Dicas rápidas para você saber mais sobre vinho!

Nesta época do ano, com o inverno por aqui e as temperaturas naturalmente mais amenas, beber vinho tinto passa a ser ainda mais indicado, sobretudo porque a bebida nos faz sentir mais aquecidos.

A esse respeito, vejam as duas imagens abaixo, postadas por uma amiga em grupo de rede social, com dicas úteis a respeito do tipo de corpo das principais uvas tintas e da temperatura ideal para acondicionamento/refrigeração do vinho, neste caso, dos brancos aos tintos.

Vale a pena ter em mente que os vinhos mais encorpados têm mais taninos, enquanto os de menos corpo são mais leves. Cada pessoa tem o seu gosto, é claro. Em se tratando de uvas mais simples e usuais por aqui, eu sou mais adaptado aos vinhos menos intensos, elaborados, por exemplo, com as uvas Merlot, Tempranillo, Carmenere, indo até a faixa da Nero D’avola italiana. Tenho amigos, contudo, que normalmente optam por Malbec ou Cabernet Sauvignon. E é bom atentar para a correta temperatura do vinho, pois esse é um fator que altera consideravelmente a qualidade do produto!

Bem, gostei bastante destas dicas, direto ao ponto. Espero que elas também sejam úteis para você!

Confira a seguir:

 

Cédito de imagemVinoblog

Crédito de imagem: Cozinha Brilhante 

 

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“A Literatura e as estrelas” – pelo escritor Mário Vargas Llosa (El País)!

Trago hoje uma belíssima crônica, ‘A literatura e as estrelas‘, escrita pelo premiado escritor peruano Mario Vargas Llosa, publicada dias atrás no portal eletrônico do El País (Brasil).

Motivado por visita que fez a Observatório Astronômico europeu, localizado em Las Palmas, nas Ilhas Canárias, o escritor faz inteligente e instigante analogia sobre a astronomia e a literatura, passeando por questões como o surgimento do universo, as explicações existentes a esse respeito, tudo adornado pela sua linguagem e estilo admiráveis!

Confira este precioso registro:

“A literatura e as estrelas

Os astrônomos são seres estranhos, que dormem de dia e trabalham à noite e que, como os vampiros, operam nas sombras, e a luz que os guia não é deste mundo

A literatura e as estrelas
FERNANDO VICENTE

O ponto mais alto em La Palma (Ilhas Canárias) fica a cerca de 2.400 metros, no Roque de los Muchachos, rochedos que à distância e com um pouco de imaginação parecem figuras humanas. Aqui se respira um ar tão puro quanto o de Arequipa, a terra em que nasci, e é muito bonito contemplar, lá embaixo, a nossos pés, um colchão de nuvens que se estende como um mar em todas as direções até o remoto horizonte. Mas o mais pitoresco do lugar talvez sejam alguns corvos sociáveis que posam faceiros para as fotografias dos turistas em troca de um punhado de comida.

Se a beleza desta ilha, uma das menores das Canárias, com seus bosques, praias, morros e parques naturais é grande durante o dia, o verdadeiro milagre acontece com a chegada da escuridão, quando o céu vai se povoando de uma miríade infinita de estrelas, constelações, planetas, luzes que relampejam, apagando e acendendo e, como no Aleph borgiano, tomamos a tremenda consciência de que ali, em cima de nossa cabeça, está o universo infinito. A coisa é ainda mais espetacular quando, com a ajuda das lentes dos telescópios, se começa a navegar pelos espaços siderais e se aproxima daqueles bólidos e, por exemplo, se tem a sensação de ser um astronauta que passeia pelo céu rugoso da Lua, entre crateras gigantescas, obra dos meteoros que a bombardearam ao longo dos milhões de anos de existência que tem essa aglomeração de planetas.

Não é avassalador e paralisante trabalhar em um campo que abrange o infinito desmedido?

Creio que nos dois dias que passei por ali aprendi mais do que em todas as outras viagens que já fiz em minha vida. Por exemplo, que nada se parece tanto à literatura quanto a astronomia, porque em ambas a imaginação é tão importante quanto o conhecimento e que, sem aquela, este não evoluiria em absoluto. Os astrônomos do Observatório e, em especial, seu diretor, o professor Rafael Rebolo López, armados de paciência e sabedoria, dão respostas eloquentes a todas as minhas perguntas, que sempre suscitam novas perguntas e, assim, a conversa ultrapassa a frágil fronteira que nessa disciplina separa (e com frequência confunde) a física da metafísica.

Não é avassalador e paralisante trabalhar em um campo que abrange o infinito desmedido, o tempo sem tempo que é a eternidade? Sim, talvez. Mas, para evitar a paralisia, surgiu a teoria do Big Bang, que estabelece um ponto de partida —uma explosão da matéria ocorrida há mais de treze bilhões de anos e que prossegue sua eterna expansão pelo espaço sem fim— para essa eternidade e, que apesar de ambos os conceitos serem incompatíveis, permite aos cientistas trabalhar com menos incerteza. E se a teoria do Big Bang for popperianamente “desmentida” em um dado momento? Surgirá outra que retificará o que foi alcançado até o momento e permitirá progredir por uma via diferente. Não é essa a história de todas as ciências, sem exceção?

Alguns astrônomos chegaram a encontrar vida, ou sintomas de vida, em algum outro astro do universo? Não, em nenhum. Mas isso não permite afirmar de forma definitiva que só a Terra tem semelhante privilégio, entre outros motivos porque os cientistas realmente encontraram em astros disseminados por vários pontos do espaço quase todos os elementos constituintes necessários para a vida. De modo que tal descoberta —ter parentes em algum canto perdido do universo— pode ocorrer em algum momento do futuro. E vamos ver se esses humanoides venusianos ou marcianos se parecem aos da ficção científica ou são mais originais do que os inventados pela fantasia literária!

Que possibilidades existem de que o pequeno planeta Terra desapareça pelo impacto de um gigantesco meteoro que seria milhares de vezes maior do que o que caiu na Sibéria há mais ou menos um século, devastando um enorme território? Muitas, se levarmos em conta que com muita frequência se registram no espaço sideral acidentes, ou seja, hecatombes gigantescas resultantes de desvios das órbitas, ou falta de órbitas, nas trajetórias de certas formações rebeldes; e poucas se considerarmos que não aconteceu ainda na longuíssima história registrada do astro terráqueo. Mas, sem dúvida que, como hipótese, poderia acontecer amanhã e devolver tudo que existe à nossa volta ao nada do qual saiu há alguns milhõezinhos de anos. Vistas do ponto de vista das estrelas, que estúpidas e mínimas parecem as guerras e todas as violências de que está impregnada a história da humanidade.

Que estúpidas parecem as guerras e as violências que impregnam a história da humanidade

Pergunto ao grupo que me rodeia que porcentagem de astrônomos tem uma crença religiosa e, depois de trocar pareceres, me dizem que provavelmente vinte por cento; os demais são agnósticos ou ateus. Um desses amigos se apressa em marcar a diferença: “Eu acredito”. E acrescenta: “E me sinto perfeitamente à vontade compatibilizando minha religião com tudo que a ciência descobre ou descarta”.

É verdade o que diz, sem dúvida, e deve ser também para essa quinta parte de astrônomos cuja fé resiste a esse cotejo cotidiano ao qual estão submetidas suas crenças religiosas com as revelações —não sei se as chamo de estupendas ou terríveis— que as estrelas lhes fazem. Mas entendo melhor as outras quatro quintas partes de cientistas cujo trabalho diário submerge em dúvidas e hesitações em relação às ideias propagadas pelas religiões sobre o ser supremo que teria criado todas aquelas constelações e tudo que existe. Porque se tornam pequeninos os deuses que os seres humanos adoram ou adoraram diante desse espetáculo avassalador digno das Mil e Uma Noites de trilhões de trilhões de estrelas semeadas ao longo de um espaço sem fronteiras, gravitando e sustentando-se mutuamente, emitindo luz ou recebendo-a, e que pobres as explicações das religiões inventadas para essas perguntas inexplicáveis: como tudo isso foi possível? Pode ser puro acaso, conjunções e constituições misteriosas como casualidades, as que, de imediato, neste universo gelado, fizeram brotar a vida, aqui, neste planetinha sem luz própria que é o nosso? É mais ou menos convincente que fosse não o acaso mas um ser superior, dotado de infinita sabedoria, quem tenha, talvez entediado por sua eterna solidão, criado essa maravilha tenebrosa que é a história humana? As melhores respostas —as mais belas e criativas— a essas perguntas possivelmente não estão nem nas estrelas nem na religião, mas na literatura.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/29/opinion/1530285477_211245.html

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O celular deu pau na viagem… e agora ?

Resultado de imagem para dependência do smartphone Crédito de imagem – Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional

Destaco hoje a inteligente, oportuna e educativa crônica do terapeuta e escritor Arnaldo Costa, postada anteontem no seu blog Homens Vamos Despertar, que reproduzo abaixo.

Escrita no agradável e bem-humorado estilo do autor, cujas publicações tenho acompanhado nos últimos anos, a crônica nos adverte para a excessiva dependência desse dispositivo chamado smartphone, verdadeiro computador móvel, e de pequeno volume, que também utilizamos para falar (rsrsrs).

A tirar da situação concreta retratada por Arnaldo, o texto serve, sem dúvida, como alerta para todos nós!

Confira a seguir:

“O celular deu pau na viagem… e agora ?

A tecnologia é assim, uma hora funciona e outra não!

Aconteceu comigo e quase me trouxe o caos porque esse “sinistro” se deu no meio de uma viagem internacional quando tanto as informações básicas como as importantes ou desejáveis estavam embarcadas nesse pequeno dispositivo eletrônico-midiático-digital que chamamos smartphone.

Aliás, esse aparelho tem muito mais de smart do que de phone porque raramente o usamos para falar. Deveríamos até bolar um outro nome para ele urgentemente, tipo Módulo de sobrevivência, Meu tudo, Segundo eu, Minha vida, Grande chefe…

Dá para imaginar alguém a 10 mil km de casa com todas as informações de hotéis, vôos, datas e horários dos eventos, nomes e endereços dos hotéis, links dos ingressos em museus, etc. aquartelados numa engenhoca que teima não abrir ?

E claro, sem acesso aos aplicativos como o Whatsapp, o Uber e o Google Maps, que costumam facilitar enormemente a nossa vida em qualquer lugar.

Ah, mas vocês podem argumentar que eu poderia comprar outro celular, acessar a nuvem ou a minha conta de email. Ou mesmo dar um jeito de contatar o agente de viagens no Brasil.

Lembrem-se porém que quando a Lei de Murphy é aplicada ela vem com vontade, tipo arrasa quarteirão (“tudo o que puder dar errado, vai dar”).

E foi o caso, pois os acessos que tentei aos e-mails por outras vias foram filtrados pelos protocolos de segurança dos meus endereços eletrônicos. Resultado: as senhas para conexão eram tentativamente enviadas para o meu celular lá cadastrado, que estava literalmente fora de combate, mudo, cego, surdo. Ou para endereços de e-mails alternativos dos quais eu havia esquecido as respectivas senhas.

Bem, comprar outro celular num país com frequência de mega-hertz diferente do Brasil seria jogar dinheiro fora e não resolveria todos os problemas.

Para piorar, eu também havia feito todo o planejamento da viagem sem agentes ou quaisquer testemunhas!

E seguindo ainda a malfadada Lei de Murphy – que espero não venha a ser piorada no futuro por alguma interpretação da segunda turma do nosso judiciário superior – eu desta vez de forma inocente e displicente não havia tirado cópia em papel de todos os vouchers e demais dados da viagem. Pronto! Um erro que espero tenha sido a primeira e a última vez que tenha cometido.

Depois de um sufoco infernal, consegui com a ajuda de amigos e um pouco de minha memória (a minha mesma, não a do celular, claro) me acomodar à nova situação de sobrevivente à vida não-digital.

Aliás a vida que nós seres humanos sempre tivemos em 99,9% de nosso tempo aqui na Terra.

Assim, além das lições aprendidas, várias coisas boas aconteceram como :

– dei um descanso nas mensagens e vídeos do Whatsapp e não morri;

– passei menos tempo no trono do banheiro ao não ficar fuçando no celular; e

– consegui usufruir dos passeios sem me preocupar com selfies e imagens para o Instagran ou Face.

E fiquei a imaginar que Marco Polo — o primeiro mega viajante deste planeta com uma vida cheia de aventuras e emoções — certamente nunca pensou que no futuro ficaríamos tão dependentes de uma pequena engenhoca para fazer muito menos que ele.

Coisas da modernidade!

Fonte: https://homensvamosdespertar.blogspot.com/2018/07/o-celular-deu-pau-na-viagem-e-agora.html?showComment=1530618064646#c7845638622345639738

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‘Por que quanto menos você dorme, mais curta será sua vida’

Voltando à temática saúde, qualidade de vida e sono, trago excelente artigo, que acaba de ser publicado no portal eletrônico da BBC Brasil, com esclarecimentos que certamente vão contribuir para ampliar o nosso nível de informação e de consciência a  respeito do sono.

Por tudo o que tem sido estudado e publicado, fica cada vez mais reforçada a lógica do sono satisfatório como essencial para a saúde do corpo e da mente. Assim, esta postagem de hoje reforça a necessidade de estarmos atentos à qualidade diária do nosso sono. E essa necessidade pode mesmo ser superior a 7 horas/dia!

Confira a seguir:

Por que quanto menos você dorme, mais curta será sua vida

Mulher dormindo    Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionPara chegar à velhice de maneira saudável, dizem cientistas, é preciso investir em boas noites de sono

Você provavelmente está farto de ouvir líderes políticos e empresários falarem o tempo todo que dormem muito pouco. O problema é que isso não é uma característica admirável: a falta de sono é muito prejudicial para nossos corpos e cérebro.

Matthew Walker, professor de neurociência e psicologia da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, explica por que você deveria parar de admirar pessoas que dormem pouco. Walker é autor de Por Que Dormimos, um livro com o potencial de mudar (e estender) sua vida.

Aqui, ele explica tudo o que você deve saber sobre o sono e como desenvolver hábitos de vida mais saudáveis.

Por que dormir é importante

As descobertas da ciência até agora apontam que quanto menos tempo de sono, mais curta será a sua vida. Então, se você quer chegar à velhice de maneira saudável, deve investir em uma boa noite de sono.

De fato, dormir é tão benéfico que Walker começou a pressionar os médicos a prescreverem isso a seus pacientes.

No entanto, essa indução ao sono tem de acontecer naturalmente. Muitos estudos relacionam remédios para dormir a um aumento do risco de câncer, infecção e mortalidade.

O que acontece com nosso corpo e nossa mente se não dormimos?

Muitas das doenças de que sofremos têm uma ligação significativa com a falta de sono – por exemplo, o mal de Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, depressão, ansiedade e até mesmo tendências ao suicídio.

É que, durante o sono, ocorre uma espécie de “revisão” de todos os sistemas fisiológicos importantes do nosso corpo e de cada rede ou operação da mente. Se você não dorme o suficiente, essa revisão é prejudicada e seu corpo será afetado.

Após 50 anos de pesquisa científica, a questão na cabeça dos cientistas não é mais “o que o sono faz pela gente?” e sim “o que não faz o sono pela gente?”.

Mulher dormindo na cama      Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionA vida moderna nos faz usar mais do tempo durante o dia para atividades e compensar com menos horas dormidas

Quantas horas devemos dormir para nos sentir bem?

Você deve dormir pelo menos de sete a nove horas por dia. Se dormir menos de sete horas, seu sistema imunológico e seu desempenho cognitivo começarão a ser afetados.

Depois de estar acordado 20 horas seguidas, você se sentirá tão incapacitado quanto se estivesse bêbado – tanto que um dos problemas com a privação de sono é que você não percebe de imediato o dano que ela causa.

É como um motorista bêbado em um bar que pega as chaves do carro e diz: “Estou bem, posso dirigir”. Mas todo mundo ao redor sabe que ele está incapacitado para assumir a direção de um veículo.

Cada vez dormimos menos. Por quê?

Se analisamos os dados das nações industrializadas, notamos uma tendência clara: nos últimos cem anos, o tempo que dormimos diminuiu.

Se dormimos menos, é mais difícil entrar na fase REM (movimento rápido dos olhos, na sigla em inglês), o ciclo em que sonhamos. E qualquer interferência na fase REM é muito prejudicial, pois ela é crucial para a nossa criatividade e saúde mental.

Existem várias razões pelas quais as pessoas dormem cada vez menos, segundo Walker:

1 – Falta de conhecimento: A comunidade científica sabe como é crucial dormir bem, mas, até agora, não foi capaz de comunicar efetivamente isso para o público em geral. A maioria das pessoas não entende por que o sono é importante.

2 – Ritmo de vida: Em geral, estamos trabalhando mais horas e passamos mais tempo indo e vindo do trabalho. Saímos de casa muito cedo e voltamos para casa tarde da noite e, naturalmente, não queremos deixar de passar tempo com a família e com os amigos. Estar com a família, sair com os amigos, assistir TV… no final, sacrificamos horas de sono.

3 – Atitudes e crenças: O sono não é bem visto pela sociedade. Se você disser a alguém que dorme nove horas, pensarão que você é preguiçoso. Então, estigmatizamos o sono, e muitas pessoas se gabam de quão pouco dormem todas as noites. Isso nem sempre foi assim. Ninguém vai chamar de preguiçoso um bebê dormindo, porque sabemos que o sono é essencial para seu desenvolvimento. Mas essa noção muda quando atingimos a idade adulta. Não apenas abandonamos a ideia de que o sono é necessário, mas também punimos as pessoas por dormir quando precisam.

4 – Falta de luz natural: Não gostamos de ficar sem luz quando escurece. Mas a escuridão é necessária para liberar um hormônio essencial que nos ajuda a dormir, chamado melatonina. Infelizmente, um dos efeitos colaterais da modernidade e seus avanços tecnológicos é que estamos constantemente sob luz artificial. Isso piorou com a chegada das telas de LED, que projetam uma poderosa luz azul que bloqueia a produção da melatonina.

5 – Temperatura: Outro efeito colateral inesperado da modernidade é não mais experimentarmos o fluxo natural de frio e calor durante o período de 24 horas. Todos queremos lares quentes, mas também precisamos de um pouco de ar fresco para dormir bem. Nosso cérebro e nosso corpo precisam reduzir essa temperatura central, aproximadamente 1°C mais baixa, para que possamos relaxar de maneira natural. A maioria de nós coloca o aquecimento em nível muito alto: se você quiser dormir bem, programe seu termostato a 18ºC à noite.

Por que não recuperamos as horas de sono perdidas

Identificados os erros, mas será que o dano pode ser revertido?

Uma das grandes mentiras é que, se você não dormiu bem, pode “recuperar o sono”. Não pode. O sono não é como um banco, em que você pode acumular uma dívida e depois pagá-la.

Mas é o que muitas pessoas fazem: dormem pouco durante a semana e querem se recuperar durante o final de semana. Isso é chamado de jet lag social ou até mesmo bulimia do sono. O que você pode fazer, na verdade, é mudar seus hábitos.

Estudos mostram que pessoas que antes dormiam mal, mas mudam sua rotina e começam a dormir mais, evitam a deterioração degenerativa e o mal de Alzheimer por mais de dez anos, em comparação com pessoas que mantiveram um padrão de sono insuficiente.

Por que não podemos armazenar o sono?

Imagine quão maravilhoso seria se pudéssemos armazenar horas de sono e usá-las como gostaríamos.

Há um precedente na biologia chamado de célula adiposa. A evolução nos deu essa célula, graças à qual podemos armazenar energia em tempos de abundância que nos permite sobreviver em tempos de fome.

Então, por que não desenvolvemos um sistema semelhante para armazenar o sono?

Porque somos a única espécie que, deliberadamente, se priva do sono sem motivo aparente.

É por isso que mesmo uma única noite de sono ruim pode afetar nosso corpo e nosso cérebro.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-44641057

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Katharine McPhee – Somewhere Over The Rainbow – Inspiração musical!

Nas minhas buscas pela internet, deparei com este vídeo de arrepiar, que trago como inspiração musical para este sábado.

A canção é a bela e famosa Somewhere Over The Rainbow, tema do filme O Mágico de Oz, de 1939, composta por Harold Arlen e E.Y. Harburg, que segue fazendo sucesso ao longo do tempo. O destaque maior, entretanto, fica por conta da primorosa interpretação de Katharine McPhee, cantora e atriz norte-americana, de Los Angeles. 

Observem a performance dessa moça. A sua capacidade de improvisação, o domínio demonstrado e a voz privilegiada impressionam. Ela está tão à vontade na apresentação que parece brincar de cantar!

Vejam este momento especial (o vídeo foi publicado no YouTube por Shady180)!

A seguir:

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Vídeo sensacional (animado) faz resumo do livro ‘O Jeito Harvard de Ser Feliz’!

Volto hoje a falar de sucesso e felicidade, ou melhor, de felicidade e sucesso. Esta última ordem (felicidade – sucesso) expressa uma lógica mais do que convincente, à luz da Psicologia Positiva, defendida pelo pesquisador e professor Shawn Achor, em seu impactante livro ‘O Jeito Harvard de Ser Feliz’, sobre o qual fiz postagem e referências anteriores aqui no blog.

Desta feita, trago o sensacional vídeo SUCESSO NÃO TRAZ FELICIDADE, animado, com resumo primoroso acerca do mencionado livro. O vídeo, com duração de 6:48, foi publicado no YouTube, mês passado, por Epifania Experiência. Assista e entenda o porquê primeiro vem a felicidade e depois o sucesso. O argumento utilizado, absolutamente pragmático, oferece também dicas de hábitos para o bem viver e para o sucesso.

Confira a seguir. Vale muito a pena!!! 

 

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FRUSTRAÇÃO: saiba do que se trata e como tirar bom proveito dessa emoção!

Falando sobre emoções e comportamento, dou destaque hoje para a FRUSTRAÇÃO!

Resultado de imagem para frustração                                     Crédito de imagem: Papo de Psicólogo – Blogger

“Parece algo muito fácil, mas não é uma tarefa simples: diferenciar entre o que queremos, o que precisamos e o que realmente podemos obter.”

Para tanto, trago duas publicações distintas a respeito de frustração, mas complementares, mostrando que ninguém está livre de se frustrar, que esta é uma emoção natural, sem dúvida forte, até mesmo dolorida, que acontece desde a infância, contudo que é necessária para o processo de aprendizado, de equilíbrio emocional. Aliás, passar por frustrações e superá-las nada mais é do que demonstrar capacidade de resiliência.

O grande problema é que muitos pais, no afã de proteger seus filhos, pecam por criar um mundo fora da realidade, pulam etapas do aprendizado e contribuem para que seus filhos deixem de vivenciar situações adversas. Esse quadro, muito próprio da realidade atual, tem sido objeto de estudos por profissionais da psicologia e merecido recentes e oportunas divulgações. Esses especialistas advertem que a frustração precisa ser vivenciada desde cedo e que cada indivíduo, de alguma maneira, precisa saber como lidar – e superar – esse tipo de emoção, porque se trata de um necessário e saudável aprendizado. Mais do que tudo, é questão de saúde mental!

Assim, recomendo a leitura do excelente artigo ‘5 dicas para administrar a frustração‘, publicado no site A Mente É Maravilhosa (clique no link a seguir):

https://amenteemaravilhosa.com.br/dicas-administrar-a-frustracao/

Em complemento, veja esta interessante abordagem e opinião, no vídeo intitulado A IMPORTÂNCIA DA FRUSTRAÇÃO PARA A SAÚDE MENTAL, publicado ontem no YouTube pelo Instituto de Sensibilização Consciencial, com duração de apenas 2:30, que está circulando pelas redes sociais. Vale boas reflexões!

 

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A importância dos relacionamentos: ‘Você sabe fazer networking?’

Cuidar dos relacionamentos é providência necessária e das mais inteligentes em um bom processo de planejamento de vida, a qualquer tempo. No que se refere, por exemplo, à preparação do projeto de vida para o pós-50, para a terceira idade, para a aposentadoria, tenho orientado com muita ênfase para que se considere o fator ‘relacionamentos’ com a devida atenção, aí compreendendo as relações familiares, com amigos, sociais e, obviamente, as relações profissionais.

Mesmo para quem pensa na preparação para a aposentadoria, se o plano é seguir realizando alguma atividade, seja como uma segunda carreira, novo emprego etc., seja ainda por diletantismo ou com propósito social (atuação voluntária), os relacionamentos profissionais e sociais serão de fundamental importância. Ter uma boa rede de contatos, o chamado “networking”, traz inúmeros benefícios, desde o apoio psicológico, passando por um aumento concreto de possibilidades de ocupação e, claro, com ampliação das chances de êxito nas novas frentes.

Nessa perspectiva profissional, ou, ainda, de vida ativa no pós-emprego, que tal pensar objetivamente em como cativar e cultivar contatos de valor?

E é por conta disso que reproduzo, abaixo, o interessante – e útil – artigo da empreendedora e influenciadora Sofia Esteves, publicado dias atrás no LinkedIn, trazendo dicas providenciais sobre como formar uma rede de contatos que seja saudável e que gere resultados. Confira:

“Você sabe fazer networking?

Por Sofia Esteves

Todo mundo sabe que uma boa rede de contatos pode ajudar a abrir portas e ampliar as possibilidades de carreira, porém, muito me preocupa a forma como as pessoas ainda insistem em fazer networking. Na minha longa trajetória profissional, já vi de tudo: pessoas querendo estabelecer relacionamentos porque precisam de um favor ou emprego e até profissionais mirando de canto de olho no cartão da pessoa para decidir se ela “merece” atenção ou não.

Você se viu em alguma dessas situações? Então, aviso: volte dez casas e refaça o caminho, porque esse está completamente equivocado. Para quem aprendeu que networking não passa de uma agenda com nomes de pessoas que podem oferecer algo, esqueça. O networking é uma rede de relacionamento entre profissionais com interesses comuns, que precisa ser cultivada, cuidada e valorizada.

Para quem nunca olhou para o networking desta forma, elaborei uma lista de dicas que vai te ajudar a formar sua rede de relacionamento da forma mais correta e vantajosa para todos.

Tenha interesse genuíno: não apareça para seus contatos apenas quando for interessante para você, busque saber as novidades das pessoas que integram sua rede de relacionamentos sem que haja um interesse como motivador. Conecte-se com seus pares de tempos em tempos, pode ser por uma mensagem ou o compartilhamento de algum conteúdo de interesse comum.

Seja visto: o universo virtual facilitou as conexões, principalmente porque os dias estão cada dia mais corridos, mas não se acomode na facilidade da vida digital. Encontre com as pessoas, a conversa cara a cara faz toda a diferença.

Dê atenção: não há nada mais indelicado do que só responder a quem lhe interessa ou ao que lhe é conveniente. Responda as mensagens e convites que receber. Não importa se você não tem como ajudar ou comparecer, sempre dê um retorno, além de ser educado é uma forma de consideração e respeito com quem te procurou.

SPAM: retire da sua prática o envio de mensagens genéricas para todas as pessoas com quem tem contato. Lembre-se: networking é relacionamento, portanto, merece uma comunicação direcionada e personalizada.

Reconheça o outro: alguém da sua rede foi promovido? Então, parabenize essa pessoa pela conquista. Não há nada mais recompensador do que ter seu trabalho valorizado e reconhecido pelos pares.

Seja generoso: sempre que possível ajude as pessoas da sua rede de contato. Essa solidariedade não apenas faz bem como também estabelece uma corrente do bem. Se um dia você precisar, também haverá alguém para lhe estender a mão.

Envolva-se em projetos: olhe ao seu redor, circule na empresa em que trabalha ou esteja atento aos projetos desenvolvidos pelas pessoas da sua rede de relacionamento. Esse movimento abre possibilidades para que você possa se envolver em projetos multidisciplinares que podem ampliar seus conhecimentos e conexões.

Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/voc%C3%AA-sabe-fazer-networking-sofia-esteves/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-7-Unknown&midToken=AQFJ3dl-EPlJpQ&fromEmail=fromEmail&ut=3WWihuUzPHWEg1

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Inspiração musical – Dois vídeos especiais em homenagem a São João!

O espaço neste sábado é para a música nordestina, pois hoje e amanhã (dias 23 e 24) chegamos ao auge dos festejos juninos, em homenagem a São João, que comemoramos aqui no Brasil, em especial nos estados do Nordeste. E a animação musical típica desta época fica por conta do chamado “forró”, aí incluídos todos os ritmos afins (baião, xote, xaxado, maxixi), além do próprio forró, claro, cujo termo ganhou maior popularidade e é considerado um gênero musical dessa região brasileira.

Para entrarmos de vez no clima do São João, selecionei dois vídeos inspiradores. O primeiro é bem recente, com a talentosíssima Lucy Alves, em dueto com Elba Ramalho, cantando a canção Xaxado no Chiado (composição de Lucy e Iuri Queiroga). Já o outro vídeo é para matar saudade, num momento de extrema riqueza musical, com Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, cantando a animada canção Aproveita Gente (composição de Onildo Almeida), tendo o acompanhamento de três fabulosos acordeonistas: Sivuca, Dominguinhos e Oswaldinho. Observem o que fazem Sivuca e Dominguinhos, esses saudosos expoentes da sanfona. Impagável um show como esse, diante de tanto talento!

É impossível não se mexer!!!

Curtam a seguir (os vídeos estão publicados no YouTube):

 

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Tabela mostra a ação dos principais neurotransmissores (hormônios do bem-estar) – Confira!

Com o avanço das pesquisas, sobretudo no campo da Neurociência, muito vem sendo divulgado sobre os efeitos no nosso metabolismo – e na nossa saúde como um todo – proporcionados pelos neurotransmissores, que são uns tipos de hormônios ou substâncias químicas desencadeadas por determinados hábitos, emoções/sentimentos.

Com efeito, já fiz diversas postagens aqui no blog falando sobre os neurotransmissores considerados positivos, os chamados hormônios do bem-estar (do prazer e da felicidade). Para hoje, divulgo excelente tabela explicativa, recentemente publicada e disponível na Internet, mostrando 7 desses principais neurotransmissores, quais são as atitudes (hábitos) que estimulam a produção/liberação de cada um deles e, ainda, o efeito que provocam.

Achei que a tabela traz boa ilustração sobre o assunto e contribui para um fácil entendimento. Confira a seguir:

#dopamina #seratonina #melatonina #noradrenalina #oxitocina #gaba #endorfina #fisicaquanticaCrédito de imagem: Picbear

 

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