“7 coisas que afetam sua frequência vibracional” (fique atento!)

Volto hoje com o grande tema Física Quântica e Espiritualidade, um dos meus preferidos de uns tempos para cá. Decorrência disso, tenho feito postagens aqui sobre a importância dos pensamentos, das boas atitudes e da força vibracional para o que acontece em nossas vidas, no escopo das chamadas “lei da causa e efeito” e “lei da atração”. Aliás, nessa linha, cunhei o seguinte pensamento, que está na página 181 do meu livro LONGEVIDADE – Como se preparar para uma vida longa e bem-sucedida, recém-lançado:

“O seu futuro, o seu sucesso e a sua felicidade não decorrem do acaso. Acredite que as marcas da sua existência retratam a inexorabilidade da causa e efeito. Assim, faça a lei da atração operar a seu favor, hoje, amanhã, sempre!” 

Para explorar um pouco mais, com ênfase em situações reais do cotidiano que podem interferir significativamente em nossas vidas, reproduzo o texto a seguir, postado no site Física Quântica e Espiritualidade, por Gina Foganholi.

Temos aí uma leitura objetiva, agradável e uma boa oportunidade para reflexão. Confira:

“7 coisas que afetam sua frequência vibracional

1 – Os pensamentos

 Todo pensamento que você possui emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna para origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, medo, isso tudo vai voltar para você. Por isso é tão importante que você cuide da qualidade do seus pensamentos e aprenda cultivar pensamentos positivos.

2 – As companhias

As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente a sua  frequência vibracional, se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora, se você se cerca de pessoas reclamonas, fofoqueiras e pessimistas, tome cuidado! Pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração de funcionar a seu favor.

3 – As músicas

Musicas são poderosíssimas. Se você escutar musicas que falam de morte, traição, abandono, tristeza, isso tudo vai interferir naquilo que você vibra. Preste atenção na letra das musicas que você escuta, elas podem estar diminuindo sua frequência vibracional. E lembre-se você atrai para sua vida exatamente o que vibra.

4 – Coisas que você assiste ou lê

Quando você assiste programas que abordam desgraças,  mortes, traições, etc, seu cérebro aceita aquilo como uma realidade e libera toda uma química no seu corpo, fazendo com que sua frequência vibracional seja afetada. Assista ou leia coisas que te façam bem e te ajudem a vibrar numa frequência mais elevada.

5 – O ambiente

Seja na sua casa ou seu trabalho, se você passa grande parte do tempo em um ambiente desorganizado, sujo, feio, isso também afetará a sua frequência . Melhore o que está a sua volta, organize e limpe seu ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a receber muita mais. Cuide do que você já tem!

6 – A fala

Se você reclama ou fala mal das  coisas e das pessoas, isso afeta a sua frequência vibracional. Para você manter sua frequência elevada é fundamental que elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros. Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a responsabilidade por suas escolhas!

7 – A gratidão

A gratidão afeta positivamente a sua frequência vibracional, esse é  um hábito que você deveria incorporar agora mesmo na sua vida. Comece a agradecer por tudo, por coisas boas e ruins, por todas as experiências que já vivenciou. A gratidão abre as portas para que coisas boas fluam positivamente na sua vida. Você já agradeceu hoje?

Autor desconhecido.

Fontehttps://fisicaquanticaeespiritualidade.com/2017/04/22/7-coisas-que-afetam-sua-frequencia-vibracional/

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“Precisamos falar sobre a (crise da) universidade tradicional” – Oportuna e inteligente reflexão!!!

Voltando com o tema EDUCAÇÃO, reproduzo hoje um texto oportuno e inteligente, de Alex Bretas, que vi publicado no blog ZÉducando. O autor nos instiga a refletir sobre a realidade atual do sistema de ensino predominante nas universidades e, o que é mais importante, para a necessidade de modernização e adaptação dos métodos educacionais à luz da realidade – e demandas – do mundo atual, de efetiva participação, de democracia que seja verdadeira e de pessoas conectadas e cada vez mais atualizadas.

A exemplo de alguns já existentes, novos modelos de aprendizado precisam ser oferecidos para atender às gerações mais jovens, forjadas na rapidez, no uso intensivo de tecnologia, em ambiente de liberdade e, de forma crescente, em atuação de construção coletiva (compartilhada). Como diz o autor: “não dá mais para esperar”!

Vale a pena a leitura. Confira a seguir:

“Precisamos falar sobre a (crise da) universidade tradicional

Porque a educação superior tem falhado nas suas missões e quais novas alternativas estão surgindo

Alex Bretas

O colapso não é só da educação. É de uma visão de mundo inteira. Se você é estudante universitário ou se já passou por essa experiência, provavelmente sentiu que algumas coisas não estavam nos seus devidos lugares. Ou, talvez, elas repousavam tanto sobre seus devidos lugares que impossibilitavam qualquer mudança efetiva. Hierarquia, competitividade exacerbada, egos inflados, autoritarismo de professores, estruturas engessadas, falta de propósito e pertencimento verdadeiros. Fato é que, ainda que tais fatores estejam presentes de maneira endêmica em todos os cantos de nossa sociedade, na universidade eles parecem incomodar ainda mais.

Talvez a inquietação extra seja pelo frescor da juventude associado ao contato de alguns com filósofos, sociólogos, educadores e historiadores corajosos, que não se furtaram a denunciar a crise de humanidade que estamos vivendo. Crise de democracia — da qual carecemos em seu sentido maiúsculo, ou seja, um sistema de decisões e ações pautado na autonomia do sujeito, contrário ao fantoche de democracia que nos acostumamos a enxergar nos Estados-nação. Isso tudo pode parecer que está longe, mas está perto. Está fazendo as pessoas adoecerem.

Caminhando em outra direção, mas no mesmo sentido, um estudo de 2013 da Universidade de Oxford aponta que até 47% dos empregos nos Estados Unidos serão extintos nos próximos 25 anos em função da tecnologia. Em todo o mundo, novas profissões e formas de trabalho estão surgindo a cada instante. Pessoalmente, acredito que a missão da universidade é muito mais ampla do que formar profissionais para o mercado, mas, ainda assim, não podemos ignorar que está cada vez mais difícil permanecer “empregável”. E se nossas instituições educacionais continuarem nos fazendo engolir sem digerir conteúdos que outros agentes — a burocracia estatal, a coordenação do curso, os professores — definiram como importantes, essa realidade será bastante difícil de mudar.

O que ocorre é que as pessoas estão afim de se expressar. Nós queremos ser valorizados pelos nossos tesouros internos, pelas nossas potencialidades, e queremos conhecer e trabalhar com a potencialidade do outro. As decisões em relação a nossas aprendizagens, nós é quem precisamos tomá-las. Se o mundo acadêmico está doente e o mercado se transforma a cada instante, então o que nos resta é assumir o controle da nossa educação. Por muito tempo, nos referimos a quem faz isso como autodidata, aquele serzinho meio antissocial e totalmente nerd que corre por fora do sistema. Chegou a hora de ressignificar a figura do autodidata — talvez criando um novo nome, aprendiz autodirigido — , no sentido de alçá-la a um novo patamar. Afinal, se Albert Einstein, Santos Dumont, Joseph Campbell, Jimi Hendrix, Frida Kahlo e Aaron Swartz tinham algo em comum, é que todos eles eram autodidatas.

Aprender de maneira autodirigida não precisa (nem deve) ser um caminho solitário. Diversos projetos ao redor do globo estão partindo desse princípio para recriar o conceito de universidade, agrupando gente em torno de estudos e ações significativas. É o caso por exemplo da Swaraj University, na Índia, que busca regenerar culturas locais por meio do estímulo à aprendizagem autônoma, da Wayfinding Academy, nos Estados Unidos, que questiona as métricas tradicionais de sucesso a fim de ampliar a liberdade dos estudantes, e até mesmo do Classroom Alive, na Suécia, um modelo open source de aprendizado que conjuga momentos de estudo independente com jornadas coletivas a pé ou de bicicleta.

No Brasil, também surgem novas possibilidades. A Multiversidade é um espaço que nasceu para reunir pessoas em torno de uma outra visão de mundo, a qual se reflete em seu paradigma educacional baseado em comunidade, autenticidade e liberdade. Nosso propósito é potencializar a construção de conhecimento a partir das questões que mais movem as pessoas, de modo a incentivá-las a colocar em prática projetos reais junto com mentores e outros aprendizes. Não há disciplinas obrigatórias, provas nem professores no sentido tradicional, e sim oportunidades de aprendizagem, portfólios e facilitadores.

Não dá mais para esperar.

Obs.: Este artigo foi originalmente publicado no Medium do autor.

Publicado em – https://joserosafilho.wordpress.com/2017/10/07/precisamos-falar-sobre-a-crise-da-universidade-tradicional/.

Fontehttps://www.papodehomem.com.br/precisamos-falar-sobre-a-crise-da-universidade-tradicional

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TUA CANTIGA – Chico Buarque retornando no mais alto estilo! (vídeo)

Para inspiração musical neste sábado, trago vídeo clipe, publicado no YouTube pela gravadora Biscoito Fino, registrando o retorno “oficial” de nova série de gravações do fenomenal Chico Buarque. E ele voltou em altíssimo estilo!

Confiram esta gravação de Tua Cantiga, canção de Chico em parceria com o músico (pianista) Cristóvão Bastos, o mesmo de outras canções de sucesso como, por exemplo, Resposta ao Tempo (parceria com Aldir Blanc) e Todo o Sentimento (parceria com Chico). O resultado é esta beleza que eles nos oferecem de brinde, em termos de musicalidade, suavidade, mensagem e muita qualidade na apresentação!

Por curiosidade, selecionei algumas opiniões registradas na publicação no YouTube:

“O coração chega fica quentinho com esta volta tão inesperadamente bela!”

“Ótima canção nem precisa gritar para expressar a boa música…”

“É divino poder ter acesso a tanta delicadeza de alma. Chico nosso baú de tesouros!”

“Estávamos precisando. Obrigado Chico.”

Para você curtir, segue o vídeo e também a letra, logo abaixo:

Tua Cantiga Autoria: Chico Buarque/ Cristovão Bastos

Letra:

Quando te der saudade de mim

Quando tua garganta apertar

Basta dar um suspiro

Que eu vou ligeiro

Te consolar

Se o teu vigia se alvoroçar

E estrada afora te conduzir

Basta soprar meu nome

Com teu perfume

Pra me atrair

Se as tuas noites não têm mais fim

Se um desalmado te faz chorar

Deixa cair um lenço

Que eu te alcanço

Em qualquer lugar

Quando teu coração suplicar

Ou quando teu capricho exigir

Largo mulher e filhos

E de joelhos

Vou te seguir

Na nossa casa

Serás rainha

Serás cruel, talvez

Vais fazer manha

Me aperrear

E eu, sempre mais feliz

Silentemente

Vou te deitar

Na cama que arrumei

Pisando em plumas

Toda manhã

Eu te despertarei

Quando te der saudade de mim

Quando tua garganta apertar

Basta dar um suspiro

Que eu vou ligeiro

Te consolar

Se o teu vigia se alvoroçar

E estrada afora te conduzir

Basta soprar meu nome

Com teu perfume

Pra me atrair

Entre suspiros

Pode outro nome

Dos lábios te escapar

Terei ciúme

Até de mim

No espelho a te abraçar

Mas teu amante

Sempre serei

Mais do que hoje sou

Ou estas rimas

Não escrevi

Nem ninguém nunca amou

Se as tuas noites não têm mais fim

Se um desalmado te faz chorar

Deixa cair um lenço

Que eu te alcanço

Em qualquer lugar

E quando o nosso tempo passar

Quando eu não estiver mais aqui

Lembra-te, minha nega

Desta cantiga

Que fiz pra ti

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Livro autoral – Notícias sobre o lançamento e mesas de autógrafos – Atualização (3)

Faço hoje mais uma atualização sobre os eventos programados para divulgação e autógrafos do meu livro ‘LONGEVIDADE – Como se preparar para uma vida longa e bem-sucedida’, Editora Novo Século, selo figurati.

No último sábado, 30/9, aconteceu a tarde de autógrafos aqui em Salvador, Capital da Bahia, no Palacete das Artes, bairro da Graça, com início às 17 horas. Foi uma jornada memorável, de feliz congraçamento e verdadeira alegria, proporcionada pela presença de mais de 150 pessoas queridas, entre as quais familiares, colegas e companheiros de jornada, amigos de várias histórias, ambientes, cidades e até de gerações distintas! As fotos a seguir ilustram um pouco do que aconteceu:

Próximos eventos

No próximo dia 17, terça-feira, às 19 horas, acontecerá a noite de autógrafos em Brasília-DF, localidade na qual residi e atuei profissionalmente por cerca de 17 anos. O evento se dará no Carpe Diem Restaurante, estabelecimento que tem tradição em lançamentos de livros na Capital Federal. Será mais um momento inesquecível, com certeza. Espero a presença de familiares, amigos e parceiros de jornadas profissionais e sociais. Você, que me acompanha aqui no blog, é convidado/a especial!

Eis o convite:

Para encerrar, informo que a noite de autógrafos na Capital de São Paulo já está agendada. Acontecerá no dia 26 deste mês. Em breve publicarei o convite, com os detalhes sobre o evento.

E por sintetizar o espírito do livro, vale repetir aquela frase que registrei na postagem anterior: Já que você vai viver mais, não abra mão de planejar o seu futuro!

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Perdoar faz bem! – Vídeo com o Dr. Fernando Lucchese

Para complementar postagem que fiz hoje pela manhã,   (https://obemviver.blog.br/2017/10/05/sobre-o-perdao-comece-aprendendo-a-perdoar-a-si-mesmo/), divulgo vídeo, recebido de um amigo, em que o cardiologista Dr. Fernando Antônio Lucchese (diretor do Hospital São Francisco/Sta Casa de Porto Alegre) fala sobre as doenças da alma e a importância do perdão para a saúde. Entre outras informações relevantes, ele enfatiza que “ruminar o ressentimento” faz muito mal e acaba comprometendo a saúde!

O vídeo, com duração de apenas 3:49, foi publicado no YouTube por MEDICAL TV.

Vale a pena assistir:

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Sobre o perdão: “Comece aprendendo a perdoar a si mesmo”

Volto hoje com o tema ‘perdão’ (ou saber perdoar). Reproduzo, a seguir, interessante artigo publicado no blog A Mente É Maravilhosa, da escritora Luciana Marques, falando mais precisamente sobre a importância, ou necessidade, de perdoar a si mesmo!

Trata-se de reflexão que precisamos ter sempre em mente, para o nosso processo de evolução pessoal, para a qualidade das nossas relações e, principalmente, para o bem viver. Leia a seguir:

Comece aprendendo a perdoar a si mesmo

 Luciana Marques 
Aprender a perdoar a si mesmo

Fico pensando, às vezes (muitas vezes), que a parte mais difícil da superação de momentos conturbados em nossas vidas é aquela em que é preciso perdoar a si mesmo.

É tão fácil narrar os acontecimentos tristes e trágicos da nossa trajetória, culpar as pessoas que estavam conosco por nossos fracassos e assumir sim uma culpa parcial, mas sem nunca eximir o outro da responsabilidade por nossa infelicidade e insucesso. “Eram as companhias, foi ele, foi ela”.

Aquela mágoa fica, corrói, decidimos que vamos seguir adiante, recomeçar, mas vez por outra tropeçamos num sentimento melancólico que nos remete ao passado e a aquele perdão que ainda não foi dado de fato.

Às vezes, depois de certo tempo, deixamos de sentir tanta mágoa e buscamos o perdão de outras pessoas. A mágoa cede então lugar para uma culpa que não passa. Até que um dia, (felizmente, eu creio), descobrimos dolorosamente que o que falta é perdoar a si mesmo. “Fui eu”.

É aquele dia que vem cheio de clarezas, como se você tivesse sido agraciado por uma luz divina que te mostrou aqueles pontos obscuros que ainda não tinha visto. Pontos em si mesmo… A gente assume a culpa. Em algum momento da vida, ou em vários deles, você fez a escolha de viver aquilo, estar naquela situação, causar aquele sentimento, cultivar uma amizade, uma relação. Seja como for, é quase avassaladora a percepção de que nós escolhemos.

Homem tentando perdoar a si mesmo

Você não foi uma vítima das circunstâncias ou de pessoas e nem fez vítimas também.Todos fazemos escolhas que nos levam aos caminhos que percorremos. Às vezes (muitas vezes), fazemos escolhas erradas. O que se há de fazer? Acho que nada, além de aprender com isso que chamamos de “experiência”.

É claro que em absoluto estou falando aqui de acontecimentos trágicos, de vitimas de violência e coisas do gênero. Estou falando de relacionamento entre pessoas. Os amores, os amigáveis, os trabalhistas, etc. Acredito que em algum momento enxergamos as coisas como desejamos que elas sejam e colocamos uma venda, às vezes bem firme, outras um pouco translúcida, mas uma que nos permita seguir adiante sem considerar muito os prós e contras.

Homem que precisa aprender a perdoar a si mesmo

Não existem vítimas ou culpados. Existem pessoas que fazem escolhas, certas ou erradas, que desenham toda a uma trajetória de vida colecionando dores, lembranças, amores, comemorações, decepções… Acho que quando nos damos conta de que tudo está relacionado às escolhas que fazemos, às expectativas que criamos, compreendemos que o que nos falta é de fato perdoar… ao outro. A nós mesmos.

O outro nos fez aquilo que permitimos. Nós fizemos ao outro aquilo que desejamos para suprir uma necessidade. E ele permitiu também. Não existem culpados. Não existem vítimas. Só pessoas, vivendo, buscando de forma egoísta e realista, aquilo que seja bom para elas.

Chega a hora difícil de se perdoar

Perdoar por ter arrumado as malas e partido. Perdoar por ter chegado com a intenção de ficar e mais tarde ter percebido que não era assim. Perdoar por confiar cegamente em alguém imperfeito. Perdoar por dizer coisas que na verdade não sentia, mas queria. Perdoar por sentir necessidade de recomeçar, mesmo quando quem vai com você está bem onde está.

Perdoar por se culpar tanto, quando tudo isso faz parte do que chamamos de viver… apenas viver. Porque não existe essa de vitimismo. Existem pessoas fazendo escolhas todo o tempo. Ação e reação. Lei da física. Lei da vida. Também conhecido como… viver.

Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/aprendendo-perdoar-a-si-mesmo

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“Como se desligar do trabalho quando você está fora dele” (boas dicas)!

Ter a capacidade de se desligar do trabalho nas horas (e dias) de folga é um enorme desafio para muita gente, e até mesmo impensável para outras. Desenvolver esse aprendizado é fundamental, principalmente para manter o equilíbrio do corpo e da mente e a própria saúde. Isso acontecia comigo e acontece, por certo, com muitas pessoas.

Questões que decorrem desse contexto: Como podemos nos desligar para valer das coisas do trabalho quando não estamos trabalhando? Como voltar a mente e colocar foco em outros assuntos? Como dar vida à vida além do trabalho?

A postagem de hoje é exatamente para nos ajudar a esse respeito. Os aconselhamentos vão contribuir para um melhor desempenho e, subliminarmente, auxiliam ainda na prevenção do estresse e da ansiedade. Enfim, tem a ver com saúde, no conceito de saúde plena (ou integral)!

Assim, confira as dicas trazidas por uma autoridade no tema, o psicólogo, professor e escritor Art Markman, em artigo publicado aqui no Brasil pelo portal da revista ÉPOCA NEGÓCIOS. Trata-se de sugestão de atitudes simples, práticas e que, a meu ver, funcionam. Recomenda mecanismos para a adoção de hábitos que alterem comportamentos viciados e que precisam ser de alguma maneira combatidos no dia a dia. Interessante observar também que, no geral, as dicas se aplicam para quase todas as pessoas que exercem atividades. Não se destina apenas para quem está atuando em uma empresa, em regime trabalhista. Vale, por exemplo, para o empresário, o profissional liberal, o profissional que se dedica a uma organização sem fins lucrativos, o estudante etc.

Leia e tire bom proveito:

“Como se desligar do trabalho quando você está fora dele

Dicas para você conseguir aproveitar os benefícios do tempo livre e afastar a tentação de checar emails ou resolver problemas fora do escritório

Café - escrever - descansar - relaxar - descanso - fora do trabalho - pensamentos bons - paz (Foto: Pexels)UMA DAS DICAS É ESCREVER TUDO QUE ESTÁ TE AFLIGINDO E VER QUE, NO FUNDO, MUITO DAQUILO É ANSIEDADE (FOTO: PEXELS)

Pense bem: qual foi a última vez que você se desligou realmente do trabalho? Parou de pensar ou se preocupar com ele, de fazer lista de tarefas a serem cumpridas diariamente, de checar os emails? Lembrou quanto tempo faz isso? Bem, todos nós sabemos que há diversos benefícios em se desligar do trabalho de tempos em tempos. Precisamos descansar para conseguir voltar com mais foco e atenção. Precisamos de descanso também para deixar de trabalhar no automático, indo e voltando do escritório todos os dias, mas sem estar produzindo resultado algum. “É inegável, todo mundo concorda nos benefícios que um afastamento do trabalho gera. O problema é temos muita dificuldade de fazer isso e conseguirmos nos desligar”, diz Art Markman, escritor do livro Smart Thinking e professor de psicologia e marketing da Universidade do Texas.

“Mesmo quando voltamos para a casa em um horário decente, pegamos algum relatório para ler. Mesmo quando vamos viajar por uns dias, não conseguimos deixar de checar os emails. Acordamos cedo ou ficamos acordado até tarde da tarde, sempre pensando e organizando a ordem de tudo aquilo que precisamos fazer. Eu conheço até pessoas que sonham com os problemas que estão enfrentando no trabalho”. A consequência de tudo isso, defende Markman, é que simplesmente não conseguimos aproveitar, de fato, uma série de benefícios que o tempo livre pode gerar em nossas vidas. Inclusive para a nossa produtividade no trabalho. Em artigo escrito para a Harvard Business Review, Markman apresenta algumas dicas, hábitos e lições baseados na terapia cognitivo-comportamental para ajudar as pessoas a conseguirem se desligar (mesmo) do trabalho quando estão fora dele. Confira:

Tire o foco daquilo que você não precisa fazer 
“Definir a meta de não pensar no trabalho quando você está fora dele começa com a presunção de que você vai conseguir se segurar toda vez que se sentir tentado a realizar alguma tarefa relacionada ao trabalho”, diz o escritor. Segundo ele, muitas pessoas não conseguem mudar seu comportamento – e ficarem livres para curtir – “porque se concentram naquilo que não precisam fazer, ao invés de partirem para realizar outras atividades”. Ou seja: você precisa fazer algo diferente. Markman lembra que os seres humanos só aprendem um novo hábito quando o transformam em ação. Não é possível criar um hábito se ele não estiver sendo praticado.

A dica dele, então, é elaborar um plano para as atividades que você vai fazer fora do trabalho e, assim, conseguir praticar novos hábitos, atividades e começar a se desligar, de fato. “Se você não tiver um plano específico que foque naquilo que irá fazer e que não tem relação com o trabalho, você praticará as mesmas coisas de sua rotina e provavelmente irá trabalhar em algum momento”. Procure um trabalho voluntário aos finais de semana, um curso de desenvolvimento pessoal – como aprender uma nova língua -, tente aulas de música, comece a desenhar, marque aulas na academia algumas vezes por semana no fim da tarde. As novas atividades começarão a preencher seu tempo e sua mente, deixando menos espaço para você ficar pensando no trabalho. Ou seja, você estará incluindo outros objetivos na sua vida.

Controle seus pensamentos
Apenas fazer novas atividades pode não trazer o relaxamento que você espera, se seus pensamentos continuarem sendo dominados pelo trabalho, diz Markman. É preciso estar vigilante quanto a isso. O escritor dá duas dicas para lidar com esses “pensamentos intrusos”. O primeiro é sempre ter um plano para ocupar sua mente imediatamente no tempo que estiver livre: ler um livro, montar um quebra-cabeças, telefonar a um amigo. Se não estiver mesmo conseguindo afastar os pensamentos negativos, pegue um caderno. Marque 10 minutos no cronômetro e comece a escrever aquilo que está te incomodando. “É algo que será útil principalmente se as suas preocupações sobre trabalho estiverem muito mais ligadas a uma questão de ansiedade do que simplesmente de executar todas aquelas tarefas que você precisa”, diz Markman.

Mude o ambiente ao seu redor para começar a agir diferente
Um fumante não tenta parar de fumar mantendo uma grande caixa com maços de cigarro no armário. Da mesma forma, diz Markman, alguém que está tentando estabelecer uma rotina mais equilibrada entre vida pessoal e profissional não deixa o telefone e o computador ligados todo o tempo. “Sim, eu estou mesmo sugerindo que você desligue seus dispositivos. Uma boa forma de não ceder à tentação de trabalhar quando está fora do escritório é tornar essa tarefa um pouco mais difícil de ser realizada. Se você desligar seu celular, por exemplo, pensará duas vezes antes de ligá-lo para checar os emails”.

Em termos de espaços físicos, a dica de Markman é reservar um espaço de sua casa onde é “proibido trabalhar ou pensar em trabalho”. Pode ser um quarto, um canto, uma mesa. Use esse local para realizar outras atividades – de leitura à ioga, por exemplo. “Quanto mais você associar esse ambiente a coisas que não envolvem trabalho, mas fácil vai ser usar essa área para se desligar e afastar os pensamentos intrusos”.

Além disso, peça ajuda a amigos e familiares. Fale para eles te lembrarem o quanto está checando seu celular – em vez de estar conversando com eles. Peça para eles te convidarem para atividades diferentes, que irão te distrair.

Tire uns dias de descanso – e fique longe do escritório 
Mesmo que você crie todos esses planos, precisa de fato tirar uns dias de descanso. Essa obrigação pode soar algo muito ruim para várias pessoas, diz Markman. “Pode provocar ansiedade em muita gente que irá pensar que elas estão perdendo um email importante, que algo de errado está ocorrendo enquanto estão fora, que as pessoas não estão trabalhando direito”, diz o escritor.

Markman busca a dica para contornar esses pensamentos na terapia cognitivo-comportamental. “Estudos indicam que uma boa forma de reduzir a ansiedade é se expor a uma situação assustadora e, gradualmente, ir aprendendo que essa situação não é lá tão ameaçadora quanto parecia”, diz. Então, se o seu problema é perder algum email importante, passe uma noite sem checar os emails – e descubra pela manhã que tudo aconteceu sem você ter precisado respondê-lo. Vá aumentando o tempo com que você fica sem checá-lo. Tente passar um dia ou um final de semana. Depois, uma semana inteira. “Você perceberá que as pessoas deram algum jeito de buscar uma solução mesmo sem sua resposta. E o melhor é que nesse tempo você estava descansando. Quando voltar, estará com mais energia e disposição para sugerir novas ideias e projetos”. 

Fonte – http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/09/como-se-desligar-do-trabalho-quando-voce-esta-fora-dele.html

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Texto precioso sobre autoconhecimento e espiritualidade: “Sete passos para controlar seu ego”

Resultado de imagem para o que é o ego inferior Imagem:Raiz da vida

O autoconhecimento e a espiritualidade são fatores essenciais para que possamos viver em plenitude, em equilíbrio e com sentimentos positivos na maior parte do tempo. Isso vale para o processo de evolução individual ao longo da vida e em qualquer circunstância, compreendendo, por exemplo, a preparação para atuar e ter êxito na carreira/profissão, para a segunda metade da vida (pós-50) e para a fase da aposentadoria.

Exatamente por isso, ao recomendar os principais fatores que devem ser considerados na elaboração de um bom projeto de vida, coloco sempre, em primeiro lugar, o fator Autoconhecimento e Espiritualidade. Aí está a base de tudo!

Quando estamos dedicados ao autoconhecimento e na busca da evolução espiritual, naturalmente enxergamos, entre tantas descobertas, as nossas fraquezas e aspectos que merecem o nosso aprimoramento. Nesse contexto, é importante atentarmos para o nosso ego, que está na mente de cada indivíduo, e que é criado e alimentado pelos ambientes, pela sociedade, pelo outro, pelos desejos. Conhecer a esse respeito é muito útil, até porque, em regra, reclamamos, desejamos e exigimos muito o que não temos, enquanto que somos bem menos gratos pelo que já realizamos e acumulamos. 

A propósito desse grande tema, encontrei o maravilhoso texto “Sete passos para controlar seu ego. Saiba o que ainda te prende na terceira dimensão!”, de autoria do notável escritor e palestrante norte-americano Dr. Wayne Dyer (1940-2015), publicado no blog IGNOTUS. O texto, de agradável leitura, é um convite para a autorreflexão. Explora cada um dos sete passos para dominar o ego. Trata-se, a meu ver, de uma preciosidade!

Recomendo muito este texto como contribuição para a sua evolução individual. Leia, reflita, tire o melhor proveito… e compartilhe!

Reprodução a seguir:

“SETE PASSOS PARA SUPERAR O CONTROLE DO EGO SOBRE VOCÊ
Por Wayne W. Dyer
 
Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender ideias arraigadas sobre a própria importância. Todas estas são concebidas para ajudar a impedi-lo de se identificar falsamente com a auto importância do ego.
 
1 – Deixe de ficar ofendido.
 
O comportamento dos outros não é motivo para ficar retido. Aquilo que o ofende somente o enfraquece. Se estiver procurando ocasiões para ficar ofendido, você as encontrará a cada oportunidade.
 
Este é o seu ego operando, convencendo-o de que o mundo não deveria ser assim. Mas você pode se tornar um apreciador da vida e se equiparar ao Espírito universal da Criação.
 
Você não pode alcançar o poder da intenção ao ficar ofendido. De qualquer modo, aja para erradicar os horrores do mundo que emanam da identificação massiva do ego, mas fique em paz.
 
Como “Um Curso em Milagres” nos lembra: “A Paz é de Deus, você que é parte de Deus, não está no lar, exceto em sua paz. O Ser é de Deus, você que é parte de Deus não está no lar, exceto em sua paz”.
 
Ficar ofendido cria a mesma energia destrutiva que o ofendeu em primeiro lugar e leva ao ataque, ao contra-ataque e à guerra.
 
2 – Libere a sua necessidade de vencer.
 
O ego adora nos dividir em vencedores e perdedores. A busca da vitória é um meio infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque em última instância, a vitória é impossível o tempo todo. Alguém lá fora será mais rápido, mais afortunado, mais jovem, mais forte e mais inteligente, e novamente você se sentirá inútil e insignificante.
 
Você não é o seu prêmio ou a sua vitória. Você pode curtir a competição, e se divertir em um mundo onde a vitória é tudo, mas você não tem que estar lá em seus pensamentos. Não há perdedores em um mundo onde todos compartilham a mesma fonte de energia. Tudo o que você pode dizer em um determinado dia é que você realizou em um determinado nível, em comparação aos níveis de outros neste dia. Mas hoje é outro dia, com outros competidores e novas circunstâncias a considerar.
 
Você está ainda na presença infinita em um corpo que está em outro dia, ou em outra década, mais velho. Deixe ir a necessidade de vencer, sem concordar que o oposto de vencer é perder. Este é o medo do ego. Se o seu corpo não está atuando de modo a vencer neste dia, ele simplesmente não se importa quando você não está se identificando exclusivamente com o seu ego.
 
Seja o observador, notando e apreciando tudo isto sem precisar ganhar um troféu. Esteja em paz, e corresponda com a energia da intenção. E, ironicamente, embora você quase não o perceba, mais vitórias se apresentarão em sua vida quando menos as perseguir.
 
3 – Deixe ir a sua necessidade de estar certo.
 
O ego é a fonte de muitos conflitos e desavenças, porque ele o empurra na direção de tornar outras pessoas erradas. Quando você é hostil, está desconectado do poder da intenção. O Espírito Criativo é bondoso, amoroso e receptivo; e livre da raiva, do ressentimento ou da amargura.
 
Liberar a sua necessidade de estar certo em suas discussões e relacionamentos é como dizer ao ego: “eu não sou um escravo para você, eu quero aceitar a bondade e rejeitar a sua necessidade de estar certo”. Realmente, eu oferecerei a esta pessoa uma oportunidade de se sentir melhor, dizendo que ela está certa, e lhe agradecer por me apontar na direção da verdade.
 
Quando você deixa ir a necessidade de estar certo, é capaz de fortalecer a sua conexão com o poder da intenção. Mas tenha em mente que o ego é um combatente determinado. Eu tenho visto pessoas terminarem relacionamentos maravilhosos, apegando-se a sua necessidade de estar certo, interrompendo-se no meio de um argumento e se questionando: “Eu quero estar certo ou ser feliz?”
 
Quando você escolhe o humor feliz, amoroso e espiritualizado, a sua conexão com a intenção é fortalecida. Estes momentos expandem no final das contas, a sua nova conexão com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você, criando a vida que você pretendia viver.
 
4 – Deixe ir a sua necessidade de ser superior.
 
A verdadeira nobreza não se refere a ser melhor do que outra pessoa. Trata-se de ser melhor do que você costumava ser. Permaneça focado em seu crescimento, com uma consciência permanente de que ninguém neste planeta é melhor do que outro. Todos nós emanamos da mesma força de vida criativa. 
 
Todos nós temos uma missão de compreender a nossa essência pretendida. Tudo o que precisamos para cumprir o nosso destino nos está disponível. Nada disto é possível quando você se vê como superior aos outros.
 
Há um velho provérbio, mas, entretanto, verdadeiro: “Somos todos iguais aos olhos de Deus”. Deixe ir a sua necessidade de se sentir superior, vendo a revelação de Deus em todos. Não avalie os outros com base em sua aparência, em suas conquistas, posses e em outros índices do ego.
 
Quando você projeta sentimentos de superioridade, isto é o que você recebe de volta, levando a ressentimentos, e principalmente, a sentimentos hostis. Estes sentimentos se tornam o veículo que o distancia mais da intenção.
 
“Um Curso em Milagres” trata desta necessidade de ser especial e superior. A pessoa que se julga especial sempre faz comparações.
 
5 – Deixe ir a necessidade de ter mais.
 
O mantra do ego é “mais”.
 
Ele nunca está satisfeito. Não importa quanto você consiga ou adquira, seu ego vai insistir que não há o suficiente. Você se encontrará em um estado perpétuo de esforço para obter, eliminando a possibilidade de nunca chegar. Entretanto, na realidade, você já chegou, e como você optar por usar este momento presente de sua vida, é sua escolha.
 
Ironicamente, quando você deixa de precisar mais, mais do que você deseja parece chegar a sua vida. Desde que você se desligou da necessidade por isto, você achará mais fácil transmiti-lo aos outros, porque você compreende quão pouco você precisa a fim de ficar satisfeito e em paz.
 
A Fonte universal está contente com ela mesma, expandindo-se constantemente e criando nova vida, sem tentar se apegar as suas criações para seus próprios propósitos egoístas. Ela cria e libera. Quando você libera a necessidade do ego de “ter mais”, você se unifica a esta Fonte. Você cria, atrai para si e libera, nunca exigindo que mais venha ao seu caminho.
 
Como um apreciador de tudo o que se apresenta, você aprende a poderosa lição de S. Francisco de Assis: “É dando que recebemos” Ao permitir que a abundância flua para e através de você, você se equipara a sua Fonte e garante que esta energia continue a fluir
 
6 – Deixe de se identificar com base em suas realizações.
 
Este pode ser um conceito difícil se pensar que vocês são as suas realizações. Deus canta todas as músicas, Deus constrói todos os prédios, Deus é a fonte de todas as suas realizações. Eu posso ouvir o seu ego protestando em voz alta. Entretanto, permaneça atento a esta ideia. Tudo emana da Fonte! Você e esta Fonte são um!
 
Você não é este corpo e as suas realizações. Você é o observador. Observe tudo isto; e seja grato pelas habilidades que acumulou. Mas dê todo o crédito ao poder da intenção, que lhe trouxe à existência e da qual é uma parte materializada.
 
Quanto menos precisar assumir o crédito pelos seus empreendimentos e mais conectado permanecer às sete faces da intenção, mais estará livre para realizar, e mais se apresentará para você. Quando você se liga a estas conquistas e acredita que apenas você que está fazendo todas estas coisas, você deixa a paz e a gratidão de sua Fonte.
 
7 – Deixe ir a sua reputação.
 
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside nas mentes dos outros. Portanto, você não tem nenhum controle sobre tudo isto. Se falar para 30 pessoas, você terá 30 reputações.
 
Conectar-se à intenção significa ouvir o seu coração e se conduzir baseado naquilo que a sua voz interior lhe diz que é o seu propósito aqui. Se estiver muito preocupado em como será percebido por todos, então você se desliga da intenção e permite que as opiniões dos outros o oriente. Este é o seu ego operando. É uma ilusão que se interpõe entre você e o poder da intenção.
 
Não há nada que não possa fazer, a menos que se desconecte da fonte de poder e se torne convencido de que o propósito desta fonte de poder é provar aos outros como você é poderoso e superior, e assim você gasta a sua energia tentando ganhar uma gigantesca reputação entre outros egos. Permanecer no propósito, desligar-se do resultado, e assumir a responsabilidade pelo que faz, reside em você: seu caráter.
 
Deixe que a sua reputação seja debatida por outros. Ela nada tem a ver com você. Ou como o título de um livro diz: “O que você pensa de mim, não é da minha conta.”
Fonte: Animamundhy”

Publicado em: http://ignotus.com.br/profiles/blogs/sete-passos-para-controlar-seu-ego-saiba-o-que-ainda-te-prende-na

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I Don’t Want To Talk About It – Fernanda Takai em bela apresentação ao vivo!

A inspiração musical deste sábado vem com a talentosa Fernanda Takai. Ela volta aqui com este vídeo recente, muito bacana, registrando apresentação ao vivo, em Inhotim-MG, em que interpreta a bela canção I Don’t Want To Talk About It, composta pelo norte-americano Danny Whitten (1943-1972).

Confiram – e curtam – este momento de beleza musical, na inconfundível suavidade trazida por Fernanda em suas interpretações e, neste show, contando com o tempero adicional representado pela participação ativa do público. A seguir:

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Gentileza e solidariedade fazem empresário brasileiro ser indicado para o Nobel da Paz!

Uma boa notícia para começar o fim de semana: um cidadão comum, pequeno empresário e de origem humilde, está merecendo reconhecimento pelo seu trabalho social, voltado para a gentileza e para a solidariedade com quem tem fome e, melhor ainda, acaba de receber indicação para a maior premiação mundial para trabalhos dessa natureza, que é o Prêmio Nobel da Paz! 

Isso está acontecendo nestes dias, com Luiz Gabriel Tiago. É assunto para nos alegrarmos, principalmente porque vai estimulando outras pessoas para a ação social e para uma maior conscientização em termos de cidadania.

Diversos órgãos de comunicação trouxeram essa notícia alentadora. Abaixo, confira matéria da Gazeta Online:

“Empresário de Niterói é indicado ao Prêmio Nobel da Paz

Luiz Gabriel Tiago,de 39 anos, é idealizador pela rede de solidariedade Pontinho de Luz

Pedro Gabriel Tiago, indicado ao Nobel da Paz, com mais uma turma do Treinamento Gentileza
Pedro Gabriel Tiago, indicado ao Nobel da Paz, com mais uma turma do Treinamento Gentileza
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Niteroiense de Várzea das Moças, o turismólogo Luiz Gabriel Tiago, de 39 anos, teve a vida transformada no início do mês por uma notícia com a qual jamais foi capaz de sonhar: a indicação ao Prêmio Nobel da Paz de 2018. A recomendação é fruto dos sete anos de atuação da Pontinho de Luz, sua empresa social, responsável pelo “Treinamento Gentileza”, um programa pago, com 22 horas de duração, dedicado a promover a empatia. Quem passa pela formação tem acesso à Pontinho de Luz, uma rede de solidariedade que conta com 35 mil pessoas, responsáveis por ações sociais realizadas no Brasil e no exterior com os recursos arrecadados por treinamentos e doações.

A iniciativa é inspirada na atuação do Profeta Gentileza. De sua referência, Pedro Gabriel Tiago tirou também um nome profissional: Senhor Gentileza, com o qual é encontrado nas redes sociais. Ele explica que, até 2010, conduzia as pesquisas que resultaram no conteúdo do programa “Treinamento Gentileza” e ministrava palestras, quando se sentiu obrigado a fazer algo mais prático para interferir na realidade.

“O tema gentileza sempre esteve muito presente em minha vida, mas era incoerente eu falar tanto nisto e não fazer nada. Pensei em fazer uma ONG, mas isso limitaria minha atuação, porque eu precisaria também de um meio de sobrevivência. Foi quando conheci o conceito de empresa social, que propõe um negócio e faz a roda da solidariedade girar a partir dele. Este tipo de iniciativa ganhou muito impulso em 2005, quando o Prêmio Nobel de Muhammad Yunus reforçou a importância dos negócios sociais. Ainda estou muito surpreso com toda essa repercussão sobre a indicação para o prêmio Nobel. Isto é maior do que qualquer coisa que pude imaginar”, afirma.

Rede de solidariedade

Nesses sete anos de atuação, a Pontinho de Luz coleciona feitos relevantes: já arrecadou 500 toneladas de alimentos para doação a famílias carentes, promove doações mensais de cestas básicas no Rio e em São Paulo e ações solidárias, como abraços públicos e distribuição de doces em frente à estação das Barcas, no Centro de Niterói. A cidade continua presente no cotidiano da empresa social: sua sede fica na casa onde Luiz Gabriel Tiago cresceu, em Várzea das Moças.

As pesquisas do empresário resultaram no livro “Gentileza no Trabalho”, publicado em 2009. Embora seja destinado a propósitos variados, seu treinamento tem maior procura por empresas que pretendem melhorar o relacionamento interpessoal entre funcionários e colaboradores diversos.

“No treinamento, o público é estimulado a se colocar no lugar do outro, para viver angústias e alegrias. Graças a ele,temos condições de ajudar asilos, orfanatos e vítimas de enchentes. É a maior fábrica de gentileza do mundo”, comemora orgulhoso o apaixonado pela Viradouro que, nas horas vagas, gosta de andar de patins no Caminho Niemeyer e de ver o por do sol na Praia de Itaipu.

A história de Pedro reúne também momentos de dificuldades financeiras, enfrentadas entre a adolescência e o início da vida adulta. Para poder cursar um pré-vestibular, vendeu cafezinho na Praça XV, no Centro do Rio, e foi office boy. Foi nesta épocaque se tornou mais sensível para as necessidades da camada mais humilde da população. Por isto, garante não ligar para o rótulo de assistencialista.

“Há quem nos critique por dar o peixe, acham que deveríamos ensinar as pessoas a pescar. Mas dar o peixe é o que eu sei fazer, e continuarei fazendo. Não posso ficar apenas no plano teórico porque, enquanto isto, as pessoas têm necessidades, sentem frio e fome”, explica.

O resultado do prêmio está previsto para o fim do ano que vem. Até março, a Academia Sueca, responsável pela organização do evento, deverá divulgar uma lista com os finalistas. Atualmente, há também uma brasileira indicada: a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes. Vítima de agressões do ex-marido que, sua atuação em defesa das mulheres resultou na lei federal 11.340/06, popularmente conhecida como Lei Maria da Penha, destinada ao combate à violência familiar. Nunca um brasileiro venceu uma edição do Prêmio Nobel.

Fontehttp://www.gazetaonline.com.br/noticias/brasil/2017/09/empresario-de-niteroi-e-indicado-ao-premio-nobel-da-paz-1014101385.html

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