7 COISAS QUE DESTROEM O RESPEITO DOS OUTROS POR VOCÊ (vídeo)!

32 frases de respeito para você refletir e compartilhar nas redes sociais

É natural que queiramos ser respeitados, pelo que somos, pelas nossas ideias, pelo nosso jeito de agir, pela nossa história… O respeito é um valor muito caro para grande número de pessoas, seguramente.

Acontece que o respeito por determinada pessoa não vem de graça, não se compra. Em outras palavras, ser respeitado dá um certo trabalho. No geral, ele resulta de diversos fatores, que idealmente devem se mostrar consistentes, terminando por gerar a admiração do outro. Esse respeito, fazendo uma síntese, decorre de uma “admiração que sentimos por alguém devido às suas habilidades, suas qualidades ou suas conquistas.”

Entretanto, considerando que sempre existem os dois lados da moeda, perder o respeito que sentem por nós pode acontecer muito rapidamente. E isso requer permanente atenção. Convém ficar de olho, em especial, nos nossos comportamentos, como agimos no dia a dia, nas diferentes situações, nos mais variados ambientes, pois, queiramos ou não, somos observados o tempo todo.

Faço tais considerações preliminares, a respeito do tema, para trazer este interessante vídeo 7 COISAS QUE DESTROEM O RESPEITO DOS OUTROS POR VOCÊ, publicado no ultimo dia 30 de setembro, no canal “didatics”, no YouTube, dando particular ênfase para a interação humana baseada na confiança e no respeito mútuo.

Confira a seguir, vale muito a pena (duração de apenas 7:23)!

Publicado em Educação, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Vídeos diversos | Marcado com , , | 2 Comentários

‘Pessoas positivas também têm pensamentos negativos ‘ – importante reflexão!

De volta com abordagens sobre o infinito e fundamental tema Autoconhecimento (ou, para quem preferir, “autodescobrimento”), o breve texto que selecionei para esta segunda-feira, focalizando “pessoas positivas e pensamentos negativos”, publicado no site Despertar Coletivo, traz uma reflexão muito importante, que julgo de grande propriedade e utilidade.

A ênfase da mensagem é a capacidade de observação dos pensamentos e o consequente fortalecimento da autoconsciência, recursos para que o indivíduo não perca o seu centro, a sua positividade e, na maior parte do tempo, esteja em equilíbrio e com sensação de bem-estar, ainda que as circunstâncias externas não sejam favoráveis.

Detalhes assim podem fazer grande diferença para cada um, acredito, na qualidade do comportamento e das reações cotidianas e, por óbvio, no processo de evolução individual. Estando consciente a esse respeito, resta exercitar e incorporar o hábito progressivamente.

Confira a seguir:

“Pessoas positivas também têm pensamentos negativos

Aprenda a observar. Ter uma mente positiva não significa ter pensamentos perfeitos o tempo todo. 

Pessoas positivas também têm pensamentos negativos, a diferença é que elas não permitem que as nuvens de negatividade saturem suas cabeças.

Acontece que na maioria das vezes não temos consciência de nossos pensamentos e quando menos percebemos, já estamos imersos em alguma nuvem de negatividade. A observação dos pensamentos permite que você assuma o controle deles, os selecione conscientemente e supere os momentos em que surgem pensamentos negativos.⁣⁣ Não no sentido de controle, mas de consciência.⁣

O simples ato de observar nossa mente torna o processo de lidar com nossos pensamentos mais fácil. A luz que acende dentro de você afasta as sombras. ⁣⁣

Estando mais consciente de seus pensamentos e sentimentos, você pode produzir o equilíbrio interno que procura, mesmo nos momentos mais difíceis.

O milagre que acontece ao observar seus pensamentos é que, enquanto você observa, você se torna mais forte internamente porque começa a perceber que não é sua mente – a mente é apenas uma ferramenta de criação, assim como você não é seu corpo.

O observador se torna tão forte que pode permanecer em paz consigo mesmo em qualquer situação externa. Observe seus pensamentos, sentimentos e humores. Observar-se é como uma vela em uma noite escura que ilumina não só o que está ao redor, mas também a si mesma.

Use essa energia de observação para transformar o seu ser. A observação aguçará sua consciência. Quanto mais familiarizados estivermos com a observação da nossa mente, mais perto estaremos de encontrar a solução para qualquer problema aparente que possamos enfrentar.

(Autor Desconhecido, traduzido por: Aline Prado)

Fonte: https://despertarcoletivo.com/pessoas-positivas-tambem-tem-pensamentos-negativos/

Publicado em Educação, Meditação e Espiritualidade, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento | Marcado com , | 2 Comentários

Sábado e música: Thiago Arancam – belíssimo show desse tenor brasileiro (dois vídeos)!!!

Em show ontem à noite, promovido por um canal de televisão aberta, também transmitido ao vivo pelo YouTube, tive oportunidade de melhor conhecer todo o talento, a versatilidade e a qualidade do cantor Thiago Arancam, jovem tenor paulistano que ficou conhecido por interpretar o Fantasma da Ópera, no Brasil, em 2018, e que vem interpretando músicas populares com elogiável desenvoltura!

Como inspiração musical para este fim de semana, e para exemplificar as belas performances do cantor, selecionei dois vídeos, ambos gravados pela TVE BAHIA em 26/jan/2019, da Turnê Bela Primavera, que aconteceu no Teatro Castro Alves, Salvador-BA. Nessa apresentação, além da sua banda, Thiago contou com acompanhamento especial da Orquestra Soteropolitana de Cordas, tendo Mário Soares como diretor e spalla. Na minha avaliação, o conjunto do espetáculo ficou muito bom!

No primeiro vídeo, Thiago canta um medley de três boleros latinos de muito sucesso, com as canções Perfídia (autoria Alberto Dominguez Borras), La Barca (autoria Roberto Cantoral Garcia) e Solamente Una Vez (Agustin Lara Aguirre).

No segundo, o cantor, em duo com a excelente Carmen Monarcha, cantora lírica brasileira que integra a orquestra do holandês André Rieu, interpretam a marcante canção How Can I Go On, composta por Freddie Mercury e Mike Moran.

Os vídeos estão publicados no canal Thiago Arancam, no YouTube.

Curtam estes dois momentos!!!

Publicado em Músicas | 3 Comentários

“Como conseguir o que você quiser, de acordo com a neurociência” – artigo oportuno, útil, excelente!

“Se você tem um desejo, faça um planejamento e estabeleça hábitos a serem repetidos dia após dia

Muito legal a abordagem trazida nesse artigo, de ontem, publicado no site A Mente É Maravilhosa. O texto nos mostra aspectos, ou melhor, estratégias, que de acordo com estudiosos da Neurociência nos ajudam a alcançar o que queremos, contribuindo, em consequência, para melhorar o equilíbrio emocional e o bem-estar.

Como você verá, são dicas importantes que estão ao alcance de todos. É muito uma questão de autoconsciência, foco, autoconfiança e determinação. O bom é observar que a ciência vai trazendo evidências (comprovações) para muito do que já sabíamos a respeito de organização individual, projeto de vida, orientação para o desenvolvimento pessoal e profissional, melhoria da qualidade de vida etc.

Nessa linha, temos o reforço de que fatores como idealização do desejo, plano de ação minimamente estruturado (metas, prazos, meios necessários etc.) e força de vontade são decisivos para que tenhamos nossos objetivos realizados. Aliás, já focalizei muitas vezes aqui no blog, em postagens as mais diversas, sobre vários dos fatores e dicas ora trazidos neste excelente artigo, cada vez mais respaldados em pesquisas que estudam o funcionamento do cérebro.

Por exemplo, no texto está dito que “o cérebro precisa de hábitos, rotinas, atividades que organizem o tempo e ofereçam segurança“, seguido da afirmação: se você deseja algo, faça um plano e monte um cronograma.”.

O artigo vai transcrito a seguir. Vale ler e atentar!

“Como conseguir o que você quiser, de acordo com a neurociência

Entender como o cérebro funciona pode ser o melhor ponto de partida para conseguir o que você quiser. Trata-se de estar em sintonia com cada processo, com cada necessidade psicobiológica, e desenvolver plenamente o seu potencial. Vamos ver como fazer isso.

Como conseguir o que você quiser, de acordo com a neurociência

Para conseguir o que você quiser, não é preciso fazer um pedido a uma estrela cadente ou soprar um dente-de-leão. Os desejos são metas e objetivos que podem ser planejados com esforço, resolução, comprometimento e algumas pinceladas de entusiasmo. A neurociência pode nos ajudar nesse caminho para a realização e o faz permitindo-nos, entre outros marcos, entender como o cérebro funciona nesse processo.

Embora seja verdade que ultimamente vemos um excesso de disciplinas que têm como prefixo o termo “neuro” (neuroeducação, neuromarketing, neuroplasticidade, neuroeconomia…), existe um fato inegável. Estamos interessados ​​em tudo que tem a ver com o nosso cérebro. Entender seu funcionamento é o primeiro passo para nos entendermos melhor e para sermos menos dissonantes.

Como Carl Sagan apontou certa vez em seu livro Broca’s Braina compreensão é sinônimo de alegria, e poucas coisas nos satisfazem mais do que aprender, do que adquirir conhecimentos que nos sejam úteis. Assim, compreender quais abordagens, estratégias e dimensões facilitam a satisfação de nossos desejos nunca é demais.

Inclusive, pode até mudar nossas vidas. Vamos saber mais.

Conseguir o que você quiser é possível, e o seu cérebro pode ajudá-lo

As pessoas têm poderes, capacidades que, longe de serem sobrenaturais, são nutridas por habilidades que todos nós podemos despertar, desenvolver e aplicar. Estamos falando de dimensões como a criatividade, a confiança, a capacidade de imaginar, de não desistir, de planejar, sonhar e apreciar; em essência, tudo que o cérebro articula e facilita.

Portanto, saber o que funciona melhor para você pode servir como uma estratégia valiosa para alcançar o que deseja. Muitas vezes, quase sem saber, assumimos hábitos que são claramente prejudiciais para o nosso equilíbrio interno. Dessa forma, seremos capazes de nos sintonizar muito mais com ele, nos conectando com nossas necessidades para obter o máximo do nosso cérebro.

Como apontou o geneticista Francis Collins, o cérebro é o órgão mais complicado do universo. Tem cem bilhões de neurônios, cada um dos quais, por sua vez, forma cerca de 10.000 conexões. Vamos usá-lo para sempre, pois além dos mistérios que contém, é emocionante colocá-lo a nosso serviço para sermos mais felizes e para tornar este mundo um cenário muito melhor.

Portanto, vamos descobrir quais estratégias poderão ajudá-lo a conseguir o que você quiser na sua vida.

Se você tem um desejo, faça um planejamento e estabeleça hábitos a serem repetidos dia após dia

O cérebro precisa de hábitos, rotinas, atividades que organizem o tempo e ofereçam segurança. Tudo isso reduz o estresse e regula processos internos infinitos. A região do cérebro que nos permite adaptar a esses hábitos para nos concentrar e focar em objetivos é o corpo estriado.

Graças a essas rotinas, corpo e mente trabalham em harmonia para nos ajudar a atingir objetivos e propósitos. Por outro lado, saber o que fazer em todos os momentos nos permite reduzir a procrastinação.

Então, não hesite: se você deseja algo, faça um plano e monte um cronograma.

Desative pensamentos negativos através de atividades físicas e da música

Para conseguir o que você quiser, é preciso enfrentar os seus piores inimigos: o derrotismo e a negatividade. Essas dimensões aparecerão por meio de frases como “é melhor esquecer esse objetivo porque você não vai alcançá-lo” “o que você tem em mente é impossível…”

Cada vez que essas ideias surgem, temos duas estratégias. A primeira é nos mover, proporcionar atividade para o corpo através do exercício físico, dança, etc. É simplesmente uma questão de ativar o corpo e o coração para fornecer um suprimento de endorfinas e serotonina ao cérebro. Às vezes, meia hora de atividade é o suficiente para ver as coisas de forma diferente.

Por outro lado, temos outra ferramenta sensacional ao nosso alcance: a música. Ela não apenas melhora o nosso humor, mas algo tão relaxante quanto ouvir música de fundo aumenta a nossa capacidade de atenção. Estudos, como o realizado na Universidade de Genebra, sustentam essa interessante relação.

Para conseguir o que quiser, você deve confiar em si mesmo

Cientistas do Wellcome Trust, um centro de pesquisa biomédica de Londres, fizeram um trabalho interessante em 2012. O objetivo era entender por que existem pessoas que tomam decisões melhores e escolhem melhor, personalidades que têm certeza daquilo que fazem e que muitas vezes alcançam o que desejam.

Algo que eles descobriram por meio de ressonâncias magnéticas é que, a cada decisão tomada, uma região na parte frontal do cérebro, o córtex pré-frontal ventromedial, é ativada em um maior grau. O que isso significa? Esta área pretende nos ajudar a avaliar as opções que nos são apresentadas. Para fazer isso corretamente, um processo muito decisivo também deve ser ativado: a autoconfiança.

Portanto, é necessário que você confie em si mesmo. Somente quando temos clareza sobre o que queremos e estamos confiantes nas nossas habilidades tomamos decisões melhores, discriminando o que é melhor para nós e o que não é. Assim, aqueles que duvidam, os que têm medo ou estão inseguros, dificilmente encontrarão o caminho para o seu objetivo.

Quando estiver cansado, faça algo criativo

No caminho para aquele pico dourado em que se baseiam nossos desejos, de vez em quando surge o esgotamento psicológico. O normal quando surge aquele cansaço que dá lugar à névoa mental é fazer algo mundano, como assistir a uma série; atividades que não exigem esforço e nas quais somos sujeitos passivos.

Agora, há uma iniciativa mais interessante que seu cérebro vai adorar: fazer algo criativo. Tarefas como desenhar, modelar, compor, pintar ou qualquer outra que permita ativar a criatividade, fazer a mente girar e a motivação surgir novamente. Entramos também naquele estado de fluxo sobre o qual fala o psicólogo Mihály Csíkszentmihályi, e logo surge o bem-estar.

A ansiedade deve estar a nosso favor, nunca contra

Finalmente, nesse propósito de conseguir o que queremos, temos que levar em consideração um aspecto fundamental. Muito além do que podemos pensar, para alcançar algo, precisamos de uma ativação interna adequada e, portanto, a ansiedade deve estar presente.

No entanto, estamos falando daquela ansiedade saudável que acende a motivação, que nos impele a nos movermos para estarmos atentos aos estímulos que nos rodeiam, atentos às oportunidadesUm nível justo e adequado de ativação é sempre necessário.

Isso implica, portanto, estar ciente de que ela não deve ser excedida em nenhum momento. Caso isso aconteça, a mente deixará de ser nossa aliada, a expectativa se transformará em preocupação e essa jornada para o nosso objetivo se tornará muito difícil. Vamos manter isso em mente.

Para concluir, essas estratégias são apenas pequenos pontos de partida a serem levados em consideração no dia a dia. São também estratégias de bem-estar que vão cuidar um pouco mais do nosso cérebro.

Confira a publicação original em: https://amenteemaravilhosa.com.br/como-conseguir-o-que-voce-quiser/

Publicado em Educação, Frases célebres, Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Saúde | 2 Comentários

“MATURIDADE” – Uma crônica deliciosa e com muita sabedoria!

Sabe aquele papo de valorizar mais o “ser” do que o “ter”, de não querer estar sempre com a razão, de valorizar muito mais a essência das coisas do que a forma, a autenticidade, a simplicidade etc., etc., etc…. ?

Claro, esses são estilos e comportamentos que naturalmente estão mais presentes nas pessoas do pós-60, na jornada dos cabelos grisalhos, da senioridade, ou da maturidade. E isso é muito bom, vem no pacote do que tenho chamado de “processo de envelhecimento bem-sucedido”, que tem muito mais a ver com a manutenção da jovialidade da mente do que com as marcas e limitações impostas pelo acumular dos anos de vida.

A esse respeito, deparei com a crônica MATURIDADE, em cujos parágrafos (poucos, por sinal), de forma singela, agradável, positiva e, a meu ver, precisa, a escritora carioca Ana Jácomo enfatiza um conjunto de detalhes, aprendizados e sabedoria próprios dessa etapa da vida.

Pensando aqui, após a leitura do texto, chego a acreditar que muita gente parece não se dar conta dessa realidade. Então, que saibamos, cada vez mais, reconhecer e valorizar esses aspectos bem realçados pela autora.

A crônica foi publicada em 23 de janeiro de 2019, no Facebook, na página da escritora.

Bacana perceber… (leia a seguir):

“MATURIDADE

(Ana Jácomo)

Bacana perceber que a gente é capaz de aprender com as próprias falhas. Rir, muito depois, de bobagens que fez. Desdizer as certezas que tinha sem fazer cerimônia. Ter um olhar generoso para as dificuldades que tem com o respeito com que olha para as dificuldades alheias.

Bacana perceber como tudo passa, de fato. Como os cabelos embranquecem, de verdade. Como com o passar do tempo a gente julga menos e abraça mais. Como certos desesperos trocam de lugar com a mansidão. Como a razão faz as pazes com a emoção. Como fica claro o que realmente importa.

Bacana perceber que a gente já não faz questão de muita coisa. Que deixa por menos. Que o valor e prioridade das coisas se alteram. Que não se magoa mais facilmente. Que quer é saúde e coração tranquilo. Que ama ainda com maior beleza. Que depois de tanta andança valoriza ainda mais o começo de tudo.

Bacana perceber que a gente agora agradece mais do que pede. Que saiu (quase) ileso às armadilhas do caminho. Que superou tristezas que nunca nem conseguiu expressar. Que floriu de novo depois de tanto inverno. Que acha os pais ainda mais legais depois de tanto chão percorrido.

Bacana amadurecer.

Fonte: https://www.facebook.com/anajacomohoje/posts/475244236341109/

Publicado em Motivação e crescimento humano, Psicologia e comportamento, Saúde | Marcado com , , , | 2 Comentários

Smartphones: dicas para você entender a diferença entre um celular básico, intermediário e avançado (matéria Canaltech)!!!

Uma das coisas de maior interesse e utilidade para cada um de nós, nos dias atuais, é o danado do telefone celular, internacionalmente chamado de “smartphone”. E não é para menos!

Com um dispositivo desses em nosso poder, desde que devidamente habilitado e conectado à internet, temos o mundo na palma das mãos. Aliás, uma das coisas que mais me impressionam em termos da vida prática e real, quando penso na inteligência humana e no continuado avanço tecnológico a nosso serviço, é o conjunto de recursos e facilidades embarcados em um aparelho smartphone. De uns tempos para cá, e cada vez mais, tais dispositivos, no geral, oferecem mais funcionalidade e até mais velocidade do que os computadores, tudo ali juntinho, apertadinho, em um aparelho fino e leve que você carrega com você. Mais ainda, com a vantagem de que esse mini(super)computador móvel também serve para você falar/telefonar a qualquer momento, de onde estiver! rsrs

Brincadeiras à parte (ou não), é uma invenção fabulosa, dinâmica, que não para de ser atualizada e de evoluir. Temos aí, portanto, prova inequívoca da extraordinária inteligência e da capacidade criativa ilimitada dos humanos!!!

Como tudo que envolve recursos tecnológicos, cada vez mais diversificados, naturalmente surgem dúvidas para as pessoas comuns, que não são da área de tecnologia da informação. Por exemplo, quais seriam os requisitos que devemos levar em conta (não devemos abrir mão) na hora de fazer escolha e comprar um celular? Quais as principais diferenças tecnológicas entre os diversos aparelhos disponíveis?

Para nos esclarecer e facilitar a nossa vida nesse particular, recomendo a leitura de interessante matéria publicada no site Canaltech, de três dias atrás, com um apanhado geral sobre os requisitos técnicos, funcionalidades, atualizações etc., buscando estabelecer diferenciação, de fácil entendimento, a respeito dos smartphones que estão no mercado, dos mais básicos aos mais avançados.

Na minha percepção, trata-se de informações verdadeiramente úteis, sobre as quais precisamos estar atualizados, considerando que a utilização de dispositivos móveis veio para ficar, está no nosso cotidiano e, ao que tudo indica, assim seguirá!

Confira:

Intermediários já têm mais funções que os básicos (Imagem: Divulgação/Motorola)

“O que faz de um celular básico, intermediário ou avançado?

(Por Felipe Junqueira)

As empresas lançam cada vez mais smartphones, o que pode ser bom por um lado, pois dá bastante opção ao consumidor, e ruim por outro, uma vez que opção demais pode deixar potenciais compradores em dúvida. Para ajudar um pouco, a indústria divide os modelos em três categorias: básicos, intermediários e avançados.

Mas, como é de praxe, essa solução também trouxe novos problemas, e tanto lançamento começou a “subdividir” as categorias em aparelhos básicos, intermediários e avançados.

Nos próximos parágrafos, o Canaltech explica o que faz de um smartphone básico, intermediário ou avançado, e quais são as diferenças entre os mínimos e os recomendados dentro de cada categoria. Assim, você fica craque e consegue identificar qual modelo está mais em linha com o que busca para si mesmo.

Básicos

Celulares básicos ou de entrada costumam não apenas ter especificações e recursos mínimos para uma experiência razoável do usuário por um preço baixo. Eles também trazem componentes de menor qualidade e é comum ver usuários e especialistas destacarem tela OLED em detrimento da LCD, por exemplo, mas a verdade é que a segunda ficou com má fama principalmente por conta da má qualidade dos displays de smartphones de baixo custo.

Nessa categoria, também podemos colocar os modelos com processadores menos poderosos, menos memória RAM e espaço para armazenamento. Com relação ao conjunto fotográfico, é preciso ter um cuidado especial: o fato de ter um monte de câmeras não significa que um aparelho não possa ser de entrada. Podemos considerar um diferencial dentro dessa faixa, mas o hardware em si e a qualidade dos componentes são questões muito mais importantes para classificar um celular como básico ou avançado.

Outro indicativo forte é a quantidade de atualizações de software: quase nenhum celular de entrada recebe nem mesmo updates de segurança…

Leia a matéria completa clicando no link a seguir:

Publicado em Educação, Marketing e Tecnologia | Marcado com | 2 Comentários

Sábado e música: Carla Bruni – dois belos vídeos (sessões ao vivo) – você vai gostar!!!

Selecionei, como inspiração musical para este sábado, dois vídeos com a italiana (de ascendência francesa) Carla Bruni, modelo, cantora, compositora e atriz, também ex-primeira-dama da França. São duas gravações bem intimistas, que ela nos brinda com interpretações de notável sensibilidade, delicadeza e charme. Momentos assim, acredito, agradam e pacificam!

O primeiro vídeo, que me foi sugerido por um dileto seguidor e colaborador do blog, mostra a cantora Carla Bruni, em gravação de 2017, interpretando a famosa canção The Winner Takes It All, composta por Benny Andersson e Björn Ulvaeus, lançada pelo ABBA em 1980, um grande sucesso pelo mundo.

Na sequência, em vídeo novíssimo, publicado ontem, você verá a artista interpretando a canção Rien que l’extase, composição autoral escrita em parceria com Michel Amsellem. Uma canção deliciosa que deverá fazer sucesso!

Ambos os vídeos estão no YouTube, publicados no canal ‘Carla Bruni’.

Curta estes dois registros musicais. Espero que goste!

Publicado em Músicas | Marcado com , | 6 Comentários

O que é a regra do ‘silêncio incômodo’, usada por grandes executivos como Jeff Bezos e Tim Cook

“Costumo falar muito rápido e me meti em problemas por isso”.

Volto a falar sobre Inteligência Emocional, assunto abordado diversas vezes aqui no blog. A propósito, vale realçar que gosto muito dos diversos enfoques envolvendo esse tema, sempre no meu radar já faz algumas décadas, pela sua importância para o aprimoramento das relações interpessoais, a tomada de decisão e, obviamente, para o equilíbrio (domínio) das nossas atitudes, o que inclui a maneira como falamos, reagimos, nos expressamos etc.

Nesse contexto, a abordagem de hoje tem foco específico na chamada regra do “silêncio incômodo”, trazida na interessante e oportuna matéria da BBC NEWS Brasil, publicada no início do mês, que será transcrita abaixo.

Na minha percepção, essa regra do silêncio temporário, um recurso de elaboração mental, pode ser muito “estratégico” para que você formule determinadas respostas e tome certos posicionamentos com maior segurança e precisão. Diria, trata-se de uma grande sacada.

Curiosamente, de alguma forma instintiva, sempre procurei refletir antes de sair falando, nas mais variadas circunstâncias. E quando um hábito assim é adotado por executivos importantes, que precisam tomar decisões rápidas, creio que alguma coisa nesse sentido tenha real validade, para uso de amplo espectro. Ou seja, traz a validação de que funciona mesmo!

Por essas e outras, recomendo a leitura do texto, que é relativamente curto, cujo conteúdo pode lhe trazer efetiva utilidade. No mínimo, merece reflexão!

Confira:

“O que é a regra do ‘silêncio incômodo’, usada por grandes executivos como Jeff Bezos e Tim Cook

 outubro 2020

Tim Cook, Apple
Legenda da foto,Tim Cook, CEO da Apple, é conhecido por fazer longas pausas antes de responder a uma pergunta

Quando nos apressamos a dar uma resposta, as coisas podem sair bem mal, e por isso, vez ou outra, nos arrependemos de ter falado sem pensar.

Há uma estratégia adotada por grandes líderes corporativos, como Tim Cook, CEO da Apple, e Jeff Bezos, fundador da Amazon, de prestar muita atenção às palavras que dizem.

Trata-se da “regra do silêncio incômodo”, um conceito desenvolvido por Justin Bariso, consultor e autor do best-seller “IE Aplicada, Guia para a Inteligência Emocional no Mundo Real” (em tradução livre).

O ponto consiste em: quando você é confrontado com alguma pergunta desafiadora, em vez de responder imediatamente, deve fazer uma pausa e pensar profundamente em como quer responder.

E por que é incômodo? Porque a pausa pode ser de 10 segundos, 20 ou até mais tempo, deixando o interlocutor desconcertado, caso não esteja acostumado a esse tipo de interação.

Em entrevista à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC), Bariso afirma que Tim Cook é conhecido por fazer longas (e incômodas) pausas. Já Jeff Bezos tem um método: no início de reuniões ele toma um tempo longo para ler relatórios em silêncio antes de começar o diálogo.

“Essa regra sempre foi uma ferramenta valiosa de inteligência emocional porque permite equilibrar raciocínio e emoção, em vez de reagir baseado apenas em sentimentos”, diz Bariso.

Um caso célebre dessa regra envolveu Steve Jobs, que levou quase 20 segundos para rebater um ataque pessoal, levando a uma resposta contundente.

Era o ano de 1997. Jobs, que havia acabado de voltar à Apple, participava de um encontro com desenvolvedores.

Alguém da plateia afirmou na ocasião que ele “não sabia do que estava falando”.

No período que pareceu uma eternidade para quem presenciou o ataque e aguardou a resposta, Jobs tomou um pouco de água e alguns segundos para pensar até começar a responder.

“Você sabe…”, ele diz. “Algumas pessoas às vezes gostam de você, mas…” E daí Jobs silencia novamente por cerca de oito segundos.

Em seguida, continua a resposta. “Uma das coisas mais difíceis quando você está tentando alcançar a mudança é que pessoas como este cavalheiro estão certas… em algumas áreas.”

Esse é o início de uma longa resposta que deixou o público deslumbrado. Mas, além da capacidade de Jobs de responder ao ataque e propor sua visão de longo prazo, uma das coisas que Bariso destaca é a duração e a eficácia dessa técnica discursiva.

8 benefícios

A inteligência emocional se refere à capacidade de entender e administrar emoções, segundo Bariso.

Quando estamos sob pressão, falamos e agimos de uma maneira diferente em relação ao momento em que temos tempo de analisar as coisas.

“Costumo falar muito rápido e me meti em problemas por isso”, diz o autor.

Essa foi uma das razões pelas quais Bariso decidiu entrar no campo da inteligência emocional.

E quando você praticar a regra do silêncio constrangedor por tempo suficiente, acrescenta: “Você vai parar de se sentir estranho.”

Esses são alguns dos benefícios que a prática regular dessa regra pode proporcionar, segundo Bariso:

Silenciar o mundo externo

Exercitar seu raciocínio

Chegar à raiz do problema com maior eficácia

Dar respostas mais bem pensadas e mais profundas

Equilibrar suas emoções

Estar em harmonia com seus valores e princípios

Dizer o que realmente quer dizer

Aumentar sua confiança

Uma das principais dúvidas ligadas a essa regra é se qualquer pessoa pode adotá-la.

Não apenas pela capacidade individual de colocá-la em prática, como também porque em situações formais pode gerar uma reação negativa por parte das outras pessoas.

Ou seja, quase ninguém é Cook, Bezos ou Jobs. E algo que pode ser visto em algumas pessoas como bastante interessante, em outras pode soar estranho, inadequado, fora de lugar.

Pessoas como Cook ou Bezos nem sempre estiveram em posições de poder, contesta Bariso. “Uma das razões para chegarem onde chegaram é porque tinham confiança em suas habilidades. Seguir esta regra te ajuda a desenvolver essa autoconfiança”.

Mas a regra do silêncio incômodo pode se voltar contra quem a utiliza?

Bem, a regra não é uma solução mágica e pode jogar contra quando você está em determinadas circunstâncias que demandam exatamente o oposto: respostas rápidas.

“Sempre haverá cenários em que teremos que responder rapidamente”, diz Bariso. “Mas há bem menos momentos como esse do que a gente pensa. Na maioria das vezes, tirar 10 ou 30 segundos antes de responder não te fará mal.”

E se os segundos de pausa parecerem eternos demais, o autor recomenda resistir à tentação de responder a primeira coisa que lhe vem à cabeça e separar ao menos alguns instantes para pensar antes de falar.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-54359532?utm_medium=10todaybr.20201004&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

Publicado em Motivação e crescimento humano, O ser humano no contexto das organizações, Psicologia e comportamento | Marcado com | 4 Comentários

Indicação de leitura: “As coisas que você só vê quando desacelera” (artigo Bruna Cosenza)!

Para não perdermos contato, aqui no blog, com as coisas envolvendo o mundo corporativo, até por conta do meu histórico profissional por várias décadas, sempre atento às nuances envolvendo o fator humano, repercuto artigo que gostei bastante, da escritora e influenciadora Bruna Cosenza, publicado dia 8 de setembro passado, no LinkedIn.

Na postagem em referência, baseada na leitura do livro As Coisas que você só vê quando desacelera, escrito pelo monge coreano Haemin Sunim, a autora faz destaques para trechos do livro que ela compilou como “7 conselhos sobre carreira”, compondo assim um conjunto de reflexões e dicas (a meu ver consideravelmente importantes), que podem ajudar o leitor a descortinar uma carreira literalmente bem-sucedida, em termos qualitativos (verdadeiros), ou seja, com propósito/vocação, sentimento de realização e desenvolvida com o necessário equilíbrio entre as dimensões pessoal e profissional.

Como você verá, podem se beneficiar dos referidos conselhos pessoas de qualquer idade e em estágio na vida profissional bastante distinto, desde que sigam buscando estar ativas no mercado. Entretanto, salta aos olhos que as dicas destacadas têm endereço ainda mais preciso para os jovens que procuram orientação em termos de posicionamento na carreira!

Confira a seguir:

“As coisas que você só vê quando desacelera”: 7 conselhos sobre carreira

Bruna Cosenza

Recentemente terminei a leitura do livro “As coisas que você só vê quando desacelera”. O autor, Haemin Sunim, é um escritor e professor de zen budismo da Coreia do Sul. Ao ler a obra, sentia como se o monge estivesse ao meu lado, com uma voz calma, me transmitindo os seus conselhos sobre relacionamentos, trabalho, espiritualidade.

Um dos principais ensinamentos do livro como um todo é sobre o poder que a nossa mente tem para influenciar como enxergamos o mundo. Se tudo vai bem dentro de nós, não é que o mundo parece calmo e agradável? No entanto, se dentro de nós só há pensamentos negativos e trevas, o mundo parece muito sombrio também. Por isso é tão importante conhecer e controlar a nossa mente em um mundo tão frenético.

Gostei tanto do livro que resolvi escrever alguns textos compilando os aprendizados que mais me marcaram. Começando por esse que é sobre trabalho. O monge tem conselhos certeiros que nos fazem refletir sobre a forma que estamos lidando com a nossa vida profissional. Estruturei alguns conselhos a partir de quotes selecionadas do livro. Espero que inspire vocês assim como me inspirou!

1. A busca pela sua vocação não é simples

Haemin Sunim dá vários conselhos em relação à busca pela sua vocação. Quem está no começo da carreira pode usufruir muito bem desses ensinamentos, afinal, quando temos 18 e poucos anos é normal nos sentirmos perdidos. O monge diz o seguinte:

“Em primeiro lugar, uma das razões que tornam difícil descobrir a sua vocação é que você simplesmente não conhece todos os tipos de trabalho que há pelo mundo (…) A maneira mais fácil de se expor a uma variedade de experiências indiretas é a leitura.”

E não é que faz sentido? Realmente, são tantas opções que às vezes nos sentimos afogados. A dica do autor é ler (e eu não poderia concordar mais), afinal, por meio da leitura podemos conhecer diversas realidades. Ele também indica que a leitura contemple biografias, pois assim é possível mergulhar na vida profissional de pessoas de diferentes áreas. Além de ler, eu recomendo também conversar pessoalmente com alguns profissionais de áreas do seu interesse (não será possível conversar com gente de todas as profissões, mas daquelas que mais te interessam).

“Em segundo lugar, é difícil encontrar a própria vocação porque muitos acreditam equivocadamente que devem olhar apenas para dentro de si a fim de descobrir as próprias paixões (…) Ter uma grande variedade de experiências pode ajudá-lo a descobrir a sua paixão interior. Experimente vários empregos de meio período e estágios ou faça trabalho voluntário.”

Esse conselho é ótimo e sempre falo sobre como é importante experimentar, pois só assim descobrimos do que gostamos e do que não gostamos. Foram os anos no CLT em áreas de atuação que não tinha a ver comigo que me fizeram chegar às respostas que me levaram ao lugar que estou hoje. É tentando que aprendemos, portanto, não tenha medo de errar.

“Em terceiro lugar, é difícil encontrar sua vocação sem se conhecer o suficiente (…) Você pode aumentar a autoconsciência interagindo com uma ampla variedade de pessoas nas mais variadas situações. Você vai desenvolver uma compreensão mais profunda de si cultivando relacionamentos, que se tornam um espelho que vai refletir pontos fortes e fracos em várias circunstâncias.”

Aqui, basicamente ele está falando sobre o autoconhecimento, que é muito importante para entender quem você é, seus valores, no que é bom e o que precisa desenvolver. A dica do monge é interagir com as pessoas, afinal, é nos relacionamentos que somos colocados diante de situações variadas. Por meio da relação com o outro, nós nos desenvolvemos e nos reconhecemos.

2. Faça escolhas profissionais sem pensar nos outros

Por muito tempo na minha vida me deixei levar pelo medo do julgamento alheio em relação às minhas decisões profissionais. Eu me lembro de que quando tinha 18 anos e algumas opções de carreira diante de mim, levei demais em consideração o que meus pais, amigos e a sociedade como um todo poderiam achar. Hoje, com o nível de maturidade que tenho, sei que teria decidido por outro caminho se pudesse voltar atrás.

Aprendi que, antes de pensar nos outros, devo pensar em mim. E como o próprio Haemin Sunim diz, as pessoas não estão pensando tanto assim em você e, mesmo que estejam, não se deixe levar por isso.

“Por fim, não escolha sua carreira com base no que os outros vão pensar dessa decisão. A verdade é que as outras pessoas não pensam tanto assim em você. Se acha que vai gostar de algo, não pense muito. Apenas faça.”

3. A faculdade não define quem você é

O ponto aqui é sobre não se permitir definir pelo curso de graduação que você escolheu quanto tinha apenas 18 anos. Nessa idade, nem sempre fazemos decisões que estão alinhadas a quem somos anos depois. É importante não se permitir limitar pela sua formação, pois muita gente deixa de seguir os caminhos do coração por conta disso.

Você sempre poderá traçar outros caminhos e, quem sabe, trabalhar com algo que nem imaginava ser possível quando era mais novo.

“A faculdade em que você se formou não é importante. A vida que escolheu levar após a faculdade é.”

4. Não coloque o dinheiro acima de tudo

Por muito tempo ouvi as pessoas ao meu redor falando que eu deveria me orgulhar de trabalhar em grandes empresas do meio publicitário. Se você olhar o meu currículo, verá grandes nomes por lá, mas e daí? Trabalhei por anos em empresas renomadas e nunca fui feliz. Não menosprezo as experiências, pois aprendi e cresci muito, mas a possibilidade de ganhar mais dinheiro trabalhando com algo me tornava infeliz não era o que eu queria pra mim.

Durante anos eu me senti completamente sem rumo, só ouvindo as pessoas dizerem que eu tinha sorte e poderia crescer muito nesses lugares. Bom, eu escolhi ganhar menos (pelo menos no começo) e ser bem mais feliz. Prefiro viver com menos luxos e ter uma vida que faça sentido para mim do que passar o resto dos meus dias me sentindo miserável.

“Ter liberdade é mais importante do que ter dinheiro. É melhor levar o tipo de vida que você quer do que ganhar mais e ser subjugado. Não venda a sua liberdade.”

5. O sucesso é relativo

O que é sucesso para você? Bom, para mim é ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional e manter a minha saúde mental em dia. Quando eu estava no CLT em grandes empresas, muita gente achava que eu tinha uma carreira de sucesso, mas para mim aquilo tudo era o fundo do poço.

Haemin Sunim afirma que não devemos nos deixar levar pela percepção de sucesso dos outros. Encontre o que, para você, significa ser “bem-sucedido”. Coloque o seu coração antes da razão nos momentos em que estiver em dúvida sobre o próximo passo.

“Se uma pessoa insiste que você siga o caminho bem-sucedido dela, mas isso não é o que seu coração deseja, escute o seu coração antes que seja tarde demais.”

6. Não se permita chegar à exaustão

Sabe aquela história de que ficar até tarde no escritório é bonito e te faz crescer profissionalmente? Por favor, se esqueça disso! E não sou só eu que estou falando: Haemin Sunim concorda comigo. Fazer um bom trabalho não significa trabalhar 12 horas por dia e sim entregar com qualidade e eficiência dentro da jornada de trabalho prevista na lei.

“A dedicação ao trabalho não deveria ser medida por quantas vezes você trabalha até tarde ou deixa de tirar férias, mas pela eficácia do seu trabalho e pela contribuição que você dá à empresa.”

7. Fique de olho na rotatividade da empresa

Está aí uma coisa que ninguém me falou quando eu era mais nova, mas o monge Haemin Sunim não nos permite esquecer. Nunca parei para analisar o turnover, ou seja, a rotatividade de funcionários de uma empresa. Só quando já estava no meu último emprego como CLT que percebi que esse índice significava alguma coisa.

Quando as pessoas não ficam muito tempo em uma empresa, quer dizer que algo não vai bem por lá. Afinal, quando o lugar é bom todo mundo fica mais tempo, né? Pense nisso quando estiver avaliando uma proposta de emprego.

“Quando estiver procurando um emprego, tente descobrir por quanto tempo os funcionários ficam na empresa. Isso é mais importante do que o tamanho da companhia ou o salário oferecido. Se as pessoas sempre saem de lá, isso evidencia muita coisa.”


Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/coisas-que-voc%25C3%25AA-s%25C3%25B3-v%25C3%25AA-quando-desacelera-7-conselhos-sobre-cosenza/?trackingId=FbwraOUbRG2mXG%2FNbgCYcg%3D%3D


Publicado em Livros e leitura, Motivação e crescimento humano, O ser humano no contexto das organizações | Deixe um comentário

‘Os azulejos de Lisboa’ – Uma arte que apreciamos!

Com este post de hoje, começo a semana trazendo a temática ‘cultura, educação e arte’, mais precisamente para enfocar um pouco a respeito dos azulejos decorativos, claro, para que o leitor fique informado sobre a história dessa arte que tanto agrada aos nossos olhos, particularmente a mim, seja em peças individuais, seja, sobretudo, formando belíssimos painéis e ornamentos nos mais diversos ambientes, internos e externos.

Pelos registros históricos, trabalhos como os ‘azulejos de Lisboa’ já eram vistos no Oriente Médio, muitos séculos atrás, ganhando destaque e fincando raízes, inicialmente, pelo Ocidente, na região da Andaluzia-Espanha (Saragoça, Toledo, Sevilha etc.), sendo denominados de “azulejos hispano-mourisco”, de onde foram levados para Portugal, no Século XV, pelo Rei Dom Manuel.

Aqui no Brasil, não é raro encontrarmos azulejos desse tipo ornamentando ambientes pelo país afora, especialmente nas cidades e locais mais antigos, sobretudo pela influência da colonização portuguesa. Para nós, vale realçar, essas peças de arte são chamadas popularmente de “azulejos portugueses”.

Bem, para melhor ilustrar o assunto, reproduzo interessante artigo que vi publicado no blog Bcr ESCOLAS“, em 30 de setembro passado, a respeito dessa arte em Portugal, sua história e principais características, tendo em conta que os azulejos decorativos expressam boa marca da cultura portuguesa.

A meu ver, uma leitura agradável e de valor. Confira a seguir:

“AZULEJOS DE LISBOA

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é azulejos.ruadoquelhas.no9_.7.1.jpg
Azulejos de Padrão, rua do Quelhas, Lapa, Lisboa. Foto: @foartista.

Os azulejos de padrão que encontramos por Lisboa, são de todas as cores e tonalidades, desde os verdes, castanhos, amarelos, laranjas, mas sobretudo os azuis, e com os mais variados desenhos, que se misturam em círculos, flores, quadrados, losangos, estrelas ou cruzes, conforme o gosto das épocas. Replicam-se geometricamente, numa infindável composição artística, de grande impacto visual, resultante das cores e da cintilação dos materiais cerâmicos, que transformam e iluminam a arquitetura mágica da cidade!

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é img_0317.av_.dcarlosi.santosovelho.jpg
Azulejos de padrão, avenida D. Carlos I, Santos-o-Velho, Lisboa. Foto: @foartista.

O nome “azulejo” tem origem na palavra árabe, “azzelij” ou “al zuleycha”, que significa “pequena pedra polida” e designa uma peça cerâmica, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada. A partir do século XV, começaram a chegar de Sevilha e Toledo, elaborados ao gosto hispano-mourisco, também conhecidos como azulejos “mudéjares”, que podemos ver no Museu Nacional do Azulejo. No museu do Castelo de São Jorge, podemos também observar vários azulejos de revestimento retangular, com técnica de aresta ou de corda seca, importados do sul de Espanha, ao longo da primeira metade do século XVI. 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é fdfrg.jpg
Azulejos Hispano-Mouriscos, 1ª metade do século XVI, Museu de Lisboa, Lisboa. Foto: @foartista.

De Itália e Antuérpia, começaram a surgir os azulejos de técnica “majólica” ou “faiança”, que permitiam pintar diretamente sobre o azulejo vidrado, aumentando a liberdade criativa, enquadrada pelas novas estéticas do Renascimento e do Maneirismo, com temas mais vegetalistas e animalistas, em detrimento dos motivos geométricos islâmicos. Tornam-se também comuns os azulejos “enxaquetados”, ou de “caixilho”, isto é, em forma de xadrez, formando uma malha geométrica, de decoração mais simples, quase sempre monocromáticos, em azul ou verde, dispostos na diagonal, e que passaram a revestir as igrejas, como podemos ver na Igreja de São Cristóvão, no largo do mesmo nome, na Mouraria.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é img_5108.painelaz.enxaquetados.faiancaazulebrancoebarroverm.lisboa.c.1590.1610.prov_.desc_.mna_.jpg
Painel de azulejos enxaquetados, faiança em azul e branco e barro vermelho, Lisboa, 1590-1610, museu do Azulejo, Lisboa. Foto: @foartista.

Não deixem de visitar o Museu Nacional do Azulejo, localizado no Convento da Madre de Deus, na rua do mesmo nome, em Xabregas, para descobrirem as valiosíssimas coleções de azulejos que aí se encontram, e compreender a evolução desta arte, ao longo do tempo. O Museu da Cidade, situado no Palácio Pimenta, no Campo Grande, também é de visita obrigatória, para apreciarmos o seu vasto espólio azulejar, parte dele ainda desconhecido do público, só aparecendo em exposições temporárias.

Lisboa também se retrata através dos seus azulejos. A cidade passa a ser o tema, e é ilustrada, como se estivesse a ver ao espelho. No último andar do Museu do Azulejo, podemos maravilharmo-nos com um grande painel de azulejos, da primeira metade do século XVIII, provenientes do antigo palácio dos condes de Tentúgal na rua de Santiago à Sé, que nos mostra a vista panorâmica de toda a Lisboa, antes do terramoto de 1755. Revela-nos detalhes incríveis. Vários painéis no Palácio Pimenta, mostram-nos também a Lisboa dos séculos XVIII e XIX, ou outros momentos da história de Portugal, alguns, reproduzidos em exteriores, como no jardim Júlio de Castilho, no miradouro de Santa Luzia. Neste miradouro, com uma das vistas mais bonitas sobre Alfama, podemos observar uma grande miscelânea de azulejos dos séculos XVII e XVIII, recentemente restaurados. No largo de Santa Luzia, encontramos um painel que retrata a Lisboa dos anos 40, vista do rio. Na rua do Alecrim, na fachada da loja Sant’Anna, descobrimos dois painéis de azulejos deliciosos, do século XIX, que retratam o antigo Mercado da Figueira e o Aqueduto das Águas Livres.

Os azulejos passam a fabricar-se em massa, adquirindo um gosto e uma estética muito portuguesa, cobrindo tanto os exteriores como os interiores de palácios, palacetes, prédios, casas de ricos e pobres, igrejas, mosteiros, lojas e mercados. Espalhados por toda a cidade, envoltos por ramagens, flores e florões, contam histórias sagradas da Bíblia, de anjos e santos, e histórias profanas de músicos, damas e fidalgos a namorar ou a passear, nobres a caçar, pessoas do povo nos seus vários ofícios, figuras de convite ou soldados e marinheiros, como se de uma autêntica Banda Desenhada se tratasse. Tornam-se por excelência, um grande um canal de comunicação e informação, para as massas iletradas, assumindo também um carácter didático, como é o exemplo dos painéis de azulejos da Aula da Esfera do antigo Convento de Santo Antão-o-Novo, atual Hospital de São José, na travessa do Hospital.

Visitando por exemplo, os jardins do Palácio dos Condes de Penafiel, na rua de São Mamede, o Palácio da Independência, na rua das Portas de Santo Antão, ou o palácio Valada-Azambuja, no largo do Calhariz, ou ainda os jardins do palácio Fronteira, no largo de São Domingos, em Benfica, ou quaisquer conventos ou igrejas da cidade, como o Convento de Jesus, na travessa com o mesmo nome, o Mosteiro de São Vicente de Fora, no largo de São Vicente, ou a Igreja de São Roque, no largo Trindade Coelho, percebemos, claramente, que os azulejos fazem parte de um quotidiano já muito antigo, indissociável da cidade. 

O azulejo torna-se assim, uma arte identitária, não só de Lisboa, como de todo o país. No século XVII, a produção de Lisboa aumenta bastante, predominando a influência oriental, em que os painéis de azulejos se passam a assemelhar a tecidos indianos ou a tapetes persas, muito usados, sobretudo, nos frontais dos altares das igrejas.  No Convento da Graça, no largo do mesmo nome, ou no Museu do Azulejo, podemos encontrar os azulejos “grotescos”, que começam a surgir nesta altura, em que os temas do burlesco, do caos e da incoerência dominam. Da Flandres surgem as “macacarias”, que representam macacos trajados como se fossem pessoas, com um carácter satírico e de critica aos bons costumes da época. Não deixe de apreciar, no Museu do Azulejo, “O Casamento da Galinha”, um dos painéis mais significativos deste estilo. 

Os azulejos de padrão “ponta de diamante”, de origem espanhola, com o motivo central desenhado em pirâmide, criando uma ilusão ótica de efeito tridimensional, são aplicados na Igreja de São Roque, mesmo nos finais do século XVI, e conhecem um grande desenvolvimento por toda a cidade, no primeiro quartel do século XVII, sendo ainda visíveis nalgumas fachadas lisboetas em Alfama ou na Misericórdia, entre outras. 

As “albarradas”, ou azulejos que ilustram jarras, taças ou cestos com flores, muitas vezes com querubins e papagaios, ou outras figuras semelhantes, também de origem flamenga, ganham por cá, uma expressão própria. Inspirados nos azulejos holandeses, e com grande aceitação nacional, foram os azulejos de “figura avulsa”, em que cada azulejo representa no centro uma única imagem, e nas pontas uns símbolos em “estrelinha”, pintados a azul. Podemos observá-los por exemplo, no Palácio Azurara, no largo das Portas do Sol, ou no mosteiro de São Vicente de Fora. 

Enquanto no século XVII predominavam os azulejos policromos, nas cores azul, verde e amarelo, mais para o final do século, passa a predominar o uso do azul cobalto sobre fundo branco, que irá dominar todo o século XVIII, evidenciando a qualidade do traço, com a vinda para Lisboa de mestres espanhóis e a formação de artistas portugueses, numa altura em que a produção de painéis decorativos dispara, como se pode ver no Mosteiro de São Vicente de Fora. Nas primeiras décadas deste século, Lisboa torna-se a capital mundial do barroco. A estética barroca ou “joanina”, levou a que os azulejos fossem cada vez mais ornamentados monumentais e fantasiosos, enquanto o estilo “regência”, de transição para o rococó recupera a policromia nas cores amarelo, verde e violeta, tal como a continuação do uso do azul cobalto.

Para a reconstrução rápida da cidade, após o terramoto de 1755, os azulejos foram muito usados, quer por questões de higiene urbana, quer para disfarçar a simplicidade decorativa dos prédios pombalinos, construídos com pressa. Retoma-se o uso do azulejo de padrão, a mais baixo custo. Ficaram conhecidos como as “padronagens pombalinas”, cujo desenho é composto por uma flor central amarela, dentro de uma moldura azul, em que os cantos formam uma flor castanha, com o remate da cercadura em folhas de acanto enroladas. São visíveis em muitas das reconstruções, sobretudo nos interiores de prédios, palacetes e igrejas, mas também em revestimentos exteriores, espalhados pela cidade. Nos últimos anos do século XVIII, a azulejaria lisboeta adota a estética neoclássica, com a maior parte dos painéis figurativos e de fachada, produzidos na Real Fábrica de Louça do Rato.

Ao passearmos pelas ruas dos bairros mais antigos de Lisboa, descobrimos sobre algumas portas, um detalhe muito pitoresco, que consiste na existência de pequenos painéis, com a evocação de santos, como é o caso de uma placa, datada de 1749, que se pode observar na rua dos Remédios em Alfama, em que se vê São Marçal, protetor contra os incêndios, acompanhado de Santo António e o Menino, e a representação da pomba do Espírito Santo. Tanto no Bairro do Castelo, como no Bairro Alto ou na Mouraria, por exemplo, se podem encontrar painéis semelhantes.

Com a ascensão da burguesia, no século XIX, e a crescente procura de azulejos para os seus palácios e palacetes, tanto em Portugal, como no Brasil, fazem disparar o surgimento de novas fábricas de cerâmica, como por exemplo, a famosa fábrica Viúva Lamego, fundada em Lisboa, no ano 1849, por António da Costa Lamego. Também Rafael Bordalo Pinheiro, seduzido pela cerâmica, nos deixou alguns painéis de azulejos de padrão, em relevo, que se encontram no Museu do Azulejo e no jardim do Palácio Pimenta. Com o avançar do século, multiplica-se cada mais o uso do azulejo no revestimento dos prédios e espaços públicos, combinando cores e desenhos variados, de inspiração romântica e revivalista, evoluindo nos inícios do século XX, para uma estética mais próxima da Arte Nova, ou por alternativa, para uma produção mais nacionalista e tradicional.  A Arte Deco triunfante na Europa, após a 1ª Guerra Mundial, irá trazer também a Lisboa, motivos mais depurados e geometrizados.

Vulgariza-se o uso do azulejo industrial. No início do século XX, fazem-se sentir as influências neorrealistas presentes nos azulejos de Almada Negreiros. Nos anos 30, a Fábrica Viúva Lamego inicia uma colaboração local com vários artistas plásticos, elevando bastante a qualidade artística da azulejaria portuguesa. Temos o exemplo do trabalho pioneiro de Jorge Barradas, considerado um artista chave na renovação da azulejaria, inspirando mais tarde, outros grandes artistas, como Manuel Cargaleiro ou Querubim Lapa. Não deixe de visitar a antiga fábrica e atual loja, localizada no largo do Intendente. Irá surpreender-se pela beleza deste edifício, classificado como imóvel de interesse público, todo forrado a azulejos figurativos, em estilo naïfoitocentista, da autoria do diretor artístico da fábrica, Ferreira das Tabuletas.

A partir da segunda metade do século, os azulejos de padrão motivam cada vez mais os criadores artísticos. Vamos assistir à evolução de um desenho mais depurado e geométrico, com uma essência mais gráfica do que volumétrica, que acompanha progressivamente, as novas tendências modernistas da arquitetura internacional. É o caso de Maria Keil, uma das artistas que explorou os limites da padronização do azulejo, e que podemos observar no seu painel, “O Mar”, na avenida Infante Santo, ou nas composições que decoram as várias estações do Metropolitano de Lisboa, a par de outros criadores mais recentes, que poderá também apreciar.

A arte do azulejo continua a crescer e a dominar cada vez mais os espaços públicos na cidade, como é o caso do grande painel de André Saraiva, inaugurado em 2016, em jeito de Street Art, no muro do Jardim Botto Machado, em São Vicente, onde se faz a Feira da Ladra.  Cada vez mais, o azulejo afirma o seu estatuto de arte maior, aproximando artistas plásticos, arquitetos, urbanistas e um vasto público seguidor e interessado.  

Ao longo do tempo e até aos dias de hoje, Portugal manteve uma forte tradição na produção de azulejos, revestindo-se literalmente com eles, sem nunca se fartar, dando-lhes os mais variados usos e aplicações, que ultrapassam, por vezes, a sua função original, projetando-os para outros patamares, mas sempre de uma forma profunda, elaborada e criativa, caracterizada pela liberdade artística, que ajudaram a moldar um gosto bem português, e a fazer da nossa azulejaria, uma séria candidata à distinção de Património da Humanidade. 

Fernando Oliveira, professor de História e Geografia de Portugal.

Fonte: https://bcrescolas.wordpress.com/2020/09/30/example-post-2/

Publicado em Educação | 4 Comentários