LONGEVIDADE: veja como o público 60+ vem ocupando espaços, curtindo a vida e revolucionando !!!

Volto hoje com um dos temas mais palpitantes, a LONGEVIDADE, mais precisamente com o intuito de despertar o leitor para o mercado de trabalho, de consumo e de viver, ou seja, dando ênfase para aspectos econômicos e sociais envolvendo o público a partir de 60 anos, sua capacidade de trabalho, seu espírito empreendedor e sua disposição para aproveitar a vida, pois esse é o seu tempo de maior liberdade, conforme tenho acentuado por aqui.

Essa faixa etária da população, que não para de crescer mundo afora, como sabemos, vai seguir revolucionando as economias, os hábitos de consumo, de lazer, o exercício de atividades e até mesmo as relações de trabalho. É, portanto, uma realidade que vai se evidenciado cada vez mais. Como consequência disso, novas denominações vão sendo criadas para retratar a (boa) revolução em curso, como “a economia prateada”, “o mercado dos maturis” etc.

Nesse contexto, li hoje, em recente publicação da Fortes (forbes.com.br), que os brasileiros com mais de 50 anos já ultrapassam a marca de 50 milhões.

Por outro lado, segundo o site tsunami60mais.com.br, “Hoje temos mais avós do que netos: a população com mais de 60 anos, pela primeira vez, passa a de até 5 anos. Em 2030 teremos mais idosos do que pessoas com até 14 anos.”

Diante de tal constatação, cabe notar que esse público tem expressão e grande representatividade cada vez maiores, por exemplo, num processo eleitoral. Convém nos darmos conta disso!

O que precisa ser enfatizado, em relação à faixa populacional dos maduros, não é o olhar para o passado. Os novos tempos, pelas múltiplas perspectivas que se abrem, indicam que o foco deve estar no presente e, acima de tudo, no futuro. Essa é a chave mental que precisa ser virada, é o mindset a ser cultivado nessa onda da longevidade crescente!

Para fortalecer esse tipo de mentalidade e trazer uma visão realmente positiva sobre o tema, veja o vídeo TSUNAMI60+, uma produção muito legal, alegre, motivadora, um vídeo gostoso de assistir, retratando muito bem essa realidade que vem sendo descortinada pelos idosos de hoje.

O vídeo, bastante atual, foi publicado no YouTube por Layla Vallias, com duração de 5:04.

Confira a seguir:

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Fazer ou não fazer um teste para medir os anticorpos (a imunidade) contra o coronavírus!? – importante saber !!!

exame para coronavirus sorologico
Ilustração: Marcos de Lima – https://saude.abril.com.br/medicina/coronavirus-a-segunda-geracao-dos-exames-sorologicos/

Uma natural curiosidade para muitas pessoas, nestes tempos de longa pandemia, em especial para quem já tomou a vacina para o coronavírus, é desejar saber o seu nível de imunidade contra o vírus.

É sobre isso que dedico este post de hoje, esperando contribuir para melhorar seu nível de informação a esse respeito!

Bem, minha esposa e eu estávamos nessa situação (o desejo de saber nosso nível de anticorpos), após recebermos a segunda dose da vacina, em especial pela necessidade de programarmos viagem para outro estado, por necessidade familiar, já adiada faz bom tempo. Por cautela, gostaríamos de nos sentir de certa forma seguros para enfrentar a viagem, sobretudo diante das notícias de que o vírus ainda não deu trégua.

A esposa, após três semanas da segunda dose da vacina, e por aconselhamento de amiga, foi fazer um teste sorológico para a Covid.  Obtido o resultado, “Não Reagente – Anticorpos IgM e IgG”…, ela de pronto ficou decepcionada, acreditando que de nada adiantou ser vacinada. Buscada a opinião de médicos da família, ficou esclarecido que o exame realizado não se presta, exatamente, para aferir a imunidade contra o coronavírus.

Posteriormente, consultando algumas fontes pela internet (sites bio.fiocruz, saude.abril e outros), vi a informação de que o teste de IgM (imunoglobulina M), se positivo, indica a possibilidade de que a pessoa esteja na fase ativa da doença, portanto com o vírus ativo, após cinco dias da infecção; já o IgG (imunoglobulina G), se positivo, pode indicar que a pessoa teve contato com o vírus em algum momento da sua vida, após 14 dias do início dos sintomas, ou após a vacinação.

Segundo orientação obtida no próprio laboratório, confirmada por médico da nossa confiança, o melhor resultado para saber o nível de imunidade seria o exame chamado de “anticorpos neutralizantes” para a Covid.

Com esse esclarecimento, eu decidi fazer esse teste. O resultado veio bom, “reagente”, em percentual acima do nível de referência considerado satisfatório. Claro, fiquei mais tranquilo.

Mas…

Após isso, veio a pergunta: e aí, posso me sentir tranquilo, começar a soltar as amarras?

A resposta, pelo que li, ouvi de médicos etc., é que tenho certo nível de proteção, ou imunidade. Nada obstante, é recomendável que ainda mantenha as cautelas!

Como tudo relativo a esse vírus, muitas dúvidas seguem em aberto, até porque se trata de um organismo vivo e perigoso que, diante do grande número de habitantes sem cobertura vacinal, encontra campo fértil para promover mutações. Presente essa realidade, existem possibilidades ainda não pacificadas satisfatoriamente pela ciência, que incluem os chamados anticorpos neutralizantes, cujos estudos continuam em diversas frentes.

Assim, falando mais objetivamente, pergunta-se:

É aconselhável que a pessoa faça exame (teste) para apurar o nível de imunidade para a Covid19?

Isso pode induzir a percepções equivocadas e fazer a pessoa abrir a sua guarda?

Por essas e outras, além do relato e dos esclarecimentos acima, repercuto interessante matéria sobre os referidos testes para aferir a imunidade contra o coronavírus, publicada no portal “correio24horas”, do jornal Correio da Bahia, no último dia 6, que a meu ver contribui para melhor discernimento do leitor a respeito do assunto.

São informações que, imagino, devam interessar a muitas pessoas. Se estiver de acordo, que tal compartilhar?

Observação: atente para o fato de que os números sobre a quantidade de pessoas vacinadas, e outros também informados, estão naturalmente defasados, pois a matéria foi publicada duas semanas atrás.

Leia a matéria clicando no link a seguir:

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/score-de-imunidade-procura-por-teste-que-mostra-anticorpos-pos-vacina-cresce-ate-80/

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Sábado e música: Willie Nelson interpreta o sucesso de Aznavour “Yesterday When I Was Young” (primoroso)!

Volto, para inspiração musical neste sábado, com o lendário Willie Nelson, cantor, compositor, escritor, excelente guitarrista e grande ícone da música country norte-americana.

Ele interpreta, com o seu estilo inconfundível, a bela canção Yesterday When I Was Young (título original Hier Encore), composição do saudoso Charles Aznavour, falecido em 1º/10/2018), em parceria com Georges Garvarentz, um sucesso de 1964, que ganhou letra, em inglês, escrita por Herbert Kretzmer.

A gravação faz parte do novo álbum de Nelson “First Rose Of Spring.

O vídeo, no formato slideshow, foi publicado no canal YouTube ‘SEDA Aznavour’, em 12/julho/2020. Uma maravilha!!!

Confira a seguir:

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‘Como ler as emoções nos olhos de outra pessoa’

“…  o olhar expressa um tipo de linguagem que nem sempre conseguimos controlar.

No contexto do desafiador e imensurável campo das percepções humanas, volto a explorar hoje o universo da comunicação não verbal e, mais precisamente, a percepção da emoção do outro expressa pelos olhos.

Avalio que esse é um tipo de sutileza que faz diferença significativa, por melhorar a nossa capacidade de compreensão das outras pessoas, decorrendo dai inúmeros benefícios no que se refere, por exemplo, à qualidade das relações interpessoais!

Nesse particular, são muitos (pequenos) detalhes que nos ajudam a desvendar a emoção que a outra pessoa está sentindo, ao atentar para os seus olhos. É sobre isso que trata o interessante e leve artigo “Como ler as emoções nos olhos de outra pessoa”, publicado no site A Mente É Maravilhosa, abaixo reproduzido.

Vale conferir!

“Como ler as emoções nos olhos de outra pessoa

Como ler as emoções nos olhos de outra pessoa
amenteemaravilhosa.com.br

Ler as emoções nos olhos de outra pessoa é uma coisa que todo mundo consegue fazer. Afinal de contas, o olhar é a parte do corpo do ser humano que mais comunica, que mais transmite e com a qual nos conectamos de maneira mais intensa. Entender todas essas pistas não verbais inscritas nos olhos das pessoas vai nos permitir intuir, por exemplo, a falsidade, a sinceridade ou a magia da atração.

Bécquer já dizia que quem consegue falar com o olhar pode, até mesmo, beijar com os olhos. O magnetismo desses órgãos fascinantes é tão grande que às vezes não estamos plenamente conscientes de todos os segredos que escondem. Assim, uma coisa que os especialistas em comunicação sabem bem é que, embora muitos dos nossos comportamentos, atos e palavras possam ser filtrados pelos condicionamentos sociais e pela nossa vontade, o olhar expressa um tipo de linguagem que nem sempre conseguimos controlar.

“Os olhos são o ponto onde se misturam a alma e o corpo.”
-Friedrich Hebbel-

Se nos sentimos atraídos por alguém, nossa pupila se dilata. Isso também acontece quando nos surpreendemos. Além disso, nosso olhar se fixa num ponto quando tentamos nos lembrar de alguma coisa ou diminui quando ficamos suspensos num estado de introspecção. São tantas e tão sutis as nuances que caracterizam o comportamento dos nossos olhos que sempre é interessante saber mais informações sobre o tema. Dessa maneira, podemos nos aprofundar na mente dos outros ou ler suas emoções de maneira efetiva.

Como ler as emoções nos olhos

Vamos pensar nesse assunto por um momento. Se existe uma coisa à qual dedicamos boa parte do nosso tempo é a comunicação com outras pessoas. Fazemos isso (quase) sempre cara a cara, buscando o contato visual do outro. No entanto, prestamos mais atenção à mensagem oral, às palavras e à qualidade do diálogo.

Vale dizer também que nos últimos anos, com a chegada das novas tecnologias e os sistemas de mensagem instantânea, o estilo de comunicação mudou. Já não precisamos mais estar com alguém na nossa frente para dizer qualquer coisa para essa pessoa. Agora podemos até transmitir a nossa alegria, o nosso amor ou a nossa raiva por emoticons. Tudo isso não é bom nem ruim. É apenas diferente e, principalmente, mais rápido.

No entanto, com isso perdemos o poder de ler as emoções dos outros com o olhar. Nós nos privamos desse prazer, desse mistério que é desvendar com base em minúsculos gestos as mágicas nuances de qualidade ou a complexidade das nossas relações. Vamos ver agora como realizar essa leitura, essa análise…

O piscar de olhos

Quando falamos da linguagem dos olhos, nós não nos referimos apenas ao globo ocular e à pupila. O grande poder expressivo do nosso olhar se constrói principalmente em uma extremamente complexa rede de nervos e músculos que intervêm no movimento das sobrancelhas, no piscar dos olhos, no movimento das têmporas, etc.

  • Tudo isso reflete a ativação emocional de cada momento, no qual o piscar dos olhos também exerce sua função. Por exemplo, sabe-se que quando alguma coisa nos surpreende, nos deixa indignados ou, até mesmo, com raiva, tendemos a piscar muito mais.
  • Ao mesmo tempo, também é comum piscar bastante quando interagimos com alguém de quem gostamos ou quando estamos pensando em muitas coisas ao mesmo tempo.

Pode ser que tudo isso pareça contraditório, mas vale a pena saber que esse ato, o de piscar de maneira mais intensa do que o normal, é um mecanismo que coloca o cérebro em funcionamento quando nos sentimos mais nervosos do que o normal. Portanto, se desejamos ler as emoções dos outros através dos olhos, é importante focarmos o contexto ou a conversa que mantemos nesse momento.

A linguagem das pupilas

Nossas pupilas se dilatam quando vemos alguma coisa estimulante ou estamos em um ambiente com pouca luz. Se nos sentimos atraídos por alguma coisa ou alguém, a pupila se enche como uma lua cheia, imensa e iluminada por essa emoção, por esse poder de atração. No entanto, quando nos sentimos ofendidos ou vemos alguma coisa que nos deixa indignados ou contrariados, a pupila se contrai.

Sincronia visual

Ler as emoções das pessoas de quem gostamos é uma coisa que todo mundo gostaria de poder dominar. No entanto, às vezes não é preciso ser um especialista em linguagem não verbal para perceber a sintonia que em dado momento podemos estabelecer com um amigo, com a pessoa por quem nos sentimos atraídos ou, até mesmo, com um familiar.

Um dado curioso sobre esse tema que os especialistas nos explicam é que quando duas pessoas “se conectam”, também se estabelece uma sincronia visual, ou seja, os gestos visuais se mimetizam e começam a aparecer as mesmas microexpressões.

Olhares para os lados: tímidos e mentirosos

Todo mundo já passou por essa situação alguma vez na vida. Talvez quando conversamos com alguma criança ou alguém muito inseguro. Em vez de manter um contato visual direto, os olhares se dirigem para os lados, nos cantos onde não se encontram com o nosso rosto, naqueles espaços onde nos encontram de esguelha, onde refugiam a timidez…

No entanto, é importante salientar que a personalidade mentirosa também tem olhos esquivos. Não é algo tão evidente como quando estamos lidando com um perfil tímido ou com ansiedade social. Por isso, devemos voltar nossa atenção máxima na hora de ler as emoções e as intenções das outras pessoas.

Quem faz uso da enganação não costuma sustentar o olhar por muito tempo. Cedo ou tarde, a pessoa dirige o olhar para os lados. Para a direita, se precisa se lembrar de alguma coisa, e para a esquerda, se precisa fazer uso da criatividade.

Para concluir, assim como pudemos deduzir, os olhares transmitem uma importante e extremamente ampla variedade de informação social e emocional que às vezes nos escapa e que nem sempre é fácil de interpretar.

Ver a publicação original: https://amenteemaravilhosa.com.br/ler-as-emocoes-nos-olhos/

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‘Lei do Esforço Reverso | Por Que Tentar Ser Feliz é Infeliz’ (vídeo) – um conteúdo fabuloso!!!

Começando as postagens da semana, selecionei mais um vídeo muito bom, do canal Eureka, no YouTube, com o título ‘Lei do Esforço Reverso | Por Que Tentar Ser Feliz é Infeliz’, publicado em 1º de abril passado.

Esse vídeo enfoca um assunto que toca na essência, abordando questão de grande efeito psicológico para o indivíduo, cuja explicação, se bem assimilada, pode ser libertadora.

Entram em cena, por exemplo, a importância da aceitação e do alivio da mente, dos pensamentos, da focalização em determinado desejo, para não haver efeito contrário. E a base dessa lógica tem origem em ensinamentos milenares, conforme destacado!

A reflexão trazida nesse conteúdo, fazendo singela simplificação, tem a ver com a “ação” deliberada, e circunstancial, da “não-ação”. Paradoxal, surpreendente para muitos… Vale pensar sobre isso, com atenção!

Como disse um dos espectadores, entre tantos comentários registrados na publicação, …”Inspirado em seus conteúdos que escolhi abandonar o caminho das convicções para trilhar pela estrada das possibilidades. Assim passei a sentir-me mais livre e sereno. Gratidão mesmo.”

Na apresentação do vídeo, está dito:

Quanto mais você busca sentir-se melhor o tempo todo, menos satisfeito você se torna, pois buscar algo apenas reforça o fato da falta desse algo. Essa é a lei do Esforço Reverso.”

Assista a este vídeo enriquecedor, que pode lhe trazer insights fundamentais, a partir do conceito instigante da “não-ação”. Entenda o porquê!

Confira a seguir:

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Sábado e música: Flávio Venturini – Todo Azul do Mar (ao vivo)!!!

Como inspiração musical, para nos embalar neste sábado, trago vídeo com o excelente Flávio Venturini, cantor, compositor e tecladista mineiro, interpretando a bela canção Todo Azul do Mar, que ele compôs em parceria com Ronaldo Bastos, lançada originalmente pelo grupo 14 Bis, em 1987.

Essa apresentação, ao vivo, é uma das faixas do DVD “O Encontro Marcado”.

Observem o astral, os talentos presentes e a agradabilíssima sonoridade da gravação. Também pudera(!). Estão dividindo o mesmo palco, juntos, Venturini, a dupla Sá e Guarabira e a turma do 14 Bis. O resultado só poderia ser esse, maravilha de show, que aconteceu em 2015, no teatro Palácio das Artes, em Belo Horizonte!!!

O vídeo está no YouTube, publicado no canal Flavio Venturini Oficial, em 15/agosto/2019.

Curta a seguir:

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‘Como otimismo exagerado pode prejudicar decisões e futuro’ – confira esse conteúdo!

Pensar positivo, ter mentalidade positiva, ser otimista são aspectos do comportamento humano de indiscutível interesse, por impactarem na forma de viver, no nível de bem-estar e possivelmente pela influência para o sucesso das pessoas. Por isso mesmo, esses aspectos têm merecido referências e postagens específicas por aqui.

Sobre o tema, repercuto este artigo muito bom, “Como otimismo exagerado pode prejudicar decisões e futuro”, que encontrei no portal eletrônico BBC NEWS – Brasil, publicado no último dia 7, com abordagem a respeito do otimismo, ou mais precisamente do viés otimista das pessoas, destacando aspectos bem interessantes que trazem suporte na chamada neurociência cognitiva, segundo a opinião de especialistas referidos na publicação.

Ao tempo em que evidencia as vantagens de quem apresenta o viés otimista, o texto pondera sobre possíveis prejuízos para o excesso de otimismo, notadamente a possibilidade de que riscos sejam subestimados.

Também aí, como não poderia deixar de ser, deve-se aplicar a recomendável regra de prudência no sentido de se evitarem os excessos, ou os extremos.

Interessante destacar, como aspectos enriquecedores do artigo, as abordagens acerca da influência da cultura, da genética e da educação sobre a demonstração desse viés pelos indivíduos. Haveria, entretanto, uma prevalência bem maior de otimistas do que de pessimistas mundo afora.

Destaco três afirmações, que a meu ver sintetizam o espírito da publicação:

Pensar positivo é uma marca evolutiva, uma vez que facilita vislumbrar o que é possível, nos permitindo ser corajosos e inovadores.

Os níveis de viés do otimismo variam de acordo com nosso estado mental e as circunstâncias presentes, e há maneiras de moderá-lo ou aumentá-lo.”

Acho que é o otimismo que causa o sucesso, e não o sucesso que gera otimismo, embora tenha certeza de que é um pouco nas duas direções, avalia Sharot”.

Tire bom proveito da leitura. Recomendo muito!!!

Para ler, clique no link abaixo:

Como otimismo exagerado pode prejudicar decisões e futuro

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‘Cinco passos para parar de “remoer” seus pensamentos’ – dicas importantes!

Os pensamentos, quando em excesso, particularmente os que trazem fixações mentais e preocupações acentuadas, não são coisa boa, seguramente. Aliás, pelo que sabemos, segundo os especialistas e inúmeros estudos publicados, aí está a fonte de diversos problemas que afetam os relacionamentos, o bem-estar e a saúde da pessoas.

Apenas para citar um desses problemas, a ‘ansiedade‘, sobre a qual já destacamos em algumas oportunidades aqui no blog, trata-se de um tipo de transtorno mental que vem crescendo de forma avassaladora. A dificuldade de concentração, problemas no sono e preocupação excessiva são alguns dos principais sintomas do transtorno de ansiedade. 

Eu mesmo, com o sono comprometido durante alguns meses, busquei recente ajuda de médico especializado nessa área e estou usando medicamento para controlar um quadro inicial de ansiedade e, obviamente, para dormir melhor.

O Brasil, vale registrar, é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgadas ano passado, conforme publicado em https://sindjustica.com/2020/05/27/brasil-tem-maior-taxa-de-transtorno-de-ansiedade-do-mundo-diz-oms/.

A propósito dessas considerações e constatações, uma estratégia recomendável, sem prejuízo das orientações profissionais específicas para cada situação individual, é parar de ficar remoendo os pensamentos. Sobre isso, em especial, reproduzo interessante artigo do site “cnnbrasil“, postado alguns dias atrás, com dicas que podem ser úteis para você.

O assunto, como visto, requer a devida atenção!

Leia a seguir:  

“Cinco passos para parar de “remoer” seus pensamentos

O hábito de ficar pensando em demais sobre os problemas dificulta a tomada de decisão, prejudica o sono e pode causar ansiedade, alertam especialistas

Megan Marples, da CNN

Pessoas que pensam demais costumam ter dificuldade para priorizar seus problemas
Pessoas que pensam demais costumam ter dificuldade para priorizar seus problemas e entender quais deles conseguem controlar
Foto: Getty Images

Você se deita em sua cama disposto a dormir, mas logo já está olhando para o teto fixamente e lembrando dos acontecimentos do dia, como a conversa difícil com seu chefe. Essa propensão a ficar pensando demais sobre tudo, ou “ruminando pensamentos”, pode acontecer a qualquer hora do dia ou da noite e fazer com que as pessoas “congelem”.

Ficamos presos em nossos pensamentos com frequência devido à busca por perfeição ou por uma maneira de controlar determinada situação, segundo a psicóloga americana Kimber Shelton. “Queremos prever tudo o que pode acontecer e controlar todas as possíveis consequências, por isso acabamos presos nesse processo de pensar demais”, afirma. 

Segundo ela, quando as pessoas pensam demais, seus pensamentos começam a girar em círculos e elas não chegam a uma conclusão. Ruminar sobre acontecimentos dolorosos ou embaraçosos do passado tendem a nos perturbar, fazendo com que revivamos essas situações repetidas vezes, conclui.

Quem pensa demais costuma ter dificuldade para priorizar seus problemas e entender quais deles conseguem controlar, diz a psicóloga americana Deborah Serani, do Instituto de Estudos Psicológicos Avançados da Universidade Adelphi, em Garden City, Nova York. Para ajudar a escapar desse ciclo infinito, ela criou os cinco passos a seguir:

Como quebrar o ciclo de pensar demais

Passo 1– ficar consciente de que está pensando demais. Em alguns momentos, outras pessoas irão te alertar sobre isso, e em vez de se irritar, ouça o que elas estão falando e preste atenção se isso está mesmo acontecendo. Alguns indivíduos apresentam sinais físicos de que estão nesse processo, como aceleração dos batimentos cardíacos e ficar com as mãos suadas.

Passo 2: distancie-se dos pensamentos para enxergar melhor se você pode ter algum controle sobre a situação que está ruminando. “Você não tem controle sobre o trânsito, mas consegue mudar o caminho da próxima vez”, exemplifica Serani. Se você está pensando sobre algo que não pode controlar, diga a você mesmo: “Preciso priorizar o que eu posso mudar, e isso está além do meu controle”.

Passo 3- se você pode controlar a situação, mantenha-se no momento presente e isole o problema.

Passo 4– após identificar o problema, estabeleça um limite para a quantidade de tempo que você irá precisar para resolvê-lo. “É importante não ficar dando voltas no problema”, diz Serani. Por exemplo, se você está parado no trânsito e irá se atrasar para um compromisso, algumas maneiras de resolver são tentar uma rota alternativa, ligar para a pessoa que está esperando e avisar que irá se atrasar ou respirar fundo, relaxar e ouvir uma música. “A reação de quem fica dando voltas no problema tende a ser ficar reclamando, o que não leva a nada”, afirma Serani. 

Passo 5– por fim, reconheça os pequenos passos que você deu em direção à resolução do problema, mesmo que não tenha conseguido resolvê-lo completamente. “Celebre o fato de que você tomou uma atitude diante da situação”, diz Serani. Ela diz que muitas pessoas podem não ter sucesso nas primeiras vezes que praticam esse método e ficam estressadas, o que é normal. O conselho é continuar tentando.

Muitas pessoas são atormentadas pelos pensamentos durante a noite, quando estão tentando dormir. Para resolver o problema, Shelton recomenda estipular um prazo para ruminar os pensamentos. 

Diga a você mesmo: “Vou me dar cinco minutos e permitir que meu cérebro vá para onde ele quiser”. Depois disso, pratique alguma atividade relaxante e de autocuidado como tomar um banho ou ouvir música. “Outra estratégia e escrever suas preocupações para que elas saiam do seu cérebro”, diz Shelton. Anote-as assim que elas vierem à sua cabeça.

Pensar demais durante a meditação

Meditação é uma prática comum de autocuidado cujo objetivo é acalmar a mente. Para alguém que pensa demais, isso pode ser especialmente difícil. “Quando perceber que sua mente está divagando durante a meditação, tome consciência disso e se concentre em sua respiração”, diz Shelton. 

Se você é iniciante, comece com 30 segundos de meditação e vá aumentando o tempo gradualmente. Meditar não é algo que todo mundo consegue fazer, segundo Serani. “Se é o seu caso, não se sinta mal com isso. Tente outras atividades que também acalmam a mente, como caminhar ou ouvir música”, aconselha.

Quando procurar ajuda

Se você já está ruminando pensamentos durante semanas ou meses sem parar, é hora de procurar ajuda profissional, diz Serani. Ela diz que isso pode ser um sinal de distúrbio psicológico, como ansiedade. “A ansiedade generalizada é muito comum, principalmente durante o período de pandemia, quando as pessoas estão lidando com muita pressão devido às mudanças em suas vidas”, afirma.

Os excessos de pensamentos também podem ser desencadeados por traumas do passado, ressalta Shelton. “Nesse caso, terapia pode ser uma alternativa para que seus pensamentos não sejam mais ditados por eventos passados, mas baseados na realidade atual”, diz. 

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/06/04/cinco-passos-para-parar-de-remoer-seus-pensamentos

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“ambiente” – um convite à reflexão!

No sábado passado, dia 5 de junho, foi o Dia Mundial do Meio Ambiente, data certamente importante para chamar a atenção acerca dos problemas ambientais e, por óbvio, com o propósito de despertar maior conscientização para a preservação dos recursos naturais.

Sobre o tema, encontrei postagem muito oportuna, bem escrita e educativa, publicada no ‘blog discretamente‘, da portuguesa Dulce Delgado, que reproduzo abaixo.

Trata-se de necessária reflexão, para o nosso bem, para o bem das futuras gerações!

Segue a reprodução:

“ambiente

Tranquilidade, é o que esta imagem me transmite num primeiro olhar… talvez por se tratar de um detalhe do Alentejo onde nasci e que sempre me inspira esse sentimento pela harmonia da paisagem.

Insisto no olhar……e apesar do elemento central ser um veículo motorizado, encontro um equilíbrio entre as suas componentes.

Assim…

… o homem recorre à terra, de forma manual ou mecanizada, para a cultivar e retirar os seus alimentos essenciais…

… a terra necessita dos outros elementos da natureza – água, ar e sol – para que as sementes plantadas pelo homem ou de geração mais espontânea se desenvolvam, sejam alimento ou se transformem noutros recursos vitais…

… é ainda essa terra que disponibiliza de uma forma directa ou indirecta alimento a todos os animais que a habitam…

… muitos dos quais são agentes importantes nos ciclos reprodutivos da natureza e no processo de fecundação de muitas das plantas existentes…

… todas pertencentes ao reino vegetal, o grande produtor do oxigénio que todos os seres vivos respiram neste planeta…

… e assim por diante…

Ou seja, tudo tem a ver com tudo e tudo se completa, neste ciclo que poderia ser perfeito.

O meio ambiente mantêm o equilíbrio quando os recursos existentes são usados harmoniosamente e sem excessos. Quando os ciclos naturais são respeitados. Quando nenhum elemento da natureza é abusado e não lhe é exigido mais do que pode dar.

Incompreensivelmente, é o ser mais inteligente que habita este planeta – o homem – o que menos respeita o meio ambiente e o que mais o desequilibra.

Um bom paradoxo para meditar neste Dia Mundial do Meio Ambiente.

Fonte: https://discretamente.wordpress.com/2021/06/05/ambiente/

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Sábado e música: CLOSE TO YOU (Carpenters) – cover por AI NINOMIYA – Show !!!

Para este espaço semanal da música, trago hoje um vídeo muito legal, que serve, antes de tudo, para matar saudade da admirada dupla Carpenters, dos Estados Unidos, que encerrou atividades em 1983.

No vídeo, a cantora Ai Ninomiya, de Yokohama, Japão, uma grata surpresa para mim, faz excelente “cover” para a belíssima Close to You, um dos grandes sucessos dos Carpenters. Como dito, não conhecia essa cantora e fiquei muito impressionado pela qualidade da sua voz, de timbre forte e ao mesmo tempo delicado, numa performance encantadora, que passou autoridade, à altura da inesquecível canção e interpretação original de Karen Carpenter!

O vídeo foi publicado no YouTube pela própria artista, em 21/nov/2020, apresentando legendas em inglês e em japonês.

Curta a seguir:

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