Como decidimos: emoção ou razão?

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Esta pergunta é recorrente, desde sempre: Decidimos mais com a razão ou com o coração? Por conta disso, volto a falar brevemente sobre o nosso processo (mental) de tomada de decisão.

Com efeito, é ilusão imaginar quer a nossa mente racional tem o controle sobre as emoções no dia a dia. Quando tomamos uma decisão, por mais simples que seja, entram em cena as nossas emoções e a nossa intuição. Claro que a mente racional está inserida nesse processo, mas não é o que predomina. A racionalidade é parcial, relativa e limitada.

Em entrevista para a revista VOCÊ S/A, de dezembro de 2017, o psiquiatra e professor italiano Mauro Maldonato, autor do livro Na Hora da Decisão (editora Sesc), fala com muita propriedade a esse respeito. Segundo ele, “a decisão não depende apenas do cérebro, mas do caráter e da personalidade de cada um.”

Durante a entrevista, o autor argumenta que inexiste uma fórmula que nos garanta fazermos sempre as melhores escolhas. E traz um enunciado lapidar:

“O homem não é uma máquina pensante, mas uma máquina emocional que pensa.”

Por tudo isso, fica o reforço de que as pessoas precisam confiar mais na intuição. Mesmo porque, já fiz algumas referências aqui sobre o elevado nível de acerto das decisões tomadas com base na intuição, incluindo até mesmo decisões mais complexas e de cunho profissional. Aliás, não custa lembrar que a intuição decorre de conhecimentos acumulados pelo indivíduo, ainda que utilizados de forma inconsciente.

Tenha isso em mente. E fiquemos, assim, na expectativa de que você tenha mais acertos do que erros nas suas decisões!

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Sobre JCDattoli

Este blog foi idealizado para compartilhar reflexões e discussões (comentários, frases célebres, textos diversos, slides, vídeos, músicas, referências sobre livros, filmes, sites, outros blogs) que contribuam para a realização e o crescimento do ser humano em toda a sua essência e nas dimensões pessoais e profissionais. Almejo que o ser humano se mostre cada vez mais virtuoso, atento e disposto a servir o próximo em cada momento da sua existência. Atuei profissionalmente por quatro décadas, com bastante intensidade, nas áreas pública e privada. Ocupei de cargos técnicos a postos de chefia e direção. Neste novo momento, pretendo ajudar pessoas a atingir outros patamares na vida – e na profissão. Dedicarei parte do tempo para ações sociais/humanitárias (acabo de retomar o projeto 'música para idosos'), além de assegurar espaços na agenda para reflexões e meditações. Gosto de ler, de praticar atividades físicas e de cantar-tocar violão. A família e as amizades são preciosas matérias-primas na construção do bem viver. Apesar das incongruências, desencontros e descaminhos humanos, tenho por missão dedicar-me mais e mais às pessoas como contributo para um mundo verdadeiramente melhor!
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