parte dos que vêm à mente são de pessoas que tranquilamente passaram dos 60 anos. Esse exercício, por si só, desmonta o mito que associa incapacidade à terceira idade. E, esse quadro de predomínio de idosos nessas funções de destaque, não é algo tão recente. Temos esse panorama há pelo menos três décadas aqui, no Brasil; porém, com as questões do baixo número de idosos ativos e a mídia que cultuou excessivamente a juventude, as capacidades da terceira idade não foram socialmente reforçadas.

Poderia, quem sabe, escrever páginas e páginas para ressaltar as capacidades dos mais velhos e o quanto somos delas dependentes como sociedade. Porém, deixo uma pesquisa com a qual tive contato ano passado, através de uma revista cuja capa destacava a longevidade como oportunidade de mão de obra qualificada. A seguir, trago uma breve análise de como o tipo de mão de obra pode impactar na produtividade do envelhecer e no processo de aposentadoria.

A revista em questão era a Exame e ela trazia dados de estudo feito pelo Centro de Pesquisa de Aposentadoria do Boston College, dos Estados Unidos. Ao analisar a produtividade de trabalhadores em diferentes faixas etárias, Gary Burtless, pesquisador-chefe, constatou que, em termos de rendimento em dólares por hora de trabalho, aqueles entre 60 e 74 anos eram mais produtivos do que os com menos de 25 anos. Isso mesmo!

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Na análise histórica, desde 1985, percebe-se que é justamente entre os 60 e 74 anos que a produtividade mais tem crescido. Em 1985, eles rendiam cerca de 20,9 dólares por hora; em 2010, 25,5, ou seja, um aumento de 21%. Na faixa etária entre 35 e 59 anos, esse crescimento em produtividade ficou em apenas 7%.

Por que os idosos norte-americanos estão se tornando tão produtivos no trabalho? Pelo fato de estarem mais saudáveis e, principalmente, terem uma escolaridade cada vez maior. Acredito que, em breve, teremos pesquisas parecidas aqui no Brasil, porque o processo de evolução social é o mesmo.

Tanto esse fenômeno de aumento na produtividade laboral quanto o alcance de posições de destaque por idosos em diversos campos têm explicação, na essência, o tipo de mão de obra que passamos a executar, principalmente, no último século. Tentarei explicar isso, mas já admito que não se trata de uma profunda ou requintada análise da questão – deixamos isso para sociólogos –, mas ela trará ao texto elementos importantes sobre capacidades e aposentadoria.

Bem, antigamente havia muitas profissões nas quais a principal demanda sobre quem as exercia recaía na força física – era o que se chama de trabalho braçal. Um exemplo típico era o quebrador de pedras. Não é que hoje trabalhadores braçais não mais existam; há bastante deles por aí ainda.  Porém, acredito que você, ou grande parte das pessoas ao seu redor, desempenha ou desempenhou sua profissão com base não na força de seus bíceps, quadríceps ou musculatura lombar, mas sim com a força de sua mente.

Professores, analistas, advogados, enfermeiros, administradores… são trabalhadores mentais – por que assim não dizer, ao contrapor com os trabalhadores braçais? Poderiam também ser chamados de trabalhadores sociais, emocionais e motivacionais. Olha, quebrar pedra o dia inteiro exige bastante performance física. Por outro lado, o que será que se espera de um trabalhador mental? Empatia, organização, perseverança, habilidade de motivar colegas e chefiados, humildade para reconhecer erros, visão de futuro, prudência, mediação de conflitos, tomada de decisão e por aí vai.

Essas habilidades são agrupadas num conceito muito importante, e logo você poderá perceber que está bem relacionado à terceira idade. Trata-se da inteligência emocional. Indo direto ao ponto: é o conjunto de habilidades não-técnicas da sua função que faz você ser um profissional bem sucedido hoje em dia, quando o conhecimento técnico específico como atributo definitivo para o sucesso fica reservado a poucas profissões. A maioria das profissões demanda, além do conhecimento técnico, um grau razoável de inteligência emocional. Essa combinação deixou de ser um diferencial competitivo e, hoje, é um pré-requisito, sempre bem avaliada em processos seletivos ou de promoções.

Bom, sei que para alguns leitores esse conceito é bem compreendido, no entanto, para deixá-lo bem claro, passo rapidamente para uma definição. Divide-se a inteligência emocional em domínios:

  • Capacidade de identificar nosso estado emocional.
  • Empatia – reconhecer e entender o que se passa com os outros.
  • Capacidade de lidar com nossas emoções e conduzi-las, bem como as    de  quem nos  cerca.
  • Capacidade de se motivar.

Há pouco, mencionei que há uma relação estreita entre terceira idade e inteligência emocional. Por quê? Já explico, mas, antes, vou lhe mostrar o quanto essas habilidades não-técnicas, ou conversacionais, influenciam diretamente na performance profissional.

Nos Emirados Árabes Unidos, em 2009, foi feita uma pesquisa pelo Dubai Knowledge Village, com 418 líderes de diversas profissões. O resultado encontrado foi tão impactante que se replicou em centenas de matérias e é muito usado por palestrantes sobre o assunto. Sabe por quê? Segundo os pesquisadores e suas estimativas, pelo menos 58% do sucesso desses profissionais se deu diretamente por causa da inteligência emocional.

Outra pesquisa foi mais específica e chegou a uma impressionante diferença de rendimento anual de vinte e nove mil dólares a mais em profissionais com inteligência emocional elevada. Explicar esses números não é complicado, afinal, quando se tem relacionamentos interpessoais melhores, quando se vale de maior autoconsciência e capacidade de motivação, vive-se e trabalha-se melhor, especialmente em funções que envolvem equipes.

Pare uns instantes e perceba o quanto, nessas décadas de trabalho, você aumentou sua inteligência emocional. O quanto algumas situações, no começo da vida profissional, lhe deixavam ansioso, irritado ou mesmo com muita raiva; e hoje já não mais lhe roubam tanta energia. O quanto você aprendeu a compreender o funcionamento de equipes, momentos certos de fazer reclamações ou solicitações, ou mesmo levar alguma ideia nova a um chefe. Perceba sua capacidade de ajudar os outros, compreendendo um pouco mais as difíceis situações pelas quais aquele subalterno ou colega poderia estar passando. Ou os momentos em que você pensou em largar tudo, mudar de emprego, chutar o balde ou procurar qualquer lugar isolado para chorar de desesperança. Mas, com o passar dos dias, você recomeçou, superando-se. Tudo isso é inteligência emocional. Exige esforço individual e leva tempo para ser conseguido.

Uma excelente notícia é que, com a idade, todo mundo aumenta sua inteligência emocional. Todo mundo!

Matéria da Universidade de Berkley: atingimos o pico de IE aos 60 anos.

Agora, acompanhe este problema: quando as pessoas estão lá pelos 53, 55 anos, no auge do domínio da sua técnica no trabalho e com a inteligência emocional em alta, o que acontece com elas? Elas se aposentam!  Ou o pior, nos anos que antecedem à aposentadoria, já são tratadas pelas empresas como pré-aposentadas, sendo deixadas de lado em projetos de desenvolvimento estratégico ou viram prioridades em listas de demissões.

Médicos, professores, gerentes, diretores de empresas, administradores, advogados, juízes, contadores, funcionários públicos de diversas funções, oficiais militares, engenheiros, jornalistas… todas são profissões nas quais, junto a aspectos técnicos, a inteligência emocional é fundamental para seus desempenhos. Hoje, graças a um bom nível educacional dos adultos na meia-idade, à experiência e à consolidação desse tipo de inteligência, esses profissionais tornaram-se fundamentais em qualquer segmento. Eles, sem dúvida alguma, após os 50 anos, vivenciam a plenitude intelectual de suas carreiras.

Sabemos que   a aposentadoria, claro que após contribuir 30 ou 35 anos para que ela ocorra, é um direito do trabalhador. Mas eu não consigo me conformar com o fato de uma pessoa – que, hoje em dia, pode ser considerada jovem – no auge da sua capacidade intelectual e emocional, não seja melhor “aproveitada” profissionalmente e se deixe ou permita aposentar-se.  Imagine só, um professor, podendo ser tanto do ensino médio quanto do superior, deixar toda sua “bagagem” e uma fonte de significado para, de um dia para o outro, ficar em casa. Eu, sinceramente, não me conformo com essa forma de encarar a aposentadoria que traz a sensação de ruptura, descarte e de uma generalização que suprime subjetividades. Felizmente, pesquisas recentes apontam que vivemos uma profunda mudança na forma como se idealiza e se pensa essa fase da vida.

Atentas ao potencial de quem passou dos 50 anos, algumas empresas e órgãos públicos – como apresentarei adiante – desenvolvem estratégias de compensação para que permaneçam em atividade. Analisando bem, há uma economia muito grande em treinamento de pessoal, risco diminuído de não adaptação à função e até ganho com a possibilidade de os funcionários mais experientes auxiliarem na capacitação dos mais novos. Além disso, devido à experiência, eles podem ser consultados na resolução e prevenção de problemas. Fora o retorno financeiro, para reter os aposentados, as empresas oferecem jornadas reduzidas ou flexíveis e adequações no ambiente de trabalho. Porém, ainda são poucas as que adotam tal prática, bem poucas, na verdade.

Em pesquisa feita mundialmente – em 31 países – pela empresa americana de recursos humanos Manpower, 30 mil empregadores foram entrevistados no ano de 2008. Desse total, 13% planejavam contratar trabalhadores mais experientes, enquanto 20% pretendiam mantê-los após a idade de aposentadoria. Esse número parece crescer, mas ainda está longe da realidade vivida no Japão. Lá, estima-se que até 83% das empresas invistam em estratégias para retenção dos profissionais em idade de aposentadoria que, diferentemente daqui, se dá somente após os 61 anos.

Com certeza, temos muito a ganhar com os trabalhadores dessa nova terceira idade. Acredito que a implantação da aposentadoria gradual contribuirá e muito para esse aproveitamento.

Esse foi um trecho do meu último livro, “Não se Aposente” (2015).

Um grande abraço, Leandro Minozzo ”

Fonte – http://www.leandrominozzo.com.br/p1251/

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Emílio Santiago e Nana Caymmi – Olhos Negros (pura inspiração)!

Para inspirar o seu fim de semana, trago vídeo com momento especial da nossa MPB, em que o saudoso Emílio Santiago e a diva Nana Caymmi interpretam a bela canção Olhos Negros, composta por Johnny Alf e Ronaldo Bastos. 

Vejam quanta sensibilidade, que interpretação dessa dupla, que suavidade, que qualidade, que arranjo, que acompanhamento…!!!

Curtam a seguir (vídeo publicado no YouTube – seis anos atrás):

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OTIMISTAS TÊM MAIS SUCESSO, VIVEM MAIS E SÃO MAIS FELIZES. POR QUÊ?

OTIMISTAS TÊM MAIS SUCESSO, VIVEM MAIS E SÃO MAIS FELIZES. POR QUÊ?

Resultado de imagem para otimismoImagem – Doutíssima

Diante da persistência – e até agravamento – da situação de crise que vivenciamos em nosso país nos tempos recentes, noto crescente desânimo tomando conta das pessoas. Até de forma compreensível, o clima de pessimismo vai prevalecendo e, infelizmente, as manifestações de otimismo são cada vez mais raras. Convenhamos que isso não é bom no seu todo, mas é ainda pior para aqueles que se deixam abater e perdem a esperança!

Por conta desse cenário, volto hoje a refletir sobre a importância do OTIMISMO.

No livro que deverei lançar, ainda este ano, sobre longevidade e projeto de vida como orientação para um viver mais prolongado e melhor, enfatizo a necessidade – e o valor – de se ter visão positiva sobre a vida, de se adotarem hábitos e estilo saudáveis, entre os quais se destaca o otimismo, tudo isso como um conjunto de fatores essenciais para uma vida ativa, com saúde, bem-estar e felicidade.

Já disse, em postagens anteriores, que o otimismo é fator que contribui para o sucesso e a felicidade, seja porque o otimista contribui com a sua energia, naturalmente, para que o ambiente à sua volta esteja mais leve e positivo, seja ainda por determinismo (relação de causalidade), em virtude dos princípios da “lei da atração”. De toda maneira, o próprio cotidiano mostra que, no geral, as pessoas procuram se afastar dos pessimistas de plantão, o que é válido para os relacionamentos familiares, sociais e profissionais.

Assim, em termos de carreira, os que cultivam visão pessimista na maior parte do tempo acabam, objetivamente, em notória desvantagem quando comparados com os otimistas. Aliás, facilmente se observa que o otimismo faz parte das características de empreendedores de sucesso e, claro, de profissionais admirados em sua área de atuação, especialmente daqueles que prosperam no exercício da liderança.

Na minha última postagem sobre o tema, disse que ser otimista não é ser um iludido, uma pessoa fora do mundo real, um “sem noção”. Não é isso. É uma atitude de quem deseja efetivamente avançar, chegar a resultados melhores e influenciar os outros para que também avancem. Naquela oportunidade, trouxe alguns significados a esse respeito: “Otimista significa aquela pessoa que se revela confiante, esperançosa e positiva… “Ser otimista é ter atitudes seguras, em face aos problemas humanos e sociais, e considerá-los passíveis de uma solução positiva.” (vide https://obemviver.blog.br/2015/04/07/a-importancia-do-otimismo-em-nossa-vida/).

Na última quarta-feira, ao participar do evento internacional Maximum Achievement 2.0, ocorrido em São Paulo, que foi conduzido pelo fenomenal Brian Tracy, coach, consultor, palestrante e escritor – expert em melhoria de performance e tido como um dos principais palestrantes e trainers mundiais da atualidade – anotei alguns dos seus pensamentos poderosos a respeito de otimismo, ao falar sobre os alicerces do sucesso. Veja:

 – A qualidade mais importante para o sucesso e a felicidade é o otimismo.

– Otimismo é uma forma de saúde mental aprendida pela prática (como um fitness mental);

– Otimistas pensam no que querem e em como chegar lá;

– Otimistas buscam o lado bom de qualquer situação;

– Otimistas buscam a oportunidade (e a solução) em cada problema ou dificuldade;

– Otimistas assumem uma visão positiva e construtiva quanto a si e suas vidas;

– Otimistas estão dispostos a aprender (sempre querem aprender coisas novas);

– Otimistas estão dispostos a tentar (a arriscar) por mais tempo;

– Otimistas usam a Lei da Probabilidade a seu favor (buscam se destacar da maioria);

– Você está onde está – e é o que é – por causa do seu pensamento (mentalidade).

Resultado de imagem Imagem – books.google.com

Por sua vez, observem algumas conclusões trazidas pelo psicólogo e professor Martin Seligman, mais destacado porta-voz da chamada Psicologia Positiva, em seu excelente livro FELICIDADE AUTÊNTICA:

– Os otimistas tendem a considerar seus problemas passageiros, controláveis e específicos de uma determinada situação;

– todos os estudos mostram que os otimistas vivem mais do que os pessimistas;

– O otimismo e a esperança aumentam a resistência à depressão que se segue a acontecimentos ruins, melhoram o desempenho profissional – especialmente em tarefas difíceis – e a saúde física.

E conforme mencionado na orelha do livro, Seligman ensina aos leitores que a felicidade pode ser cultivada, desde que identifiquem e utilizem muitos dos traços e qualidades que já possuem (chamadas de forças pessoais), como bondade, originalidade, humor, otimismo e generosidade.

Portanto, procure pensar positivamente e colocar em prática o otimismo, cada vez mais, em todas as áreas da sua vida!

Dattoli perfil social *Clovis Dattoli 

√ É Coach Executivo e de Negócios, Coach de Vida e Palestrante. Tem larga experiência executiva e de liderança. http://www.clovisdattoli.com.br  –  Email: jcdattoli@dattoli.com.br

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A geração dos imaturos para sempre

Resultado de imagem para imaturidade emocionalImagem – O Segredo

Reproduzo hoje, para boa reflexão, o interessante e providencial texto de Ana Macarini, publicado no site “CONTI outra”, falando sobre a criação nos tempos atuais e a demonstração de imaturidade por parte de muitas pessoas, já adultas, que assim vão passando o tempo sem adquirir sua plenitude, autonomia e (natural) maturidade.

Recomendo a leitura, a seguir:

“A geração dos imaturos para sempre

Estamos vivendo um movimento que lembra a força de uma epidemia. Vivemos cercados de pessoas acometidas por uma espécie de mistura de “Síndrome de Peter Pan”, com “Complexo de Cinderela”, mais uma pitada de “Jeito Pateta de ser” e um tiquinho de “Meu sonho é morar na Disney”. Isso até seria engraçado, se não fosse assustador. E trágico.

Há pessoas que simplesmente não encontram o caminho da maturidade. E nem é que não queiram crescer ou estejam perpetuando a adolescência para além dos trinta, quarenta ou cinquenta anos porque decidiram que é assim que tem que ser. Não! Nada disso!

Simplesmente não sabem como fazê-lo. Existe uma legião de perdidos num limbo da infância emocional eterna, alimentados por um estilo de educação familiar que não percebe o quão danoso pode ser a qualquer um de nós, ser poupado a todo custo de sofrer frustrações, de lidar com as negações, de enfrentar a vida por si mesmo.

Há milhares de famílias, que vão desde os menos favorecidos até os mais abastados, que insistem em criar seus filhos como se eles – os pais – fossem durar para sempre. Alimentam suas crianças e jovens com infinitas mamadeiras de dependência emocional, sob o pretexto de garantir que seus rebentos sejam absolutamente felizes, sempre felizes, todos os dias, o tempo todo.

O resultado de tamanha alienação é a ocorrência de meninos e meninas, que serão meninos e meninas para toda a eternidade. Recém-nascidos para sempre, que esperneiam quando algo não sai do jeito que esperavam. Que amarram a cara, quando não são imediatamente atendidos. Que não fazem a menor ideia de como todas as coisas que os cercam vão parar em suas mãos.

Meninos e meninas com vida sexual ativa. Meninos e meninas que não sabem dar importância ou valorização para a formação acadêmica. Meninos e meninas que chegam à vida adulta, sem ter a menor ideia do quanto de dinheiro é necessário para mantê-los. Meninos e meninas que se consideram adultos o suficiente para beber, para fumar, para amanhecer na rua e voltar para suas casas a hora que bem entenderem. Alguns com carteira de motorista em mãos, mas sem juízo suficiente para sentar-se atrás de um volante ou no banco de uma moto. Muitos, sem nenhuma noção de compromisso e responsabilidade. Perdidos.

E, não, não estou falando que as pessoas precisam viver de forma rígida e azeda. Não estou falando que é proibido ser alegre. Não se trata de não ter o direito de ser criança, ou jovem e se divertir e aproveitar essas fases tão maravilhosas e absolutamente necessárias para que um dia, surja um adulto inteiro.
O grande nó para o qual eu convido a uma boa reflexão é o fato de que estamos assistindo passivamente a inúmeras crianças e incontáveis jovens, sendo privados da experiência fantástica que é passar por essas fases e estar disposto a entrar em outras. Outras fases, tão ricas e bonitas quanto são aquelas pelas quais passamos em nossos anos iniciais.

Crescer é um direito! Amadurecer é tomar posse da própria vida. É ter a chance de fazer escolhas. É experimentar o prazer de andar com as próprias pernas. E errar. E acertar. E tentar outra vez, outra coisa, de outro jeito. Tenhamos a amorosidade necessária para abrir mão de congelar nossos filhos num tempo em que, depois de um tempo, o que era encantador certamente será ridículo. Tenhamos a sabedoria para dar a mão às nossas crianças na travessia da vida, sabendo que vez ou outra é com as mãos livres que se deve andar.”

Publicado em – http://www.contioutra.com/geracao-dos-imaturos-para-sempre/

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VOCÊ ENERGIZA TUDO AQUILO QUE DÁ ATENÇÃO – Por Deepak Chopra

Deepak Chopra, médico indiano radicado nos Estados Unidos, pesquisador, palestrante, escritor, é uma fonte inesgotável de boas informações e aconselhamentos, por meio dos seus textos, livros, vídeos etc. Sou fã dele faz décadas!

Quem nunca leu, ou ouviu referência, sobre o livro As 7 Leis Espirituais do Sucesso? Considero este pequeno livro do Dr. Chopra indispensável, daqueles para ficar na cabeceira da cama. Ainda agora conclui a leitura de outro livro dele, CORPO SEM IDADE, MENTE SEM FRONTEIRAS, produto de vasta pesquisa sobre o envelhecimento, com base em referenciais da Física Quântica. Recomendo a leitura.

Bem, para hoje, trago vídeo apresentando as ideias de Deepak Chopra sobre o poder dos nossos pensamentos, da energia que produzimos e como isso afeta a nossa vida, para o bem e para o mal. Ter conhecimento e consciência sobre essa realidade pode fazer enorme diferença para você!

Veja o vídeo a seguir (duração de apenas 3:22). Mais abaixo, segue a transcrição completa do texto. Vale boas reflexões! 

Deepak Chopra – Você energiza tudo aquilo que dá atenção

A transcrição do texto: 

“Somos criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo o que pensamos e sentimos!

O funcionamento de nossas células está diretamente ligado aos pensamentos que criamos, sendo constantemente modificados por eles.

A qualidade do funcionamento de nossas células é diretamente proporcional a qualidade das ondas de pensamentos que criamos.

E a qualidade das ondas de pensamentos que criamos está ligado a eles se forem produzidos baseados no medo, ou no amor.

Se foi produzida baseada no medo, foi produzida pelo ego; suas ondas são baixas e distorcem as ondas harmônicas que entram em contato.

Se foi produzida baseada no amor, então foi produzida por um ego subjugado pela autoaceitação divina, alinhado à produção de energia magnética do coração, servindo somente à essas ondas cardíacas e sendo instruído pela consciência superior.

Um surto de depressão, por exemplo, pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.

A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.

A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego, projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro é reduzido, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lágrimas de alegria.

A boa notícia é que todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa mudar o seu foco de atenção e a fonte de produção de suas ondas de pensamento, permitindo que sua consciência superior opere em seu sistema através do amor, usando o ego somente como o seu instrumento de apoio.

Acessar a consciência superior e alia-la às ondas de energia cardíaca, para manifestar o funcionamento e a imunidade biológica que realmente você deseja ter, é o primeiro passo para começar a refinar e purificar a saúde em todos os seus 4 corpos.

Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se então do que pensou ontem!

Quer saber como estará seu corpo amanhã? Então olhe seus pensamentos hoje!

*Lembre-se:*

Ou você abre seu coração agora, ou algum cardiologista o fará por você!

Deepak Chopra

Fonte – YouTube.
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CRENÇAS EQUIVOCADAS OU INFUNDADAS PODEM MATAR A SUA EVOLUÇÃO E O SEU SUCESSO!

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Ouça o conteúdo em áudio (novo recurso do blog). Ao clicar no player novo link será aberto:

CRENÇAS EQUIVOCADAS OU INFUNDADAS PODEM MATAR A SUA EVOLUÇÃO E O SEU SUCESSO!

Por Clovis Dattoli*

Volto ao grande tema AUTOCONHECIMENTO. Tenho cada vez mais claro que dedicar atenção ao autoconhecimento é essencial para um viver melhor, mais resolvido, mais equilibrado, com menor nível de conflitos internos e, por consequência, para facilitar a evolução pessoal e o êxito nas diversas áreas da vida. Seguramente, é pilar de sustentação para qualquer projeto pessoal futuro.

O autoconhecimento leva a pessoa a entender o que a incomoda e a prejudica, revertendo o ciclo de estresse, possibilitando que adote uma postura mais relaxada e tranquila frente à vida – o que afeta de maneira positiva o funcionamento do seu corpo-mente.

No olhar atento do autoconhecimento – em que se deve buscar entender com maior clareza “quem somos nós” e “o que queremos” verdadeiramente na vida – os pontos de conflito, bloqueios e até mesmo causas de sofrimento precisam ser enfrentados com a devida prioridade. Nesse particular, refiro-me, por exemplo, à necessidade de identificação de dois fatores muito importantes: os medos e as crenças.

Sobre os medos (ilusórios), já fiz diversas postagens aqui, com argumentos ricos e esclarecedores de fontes distintas. Hoje, neste breve artigo, que escrevo com base em diversos estudos existentes e no material do Programa Você+50 – De Bem Com a Vida, que realizamos, em parceria, no segundo semestre de 2015, vou dar ênfase para as CRENÇAS que criamos e que trazemos conosco. E o problema surge quando cultivamos crenças negativas, capazes de fazer estrago. Vou explicar do que se trata!

Quando as crenças são positivas, funcionam como força mental que tem o papel psicológico de impulsionar a pessoa para a vida, em busca de novas descobertas, de resultados melhores. São as conhecidas crenças positivas ou fortalecedoras. A preocupação é quando estamos diante de crenças negativas, que funcionam como freios para a sua atitude perante a vida e, pelo poder que possuem, podem até mesmo paralisar e levar a pessoa a enormes frustrações e adoecimentos de toda ordem. Temos aí as crenças limitantes, sobre as quais vou dedicar um pouco mais de argumentação.

Uma crença é um estado mental em que a pessoa acredita profundamente que algo é verdade. A pessoa envia sinais congruentes para o cérebro, sem deixar nenhuma dúvida. É um estado de certeza total. E essas “verdades” vêm sendo acumuladas na mente, desde a infância, com o detalhe de que raramente foram questionadas ou colocadas à prova.

Esteja atento, portanto, para a possibilidade de que algumas crenças podem estar lhe aprisionando e comprometendo a sua vida, a sua evolução, o seu sucesso, bem como agindo na sua mente como sabotadores: verdadeiros comandos subconscientes que limitam a sua ação.

Se isso estiver acontecendo, procure reprogramar a sua mente, transformando aquela crença em comando mental positivo. Para tanto, o novo comando precisa estar incorporado aos seus hábitos, à sua prática. Isso requer firmeza e dedicação, mas funciona e vale muito a pena! Como subsídio, veja exemplos de crenças fortalecedoras e de crenças limitantes mais abaixo

A Lei da Crença e a sua força

Brian Tracy, destacado escritor, palestrante e coach canadense, afirmou que “talvez a mais importante de todas as leis mentais seja a Lei da Crença. Segundo esta lei, tudo aquilo em que se acredita com convicção torna-se real”.

Crenças equivocadas ou infundadas são afirmações ou convicções limitantes, puros paradigmas, padrões que se repetem. Não se baseiam numa estrutura lógica e não se pode esperar que coincidam com a realidade, a “verdade”, mesmo que você, inconsciente e erroneamente, as tenha tomado para si como verdades absolutas.

Dito de outra forma, algumas dessas crenças podem funcionar como muralhas, que você construiu dentro de você ou que provavelmente escutou desde criança e assumiu como suas, lhe programando de tal forma que a autossabotagem está no piloto automático e você nem percebe.

Nossas crenças, fortalecedoras ou limitantes, determinam nossas vidas em todos os aspectos, nossas percepções, escolhas, ideias, comportamentos, sentimentos, saúde, relacionamentos, etc.

Para melhor entendimento, observe alguns exemplos de crenças fortalecedoras e de crenças limitantes, a seguir:

Crenças Fortalecedoras:

– Toda crise traz oportunidade;

– Eu não desisto dos meus sonhos;

– O melhor está por vir;

– Eu terei sucesso porque sou merecedor;

– Estou 100% comprometido com as metas que defini para este ano;

– Eu sou o responsável pelo que acontece comigo;

– Se eu nunca tentar, tenho certeza que vou falhar;

– Sucesso é resultado de competência e muito trabalho;

– O ótimo é inimigo do bom:

– Ter tempo para fazer o que precisa é questão de prioridade;

– Não irei para a cama sem aprender uma coisa nova;

– Meu sorriso traz a felicidade para os que me rodeiam. Etc. etc. etc.

Agora, veja estas crenças limitantes:

– Eu não tenho tempo suficiente;

– Ah! Se eu tivesse dinheiro, minha vida seria melhor!;

– Eu não sou capaz;

– Jamais vou ser promovido;

– Sempre fui muito esquecido;

– Estou velho demais para isso;

– Agora é tarde;

– Agora é cedo demais;

– Ah!… Isso eu não consigo fazer de jeito nenhum!;

– Sou assim mesmo, não vou mudar nunca;

– Isso não é para mim, só para os outros;

– Ah!… Se eu tivesse uma chance!;

– Dinheiro não traz felicidade;

– Não dá para confiar em ninguém. Etc. etc. etc.

Ficou mais claro para você?

Como visto, assim como os medos, as crenças limitantes estão aí para sabotar a pessoa, servir de freio para que as ações necessárias não se realizem e, pior ainda, fazer com que os erros do passado continuem a se repetir, bloqueando os avanços e impedindo a evolução do indivíduo. Esse tipo de crença leva, portanto, à autossabotagem!

Assim, para viver plenamente e em evolução, é importante realizar essa autoanálise e, de forma consciente e determinada, adotar estratégias que objetivem eliminar (ou pelo menos minimizar) essas forças mentais que atuam em nosso desfavor, como é o caso das comentadas crenças limitantes. Para tanto, a depender da sua realidade, não hesite em buscar maiores esclarecimentos e até mesmo de contar com a ajuda de profissional especializado.

E lembre-se: pequenos detalhes podem fazer grandes estragos na sua vida. Fuja dessas armadilhas, que, aliás, são muito mais comuns do que você pode estar imaginando!

Dattoli perfil social *Clovis Dattoli 

√ É Coach Executivo e de Negócios, Coach de Vida e Palestrante. Tem larga experiência executiva e de liderança. http://www.clovisdattoli.com.br  –  Email: jcdattoli@dattoli.com.br

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A velhice e a felicidade – Veja esta excelente reflexão (vídeo)!

Fim de semana é tempo mais do que propício para refletir. Com o passar dos anos, vamos experimentando o processo de envelhecimento com crescente intensidade, processo esse que será cada vez mais longo, pela contínua elevação da expectativa de vida.

Um detalhe: pesquisas as mais diversas, compreendendo pessoas de todas as faixas etárias, revelam que os mais idosos se declaram mais felizes do que os mais jovens!

Você sabia disso? Qual a função do envelhecimento?…

Bem, para refletir sobre essas e outras, trago hoje o excelente vídeo A Velhice e a Felicidade, com o psicólogo, escritor e palestrante Rossandro Klinjey. Assista a seguir (vídeo com duração de apenas 2:48:

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