Inspiração musical: TROCANDO EM MIÚDOS – Emílio Santiago e Alcione – Show!!!

Nas buscas por vídeos musicais inspiradores, encontrei, e selecionei para hoje, este vídeo muito legal, mostrando show de Alcione, com participação especial do excelente Emílio Santiago, que em dueto interpretam a bela canção Trocando Em Miúdos, composta por Francis Hime e Chico Buarque.

Relembrar Emílio Santiago, que nos deixou precocemente em 20 de março de 2013, é sempre bom, pela sua voz agradável, naturalmente aveludada, e pelo repertório de bom gosto que ele sempre nos oferecia. Deixou um grande vazio na nossa MPB!

A apresentação é parte do álbum “Faz uma loucura por mim (Ao vivo)”, de Alcione, gravado ao vivo no Canecão, Rio de Janeiro, em 2004.

Curta a seguir:

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Curiosidades sobre Polo Norte-EUA e a Casa do Papai Noel!

A pretexto desta época do ano, dos festejos natalinos e do Papai Noel, reproduzo interessante matéria, publicada no portal BBC NEWS / BRASIL, dia 23 passado, trazendo curiosidades sobre a cidade de Polo Norte, no Alasca, EUA, local considerado como a casa do “bom velhinho”. 

Confira a seguir:  

“Polo Norte, EUA: como é crescer em um lugar onde é sempre Natal

Casa do Papai Noel em Polo Norte, AlascaDireito de imagem GETTY IMAGES Image caption A Casa do Papai Noel se tornou uma atração popular durante todo o ano

Você sabe como chegar à casa do Papai Noel, né?

Siga pela via Papai Noel, claro, depois vire à direita e pegue a avenida São Nicolau, caminhando até a hamburgueria Wendy’s.

Não são instruções muito comuns. Mas Polo Norte, no Alasca, também não é qualquer cidade.

Pergunte a Cody Meyer, um rapaz de 21 anos que cresceu em Polo Norte e hoje tabalha na Casa do Papai Noel.

Não o chame de duende, aliás. Ele já tem muito trabalho explicando onde vive quando faz novos amigos pela internet.

“Normalmente o que ouço é: ‘Meu Deus, você é do Polo Norte! Sério?”, conta Cody à BBC.

“As pessoas reagem: ‘Isso é uma cidade de verdade?’. Aí eu tenho que mostrar a eles no Google – ‘sim, sim, é uma cidade real'”.

Polo Norte tem a maior estátua de fibra de vidro do Papai Noel do mundo Direito de imagem GETTY IMAGES Image caption Polo Norte tem a maior estátua de fibra de vidro do Papai Noel do mundo

A pequena cidade de Polo Norte tem uma população de 2.117 pessoas e fica a 2.700 quilômetros do Polo Norte real.

Mas, na Polo Norte dos EUA, você também encontrará renas pastando perto da via Boneco de Neve, luzes com formato de doces espalhadas por toda parte e, naturalmente, a maior escultura de fibra de vidro de Papai Noel do mundo.

Polo Norte fica a poucas horas de carro do Círculo Ártico. É uma atração turística popular e, claro, um o destino de todas as cartas recebidas pelo correio dos EUA com detinatário “Papai Noel, Polo Norte”.

Estas cartas são repondidas por uma equipe de voluntários que trabalham na base área de Eielson, que fica na região.

“Papai Noel é um homem ocupado, então tenho certeza que ele gosta dessa ajuda”, diz Mitzi Wilcox, uma piloto que vive em Polo Norte há dois anos.

Ela conta que a experiência é única: “Quantas pessoas podem dizer que vivem no Polo Norte? A gente responde cartas de crianças do mundo todo. Eu me lembro de escrever minhas cartas ao papai Noel e imagino quão feliz teria ficado se um dia ele tivesse respondido”.

Mitzi responde a cartas endereçadas ao Papai Noel vindas de vários lugares todo o mundo Image caption Mitzi responde a cartas endereçadas ao Papai Noel vindas de vários lugares todo o mundo

Nesta época do ano, no entanto, não existe muito “dia” em Polo Norte.

“Normalmente, o sol nasce entre 11h da manhã e meio dia na época mais escura do inverno”, conta Cody. “E se põe por volta das três. Então você tem em torno de 4 horas de luz.”

“Luzes artificiais que simulam a luz solar e vitaminas são altamente recomendadas nessa época pela falta de sol”, conta Mitzi.

E quando o asssunto é o frio?

Bom, ele pode chegar a -25°C em dezembro.

“Eu basicamente me encho de camadas”, ela conta, dizendo que “o inverno pode parecer longo, mas estando tão ao norte, nós também conseguimos ver as auroras boreais”.

Turistas vão a Polo Norte para ver as famosas luzes do norte ou Auroras Boreais  Direito de imagem GETTY IMAGES Image caption Turistas vão a Polo Norte para ver as famosas luzes do norte ou auroras boreais

E como é sair para uma noitada em Polo Norte?

De acordo com Cody, curtir ao ar livre ajuda.

“A gente vai esquiar e pescar no gelo”, ele conta.

Mas será que viver em um clima constante de Natal não tira a novidade dessa época?

Dois anos em Polo Norte, definitivamente, não acabaram com o clima festivo de Mitzi: “Natal é a minha época favorita no ano”.

Cody concorda. “Eu amo”, ele conta. “Eu devo ficar aqui por um longo tempo. Se não por toda a vida.”

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-50897086?utm_medium=10todaybr.20191223&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today 

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Minha reflexão para este Natal!

Resultado de imagem para reflexão sobre o natal cristão"Imagem: institutoliberal.org.br

Tenho estado menos assíduo nas postagens recentemente, por certo bem menos do que vinha fazendo e do que gostaria, devido a outras ocupações e demandas profissionais. Isso não significa, de forma alguma, ter perdido o interesse e o gosto pelo blog. De uma forma ou de outra, ainda tenho muito chão a percorrer por aqui, espero, até porque a melhor parte disso tudo é seguir contando com a sua honrosa companhia!

Para hoje, cuido de trazer alguma reflexão sobre o Natal, época do ano cujos celebrações e ritos criam uma atmosfera muito especial, elevada, sobretudo em termos espirituais para os Cristãos, que invariavelmente, a cada ano, me deixa sensibilizado e mais esperançoso, por diversos motivos.

Com a aproximação do dia do Natal, ganha força, naturalmente, uma aura de bondade, de leveza, embalada por mensagens que nos conectam com aspectos, virtudes e comportamentos nobres, representativos do lado bom e mais evoluído dos humanos, despertando, por consequência, sentimentos de amizade, fraternidade, solidariedade, gratidão e até mesmo de humildade. Esse conjunto virtuoso, aliás, é a essência da presença de Jesus Cristo, cuja jornada terrena teve início, com o seu singelo nascimento, em um dia 25 de dezembro, segundo a tradição cultuada pela maioria do povo cristão espalhado pelo planeta.

O que desejo, sinceramente, é que o espírito do Natal sirva de real inspiração e esteja presente para valer, mais e mais, na consciência de cada um de nós, orientando as nossas atitudes em todos os dias do ano, a cada momento. E assim seremos melhores com o passar do tempo, para a nossa evolução individual, para o bem da humanidade e do universo.

No ensejo, quero transmitir aos leitores deste O Bem Viver o meu abraço fraterno e sincero agradecimento pela companhia, desejando a cada um de vocês Boas Festas, Feliz Natal e o desfrutar da paz e prosperidade (não só material) que tanto almejamos e que podemos alcançar!

Para finalizar esta mensagem, a pretexto do Natal de Cristo e seus ensinamentos, transcrevo interessante – e enxuto – artigo de Percival Puggina, que circulou hoje em grupo de rede social do qual faço parte, refletindo sobre as exigências do amor. Leia a seguir (e até breve):

“NATAL, UMA LIÇÃO DE AMOR

(por Percival Puggina. Artigo publicado em

Há muitos anos participei de um programa de TV no qual se dabatia o tema da “independência” no relacionamento conjugal. Um assunto interessante porque em torno dele se tem estabelecido grande confusão, sendo muitos os que consideram desejável, no casamento moderno, uma recíproca e absoluta independência entre os pares.

Não existe isso nas instituições humanas. As sociedades se constituem porque as pessoas dependem uma das outras; uma sociedade de indivíduos absolutamente autônomos seria algo atomizado, disperso e ineficiente. União conjugal e família são reflexos da natureza individual e social da pessoa humana.

Na vida conjugal, e em especial nas relações onde o amor se impõe como elemento vinculante fundamental (embora não único), essa interdependência dos membros pode levar – e com frequência leva – ao sacrifício. Qualquer pai, mãe, marido ou mulher sabe que o amor cobra capacidade de renúncia, e a exige, especialmente nos momentos de crise pessoal, nas enfermidades, e sempre que há fardos a serem compartilhados.

Um dos maiores problemas que atingem a instituição familiar e sua estabilidade nos dias de hoje está localizado nessa fobia cultural à renúncia e ao sacrifício, entendidas pelo avesso – como elementos destruidores da natureza humana – e não como construtivos e constitutivos de sua maturidade.

O Natal de Jesus, e é sobre isso que desejo escrever, exemplifica com muita clareza que, no plano de Deus, o amor é inseparável da doação e da renúncia. O Natal não é apenas uma bela história. Ele é também o início de um drama real, convivido nas duas cidades, a de Deus e a dos homens: Deus se faz homem para estabelecer uma “nova e eterna Aliança” com a humanidade a que ama. E seguindo a lógica do amor, irá ao sacrifício de si mesmo.

Esse “dar-se” resiste, no ensinamento cristão, à dimensão comercial que cada vez mais domina as festas de fim de ano onde as relações se tornam crescentemente materiais, numa sequência que começa com o simples “receber”, passa pelo “trocar” e talvez chegue ao “dar alguma coisa”, mas raramente cogita do “dom de si”, que é a essência do Natal. Faço votos de que este Natal de 2019 seja para cada um, para cada família, para todos nós, ocasião de refletir sobre as exigências do amor, no exemplo de Jesus de Nazaré.

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Andrea Bocelli – Return to Love (Christmas Version)

Como inspiração musical para este sábado, o último antes dos festejos natalinos de 2019, trago belíssimo vídeo com o icônico tenor italiano Andrea Bocelli, interpretando, também ao piano, a canção Return to Love (Christmas Version).

O vídeo foi divulgado pelo próprio artista, recentemente, em seu canal no YouTube.

Curtam esta produção muito bem produzida, em clima intimista, romântico e verdadeiramente inspirador (a seguir)!

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RESSACA – Fique por dentro desse assunto!

Falando de saúde e bem-estar, o assunto hoje é a ressaca pós-bebida, aliás, que vem em hora mais do que oportuna, em virtude dos festejos desta época do ano.

Quem nunca teve uma e sentiu os seus incômodos? Mas, afinal, o que é a ressaca, por que ela acontece, quais são os impactos em nosso corpo e, então, o que se deve fazer para evitar ou reduzir os efeitos dos estragos provocados por uma ressaca?

Tenha resposta para essas questões e fique por dentro do assunto, a meu ver de grande  utilidade, lendo esta matéria muito legal, que reproduzo a seguir, publicada no site HUFFPOST Brasil, no último dia 15. São informações e dicas que precisamos saber. Confira:

“É isto que acontece com seu corpo quando você está de ressaca

Você é obrigado a fazer hora extra física e mental para recuperar-se depois de beber demais.

Não há como negar: acordar com uma ressaca pode ser horrível. A dor de cabeça intensa, somada a ondas aleatórias de enjoo, geralmente te leva a pensar em desistir de bebida alcoólica para sempre (ou pelo menos até o próximo fim de semana).

Quer saber o que realmente acontece internamente no dia após uma bebedeira? Especialistas explicam com detalhes:

Seu corpo tem muito trabalho para expelir as toxinas

Segundo Kate Dennison, médica naturopata de Los Angeles e fundadora da Los Angeles Integrative Health, a causa da ressaca não é a bebida alcoólica propriamente dita. Os sintomas de ressaca são causados pelos subprodutos da metabolização do álcool.

Quando seu corpo decompõe seus coquetéis favoritos, ele cria uma toxina chamada acetaldeído. O corpo precisa trabalhar muito para expulsar essa toxina – que, por sinal, é um carcinógeno ―, e isso gera alguns sintomas dolorosos.

Seus rins e fígado são obrigados a trabalhar em dobro

VLG VIA GETTY IMAGES Quando entra álcool demais em seu corpo, há mais toxinas em seu organismo.

No esforço para expulsar o acetaldeído, seus rins funcionam em ritmo redobrado. Isso provoca aumento na frequência do xixi, algo que pode rapidamente levar à desidratação e à sede extrema, podendo até causar dor de cabeça e tontura.

Em outras palavras, “a ressaca é em essência o conjunto de sinais e sintomas da desidratação e uma decorrência do corpo tentando livrar-se de uma toxina, em um processo que sobrecarrega o fígado e os rins”, disse o médico osteopata Ralph E. Holsworth, do Southeast Colorado Hospital, em Springfield, Colorado.

A mucosa gástrica fica altamente irritada

E essa é a razão daquele enjoo todo pós-bebedeira e das idas muito frequentes ao banheiro.

“O álcool irrita a mucosa gástrica e desacelera o esvaziamento do estômago, o que provoca náuseas, vômito e cólicas abdominais”, disse Lantie Jorandby, diretora médica da Lakeview Health, centro de diagnóstico e tratamento de dependências químicas em Jacksonville, Flórida.

Você pode sentir ansiedade

Estudos revelam que algumas pessoas têm sua ansiedade intensificada quando bebem. Um estudo publicado em 2012 constatou que 7,4% das pessoas que sofrem uma ressaca têm a ansiedade como um de seus sintomas. Outras pesquisas sugerem que o consumo de grandes doses de álcool “piora o estado de humor, perturba o sono, intensifica a ansiedade” e produz sintomas físicos e emocionais na manhã seguinte. Finalmente, um estudo de 2015 concluiu que muitas pessoas que bebem socialmente sentem vergonha, culpa e constrangimento depois de um período passado bebendo.

Você tem uma inflamação

Jorandby disse que o álcool desencadeia inflamação no corpo, algo que também pode levar àqueles sintomas como cefaleias. Anti-inflamatórios podem ajudar até certo ponto, mas seja prudente ao escolher quais vai tomar. Evite o acetaminafeno (paracetamol), também conhecido como Tylenol.

“O Tylenol já é tóxico para o fígado em certas doses. Quando isso é somado ao álcool residual ainda presente no corpo, pode ser perigoso”, disse Jorandby.

À medida que as pessoas envelhecem, seu corpo leva mais tempo para processar tudo isso, porque tem menos recursos disponíveis.

Talvez seja possível envelhecermos como um bom vinho – de todas as maneiras menos no que concerne às ressacas.

À medida que uma pessoa vai envelhecendo, seu corpo tem mais dificuldade em recuperar-se de bebedeiras. A partir dos 30 anos ou um pouco antes disso, temos mais dificuldade em superar uma ressaca. A razão disso não é totalmente entendida, mas alguns acreditam que esteja relacionada à velocidade em que o corpo consegue processar as coisas que consumimos.

“As ressacas ficam piores quando vamos ficando mais velhos, porque cada vez que bebemos álcool vamos esgotando recursos vitais do corpo que nos ajudam a decompor e processar o álcool”, explicou Christopher Roselle, doutorando e especialista celular na Universidade da Pensilvânia que estuda a imunologia oncológica.

“Basicamente, cada vez que bebemos álcool, usamos munição para nos defender contra as toxinas criadas pelo álcool. Com o passar do tempo, nossa munição vai se esgotando”, disse Roselle. “Por isso, com o tempo, nossas defesas se enfraquecem e nosso corpo se torna menos capaz de defender-se contra a ressaca.”

No caso em pauta, a munição seriam os antioxidantes, as enzimas e os aminoácidos encontrados no fígado, necessários para a metabolização do álcool.

“À medida que envelhecemos, vamos liberando concentrações menores de enzimas hepáticas. Isso prolonga o processo e aumenta a duração da ressaca”, explicou a nutricionista Leigh Renwick, do Copeman Healthcare Center, em Vancouver.

Como reduzir a dor da ressaca

Se você está lidando com a dor de uma ressaca, existem algumas maneiras de reduzir a dor e algumas dicas para guardar em mente para ocasiões futuras. Siga os seguintes conselhos:

Primeiro, beba com moderação

A resposta óbvia aqui é prestar atenção a quanto álcool você vai consumir no futuro. O consumo social de álcool pode converter-se em consumo exagerado em menos tempo do que muitos pensamos. A melhor maneira de evitar uma ressaca é prestar atenção a quanto você bebe. E, se você não consegue controlar quantos drinques toma, existem serviços e organizações que podem ajudar. Tudo bem buscar tratamento ou assistência de terceiros – você merece viver feliz e saudável.

Quando for beber, limite-se a determinadas bebidas

“Evite as bebidas alcoólicas de cor mais escura, incluindo o uísque e os vinhos tintos. Bebidas de cor mais clara, como gin e vodca, possuem menos congêneres [subprodutos do álcool] ou metabólitos do metanol, que tendem a exacerbar os sintomas da ressaca”, disse Jorandby.

Para Renwick, também vale a pena “evitar as bebidas alcoólicas com açúcar ou os coquetéis, que podem provocar uma queda no nível de açúcar no sangue e irritar a mucosa do estômago, gerando uma ressaca pior”.

Tome muita água, até mais do que você imagina que precisa

Como a desidratação exerce um papel tão grande, os especialistas concordam que a melhor maneira de reduzir a probabilidade de uma ressaca é tomar água para se conservar hidratado e diluir o nível de álcool em seu sangue.

A nutricionista Marissa Meshulam, de Nova York, recomenda que as pessoas tomem água entre um drinque e outro.

“Faça um favor a si mesmo e se mantenha hidratado. Você já percebeu que os bares sempre servem um copo de água acompanhando seu drinque? Aproveite o ensejo e procure beber tanta água quanto toma bebida alcoólica. Sua cabeça vai lhe agradecer mais tarde”, ela recomendou.

Nada de pular uma refeição

Meshulam sugeriu que antes de sair para beber as pessoas façam “uma refeição balanceada, com proteínas, gorduras e carboidratos com alto teor de fibras”.

Denniston recomendou incluir na refeição alguns alimentos com alto teor de nutrientes. “Experimente alimentos ricos em flavonoides, como frutinhas vermelhas, salsinha, frutas cítricas e batata doce”, ela aconselhou.

Um pouquinho de cafeína cai bem

“A cafeína não cura uma ressaca, mas vai te ajudar a ficar mais alerta e combater a névoa mental. Mas não exagere na dose, porque a cafeína também pode te desidratar”, disse Jorandby. Em outras palavras, não substitua a água que você deve tomar por café.

Mantenha distância de mais álcool

Sinto lhe dizer, mas tomar um drinque no dia seguinte não vai ajudar a curar sua ressaca. Não vai melhorar seus sintomas no momento e pode alimentar uma situação mais perigosa no longo prazo.

“Não caia na armadilha de tomar mais álcool para tentar curar-se de uma ressaca”, disse Jorandby. “Vai virar um ciclo vicioso e pode acabar levando à dependência.”

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.

Publicado em: https://www.huffpostbrasil.com/entry/ressaca-corpo_br_5df0f9f0e4b06a50a2e81553?ncid=other_huffpostre_pqylmel2bk8&utm_campaign=related_articles 

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‘FÉ E RAZÃO PODEM CAMINHAR JUNTAS? – Luis Mauro Sá’

Abro a semana com interessante e provocativa abordagem do professor Luis Mauro Sá, em recente vídeo publicado pela Casa do Saber. Ele nos instiga a pensar sobre estas duas dimensões inerentes ao ser humano: 1) ‘o poder do acreditar’, ou seja, a fé que de alguma maneira cada um de nós tem sobre as coisas; e 2) ‘o poder da razão’, a busca por comprovação em relação às crenças, em especial as ditas pelos outros. 

Como diz o expositor, a fé e a crença têm obviamente os seus limites. O segredo está em compreender sua complementaridade com a razão, portanto, a convivência com dimensões que não podem ser negadas, em especial porque não são antagônicas, apesar de conflituosas. Transitam aí os lados racional e emocional do indivíduo.

São reflexões que contribuem de certa forma para a jornada do autoconhecimento e, convenhamos, tratam do cotidiano, do mundo real das pessoas, suas certezas, dúvidas e inquietações. Vale a pena assistir (o vídeo tem duração de apenas 4:46):

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Bryan Adams – Christmas Time (Official Video)!!!

Trazendo, aos poucos, o clima das celebrações natalinas, selecionei para hoje mais um vídeo marcante com Bryan Adams, admirável cantor, compositor e também fotógrafo canadense, cuja trajetória de sucesso começou na década de 1980.

Nesta criativa produção, ele interpreta a bela e agradável canção Christmas Time, que compôs em parceria com Jim Vallance.

O vídeo foi publicado pelo artista, esta semana, no YouTube.

Confira (ele segue firme com a sua voz rouca e inconfundível)!

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‘Vício em exercícios físicos: como o esporte pode se tornar uma obsessão nada saudável’

Ninguém discute que fazer exercícios físicos, incorporar o hábito regular de praticar atividades dessa natureza, faz bem para a saúde do corpo e da mente, pois mantém a pessoa em forma, com benefícios para a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar.

Mas, como tudo na vida, exercer o equilíbrio e fugir dos extremos é sinal de sabedoria, também nesse particular. Praticar exercício físico em excesso passa a fazer efeito contrário, desencadeando uma série de problemas para a pessoa, de amplo espectro. 

É sobre isso, ou melhor, sobre o vício em exercícios físicos (verdadeira obsessão), que nos fala interessante matéria publicada no portal BBC NEWS – Brasil, no último dia 10, com bom apanhado sobre o tema, desde os fatores que desencadeiam o vício até dicas para a recuperação.

Vale a leitura – a seguir:

Vício em exercícios físicos: como o esporte pode se tornar uma obsessão nada saudável

Valerie correndoImage caption A corrida tornou-se uma obsessão na vida de Valeria e prejudicou seus relacionamentos

Correndo em um parque, Valerie Stephan parece estar em paz ao cumprir seu ritual matinal. “Quando corro, sinto que estou ficando mais rápida, mais forte. É como uma série de pequenas vitórias”, diz a atleta amadora.

Há dez anos, Valerie começou a correr para melhorar sua forma física. Ela se inscreveu em uma prova de 5 km. Depois, passou para as corridas de 10 km e conseguiu completar uma maratona.

Mas, então, ela começou a acordar cedo todas as manhãs para treinar e a priorizar o esporte acima de tudo. “O exercício me controlava, em vez de eu controlar o exercício. Isso rapidamente se tornou uma obsessão e prejudicou meu trabalho, minha família, todos os aspectos da minha vida”, diz.

À medida que o vício aumentava, ela se isolava cada vez mais, até mesmo de pessoas próximas. “Algumas pessoas simplesmente não entendiam por que eu tinha de me exercitar. Elas me achavam um pouco louca.”

Atrasar-se para os compromisso ou reagendá-los e cancelá-los tornou-se a regra. Valerie passou a combinar de se encontrar com os amigos com a condição de que fossem jogar squash ou nadar, relaxando apenas quando atingia seu objetivo no dia. “Eles pensavam que não queria vê-los. Eu queria, mas tinha de treinar muito antes para não me sentir culpada.”

Sua obsessão também afetou outros relacionamentos importantes. “Eu nunca conseguia descansar. Estava sempre correndo. Nunca queria passar um tempo em casa.”

Depois de anos forçando os limites do seu corpo e da sua mente, Valerie ficou deprimida e esgotada. Precisou parar com tudo para se recuperar e ficou quatro meses sem trabalhar.

“Tudo o que eu queria era mostrar que era uma super-humana que tinha controle total. Não conseguia demonstrar o quanto aquilo era difícil emocionalmente para mim”, afirma Valerie.

O que é o vício em exercício?

Psicólogos dizem que a dependência em exercício se enquadra em uma categoria de vício na qual um comportamento se torna compulsivo e causa problemas na vida de uma pessoa.

Estima-se que isso afete cerca de 3% da população em geral, mas chegue a 10% entre os praticantes de corrida de alto desempenho.

Normalmente, os mais propensos ao vício ​são os atletas amadores que, como Valerie, buscam na atividade física alívio para algum sofrimento interno, diz a psicóloga Chetna Kang, do Hospital The Priory, em Londres, no Reino Unido.

“Muitas vezes, as pessoas chegam com problemas de relacionamento, ansiedade, depressão. Mas, quando você começa a analisar, percebe que o excesso de exercício é o motivo. Isso não é extremamente comum, mas está se tornando cada vez mais”, diz Kang.

Caz Nahman, psiquiatra de crianças e adolescentes especializada em distúrbios alimentares, diz que excesso de exercício é uma condição frequente entre seus pacientes.

“O exercício geralmente é benéfico para a saúde mental. É uma ótima maneira de gerenciar a depressão leve ou a ansiedade severa. Mas o excesso pode ter um impacto negativo”, afirma Nahman.

Os sintomas incluem lesões como fraturas por estresse, tendinite e falhas do sistema imunológico. Em mulheres, pode levar à interrupção da menstruação, osteoporose e distúrbios alimentares. Nos homens, provoca redução da libido.

Pessoas praticando exercícioImage captionEspecialistas afirmam que o vício em exerícios não é comum, mas está se tornando mais frequente

Martin Turner, psicólogo de esportes da Universidade Metropolitana de Manchester, no Reino Unido, estuda atletas há dez anos e encontra regularmente pessoas que são dominadas por esse aspecto de suas vidas.

“Elas criam uma ideia de que o sucesso como atleta reflete seu valor como ser humano. ‘Se falho como atleta, sou inútil’. Quando correr se torna um elemento central de quem a pessoa é, ela pensa: ‘Se eu não correr, quem eu sou?’.”

Os estudos de Turner mostram que essas ideias estão geralmente associadas a um maior grau de dependência de exercícios, depressão, raiva, ansiedade e esgotamento.

“Existem três razões principais pelas quais essas crenças não fazem sentido. Primeiro, impedem o bem-estar, em vez de contribuir para isso. Segundo, refletem uma motivação de curto prazo. As pessoas correm para evitar a culpa e não pela atividade em si. Terceiro, isso não condiz com a realidade: uma pessoa precisa respirar, comer, se hidratar e dormir, mas não precisa correr”, diz o psicólogo.

Sintomas de abstinência

Enfrentar a abstinência da adrenalina e da endorfina liberadas pelo esporte pode ser particularmente difícil. Valerie tentou reduzir a carga de exercícios, mas isso teve um forte impacto sobre seu bem-estar, fazendo com que se sentisse mais inquieta.

Ela diz que isso a manteve presa em um ciclo vicioso. “Fico ansiosa quando não consigo treinar. Não consigo dormir, tenho dores de cabeça. Se não sair para me exercitar, parece que estou em uma prisão.”

Especialistas apontam que aparelhos ou aplicativos que monitoram o volume de exercício praticado podem alimentar este vício, especialmente se a pessoa é motivada por conquistas e perfeccionismo.

Usar esses dispositivos e compartilhar o desempenho pelas redes sociais faz com que essa prática se torne pública e competitiva, e torna ainda mais difícil reduzir a carga.

Sintomas de abstinência

Enfrentar a abstinência da adrenalina e da endorfina liberadas pelo esporte pode ser particularmente difícil. Valerie tentou reduzir a carga de exercícios, mas isso teve um forte impacto sobre seu bem-estar, fazendo com que se sentisse mais inquieta.

Ela diz que isso a manteve presa em um ciclo vicioso. “Fico ansiosa quando não consigo treinar. Não consigo dormir, tenho dores de cabeça. Se não sair para me exercitar, parece que estou em uma prisão.”

Especialistas apontam que aparelhos ou aplicativos que monitoram o volume de exercício praticado podem alimentar este vício, especialmente se a pessoa é motivada por conquistas e perfeccionismo.

Usar esses dispositivos e compartilhar o desempenho pelas redes sociais faz com que essa prática se torne pública e competitiva, e torna ainda mais difícil reduzir a carga.

Valerie diz que adora estes aplicativos e os usa todos os dias para monitorar seu ritmo de corrida, volume de treino e seu progresso. “Você recebe elogios e vê como melhorou e o que seus amigos estão fazendo. Mas, se tenho uma maratona chegando e meu amigo está treinando mais, me sinto pressionada.”

Turner diz que estas ferramentas podem aumentar a obsessão e prejudicar a recuperação. “Elas podem ser uma injeção de autoestima. O problema é se te dizem que você ficou aquém de alguma forma. Você não foi tão bom quanto da última vez, não foi tão bom quanto seu amigo. Você fica constantemente competindo com os outros”, afirma o psicólogo.

A situação pode piorar ainda mais se a autoestima de uma pessoa estiver diretamente atrelada às suas realizações na prática de exercícios, diz Turner. “Se o aplicativo te diz que você não foi tão bem e você pensa que isso te torna um fracasso completo, é algo pode ser ainda mais problemático.”

O caminho para a recuperação

A treinadora de triatlo britânica Audrey Livingstone diz que estes aplicativos e aparelhos estimulam um comportamento doentio entre seus atletas.

“Alguns deles ficam muito ocupados checando o que os outros estão fazendo. Digo a eles que só precisam fazer melhor do que fizeram da última vez. ‘Concentre-se no seu próprio desempenho'”, diz ela.

Livingstone afirma que busca, nestes casos, reduzir a carga de exercícios dos seus atletas por uma semana. “Eles não gostam, questionam e lutam contra isso. Simplesmente, não entendem por que precisam descansar às vezes.”

Como com qualquer outro tipo de vício, interromper o ciclo vicioso e dar os primeiros passos rumo à recuperação pode ser um processo demorado e complicado. Turner acredita que, antes, é preciso reconhecer que há um problema.

“Uma das coisas que os atletas devem fazer é refletir sobre seus pensamentos, motivações e crenças. É importante ser realista e flexível e dizer ‘se não treinar hoje, pode ser ruim, mas certamente não é a pior coisa do mundo’ e reconhecer que só porque não treinou, isso não faz da pessoa uma perdedora.”

Para Valerie, buscar um equilíbrio entre exercícios e descanso é um desafio contínuo. Agora, com o apoio de parentes e amigos, acredita que está conseguindo se recuperar.

“Entender que aquilo se tornou um vício levou muito tempo. Precisei aprender a abrir mão de me exercitar, não ficar obcecada com isso e que não posso controlar tudo, ao dizer para mim mesma: ‘Você não precisa ser perfeita.”

Ver publicação original: https://www.bbc.com/portuguese/geral-50721518?utm_medium=10todaybr.20191212&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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‘Quantas vezes nós morremos?’

Para hoje, trago precioso texto de Arnaldo de Castro Costa (amigo, ex-colega de jornada no Banco Central do Brasil, escritor e terapeuta holístico), com o título ‘Quantas vezes nós morremos‘, que de forma inteligente nos convida, naturalmente, a pensar sobre o que é vida plena, sobre um viver em permanente evolução e, sobretudo, em constante superação dos percalços pelos quais todos passamos.

Diante de frustrações, “quedas”, grandes perdas em sentido amplo, que em alguma medida acontecem diversas vezes na vida de qualquer pessoa, o autor enfatiza a importância da ressignificação, da aceitação, da capacidade de saber encerrar ciclos e de recomeçar, que se encaixam no conceito, bem em voga, da chamada resiliência. 

O texto faz parte do agradável e provocativo livro ‘Sherlock Holmes agora é psicoterapeuta – e outras histórias‘ (páginas 87/88), o terceiro do autor, composto por crônicas (leves) sobre temas variados, que certamente nos divertem e ao mesmo tempo nos convidam a refletir!

Vale a leitura. Confira a seguir:

“Quantas vezes nós morremos?

Uma vez?

Nenhuma?

Várias?

Não estou falando do falecimento  físico nem tampouco das experiências de quase morte.

Refiro-me às vivências comuns dos seres humanos no cotidiano.

Em princípio, o que todos passam ou podem vir a passar.

Basta nos lembrarmos das vezes em que o mundo pareceu desabar e de não ter luz no fim do túnel.

A profunda sensação de morte pelo surgimento de um câncer,  pela separação de um grande amor, pela perda de uma mãe, pai ou filho, pela frustração de um grande projeto pessoal, etc.

Sem falar das “pequenas mortes” que sofremos pelas decepções com os amigos, pelas perdas financeiras e de status, pela gradativa e inexorável decadência física, dentre tantas outras.

Eu posso enumerar várias mortes em minha vida até agora: me vi órfão de mãe ainda na infância, fora de casa aos quinze anos, separado e solitário na faixa dos quarenta, aposentado aos cinquenta e poucos e muitas perdas de familiares e amigos em todo esse tempo.

Cada morte trouxe a oportunidade de um renascimento!

Aliás, só pode haver (re)nascimento após algo morrer, se colapsar.

E mais, quem não “morre” ao longo da vida e não se ressignifica simplesmente não evolui! Vive no passado, só sobrevive!

Em outras palavras, passar a página de nossas crises ou lutos e sermos resilientes são passaportes para uma vida mais plena!

Bem, quando a última das mortes chegar, e  se tivermos saboreados toda a gama de experiências doces e amargas, ela provavelmente será menos pavorosa e bem mais leve.

Talvez até muito bem-vinda, especialmente para aqueles com fé  na vida espiritual!

Viver para morrer! Morrer para viver!

Faz sentido para você?

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Longevidade: “Os 50+ querem um emprego novo, não o que já tiveram”

Já comentei aqui algumas vezes, presente o fenômeno da longevidade, que são reais – e promissoras – as possibilidades que se abrem para o pós-50, essa longa jornada dos tempos da maturidade!

Com efeito, boa parte dessa massa de pessoas grisalhas, incluindo muita gente já aposentada, deseja seguir ativa, aprendendo coisas novas, fazendo coisas diferentes, empreendendo, buscando ocupar espaços e se sentirem úteis, porque dessa forma asseguram importante fator motivador para viver com ânimo e jovialidade, apesar do avançar da idade.

Melhor é que as organizações mundo afora, e o Brasil integra esse contexto, vêm abrindo espaços para trabalhadores idosos, ao enxergarem, de forma crescente, os benefícios que os talentos maduros podem trazer em termos de resultados, de melhoria da tomada de decisão e do próprio clima organizacional.

Sobre isso, reproduzo interessante publicação feita no blog Viva a Longevidade, mês passado, trazendo panorama a respeito do mercado para esses trabalhadores maduros, a partir do que está acontecendo nos Estados Unidos, na visão do fundador do site RetirementJobs.com.

Chama a atenção o fato de que esse público, no geral, não quer passividade, jogando por terra aquela conversa de que, para eles, seria tempo de “sombra e água fresca”. Como dito na matéria… “São pessoas que querem aprender, descobrir.” Mais ainda… “O que é comum a todos é a curiosidade e o desejo de se envolver.”

Confira a seguir:

“Os 50+ querem um emprego novo, não o que já tiveram”

O americano Tim Driver, fundador da RetirementJobs.com, um site de empregos para quem tem mais de 50 anos, fala como está o mercado para os profissionais mais velhos

A história

“Comecei o site Retirement Jobs em 2006, e hoje temos 1,5 milhão de membros e 5.000 pessoas que conseguiram um emprego em empresas que são amigáveis aos mais velhos. Por causa disso, fomos convidados para falar com formuladores de políticas públicas nessa área durante o governo [do ex-presidente Barack] Obama.”

“Hoje, os setores que mais estão contratando profissionais mais velhos são os de enfermagem, saúde, ensino, varejo”

O valor do trabalho

“Acredito que trabalhar por mais tempo resolve quase todos os problemas, então arranjar emprego deveria ser mais fácil. Precisamos de talentos, e as pessoas com mais de 50 anos são mais engajadas e saudáveis quando estão trabalhando, e têm mais segurança financeira. O mundo está mudando, estamos vivendo mais, com maior diversidade, melhor saúde, temos aposentadoria ativa, inteligência artificial, tecnologia. A economia está prosperando, mas existe uma incerteza no horizonte: mais adultos vão ficar na força de trabalho por mais tempo.”

Perfil dos aprendizes

“Quem são esses aprendizes com mais de 50 anos? Existem cinco tipos: os que estão redirecionando sua carreira, ganhando habilidades para ficar mais competentes, os empreendedores, quem quer devolver algo à sociedade e os que querem se enriquecer ao longo dos anos. O que é comum a todos é a curiosidade e o desejo de se envolver.”

Mercado para os 50+

“Quando estamos chegando aos 50, percebemos que as necessidade de mercado mudam, o ambiente econômico é complexo e a tecnologia cria novas necessidades de desenvolvimento da carreira. Essas coisas vão continuar sendo assim. Mas as empresas cada vez mais valorizam a força de trabalho com menos rotatividade. A idade é o novo patamar da diversidade. Conversamos com empresas que valorizam uma equipe diversificada, que reflete a diversidade de seus clientes. Essa é uma ideia que está pegando entre as empresas e está impulsionando o barco na direção certa.”

Quem contrata

“Hoje, os setores que mais estão contratando profissionais mais velhos são os de enfermagem, saúde, ensino, varejo. Vemos essa tendência da economia impulsionada pelos serviços. A boa notícia é que esses serviços podem ser feitos pelos mais velhos. Eles preferem um emprego novo, não um similar ao que já tiveram. Fizemos uma pesquisa e a maioria dos 50+ disse que preferia um trabalho diferente, algo novo. São pessoas que querem aprender, descobrir.”

Aprendizado online

“Quando perguntamos como essas pessoas querem aprender coisas novas, mais da metade [52%] disse que prefere uma abordagem online flexível, e 30% preferem uma abordagem híbrida entre online e offline. O que é muito encorajador é que 7 entre cada 10 pessoas disseram que é muito provável que voltem a estudar para desenvolver uma habilidade online. São pessoas na faixa de 60 a 70 anos.”

Mais exemplos

“Queremos que as pessoas voltam à escola, mas muitas vezes o custo é proibitivo, ou elas não pensavam que teriam de voltar ao trabalho quando ficassem mais velhas. Por isso, os empregadores precisam se coordenar mais com os educadores, e a legislação precisa ter mais casos de sucesso na contratação de funcionários mais velhos para convencer as outras de que isso é uma oportunidade, e não um gasto.”

Fonte: https://www.vivaalongevidade.com.br/forum-da-longevidade/os-50-querem-um-emprego-novo-nao-o-que-ja-tiveram

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