“Por que a felicidade dura tão pouco?” – A impermanência e a vida: um vídeo essencial!

Voltando com conteúdo que possa contribuir para a evolução do nosso nível de consciência, dentro da grande área do autoconhecimento e da espiritualidade, a ênfase hoje vai para a Lei Universal da Impermanência, presente a sabedoria milenar de que tudo muda no universo, de que nada dura para sempre etc. Aliás, pode-se afirmar que a Lei da Impermanência é a única lei imutável na vida.

Por conta disso, trago excelente vídeo de Pedro Wanderley, do blog “Pratique o bem hoje”, publicado ontem no YouTube, a respeito da impermanência, o que significa esse fenômeno, como ela nos afeta e, no conjunto do argumento, a justificativa para o título do vídeo: Por que a felicidade dura tão pouco?

Vale muito a pena você assistir. Creio mesmo que a mensagem trazida no bem produzido vídeo, com conteúdo tão rico e engrandecedor, mereça amplo compartilhamento. Afinal, por que tristeza e sofrimento desnecessários?

Confira a seguir:

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PROBLEMA X OBSTÁCULO – Um vídeo inspirador sobre superação!

Começo as postagens da semana repercutindo um vídeo inspirador, recém publicado no YouTube, com depoimento a respeito de um caso (dito como real) sobre superação, demonstrando verdadeiro exemplo do que se chama por aí de resiliência e, como mote principal da mensagem, com incisiva ênfase para a necessária diferenciação que se deve fazer entre “problema e obstáculo.

E esse depoimento rico, agradável e ao mesmo tempo emocionante, pela evidente presença de ingredientes importantes como humildade, determinação e competência, é trazido pelo ator e comediante Sérgio Mallandro. Vale a pena assistir. Trata-se de uma lição de vida que pode encorajar e oferecer bons insights para muitos.

O vídeo foi publicado no canal Bruno Soares. Confira:

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Sábado e música: Vanessa da Mata – Amado (ao vivo)!!!

A inspiração musical para hoje vem com a talentosa Vanessa da Mata, cantora, compositora e escritora mato-grossense.

Neste vídeo oficial do álbum “Caixinha de Música”, de 2017, muito bonito e bem produzido, gravado ao vivo, a artista reapresenta a canção Amado, um dos seus grandes sucessos, composta em parceria com Marcelo Jeneci, originalmente lançada em 2009.

Um momento agradável, mostrando incrível interação com o público. Vale conferir!

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“Como manter a motivação durante a pandemia”

É fundamental, nesse contexto que vivenciamos desde março, marcado por incertezas, por naturais sentimentos de ameaças e pelo domínio de notícias pouco animadoras, que a pessoa procure manter o ânimo e busque maneiras de se automotivar. Sabemos que uma mentalidade positiva e conectada com bons propósitos, de acordo com a opinião de inúmeros especialistas, tem papel muito importante para o sistema imunológico do indivíduo e, por conseguinte, para a sua saúde.

Nessa perspectiva, encontrei o interessante – e oportuno – artigo “Como manter a motivação durante a pandemia”, curto e objetivo, publicado dia 6 passado no site Viva a Longevidade. O texto trás dicas, colhidas de grandes autoridades no assunto pelo The New York Times, que podem lhe ser úteis.

Confira o artigo a seguir transcrito. Vale a leitura!

“Como manter a motivação durante a pandemia

Especialistas dão dicas do que podemos fazer para manter pensamentos positivos e afastar o desânimo

Manter a motivação tem sido um grande desafio de quem está enfrentando grandes mudanças na vida por causa da pandemia de Covid-19. No começo da quarentena, muita gente aproveitou o tempo em casa para arrumar armários, consertar coisas quebradas ou colocar a leitura em dia.

Mas, conforme as semanas avançam, a falta de uma perspectiva de quando o combate ao coronavírus será encerrado acaba minando o entusiasmo com as tarefas cotidianas. Como podemos retomar o ânimo nesse cenário? O The New York Times consultou alguns especialistas para explicar como manter a motivação durante essa pandemia.

O que podemos fazer para manter pensamentos positivos e afastar o desânimo durante a pandemia

“Fazer o que realmente importa em nível pessoal é o antídoto para a exaustão”, afirma o psicólogo Daniel Goleman, autor de “Inteligência Emocional”. “Encare o que está acontecendo e pense no que isso significa para você e o que realmente importa agora. Pergunte-se: ‘será que eu posso agir de alguma maneira sobre as coisas que são importantes para mim?'”.

Goleman explica que existem dois tipos de motivação: a intrínseca (a que traz uma recompensa interna) e a extrínseca (quando a recompensa vem de fora). “Nosso valor fundamental é o intrínseco. É baseado na gentileza, na compaixão, na generosidade, na capacidade de dar e receber amor. Ser útil aos outros tem um efeito poderoso sobre como nos sentimos. Existem várias oportunidades de servir, mudar o foco de nós para os outros”, concorda o médico Vivek Murthy, autor de “Together”.

Ficar de olho nas notícias sobre o coronavírus nos lembra a todo momento que somos mortais, e isso pode nos levar a pensamentos negativos, como julgar os outros, cobiçar itens essenciais e pensar na lógica “eu contra os demais”, explica Goleman. “Se pensarmos conscientemente sobre a morte, nada disso importa. O que realmente importa são as pessoas que amamos e ajudamos.”

Adotar um comportamento generoso e altruísta, aliás, ativa circuitos do cérebro que são essenciais para incentivar o bem-estar, explica o neurocientista Richard Davidson. Uma maneira de colocar esses sentimentos na prática é, por exemplo, dividir grandes objetivos em tarefas pequenas, como pensar no que você pode fazer para ajudar quem está sofrendo com o isolamento físico.

Evitar o perfeccionismo também é importante para não acabar desistindo de agir. Por fim, a cada tarefa completada, não se esqueça de se recompensar, o que é uma maneira de educar o cérebro para reconhecer que ele fez uma boa escolha.

Fonte: https://www.vivaalongevidade.com.br/forum-da-longevidade/como-manter-a-motivacao-durante-a-pandemia

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Confira: “Como escolher um exercício físico?”

Considerando esta temporada de distanciamento social, de indefinida quarentena, que nos foi imposta pela situação de pandemia provocada pelo coronavírus, a prática de exercícios físicos revela-se ainda mais importante, pelos evidentes benefícios que proporciona para a nossa saúde física e mental.

Sobre isso, reproduzo artigo que vi hoje, publicado no site “Envelhecer sem vergonha”, com boas informações e dicas para que você consiga compreender melhor as possibilidades de exercícios que existem e os principais aspectos que devem ser levados em consideração antes de começar a praticar. Enfim, são fatores que podem lhe ser bastante úteis no planejamento desse tipo de atividade que deseje colocar em ação, ou até mesmo para que você faça ajustes nas suas práticas já em execução.

Vale chamar a atenção para dois aspectos fundamentais a respeito do assunto: 1) ter regularidade na prática faz muita diferença para o objetivo proposto; 2) em caso de dúvida, é melhor ouvir a opinião de profissional da área de saúde. Esse cuidado pode evitar comprometimentos físicos desnecessários e até frustrações futuras.

Nesse particular, registro o que busquei adequar, como práticas regulares, desde o início da pandemia, diante da interdição das academias de ginástica e espaços públicos destinados às atividades físicas, ocorrida desde meados de março: pratico duas aulas semanais de Pilates, com duração de 60 minutos e orientação profissional por videochamada (à distância), que iniciei no final de abril. Considero que esse novo formato funciona muito bem! Complemento as atividades com exercícios diários de alongamento, caminhadas com duração variável conforme o dia e alguns exercícios de força, estes praticados duas a três vezes por semana. Por fim, saliento que, à exceção das caminhadas, todas essas práticas são feitas em casa. Ah, moro em apartamento (rsrs).

Bem, confira a transcrição do artigo, a seguir:

“Como escolher um exercício físico?

O exercício físico melhora a saúde, o humor e a qualidade de vida. Mas, para colher os benefícios, é preciso fazer com que ele se torne um hábito. Uma dica para não desistir no meio do caminho é escolher um exercício físico que seja do seu agrado e se adapte às suas necessidades e estilo de vida. Confira alguns fatores que você deve considerar para acertar na escolha e conseguir deixar para trás de vez a vida sedentária.

Critérios para levar em conta ao escolher um exercício físico

Suas limitações físicas – é essencial escolher um exercício físico adequado ao seu nível de condicionamento físico e quaisquer problemas de saúde que você tiver. Para quem é iniciante, está inativo há algum tempo ou tem uma condição crônica, por exemplo, certas modalidades podem ser contraindicadas. Só um médico pode informar suas restrições, portanto, você deve consultar este profissional e fazer uma avaliação física antes de começar uma nova atividade.

Seus objetivos – defina quais resultados você espera atingir com o exercício físico. Perder peso? Fortalecer os músculos? Melhorar o condicionamento físico? Gerenciar uma condição crônica? Embora qualquer tipo de exercício físico traga benefícios para a saúde, cada um deles oferece diferentes resultados. Portanto, ter metas claras ajudará você a decidir qual é o treino ideal para você. 

Suas preferências – é muito mais provável que você consiga persistir na prática de um exercício físico se ela for prazerosa. Se ir à academia não é sua praia, você pode tentar dança, pilates, artes marciais e muitas outras opções! Para identificar seu estilo de exercício físico, considere também sua personalidade. Se você é sociável, pode gostar de esportes coletivos ou aulas de ginástica. Se não gosta de exposição, malhar em casa com a ajuda de um personal trainer pode ter mais a ver com você. 

Seu estilo de vida – escolha exercícios físicos que se encaixem na sua rotina. O ideal é que você tenha acesso fácil a elas. É mais conveniente frequentar uma academia que seja perto de casa ou do trabalho, por exemplo. Se a agenda cheia impede que você reserve um horário para se exercitar, uma alternativa é encontrar maneiras de ser mais ativo ao longo do dia, como fazer uma caminhada curta depois do almoço e trocar o elevador pelas escadas. 

Alterne diferentes tipos de exercício físico

Existem diferentes tipos de exercício físico. Procure incluir em sua rotina uma combinação deles, para que você trabalhe todos os aspectos de sua saúde e evite cair na monotonia. Mas lembre-se que é necessário ter aprovação médica.

Conheça as principais categorias de exercícios físicos e alguns de seus benefícios 

Exercícios aeróbicos – são aquelas que aumentam sua respiração e batimentos cardíacos, como caminhada, natação e ciclismo. Elas mantêm o coração, pulmões e sistema circulatório saudáveis, ajudam a eliminar gordura e aumentam a resistência física. 

Exercícios de força (musculação) – além de fortalecer os músculos, esse tipo de exercício queima calorias e protege os ossos. A modalidade inclui levantamento de pesos, agachamentos e flexões. 

Exercícios de equilíbrio – facilitam a caminhada e previnem quedas, sendo especialmente indicados para pessoas mais velhas. As atividades que melhoram o equilíbrio incluem tai chi chuan e ficar de pé em uma perna. 

Exercícios de flexibilidade – o envelhecimento diminui a flexibilidade dos músculos e tendões, o que aumenta o risco de dores musculares e dificulta a realização de tarefas diárias. Atividades como alongamento e ioga ajudam a manter o corpo flexível.  

Quaisquer que sejam os exercícios físicos escolhidos, você deve aprender a técnica correta de fazê-los, a fim de evitar lesões. Também é importante começar devagar e aumentar a intensidade gradualmente

Referências: 

https://www.betterhealth.vic.gov.au/health/healthyliving/physical-activity-choosing-the-one-for-you – acessado em 23/01/2020

https://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/fitness/in-depth/fitness/art-20044002 – acessado em 23/01/2020

https://www.health.harvard.edu/exercise-and-fitness/the-4-most-important-types-of-exercise – acessado em 23/01/2020

https://medlineplus.gov/exerciseandphysicalfitness.html – acessado em 23/01/2020

Fonte: https://www.envelhecersemvergonha.com.br/saude-e-bem-estar/como-escolher-um-exercicio-fisico

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Inspiração musical – Dois vídeos preciosos da MPB: Vander Lee e Thereza Alves!!!

Para este sábado, vamos de dose dupla. No primeiro vídeo, você verá o saudoso Vander Lee, cantor, compositor e violonista mineiro (1966 – 2016), em apresentação feita para o programa Sr. Brasil, de Rolando Boldrin, ocorrida em 15/3/2015. Ele interpreta a impactante “Onde Deus Possa Me Ouvir”.

Confesso que bateu muita saudade das belíssimas canções e do estilo marcante desse artista, em especial da coletânea musical trazida no seu memorável disco lançado em 2003, de enorme sucesso, que sustentou sua carreira independente e que fazia fãs por onde se apresentava.

Entre várias coisas elogiosas que já escrevi aqui sobre Vander Lee, reproduzo este trecho, do post musical que fiz em 21 de abril de 2018: “Ao ouvi-lo, assim como acontecia comigo, o público em geral entrava em uma sintonia mais elevada, inspiradora, de paz, de introspecção, que despertava boas emoções. Ele faz muita falta e isso está aí bem evidente!”

O segundo vídeo mostra brilhante apresentação da cantora paulista Thereza Alves, também para o programa Sr. Brasil, que aconteceu em 24/6/18, interpretando a primorosa canção Ave Maria, composta por Vicente Paiva e Jaime Redondo, um grande sucesso dos anos 1950, lançado por Dalva de Oliveira.

Nessa apresentação, além da bela voz da cantora, cabe destacar a elevada qualidade do violonista Marcos Moraes (não o conhecia), que dá um show à parte!

Aproveite, são dois momentos especiais e que mexem com as emoções. A seguir:

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COMO VIVER JUNTOS – Lenda dos Índios Sioux (vídeo)

Com narração de textos que trazem sempre mensagem de sabedoria para a vida, a partir de conteúdos de real valor, o admirável ator Sílvio Matos nos brinda, desta vez, com o vídeo “COMO VIVER JUNTOS (Lenda dos índios Sioux)”, evocando valores e virtudes essenciais para o bem viver.

O segredo revelado nessa mensagem, cujo vídeo tem duração de apenas 3:50, se aplica não apenas ao casamento e às relações amorosas. Ampliando o seu alcance, também deve estar presente nas relações interpessoais em geral, para que sejam duradouras e sejam cultivadas com base no respeito e na valorização individual. Certamente, temos aí uma belíssima lição!

O vídeo foi postado no YouTube, pelo próprio Sílvio, no dia 1º deste mês. Confira:

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Com a realidade do “home office”, o que será dos escritórios tradicionais?

Com a atual pandemia provocada pelo novo coronavírus, trabalhar em casa (a partir de casa, no regime do chamado “home office”) passou a ser indispensável para grande parte da população. Em alguma intensidade e frequência, a depender do estágio de vida e das atividades com as quais a pessoa está envolvida, de certa forma quase todos nós estamos desenvolvendo algum trabalho em nossas residências e fazendo as necessárias  interações, a distância, o que compreende, em termos práticos, dispor de algum cantinho da casa (espaço físico), o uso de dispositivo eletrônico, de conexão com a internet, além de manter alguma disciplina para que o trabalho e a produtividade sejam reais, entre outros aspectos.

O tema home office já mereceu algumas postagens aqui no blog, até porque era percebido, claramente, o avanço do exercício de atividades remotas de uns anos para cá, que vinham paulatinamente sendo incorporadas por profissionais dos mais variados setores da economia, incluindo até mesmo a atuação em serviços públicos. Falando mais objetivamente, esse já era um caminho sem volta, pela conjugação de algumas demandas contemporâneas, a exemplo de dificuldade de locomoção nas grandes cidades, de busca de maior economicidade nas estruturas de trabalho, de desejo de contribuir com o meio ambiente (menos uso de veículos, por exemplo, reduzindo a emissão de substâncias poluidoras) e, ainda, de se encontrar maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal/familiar (bem-estar).

Presente essa realidade, que ganhou fôlego substancial – e meio na marra – com a pandemia, pela necessidade de isolamento social, cabe questionar: i) o que será dos escritórios convencionais? ii) os trabalhadores preferem trabalhar de casa, total ou parcialmente? iii) como prevalecerá a forma de trabalho no denominado “novo normal”?

E é claro que esse novo arranjo, de como as pessoas vão trabalhar no dia a dia, acabará afetando a todos, em cascata, do núcleo familiar do trabalhador às empresas e à grande gama de fornecedores de serviços, além da própria infraestrutura pública local.

Para melhor reflexão a esse respeito, trago hoje o bem interessante e oportuno artigo “O fim da era dos escritórios?”, que vi publicado estes dias no site da Deutsche Welle (em português).

Vale a leitura, a seguir:

“O fim da era dos escritórios?

Há gente que já fala no fim do escritório, outros veem exagero na previsão. Mas o home office definitivamente ganhou fôlego na pandemia do novo coronavírus, e algumas mudanças podem ser duradouras.

Homeoffice - Arbeitsplatz in der Coronakrise (Imago/R. Rayne)

“A centralidade do escritório acabou”, tuitou recentemente o fundador e presidente do Shopify, Tobi Lütke.

Já o chefe da Google, Sundar Pichai, planeja reembolsar em até 1.000 dólares os funcionários que compraram equipamento e móveis de escritório para trabalhar de casa durante a pandemia do novo coronavírus.

Analistas afirmam que o mundo do trabalho pode estar diante de uma grande mudança. “Depois da previsão sobre a ‘morte da distância’, em 1997, grandes cidades prosperaram como nunca antes”, diz o professor de geografia econômica Paul Cheshire, da London School of Economics. Agora elas terão que se ajustar para sobreviver, acrescenta.

Em 2018, uma pesquisa do Censo dos EUA revelou que apenas 5,3% dos americanos trabalhavam integralmente em home office.

O analista Rich McBee, presidente da empresa Riverbed, especializada em trabalho remoto, calcula que entre 15% e 20% das pessoas que trabalhavam no escritório não vão retornar depois da pandemia.

A empresa de consultoria Global Workplace Analytics estima que empregadores poderão economizar em média 11 mil dólares anuais para cada pessoa que fizer meio período de home office, principalmente por meio de aumento de produtividade, menores custos de instalações físicas, menor absentismo e rotatividade no emprego e melhor preparo para situações de emergência.

“Vamos certamente observar empresas que historicamente resistem ao home office em alguns casos reduzindo custos”, comenta Mat Oakley, da agência imobiliária Savills.

Quem trabalha de home office também pode estar disposto a receber menos. A empresa de serviços de conexão Log MeIn ouviu 2.200 trabalhadores em abril, nos Estados Unidos, e descobriu que 62% deles aceitariam um corte no salário para trabalhar de casa.

Cidades mais vazias

Um aspecto central na mudança é que as cidades podem esvaziar, prédios comerciais poderão ficar abandonados e novos prédios comerciais poderão nem ser construídos. Por outro lado, a velocidade e a segurança da internet terão que aumentar.

Estudos que avaliam o impacto ambiental da mudança ainda não são conclusivos, por exemplo sobre se o maior uso de eletricidade e internet em casa seria compensado pela diminuição do uso no escritório.

O home office também cria questões de espaço em casa e o problema da sobreposição de trabalhos profissional e doméstico. “Eles são divididos de forma desigual, e as mulheres acabam sobrecarregadas. O aumento da violência doméstica durante a pandemia é um alerta bem concreto”, diz o sociólogo Les Back, do Goldsmiths College, de Londres.

Outro aspecto é que a mudança certamente não virá para todos. Operários, enfermeiros, motoristas de ônibus e vários outros profissionais jamais terão a opção de fazer home office.

“A situação nas cidades já mudou. São os trabalhadores mal remunerados, frequentemente negros, que mais andam de transporte público e correm risco de contágio na pandemia, enquanto a classe média branca cuidadosamente evita ir à cidade. Penso que as cidades vão se tornar ainda mais divididas”, diz Back.

O transporte público, vital para o funcionamento das grandes cidades, enfrentará um grande desafio na fase pós-epidemia, principalmente no curto prazo. “Há uma necessidade de subsídios públicos ainda maiores”, observa Cheshire. Para ele, viagens de trabalho, aeroportos, centros de convenções hotéis enfrentarão dificuldades também no longo prazo.

Muitos preferem o local de trabalho

“Penso que estamos num ponto de virada. Há uma reorientação, uma recalibragem da relação espaço-tempo-vida social”, diz Back.”Poderemos ver profundas mudanças e algumas coisas poderão jamais ser como eram antes”, acrescenta.

“Se de fato adotarmos uma abordagem de home office, há implicações claras para as telecomunicações e a internet de banda larga, e mais ainda se conurbações avançarem sobre áreas rurais”, comenta a economista Rebecca Larkin.

Mas outros analistas afirmam que a ascensão do home office não vai acabar com os escritórios. “A história, e também a nossa pesquisa mais recente, mostram que o escritório não vai desaparecer tão cedo”, comenta o diretor de soluções corporativas da agência imobiliária JLL Neil Murray.

“O escritório vai manter sua importância como facilitador de inovação e colaboração e também de saúde, bem-estar e produtividade dos funcionários”, afirma.

Uma pesquisa da JLL diz que 58% dos trabalhadores sentem falta de seus escritórios, e esse sentimento é ainda maior entre os mais jovens.

Outra pesquisa, da empresa de arquitetura e design Gensler, afirma que apenas 12% dos trabalhadores querem trabalhar de casa em tempo integral, e 70% diz que gostaria de passar a maior parte do tempo no escritório.

“Há ampla evidência de que a concentração espacial de escritórios eleva a produtividade, considerando todos os demais aspectos. Isso vale não só na horizontal, mas também na vertical. Trabalhadores em prédios altos são mais produtivos”, afirma Cheshire.

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A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

Fonte: https://www.dw.com/pt-br/o-fim-da-era-dos-escrit%C3%B3rios/a-54036799?utm_medium=10todaybr.20200705&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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Inspiração musical: Natalie Cole – Cuando Vuelva a Tu Lado (videoclip encantador)!!!

A força e o encanto do bolero – esse ritmo de origem cubana mas que foi adotado, e adaptado, pelos países hispano-americanos e também pelo Brasil – são mesmo impressionantes. Creio que o bolero jamais morrerá, pela sua musicalidade, pelo suingue contagiante e, sobretudo, pelo seu poder de despertar romantismo e agradáveis sensações!

E para a postagem de hoje, como resultado das minhas buscas pelos caminhos (e atalhos) da Internet, trago o belíssimo videoclipe Natalie Cole – Cuando Vuelva a Tu Lado, produzido e publicado no YouTube por “marie maurice I“, em 14 de fevereiro do ano passado.

O vídeo romântico tem como trilha sonora a excelente interpretação de Natalie Cole (1950 – 2015), cantora, compositora, atriz e pianista norte-americana, para o conhecido bolero Cuando Vuelva a Tu Lado, composto pela mexicana María Mendez Grever, lançado em 1961 e que foi gravado por diversos artistas desde então. A canção ganhou versão de Stanley Adams para a língua inglesa.

Tire o melhor proveito deste vídeo belíssimo, de preferência utilizando fones de ouvido. A seguir:

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A atual geração dos maduros é mesmo um fenômeno – confira!

Envelhecimento populacional no Brasil e no mundo segundo as novas ...

Longevidade / a nova geração dos maduros – Para hoje, reproduzo texto muito bom, que vi em grupo de rede social, com elogiável compreensão do que vem acontecendo atualmente com as pessoas da faixa etária que varia entre 60 e 80 anos. Sem dúvida, no embalo do fenômeno chamado de longevidade, há novos movimentos, ocupação de espaços e diferentes estilos de viver desse público que se renova continuamente, ainda tratado, genericamente, como da terceira idade.

O texto, com o título NOVA FAIXA DE IDADE, publicado no site PENSADOR, é atribuído a Sandra Pujol, sobre a qual não encontrei referências mais esclarecedoras. O importante é que a mensagem é bem legal, tenta descrever uma nova realidade de crescente faixa da população que está experimentando – e desfrutando – o considerável aumento da expectativa de vida, em todo o planeta, década após década, ano após ano, por uma série de fatores combinados, conforme tenho focalizado com alguma frequência aqui no blog.

Confira a seguir:

“NOVA FAIXA DE IDADE!

O comentário de Sandra Pujol:
Se observamos com cuidado, podemos detectar a aparição de uma faixa social que não existia antes: pessoas que hoje têm entre setenta e oitenta anos.
A esse grupo pertence uma geração que expulsou da terminologia a palavra envelhecer, porque simplesmente não tem em seus planos atuais a possibilidade de fazê-lo.
É uma verdadeira novidade demográfica semelhante à aparência da adolescência; na época, que também era uma nova faixa social que surgiu em meados do século XX para dar identidade a uma massa de crianças desabrochando, em corpos adultos, que não sabiam até então, para onde ir ou como se vestir.
Este novo grupo humano que hoje tem cerca de sessenta, setenta ou 80 anos, levou uma vida razoavelmente satisfatória.
São homens e mulheres independentes que trabalham durante muito tempo e conseguiram mudar o significado sombrio que tanta literatura latino-americana deu por décadas ao conceito de trabalho.
Longe dos tristes escritórios, muitos deles procuraram e encontraram, há muito tempo, a atividade que mais gostavam e da qual ganham a vida.
Supostamente é por isso que eles se sentem plenos; alguns nem sonham em se aposentar.
Aqueles que já se aposentaram desfrutam plenamente de seus dias sem medo do ócio ou solidão, crescem internamente. Eles desfrutam do ócio, porque depois de anos de trabalho, criação do filhos, carências, esforços e eventos fortuitos, vale bem a pena contemplar o mar.
Mas algumas coisas já sabemos que por exemplo, não são pessoas paradas no tempo; pessoas de cinquenta, sessenta ou setenta; , homens e mulheres, operam o computador como se tivessem feito isso durante toda a vida.
Eles escrevem e veem os filhos que estão longe e até esquecem o antigo telefone para entrar em contato com seus amigos a quais escrevem um e-mail ou um whatsapp.
Hoje, pessoas de 60, 70 ou 80 anos, como é seu costume, estão lançando uma idade que ainda NÃO TENHA NOME, antes os que tinham essa idade eram velhos e hoje não são mais, hoje estão fisicamente e intelectualmente plenos, lembram-se da sua juventude , mas sem nostalgia, porque a juventude também é cheia de quedas e nostalgias e eles bem sabem disso.
Hoje, as pessoas de 60, 70 e 80 anos celebram o Sol todas as manhãs e sorriem para si mesmas com muita frequência … elas fazem planos para suas próprias vidas, não com as dos demais.
Talvez por algum motivo secreto que apenas os do século XXI conheçam e saberão. A juventude é carregada internamente.
A diferença entre uma criança e um adulto; é simplesmente o preço de seus brinquedos.

Fonte: https://www.pensador.com/autor/sandra_pujol/

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