Conheça 10 comportamentos que comprometem a saúde financeira das pessoas!

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Falo hoje de finanças pessoais, um fator (ou competência) de fundamental importância para que qualquer pessoa tenha estabilidade e possa viver com qualidade de vida e sensação de bem estar. Nessa área reside, sem dúvida, grande ponto de insatisfação pessoal para muita gente, conforme atestam diversas pesquisas de opinião, com impactos altamente negativos e comprometedores em termos de lazer, de saúde, de relacionamento familiar, em relação aos interesses profissionais e aos negócios etc.

Nesse particular, não adianta ficar somente olhando para fora, buscando culpados. A dificuldade e frustração com as finanças pessoais, a incapacidade para fazer boa gestão do dinheiro é consequência sobretudo de comportamentos equivocados ou limitados. Questões psicológicas, representadas pelas atitudes individuais que a pessoa adota, podem ser a causa de fundo para o insucesso no trato com as finanças.

E é exatamente para trazer esse olhar, essa sacada, que divulgo o excelente artigo abaixo, sobre os inimigos da riqueza, publicado no portal Exame.com, enfocando traços psicológicos que afetam os pensamentos e, mais ainda, os comportamentos da pessoa, impedindo ou comprometendo sua boa performance financeira e patrimonial.

A propósito, você sabia que a dificuldade para ser bom gestor do próprio dinheiro pode ser causada por questões comportamentais como ansiedade, arrogância, pessimismo, impaciência etc.?

Confira. O texto é inteligente e pode ser útil para você e para conhecidos seus, até porque apresenta algumas dicas interessantes para correção das atitudes negativas apontadas. Vale muito a pena!

“Os dez maiores inimigos da riqueza

Mulher assustada com monstrosFantasmas assustam mulher: Descontrole emocional pode te impedir de ganhar dinheiro

Júlia Lewgoy, de EXAME.com

São Paulo – Alguns traços de personalidade são fantasmas que assombram a relação das pessoas com o dinheiro. A ansiedade, a arrogância e o pessimismo, por exemplo, podem impedir que você se torne rico.

A psicologia pode ter mais mais proximidade com as finanças pessoais do que você imagina. EXAME.com ouviu especialistas em finanças comportamentais e listou, a seguir, dez comportamentos que podem ser inimigos da riqueza.

1. O descontrole emocional

Sabe aquele velho papo do terapeuta de que é preciso manter seu eixo interno forte para não se abalar tanto com os acontecimentos externos? Ele também serve para ter uma relação saudável com o dinheiro. O descontrole emocional afasta as pessoas da riqueza.

Quem conhece bem a si mesmo e sabe do que precisa para ser feliz consegue controlar melhor suas finanças. Tanto que, nos Estados Unidos, disciplinas de psicologia já foram incluídas nos currículos de grandes institutos de planejamento financeiro, como o da Universidade do Kansas, e a terapia financeira se populariza por lá.

“As pessoas gostam de acreditar que têm muito mais autocontrole do que elas têm de verdade”, observa a pesquisadora Claudia Yoshinaga, coordenadora do Núcleo de Finanças Comportamentais da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Isso acontece porque, do ponto de vista psicológico, a disputa entre ter uma recompensa hoje ou ter mais no futuro é bastante desigual. “É muito mais prazeroso comprar hoje”, diz a pesquisadora.

Estabelecer regrinhas na vida pode ajudar a lembrar que é preciso andar na linha com o dinheiro. Uma delas pode ser anotar em aplicativos ou planilhas cada gasto que você faz. Para o seu emocional, eles funcionam melhor do que os apps que somam e categorizam os gastos automaticamente. Outra dica é colar um post it no cartão de crédito quando chegar perto do limite.

2. A ansiedade

Pessoas ansiosas podem enxergar no hábito de fazer compras uma válvula de escape para descarregar esse sentimento. Além de gastarem mais, tendem a investir mal o dinheiro. “A pressa faz as pessoas tomarem decisões financeiras ruins”, aponta o coach financeiro Ricardo Melo, autor do livro As Leis Invisíveis do Dinheiro.

Quando sentir aquela angústia de que é preciso comprar algo, pergunte a você mesmo: “eu realmente preciso disso?”. A resposta vai ser “sim”, provavelmente. Então, você pergunta de novo: “como vai ser a minha vida daqui a uma semana se eu comprar isso agora?”. Igual, provavelmente. “É aí que você vê que aquilo não é tão importante assim”, ensina o coach.

Na hora de investir, os ansiosos tendem a ter uma visão de curto prazo e a querer retornos rápidos. Em aplicações financeiras, o tempo é um grande aliado. Quanto maiores os prazos para resgatar o dinheiro, melhores são os rendimentos.

3. A arrogância

Comprar algo para ser socialmente aceito em um grupo até parece coisa de adolescente, mas pode ser uma trava para um adulto enriquecer. Olha que contraditório: quanto mais as pessoas querem parecer ricas, mais elas se afastam da riqueza.

“Pessoas que são prisioneiras do status e querem parecer ter mais do que o bolso permite têm, no fundo, problemas de autoestima. Essa mania de grandeza só gera dívidas”, explica Melo. Além disso, quem tem o nariz empinado gera dificuldades para trabalhar em equipe, o que é essencial para líderes acumularem dinheiro.

Há ainda uma questão: saber ouvir. “A maioria das pessoas bem sucedidas é humilde, aberta a aprender com qualquer um. Se você acha que sabe tudo, se isola e perde a chance de fazer parcerias”, destaca a coach e escritora Paula Abreu, criadora do programa online Detox de Dinheiro.

4. A rigidez

Pessoas severas demais consigo mesmas, que seguem sempre o esperado e não se permitem experimentar, dificilmente serão ricas. Os milionários não são certinhos, e sim ousados. “O comportamento controlador não é ruim para as finanças, pelo contrário. Mas não pode haver um exagero”, alerta Claudia, da FGV.

A especialista em finanças comportamentais recomenda não abrir mão da vida social para economizar, já que o networking pode ajudar nos negócios. Ela também aconselha não ser pão-duro demais e, em consequência, deixar de ter experiências que podem ajudar a ganhar dinheiro no futuro.

Na vida profissional, a ousadia também é bem-vinda. “É melhor pedir perdão do que pedir permissão. Para acumular riqueza, é preciso ser ousado, não cumprir tabela”, orienta a coach Paula Abreu.

5. A procrastinação

Empurrar os planos com a barriga pode ser péssimo para o bolso. Isso inclui esperar demais para guardar dinheiro para a aposentadoria, demorar para começar a investir ou mesmo procrastinar a realização de um projeto.

“Nada do que deixamos para a última hora sai com qualidade, o que impacta diretamente no desempenho profissional e na vida financeira”, explica Claudia, da FGV.

Por trás da procrastinação, pode estar o medo de fracassar. A coach Paula Abreu aconselha fazer perguntas a si mesmo para gerar clarezas.

Uma delas pode ser se qustionar qual seria o pior cenário possível caso os planos dessem errado. “Não adianta esperar a motivação vir para agir. É quando você se coloca em movimento que ela acontece”, explica a coach.

6. O pessimismo

Pessoas pessimistas têm menos oportunidades para enriquecer na vida. Isso porque a motivação contagia os outros no mercado de trabalho. “Ninguém quer estar perto dos pessimistas. No meio profissional, os otimistas têm mais chance de serem chamados para novos projetos e de aprenderem novas habilidades”, explica Paula.

Diante de problemas, enquanto os pessimistas se colocam em uma posição confortável de que não há nada a fazer, os otimistas agem para transformar situações. Essa postura pró-ativa é comum entre os que acumulam muito dinheiro.

7. A indecisão

Não dá para pensar muito quando as oportunidades profissionais e as chances de negócio aparecem, se não você corre o risco de perdê-las. É por isso que os indecisos se afastam da riqueza.

O melhor remédio para a indecisão, segundo o coach Ricardo Melo, é fazer uma lista de prós e contras. “É uma dica básica que funciona. Quando você lista, obriga a si mesmo a racionalizar o que sente e consegue enxergar melhor a situação”, aconselha.

8. A vitimização

Assumir constantemente o papel de vítima na vida e só reclamar de tudo impede as pessoas de enriquecer. Quem sempre acha que o que acontece de ruim não tem nada a ver com a sua forma de agir não tem ambição e acaba acomodado.

“As pessoas que se fazem de vítima têm menos chances de evoluir na vida, tanto pessoal quanto profissionalmente. Quando colocam a responsabilidade de tudo nos outros, não usam seu poder de mudar”, explica a coach Paula Abreu.

Para quem se enxerga assim, Paula ensina um truque: fazer um diário da gratidão. Toda noite, escreva pelo menos três eventos bons que aconteceram durante o dia. “Em vez de viver a energia negativa da reclamação, passe a viver a energia da produtividade”, aconselha.

9. A impaciência

Um adulto mimado tem menos chance de se tornar rico, porque não tem paciência para conquistar metas financeiras audaciosas. Tanto para ter um bom retorno de um investimento quanto para juntar dinheiro para comprar uma casa, por exemplo, é preciso ter persistência.

“Conheço muita gente que começa a guardar para comprar um carro, por exemplo, e no meio do caminho, desiste e compra uma bicicleta. Para acumular dinheiro, é preciso ter constância”, observa Paula.

10. A acomodação

É bem difícil juntar muito dinheiro sem ter um porquê. Os sonhos e a ambição servem como alavanca para atingir metas financeiras. Ricos sonham muito.

O medo por traz da acomodação também é um impeditivo para enriquecer. Muitas pessoas, por exemplo, preferem investir na poupança por medo de outras aplicações, mas por isso deixam de ganhar mais dinheiro. Não deixe que o medo tire sua vontade de ganhar.

Fontehttp://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/os-dez-maiores-inimigos-da-riqueza
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Sobre JCDattoli

Este blog foi idealizado para compartilhar reflexões e discussões (comentários, frases célebres, textos diversos, slides, vídeos, músicas, referências sobre livros, filmes, sites, outros blogs) que contribuam para a realização e o crescimento do ser humano em toda a sua essência e nas dimensões pessoais e profissionais. Almejo que o ser humano se mostre cada vez mais virtuoso, atento e disposto a servir o próximo em cada momento da sua existência. Atuei profissionalmente por quatro décadas, com bastante intensidade, nas áreas pública e privada. Ocupei de cargos técnicos a postos de chefia e direção. Neste novo momento, pretendo ajudar pessoas a atingir outros patamares na vida – e na profissão. Dedicarei parte do tempo para ações sociais/humanitárias (acabo de retomar o projeto 'música para idosos'), além de assegurar espaços na agenda para reflexões e meditações. Gosto de ler, de praticar atividades físicas e de cantar-tocar violão. A família e as amizades são preciosas matérias-primas na construção do bem viver. Apesar das incongruências, desencontros e descaminhos humanos, tenho por missão dedicar-me mais e mais às pessoas como contributo para um mundo verdadeiramente melhor!
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