É impossível não se comunicar!

Resultado de imagem para comunicação verbal e não verbalImagem: Sociedade Brasileira de Coaching

Volto com o tema Comunicação, assunto que já mereceu diversas publicações, sob diversas óticas, por aqui. No geral, tenho procurado demostrar que a comunicação é absolutamente essencial para o sucesso das nossas relações interpessoais e grande fator para o sucesso na carreira, nos negócios etc.

Falando de uma maneira mais ampla, o processo de comunicação verbal e não-verbal está aí, no outro, em você, em cada um. É preciso atentar para isto!

Aliás, ouvindo Otávio Castanho, em webinar sobre princípios de PNL (Programação Neurolinguística), conheci este pensamento, ou pressuposto, de absoluta propriedade, que dá título ao post de hoje:

”É impossível não se comunicar”.

Assim, o que nos cabe é prestar atenção no que o outro expressa, seja falando, gesticulando, seja por meio das suas expressões faciais, da postura corporal. Perceber a fisiologia do seu interlocutor é fundamental. É uma habilidade que precisa ser constantemente desenvolvida. O não-falar é comunicação, pode dizer muito, ao contrário do que muita gente pensa. Sacou?

Pragmaticamente falando, quem consegue atentar bem para os sinais de comunicação do outro leva grande vantagem. Agindo assim, a pessoa ganha condições de colocar em prática estratégicas relacionais mais inteligentes e certeiras, o que eleva as chances de êxito nos relacionamentos pessoais e profissionais. Por exemplo, a capacidade de observação da fisiologia do outro e o saber ouvir (a chamada escuta ativa) já mereceram publicações específicas que repliquei aqui no blog. Isso tudo, integrando o grande espectro da chamada comunicação interpessoal, faz todo o sentido. Acredite!

A propósito, a citação a seguir, atribuída a Ralph Waldo Emerson (1803 – 1882), que foi um escritor e filósofo norte-americano, sintetiza com muita propriedade o espírito desta minha reflexão de hoje, que é chamar a atenção para as diversas variáveis envolvidas em um processo de comunicação. No particular, por vezes não é necessário sequer abrir a boca, porque a comunicação não-verbal já disse tudo. Pense nisto; atente para isto:

“O que você faz fala tão alto que não consigo escutar o que você diz.” (Ralph Waldo Emerson).

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Qualidade de Vida, Bem-Estar e Felicidade: uma explicação magistral!!!

Longevidade, tema muito frequente por aqui, nos remete a qualidade de vida. Uma com a outra é tudo de bom, é o sonho do viver mais e melhor!

Acontece que muita gente não percebe plenamente a dimensão (conceito X importância) de qualidade de vida. QV, bem-estar e felicidade compõem grande temática que, de alguma forma, ocupa muitos dos meus escritos, palestras e entrevistas nestes últimos anos. Convenhamos, é necessário que o nível geral de compreensão e de consciência a esse respeito esteja elevado, para otimização de oportunidades que as circunstâncias da vida prolongada vão oferecendo cada vez mais.

Mês passado, por exemplo, publiquei mais um artigo sobre isso: https://obemviver.blog.br/2019/04/03/qualidade-de-vida-vamos-entender-melhor-do-que-estamos-falando/.

Hoje, para melhorar o rumo da prosa, divulgo vídeo com primorosa entrevista, concedida a um programa de televisão, pelo talentoso médico argentino Daniel Lopez Rosetti. Ele dá verdadeiro show ao discorrer sobre referidos assuntos, apesar da pequena duração da sua fala, compilada no vídeo, de apenas 3:33.

Trata-se de conjunto de informações esclarecedoras e que trazem alento para o ouvinte. Você me dará razão!

A conversa é em espanhol (da Argentina) e, para facilitar a compreensão, legendas aparecem automaticamente, também em espanhol.

Não tenho dúvida de que todos entenderão o belo recado do Doutor Rosetti, que é escritor e especialista em Clínica Médica e Cardiologia, com atuação em Buenos Aires, de fala fácil e agradável!

Confira o vídeo a seguir (publicado no YouTube por Lau Villar): 

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‘Pessoas Sensíveis’ – Já pensou sobre isso?

Começo as postagens da semana refletindo sobre a sutileza humana, ou mais precisamente sobre a sensibilidade. Para tanto, recorro a mais um texto da Professora Elaine Rodrigues, que de alguma forma me tocou, com sua singela argumentação a respeito de Pessoas Sensíveis.

Não tendo dúvida de que pessoas com personalidade mais sensível são por vezes percebidas de forma imprecisa, ou mesmo com certo desdém, como se fossem pessoas sem gana, coragem, força interior etc. No caso, literalmente, as aparências podem enganar!

Vale assinalar que existem pessoas “extremamente sensíveis” que, claro, são minoria. Quem quiser conhecer um pouco mais do assunto, recomendo este interessante artigo “16 sinais de que você é uma pessoa extremamente sensível”, publicado no portal Huffpost Brasil: https://www.huffpostbrasil.com/2014/03/17/16-sinais-de-que-voce-e-uma-pessoa-extremamente-sensivel_a_21667142/.

Voltando, o fato é: como seria este mundo sem a braveza – e o socorro – das pessoas sensíveis???

Referido texto, com argumentação enxuta, suficiente e impactante, foi publicado anteontem no blog e-Redigindo. Leia. Vale refletir um pouco sobre isso!

A seguir:

“Pessoas Sensíveis

NÃO CONFUNDA SENSIBILIDADE com fraqueza. Pessoas sensíveis são fortes. Por transitarem na vida por trás da vida e atravessarem os tempestuosos oceanos existenciais, suas almas são fortalezas revestidas de resiliência e perseverança.

Criaturas sensíveis também são profundas e intensas. Não confunda INTENSIDADE com desequilíbrio. Elas são sóbrias no falar, no agir, no tocar. Autoavaliam-se para não serem desmedidas, inoportunas, excessivas. São seres doadores de energias, não sugadores delas. Os sensíveis veem além do olhar, entendem além do dito e sentem até a última gota do sentir.

Mas cuidado! Não confunda sensibilidade com ingenuidade. Não faça promessas ao sensíveis as quais não poderá pagar. Não ceda aos seus emocionalismos aproximando-se para depois se afastar. O sensível é compreensivo, benevolente, tolerante, afetuoso — mas também torna-se insensível àqueles que querem brincar com sua sensibilidade.

Dos indiferentes, apáticos e desumanos, os sensíveis se afastam mais cedo ou mais tarde. Sem alarde. Sem bramidos. Sem exclamações. Discretamente — o sensível se recolhe. E no recôndito do âmago sagrado, ele verte o sangue da alma no rosto; interruptamente as lágrimas caem de dentro para fora, de dentro para dentro. E ali, sozinhos, eles se esvaziam, se reencontram e recomeçam.

— Elaine Rodrigues

“Os sensíveis são simultaneamente mais infelizes e mais felizes que os outros.” 
Clarice Lispector (Melhores contos)

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The Carpenters – Superstar – The Royal Philharmonic Orchestra!!!

Nas minhas buscas pela grande rede, encontrei este vídeo, uma agradável surpresa, que não poderia deixar de trazer como inspiração musical para hoje!

Trata-se de uma das faixas de recente álbum gravado pela The Royal Philharmonic Orchestra, de Londres, produzido e organizado por Richard Carpenter, com o título “Carpenters With The Royal Philharmonic Orchestra”, cujos trabalhos foram realizados no Abbey Road Studios, o mesmo que abrigou trabalhos dos Beatles. Neste vídeo, você verá a canção Superstar.

Cabe assinalar que o The Carpenters foi uma dupla musical norte-americana, formada pelos irmãos Karen e Richard Carpenter, que fez grande sucesso na década de 1970 com as suas melodiosas canções, no estilo soft rock.

O vídeo foi publicado no YouTube por Carpenters, em janeiro passado. A produção, harmoniosa, de altíssima qualidade, ficou deliciosa aos ouvidos. Curta a seguir: 

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“Dormir com telas ligadas faz mal para a saúde, afirma estudo” (Revista Galileu)!

Para hoje, trago mais evidências e alertas a respeito de prejuízos para a saúde, particularmente para a qualidade do sono, decorrentes do hábito de deixar a TV ligada e pegar no sono, que você confere nesta matéria divulgada no portal eletrônico da Revista GALILEU, dia 7 do mês passado.

Quem acompanha o blog deve se recordar de algumas postagens já feitas aqui sobre outros usos tecnológicos antes do horário de dormir, como telas de smartphones, de computador etc., também prejudiciais para a qualidade do sono, para a visão e, como de resto, para a saúde como um todo, segundo os estudos.

Portanto, vale ficar informado e evitar os tentadores excessos propiciados pelas maravilhas tecnológicas que não param de chegar.

Boa leitura, a seguir: 

“Dormir com telas ligadas faz mal para a saúde, afirma estudo

Dormir na frente de uma tela faz mal à saúde à longo prazo (Foto: Pixabay)DORMIR NA FRENTE DE UMA TELA FAZ MAL À SAÚDE À LONGO PRAZO (FOTO: PIXABAY)

Começa sempre assim: você resolve ver apenas um episódio. Mas depois, quando se dá conta, ficou até altas horas da noite maratonando uma série e você cai sono com a televisão ligada. Acontece que dormir na frente de uma tela ligada faz mal à saúde a longo prazo, como aponta um novo estudo conduzido nos Estados Unidos.

“Quando você é jovem, o seu corpo as vezes compensa uma noite mal dormida, então você não nota impactos relacionados à doenças e pensa que está tudo bem. Mas isso muda quando você envelhece”, alerta Rachel Salas, pesquisadora do sono e professora de neurologia na Escola de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland, ao site Popular Science.

“Na TV, alguém pode disparar uma arma ou acelerar um carro e esse ruído pode causar uma excitação no seu cérebro. Esse fenômeno modifica o seu ritmo cerebral e interrompe o sono”, contou a pesquisadora.

O barulho, segundo ela, não permite que o indivíduo resgate seu sono de onde parou. “Os humanos naturalmente têm de quatro a cinco ciclos do sono. Se você sofre uma excitação cerebral enquanto se direciona a estágios mais profundos de sono, seu cérebro tem que começar tudo do começo”.

Salas sugere que quem não consegue dormir em silêncio deve recorrer a aparelhos como pequenos ventiladores ou circuladores de ar, que provocam um pequeno ruído considerado inofensivo para a qualidade do sono.

Outro problema em dormir na frente de uma tela em funcionamento é a luz. Mesmo a Netflix e outras plataformas de streaming, que colocam “modos de espera” em telas escuras, podem emitir luzes prejudiciais. Isso só não acontece se você possui uma TV OLED que escurece os pixels totalmente quando a tela está inativa.

Luz emitida pela TV pode provocar oxidação da retina, de acordo com estudo da Universidade de Toledo, Ohio, Estados Unidos (Foto: Pixabay)LUZ EMITIDA PELA TV PODE PROVOCAR OXIDAÇÃO DA RETINA, DE ACORDO COM ESTUDO DA UNIVERSIDADE DE TOLEDO, OHIO, ESTADOS UNIDOS (FOTO: PIXABAY) “

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/04/dormir-com-telas-ligadas-faz-mal-pra-saude-afirma-estudo.html

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“De repente 60 (ou 2 X 30) – Uma belíssima e premiada crônica!!!

Imagem relacionadaImagem: askelterveyteen.com

Como se conscientizar e se preparar para curtir a maturidade, o processo de envelhecimento, a aposentadoria etc., em contexto de longevidade que não para de crescer, é assunto dos mais frequentes por aqui.

Nessa linha, publiquei, em novembro de 2017, a crônica ‘DE REPENTE, SESSENTA’, de Silvana Dualibe, evocando a beleza do avançar no tempo, do chegar aos 60 anos de bem com a vida, que você pode recordar: https://obemviver.blog.br/2017/11/14/de-repente-sessenta-uma-cronica-primorosa/.

Para hoje, trago outra crônica primorosa, estruturada em narrativa bem-humorada, com o título ‘DE REPENTE 60 (ou 2X30)’, de Regina de Castro Pompeu, também falando sobre a graça de se chegar à longevidade galhardamente, de curtir a maturidade superando naturais desafios, aprendendo sempre…, cujo estado de espírito requer, primordialmente, que se tenha mentalidade positiva. Assim, tudo fica mais facilitado e, melhor, tudo vale a pena, pois, como tenho dito reiteradas vezes, a idade cronológica é um mero detalhe!

Essa crônica, que recebi de um amigo anteontem, foi publicada no site Recanto das Letras (entre outros), tendo obtido o terceiro lugar no Prêmio Longevidade Bradesco de Jornalismo, Histórias de Vida, em 2011.

Uma escrita inteligente, agradável e atemporal. Confira a seguir:

“DE REPENTE 60 (ou 2×30)

Regina de Castro Pompeu

Ao completar sessenta anos, lembrei do filme “De repente 30”, em que a adolescente, em seu aniversário, ansiosa por chegar logo à idade adulta, formula um desejo e se vê repentinamente com trinta anos, sem saber o que aconteceu nesse intervalo.
Meu sentimento é semelhante ao dela: perplexidade.
Pergunto a mim mesma: onde foram parar todos esses anos?
Ainda sou aquela menina assustada que entrou pela primeira vez na escola, aquela filha desesperada pela perda precoce da mãe; ainda sou aquela professorinha ingênua que enfrentou sua primeira turma, aquela virgem sonhadora que entrou na igreja, vestida de branco, para um casamento que durou tão pouco!Ainda sou aquela mãe aflita com a primeira febre do filho que hoje tem mais de trinta anos.
Acho que é por isso que engordei, para caber tanta gente, é preciso espaço!
Passei batido pela tal crise dos trinta, pois estava ocupada demais lutando pela sobrevivência.
Os quarenta foram festejados com um baile, enquanto eu ansiava pela aposentadoria na carreira do magistério, que aconteceu quatro anos depois.
Os cinquenta me encontraram construindo uma nova vida, numa nova cidade, num novo posto de trabalho.
Agora, aos sessenta, me pergunto onde está a velhinha que eu esperava ser nesta idade e onde se escondeu a jovem que me olhava do espelho todas as manhãs.
Tive o privilégio de viver uma época de profundas e rápidas transformações em todas as áreas: de Elvis Presley e Sinatra a Michael Jackson, de Beatles e Rolling Stones a Madonna, de Chico e Caetano a Cazuza e Ana Carolina; dos anos de chumbo da ditadura militar às passeatas pelas diretas e empeachment do presidente a um novo país misto de decepções e esperanças; da invenção da pílula e liberação sexual ao bebê de proveta e o pesadelo da AIDS. Testemunhei a conquista dos cinco títulos mundiais do futebol brasileiro (e alguns vexames históricos).
Nasci no ano em que a televisão chegou ao Brasil, mas minha família só conseguiu comprar um aparelho usado dez anos depois e, por meio de suas transmissões,vi a chegada do homem à lua, a queda do muro de Berlim e algumas guerras modernas.
Passei por três reformas ortográficas e tive de aprender a nova linguagem do computador e da internet. Aprendi tanto que foi por meio desta que conheci, aos cinquenta e dois anos, meu companheiro, com quem tenho, desde então, compartilhado as aventuras do viver.
Não me sinto diferente do que era há alguns anos, continuo tendo sonhos, projetos, faço minhas caminhadas matinais com meu cachorro Kaká, pratico ioga, me alimento e durmo bem (apesar das constantes visitas noturnas ao banheiro), gosto de cinema, música, leio muito, viajo para os lugares que um dia sonhei conhecer.
Por dois anos não exerci qualquer atividade profissional, mas voltei a orientar trabalhos acadêmicos e a ministrar algumas disciplinas em turmas de pós-graduação, o que me fez rejuvenescer em contato com os alunos, que têm se beneficiado de minha experiência e com quem tenho aprendido muito mais que ensinado.
Só agora comecei a precisar de óculos para perto (para longe eu uso há muitos anos) e não tinjo os cabelos, pois os brancos são tão poucos que nem se percebe (privilégio que herdei de meu pai, que só começou a ficar grisalho após os setenta anos).
Há marcas do tempo, claro, e não somente rugas e os quilos a mais, mas também cicatrizes, testemunhas de algumas aprendizagens: a do apêndice me traz recordações do aniversário de nove anos passado no hospital; a da cesárea marca minha iniciação como mãe e a mais recente, do câncer de mama (felizmente curado), me lembra diariamente que a vida nos traz surpresas nem sempre agradáveis e que não tenho tempo a perder.
A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo diminuiu, lembro de coisas que aconteceram há mais de cinquenta anos e esqueço as panelas no fogo.
Aliás, a memória (ou sua falta) merece um capítulo à parte: constantemente procuro determinada palavra ou quero lembrar o nome de alguém e começa a brincadeira de esconde-esconde. Tento fórmulas mnemônicas, recito o alfabeto mentalmente e nada! De repente, quando a conversa já mudou de rumo ou o interlocutor já se foi, eis que surge o nome ou palavra, como que zombando de mim…
Mas, do que é que eu estava falando mesmo?
Ah, sim, dos meus sessenta.
Claro que existem vantagens: pagar meia-entrada (idosos, crianças e estudantes têm essa prerrogativa, talvez porque não são considerados pessoas inteiras), atendimento prioritário em filas exclusivas, sentar sem culpa nos bancos reservados do metrô e a TPM passou a significar “Tranquilidade Pós-Menopausa”.
Certamente o saldo é positivo, com muitas dúvidas e apenas uma certeza: tenho mais passado que futuro e vivo o presente intensamente, em minha nova condição de mulher muito sex…agenária!

Fonte: https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/3363329

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Paredes de Hospital, vídeo com Sílvio Matos – Sabedoria de vida!

Para este começo de semana, trago mais um belo vídeo de Sílvio Matos, respeitável ator brasileiro, com sua narração para o precioso – e oportuno – texto ‘Paredes de Hospital’, de autoria desconhecida. 

O texto, que consolida algumas reflexões e aconselhamentos de verdadeira sabedoria para a vida, seguramente ganhou emoção na sempre impactante voz de Sílvio!

O vídeo, publicado pelo ator, está disponível no YouTube.

Vale a pena assistir (duração de apenas 2:26):

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Bryan Adams – Have You Ever Really Loved a Woman – Belíssimo vídeo!!!

Como inspiração para este sábado, trago vídeo com música memorável, de um artista memorável, que marcou a década de 1990. Estou falando da linda canção Have You Ever Really Loved a Woman, gravada e imortalizada pelo talentoso canadense Bryan Adams, uma composição de Adams em parceria com Michael Kamen e Robert Lange, que foi tema do filme Don Ruan DeMarco. 

O vídeo, publicado no YouTube por Tempos de Brilhantina, é belíssimo, por todo o conjunto da sua produção. Você vai curtir, por certo. Ah, este momento romântico é um convite para que você volte e viaje no tempo!!!

A seguir:

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‘5 Maneiras de não levar o estresse para casa’ – Confira estas dicas!

Trago hoje mais um artigo interessante, publicado no portal eletrônico da revista Harvard Business Review – Brasil, desta feita enfocando o desafiador ‘equilíbrio entre vida pessoal e profissional’.

É fato que a convivência com situação de estresse, por inúmeros fatores, é cada vez mais corriqueira nos ambientes de trabalho do mundo moderno, situação que, diria, se aplica também, com raras exceções, para o exercício de qualquer atividade laboral que implique dedicação e comprometimento com resultados efetivos. Faz parte do processo, da vida!

Presente tal realidade, a questão é como usamos estratégias para nos mantermos em equilíbrio emocional, de maneira que essa situação não acarrete prejuízos mais sérios em termos de saúde, de desempenho e de relações interpessoais em geral, do que se destaca a vida pessoal e a convivência (nível de atenção) familiar, bem ilustrada no referido texto.

Assim, as boas dicas oferecidas neste artigo, a partir do estudo de caso enfocando o dia a dia de um líder empresarial (CEO), mostram, entre outras estratégias úteis, como você pode equilibrar melhor a vida profissional e pessoal, esta que é uma das principais demandas dos trabalhadores nos dias atuais.

Recomendo a leitura, cabendo realçar que o conteúdo e os aconselhamentos elencados têm aplicação ampla, devendo ser vistos como subsídios não apenas para quem exerce elevadas funções executivas, tudo, claro, com as devidas adaptações de realidade.

Confira a seguir:

“5 Maneiras de não levar o estresse para casa

Sabina Nawaz

18 de abril de 2019

Firaz foi nomeado CEO de uma empresa de US$1 bilhão, onde teve várias funções ao longo dos últimos nove anos. Ele almejava essa posição há dois anos, mas agora que a conseguiu, não estava nem um pouco feliz.

O trabalho gerava estresse de várias maneiras. Ele estava sobrecarregado com a responsabilidade de liderar a equipe de executivos líderes, principalmente porque tinham sido colegas de trabalho até pouco tempo atrás. Outro fator estressante originou-se do fato de ter de gerir um conselho que, ao mesmo tempo que o apoiava como CEO, tinha opiniões conflitantes relacionadas à estratégia da empresa. O sentimento de apreensão e incapacidade para levar a empresa adiante em meio a regulamentações do governo e a forte competição também contribuíram para o estresse.

Além disso, Firaz não estava feliz com o ambiente em casa. Antes de aceitar a função de CEO, Firaz havia prometido à esposa e filhos que chegaria em casa para o jantar todos os dias. Porém, ainda que estivesse fisicamente presente à mesa do jantar, a sua atenção era sempre atraída para as mensagens que chegavam incessantemente. Firaz se irritava com coisas pequenas. Ele frequentemente adormecia quando precisava estar acordado (por exemplo, quando lia para os filhos) e estava sempre acordado quando deveria estar dormindo – às 3h da manhã.

A pressão no trabalho estava afetando sua vida pessoal, afastando-o da principal fonte para aliviar seu estresse – a família.

Não é preciso ser CEO para se sentir assim. O estresse está presente na maioria das posições. Vejamos a seguir cinco maneiras de recarregar as energias em casa sem causar estresse às pessoas que mais te apoiam.

Comunique-se da maneira correta.

Quando você está em casa fisicamente – e a cabeça está no trabalho – é provável que sua família veja isso como uma falta de consideração, achando que você não dá a eles seu devido valor, ou então que eles fizeram algo errado. Para que isso não aconteça, seja transparente e diga o que está acontecendo. Firaz aprendeu a dizer: “Estou aprendendo a minha nova função, que é um grande avanço para mim. Estou muito sobrecarregado; por isso, é provável que vocês me vejam falando de negócios ao telefone com mais frequência do que eu gostaria pelos próximos três meses.” Ao expor o que estava pensando, Firaz não precisava mais conter seu estresse, o que antes gerava uma explosão emocional em casa ou na empresa.

Ao mesmo tempo, tenha a certeza de que você está posicionando a família sobre seus problemas. Quando Firaz explicou que estava preocupado com o trabalho, a filha de sete anos lhe deu sua mesada, achando que o estava ajudando. Ao perceber o quanto ele deveria tê-la deixado preocupada – muito mais do que pensava – Firaz explicou que “embora estivesse estressado, esse era o trabalho que ele queria e gostava de fazer. O que está me preocupando hoje será resolvido à medida que eu for aprendendo o que tenho de fazer e contratando mais pessoas.”

Desconecte-se do trabalho no caminho para casa.

Durante o percurso trabalho-casa, , troque o foco do seu pensamento e faça uma mini transição. Firaz começou a parar próximo a um lago; saía do carro e se sentava num banco para olhar a paisagem por dois minutos antes de continuar seu percurso até sua casa. Esse ritual diário era um incentivo para ele se desconectar dos assuntos do trabalho (pelo menos até depois do jantar) e se preparar para outros tipos de interações. Você também pode criar outros tipos de rituais para “girar a chave” e fazer a transição trabalho-casa intencionalmente. Caso você vá de trem, tente observar uma foto da sua família antes de o trem sair da estação como uma maneira de redirecionar o foco para ela.

Compartilhe as conquistas.

A sua família é quem dá a você o apoio necessário e se sensibiliza com suas causas de estresse e com seu humor. Compartilhar pode ser uma boa ideia, mas cuidado para não descarregar suas emoções reprimidas nas pessoas. Converse com um amigo em quem você confia, um colega de trabalho ou alguém que possa lhe apoiar em momentos de alto estresse.  Você também pode recorrer a eles para conversar ou sempre que precisar de algum conselho. Durante uma das sessões de coaching, Firaz estava distraído e informou que estava com medo de uma reunião já marcada com o seu CFO. Passamos uma hora investigando o porquê dessa preocupação – tentamos desvendar a expressão mostrada por Firaz a cada vez que ele tinha de enfrentar algo com outras pessoas – e chegamos a uma estratégia para essa reunião. Como resultado, Firaz livrou-se dessa preocupação e conseguiu ir para casa muito mais tranquilo.

Separe um dia na agenda

Avise a família de qual será o dia em que estará em casa e totalmente disponível para ela; escolha, também, um dia em que você eventualmente possa chegar em casa mais tarde do que o normal. Nesse dia, é provável que você não chegue para o jantar, e fique na empresa para resolver os assuntos de trabalho ou cumprir o que está na lista de pendências. A escolha de um dia da semana para trabalhar até tarde é pessoal, mas ajuda, assim você e sua família podem se programar com antecedência.

Agradeça pelas coisas boas

Pesquisas revelam que a, inclusive contribui para a diminuição do estresse. Antes de chegar em casa, faça uma reflexão sobre o seu dia e identifique uma única coisa – independentemente da sua relevância – pela qual você deve agradecer. Em dias mais difíceis, Firaz agradecia, ao menos, pelo Starbucks estar no primeiro andar.

Ao ter a intenção de dominar seu estresse de trabalho fora da empresa, Firaz criou oportunidades para dar atenção à sua esposa e filhos sempre que estava em casa, o que o ajudou a ganhar perspectiva, a descansar e a conseguir lidar melhor com suas apreensões. Conseguiu dormir na hora certa e no lugar certo. Ele também descobriu que a transição entre a tensão e a tranquilidade o transformou num modelo para os filhos. Seu filho de 16 anos seguiu seu exemplo ao aprender a controlar seus sentimentos com relação a uma amizade que não estava dando certo.

Ao controlar o estresse de maneira proativa, é possível aliviar a tensão causada por ele e ter controle do seu trabalho e sua vida.

Ver a publicação original em: https://hbrbr.uol.com.br/5-maneiras-de-nao-levar-o-estresse-para-casa/

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Cultive seu jardim – Uma inspiradora analogia!

Percebe-se, sem muito esforço, que a atmosfera anda pesada, com muitas turbulências, desavenças e radicalizações, motivadas, em especial, por questões e demandas políticas, sociais e econômico-financeiras.

Em momentos de crise, portanto, as mensagens que inspirem e despertem as virtudes humanas, a exemplo da generosidade, objetivando o desarmar dos ânimos, a busca da pacificação e o bem viver, revelam-se bem-vindas.

Com esse propósito, reproduzo o singelo texto abaixo, da organização indiana Brahma Kumaris, com inspiradora analogia entre um jardim e a vida, ou vice-versa. Confira, reflita:

Cultive seu jardim

 

“Transforme a confusão num belo jardim: essa é sua tarefa!

Plante flores cheirosas (virtudes) para que as pessoas possam apreciá-las quando passarem pelo seu jardim (vida): isso é sabedoria!

Deixe que o perfume do seu jardim dê prazer a todos ao permitir que a doçura chegue em seus corações e a admiração em suas mentes.

Remova as ervas daninhas (negatividades) – visíveis ou escondidas – e deixe que seu jardim se torne um pomar de generosidade.”

BK David, Beauty ans pain: incognito twins, The World Renewal, June, 2012

Fontes:

http://oblogdadenisecorrea.blogspot.com/2012/09/cultive-seu-jardim.html    https://www.facebook.com/brahmakumarisportugal/photos/transforme-a-confus%C3%A3o-num-belo-jardim-essa-%C3%A9-a-sua-tarefa-plante-flores-cheirosa/1897388923671613/

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