“IDOSO NÃO É A IDADE, É O CORPO” (vídeo)!!!

Seguindo com o propósito de trazer informações e esclarecimentos a respeito do processo de envelhecimento, tendo presente o fenômeno da Longevidade, um dos temas favoritos por aqui, trago hoje essa reflexão muito legal e, melhor ainda, essa explanação bem objetiva e clara, apresentada no curto vídeo que dá título ao post, com o médico pneumologista Alexandre Cardoso.

É certamente um reforço à crença de que valorizar a idade cronológica, estabelecida pelos anos já vividos, e se limitar a ela, é uma redução nada interessante. Afinal, sabemos que o mais importante é como está a mentalidade da pessoa, o seu modo de pensar e as suas efetivas atitudes. A saúde e a qualidade de vida acabam resultando, em grade medida, desse estado de espírito individual.

Aliás, aproveito para sugerir o filme ENVELHESCÊNCIA, um documentário bem legal sobre algumas pessoas que não se deixaram abater pelo avançar da idade de vida. É um filme motivador, que está disponível e pode ser acessado, gratuitamente, no YouTube. Vale conferir, para quem ainda não viu!

Também a propósito, não custa relembrar aqui uma frase sempre referida por mim, muito inteligente e marcante: “A idade é uma questão da mente sobre a matéria. Se você não liga, então não importa.” (Satchel Paige).

Bem, confira o vídeo do Dr. Alexandre (duração de apenas 2:13), publicado no dia 17 do mês passado, canal Gerson Reis 14041951, a seguir:

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“Como diferenciar o medo da intuição?” – Um tema para estarmos atentos!

Olha aí uma questão instigante para hoje: como podemos distinguir essas duas emoções, ou sentimentos? Em diversas situações, me dou conta, já experimentei essa dúvida!

Primeiramente, em termos bem gerais, pode-se dizer que a INTUIÇÃO é algo que emerge naturalmente, de imediato, resultante da faculdade de pressentir coisas, e que termina induzindo a tomada de decisão, sem a necessidade de muitas análises. O pensamento intuitivo é considerado subconsciente.

Já o MEDO, sentimento importante até determinado ponto, pela necessidade de certa segurança do indivíduo, pode ser aprisionador, limitar as ações e até paralisar, impedindo um viver de maior plenitude, o descortinar de novas possibilidades, as tomadas de decisões (positivas) para seguir realizando e evoluindo etc.

Como visto, temos aí um campo interessante e desafiador, pela sua sutileza e pelas diversas dúvidas que suscitam. Para nos ajudar a estar mais esclarecidos e despertos a esse respeito, reproduzo este interessante artigo do site A Mente É Maravilhosa, recentemente publicado, a seguir.

Acredito que situações como essas requerem que a pessoa esteja consciente e permanentemente atenta, até para colocar em prática e treinar a referida habilidade, conforme sugerido no final da publicação.

Vale conferir:

“Como diferenciar o medo da intuição?

Tanto a intuição quanto o medo podem surgir na forma de uma sensação desagradável. No entanto, enquanto um deles nos protege, o outro nos limita. Como distingui-los?

Como diferenciar o medo da intuição?

Algumas pessoas são muito lógicas na hora de tomar decisões: analisam, avaliam e escolhem racionalmente. Outras, por outro lado, usam suas emoções e sentimentos para seguir um caminho ou outro. Embora seja ideal encontrar um equilíbrio entre as duas alternativas, as sensações subjetivas podem nos pregar peças. Portanto, queremos explicar a você como diferenciar o medo da intuição.

Aqueles com a inteligência intuitiva desenvolvida usam seu instinto para tomar decisões. Assim, muitas vezes se perguntam: “Como sinto esta opção? Sinto alívio ou mal-estar ao pensar em escolher esse caminho?”

Não há dúvida de que, em muitas ocasiões, a intuição nos protege de pequenos perigos visíveis. Mas e se estivermos confundindo esta intuição com o medo do risco ou a ansiedade injustificada? Nesse caso, estaríamos perdendo grandes oportunidades.

Em que situações é importante diferenciar o medo da intuição?

Talvez neste momento você não compreenda como é possível confundir intuição com medo. A seguir, mostramos alguns exemplos do cotidiano em que essa situação pode ocorrer:

  • Você sente que seu parceiro está te traindo, que ele não se comporta mais como antes e que isso se deve a uma infidelidade. Seguindo “a sua intuição”, você decide checar o telefone dele, mas não só não encontra nada, como também destrói a confiança que existia entre vocês dois.
  • Seu relacionamento está indo muito bem e vocês dois decidem dar mais um passo em direção ao casamento. Porém, você começa a perceber que não sente mais o mesmo, que algo não está certo e decide encerrar o relacionamento. Você rapidamente descobre que nada mudou, que aquele sentimento era falso e que foi o seu medo de se comprometer que o levou a perder aquela pessoa.
  • Você faz uma entrevista de emprego para um cargo que nunca ocupou, mas que lhe oferece boas condições. Você passa no teste e eles o contratam. Porém, você chega em casa e começa a ter uma sensação de mal-estar, algo lhe diz que esse trabalho não é para você e você acaba decidindo rejeitá-lo. Na verdade, foi o medo de sair da sua zona de conforto que o levou a sabotar a oportunidade.
  • Você se mudou para outra cidade onde não conhece ninguém. Um vizinho te convida para sair com ele e seu grupo de amigos, mas você sente que não é uma boa ideia, que seria uma situação forçada em que eles te achariam desconfortável, e decide recusar o convite. Talvez tenha sido a timidez e o medo da rejeição, e não a sua intuição, que o levaram a escolher essa saída.

Como diferenciar o medo da intuição?

Como você pode ver, o medo pode ser um grande obstáculo quando é confundido com a intuição. Ele pode nos limitar, estagnar e nos levar a decisões erradas que são irreversíveis. Então, como podemos diferenciar o medo da intuição?

Pense se é algo que você realmente deseja

A intuição é a voz do nosso ser interior; portanto, está alinhada com os nossos propósitos. Assim, quando falamos em perseguir sonhos e objetivos futuros, essa voz muitas vezes nos incentiva a seguir em frente. Por outro lado, o medo nos paralisa, nos limita e turva a emoção que sentimos no início, preenchendo-a com fatores condicionantes.

Se você está feliz em seu relacionamento, se aquele novo emprego o motiva, se você quer fazer novos amigos e esse sentimento interior o boicota, o impede de seguir em direção ao destino que você mesmo escolheu, provavelmente é um medo disfarçado.

Observe a intensidade e a duração das sensações

Esta é uma chave fundamental quando se trata de diferenciar entre esses dois conceitos. A intuição é uma voz sutil, mas persistente, enquanto o medo aparece em ondas e com grande intensidade.

Se a sensação de desconforto é discreta, mas não para, preste atenção, pode ser o seu instinto tentando protegê-lo. Pelo contrário, se a angústia o invade e o oprime em um determinado momento, certamente é o medo.

Analise seu diálogo interno

Que conversa está ocorrendo em sua mente no momento em que o estado de alerta aparece? O medo é uma emoção e, como tal, é sempre precedido por uma série de pensamentos correspondentes. Quando você sente medo, frases como: “Você não é capaz”, “Você vai ficar ridículo”, “É perigoso”, “Você vai sofrer”, “Você não está preparado” aparecem em sua mente. Você pode não percebê-los facilmente, visto que são pensamentos automáticos, mas se você prestar atenção, verá que eles estão aí.

No caso da intuição, não há razões claras que sustentem o desconforto, não há diálogo interno negativo que a acompanhe. É mais uma sensação corporal do que uma fala mental.

Concentre-se no presente

Finalmente, analise em que momento está localizado o aspecto negativo sobre o qual suas sensações o alertam. Isso está acontecendo agora? Então, provavelmente é a sua intuição. A situação ocorreu no passado ou ainda vai ocorrer no futuro? Então, certamente é medo.

Se algo não estiver certo agora, mesmo que você não consiga explicar por quê, ouça seus instintos. Por outro lado, se o que o perturba é que algo pode dar errado mais tarde, ou a possibilidade de que uma situação negativa que você vivenciou antes se repita, é a voz do medo que está governando você.

Como você pode ver, existem diferenças importantes entre medo e intuição. Descobrir quem é que fala conosco em cada momento requer reflexão e análise. No entanto, quanto mais você praticar, mais fácil será identificá-los.

Lembre-se de que a intuição é uma bússola poderosa, mas o medo pode se tornar um grande inimigo; tente não confundi-los.

Bibliografia:

  • Contreras, L. C., & Gómez, L. S. (2012). La inteligencia intuitiva y la toma de decisiones. Revista de Educación y Desarrollo Social6(2), 65.
  • Baudouin, B. (2016). Cómo desarrollar su intuición. Parkstone International.

Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/como-diferenciar-o-medo-da-intuicao/

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Sábado e música: Charles Aznavour – The Old Fashioned Way (legendado) – Espetáculo!!!

Normalmente procuro postar aqui, neste espaço musical de todos os sábados, vídeos produzidos mais recentemente, em especial para assegurar boa qualidade de som e imagem. Hoje, porém, serei menos rigoroso e voltarei um pouquinho mais no tempo!

Revi ontem, circulando em grupo de amigos, esse vídeo com o fabuloso Charles Aznavour (1924 – 2018), imortal cantor, compositor e ator francês, de origem armênia, interpretando The Old Fashioned Way.

Confesso, bateu saudade de um outro tempo, algumas décadas atrás, e as (boas) emoções foram despertadas. Não poderia deixar de publicá-lo. Mais do que uma canção deliciosa, com uma letra que mexe com os nossos sentimentos e nos eleva, a performance de Aznavour é brilhante!

Aliás, que desenvoltura, que leveza, que domínio de palco, que elegância, uma verdadeira aula desse ícone da música romântica francesa sob diversos aspectos, inclusive no que se refere às artes cênicas, do que destacaria a expressão facial, os movimentos corporais…!

A canção, lançada em 1976, foi composta pelo próprio Charles Aznavour (letra), em parceria com Georges Garvarentz (música). Já a apresentação, segundo informado no vídeo, aconteceu no Carnegie Hall, Estados Unidos, em 1995.

O vídeo foi publicado no YouTube, canal Edgard Vita de Pina, apresentando legendas em português.

Vale assistir, rever, reviver…

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Meditação: artigo destaca benefícios de meditar para o funcionamento cerebral!

Em vez de aumentar o poder do cérebro por meio de medicamentos, há evidências crescentes de que esse poder consegue ser aprimorado por meios mais naturais, como meditação e atenção plena.”

De volta com os temas Saúde, Bem-estar e Autoconhecimento, repercuto hoje o interessante artigo que dá título a este post, publicado dia 27 no portal eletrônico BBC NEWS Brasil, focalizando aspectos do funcionamento cerebral, ou, mais precisamente, sobre a química cerebral, algumas formas de estímulo da função cognitiva do indivíduo, o uso de psicoestimulantes (drogas) e seus possíveis efeitos diferenciados/colaterais, de pessoa para pessoa.

Na sequência do argumento, ouvidas as opiniões de alguns especialistas e com base em pesquisas ali referidas, o artigo assegura que o melhor a fazer é aguçar a atenção, a concentração, e por consequência a química cerebral, por meio de métodos naturais, entre os quais se destaca a meditação, assunto já tratado aqui no blog em diversas oportunidades.

E com a leitura você ficará sabendo como e por que praticar meditação faz bem, mesmo por períodos curtos durante o dia, pelo seu poder de ativar o funcionamento das diversas regiões do cérebro e, por consequência, para o bem-estar!

Confira a seguir:

“Como meditar pode aguçar concentração

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GETTY IMAGES

Durante séculos, as pessoas buscaram maneiras de aumentar sua inteligência, concentração e criatividade por meio de substâncias nootrópicas, também conhecidas como estimulantes de memória ou estimulantes cognitivos.

Na verdade, se você está bebendo café agora, você está consumindo uma forma de substâncias nootrópicas — a cafeína é um estimulante famoso por sua capacidade de despertar a atenção.

Mas as chamadas “drogas inteligentes” — embora não sejam necessariamente drogas — têm ganhado popularidade: há agora um grande mercado para suplementos sem prescrição que afirmam (com muito poucas evidências científicas) serem capazes de melhorar a concentração e memória.

Algumas pessoas vão ainda mais longe e procuram estimulantes prescritos, como o Modafinil, na tentativa de melhorar o desempenho no trabalho ou na escola.

Uma investigação de 2017, baseada no Global Drug Survey, um questionário anônimo, mostrou que 30% dos americanos haviam tomado algum tipo de “droga inteligente” nos 12 meses anteriores.

Isso representava um aumento de 20% em relação a 2015. E a pesquisa mostrou que eles não estavam sozinhos: grandes aumentos no consumo desses produtos também foram relatados em toda a Europa.

Mas esses produtos realmente funcionam? E quais são seus riscos?

Sem saber

“É surpreendente o quão pouco sabemos sobre nosso cérebro, mas uma coisa que sabemos é que nosso cérebro é um sistema cuidadosamente calibrado, especialmente em termos de química cerebral. E esse equilíbrio não é o mesmo para todos: cada um tem seu próprio equilíbrio sintonizado.”

É o que diz Hanneke den Ouden, neurocientista do Instituto Donders para Cérebro, Cognição e Comportamento da Universidade Radboud, na Holanda.

Seu laboratório estuda como o estado químico do nosso cérebro molda a forma como agimos.

“O modafinil está na categoria dos psicoestimulantes. Outros exemplos são metilfenidato e anfetamina. E os psicoestimulantes geralmente atuam na atividade do sistema dopaminérgico [do cérebro]”, afirma ela.

A dopamina é um neurotransmissor e seus níveis elevados podem estimular sinais nas partes do cérebro associadas à concentração e ao foco, e ajudar a reduzir os comportamentos hiperativos e impulsivos.

É extremamente útil para pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), por exemplo, mas também pode chegar de forma ilegal às mãos de pessoas sem uma condição médica diagnosticada.

“Em alguns dos estudos recentes, vimos como os psicoestimulantes afetam a tomada de decisões em uma população jovem e saudável. Especificamente, estudamos o metilfenidato, uma droga que talvez seja mais conhecida pelos nomes comerciais Ritalina ou Adderall”, diz ela.

“E o que descobrimos é que ela melhora uma série de tarefas. O que achamos que poderia ser o caso é que vivenciamos as tarefas como um pequeno esforço cognitivo”, explica a neurocientista.

Mas, Den Ouden alerta, tomar essas substâncias estimulantes do cérebro sem receita é arriscado.

“Todos os medicamentos têm o risco de causar efeitos colaterais e por isso são vendidos com receita”, diz ela.

“Portanto, quando realizamos um estudo de drogas, como psicoestimulantes, primeiro avaliamos nossos participantes extensivamente. Na verdade, certificamo-nos de que o médico prescreve apenas um comprimido por pessoa (muitas vezes damos-lhes apenas uma dose).”

E “sabemos que, por exemplo, os psicoestimulantes aumentam a frequência cardíaca e que isso pode representar um risco para quem tem problemas cardíacos subjacentes, como arritmia, sem saber”.

Além disso, essas substâncias não têm o mesmo efeito em todos: algumas pessoas se beneficiam, outras não.

A especialista acrescenta que praticamente não há estudos sobre os efeitos cognitivos de longo prazo do uso de psicoestimulantes em pessoas saudáveis.

No entanto, o aumento dos níveis de dopamina no cérebro pode causar problemas de longo prazo.

“Estamos falando sobre o equilíbrio estreito da química do nosso cérebro e quando você perturba isso adicionando muita dopamina, o sistema pode, em resposta, tentar recuperar o equilíbrio e diminuir sua sensibilidade à substância”, explica ela.

Assim, a pessoa, tentando manter seus níveis “normais” de dopamina, pode acabar se tornando dependente dela.

“Outro risco, talvez mais especulativo, mas importante levar em conta, é que estar realmente focado o tempo todo não é necessariamente o estado ideal para todas as situações.”

“O que sabemos é que estar focado demais pode realmente reduzir a criatividade e a abertura para novas ideias ou soluções. Portanto, não queremos uma sociedade de pessoas hiperfocadas.”

Meditação em vez de medicação

Em vez de aumentar o poder do cérebro por meio de medicamentos, há evidências crescentes de que esse poder consegue ser aprimorado por meios mais naturais, como meditação e atenção plena.

Como funciona isso?

“Uma das características do ser humano é que temos essas mentes que podem vagar e pensar sobre todo tipo de coisas estranhas”, diz Laurie Santos, professora de psicologia da Universidade de Yale, nos EUA.

“A pesquisa mostra que o simples ato de meditar, mesmo por apenas 10 minutos por dia se você for um novato, pode reduzir significativamente a ativação do cérebro em regiões que tendem a fazer sua mente vagar. Portanto, o simples ato de meditar está literalmente mudando o tipo de padrões predeterminados em seu cérebro.”

Mas por que a divagação mental não é algo desejável?

Santos diz que pesquisas sobre o assunto mostram que, quando nossa mente divaga, isso pode nos deixar infelizes.

“A ironia de tudo isso é que nunca estamos totalmente presentes, e para aproveitar as coisas simples da vida, desde comer algo gostoso até conversar com um amigo, realmente precisamos estar presentes”, explica.

“O ato de divagação mental, portanto, parece diminuir significativamente nosso bem-estar.”

“É por isso que práticas como a meditação podem ser tão poderosas, porque um dos seus benefícios é que ela treina nossa mente para estar um pouco mais presente do que o normal.”

A meditação não apenas interrompe a divagação mental, mas também cria mais conexões entre as diferentes partes do cérebro. Ela efetivamente reconecta o cérebro ao presente.

E o efeito é duradouro, de acordo com um estudo de 2008 que descobriu que as pessoas que praticavam meditação eram mais felizes.

Mas a meditação não parece apenas ajudar as pessoas a aproveitar a vida.

Um estudo de 2013 conduzido pela Universidade da Califórnia mostrou que um curso de meditação realmente aumentou as pontuações em provas. E há vários outros benefícios, de acordo com Laurie.

“Ela aumenta a concentração, ajuda a memória ao longo do tempo e tem vários efeitos na saúde física — você pode ver melhorias na função imunológica e marcadores de envelhecimento.”

Portanto, se houver indicações de que essa atividade ajuda a capacidade cerebral, a felicidade, a função imunológica e até mesmo o DNA, seria um exagero dizer que a meditação é algum tipo de remédio para a condição humana?

“Os cientistas estão preocupados com medicamentos que tenham todos esses benefícios, mas a meditação parece ser algo que, empiricamente falando, já tem muitos deles.”

Adaptado de “The 7,000-year-old alternative to ‘smart drugs'” da BBC Ideas e BBC Reels. (em inglês).

Ver a publicação original: https://www.bbc.com/portuguese/geral-58709363?utm_medium=10todaybr.20210928&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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5 atividades físicas mais recomendadas para quem já passou dos 60 anos

5 atividades físicas recomendadas para quem já passou dos 60 anos -  Musculação - meionorte.com
Imagem: meionorte.com

Praticar atividade física é bom para a saúde e para o bem-estar, por tudo o que ouvimos, lemos, observamos e até mesmo sentimos da própria experiência pessoal. Aliás, é um dos ingredientes de base para assegurar o que se denomina qualidade de vida!

Não custa lembrar que a condição de saúde do indivíduo com a idade mais avançada resulta, em boa medida, dos cuidados que teve, da sua disciplina com os bons hábitos e estilo de vida. Em outras palavras, tem muito a ver com o acumulado do que fez a cada momento, dia, mês, ano ao longo da sua trajetória de vida. Diria que essa realidade, salvo as exceções sempre cabíveis, se insere no escopo do princípio da causalidade (“lei da causa e efeito”), como referido no meu livro LONGEVIDADE.

E aqui vale lembrar desta terrível armadilha, da qual todos devem fugir: pensar que quando mais jovem a saúde pode ficar em plano secundário, deixando para dedicar atenção aos aspectos que contribuem para a saúde integral apenas quando já estiver ficando idoso. Esse é um erro que não se pode cometer!

Nesse contexto, partindo agora, mais objetivamente, para o público 60+, de representatividade crescente em razão do fenômeno da longevidade, vamos destacar hoje as atividades físicas propriamente ditas, enfatizando os cuidados que devem ser observados com os exercícios para pessoas a partir dos 60 anos, assim como quais seriam os grupos de exercícios mais recomendados.

A esse respeito, reproduzo matéria interessante, bem fundamentada e objetiva, que acredito traga utilidade para muita gente, publicada na “revista encontro“, no último dia 21, elencando as atividades mais indicadas para o público a partir da terceira idade.

Aliás, ocorre mencionar que existe um acometimento à saúde do idoso chamado de Sarcopenia (declínio nos sistemas fisiológicos com perda de força e massa muscular ao longo dos anos de vida, alterações corporais essas mais acentuadas nos idosos), assunto sobre o qual conversava com um médico amigo, meio que por acaso, durante consulta hoje pela manhã. Pesquisando um pouco, em recentes artigos científicos sobre a Sarcopenia, vi que uma das estratégias para minimizar esse comprometimento, por exemplo, é a “promoção de força através do exercício resistido (ER)”.

Portanto, as coisas se encaixam, se complementam. Ampliar o nível de conscientização sobre a prática de atividade física é fundamental. Com esse intuito, aproveito para realçar a importância de não ser sedentário, de estar em atividade, e de praticar regular e corretamente as atividades físicas recomendadas. Vamos nessa!

Agora, confira as dicas dos especialistas sobre os tipos de exercícios (transcrição a seguir):

“5 atividades físicas mais recomendadas para quem já passou dos 60 anos

Para especialistas, exercício nessa idade deve ser planejado, estruturado, repetitivo e contemplar diferentes tipos de treinamento

Quem acha que atividade física é coisa de jovem precisa rever urgente seus conceitos. Cada vez mais estudos diversificados comprovam que a prática regular de exercício ao longo da vida tem um papel importante no ganho de qualidade de vida e na prevenção de várias doenças e complicações, incluindo AVC, hipertensão, diabetes, câncer e depressão.
De acordo com o mestre em fisiologia do exercício e diretor técnico da rede de academias Bodytech, Eduardo Netto, é comum que a partir dos 60 anos algumas alterações fisiológicas aconteçam, o que, a longo prazo, pode afetar a mobilidade e a independência da pessoa. Pensando nisso, deixar de lado o sedentarismo e encontrar atividades seguras e que tenham a ver com seu gosto e rotina é fundamental.
Segundo o American College of Sport Medicine, o exercício após os 60 deve ser planejado, estruturado, repetitivo e contemplar diferentes treinamentos. Netto explica quais são: “É necessário garantir os exercícios aeróbicos, nos quais os grandes músculos do corpo se movem de maneira rítmica por períodos sustentados, e incluir exercícios de resistência, que fazem os músculos trabalharem ou se manterem contra uma força ou peso aplicado. Além disso, é importante desenvolver a flexibilidade, com o objetivo de preservar ou estender a amplitude de movimento ao redor de uma articulação, e fazer treinamento de equilíbrio, uma combinação de atividades de propriocepção, coordenação e força para a parte inferior do corpo”, detalha o especialista.
Veja 5 atividades físicas mais recomendadas para quem tem mais de 60 anos:
1) Dança – É uma excelente opção até para quem não se arrisca tanto nas pistas. A prática contempla o condicionamento físico: cardiovascular, coordenação, flexibilidade e equilíbrio.
2) Ginástica aquática – Embora os idosos estejam sempre presentes em todas as modalidades aquáticas, considero a famosa hidroginástica a melhor opção para eles. Essa aula ajuda a desenvolver condições físicas primordiais para a qualidade de vida, como a capacidade aeróbia, força e resistência muscular, flexibilidade, coordenação e equilíbrio.
3) Natação – Citada por muitos como a atividade física mais completa, a natação não poderia ficar fora dessa lista! Realmente é uma modalidade fantástica. Reúne condicionamento físico, prazer e risco mínimo de lesões. 
4) Alongamento – A flexibilidade não pode ser esquecida no plano de treinamento para idosos. Muitos acham que fazer alongamento se resume àqueles exercícios recomendados para antes ou depois do treino. Na verdade, o alongamento a e flexibilidade vão muito além! interessantes. A própria aula de alongamento é uma delas. Durante a aula, são feitos exercícios e posições na busca pela melhor postura e amplitude de cada um. 
5) Musculação – Não adianta torcer o nariz. A musculação é imprescindível aos idosos! Na verdade, depois dos 40, já deveria ser a principal atividade física. É praticamente consenso na literatura científica que a força muscular é a valência física mais importante na saúde de um adulto, do jovem ao mais velho. Altos níveis de força muscular são relacionados à independência no cotidiano e ausência de dores nas articulações nos idosos, além de ser fator determinante no equilíbrio e no baixo índice de quedas.

*Com informações da assessoria de comunicação da Bodytech

Fonte: https://www.revistaencontro.com.br/canal/saude/2021/09/5-atividades-fisicas-mais-recomendadas-para-quem-ja-passou-dos-60-anos.html

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Sábado e música: João Bosco – AGORA EU SOU DIRETORIA (música inédita)!!!

Vamos hoje de samba, novinho, neste vídeo oficial da gravadora Biscoito Fino, que inicia divulgação como pré-lançamento de álbum com músicas inéditas de Aldir Blanc.

Desse projeto em fase final de produção, o primeiro videoclipe divulgado mostra o genial João Bosco interpretando a canção (inédita) AGORA EU SOU DIRETORIA, que nos faz reviver a parceria de sucesso da icônica dupla de compositores da nossa MPB: João Bosco e Aldir Blanc!

Além da voz e violão do mineiro J. Bosco, participam da gravação, no acompanhamento, os músicos Cristóvão Bastos (piano e também arranjos), Jorge Helder (baixo acústico), Pretinho da Serrinha (cavaquinho e percussão) e Vittor Santos (trombone).

O vídeo, intimista e agradável, ainda que realizado sob as limitações impostas pela atual pandemia, foi publicado ontem, no YouTube, canal Biscoito Fino. Gostei!

Segue a letra da composição, para quem quiser conferir e cantar junto. Logo na sequência, está o vídeo.

“AGORA EU SOU DIRETORIA (João Bosco e Aldir Blanc)

Oba, chegou a nossa hora vamos lá comemorar Ô manda aí um montão de copo O bicho vem pra pegar Louras sambando aqui na mesa Entre a coxinha e o camarão Esquentam a levada desse samba Puxado a cavaco e violão Entrei pra escola da alegria Passei no vestibular Toda chefia principia Um jeito de governar Mandei uma filosofia Feliz é quem na Diretoria Apóia a charanga e a poesia Na base da só simpatia Eu tô na foto da folia Eu tô vendendo simpatia E membro da Diretoria Agora eu sou Eu sou mesmo um show Driblo um, dois, três e… Oba, chegou a nossa hora vamos lá comemorar Ô manda aí um montão de copo O bicho vem pra pegar Louras sambando aqui na mesa Entre a coxinha e o camarão Esquentam a levada desse samba Puxado a cavaco e violão Como é que pode a danada, Tal a chuva de verão Pingar gotículas de sol Num traquejado coração De supremo, em minha vida Tem Drummond, João Cabral Amo a bola dividida O mar e o canavial! Eu tô no bar, Eu tô na roda Eu tô no samba, Eu vou na bola E membro da Diretoria Agora eu sou Eu sou mesmo um show Driblo um, dois, três E é…Gol!!”

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“De onde vem o seu vazio?” – vídeo com Rossandro Klinjey – para boa reflexão!

Para esta sexta-feira, trago vídeo com o notável palestrante Rossandro Klinjey, um psicólogo clínico e escritor paraibano, fazendo interessante análise a respeito do vazio existencial, sobre o viver sem sentido, que na maior parte das vezes não decorre de perda material. E ele faz sua breve exposição com base na letra da canção “Há Tempos”, escrita por Renato Russo, que foi lançada pela banda Legião Urbana, em 1989.

A temática, de grande pertinência, é bastante atual e oportuna, nestes tempos que trazem à tona uma perceptível carência por maior atenção, empatia, e capacidade de entendimento entre as pessoas, com evidente sobra de individualismo; e essa realidade pode estar acontecendo nos núcleos familiares!

Assista ao vídeo, publicado no canal Rossandro Klinjey, no YouTube, em 25/junho/2019. É curtinho (duração 5:42).

A seguir:

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AUTOCONHECIMENTO: vídeo revela quais são os 5 obstáculos – com base no Kung Fu/Filosofia!

“Cada indivíduo precisa encontrar o seu jeito, o seu próprio caminho, para escalar a montanha.”

Volto hoje a focalizar o essencial e desafiador tema Autoconhecimento. Temos aprendido que não há como a pessoa estar bem consigo mesma, de verdade, o que compreende bom nível de satisfação individual e a sua capacidade de minimizar o sofrimento no transcorrer da vida, sem que se dedique ao seu próprio descobrimento, sem que busque conhecer e dominar a si mesmo, conforme temos explorado por aqui em postagens as mais diversas.

Para nos instigar com novas visões e reflexões a esse respeito, trago vídeo do canal youtube SUPERLEITURAS, com o título “Como Superar os 5 Obstáculos Para o Autodomínio – Kung Fu e Filosofia”, publicado no último dia 19.

Nesta abordagem, serão destacados cinco obstáculos considerados significativos para que o indivíduo siga no rumo dos seus objetivos; na sequência, são sugeridas técnicas para a superação dos obstáculos, com ênfase no estado mental em que se encontra e na identificação das emoções predominantes, tudo para que seja possível seguir com êxito a caminhada pretendida.

São pontos de vista sobre os quais devemos atentar. O autoconhecimento, não há dúvida, é tarefa que requer dedicação e que nunca estará esgotada. Ainda bem, pois isso possibilita estarmos sempre em aperfeiçoamento pessoal, com o propósito de nos tornarmos cada vez melhores.

Confira o vídeo a seguir:

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“Saber escutar” – se ligue nesse vídeo!

Nestes tempos de tantos conflitos, intolerância, discordâncias e por aí vai, repercuto hoje, para começar as postagens da semana, vídeo providencial que tomei conhecimento em grupo de whatsapp.

A comunicadora pernambucana VIVI, cujo perfil no Instagram é Revira Vivi, trouxe uma mensagem muito bacana, reconhecidamente necessária, a respeito de “saber escutar“, assunto que já mereceu algumas referências aqui no blog, nas quais ficou evidenciada a importância dessa habilidade para que boas relações humanas se desenvolvam.

Assim, é sempre valioso voltarmos a esse tema – que se insere no universo da inteligência emocional – e a ele dedicarmos a devida atenção!

Portanto, confira o bom conteúdo apresentado neste vídeo (youtube, canal BRURSOCS), que tem duração de apenas 2:49, cuja mensagem parte do pressuposto, muito feliz, de que “a maior distância entre duas pessoas é o mal entendido”.

Confira:

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Sábado e música: Ray Charles e Mary Ann Fisher – Sweet Memories – cenas do filme Ladrão de Casaca!!!

Olha só que videoclipe encantador, para nossa inspiração neste sábado, tendo por fundo musical a bela canção Sweet Memories (composição de  Mickey Newbury), lançada por Ray Charles em 1970.

A interpretação é do próprio Ray Charles, em dueto com a também norte-americana Mary Ann Fisher. Trata-se de faixa do álbum Love Country Style, lançado por Ray em 1970.

Para completar, o videoclipe mostra cenas do filme To Catch a Thief ("Ladrão de Casaca"), um thriller romântico de 1955 dirigido por Alfred Hitchcock, estrelado por Grace Kelly e Cary Grant. 

Uma combinação de muita beleza, com o toque da atmosfera romântica, que naturalmente fazem bem para os olhos, os ouvidos, a alma!

O vídeo foi publicado no Youtube, em 31/janeiro/2015, por 'marie maurice I', já registrando 4.536.295 visualizações.

Curta a seguir:
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