‘7 dicas para gerenciar melhor a sua energia’

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Saber utilizar as fontes de energia que geramos, ter discernimento a esse respeito, faz muita diferença na maneira como vivemos, como produzimos, como nos mantemos em equilíbrio. A forma como gerenciamos essas energias impacta no nosso todo, do corpo ao espírito. Pode crer! 

E sobre isso, faço referência à bem produzida matéria “7 dicas para gerenciar melhor a sua energia”, publicada dois dias atrás no portal eletrônico da “Forbes Brasil”. São dicas interessantes de comportamentos que podem promover a renovação e expansão das energias, resultando em melhoria da performance e mais sensação de bem-estar. Têm a ver com o uso do ritmo biológico, o controle das emoções, a atenção mais focada (não à multitarefa), um olhar holístico para as tarefas, saber cuidar de si, aprender a delegar e estar de bem, sorrir, divertir-se. 

Recomendo a leitura – clique no link a seguir:

https://forbes.uol.com.br/colunas/2018/10/7-dicas-para-gerenciar-melhor-a-sua-energia/?utm_medium=10todaybr.20181101&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today#foto3

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FAÇA O SEU MELHOR!

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Cunhei um pensamento, quando completei 60 anos de existência, que utilizo como um dos mantras e fonte de orientação para a minha jornada de vida: Ando, procuro, encontro… Estou no caminho!

O recado, para mim mesmo, é que sou protagonista (ator principal e responsável) na construção do meu destino, cuja colheita futura depende essencialmente do plantio que faço a cada dia, no hoje, no agora. Creio firmemente nas leis da Reciprocidade, da Causa e Efeito e da Atração. Assim, tudo o que queremos de bom para nós e para o mundo, hoje e no futuro, “depende de nós!”, como assegura a famosa canção, de mesmo nome, composta pela dupla Ivan Lins e Vitor Martins.

A esse respeito, reproduzo hoje a bela e muito oportuna crônica FAÇA O SEU MELHOR!, da escritora e psicóloga Patricia Gebrim,  que vi publicada no blog Consultório Sentimental, do jornal Correio Braziliense. A mensagem de fundo é: seja personagem ativo(a) e determinado(a) nesta etapa chamada vida e se ponha a serviço de bons propósitos, do bem. É isso que conta pra valer. Essa é a essência!

Confira a seguir:

“FAÇA O SEU MELHOR!

Patricia Gebrim,  psicóloga e escritora

Estamos vivendo um momento desafiador no Brasil. Na verdade creio que a onda que está revolvendo nossas entranhas é global.
A sombra veio à tona. O escondido está sendo revelado, e isso não se refere apenas à situação politico econômico social, mas a cada um de nós.
A forma como reagimos a esse momento revela também nossas sombras. Isso não é ruim. Só podemos limpar a sujeira que enxergamos.
Mas ouça. Enquanto nos ocupamos em apontar a escuridão lá fora. Nos outros.

Na política. Naqueles que atacamos por pensarem diferente de nós, deixamos de agir e transformar o que nos cabe. 
Nós mesmos.
Pense que cada um de nós tem dons e habilidades que servem ao todo. Uns tem uma mente clara e ótimas ideias, outros são ágeis em encontrar soluções criativas. Uns sabem usar agulhas para curar, outros tem o dom da oratória. Uns amam estar em grupo e iniciar movimentos que se expandam, outros preferem ficar no jardim cuidando de uma única sementinha.
O momento requer que cada um de nós descubra seu dom e o coloque a serviço do todo.
Existe algo que só você tem a dar, entende?
Precisamos evitar a armadilha de sermos sugados por essa ilusão coletiva que diz que o nosso destino está nas mãos de alguém, que não nós próprios. 
Enquanto ficamos aguilhoados pela revolta, reclamando, atacando uns aos outros, alimentando essa onda que causa angústia e medo, deixamos de fazer a única coisa que poderia ser verdadeiramente revolucionária.
Existir.
Ser a luz que somos. 
Não importa a sombra que nos rodeie, estamos aqui para manifestar nossa luz. Uma única vela acesa rompe a escuridão.
Se você for alguém influente na política, seja luz. Se você for influente na educação, seja luz na educação. Se for dono de um quiosque na praia, coloque amor ao preparar os sanduíches. 
Onde quer que esteja, faça o seu melhor.
Pare de desperdiçar sua energia julgando, polarizando, atacando. Isso não resolve. Apenas aprofunda esse véu de separatividade e cega a todos nós.
Essa é a última tentativa da sombra de nos afastar de nós mesmos.
Temos um poder imenso e tudo pode se transformar se formos sábios e corajosos para fazer a única coisa que nos cabe. 
Não se deixe iludir pelo que vê à sua volta. Respire. Faça o seu melhor. Vibre a luz que você é. 
E confie.
Estamos a caminho. “

Fonte: http://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/faca-o-seu-melhor/

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“Desiderata” – Excelente reflexão sobre desejos e maturidade!

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Trago, neste começo de semana, o belo texto “Desiderata”, postado por Arnaldo Costa em seu blog Homens, vamos despertar. É muito interessante a reflexão que ele nos oferece sobre  os nossos desejos, sobre a nossa capacidade de aprender com o passar dos anos, que envolve o tão necessário exercício da aceitação. Enfim, fala de maturidade e sabedoria!

Uma providencial e rica leitura (confira a seguir):

“Desiderata

A palavra “Desiderata” vem do Latim e significa “coisas que são desejadas”.

E o que mesmo desejamos de verdade?

Prazeres, estabilidade material, afetiva, família, vida feliz? Claro, tudo isso é muito bom, ninguém é hipócrita de negar! Mas será que é o essencial e que vai nos preencher? Hum…

Desiderata é também o título de um famosíssimo poema escrito em 1927 por um escritor americano, Max Ehrman.

Impressiona a precisão de suas ideias e a profundidade de seu conteúdo. Confira:

“Viva tranqüilamente, por entre a pressa e os ruídos, e lembre-se de quanta paz há no silêncio.

Tanto quanto possível, sem se render, esteja em bons termos com as pessoas.

Diga sua verdade calma e claramente, e ouça os outros, mesmo os mais medíocres e ignorantes – eles também têm a sua história.

Evite as pessoas espalhafatosas e agressivas, pois essas são um insulto ao espírito. Não se compare com os outros, para não se tornar vaidoso ou amargo, e saiba: sempre haverá pessoas melhores e piores que você. Desfrute tanto de suas realizações quanto de seus planos.

Cultive seu trabalho, mesmo que ele seja humilde; esse é um bem real, frente às variações da sorte. Seja cauteloso em seus negócios, pois o mundo é cheio de armadilhas. Mas não deixe que isso o torne cego para a virtude, que está sempre presente; muitas pessoas lutam por ideais nobres e, por toda a parte, a vida é sempre exemplo de heroísmo.

Seja sempre você mesmo.

E sobretudo nunca finja afeição. Nem seja cínico em relação ao amor, pois, apesar de toda a aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.

Aceite serenamente os ensinamentos do passar dos anos, renunciando suavemente àquilo que pertence à juventude. Fortaleça seu espírito para que ele possa protegê-lo diante de uma súbita infelicidade. Não antecipe sofrimentos pois muitos temores são apenas fruto do cansaço e da solidão. Mesmo seguindo uma disciplina rigorosa, seja leniente consigo.

Você é filho do Universo, tanto quanto as árvores e as estrelas; e tem o direito de estar aqui. E mesmo que isso não seja muito claro para você, não tenha dúvida de que o Universo segue na direção certa.

Portanto, esteja em paz com DEUS, não importa a maneira como você O concebe, e sejam quais forem as suas lutas e aspirações, na terrível confusão que é a vida, fique em paz com sua alma.

Pois, apesar de toda a falsidade e sonhos desfeitos, este ainda é um lindo mundo. Seja cauteloso. Lute para ser feliz.”  Max Ehrmann

Cada vez que releio esse texto algo me toca.

Nestes momentos, especialmente a  seguinte mensagem  “ Aceite serenamente os ensinamentos do passar dos anos, renunciando suavemente àquilo que pertence à juventude”

Não estou tão sereno quanto gostaria e muito menos renunciando suavemente às coisas de minha juventude!

Resisto, nego, mascaro, manipulo, me iludo!

Mas devagarinho, o tempo — que é o senhor da razão — cobre o seu manto de aceitação sobre a minha alma.

Sofro bem menos e vibro mais suavemente no fluxo da vida! E me sinto mais feliz, porém com outras referências!

Será que estou amadurecendo?

E você? Aceita a idade que tem ?

As rugas?

As dores no corpo?

Sente-se feliz contemplando um nascer do sol?

Acolhendo e sendo acolhido amorosamente por alguém?

Valorizando e se emocionando com um sorriso de uma criança?

Feliz por nada? Assim diz Martha Medeiros, excelente escritora e cronista brasileira.

Será que é nada…ou é Tudo ?

Fonte: http://homensvamosdespertar.blogspot.com/2018/10/desiderata.html

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Inspiração musical: Bring It On Home To Me – Playing for Change!!!

Neste espaço musical, sempre aos sábados, volto hoje com o maravilhoso movimento musical denominado “Playing for Change”, que promove a integração musical de artistas de rua espalhados pelos vários cantos do planeta.

Selecionei vídeo com performance da canção Bring It On Home To Me, composição de Sam Cooke, tendo como principais intérpretes Roger Ridley, Alice Tan Ridley, e Grandpa Elliott

Curtam mais este momento encantador do Playing For Change (o vídeo foi publicado no YouTube em 8 de dezembro de 2017):

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‘A beleza é um prodígio do cérebro’

Falar sobre ‘beleza’ evoca boas sensações, leveza, o que é mais do que recomendável para uma sexta-feira. Por conta disso, reproduzo instigante matéria de Francisco Mora, publicada no portal eletrônico do EL PAÍS – Brasil, argumentando que enxergar beleza no que se vê, se ouve… é uma construção subjetiva, é algo produzido na mente humana. Em outras palavras, o texto assegura que beleza, definitivamente, não é algo objetivo!

Ou seja, até para reconhecer e valorizar o belo os referenciais próprios de cada indivíduo são prevalecentes (história, educação, crenças, valores e outros tantos), ao que se acrescentam a emoção que foi despertada naquela pessoa, o seu estado de espírito etc. Portanto, o belo é muito mais determinado pelo momento em que acontece a experiência.

Temos aí, portanto, uma reflexão interessante. Vale a pena conferir:

“A beleza é um prodígio do cérebro

O belo não existe no mundo em que vivemos, ouvimos ou tocamos. Não reside em nada do que nos cerca. Só está na mente dos seres humanos

Uma turista posa nos jardins do Museu Rodin, em Paris, em setembro de 2015.Uma turista posa nos jardins do Museu Rodin, em Paris, em setembro de 2015. GUIA BESANA / NYT

Francisco Mora

Quando escuto em um grande auditório o último movimento da Nona Sinfonia de Beethoven, tocada por uma grande orquestra, e com um grande coral, experimento “algo” que me transporta. É algo sublime, algo que me domina, me subjuga, me torna pequeno. Também não posso evitar esse outro sentimento diferente, que deixa meus olhos colados àqueles sóis flamejantes, àqueles céus azuis retorcidos pela tempestade pintados por Van Gogh. Olhar para aquelas pinturas me subjuga. Sem dúvida, todo mundo sabe que estou falando de beleza. Ao falar dessa maneira, parece evidente que contemplamos uma beleza que é inerente ao que se ouve ou se vê, mas não é assim. A beleza não existe no mundo que vemos, ouvimos ou tocamos. Não existe em nada que nos rodeia. O mundo não possui nenhuma beleza; não é, em nada, uma propriedade inerente a ele. A beleza é criada pelo cérebro humano. Só existe na mente dos seres humanos. É um prodígio do cérebro.

Antes, é verdade, pensava-se que a beleza era um atributo imanente às coisas do mundo ou constitutivo da obra artística criada. A beleza tinha sua existência em si mesma, no objeto ou nos estímulos sensoriais externos, e a pessoa era apenas um sujeito passivo, contemplativo. Em outras palavras, a beleza era objetiva, com uma presença externa e eterna no mundo. Hoje sabemos, pelo contrário, que a beleza é algo subjetivo, criado pelo ser humano e que não está fora, no mundo sensorial. Hoje entendemos que a beleza é criada pelo ser humano depois de observar e perceber certas características do objeto que ele contempla. A beleza é, na verdade, uma construção mental composta de percepções, emoções, sentimentos e conhecimento.

No centro da nossa experiência de beleza está esse algo mais emocional que nasce daquilo que percebemos. Um algo mais emocional evocado, como um fio invisível, pelas palavras ao se ler um poema, ou a visão de uma pintura ou escultura, ou o sublime som de uma sinfonia, de uma paisagem de verdes com múltiplos tons, de um alvorecer de cores sem formas ou um rosto de proporções perfeitas. Mas, precisamente por ser uma emoção produzida naquele cérebro profundo, onde se depositam as memórias mais íntimas e pessoais em cada ser humano, nem todos percebem a beleza da mesma maneira ou nas mesmas coisas. Além disso, é aquela emoção —que quando banhada de consciência se torna sentimento— que faz com que cada um, cada ser humano, experimente sua própria beleza, única e diferente de qualquer outra.

O que faz com que as esculturas de Chillida sejam “pedras sem arte” para alguns que admiram as esculturas de Rodin?

De fato, a apreciação da beleza é, em grande parte, produto da experiência pessoal e da própria educação recebida. Tudo isso faz com que alguns percebam, de um modo especial, a beleza na pintura, mas não na música (Sigmund Freud seria um bom exemplo), ou que na pintura alguns valorizem as cores, mas não tanto as formas ou os traços borrados do movimento ou o figurativo estático. Ou, claro, que a música (de apreciação estética tão multifacetada — sustenidos harmônicos, contrapontos, acordes, ritmos e as infinitas combinações de graves, agudos e silêncios) seja percebida de modo tão diverso por tantas pessoas diferentes. (…)

Por que O Nome da Rosa, romance de Umberto Eco, cativou centenas de milhares de pessoas do começo ao fim e fez com que tantas outras perdessem o interesse antes de terminar a leitura? O que afasta tantas pessoas de Stravinski e, no entanto, as aproxima de Mozart ou Beethoven? O que tantas pessoas que admiram tão profundamente a arte de Velázquez rejeitam nas pinturas de Picasso? O que faz as esculturas de Chillida serem, para muitos, “pedras sem arte”, mas que torna as esculturas de Rodin tão evocadoras de beleza? O que provoca o entusiasmo e a admiração ao Duomo de Milão, mas que não produz o mesmo efeito para muitos em relação ao Guggenheim de Bilbao?

Essa emoção que subjaz à apreciação da beleza é aquela que se expressa no prazer diante do que se vê ou se ouve. O prazer, como expressão emocional inconsciente, é o componente básico na apreciação da beleza. Mas não o prazer relacionado a esses prazeres básicos, aqueles que sustentam a sobrevivência do indivíduo, tais como os obtidos a partir da comida, da bebida, da sexualidade, do jogo ou do sono, quando estamos privados deles. O prazer associado com a beleza não é o prazer do desejo e do orgasmo, que consumado pontualmente nos empurra “sem razão, e como isca engolida, a manter-se vivo” (William Shakespeare). O prazer, o deleite referido à beleza é conseguido pelos ingredientes neuronais adicionados no cérebro àqueles outros mais básicos. (…) São prazeres gerados em parte pela cultura em que se vive e além do cérebro emocional e de sua atividade primitiva. São prazeres que surgem de uma interação muito próxima entre o córtex cerebral humano e o cérebro emocional, por isso nenhum animal os possui. Dessa interação nasce a consciência, a compreensão, o entendimento, a razão humana.

Precisamente este último, a interação com as coisas do mundo (percepção), produz o conhecimento, o outro ingrediente básico para a percepção da beleza. Porque a beleza é isso em sua essência, prazer e conhecimento e, neste último, a capacidade cognitiva de perceber a ordem, a proporcionalidade, a simetria, a clara delimitação do que é percebido. E tudo isso tem muito a ver com a educação recebida e com a cultura em que nascemos e vivemos. (…) Basta pensar que poucos cidadãos da Idade Média ou até do Renascimento poderiam ter encontrado beleza na figuras humanas torcidas, nos vermelhos policromados e flamejantes das árvores, nos amarelos vivos dos campos de trigo ou nos azuis giratórios e atormentados das pinturas de Van Gogh, ou na obra de Antonio Gaudí (…) A arte, portanto, e com ela a beleza, é uma verdade subjetiva para cada um. Verdade para a qual muitas pessoas tiveram expressões como “valeu a pena viver para experimentá-la”. Sem dúvida, a beleza é um fenômeno cerebral que mudou o mundo dos seres humanos e as mitologias e verdades vivas de cada sociedade, cultura ou nação. A beleza, que não existe no mundo, é talvez um dos grandes prodígios criados pelo cérebro humano.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/22/cultura/1540208471_975751.html

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“É intolerável o que estou fazendo comigo!” – Alerta do Dr. Augusto Cury

Neste pequeno vídeo, duração de apenas 1:49, você terá uma ponderação e um alerta muito importantes, trazidos pelo médico psiquiatra, escritor e palestrante Augusto Cury, a respeito da forma como as pessoas estão vivendo nos dias de hoje, de alta dependência tecnológica (internet, redes sociais etc.), de uma verdadeira “intoxicação digital”, significando que as pessoas estão se (auto)abandonando.

Na avaliação dele, o indivíduo estaria perdendo contato com a sua própria personalidade, com a sua essência, e isso acarreta uma série de distúrbios danosos para a sua saúde (física mental…).

Diante dessa realidade, o Dr. Cury sugere a adoção individual de alguns hábitos, que você deve incorporar no dia a dia. O argumento, no meu entender apropriado e oportuno, merece atenção, vale boa reflexão, e serve para estimular ações práticas que atenuem esse quadro, o quanto antes!

Confira a seguir – o vídeo está publicado no YouTube:

algumas dicas preciosas

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‘5 dicas para você se tornar um profissional autônomo de sucesso’

Este post traz subsídios para quem quer se lançar no mercado como profissional autônomo, começar nova carreira sem ter um patrão formal, deseja exercer o espírito empreendedor, colocando em prática talento, vontade e experiência. Claro, esse é um sonho acalentado por muitos, incluindo aí o crescente contingente de aposentados que pretende seguir ativo, até mesmo estimulado pelo fenômeno da longevidade.

Atuar profissionalmente de casa, utilizar alguma estrutura chamada de home office, é cada vez mais comum pelo mundo afora, conforme já destaquei aqui em postagens anteriores. Esse caminho de ser o dono do próprio nariz, de ser um profissional liberal, autônomo etc. é muito convidativo, por diversos fatores, sobretudo por proporcionar sensação de liberdade, independência e autonomia, e alternativa natural para muita gente por conta da crise econômica e das mudanças em curso nos ambientes de trabalho e nas próprias carreiras.

O principal segredo para se dar bem é estar preparado(a), o que pode requerer significativa reinvenção profissional, situação que tenho experimentado a partir da minha aposentadoria do mundo corporativo, a partir de 2014.

Assim, para lhe ajudar nessa reflexão e na formatação prática de alguns componentes do seu planejamento profissional, reproduzo artigo recém publicado no site IDG NOW!, com algumas dicas que considero bem apropriadas. Antes, porém, vou esclarecer sobre o termo “pitch”, referido no texto, para facilitar a compreensão. O pitch, de forma resumida, nada mais é do que ter preparado, na ponta da língua, um discurso de vendas que consiga, em pouquíssimo tempo (por exemplo, num encontro de elevador), descrever a sua ideia, o seu negócio. É um ato de apresentação e venda para alguém.  

Pronto. Agora leia a publicação, que reproduzo a seguir:

“5 dicas para você se tornar um profissional autônomo de sucesso

Ter um trabalho em casa e aproveitar oportunidades de emprego de acordo com as necessidades do mercado é o sonho de muita gente, mas há alguns cuidados que você precisa tomar

Nem todo mundo nasceu para trabalhar dentro de uma empresa por vários anos. No Brasil, 32% da força de trabalho é composta por profissionais autônomos. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de 2015, realizada pelo IBGE, o número de profissionais autônomos chegava a 4,3 milhões.

Ter um trabalho em casa, em um escritório próprio ou um coworking, fazer a própria agenda e aproveitar oportunidades de emprego de acordo com as necessidades do mercado é o sonho de muita gente por aí.

Esse desejo de começar o próprio negócio, organizar a própria rotina de trabalho e gerenciar a própria clientela pode ser concretizado sim, mas para isso, algumas atenções devem ser tomadas. A Mastertech, startup que capacita profissionais com habilidades digitais e analíticas, separou a lista com as dicas abaixo.

Pense em você como uma marca

Se você quer realmente trabalhar como profissional liberal, é importante começar a pensar em si mesmo como sua própria marca. Por que razão seus clientes confiariam a você um trabalho? Quais são suas habilidades que te destacam da concorrência? Quanto você custa e quais são as razões para esse valor?

Crie seu próprio conceito sobre o serviço que realiza e se prepare para realizar suas próprias vendas. A maioria das pessoas se afeiçoa às marcas que conseguem se relacionar diretamente com elas. Entenda o seu público e se torne tudo aquilo que eles procuram.

Deixe sua criatividade e determinação pulsarem

Trabalhar como profissional autônomo significa que não terão outras pessoas chegando com contratos fechados para você realizar atividades processuais. Ou seja, você precisa estar pensando no serviço que realiza sempre, fazendo modificações quando necessário, inovando para se adequar ao mercado.

Para que isso aconteça, é importante deixar sua criatividade solta em alguns momentos e forçar a determinação para ir atrás de todas as informações que façam ela fluir ainda mais para trazer valor ao seu negócio. Conhecer o que tem de novo por seu mercado hoje é só um dos requisitos para sobreviver por conta própria. Tem que ter pulso firme para não se distrair pela possibilidade de deixar o trabalho e a gestão para outra hora.

Saiba como fazer seu pitch

Nós já falamos aqui sobre o que é pitch e como essa técnica é eficiente para vender ideias. Colocar a essência do seu negócio em palavras sempre que surgir a oportunidade de se apresentar para um novo cliente é uma habilidade essencial para o trabalho autônomo.

Se essa capacidade de comunicação se unir ao storytelling, ficará ainda mais difícil dizer não para o que você tem a oferecer. Profissionais freelancers e autônomos são seus próprios representantes comerciais, por isso aprender algumas estratégias de gestão para além do seu trabalho não vai fazer mal nenhum.

Conecte-se com pessoas

Se existe uma coisa que você precisa saber antes de decidir por se tornar um profissional autônomo, essa é: você não vai conseguir fazer tudo sozinho. Não adianta, se for esse o motivo de estar saindo de uma empresa, deixe para lá.

Para conseguir novos clientes sempre que necessário, ter seu nome bem falado por aí e ficar por dentro das oportunidades de negócio, é preciso se conectar à pessoas. Participar de grupos, eventos e comunidades relacionadas ao seu setor é fundamental para fazer sucesso. Tão importante quanto isso: crie conexões reais, não apenas por emprego.

Comece a dizer sim

A parte mais difícil no início de uma carreira autônoma é a de começar a dizer sim. Aceitar projetos que aparecem, começar a fazer seu nome, investir em um produto no qual acredita, colocar suor e alma para trabalhar por conta própria é assustador, mas vale muito a pena no final.

Para quebrar essa barreira inicial, tente dizer sim para o maior número de atividades possíveis. Se arrisque, veja até onde consegue ir e o que consegue resolver sozinho. É só ultrapassando nossos limites que descobrimos onde eles estão.

Fonte: http://idgnow.com.br/carreira/2018/10/21/5-dicas-para-voce-se-tornar-um-profissional-autonomo-de-sucesso/

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‘A vida começa onde o medo termina’

No contexto do grande tema autoconhecimento, volto hoje a refletir sobre aspectos que funcionam como travas, como limitações, como comprometimento para uma vida plena, e o medo é um desses maiores limitadores. Conforme registrei em posts anteriores sobre o assunto, alguns medos são até explicáveis, porque têm origem em alguma situação real (experiência concreta), além de funcionarem como fator de ponderação para que se evitem riscos demasiados. Entretanto, a maioria dos medos surge de mera imaginação, sem qualquer base lógica e razoável e, portanto, sem qualquer perspectiva de que tal situação possa ocorrer efetivamente.

Para ilustrar e trazer novas visões sobre o tema, o que acredito ser sempre recomendável, reproduzo artigo bem interessante, agradavelmente escrito, trazendo por título uma máxima do mestre indiano Osho: “A vida começa onde o medo termina”, cujo texto vi publicado no blog REIKI QUÂNTICO.

Vale a pena ler e estar atento, pois todos nós, em alguma medida, criamos e cultivamos (naturalmente) os nossos medos. A propósito, você tem medo de quê? Ou, em outras palavras, quais são os seus medos?

Confira a seguir:

“A vida começa onde o medo termina.

O medo faz parte da vida desde sempre. Uma questão de sobrevivência tanto no reino selvagem e inóspito de milênios atrás, como nas estradas arruinadas de antigamente onde todo estranho era suspeito até que provasse o contrário. O medo continua hoje na cidade grande, determinando em qual bairro podemos nos perder, moldando uma vida entre grades. Vivemos presos, nós mesmos nos enclausuramos em casas vigiadas, com cercas elétricas, alarmes…

Esse é um medo físico. Medo de violência, dos assaltos, agressões ao corpo e aos bens, aos queridos seres que pensamos possuir. É só um de muitos medos.

Você tem medo de quê?

Medo de se expor? Será? Nesse mundo de selfies onde as pessoas mostram o cafezinho com espuma, a roupa nova, a exposição é mais norma que exceção. Mas tem medo por trás disso também. Tem o medo de não fazer parte. A valorização excessiva da imagem, da casca, da aparência é uma forma de não mostrar o que tem dentro. Fica no raso que já está bom. Não precisa aprofundar. Medo de não gostarem de mim se me virem assim: cara limpa, cheia de limitações, traumas, sentimentos que não são nobres, dores, infantilidades…

Você tem medo de quê?

Medo de doença, medo de contágio, medo de invasão. Vírus no computador, vírus no ar e nas bocas. Epidemias. Quem mais espalha medo é a mídia. E a gente compra esse pacote. E paga caro por isso.

Você tem medo de quê?

Medo de ficar sozinho. Em casa, na vida, sem amor, sem cobertor de orelha. Por pior que seja, tem gente que fica junto por conta desse medo insano e inconsciente que também é um medo de não dar conta, de não conseguir se sustentar, de sofrer. Por ele se aguenta cada coisa… Tem gente que pula de um relacionamento para outro sem intervalo, sem viver as pausas, sem arrumar a casa… Medo de sentir a dor.

Você tem medo de quê?

Medo de morrer – já que muitos perderam a crença na continuidade da vida. Se, depois que os bichos nos comerem a carne, não sobraria nada mesmo, para que ter medo? Esse é um medo da dor, de não sentirem sua falta, de que tudo continue muito bem obrigado sem você, medo de não ter sido notado, importante, essencial na vida de ninguém.

Você tem medo de quê?

Medo de espírito? De ver coisas feias no astral, de ser sugado para regiões umbralinas e não conseguir voltar nem ser resgatado?

pandora12Você tem medo de quê?

Tem medo de falta de grana, falta de carinho, falta de amor, falta de amigos… Carência. Você sai por aí exalando carência e como pensa que o universo vai te retribuir? Por ressonância, você recebe exatamente o mesmo perfume de volta – carência. É o que consta do seu pedido. Com toda a abundância que existe nesse mundo, nós aqui nos maltratando e limitando com essa carestia ilusória.

Você tem medo de quê?

Medo de não ser amado – esse é top hit nesse mercado de horrores. O pior de todos. Acredito que seja o início de uma carreira no medo que gera metástases variadas desviando todo um roteiro de vida do seu curso original. É imperativo que eu seja amado. Se não aconteceu naturalmente, então deve ser porque não sou bom o suficiente.

Para provar que sou bom o suficiente começo a me moldar ao perfil que “imagino” seja o esperado de mim – dependendo do local/cultura/família de nascimento, vou tentar ser bonzinho ou bandido, bom aluno, competente, esperto ou durão!!!
Quem sou eu de verdade? Esse que todos vêem pelas ruas ou alguém perdido lá no fundo desse baú de fantasias? Entrei tão fundo nesse personagem que nem sei mais onde estou…

Para me proteger desse sofrimento de não ser amado, para não sentir dor, começo a construir estruturas em torno de mim. Verdadeiros muros de Berlim oriental, ocidental, em cima e em baixo. Tudo bem, acho que funcionou: deixo de sofrer. Contudo, o efeito colateral dessas barreiras é que elas limitam o meu sentir em todas as áreas, as boas também. Fico meio alienado do mundo, anestesiado. Se um dia eu quiser saber como é sentir, se um dia alguém me tocar bem ali e eu acordar… vou ter trabalho! O trabalho que mais vale a pena.

 

Qual o medo que dá mais medo?

O medo é uma trava, é como descer ladeira com o freio de mão puxado. Para quem descia ladeira de carrinho de rolimã sem capacete nem joelheira…

Hora de abrir a caixa de Pandora e deixar meus medos à vista para que eu possa ver quem sou. Ser quem sou.

 

Fonte: https://reikiquantico.com/2017/11/07/a-vida-comeca-onde-o-medo-termina/

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Inspiração musical com Diana Krall – Night And Day – Le Grand Studio RTL!!!

Como inspiração musical para este sábado, volto aqui com a magistral Diana Krall, cantora e pianista canadense, sempre nos brindando com belas interpretações, no seu estilo jazzístico marcante e que vem fazendo sucesso desde o início da sua carreira, em 1993.

Vamos curtir Diana interpretando o grande sucesso internacional “Night And Day” (composição de Cole Porter, lançada em 1932), em apresentação bastante intimista, feita no Le Grand Studio RTL, francês, cujo show, ocorrido em maio do ano passado, foi apresentado por Eric Jean-Jean. 

O vídeo está disponível no YouTube. Um belo (e relaxante) momento!

Confira a seguir: 

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Artigo interessante sobre o Princípio (ou Síndrome) de Pollyanna!

Demonstrar otimismo e esperança no geral e na maior parte do tempo, olhar o lado bom dos acontecimentos, pensar positivo etc. são atitudes que ajudam muito, portanto, são positivas. Entretanto, é preciso moderação (bom senso), pois ficar “escondendo a sujeira debaixo do tapete” não é nada recomendável. Desconhecer, ou menosprezar, o que não está dando certo e precisa ser melhorado pode causar grandes estragos para a pessoa.

A propósito disso, trago hoje artigo que gostei bastante, publicado no site A Mente É Maravilhosa, a respeito da capacidade de se concentrar no positivo, mas que requer equilíbrio, até porque, como dito, “nossa realidade inclui luzes e sombras, e nem sempre podemos escolher o lado mais ensolarado”.

A leitura provoca reflexão. Confira a seguir:

“O princípio de Pollyanna ou a capacidade de se concentrar apenas no positivo

O princípio de Pollyanna tem sua origem nos romances de Eleanor H. Porter. Sua protagonista, uma menina com o mesmo nome, tem a capacidade de se concentrar apenas no lado positivo das coisas. Esse otimismo fervoroso e determinado serviu de inspiração para definir o viés que nos permitiria, em essência, viver mais felizes e mais conectados com os outros.

É realmente apropriado focar nossa visão pessoal para a positividade que esse princípio psicológico enuncia? É muito provável que a maioria de nossos leitores tenha sérias dúvidas e mostre algum ceticismo. Às vezes, como bem sabemos, essas lentes cor-de-rosa podem nos fazer perder certos ângulos de nosso entorno, certas nuances de grande relevância que diminuem o realismo e a objetividade de nossa visão.

“O jogo consiste em encontrar algo pelo que estar sempre feliz”.
-Pollyanna-

O florescimento da psicologia positiva liderado por Martin Seligman está passando atualmente por importantes reformulações. Entidades como a Universidade de Buckingham (a primeira instituição mundial a treinar e formar seus alunos nos fundamentos dessa perspectiva) estão mudando algumas de suas bases. Uma delas é relativa à definição de felicidade.

De alguma forma, podemos dizer que a “nova” psicologia positiva tem abandonado a pretensão de nos ensinar a ser mais felizes. A famosa cultura da felicidade e todos esses livros e trabalhos de autoajuda estão dando lugar a um novo formato, a uma nova perspectiva. Uma onde nos dar ferramentas para também saber lidar com o negativo e as adversidades. Porque na vida nem sempre podemos nos concentrar nesse lado luminoso e otimista como fazia a sempre resoluta e vivaz Pollyanna…

Ilustração de Pollyana

Princípio de Pollyanna, em que consiste?

Depois de ficar órfã, a pequena Pollyanna foi enviada para viver com sua amarga e estrita tia Polly. Longe de desistir, a pequena não hesitou em continuar aplicando, dia após dia, a filosofia de vida que seu próprio pai criou desde muito cedo: transformar sua realidade em um jogo onde você pode ver apenas as coisas boas e positivas.

Não importava o quão infeliz fosse a situação; Pollyanna era capaz de resolver e enfrentar qualquer circunstância com o mais firme otimismo e alegre determinação.

Além disso, um efeito notável deste personagem literário era também a influência que costumava causar nos outros. Mais cedo ou mais tarde, o personagem mais miserável, apático ou triste acabava se rendendo à personalidade brilhante e luminosa da menina.

Os livros de Eleanor H. Porter, como vemos, transmitiam uma sublimação absoluta do positivismo, algo que serviu de inspiração para dois psicólogos dos 70, os doutores Margaret Matlin e David Stang.

Como são as pessoas que aplicam o princípio de Pollyanna?

  • Em um estudo publicado na década de 1980, Matlin e Stang puderam ver, por exemplo, que as pessoas com uma clara tendência para a positividade, longe do que poderíamos pensar, levam muito mais tempo para identificar os estímulos desagradáveis, perigosos ou os eventos negativos que acontecem ao seu redor. Ou seja, não há um “cegueira” para a realidade, como alguns podem pensar.
  • O princípio de Pollyanna nos diz que, estando plenamente conscientes de que existem fatos e realidades negativos na vida, escolhemos nos concentrar apenas no positivo. O resto não importa. Além disso, mesmo que estejam envolvidos em um evento negativo, a pessoa se esforçará para reorientar essa situação para uma saída mais otimista.
Pessoas que aplicam o princípio de Pollyanna

Uma memória focada e centrada no positivo

O Dr. Steven Novella, um renomado neurofisiologista da Universidade de Yale, tem vários trabalhos e estudos sobre o que é conhecido como a falsa memória ou os erros de armazenamento tão comuns nas pessoas.

Assim, um fato curioso sobre o princípio de Pollyanna ou o viés de positividade é que as pessoas otimistas geralmente não se lembram bem dos eventos negativos de seu passado.

A qualidade de sua memória é ideal e perfeita, com todos os eventos processados ​​como “positivos”. Por outro lado, não armazenam os eventos dolorosos ou complexos da mesma maneira, por não os considerarem significativos.

Tendência positiva e preconceito de linguagem: todos somos Pollyanna

Esses dados são realmente curiosos. Em 2014, a Universidade de Cornell, em Nova York, realizou um estudo para descobrir se nossa linguagem, em geral, tende à agressividade ou ao viés da positividade. O professor Peter Dodds e sua equipe analisaram mais de 100.000 palavras em 10 idiomas diferentes, realizando análises profundas das interações em nossas redes sociais.

Assim, e por mais impressionante que pareça, nossa linguagem e as mensagens que enviamos têm um peso emocional claramente positivo. Essas conclusões coincidem com as estabelecidas pelos psicólogos Matlin e Stang nos anos 70, a saber: as pessoas tendem ao “pollyanismo”

Críticas ao princípio de Pollyanna

Alguns psicólogos preferem falar da Síndrome de Pollyana ao invés do Princípio de Pollyanna. Com essa mudança de terminologia, buscam chamar a atenção para as limitações ou até para os aspectos preocupantes envolvidos nessa dimensão psicológica levada ao “extremo”.

Por exemplo, se escolhermos focar apenas nesse lado mais otimista da vida, é possível que demonstremos uma certa incompetência ao administrar as situações difíceis. O Princípio de Pollyanna ajuda em alguns momentos, é verdade.

Ter sempre ter uma visão alegre e luminosa das coisas nos dá motivação, não há dúvida, mas para viver também é necessário lidar com os momentos negativos e aprender com eles. Nossa realidade inclui luzes e sombras, e nem sempre podemos escolher o lado mais ensolarado.

Críticas ao princípio de Pollyanna

Com o que ficamos então? É recomendável seguir a filosofia do princípio de Pollyanna ou não? A chave para tudo, como sempre, está no equilíbrio. No olhar intermediário voltado para o lado luminoso da vida, mas que não fecha os olhos ou evita as dificuldades.

No fim, a psicologia positiva é sempre inspiradora, mas, às vezes, alcançar ou não o sucesso ou evitar que certas coisas aconteçam não depende 100% da atitude que você tem.

Tudo que reluz não é ouro, portanto, devemos estar preparados para gerenciar da melhor maneira qualquer circunstância, sabendo como lidar com luzes, sombras e todas as escalas de cinza…

Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/o-principio-de-pollyanna/

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