“HERÓIS ANÔNIMOS” – Sem medo de dificuldades para fazer o bem!

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O relato que divulgo a seguir, recebido dias atrás de um amigo, me impressionou bastante. Fala da atitude magnânima de uma enfermeira, em plena Amazônia. São exemplos assim, de solidariedade e de viver (e até de se sacrificar) por uma causa nobre, que nos enchem de ânimo e de esperança por um mundo menos desigual e mais fraterno!

O breve texto, elaborado por César Rolim, um mineiro que é escritor, engenheiro e amante da pescaria, circulou entre amigos em grupo de rede social.

Vale a pena ler. Confira:

“HERÓIS ANÔNIMOS

Por César Rolim

Estamos pescando no alto do Rio Trombetas. Pra chegar aqui, voamos BH-BELÉM-SANTARÉM (quatro horas). Em Santarém, pegamos uma lancha rápida por mais 6 1/2 horas até Porto Trombetas onde fica a Mineração Rio do Norte. Aí, outra lancha rápida por mais 2 horas até Cachoeira Porteira.  Mais 4 horas de caminhonete numa estrada barrenta com tração ligada e meia hora de barco e chegamos à pousada.

Ontem, sábado à tardinha, apareceu aqui uma enfermeira da Secretaria de Saúde do índio,  que está indo vacinar uma tribo (gripe e varicela) no Alto Trombetas.

Uma morena de 1,70 m, cabelos pretos lisos, corpulenta e bonita.

Ela tomou uma chalana em Santarém e fez o mesmo trajeto que fizemos. Trazia consigo 150 litros de gasolina, as vacinas, gêneros alimentícios, sua roupa, etc. Ela programa toda sua viagem em contacto por rádio.

Hoje cedo apareceu um índio numa enorme canoa, feita numa única peça de madeira (7 m, pesadona), impulsionada por um motor de 25 HP.

A enfermeira embarcou com toda tralha e iniciou viagem, prevendo chegar à aldeia DOZE horas depois. Ela viajava no banquinho do meio que tem uma altura de uns 30 cm, sem encosto.

DETALHE: está chovendo  a todo instante por aqui.

No caminho, iriam parar para cozinhar um arroz com feijão e ovos (“os índios adoram ovos”).

Depois, passaria numa outra aldeia e faria todo o trajeto de volta. Tudo isto no meio da selva amazônica,  confiando que o motor da canoa do índio não vai pifar e que nenhum acidente vai acontecer, sob pena de ter que dormir dentro da canoa.

Ela faz isto algumas vezes por ano e está numa campanha pra ensinar os índios a plantarem uma horta (eles resistem).

Na aldeia, vira médica e tenta resolver as doenças que aparecerem.

EXISTE GENTE ASSIM!

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“Algumas constatações evolutivas para se conscientizar”

No contexto do grande tema AUTOCONHECIMENTO, um dos mais frequentes aqui no blog, reproduzo postagem que gostei bastante, do site DESPERTAR COLETIVO, trazendo 12 afirmações impactantes sobre a sabedoria da vida, que no texto estão referidas como ‘constatações evolutivas’.

A meu ver, são afirmações que provocam necessária reflexão, na essência, sobre o nosso modo de viver, para o bem viver, contribuindo para que sigamos, cada um de nós, em evolução permanente.

Confira a seguir:

“Algumas constatações evolutivas para se conscientizar

para Algumas constatações evolutivas que você já deve ter vivido mas não se conscientizado ainda:

1- O outro não existe para te agradar.

2- Ninguém é culpado pelo que você está sentindo. É você que opta pelos sentimentos que tem neste momento.

3- A arte de viver sem expectativas e, sim, com perspectiva é a chave para não se frustrar.

4- Cure em você o vício da necessidade de aprovação do outro. Só assim, poderá desfrutar da ousadia e confiança natural ao seu espírito.

5 – Você não tem controle de nada, por mais que acredite que tenha. Lembre-se, daqui a pouco a Terra irá reivindicar o seu corpo e deixará esse planeta para ingressar numa nova fase de existência. Abra mão do controle, só assim terá domínio sobre si mesmo e sobre sua vida. Controle é um reflexo do medo, domínio é um reflexo do estado de ausência absoluta de tensão interna.

6- Não se deforme ou se descaracterize para tentar “caber” no espaço apertado do pensamento que o outro tem em relação a você. Isso não vai dar certo. Quando você se deforma para agradar alguém, sua luz se apaga e é apenas você que fica no escuro se sentindo perdido.

7- Não acredite no que os outros dizem para você, por mais romântico e poético que possa ser. O que importa são as atitudes e não as palavras.

8 – Abandone o orgulho e o delírio de acreditar que tudo vai ser como você quer.

9 – Tudo é passageiro. De perto a vida é uma tragédia, de longe é uma comédia. Daqui a pouco você vai rir de todos os dramas que criou. Pois tudo passa.

10 – Você é responsável por tudo que está acontecendo em sua vida. Seus pensamentos e sentimentos predominantes irão formatar a sua realidade; quer você queira, quer não. Portanto, se quiser mudar a sua realidade, mude seus pensamentos e sentimentos.

11- Carência emocional não é a necessidade de receber e, sim, de se dar. Só você poderá suprir suas necessidades emocionais. Projetá-las em alguém é o mesmo que pedir para que outra pessoa se alimente para saciar a sua fome.

12 – Viva com simplicidade e com mais realidade. Só assim, quem você realmente É, vai surgir de verdade. Ria mais e não leve tudo tão a sério. Afinal de contas, a essência da vida é se descobrir e desfrutar dessa maravilhosa aventura chamada evolução.

(Texto escrito por Horácio Frazão | Imagem: Alex Grey)

Fonte: http://www.despertarcoletivo.com/algumas-constatacoes-evolutivas-para-se-conscientizar/

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“10 LIÇÕES QUE O WHATSAPP ME ENSINOU!”

Um tema bastante atual e que diz respeito a quase todo mundo: lidar com o Whatsapp. Ou melhor, saber lidar com esse ambiente oferecido pela tecnologia, por conta do número de interações e horas de conexão diária que mantemos cada vez mais.

Sobre isso, encontrei a excelente postagem que reproduzo abaixo, de Thaís Lira, redatora publicitária e psicoterapeuta, no seu BLOG DA LIRA, trazendo reflexões e dicas – úteis e oportunas – para melhor compreensão e proveito dessa interatividade crescente, que para muitos é intensa e até mesmo dominadora.

Vale a pena ler: 

“AUTOCONHECIMENTO: 10 COISAS QUE APRENDI (E APLIQUEI) USANDO O WHATSAPP

Por Thaís Lira

Até as coisas mais improváveis, são capazes de nos trazerem grandes ensinamentos, se estivermos prestando atenção. Hoje, irei compartilhar com vocês, 10 coisas que aprendi usando o Whatsapp. Lições pra vida.

  1. Aprendi com o Whatsapp, que não preciso saber quando foi a última vez que a pessoa esteve ali. E vice versa.Criamos o péssimo hábito de monitoramento da vida alheia através das redes sociais, como se tivéssemos esse direito. E muitas vezes, tiramos a liberdade que elas têm de definir se realmente estão disponíveis, e se realmente querem estar ali, naquele momento. Costumo dizer que muitas coisas acontecem enquanto estamos “online”. Isso porque há muitas pessoas que enquanto estudam, por exemplo, elas ficam “online”. Já outras, ficam “online” pelo smartphone enquanto assistem uma série no computador. Há aqueles que estão fotografando, escrevendo, criando, enquanto suas redes sociais estão conectadas. E não posso deixar de mencionar aquelas pessoas cujos aparelhos eletrônicos estão sempre conectados, e elas simplesmente não estão. E tá tudo bem. O Whatsapp realmente me ensinou muito sobre a importância de respeitar o espaço, tempo e privacidade de cada indivíduo.

    O que me ajudou muito, foi desativar recursos que causassem o efeito contrário, o não desejado. A desativação da última vez que estive ali, por exemplo.

  2. Aprendi que não preciso de um ícone/símbolo de confirmação de leitura do Whatsapp, para ter certeza de que minha mensagem foi recebida e será respondida no tempo certo pelo o receptor.Esse foi um dos recursos que me aprisionaram por anos. Fazia questão de ativar a confirmação de leitura, para poder ter certeza do momento exato qual a pessoa visualizou minha mensagem. E ainda fazia um comparativo do tempo que ela levou para fazê-lo. Aquilo me gerava uma ansiedade absurda, rídicula. Até porque, qual o problema de ter a minha mensagem visualizada e não respondida imediatamente? Ou melhor, qual o meu problema de achar que só porque estou disponível naquele momento, o receptor de minha mensagem também deva estar? Trabalhei a minha mente para COMPREENDER que o receptor pode estar ocupado com outra coisa. Trabalhei minha mente para ACEITAR que o receptor pode simplesmente não estar pronto, bem, ou disposto a me responder no momento que quero. Trabalhei minha mente para ENTENDER que o aplicativo pode sim estar sob o meu controle. Mas as pessoas, jamais estarão. Elas têm suas vidas, seus momentos, suas ocupações, suas escolhas, seus desejos e vontades, suas razões e motivos. Simples assim.

    Me sinto bem mais leve e livre, e sinto que as pessoas que se comunicam comigo, têm aprendido muito sobre essa liberdade e respeito. Eu compreendo que elas responderão no momento certo. Assim como as responderei no momento certo. Assim mesmo, com leveza, com empatia, sem pressão.

  3. Do mesmo modo, aprendi que não preciso de um ícone de confirmação de leitura para ser ignorado.Digo isso, porque existe uma cobrança de que “havendo confirmação de leitura ou não, preciso ser respondido”. E não é bem assim que as coisas acontecem. Aquele ser humano pode simplesmente optar por não entrar naquele diálogo, discussão, bate-papo com você. Ele tem o direito de não querer fazê-lo, por motivos que também pertencem a ele. Aprendi e compreendi que ser ignorada, esquecida, deixada para lá, faz parte dessa minha vivência humana. Na verdade, aprendi a mudar a perspectiva. Invés de pensar: “Meu Deus! Fui ignorada”, penso: “Essa pessoa não está pronta para me responder agora. Talvez, em algum momento, ela se sinta pronta. Caso não se sinta, está tudo bem. Carry on”. Invés de pensar: “Meu Deus! Fui esquecida. Minha mensagem não é respondida há 15 dias”, penso: “Se a pessoa porventura esquecer, em algum momento, ela vai se lembrar e entrará em contato comigo. Caso ela realmente tenha optado por me ‘deixar para lá’, isso significa que tenho algo a aprender – reciprocidade. Alguns permanecerão e retribuirão. Outros, não. Tudo bem também”. Em algum momento, os caminhos se cruzam e tudo se resolve.
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  4. Aprendi que não há problema algum em  responder a mensagem na hora em que recebo/escuto.Assim como não há problema algum em responder imediatamente quando a recebo, se assim desejar, não há problema em estar disponível e em responder imediatamente, se eu quiser. Uma das coisas que me faz permanecer na vida de uma pessoa, é empatia. Outra, a reciprocidade. E da mesma forma que desejo empatia e reciprocidade por parte das pessoas quais tenho diálogos diariamente, busco ser assim com cada uma delas. Uma a uma. Constantes e presentes um na vida do outro. Não tenho receio algum em deixar para respondê-las posteriormente se estiver ocupada. Assim como não tenho receio algum em respondê-las no momento em que recebo suas mensagens, se estiver disponível. Não preciso contar no relógio e dar ‘cházinho de espera’ nas pessoas que realmente faço questão de ter por perto. Essa coisa de ‘Ah! Não vou responder agora, para a pessoa não achar que estou disponível pra ela’, é uma tremenda sabotagem para as nossas amizades, relacionamentos amorosos e familiares. Gera insegurança, mesquinhez,egocentrismo e ansiedade. Precisamos entender que: as pessoas certas para estarem conosco, terão ciência da importância que têm a nós e da importância que temos a elas. Terão ciência de quando estaremos presentes ou ausentes para elas, assim como terão ciência e respeito pelos momentos quais nós estivermos presentes ou ausentes para nós mesmos (sim, estou falando sobre aqueles momentos que estamos em processos mais profundos e intensos de autoconhecendo, e que geralmente, acontecem em uma esfera de solitude. E também me refiro àqueles péssimos momentos quais estamos simplesmente querendo a solidão)

    Então, para de “neura” e grava isso: não há problema algum em estar presente e disponível para quem você quer manter em sua vidaA constância e a presença, trazem sustância para nossos relacionamentos. E também não há problema algum em se isolar e se ausentar de vez em quando. Isso faz parte da existência humana, tudo bem? ❤

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  5. Aprendi a lidar com correntes, spammensagens enviadas através de listas de transmissões, e até mesmo os envios de documentos/fotos/vídeos pesadíssimos.Essa parte me trazia muito incomodo num passado (não tão passado assim). Até que comecei a me questionar: “qual a razão de me incomodar TANTO com essas ações? Não é possível que seja apenas o incomodo de ocupar memória em meu celular ou de receber conteúdo que simplesmente não me agregam em absolutamente nada.” Então, após alguns períodos meditativos e reflexivos, conclui que não se tratava de um “simples incomodo”. Tratava-se na verdade, de uma frustração mediante o terrível hábito que tive (durante muuuuuuuitos anos) de achar que podia controlar as pessoas a minha volta. E mais do que isso, observei que estava -mesmo que inconsciente, mais uma vez- me enfurecendo por ter amigos/contatos/pessoas simplesmente diferentes de mim. Quantas vezes nos frustramos e até nos enfurecemos por ver as pessoas que amamos/gostamos agindo diferente do modo como agiríamos? Quantas vezes nos pegamos desejando que elas simplesmente fossem diferentes e se comportassem diferentes do que realmente são? Quantas vezes são as vezes que implicamos, debochamos e até inferiorizamos as pessoas por elas acharem beleza num urso cor-rosa-piscante, ou num GIF irritante, ou até mesmo por elas se deixarem levar por correntes, notícias falsas e links com vírus? Várias. E se em vez de implicarmos, agradecêssemos, apagássemos e seguíssemos nossa rotina diária? E se em vez de debocharmos, interagíssemos compartilhando conteúdos que consideramos interessantes com essas pessoas? Tenho em mente que: a troca tem seu valor por simplesmente ser uma troca. Não importa se o que nos é oferecido é superior ou inferior ao que oferecemos. Houve uma troca. Isso que importa. Se não estou gostando do que estão oferecendo a mim, devo observar e ser mais amorosa/cuidadosa com o que tenho (ou não) compartilhado com elas.

    Hoje, quando recebo coisas que me desagradam, incomodam ou irritam, mais que a outra pessoa compartilhou por achar legal, agradeço, visando a intenção. De maneira consciente, compreendi que cada usuário tem a sua maneira de manter contato, de se expressar, de interagir, de manter-se nas redes sociais. E que chata sou eu, que fico reclamando de coisas tão simples de serem resolvidas.

  6. Aprendi que não há necessidade de exclusão de conversas. Assim como não há necessidade de mantê-las ali.Não tem problema deixar algumas coisas passarem, e fazer com que outras permaneçam por algum tempo. O Whatsapp pode ser uma ponte de conexão com pessoas especiais em todo o mundo. Mas ele jamais irá suprir o poder de ter uma conversa “olho no olho”. Por mais que promova muitas conexões, o Whatsapp continua sendo uma rede social, supérflua e com uma probabilidade gigantesca de nos deixar na mão de em algum momento. Tudo pode sim ser intenso e profundo. Mas pode também ser vago e vazio. Por isso, tenho buscado utilizar a rede social com moderação, com sabedoria e equilíbrio, usando toda e qualquer profundidade como oportunidade para cafés, encontros, ligações telefônicas, troca de e-mails, etc. Então, sempre conscientizo meus amigos que não me desespero para manter salvas ou perdidas as minhas conversas. E todos eles respeitam essa escolha e tratam de maneira leve, despretensiosa, como deve ser. Essa é uma das bem-aventuranças de prezar por relacionamentos saudáveis.
  7. Aprendi a arquivas conversas importantes. Assim como aprendi a arquivar conversas para não ficar obcecada por algum diálogo ou contato em especial.
    Isso diz muito a respeito daqueles momentos em nossas vidas, que estamos dedicando máxima atenção a uma única pessoa, esquecendo de todas as outras pessoas a nossa volta. Eu por exemplo, tenho esse hábito. Sou muito protetora. E justamente por isso, propensa a dedicar muito tempo e esgotar minhas energias com uma única pessoa, ficando em falta com outras que amo da mesma maneira. Justamente por isso, aprendi a controlar e manter o equilíbrio mediante essa característica que tenho, criando um novo hábito de “Arquivar a Conversa” quando percebo que estou tratando aquele diálogo e aquela pessoa como prioridade, esquecendo todas as outras pessoas. Assim como criei o hábito de “Fixar Conversa” quando estou com alguma pendência com a pessoa. Isso me faz rever todos os dias a minha lista de prioridades e me ajuda a equilibrar minhas relações, doando um pouco de mim para cada uma das pessoas que têm se doado a mim.office-freelancer-computer-business-38604.jpeg
  8. Aprendi que não há problema algum em falar através de pequenas frases, grandes textospequenos áudiosgrandes áudios. Isso se chama: comunicação.Diálogos podem sim, ter um textão como introdução, e acabarem com um áudio da pessoa dizendo “tchau, até amanhã”, que não levará mais do que 2 segundos. No começo, quando era nova usuária no Whatsapp, me irritava facilmente quando me enviavam áudios com mais de 15 segundos. Até porque, para mim, a comunicação em rede social tinha por obrigação, ser sucinta e eficiente. Não que minha ideia sobre redes sociais tenha modificado, mas hoje percebo que quando se trata de relacionamentos, não devo impor tantos limites e ser tão carrasca a respeito disso. Como disse em tópicos anteriores, o Whatsapp é uma ponte de conexão. E muitas vezes, ele possibilita conversas longas, intensas, profundas. Assim como possibilita informações sendo passadas com objetividade. E as duas maneiras são nada mais nada menos que: comunicação. Tenho amigos no Whatsapp, que basicamente se comunicam comigo por “memes” e emojis (com o Thales, meu mano Alexandre, meu irmão Raphael). Já outros (tipo a Camilla Guerra, Natasha Natsumi, Thaís Santana, Filipe Feijó, Eduardo Luz, Filipe Almeida e o chuchu Paulo), passo horas e horas trocando ideias. E ambos diálogos, são importantes para mim. Hoje, posso dizer que o “jogo virou”. Houveram situações que cheguei a mandar 15 minutos de áudio e textos gigantescos. Recentemente, recebi um áudio de 21 minutos, e devo compartilhar com vocês que foi -de longe- uma das coisas mais bonitas que já ouvi em toda a minha vida. Um áudio para a vida toda! Então, seja mais leve sobre isso também. Permita-se interagir, argumentar, trocar, compartilhar, ler, ouvir. Isso é comunicação. Poder comunicar algo (por menor ou maior que seja) é um privilégio. Honre o tempo dedicado a você, independente de quanto tempo tenha sido
  9. Aprendi a separar vida social/pessoal e trabalho.Coloquei como penúltimo tópico, por ter sido uma das aprendizagens mais difíceis no processo. Não sabia separar “Vida Social” de “Trabalho”. Estava tudo junto, misturado. Não havia limites e horários para nada. Então, tomei a decisão de ter dois Whatsapp. Um Whatsapp é empresarial, para assuntos profissionais. O outro, pessoal, para me manter conectada e me comunicando com um grupo seleto de pessoas. Quando fiz isso, percebi que me sobrava mais tempo para dedicar às pessoas que amo. Vi que era tudo uma questão de administrar meu tempo. E que eu poderia SIM desligar o celular da empresa umas 18h ou 20h e ir encontrar um amigo, assistir um filme, ir a um restaurante, ou até mesmo fazer uma ligação pelo próprio Whatsapp, para falar sobre qualquer coisa. Não precisa ser um assunto importante. Importante é dedicar tempo a quem amamos.  Nós existimos. Nós precisamos viver! Existir e viver. Viver na própria existência.
  10. Por último, o que aprendi com o Whatsapp foi a ser mais caprichosaatenciosa, dedicada às pessoas que de alguma forma, são frequentes em meus dias. São íntimas, próximas e chegadas.Compartilhar uma música pela manhã, uma frase no meio do dia, um áudio legal de madrugada, uma foto fazendo careta, um “meme” bacanudo, uma piadinha que só faça sentido pra gente, uma descoberta genial, um link qualquer… Compartilhar, sabe? Isso é tão genuíno, tão importante. Nosso tempo, é uma das coisas que temos de mais importante em nossa existência. Vale a pena dedicar um pouco dele a momentos simples, que no fim das coisas, é o que prova que estamos vivos.

    Fonte: 

    Autoconhecimento: 10 coisas que aprendi (e apliquei) usando o Whatsapp

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A importância do ‘propósito’ para a empresa, a carreira e a vida!

Resultado de imagem para o propósito de viverCrédito de imagem: iPED

Vez por outra tenho feito postagens aqui para destacar a importância – e a necessidade – de se viver por um propósito, de atuar por algo que dá sentido, ou por uma missão. Desse histórico, veja, por exemplo, o meu artigo ‘Viva por uma missão e você terá foco, energia e motivação verdadeira!’, publicado em fevereiro de 2017 (https://obemviver.blog.br/2017/02/02/viva-por-uma-missao-e-voce-tera-foco-energia-e-motivacao-verdadeira/).

Segundo inúmeras comprovações, quem encontra essa sintonia tem mais longevidade, vive mais motivado(a) e feliz, tem alta produtividade e naturalmente se entrega e veste a camisa para valer. Essa condição, mais recentemente, foi denominada pelos psicólogos como estado de fluxo, ou “flow”.

Agora, deparei com interessante e bem estruturado artigo, publicado na revista Harvard Business Review Brasil e replicado no portal eletrônico Flipboard, explorando “como” e “por que” o Propósito é tão importante para a empresa, a carreira e a vida, motivo deste post de hoje.

É bom perceber que há um movimento crescente de valorizar a atuação por um propósito. De acordo com pesquisas, até mesmo as gerações mais novas vêm enxergando o trabalho que faça sentido e que propicie qualidade de vida como grande diferencial para engajamento e senso de pertencimento a uma determinada organização. Aliás, essa elevação de consciência vem se consolidando de forma consistente, felizmente.

Selecionei três pensamentos (frases) para ilustrar o valor do que estamos tratando no dia de hoje:

“A vida irrefletida não vale a pena ser vivida.” (Sócrates, filósofo grego)

“O ser humano é capaz de viver e até de morrer por seus ideais e valores!” (Viktor Frankl, no seu livro Em Busca de Sentido)

“Quem tem propósito não se aposenta.” (Roberto Tranjan, empresário e escritor).

Agora, confira o mencionado artigo, que transcrevo a seguir:

Propósito: o “como” e “por que” que impactam sua empresa, carreira e vida

A resposta: propósito. No dicionário, propósito aparece como tomada de decisão, aquilo que se pretende alcançar ou realizar. De acordo com Peter Senge, autor do livro “A Quinta Disciplina”, enquanto visão é um destino específico, propósito é similar à direção que tomamos. A noção de propósito captura a intenção e o esforço que indivíduos fazem para alcançar seus objetivos. Propósito é a sua marca pessoal, aquilo que faz brilhar os olhos. Não é o que você faz, mas sim como e por que.

A palavra é atualmente um hot topic, como aponta o Google Trends. Nos últimos catorze anos, o interesse pela palavra cresceu mais de oito vezes. Já um estudo conduzido pela EY e Universidade de Oxford aponta que o debate público acerca de propósito cresceu cinco vezes entre 1995 e 2014. De acordo com Neal Chalofsky e Liz Cavallaro em seu artigo “A Good Living Versus A Good Life: Meaning, Purpose, and HRD” (2013), esse maior interesse vem de questionamentos dos baby boomers quanto às longas jornadas de trabalho e hoje é consolidado pela procura da Geração Y por maior equilíbrio na vida pessoal e impacto profissional. Nossas percepções e motivações estão mudando e os autores acreditam em uma nova forma de ver qualidade de vida e satisfação. Não é mais apenas como administramos o trabalho versus o resto de nossas vidas. É um quebra-cabeça com vários aspectos relevantes e que mudam ao longo da vida – família, amigos, vida pessoal, comunidade, trabalho, lazer e espiritualidade.

Para a empresa: investimento que vale a pena
A maioria das empresas apresenta missão e visão bem estabelecidas e divulgadas, mas poucas têm ou propriamente comunicam seu propósito ou razão de existir. No entanto, os consumidores, mais empoderados e informados no processo decisório por uma marca, buscam organizações com valores alinhados. Isto desafia as empresas a repensarem sua identidade e modus operandi para se manterem competitivas no mercado e atraentes para seus funcionários. Operar baseado em valores e propósito autênticos e compartilhados claramente reflete no desempenho da empresa. Por exemplo, empresas com um senso de propósito bem definido, mensurado em termos de impacto social e não só em lucro, performaram 14 vezes melhor no índice S&P 500 – índice de ações comercializadas na NASDAQ ou NYSE – entre 1998 e 2013. Ainda, organizações com propósito claro apresentam maior retenção, tanto de consumidores (75%), quanto de funcionários (quatro vezes mais).

Propósito é simplesmente a razão pela qual uma organização faz o que faz. Ele deve nortear os processos decisórios, desde contratações, ações de responsabilidade social, até decisões de investimento. Seja desenvolver uma comunidade local, revolucionar o modo que consumidores compram produtos ou adquirem serviços, propósito é, ou deveria ser, o que move as grandes empresas globais.

Para a carreira: por que você trabalha?
Ter um propósito é também essencial para navegar a complexidade, volatilidade e ambiguidade em que vivemos hoje; um contexto em que estratégias mudam rapidamente e nem sempre há respostas certas ou erradas. Uma pesquisa com 474 executivos mostra que 90% deles reconhece a importância de ter objetivos e motivações bem definidas para inspirar e gerar resultados. No entanto, menos de 20% de líderes corporativos têm um propósito individual claro e poucos deles conseguem defini-lo concretamente em uma frase.

E de que forma vemos o trabalho? De acordo com Dan Pontefract, autor do livro “the Purpose Effect: Building Meaning in Yourself, Your Role, and Your Organization”, há três formas. A primeira é a orientação por retorno financeiro, em que você trabalha para receber um salário e nada mais. Já a segunda é a mentalidade de carreira, orientada pelo crescimento na posição, responsabilidades, influência ou salário. Finalmente, a terceira é a mentalidade norteada pelo propósito de se sentir motivado, realizado e fazendo algo que contribua para a organização da qual faz parte. Aqui, a energia se renova e é onde encontramos o flow, estado em que nos concentramos ativamente numa tarefa e alcançamos estados de satisfação profunda.

O aspecto financeiro é inevitavelmente relevante, porém trabalho deve ir além disso. Passamos a maior parte do nosso dia – e de nossas vidas trabalhando e precisamos encontrar satisfação, inspiração e sentido no que fazemos. Pare um pouco para analisar como você encara o trabalho no dia a dia. Se a mentalidade financeira e de crescimento ocupam mais de 50% do seu tempo, é hora de (re)definir o seu propósito pessoal e profissional.

Para você: sentido e qualidade de vida
A busca por propósito é inevitavelmente um processo natural e complexo. É o que traz sentido às nossas vidas; é o que nos faz levantar todos os dias animados para correr atrás de nossos objetivos e para deixar nossa marca no mundo.

No livro “Como avaliar sua vida?”, o autor Clayton Christensen afirma que ter um senso claro de propósito está diretamente relacionado com nossa felicidade pessoal. Sem motivações bem definidas, desperdiçamos nossa energia e recursos naquilo que talvez satisfaça objetivos de curto prazo, mas que não comunica com o que de fato nos importa e agrega valor. Um forte senso de propósito deve permear nossas decisões consistentemente para conseguirmos gerar valor e impacto.

De acordo com Strecher, autor do livro “Life on Purpose”, a força de um propósito de vida pode ser mensurada e envolve viver em consonância com nossos valores e objetivos e com a vontade de deixar uma marca positiva no mundo. Pesquisas também apontam uma correlação direta entre propósito, bem estar psicológico e uma vida mais saudável. Em um estudo de 2014, de Patrick L. Hill e Nicholas A. Turiano, indivíduos com propósito e sentido claros apresentaram uma longevidade significativamente maior. Ter esse direcionamento reduz em até 20% o risco de infarto, AVC e doenças cardíacas, além de aumentar a resiliência cerebral em doenças como o Alzheimer.

É interessante também notar que propósito não é um artigo de luxo restrito a poucas pessoas. É uma habilidade psicológica que pode ser cultivada independentemente do grau de escolaridade ou outras condições, conforme demonstra pesquisa conduzida na Universidade de Cornell.

Definindo seu propósito e o colocando em ação
Propósito não é algo imposto, com que você simplesmente se depara ou uma visão que cruza sua mente. Também não é uma fonte única de inspiração ou algo imutável. Propósito se constrói e muda ao longo do tempo. É algo específico, pessoal e que comunica com você e apenas você.

Fácil? Com certeza não! Definir um propósito requer autoconhecimento e tempo. Abaixo, seis questionamentos para o processo de reflexão.

  1. O que torna você único? O que você faz que te diferencia de outros? Qual é a sua marca?
  2. O que é importante para você? O que te faz levantar animado no dia a dia?
  3. Qual é a sua visão de carreira e de vida? Que histórias quer contar para seus netos? Qual marca você quer deixar no mundo?
  4. Analisando sua trajetória, você enxerga um padrão ou tema comum que permeia suas decisões?
  5. Quais experiências te desafiaram e fizeram com que você se sentisse inspirado e fazendo algo relevante?
  6. Se dinheiro não fosse importante na sua vida, o que você faria no próximo ano? E nos próximos cinco e dez anos?

O rascunho das respostas dessas perguntas – rascunho porque elas nunca são respondidas finalmente, já que estamos sempre evoluindo e esclarecendo nossa relação com nossos valores e identidades – oferece um bom panorama sobre quem você é de verdade, longe dos padrões mais convencionais de sucesso.

Se o seu propósito ainda não está claro, não desista e continue a construí-lo. O importante é colocar em ação o que você acredita hoje, seguindo as suas motivações: articular e viver o seu propósito para uma vida com sentido e impacto.
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Francine Zucco é cientista e coach na TopMBA.
Alex Anton é MBA pela Harvard Business Schooldiretor de estratégia do iFood e co-fundador da TopMBA Coaching.

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Maria Bethânia e Lenine cantam a bela canção Nem o Sol, Nem a Lua, Nem Eu (ao vivo)!

Selecionei para hoje, neste espaço musical de todos os sábados, vídeo registrando mais uma performance da primorosa Maria Bethânia, cujas qualidades dispensam comentário, em dueto com Lenine, artista pernambucano de consistente sucesso pelos seus múltiplos talentos e criações musicais.

Neste show, eles nos presenteiam com a bela canção Nem o Sol, Nem a Lua, Nem Eu, composta por Lenine e Dudu Falcão.

Confiram este momento especial que é parte do álbum (disco) de Bethânia “Noite Luzidia (Ao Vivo)”! O vídeo foi publicado no YouTube pela Biscoito Fino:

 

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FEBRE: uma poderosa ferramenta para a cura e proteção da vida

Volto hoje com o tema ‘saúde’, trazendo vídeo muito informativo e esclarecedor sobre a FEBRE, nas palavras do médico e palestrante Belmiro d’Arce, publicado no YouTube dia 4 passado.

Trata-se de conteúdo importante, útil, que merece reflexão e natural conscientização de cada um de nós. Da minha parte, que não tenho formação na área da saúde, confesso que tive algumas surpresas ao ouvir as afirmações do Dr. Belmiro. Acredito que o mesmo poderá acontecer com você!

Adicionalmente, por oferecer boa complementação sobre o assunto, gostei também do texto BEM VINDA A FEBRE!, de autoria do Dr. Jorge Doroteo Molina, do qual destaco alguns aspectos mais interessantes/impactantes:

…”A FEBRE indica como e em que nível as nossas respostas orgânicas estão atuando. É sabido, por exemplo, que os pacientes portadores de cânceres ou a eles predispostos raramente têm febre. Desenvolver febre significa, em linhas gerais, estar com o sistema imunológico em atividade…”

…”Ao contrário do que se acreditava antigamente em medicina, o organismo está perfeitamente adaptado para suportar temperaturas internas de até 40,5C sem sofrer qualquer dano.”

“…quando ela surge o próprio organismo já está se encarregando da defesa. A melhor conduta é não atrapalhá-lo, sob o risco de interromper-se essa defesa e enfraquecê-lo. Não há necessidade de banhos ou outras atitudes para diminuir a temperatura corporal (rodelas de tomates nas solas dos pés, compressas frias na fronte e corpo) pelo contrário, quanto mais tempo o paciente permanecer na condição febril mais rapidamente ele debelará o processo infeccioso….”

Fonte: http://www.bvshomeopatia.org.br/saladeleitura/texto13bemvindafebre.htm

Portanto, veja o vídeo e certamente terá elevado o seu nível de entendimento e preparo para enfrentar a ocorrência de alguma febre, seja em você ou nas pessoas que lhe são caras, sempre lembrando que informações como essas não devem eliminar a oportuna consulta ao seu médico de confiança.

Confira a seguir:

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“Empatia em Tempos Egoístas” – Vídeo esclarecedor com Luiz Martino

Por aspectos os mais variados, tenho trazido diversas abordagens sobre o significado e a abrangência da chamada Inteligência Emocional (IE). Considerando que, como conceito geral, IE é a capacidade de reconhecer e gerenciar as emoções, ou seja, os nossos sentimentos e os sentimentos dos outros, o fator EMPATIA (disposição e habilidade para nos colocarmos no lugar do outro) é sem dúvida relevante para o cultivo de boas relações e, consequentemente, para os encaminhamentos da nossa vida, inclusive em termos profissionais.

No contexto da IE, portanto, a empatia é sinal de atenção, de respeito para com o outro e até mesmo de humildade. É uma prática que faz grande diferença, não resta dúvida!

Para maior clareza, trago hoje o recente vídeo EMPATIA EM TEMPOS EGOÍSTAS, da Casa do Saber, com Luiz Mauro Sá Martino, Doutor em Ciências Sociais e Professor, comentando sobre a palavra empatia, sua etimologia, suas nuances e importância. Creio que você irá gostar!  

O vídeo, que está publicado no YouTube/Canal Casa do Saber, tem duração de apenas 3:19. Confira a seguir:

 

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Não seja vítima do mercado digital: evite compras por impulso e descontrole financeiro (parte II)

Imagem relacionada Crédito de imagem – ecommerceguru.it

No dia 30 de abril passado iniciei aqui uma série de três postagens, que podemos classificar no universo da Educação Financeira, com dicas para evitar que você perca o controle comprando por impulso, desnecessariamente, constitua endividamento e entre em descontrole financeiro, por conta do cada vez mais agressivo mundo da propaganda eletrônica e das iscas de vendas digitais (e-commerce). Eis o link: https://obemviver.blog.br/2018/04/30/nao-seja-vitima-do-mercado-digital-evite-compras-por-impulso-e-descontrole-financeiro-parte-i/.

A série é reprodução/adaptação de excelente matéria publicada na revista VOCÊ S/A, de abril de 2018, com o título O CLIQUE DA PERDIÇÃO. 

Dando continuidade, trago hoje a segunda parte, com mais três dicas. Espero que contribuam, em alguma medida, para que você fique mais informado(a) e preparado(a) para lidar com esta realidade em expansão, a do chamado comércio eletrônico. Confira:

Estratégias do comércio eletrônico

Compra em um clique:

O consumidor consegue deixar seus cartões cadastrados nos sites das lojas virtuais. Assim, as próximas compras podem ser feitas apenas com um clique, aumentando o risco de levar algo por impulso.
Na ponta dos dedos:

Pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica descobriram que as pessoas se portam de forma mais racional quado realizam as compras utilizando o computador, em comparação com as que usam o celular.
Anúncio personalizado:

A tecnologia permite que os anúncios sejam segmentados por perfil de cliente. “Isso faz com que as marcas entreguem ‘o produto certo para a pessoa certa’, e isso aumenta a chance da compra”, diz Gabriel Costa.
Dicas para evitar as armadilhas

O melhor caminho para quem não tem controle é dificultar o processo: evite que o cartão de crédito fique registrado em sites e no celular. Adriano Gomes, Professor de Finanças na ESPM, recomenda o uso de boletos ou transferência bancária na hora de pagar.

Embora seja bem mais cômodo pesquisar e fazer compras pelo smartphone, o ser humano é mais impulsivo quando se trata desse dispositivo. A dica é bastante óbvia: priorize o computador desktop quando bater aquela vontade de consumo.

A estratégia é excelente, já que o consumidor recebe alertas que têm a ver com seu estilo de vida. O usuário se sente privilegiado e acaba se empolgando nos gastos. O melhor caminho é desativar o recebimento de e-mails e propagandas.

 

 

 

 

 


Como visto aí, neste tipo de comércio, quanto mais facilidade à nossa disposição maior será a tentação para a compra impulsiva. É claro que existe alguma proteção legal conferida pelo Código de Defesa do Consumidor, o previsto direito de arrependimento, em até 7 dias, mas o assunto traz algumas polêmicas e pode lhe causar dor de cabeça. Portanto, o melhor é fugir do impulso, procurando exercer controle diante de tanta sedução de vendedores, particularmente no âmbito do chamado comércio pela Internet. A ponderação aqui é regra de ouro!

Base: Revista VOCÊ S/A – abril de 2018.

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Fique por dentro da origem e do significado da expressão AVE (em Ave César, Ave Maria…)!

Resultado de imagem para pixabayCrédito de imagem: Pixabay – BOL Notícias – Uol

Conhecer a origem (etimologia) e o verdadeiro significado das palavras e expressões, principalmente das mais comumente utilizadas e também mais importantes, é enriquecedor e um diferencial para qualquer pessoa. Além do mais, saber o que se fala, acima de tudo, é tranquilizador, por evitar entendimentos equivocados e até mesmo gafes na comunicação falada e escrita.

Ontem, por exemplo, circulou mensagem em homenagem ao Dia das Mães trazendo a canção Ave Maria do Morro, precedida de singela explicação a respeito da expressão AVE.

A esse pretexto, aqui vai um resumo sobre a referida expressão (interjeição), que é utilizada cotidianamente pelos católicos em uma das mais populares e impactantes orações, a Ave Maria.

A interjeição AVE vem do latim, tendo sido bastante utilizada pelos romanos para demonstrar: alegria, regozijo, felicidade. Servia para saudar (cumprimentar) efusivamente alguém. Além de poder ainda significar um oi, ou olá, significa, em essência, um solene SALVE!

No Império Romano (antes de Cristo) a expressão era, por exemplo, utilizada pelos gladiadores para saudar o Imperador César. Literalmente, assim se expressavam:

“Ave Caesar, morituri te salutant (lat) = Salve César, os que vão morrer te saúdam. Palavras dirigidas pelos gladiadores ao imperador, antes de entrarem em luta.” (Fonte: dicionariodelatim.com.br/).

Podemos inferir, portanto, que saudar o outro com um AVE é demonstração de deferência e de alegria, dita de maneira curta, inteligente e suficientemente forte. 

Assim, para fechar, Ave Maria significa Salve Maria!

Espero que essas breves informações lhe sejam úteis, até porque cultura e educação nunca são demais!

Agradeço pela curtida e, se possível, por deixar o seu comentário.

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Dose dupla musical: Marisa Monte (Flor de Ipê) e Carla Bruni (Moon River) – Puro bom gosto!

A inspiração musical para este fim de semana vem em dose dupla. Selecionei duas canções – e destacadas interpretações – que ouvi durante as aulas de Pilates dias atrás. Ambas são românticas, de refinado bom gosto, com o detalhe de que surgiram em épocas distintas, portanto, bastante separadas no tempo e no espaço!

O primeiro vídeo traz (mais uma vez) a cantora e compositora Marisa Monte, sempre com a sua voz diferenciada e interpretação encantadora, desta feita com a belíssima e recente canção Flor de Ipê, composta por Arnaldo Antunes, Cezar Mendes e Tom Veloso. 

No segundo vídeo teremos a ex-modelo, cantora e compositora Carla Bruni, italiana radicada na França, com interpretação suave e muito bonita do grande sucesso internacional Moon River, canção de 1961, composta por Henry Mancini e Johnny Mercer.

Acredito que a sonoridade destes vídeos, publicados e disponíveis no YouTube, fará bem aos seus ouvidos e à sua alma!

Curta a seguir: 

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