Saiba como identificar se alguém não gosta de você – Dicas importantes (vídeo)!!!

Sabemos que muitas vezes as palavras são frias, ou mesmo falsas, escondendo o real sentimento daquela pessoa que está interagindo conosco. Temos visto, como resultado de pesquisas e conclusões tiradas por diversos especialistas em comunicação, psicologia e até na área criminal que, ao contrário do que se fala (e até se afirma enfaticamente), a linguagem corporal e o comportamento da pessoa nunca mentem.

Ter a capacidade de perceber posturas físicas, gestos e expressões faciais, segundo os expertes, é um grande diferencial, principalmente em face da máxima de que “o corpo não mente”. E é claro que nas diversas naturezas de relações interpessoais, como, por exemplo, as de cunho afetivo ou de âmbito profissional, saber se o seu interlocutor está sendo verdadeiro ou dissimulado quando fala com você, se há uma efetiva conexão, pode fazer significativa diferença, podendo até mesmo ser decisivo.

É exatamente sobre isso que trata o vídeo “QUEM NÃO GOSTA DE QUEM?”, do canal INCRÍVEL, no YouTube, que vi por estes dias. Na produção, foram reunidos 10 sinais, que eles chamam de bandeiras, capazes de indicar se alguém, secretamente, não vai com a sua cara.

Creio que você irá gostar de assistir e poderá tirar bom proveito das dicas, incorporando esses novos e úteis aprendizados. Entretanto, vale realçar que não se trata de coisa tão simples. No campo dos sentimentos e das emoções, por certo, existem detalhes de certa complexidade. Por exemplo, a introversão e o mau humor momentâneo de uma pessoa podem dificultar essa percepção. Assim, como não poderia ser diferente, o uso do bom senso e da empatia são sempre recomendados.

Confira a seguir:

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Sábado e música: Avalon Jazz Band – La Mer (Beyond the Sea) – Show!

Como inspiração musical, selecionei para hoje este belo vídeo, gostoso de ver e ouvir, com o sensacional grupo franco-americano Avalon Jazz Band, criado em 2012 e que atua nos Estados Unidos, liderado pela cantora Tatiana Eva-Marie.

Tenho acompanhado diversas produções do grupo e gosto muito, pela descontração, bom gosto musical, talento e qualidade dos seus integrantes e, em especial, pelo estilo adotado de “french-jazz vintage parisien”.

No vídeo, publicado agora, dia 2 passado, no YouTube, o grupo interpreta a bonita canção “La Mer (Beyond the Sea)“, originalmente composta pelo francês Charles Trenet (1931 – 2001), lançada em 1945.

Confira (podendo utilizar fones de ouvido a experiência sonora será melhor):

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Sobre a mentira – Interessante entrevista com o autor do livro “Eu sei que você mente!”

Para esta sexta, o assunto é a mentira, presente a realidade de que o hábito de mentir é absolutamente comum no universo humano. Não é brincadeira! (Rsrsrs)

Trata-se de tema sempre interessante, diante do seu amplo espectro, talvez infinito, ante a inventividade e a complexidade da espécie humana. A questão fundamental, a esse respeito, é a intensidade e a frequência da prática de mentir. Melhor dizendo, o diferencial aí é o quão a mentira pode ser inofensiva, divertida, ou preocupante, quando for capaz de causar comprometimentos para terceiros e/ou para o próprio mentiroso, podendo, neste caso, decorrer de processos mais elaborados que caracterizem sério desvio comportamental e até questão patológica.

E o assunto veio hoje por conta desta boa matéria abaixo reproduzida, que gostei muito, publicada no portal eletrônico da REVISTA GALILEU, trazendo entrevista com o autor do livro “Eu sei que você mente!”, que foi lançado recentemente.

Confira a seguir:

“Mentir sempre fez e fará parte da condição humana”, diz criminólogo

Georg Frey trabalha há 29 anos como especialista em comportamentos desviantes e psicopatas. Em 2020, ele lançou o livro “Eu sei que você mente!”. Confira a entrevista

Em novo livro, criminólogo ensina a detectar mentiras (Foto: Reprodução)

Você mente?

Se sua resposta for “não”, sinto informar: é mentira! Falar a verdade 100% do tempo é praticamente (para não dizer totalmente) impossível. É partindo dessa premissa que o criminólogo Georg Frey escreveu o livro Eu sei que você mente!, publicado em 2020 pela editora Littera.

Especialista em comportamentos desviantes e psicopatas, o brasileiro é um dos fundadores da Unidade de Análise do Comportamento Humano (UACH), plataforma online que reúne profissionais especializados em comportamentos desviantes e que oferece cursos sobres essas questões. 

Frey trabalha há 29 anos na área e já participou de diversas investigações criminais, empresariais e até de contraespionagem. Seu novo livro é fruto dessas quase três décadas tentando entender por que mentimos e os efeitos disso. “Mentir é algo absolutamente democrático! Independe do nível social ou econômico, da identidade sexual, idade, geografia ou religião”, diz o especialista em entrevista a GALILEU.

A seguir, confira a conversa completa e aprenda a detectar quando alguém está mentindo para você.

Afinal, por que as pessoas mentem?
Antes de mais nada preciso dizer que todos mentimos. Se alguém diz que não mente, já está contando uma mentira. Quem mente espera ter algum tipo de vantagem: financeira, profissional, social ou sexual. A pessoa sabe dos riscos que corre, mas sempre acha que, de alguma forma, pode valer a pena.

Por que saber desvendar uma mentira é importante ou útil? Existem momentos em que é melhor não desvendá-las?
Essa pergunta pede uma dupla resposta: sempre é útil, pois por trás de uma mentira pode haver um pedido de socorro.  Alguém em grande sofrimento que mente dizendo que está tudo bem pode estar sendo vítima de abusos e violências.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Deixamos o outro mentir quando sabemos que é algo inofensivo por estar na categoria de mentiras brandas ou sociais: “Eu te ligo”, “Aparece lá em casa”, “Vamos marcar alguma coisa”, “Isso nunca aconteceu comigo antes”, “Adorei o presente, era exatamente o que estava precisando”.

Quais são as táticas mais utilizadas pelos especialistas para detectar mentiras? Pode nos ensinar algumas?
Observe se a pessoa está piscando muito. Piscar rapidamente e com frequência maior que o normal é um forte indício de que a fisiologia dessa pessoa está alterada, assim como gaguejar, tropeçar nas palavras, ter respiração e batimentos cardíacos acelerados, dar detalhes demais sobre o que fez. São muitos os sinais involuntários de quem mente. O corpo sempre fala.

Considerando o perfil social e biológico das pessoas, quem mente mais? Homens ou mulheres? Ricos ou pobres?
Mentir é algo absolutamente democrático! Independe do nível social ou econômico, da identidade sexual, idade, geografia ou religião. As únicas diferenças já constatadas são que os homens mentem mais, e as mulheres mentem melhor.

O que diferencia um psicopata, um mentiroso patológico e uma pessoa que mente ocasionalmente? Existem mais “tipos” de mentirosos?
Os graus de perigo e intensidade. O psicopata é o detentor das mais elaboradas, convincentes e destrutivas mentiras. Estar na teia de um(a) psicopata geralmente é sinônimo de ter a sua vida destruída. O mentiroso patológico muitas vezes precisa de intervenção e tratamento, como um dependente de drogas. Já a mentira ocasional nascerá e morrerá conosco.

Você acredita que hoje as pessoas mentem mais? Ou em todas as “Eras” nossa sociedade encontrou motivos pra mentir?
Biblicamente ou historicamente, a mentira está registrada como um traço da nossa humanidade. Até nas mitologias encontramos os vetores das mentiras: Loki (nórdica), Hemera e Hermes (grega), Seth (egípcia), Anhangá (indígena brasileira).

Mentir sempre fez e fará parte da condição humana. Não mentimos mais do que os nossos antepassados. Se hoje achamos isso é por conta das redes sociais, que têm a capacidade de multiplicar uma mentira.

Por que algumas pessoas mentem para si mesmas? 
É uma situação triste e preocupante testemunhar um mitômano [alguém que mente para si mesmo] em nosso ambiente familiar, social ou de trabalho. Essas pessoas tornam-se dependentes e vítimas de suas mentiras, menos pelo autoconvencimento e mais pela necessidade de ser aceito e fazer parte de algum ambiente. Na maioria das vezes, percebemos e toleramos este comportamento por pena.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/07/mentir-sempre-fez-e-fara-parte-da-condicao-humana-diz-criminologo.html

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A “zona de conforto” pode ser uma armadilha. Atenção!

Sentir-se com domínio da situação, sem despender maiores esforços, na “tranquilidade” etc., num estado de ânimo convencionalmente chamado de zona de conforto, é tentador. Entretanto, vale o alerta, isso pode contribuir como fator desestruturador do seu progresso e do seu futuro, porque as variáveis evoluir, buscar novos aprendizados e desafios, aprimorar-se, adotar mudanças de paradigmas e de hábitos passam a ficar em plano secundário e as consequências poderão ser significativamente comprometedoras no médio e longo prazos.

Portanto, sair do comodismo requer atenção e exige autoconsciência, sob pena de prejuízos físicos, intelectuais e profissionais do indivíduo. A zona de conforto propicia um fechamento da mente e uma excessiva focalização para os referenciais já conhecidos e estabelecidos, o que levará o indivíduo para um estado de autoengano, alimentado por medos, foco em referenciais do passado e por aí vai.

Para nos esclarecer (e alertar) sobre isso, o que considero sempre bem-vindo, reproduzo hoje o bem produzido artigo “A falsa paz da zona de conforto“, publicado no site A Mente É Maravilhosa, no dia 29 de julho último, alinhando algumas interessantes perspectivas para melhor compreensão sobre o referido fenômeno. A argumentação, no seu fecho, demonstra que ao fugir do que seria o tal estado de conforto a pessoa acaba exercitando/fortalecendo a sua autoconfiança, positiva, que atua em direção oposta à insegurança e ao medo.

Vale a leitura e vale, a meu ver, boas reflexões. Confira a seguir:

“A falsa paz da zona de conforto

A falsa paz da zona de conforto tem a ver com o autoengano. Pensamos que, se não nos expusermos ao novo e/ou ao incerto, nos sentiremos mais calmos. Na verdade, ao não fazermos isso, acabamos superdimensionando os nossos medos.

A falsa paz da zona de conforto

É chamado de zona de conforto todo aquele conjunto de circunstâncias às quais nos adaptamos passivamente e que, portanto, exercem um grau mínimo de exigência sobre nós. Embora aparentemente isso nos dê tranquilidade, o que a zona de conforto proporciona é uma falsa paz, porque a vida é dinâmica e, mais cedo ou mais tarde, teremos que enfrentar as mudanças, mesmo que resistamos a elas.

O mais problemático é que a zona de conforto não é um espaço para desenvolver a capacidade de se adaptar ao novo. Muito pelo contrário. Quanto mais repetimos as rotinas e nos movimentamos apenas em terrenos conhecidos, mais difícil será visualizar e abordar as variações.

É por isso que se diz que a zona de conforto gera uma falsa paz. Não é a tranquilidade de quem confia em si mesmo, mas a de alguém que tem a fantasia de estar controlando tudo. Ao sair dessa zona de conforto, a suposta paz desaparece e se transforma em insegurança e angústia. A tranquilidade nesse caso não depende da pessoa, mas da estabilidade das circunstâncias, por isso é tão frágil.

A única possibilidade de descobrir os limites do possível é se aventurar um pouco além deles, em direção ao impossível“.
-Arthur Clarke-

A zona de conforto e o medo

Um dos aspectos mais preocupantes da zona de conforto é que ela é construída em função do medo. O que a pessoa que se instala no contexto das circunstâncias que lhe são familiares busca é, principalmente, sentir segurança. Ela quer reduzir ao mínimo a incerteza e, portanto, demarca um território subjetivo e não sai de lá.

A zona de conforto é configurada a partir do medo. Assim, o objetivo de não sair de lá também é ditado pelo medo. Qualquer coisa que não esteja dentro desse território conhecido é sentida como uma ameaça. O novo, o diferente e o desconhecido são tratados como ameaças. A falsa paz que você experimenta termina quando surge algum imprevisto.

Devido a essa presença latente do medo, muitos pensam que a zona de conforto é, na verdade, uma zona de perigo. E realmente é uma zona de perigo, pois quem se instala ali se torna progressivamente vulnerável, pois a sua segurança e tranquilidade dependem exclusivamente de fatores externos, que podem mudar a qualquer momento.

A falsa paz da zona de conforto custa caro

Além de todos os itens acima, aqueles que permanecem na sua zona de conforto nem ao menos se sentem completamente tranquilos por estarem ali, mesmo que não haja mudanças. Eles são tão dependentes de certas circunstâncias que não é incomum que vivenciem episódios de muita ansiedade e falsas crenças. Embora não corram riscos, eles fantasiam sobre os possíveis problemas que podem ocorrer. Isso causa angústia e acaba com a falsa paz que supostamente deveria prevalecer.

Um preço alto também é pago quando alguém se recusa a atravessar a barreira da zona de conforto. O exemplo mais comum é o do funcionário que odeia o emprego, mas que não o abandona por nada nesse mundo. Certamente, não é reconfortante viver fazendo algo que você não gosta. No entanto, em alguns casos, o medo de enfrentar algo novo e incerto é maior.

Quem se mantém na zona de conforto não está mais tranquilo nem mais feliz. O que eles fazem é criar um esconderijo para lidar com o medo. Com isso, eles não resolvem suas inseguranças; pelo contrário, maximizam a sua intensidade.

A única maneira de superar os medos

A única maneira de superar os medos é enfrentá-los. Todos sabemos disso, mesmo que às vezes tentemos ignorar esse fato. Encarar o medo não é agradável, pelo menos no começo. É algo que nos leva aos nossos próprios limites e que, a princípio, gera sensações que não são nada agradáveis. Sentimos o medo, por um momento, na sua maior intensidade.

No fundo, permanecer na zona de conforto é uma maneira de declarar que nos sentimos incapazes de muitas coisas. É verdade que há muitas coisas que não somos capazes de fazer, porque a realidade nos impõe limites. Não somos capazes de ser imortais ou de prevenir situações que nos causem dor. No entanto, podemos encontrar o caminho para recuperar o equilíbrio.

Quando conseguimos confiar em nós mesmos de uma maneira razoável, os medos retornam à sua verdadeira dimensão. Há também um sentimento de tranquilidade que não se compara a essa falsa paz da zona de conforto, mas a uma melhor expectativa do nosso próprio desempenho. É preciso ter essa confiança para deixar a nossa vida do jeito que queremos, em vez de reduzi-la a um cantinho que nos protege, mas que também nos aprisiona.

Veja a publicação original em: https://amenteemaravilhosa.com.br/a-falsa-paz-da-zona-de-conforto/

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SOLIDÃO ou SOLITUDE? – Primorosas divagações – texto do escritor Jair Araújo!

Frases de Solidão - Mundo das Mensagens

O tema solidão é instigante, até pela vasta gama de vieses que suscita. Pode-se estar sozinho por opção, por necessidade circunstancial até mesmo de se dar um tempo, como desfrute de um estágio/estilo de vida provando da própria companhia, como necessidade de novas descobertas e respostas, como resultante de maturidade e de determinado nível de consciência etc., ou por fuga, medo, conflitos relacionais mais severos, o que inclui sintoma de algum adoecimento integrante da vasta gama de distúrbios mentais (ou doenças da alma).

E é por conta dessa primeira tônica, positiva, do estar sozinho por escolha, que repercuto hoje o primoroso texto “Solitárias divagações”, abaixo transcrito, do escritor baiano (e amigo) Jair Araújo, publicado no portal eletrônico NOTÍCIA LIVRE, dois dias atrás.

A propósito das pertinentes reflexões que você irá conferir daqui a pouco, veio à minha mente esta sequência de pensamentos atribuídos ao filósofo da Antiga China Lao-Tsé: “Aquele que conhece os outros é sábio. Aquele que conhece a si mesmo é iluminado. Aquele que vence os outros é forte. Aquele que vence a si mesmo é poderoso“.

Em tempos de distanciamento social vivenciado mais intensamente ao redor do planeta, neste inesquecível 2020, as reflexões apresentadas no referido texto são mais do que oportunas. Aliás, diria que revisitar (e até ressignificar) o conceito de ‘solidão’, e de quebra do seu termo derivado ‘solitude’, ante o rico espectro de possibilidades compreendidas nessa temática, é mesmo recomendável, sobretudo porque pode trazer contribuição (e até insights) que ajudem a melhorar o estado de ânimo e a sensação de bem-estar do leitor, até porque sentir-se solitário, em alguma medida, parece ter incidência significativa entre os humanos.

Leia a seguir:

“Solitárias divagações

“A linguagem criou a palavra solidão para expressar a dor de estar sozinho. E criou a palavra solitude para expressar a glória de estar sozinho” (Tillich)  

Durante o período inicial do recomendado isolamento horizontal, entre outros entretenimentos, eu tive a grata satisfação de assistir muitos filmes interessantes. Um deles foi “Into The Wild.”, cujo roteiro é a adaptação do caso real vivido pelo solitário Cristopher McCandeless que, no início dos anos noventa, soube utilizar a solidão como meio de libertação dos seus conflitos existenciais para conquistar a felicidade.

Dei-me conta de que os solitários são eremitas por opção. Indivíduos que se isolam da sociedade e mergulham dentro de si, na busca de encontrarem ou mesmo construírem caminhos para não padecerem no corrosivo estado de solidão. Fisicamente sós, se empenham em preencher o vazio espiritual, procurando perceber o sentido da vida através da observação do mundo real, pelas nesgas das janelas interiores que se permitem abri-las. Travam batalhas para se libertarem dos clamores da alma, reflexionando sobre o sentido das suas existências.

Estão, a percorrer o labirinto dos seus conflitos conectando-se com o ambiente, em companhia deles próprios. São pessoas simples como as que vivem no campo, permitindo-se sentir o frescor da brisa noturna a transportar o perfume das flores e ouvir o gorjear dos pássaros. Seres que, ao amanhecer, se encantam com o mistério das gotas de orvalho.

Os solitários buscam solucionar as amarguras, colocando-se como observadores de si próprios diante do mundo, evitando atribuir a culpa das suas inquietações aos outros. São, portanto, indivíduos que constroem pontes de dentro para fora, e não o contrário. Agem como as crisálidas a libertarem-se dos casulos para, atingindo a fase adulta, voarem livres e independentes. São prisioneiros que descobrem ter a capacidade de confeccionar as chaves capazes de abrirem as grades do eu.

Portanto, não se posicionam como encarcerados sem perspectiva de libertação. Estes são comportamentos característicos dos acometidos pela solidão. Dos que não conseguem percebê-la como um estado de espírito transitório, um momento que pode significar a oportunidade do encontro consigo, possível de lhes acenar uma rota de fuga das suas dores.

Os solitários assumem uma linha de análise e pensamento extrospectivo. Movimentam-se como agentes ativos, indivíduos com necessidade e vontade, além de enorme faculdade de adaptação ao meio social. Mesmo quando não concordam com os princípios, os valores e os hábitos culturais construídos pela sociedade. Resistem em cultivar o sentimento de que o mundo é que tem a obrigação de entendê-los, aceitá-los e integrá-los, custe o que custar. Blindam-se para não permitirem serem cooptados pelas coisas mundanas e, tampouco, pela solidão destruidora da autoestima.

Iludem-se os que pensam que os solitários vivem em permanente estado de solidão!

Os solitários se aproveitam dos momentos de solidão para alçarem voos. São criaturas possuidoras de força interior, de porções de rebeldia e audácia, suficientes para quebrarem regras. Veem a solidão como um desafio para alcançar libertação. São autocríticos o suficiente para mergulharem em reflexões, sem sentimentos de culpa, sem vitimizações.

Não se coadunam com as coisas do mundo material, consumista, competitivo, cada vez mais individualista, onde a vaidade dos títulos e das honrarias são exigências para se chegar ao topo do reconhecimento secular. Por isso, quase sempre são incompreendidos e passam a fazer parte do restrito grupo de aventureiros e lunáticos, assim considerados pela sociedade. Desprendidos de tais valores, das ambições materiais e dos prazeres efêmeros, muitos solitários, geralmente, optam por mergulhar na espiritualidade, na filosofia metafísica e nas doutrinas transcendentais do Oriente. O que importa verdadeiramente é que, de uma forma ou de outra, não abrem mão de serem felizes. Provam, assim, que o bem-viver, o bem-estar e o conforto da paz interior, não se encontram atrelados ao ter.

Podemos registrar como grande exemplo, o do jovem Matthieu Ricard, filho do ilustre filósofo Jean François Ravel, que abandonou promissora carreira de cientista, na área da biologia molecular, para se tornar monge tibetano e ser considerado o homem mais feliz do mundo. Epíteto este, concedido após estudos realizados em seu cérebro por cientistas americanos da Universidade de Wisconsin.

Nestes dias confusos quando, pela imposição pandêmica, nos encontramos isolados, muitas pessoas se veem impregnadas por uma estranha melancolia, ainda que convivendo com familiares e com todo o aparato tecnológico que possibilita o estabelecimento de convivência virtual. Um sinal de que, ao contrário dos solitários, muitas pessoas não são capazes de viver consigo mesmas. Quem não é capaz de conviver consigo torna a convivência com o próximo dificultosa. Por isso, são mais felizes os solitários que realizaram o mergulho profundo dentro de si para alcançar o topo da montanha existencial. Os que conseguiram adquirir a compreensão do essencial e, com isso, a sabedoria e significado do seu papel no mundo. Quem é feliz irradia paz e felicidade.

“A felicidade só é real quando é dividida.”. Esta é a preciosa mensagem deixada pelo solitário Cristopher McCandless, personagem biografado pelo escritor Jon Krakauer no livro “Into The Wild” que deu origem ao filme do mesmo nome.

Jair Araújo – escritor

Fonte: https://noticialivre.com.br/2020/08/01/solitarias-divagacoes/

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Sábado e música: Márcia Tauil com Roberto Menescal – Fuso Horário (o fino da MPB)!!!

Com grata satisfação trago hoje aqui no blog, para inspiração musical neste primeiro sábado de agosto, uma pérola da nossa MPB, fresquinha, recém publicada no YouTube.

Estou falando deste vídeo com a excelente Márcia Tauil, cantora, compositora e professora de canto brasileira, que acompanhada do grande violonista Felix Júnior, e tendo participação especial do icônico músico e compositor Roberto Menescal (um dos fundadores do movimento Bossa Nova), interpreta a canção Fuso Horário, composta por Menescal e Reginaldo Mil.

Detalhe importante: a música faz parte do álbum ‘Pro Menesca’, lançado agora em julho pela “Mins Música”, que já pode ser acessado pelas diversas plataformas digitais (YouTube, Spotify e outras).

Como curiosidade, registro que o trabalho foi produzido (e gravado) por JG Júnior, meu dileto amigo do estúdio Rock’n Roll, de Brasília-DF, já referido em postagens anteriores aqui no blog, por conta de algumas gravações e das “terapias musicais” que tive a satisfação de realizar naquele espaço.

Temos aí, mais uma vez demonstrada, a qualidade resistente e inconfundível que sustenta a boa MPB, uma marca que segue encantando os brasileiros e muitos apreciadores pelo mundo afora!

O todo da gravação ficou agradabilíssimo. Confiram!!!

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Longevidade: a experiência será cada vez mais valorizada no mercado de trabalho!

Envelhecimento populacional no Brasil e no mundo segundo as novas ...

Volto com o tema Longevidade (e suas derivações), um dos mais frequentes aqui no blog, sempre enfatizando a importância do envelhecimento ativo, que compreende seguir em atividade e aprendizados. Fazendo recorte mais específico, vamos enfatizar, novamente, as dimensões trabalho e carreira, em face do já representativo contingente de profissionais maduros, que seguirá crescendo ano após ano.

Como oportuna e bem concatenada argumentação, em reforço às diversas abordagens que tenho trazido sobre esse amplo tema, reproduzo, abaixo, artigo que gostei bastante, do empreendedor e CEO Rafael Souto, publicado hoje no jornal Valor Econômico. Seguramente, desperdiçar os talentos e profissionais grisalhos competentes, por conta da idade cronológica acumulada, faz cada vez menos sentido na grande totalidade dos segmentos produtivos e criativos, dos diversos setores da economia.

Por muitas e comprovadas evidências mundo afora, discriminar pela idade de vida (o chamado etarismo) vai caindo por terra e assim seguirá, não tenho dúvida. É claro, acompanho a visão positiva que nos trouxe o articulista Rafael Souto.

Confira o texto:

“Chegou a vez do mercado buscar os mais experientes

O colunista Rafael Souto defende que o etarismo não é compatível com o novo mundo do trabalho

Vivemos um período de inquietação e ansiedade, com diversas e profundas transformações no mundo do trabalho. No que se refere à faixa etária, podemos observar mudanças acontecendo ao longo dos anos.

Desde o início da industrialização no início do século XX até os anos de 1990, a lógica de contratações e crescimento profissional privilegiava a experiência. Pensar em ser gerente antes dos 35 ou 40 anos de idade era presunção. O jovem devia aguardar sua vez na fila, pois os sistemas de plano de carreira eram lentos e não valorizavam a perfomance. Por isso, os ciclos de permanência na empresa eram longos e, por vezes, desestimulantes.

Com abertura da economia e o início da globalização no final do século, vivemos uma rápida transformação do mercado. A cultura do jovem e do trainee passou a ser sinônimo de inovação e agilidade necessária para os novos desafios. Os mais velhos foram rapidamente culpados pela ineficiência das empresas e iniciamos uma fase de idealização da juventude para salvar negócios envelhecidos.

No século XXI a aceleração das mudanças e a necessidade de inovar fez com que os jovens fossem cultuados. A era digital reforçou o etarismo. O preconceito com profissionais mais velhos ganhou força com o aumento da tecnologia nos negócios, associado à mítica ideia do jovem “nerd” que reinventa o mundo a partir de sua garagem.

O universo das startups e seus jovens universitários ganharam destaque. O mundo digital e os ecossistemas de inovação pressupõem a liderança de jovens com ideias brilhantes e disruptivas. No entanto, os dados começam a mostrar que o culto excessivo ao jovem, além de não corresponder ao sucesso almejado, pode ser um risco.

A pesquisa “Idade e Empreendedorismo de Alto Crescimento”, do professor do MIT, Pierre Azoulay, desconstrói a crença de que só os jovens criam negócios grandes e transformadores. A constatação é de que 42 anos é a idade média dos fundadores de startups e outros negócios bem-sucedidos nos EUA.

Outra reflexão sobre liderança precoce nas empresas é como alguns programas colocam jovens no poder muito cedo e sem bagagem suficiente. O excesso de pressão para crescer rápido pode ser ruim para o jovem e para a empresa. O culto ao “trainee” que vai salvar a empresa gera efeitos colaterais graves. Um deles é descrito pelo psicólogo Keith Campbell como “Epidemia Narcisista”. Ele afirma que essa síndrome começa a ser construída nas famílias e na escola. O excesso de reconhecimento e a incapacidade de serem criticados estão construindo uma geração sem autocrítica e com dificuldade para lidar com perdas e frustrações. A culpa está sempre no outro que não soube valorizar ou dar espaço para o gênio da família.

“E nas organizações, estamos ampliando esse problema”, diz Campbell. Não há nada mais nocivo do que empoderar jovens potenciais como se fossem senhores da verdade para ficarem acima do bem e do mal porque estão sendo mapeados como talentos da empresa. Ninguém ganha com isso. Logo, o próprio talento entra em sofrimento porque não consegue ver seus projetos evoluírem.

Estamos vivendo mais, os desafios são mais complexos e o equilíbrio entre as diversas faixas etárias trabalhando em conjunto parece sábio. A nova onda de gestão que respeita a diversidade e trabalha para a inclusão precisa revisitar o conceito de sucesso e desempenho. A inferência de que a idade pode determinar mais energia ou exposição a risco não se sustenta.

O fim do preconceito em relação à faixa etária deve acontecer. A sociedade tem se mostrado cada vez mais disposta a coibir toda forma de discriminação, seja de etnia, religião ou gênero. Chegou a hora de combatermos o etarismo. Ele não é compatível com o novo mundo do trabalho.

Fonte: https://valor.globo.com/carreira/coluna/chegou-a-vez-do-mercado-buscar-os-mais-experientes.ghtml

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“Sinais de que você está experimentando uma mudança para uma melhor vibração:” (confira)!

Há um compromisso de origem, evidenciado pela linha editorial mantida aqui no blog, de trazer conteúdos, os mais variados, de autoria própria e de terceiros, que possam contribuir para a nossa continuada evolução, que começa pelo indivíduo, influenciando, claro, o coletivo e o próprio planeta. Nessa linha, falar de autoconhecimento e de espiritualidade torna-se natural e ganha considerável frequência no conjunto das postagens que tenho feito.

Assim, para hoje, reproduzo artigo muito interessante que vi publicado no site O SEGREDO, dia 27 do mês passado, elencando um conjunto de nove sinais indicativos de que a pessoa estaria em evolução (ascensão) para melhorar a sua espiritualidade, na jornada de seguir o processo de mudanças e aprimoramentos para o crescimento interior que, na essência, é o grande diferencial.

Gostei do conteúdo. Espero que a leitura traga acréscimos para você, independentemente da sua crença religiosa. A meu ver, são pertinentes reflexões que, ao menos, merecem uma revisitada periódica, até para não perdermos de vista a lógica de que a mudança verdadeira deve começar em nós, de dentro para fora.

Confira a seguir:

Sinais-de-que-você-está-experimentando-uma-mudança-para-maiores-vibrações

“Sinais de que você está experimentando uma mudança para uma melhor vibração:

Como você sabe se o que está vivendo hoje, realmente, é realmente importante?

Como um começo, se é desconfortável, provavelmente irá ajudá-lo a crescer.

1. Você está ciente do termo ascensão.

Você entende que a ascensão é o processo de integrar mais LUZ  à sua alma e em seu ser físico, através do processo de meditação e trabalho de ego. A Ascensão exige que ESPIRITUALIZEMOS o nosso ser inferior – assumindo o domínio sobre a nossa consciência, que nos mantém presos em ciclos repetitivos de comportamentos negativos, inconscientes, reativos e kármicos.

A ascensão nos obriga a transmutar a escuridão dentro de nossos eus inferiores/físicos para que possamos elevar as frequências vibratórias de nossos corpos emotivos, mentais e energéticos físicos, para que possamos combinar com as energias vibratórias muito altas de nossos corpos espirituais, onde nossas almas superiores residem.

2. Você está ciente de que você é um ser espiritual vivendo uma experiência humana.

Você sabe que você é um ser multidimensional e que sua verdadeira essência não reside unicamente no corpo físico.


3. Você está obcecado com todas as coisas espirituais, alternativas e positivas.

Você quer ler tudo o que puder sobre a verdade do seu ser e o que realmente está acontecendo em nosso planeta. Depois de um período mergulhado no horror de tudo isso, e ter que enfrentar a verdade de como nos permitimos manipular e controlar, você decide recuperar sua energia e seu poder. Você se torna menos focado no caos e horror do ambiente externo sabendo que a mudança começa com o eu.

Tentando mudar os outros, sem mudar a nós mesmos primeiro, perpetuamos as projeções externas de nossos problemas em outros, que nos mantém em um ciclo kármico de recriação negativa, de novo e de novo.

4. Sua energia é mais suave – você está se tornando menos agressivo

Você está tão focado em seu próprio funcionamento interno e em suas crenças subconscientes conflitantes,  que criam discórdia dentro do seu ser, que você não deseja mais dedicar seu tempo a se concentrar nas crenças de outras pessoas.

Se perguntarem, você compartilhará sua perspectiva, mas já não sente a necessidade de controlar ou pregar aos outros.


5, Você assume toda a responsabilidade por tudo o que ocorreu ou ocorrerá em sua vida.

Você entende que você é um ser multidimensional e vibratório com muitos aspectos de si  no passado, no presente e nos futuros cronogramas dos seus próprios campos de energia. Suas energias conscientes, inconscientes, subconscientes e super conscientes estão criando sua experiência de vida inteira, através do momento presente da sua energia vibratória, contida em seus campos de energia. Para mudar nosso futuro, temos que mudar a energia do nosso agora.


6. Você aceita a responsabilidade por seus próprios sentimentos, emoções, estado de saúde e felicidade.

Você não procura por um herói para lhe salvar. Você também entende que falar sobre fazer mudanças e realmente criar mudanças são duas coisas diferentes. Depois de anos desconectado de seus corpos (física, emocional, mental e espiritual) você está se tornando mais fundamentado em seu ser físico para que você possa lidar com todas as preocupações que você arquivou em seus campos de energia.

Você está tomando mais decisões em sua vida  e tornando-se consciente das escolhas que têm o potencial de expandir sua consciência em cada momento. Está diminuindo a velocidade e passa bastante tempo com a sua alma superior. Você não sente mais a necessidade de se manter excessivamente ocupado, porque você não precisa mais escapar ou fugir dos problemas em sua vida. Você os está enfrentando de frente, e está fazendo melhores escolhas, em todas as áreas da sua vida.


7.  Sua vida está cada vez mais alinhada com a “imagem” que você projeta para outros.

Suas máscaras caíram, você é quem você diz ser. Você está fazendo o seu melhor para viver uma vida autêntica alinhada com sua alma superior. Não há nada para esconder ou manter em segredo.

Você é capaz de viver e falar abertamente e honestamente, fazendo escolhas que são cheias de luz, independentemente do que os outros possam pensar, sentir ou dizer.

Você entende que não há duas almas, assim como não há dois flocos de neve iguais. O livre arbítrio de outra alma é honrado e, quando alguém não se alinha com seu estilo de vida específico, você respeita sua vontade de aprender, evoluir e reavivar suas próprias experiências de aprendizagem.


8. Você está se tornando consciente da direção de sua energia e sabe o quão poderoso você é.

Você entende o poder dos seus sentimentos, emoções, pensamentos e palavras e você está fazendo o seu melhor para assumir o domínio sobre eles para que você não projete seus problemas escondidos nos outros. Você também entende o mundo da energia e como sua energia e a energia dos outros podem afetar o estado de bem-estar de todos.


9. Você está praticando o amor-próprio e entende que tudo o que está acontecendo em sua vida está lá para ajudá-lo a promover sua evolução em estados superiores de consciência.

Você não espera mais a perfeição de si mesmo, nem espera dominar todas as lições da alma que vierem ao seu caminho imediatamente. Você é paciente e gentil consigo mesmo quando cometer um erro e vê como uma oportunidade de aprender e crescer do seu estado atual em um ser mais vibracional.

Você perdoa-se por suas escolhas inconscientes anteriores que criaram dor quando você não se separou e você está mudando ativamente seus padrões comportamentais para não repetir os mesmos eventos no futuro.

Você está se refinando e escalando a montanha do autoconhecimento que, um dia ,  será  unicidade com sua alma superior, ativando o reino divino dentro de você.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Mystical Raven

Fonte: https://osegredo.com.br/sinais-de-que-voce-esta-experimentando-uma-mudanca-para-uma-melhor-vibracao/

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“Desconfiança” – um curta duração do canal Legendadus – Confira!

Regras de segurança estão aí, são cada vez mais reais em prédios, áreas estratégicas públicas e privadas e locais em que se verifica grande circulação de pessoas. Nos aeroportos, por exemplo, os sistemas de segurança apresentam-se bem mais evidentes, com nível de rigor por vezes mais acentuado. Convenhamos, em face de ameaças e atentados que não raro acontecem, tais procedimentos acabam sendo naturalmente aceitos e compreendidos pelo público.

A grande questão aqui é quando se verificam exageros desnecessários. Uma possibilidade de que isso ocorra pode ser deflagrada por desconfiança de alguém em razão do seu biotipo/aparência física, de estar usar vestimenta distinta, colocando-a, a priori, como uma pessoa “estranha” aos padrões da localidade e da cultura predominante.

É exatamente sobre isso que trata o interessante e pequeno filme a seguir (duração de apenas 4:35), publicado no canal Legendadus, no YouTube, com o título Desconfiança. O recado final, que fica como a moral da história retratada no filme – muito possivelmente adaptada a partir de fato real, ou possivelmente real – é a seguinte: “não julgue um livro pela capa”!

Vale assistir. O vídeo revela-se oportuno, por tudo o que temos visto pelo mundo, a destacar os atuais movimentos anti-raciais. Mas, creio, cada um fará as suas leituras, chegando às suas interpretações e conclusões. Aí está a riqueza quando deparamos com situações como essas.

Confira:

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Sábado e música: Joyce Cândido e o samba Tesouro Maior (confira que maravilha)!!!

Mais um belíssimo vídeo musical, para nossa inspiração neste sábado, mostrando a diversidade e o valor da nossa MPB, que tomei conhecimento por indicação de uma colaboradora do blog.

Você verá a talentosa Joyce Cândido, cantora paulista com formação em música e especializações nos Estados Unidos, interpretando um samba fora de série, chamado Tesouro Maior, composto por Lu Carvalho e Alceu Maia.

A letra dessa bela composição musical é um cântico em reverência às boas amizades, ao amigo de fé, cabendo lembrar que o Dia Internacional da Amizade foi celebrado no último dia 20.

A música compõe o DVD “O bom e velho samba novo”, lançado pela artista em 2014, e o vídeo é parte das gravações, ocorridas em 2013, no Teatro Maison de France.

Um momento de alta qualidade, agradável por todo o conjunto do vídeo. Vale a pena!

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