Sábado e música: Daniel Boaventura – You’ll Never Find Another Love Like Mine (Ao Vivo) !!!

Para inspiração musical neste fim de semana, trago (pela segunda vez) o excelente Daniel Boaventura, ator e cantor brasileiro que vem angariando crescente sucesso no Brasil e no exterior, pelo seu talento artístico e por interpretar, em diversos idiomas, composições musicais que marcaram época.

No vídeo que selecionei para hoje, Daniel interpreta a conhecida “You’ll Never Find Another Love Like Mine”, composta por Leon Huff e Kenny Galmble, lançada em 1976 por Lou Rawls.

Uma bela voz e muita versatilidade, embaladas por uma rica orquestração, marca já registrada nos shows desse artista!

Curta a seguir (o vídeo está publicado no YouTube, canal Daniel Boaventura):

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“Fotógrafo capta as lágrimas de um cão ao perceber que seria sacrificado” !

Entre tantas situações de falta de consciência humana, constatar a enorme quantidade de animais abandonados pelas ruas, por aí afora, muito me sensibiliza.

A esse respeito, não sai da minha memória o estado de desamparo (e até de desespero) que demonstravam as centenas de cães e gatos que estavam temporariamente acolhidos em abrigo de animais, cerca de três anos atrás, quando eu e minha esposa fomos escolher a nossa cadelinha para adoção.

Foi nesse contexto que elegemos – e resgatamos – a nossa Lala, uma legítima cadela SRD (sem raça definida), com cerca de cinco anos de vida, sem qualquer registro sobre os seus antecedentes. Claro, estamos muito felizes com ela, bem comportada, extremamente fiel e amorosa, a encantar estes criadores de cães já acostumados com outras experiências. Vale muito a pena!

Bem, feito esse preâmbulo, a postagem de hoje tem o propósito principal de despertar mais e mais pessoas para essa realidade dos cães e gatos abandonados. Como será visto, trata-se de matéria interessante, publicada no site “revista pazes”, em 20 de janeiro passado.

A situação aí retratada, expressando uma realidade de abandono de pets, não foi no Brasil. Mas diria que por aqui o número de animais deixados pelo seus donos é muito elevado, resultando em significativo e lamentável percentual de bichinhos que acabam sendo sacrificados.

A matéria vai transcrita a seguir:

“Fotógrafo capta as lágrimas de um cão ao perceber que seria sacrificado

Os números são assustadores, cresce cada vez mais o número de cachorros abandonados nas ruas, cerca de 4 milhões de cães entram em abrigos a cada ano e cerca de 1,2 milhões de cães são sacrificados, a violência com os animais é reflexão da mais covarde desumanidade.

Era a eutanásia o destino de um pobre cachorrinho, que ao ser abandonado no abrigo, escorriam lágrimas de seus olhos.

Quando a High Plains Humane Society (HPHS), organização que visita abrigos para fotografar cães que precisam de adoção ou resgate, os fotógrafos ficaram de coração partido.

O cãozinho olhava para a câmera através das grades de sua jaula, com lágrimas nos olhos, parecia saber do seu trágico fim.

Os cães geralmente expressam sua tristeza fazendo sons ou guinchos e não produzem lágrimas devido à tristeza, mas mesmo que não signifique o sentimento, as lágrimas nos olhos do animal provam que algo está errado.

Mesmo que não fosse um real choro de tristeza, sua expressão clamava por ajuda e ajuda urgente.

As imagens do cãozinho foram publicadas e logo o abrigo foi bombardeado por ligações pedindo pela adoção da cadelinha que chorava.

Hoje, ela vive em um local seguro e cheio de amor, não é uma boa notícia? Que seja esse o destino de todos os animais!

Fonte indicada e adaptada: Zoorprendente

Publicada em: https://www.revistapazes.com/fotografo-capta-as-lagrimas-de-um-cao-ao-perceber-que-seria-sacrificado/

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“Corona-insônia: o fenômeno que está impedindo as pessoas de dormir na pandemia”

Quando pensamos no grande tema Saúde, vez ou outra trazemos a questão do sono, por todos os conhecidos benefícios que uma noite bem dormida propicia. A tirar por mim, que precisei, em setembro passado, buscar ajuda médica para enfrentar uma crescente redução de sono, seja por dormir mais tarde, seja por acordar no meio da noite.

É óbvio, considerando os tempos de incertezas, a pandemia vivenciada ao redor do planeta e as mudanças de rotinas que afetaram grande parte da população, que muitas pessoas passariam a experimentar algum tipo de alteração (prejuízo) na qualidade do sono.

A esse respeito, e partindo do pressuposto de que problemas com o sono, que já não eram novidade nos tempos contemporâneos, passaram a se intensificar atualmente, dou destaque hoje para interessante matéria, publicada no portal BBC NEWS Brasil, no último 29 de janeiro, a respeito de achados de especialistas para o fenômeno da alteração do sono com o advento da pandemia, já denominado de “corona-insônia”.

O artigo traz pesquisas em diversos países e, entre outros aspectos abordados, oferece dicas para que o leitor possa ficar atento às suas rotinas, contribuindo com o processo denominado de “higiene do sono” e, assim, reduzir as causas que podem provocar noites mal dormidas.

Pensando aqui comigo, considerando tudo o que tenho observado e aprendido a esse respeito, por leituras e por orientação de profissionais de saúde, acredito mesmo que os resultados das pesquisas e as sugestões apresentadas no texto têm tudo a ver, às quais devem se somar o controle emocional, os bons hábitos alimentares, a prática de atividades físicas, entre outros cuidados desde sempre recomendados!

Leia a seguir:

“Corona-insônia: o fenômeno que está impedindo as pessoas de dormir na pandemia

(Bryan Lufkin – Da BBC Worklife)

Mulher na cama com as mãos no rosto, um relógio mostra que é madrugada
GETTY IMAGES – A saúde e a produtividade são afetadas pela insônia

A pandemia de coronavírus teve um efeito profundo na rotina das pessoas e tornou mais difícil dormir para muitas pessoas — a tal ponto que especialistas criaram até um termo para isso em inglês: coronasomnia. Em português seria algo como “corona-insônia” ou “covid-insônia”.

É um fenômeno que atinge pessoas no mundo todo: insônia associada ao aumento do estresse por causa da pandemia de covid-19.

No Reino Unido, um estudo de agosto de 2020 da Universidade de Southampton mostrou que o número de pessoas com insônia aumentou de uma em seis para uma em quatro, com mais problemas em alguns grupos, incluindo mães e trabalhadores essenciais.

Na China, as taxas de insônia aumentaram de 14,6% para 20% durante o período de isolamento social. Uma “prevalência alarmante” de insônia clínica foi observada na Itália. Na Grécia, quase 40% dos entrevistados em um estudo de maio disseram estar sofrendo problemas para dormir. A palavra “insônia” foi mais pesquisada no Google em 2020 do que nos anos anteriores.

Entramos no segundo ano de pandemia, e meses de distanciamento social abalaram rotinas diárias, apagaram os limites da vida profissional e profissional e trouxeram incertezas para as vidas de todos. Isso tudo trouxe consequências desastrosas para o sono, e a saúde e a produtividade podem enfrentar sérios problemas por causa disso.

Vidas perturbadas

É difícil lidar com a insônia, seja em uma pandemia ou não. Ter problemas frequentes para adormecer ou ter um sono de má qualidade podem levar a impactos na saúde no longo prazo, incluindo obesidade, ansiedade, depressão, doenças cardiovasculares e diabetes.

A insuficiência de sono — que muitas autoridades de saúde classificam como menos de sete horas por noite — também afeta o trabalho. Muitos estudos demonstraram que isso aumenta a probabilidade da pessoa cometer erros, prejudica a concentração, aumenta o tempo de reação e afeta o humor.

O fato de tantas pessoas estarem atualmente com insônia tem com certeza a ver com as circunstâncias desafiadoras, “quase bíblicas”, da pandemia, afirma o psiquiatra e neurologista americano Steven Altchuler, especializado em medicina do sono.

“Se você está tendo insônia, não está sozinho — grande parte do mundo também tem. É uma consequência de todas as mudanças que estamos vivendo por causa da covid-19”, diz ele.

Diversos fatores foram responsáveis por essa queda na qualidade do sono.

Primeiro, as rotinas diárias das pessoas foram interrompidas e seus ambientes, alterados, tornando difícil manter o ritmo circadiano intacto. Normalmente, nossos dias seguem uma rotina de horários para acordar, se locomover de um lugar para o outro, fazer intervalos no trabalho e dormir. Mas a covid-19 bagunçou tudo isso.

“(Com o trabalho remoto) perdemos muitos dos elementos externos que regulam nossa rotina, como as reuniões no escritório, o horário do ônibus, o intervalo para o almoço”, diz Altchuler.

“Seu cérebro está condicionado: em certos horários você está no local de trabalho, em outros está em casa relaxando. Existe uma diferenciação aí. Agora, estamos em casa o tempo todo”, diz Angela Drake, professora de saúde clínica na Universidade da Califórnia, que trata de pacientes com distúrbios do sono. Ela também destaca o fato de que, quando trabalhamos em casa, podemos fazer menos exercícios e ter menos exposição à luz natural — duas coisas que contribuem para um sono melhor.

Há também a questão do desempenho no trabalho. O desemprego em muitos países é o maior dos últimos anos, então não é surpresa que quem está empregado queira trabalhar duro para manter seu empregos.

O problema é que trabalhar em casa pode confundir certos limites, com muitas pessoas relatando trabalhar mais tempo ou horários irregulares. “Nossa tendência é ter limites muito menos claros entre casa e trabalho”, diz Altchuler. “As pessoas tendem a ficar acordadas até mais tarde.”

Para muitas pessoas, deixar “o trabalho no trabalho” agora é completamente impossível, e desconectar-se do estresse diário é mais difícil do que nunca.

Somado a isso está o fato de que as pessoas estão sentindo falta de seus hobbies e seus amigos, que são essenciais para relaxar e desestressar. Muitos enfrentam problemas de saúde mental que podem contribuir para problemas de sono ou vice-versa.

A sensação geral de incerteza e falta de controle também pode contribuir para problemas de sono.

O tempo que a pandemia tem durado também é um fator: o que começou com pessoas estocando papel higiênico para um mês se tornou um estado semipermanente de vida.

“Inicialmente, as pessoas podiam se sentir motivadas para superar o estresse [da pandemia]. Mas à medida que ela continua ao longo do tempo, a maioria das pessoas se torna menos capaz de enfrentar a situação, resultando em problemas maiores, incluindo insônia “, diz Drake.

Alguns problemas de sono terão se tornado “crônicos e duradouros”, acrescenta ela, porque a pandemia atrasou a obtenção de tratamento em alguns casos. As pessoas procuram atendimento médico apenas em emergências, enquanto clínicas e hospitais estão com falta de pessoal ou sobrecarregados com pacientes com covid-19.

Os profissionais de saúde na verdade foram especialmente atingidos pela insônia nos últimos 12 meses. Em dezembro, a Universidade de Ottawa analisou 55 estudos globais com mais de 190 mil participantes para medir a proeminência da insônia, da depressão, da ansiedade e do transtorno do estresse pós-traumático (TSPT) desde o início da pandemia. Todos os distúrbios aumentaram em pelo menos 15% entre os profissionais de saúde, com a insônia tendo o maior aumento, de quase 24%.

Altchuler aponta que a insônia é “comumente associada ao TSPT” e, se você é um trabalhador da linha de frente ou não, é comum que a insônia apareça após grandes eventos mundiais negativos.

Em geral, sempre que alguém passa por um trauma — seja uma crise de saúde generalizada como a covid-19, um desastre público como o 11 de setembro ou algo mais individual como um acidente de carro — é possível ter problemas de sono persistentes que vêm junto com o TSPT.

O que podemos fazer sobre isso?

Os especialistas dizem que é importante procurar ajuda quando os problemas de sono persistem — especialmente hoje em dia.

“Como a pandemia continuou por um período significativo de tempo, não apenas alguns meses, há uma grande possibilidade de que as taxas de insônia não caiam”, diz Lisa Artis, vice-CEO da Sleep Charity, uma ONG que promove saúde do sono no Reino Unido.

“Se as pessoas não procuram ajuda quando começam a sofrer com a falta de sono, é provável que seus problemas de sono se tornem um distúrbio permanente do sono, ou seja, insônia, e infelizmente não há uma solução rápida… É difícil quebrar hábitos formados”, diz Artis.

Mas há boas notícias. Altchuler destaca alguns avanços, como a “rápida expansão da telemedicina” durante a quarentena. Isso pode ter um impacto positivo já que muitas pessoas não têm condições ou têm relutância de visitar clínicas médicas pessoalmente.

O tratamento mais comum para problemas de sono é a terapia cognitivo-comportamental para insônia, que melhora a chamada “higiene do sono” — uma série de atitudes que podem ser tomadas antes de dormir para evitar problemas, como não fumar nem beber antes de dormir, apagar todas as luzes, etc.

A terapia também treina o cérebro para associar a cama com o sono através de mudanças comportamentais, como não trabalhar na cama e não ver televisão no quarto.

Um estudo da Universidade de Michigan do ano passado mostrou que os pacientes que buscaram a terapia por meio da telemedicina receberam um tratamento tão eficaz quanto o teriam recebido pessoalmente, o que pode possibilitar um acesso mais amplo à assistência médica.

Existem também pequenas coisas que as pessoas podem fazer para melhorar a higiene do sono sem fazer a terapia.

“Uma das minhas principais regras é que você não pode trabalhar em seu laptop na cama”, diz Drake. “Não me importa o quão confortável seja.”

Os médicos aconselham limitar o consumo de notícias para evitar a ansiedade não usar o telefone celular como despertador — ele é outro item associado ao trabalho e muitos emitem uma luzinha mesmo quando estão com a tela desligada, o que é ruim para a produção de melatonina (o hormônio que induz o sono) no corpo.

Também é aconselhado manter o celular em outro cômodo quando for dormir e ter um relógio despertador na mesa de cabeceira, mas não ficar olhando para ele enquanto tenta adormecer.

Os médicos lembram que as circunstâncias atuais estão longe de ser normais — então não é surpresa que estejamos enfrentando desafios. “A última vez que houve esse tipo de evento foi há mais de 100 anos”, diz Drake. “Nenhum de nós teve que lidar com esse tipo de coisa antes.”

Ver a publicação original: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55850689?utm_medium=10todaybr.20210131&utm_source=email&utm_content=article&utm_campaign=10today

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Inspiração musical: Volúpia de Amar / Cantando o Chorinho – Tributo ao meu pai!

Imagem musical

Peço licença a você que me acompanha, para fazer um momento musical diferente esta semana, que será dedicado, como tributo especial ao meu querido pai, Ângelo R. Dattoli.

Nascido em Jaguaquara, Bahia, ele nos deixou na noite da última sexta-feira, aos 92 anos, após cumprir uma bela existência aqui conosco. Resta-nos, para mim e para toda a nossa família, um sentimento de gratidão e mesmo de orgulho por tudo o que ele representou para nós!

Assim, como forma de homenagearmos essa figura humana que a todos cativava, que amava a poesia e a música, trago registro de duas das composições musicais dele que tive a satisfação de gravar, não faz muito tempo. Trata-se de Volúpia de Amar e Cantando o Chorinho, esta última feita em parceria com Enedino Lemos.

Fica aqui essa singela homenagem, pai, com todo o meu carinho!

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“10 Maneiras Simples de Fortalecer Seu Sistema Imunológico” – Confira essas dicas!

Nestes tempos atuais de novos vírus, de grandes ameaças à nossa própria sobrevivência, estar com o sistema imunológico em dia pode ser um fator muito positivo e até decisivo, pelo que diz a lógica, mas, em especial, pelo que afirmam os pesquisadores e profissionais de saúde.

Interessante é que o fortalecimento do sistema imune do indivíduo – “sistema de estruturas e processos biológicos que protegem o organismo contra doenças” – pode se dar pela prática de hábitos simples que, a rigor, estão ao alcance de quase todas as pessoas.

Para lhe ajudar a esse respeito, faço referência a uma matéria legal, de link abaixo, publicada ontem no site TudoPorEmail, trazendo bons esclarecimentos e 10 dicas úteis (e oportunas) que podem ser adotadas facilmente.

Confira e tire bom proveito!!!

https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=8998

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“Os ambivertidos: metade extroversão, metade introversão” – Bom saber!

Ser introvertido; ser extrovertido. Você, acredito, já se interessou e buscou ler/ouvir explicações a respeito desses dois traços da personalidade dos indivíduos, até mesmo em algumas postagens que trouxe aqui no blog.

Mas, para além desses dois tipos de personalidade, você sabia que existe um outro, denominado de ambivertido?

Conforme estudiosos da psicologia, existe um traço de personalidade que sabe combinar, naturalmente, a introversão e a extroversão. A pessoa ambivertida tanto se sente bem com a solidão quanto com a companhia. Bom saber, não é?

Assim, entenda melhor o que é uma pessoa ambivertida, lendo este interessante artigo, adiante reproduzido, publicado ontem no site A Mente É Maravilhosa.

O texto, ainda que enxuto, traz interessantes informações e esclarecimentos a respeito do tema, destacando as características desse invejável tipo de personalidade, considerado como modelo de equilíbrio e estabilidade.

Na minha avaliação, é bom sabermos que existe mesmo esse tipo de pessoa, que transita bem, naturalmente, entre o estilo introvertido e o extrovertido, a depender do momento, da circunstância. Até porque, compreender melhor as nuances do comportamento humano, a exemplo desse conteúdo de hoje, é subsídio para que possamos aprimorar a nossa capacidade de relacionamento interpessoal!

Confira:

“Os ambivertidos: metade extroversão, metade introversão

Os ambivertidos são pessoas que conseguem aproveitar ao máximo as características da introversão e da extroversão, atingindo um equilíbrio. São indivíduos flexíveis que sabem se adaptar e aproveitar tanto a solidão quanto a companhia.

Os ambivertidos: metade extroversão, metade introversão

Nenhuma pessoa é totalmente extrovertida ou totalmente introvertida. Entre esses extremos há uma infinidade de nuances, ainda que, de forma geral, cada pessoa tenha traços predominantes de introversão ou extroversão. Porém, há algumas pessoas que conseguem combinar o melhor da extroversão e o melhor da introversão de forma bem equilibrada. Esses são os ambivertidos.

De acordo com a doutora Jennifer Granneman, autora do livro The Secret Lives of Introverts, aqueles que se enquadram como ambivertidos são fascinantes: pessoas que atingem um ótimo equilíbrio entre a comunicação e a escuta, bem como entre a prudência e a espontaneidade.

“A realidade dos outros não está naquilo que eles mostram, mas sim naquilo que não sabem mostrar; se quiser compreender verdadeiramente as pessoas, não escute o que dizem, mas sim o que não falam.”
-Khalil Gibrán-

O primeiro estudioso a abordar essa questão foi o psicanalista suíço Carl Jung. Os conceitos de Jung tiveram um grande impacto na psicologia e, por isso, boa parte das classificações de personalidade são baseadas em seus estudos. As categorias de introversão e extroversão foram trabalhadas inicialmente por ele, e precisamos retomá-las para entender como os ambivertidos são.

Introversão: nem timidez, nem isolamento

A principal característica das pessoas introvertidas é que elas se concentram mais em seu mundo interno do que no mundo externo. De forma natural, são pessoas inclinadas a olhar para dentro de si mesmas e que conseguem estabelecer sentido em suas ideias, sua imaginação, suas memórias e tudo o que fizer parte do seu universo subjetivo.

Na verdade, os introvertidos não são tímidos, muito menos antissociais. São pessoas que simplesmente apreciam os momentos de solidão porque o contato consigo mesmo é algo indispensável. Também não negam contato com outras pessoas, apenas são muito seletivos e não gostam de ter companhia o tempo todo. Por isso, dão preferência a ambientes tranquilos e desprezam atmosferas barulhentas.

De acordo com a perspectiva da neurociência, os introvertidos são mais sensíveis à dopamina. Por isso, ficar em ambientes com muitos estímulos pode significar um esgotamento emocional. Então, preferem atmosferas mais tranquilas.

Extroversão: se nutrir dos demais

Do outro lado estão os extrovertidos, pessoas desinibidas e espontâneas que fazem amizades facilmente e não guardam o que pensam. São, no geral, muito mais aceitos socialmente do que os introvertidos. Isto se deve à facilidade com que se conectam com os demais.

O extrovertido se nutre das suas relações sociais. É uma pessoa que gosta de estar em contato com os outros e que, de fato, se nutre de vínculos para se sentir bem. A solidão lhe parece entediante e há a necessidade de ambientes que o estimulem de maneira constante. A passividade e o silêncio excessivo acabam deprimindo-os.

Esses tipos de pessoas geralmente são impulsivas e podem ser superficiais. Não é do seu interesse se aprofundar em reflexões. São pessoas de ação, que precisam de movimento e, por isso, a introspecção não é algo que as atrai. São pessoas que, por conta disso, possuem um filtro mínimo. O que pensam e o que sentem é traduzido em ações quase que de imediato.

Ambivertidos: o equilíbrio

O primeiro a falar sobre os ambivertidos foi Edmund S. Conklin, psicólogo norte-americano, em 1923. Ele observou que essas pessoas eram modelos de estabilidade e equilíbrio, definindo-as como indivíduos que combinam o que há de melhor na introversão e na extroversão. Se adaptam facilmente tanto à solidão quanto à companhia e buscam deixar ambos em equilíbrio.

O principal traço dos ambivertidos é a flexibilidade. Em situações sociais, são abertos às outras pessoas e trabalham para que suas relações sejam fluidas e espontâneas. Sabem tirar vantagem da companhia dos outros, aproveitando suas contribuições e permitindo aos demais que entrem em seus mundos. As situações sociais não os deixam tensos, nem os desgastam. Sabem tirar proveito dessas situações e consideram que são essenciais para o seu equilíbrio.

Da mesma forma, os ambivertidos podem lidar com a solidão sem problema algum. De fato, é algo que buscam em determinados momentos. Precisam manter o contato consigo mesmos e apreciam as contribuições da introspecção. Também são seletivos no que compartilham ou deixam de compartilhar com os demais.

São pessoais hábeis nas duas linguagens: a da introversão e a da extroversão. O psicólogo Daniel H. Pink chegou a compará-los com as pessoas bilíngues, visto que lidam de maneira fluida com dois idiomas de uma só vez, encontrando a melhor maneira de se expressar em ambos.

Veja a publicação original: https://amenteemaravilhosa.com.br/os-ambivertidos/

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ACEITANDO DESAFIOS: questões essenciais em um vídeo inspirador!!!

Pense em uma mensagem com conteúdo de valor, voltado para o bem do próximo, tratando de um binômio essencial para o nosso despertar e a nossa evolução: consciência e atitude!

Nesse diapasão, para começar as postagens da semana, trago mais um excelente vídeo de Pedro Wanderley, advogado rondoniense do blog Pratique o Bem Hoje, com o título ACEITANDO DESAFIOS.

O vídeo, com duração de apenas 5:32, publicado no YouTube no último dia 19, oferece bom apanhado de aspectos fundamentais para um viver pleno, determinado, para que possamos nos tornar cada vez melhores, em permanente evolução. Gostei, especialmente, da dinâmica do texto, ao fazer contrapontos entre “o que é fácil” e “o que é difícil”. Por exemplo, sabe o que é fácil? Ser parte do problema; sabe o que é difícil? Ser parte da solução!

Mais do que informações e reflexões, você poderá ter insights preciosos ao terminar de assistir. Tire bom proveito desta mensagem inspiradora!

Confira:

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Sábado e música: Grupo 40 FINGERS – Sultans Of Swing (Dire Straits) – Apresentação maravilhosa!!!

Como inspiração musical para este sábado, vamos relembrar a icônica composição “Sultans Of Swing”, um dos grandes sucessos da banda de rock britânica Dire Straits, lançado em 1979.

Em vídeo novinho, publicado ontem no YouTube, que fiquei maravilhado, vocês verão o quarteto italiano 40 FINGERS, formado pelos exímios violonistas Matteo Brenci, Emanuele Grafitti, Enrico Maria Milanesi, Andrea Vittori, apresentar belo arranjo e incrível performance para essa inesquecível música do Dire Straits.

A apresentação aconteceu no Teatro “Stabile del Friuli Venezia Giulia”, em Trieste, Itália.

Já mostrei o 40 FINGERS aqui no blog, em 19 de novembro de 2019. Esse grupo instrumental é realmente impressionante!

Curta a seguir:

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Atenção: “10 alimentos que parecem saudáveis, mas podem fazer mal” !

Falar sobre bons hábitos alimentares é falar sobre qualidade de vida e bem viver, pois isso tem estreita relação com a nossa condição de saúde. Claro, essa é uma afirmação óbvia, que não tem nada de novidade. Certo?

Acontece que, pela correria cotidiana, pelo “ouvi dizer”, pela força do marketing das empresas produtoras e fornecedoras e, ainda, por um certo nível de desinformação, muitas vezes podemos nos enganar a respeito de determinados alimentos. Nesse contexto, creio que fazer escolhas alimentares não muito adequadas acaba sendo bastante comum para grande parte da população. Portanto, toda a atenção é pouca!

A pretexto do tema, dou destaque hoje para interessante e bem esclarecedora matéria, publicada no blog VivaBem, enfocando 10 conhecidos alimentos muito consumidos em nosso país, tidos como saudáveis, que podem lhe fazer mal, a depender da frequência, da quantidade ingerida etc.

Mais precisamente, você vai conhecer esses pontos de atenção a respeito da tapioca, da barra de cereal, do açaí, dos sucos de caixinha, do sal rosa do Himalaia, do óleo de coco, dos biscoitos e torradas integrais, do peito de peru, do pão de forma light e da granola.

Assim, tire bom proveito das dicas e cuide cada vez melhor da sua saúde!

Confira a matéria clicando no link abaixo:

Tapioca, açaí: 10 alimentos que parecem saudáveis, mas podem fazer mal
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“Como lidar com a dor?” – vídeo traz oportunas reflexões sobre o tema!

Está aí um assunto que considero de elevada importância na arte do viver: saber lidar com a dor!

E aqui não se trata das dores físicas, daquelas identificadas, objetivas, localizadas, curadas com medicação específica, que acometem a todos os humanos em dado momento e nas mais variadas circunstâncias.

O foco da abordagem, ou reflexão, é a dor que vem de dentro, que é abstrata, que não é localizada, mas que incomoda, adoece e, como sabemos, também pode matar. Popularmente, são incômodos chamados de “dor no coração” ou “dor na alma”.

A propósito, como sabemos que muita gente só muda pela dor, cabe lembrar esta frase estimulante e de cunho educativo: “A dor é fértil. É dela que brota a força”.

Bem, sobre o tema, trago vídeo com reflexão de cunho literário, muito interessante e oportuna, da professora de literatura e redação Elaine Rodrigues, do blog e-Redigindo, com o título “PARA PESSOAS PROFUNDAS: COMO LIDAR COM A DOR?”, publicado agora no último dia 15, pinçando dicas de escritores famosos a respeito de como se deve enfrentar esse tipo de dor.

O vídeo está no canal e-Redigindo, no YouTube. Vale a pena assistir.

Confira:

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