Emoções – Refletindo sobre a RAIVA!

Para se trilhar uma vida equilibrada, sadia, harmoniosa e de sucesso, cultivando relacionamentos interpessoais positivos e duradouros, um dos fatores determinantes é a capacidade de controle (ou gerenciamento) das próprias emoções. E por que isso é importante? Simplesmente porque as emoções influenciam o nosso comportamento! A propósito, cabe salientar que a psicologia conceitua inteligência emocional, de uma forma resumida, como a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos (ou emoções) e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles!

Com efeito, um dos tipos de emoção que considero mais “comprometedores” é a raiva, em especial quando se manifesta em alta intensidade. E para ajudar na reflexão a esse respeito, transcrevo, a seguir, o interessante e objetivo texto EMOÇÕES DANOSAS I: RAIVA, da psicóloga Luciana Souza:

Imagem raiva.Lu  EMOÇÕES DANOSAS I: RAIVA 

“A raiva é uma emoção primária, é da natureza humana. Mesmo a gente não admitindo, todos nós sentimos essa emoção. Quando a criança não tem o que quer, por exemplo, ela sente raiva.
A raiva pode ser uma força positiva ou negativa. Mas é uma força…uma energia que precisa fluir. O que torna essa emoção danosa para nós é a sua intensidade, frequência e a forma como é canalizada.
Toda vez que somos contrariados ou que nos decepcionamos ficamos raivosos. Toda vez que nós estamos num estado muito profundo de tristeza ou depressão nos conectamos à raiva. Tudo aquilo que é negado a nós, que nos tira o espaço, também gera essa emoção. No trânsito, no trabalho, dentro de casa…
Tem pessoas, inclusive, que são raivosas por natureza. Que se irritam com tudo. Geralmente são aquelas que apresentam algum problema de baixa autoestima.
A verdade é que a gente tem uma tendência a disfarçar e a reprimir a raiva. E então, certo dia explodimos por tanto contê-la. Não é fácil lidar com ela. Mas precisamos aprender a filtrá-la. Pelo menos para que ela não seja a nossa maior condutora. Para que ela não nos domine.
E o primeiro passo é identificar essa emoção. Depois criar estratégias racionais para trabalha-la. Sim, racionalizar é uma saída. Pois a gente precisa saber que a raiva provoca altas descargas de adrenalina na corrente sanguínea, alterando o equilíbrio orgânico e emocional. O que prejudica somente a nós mesmos.
Caminhar, meditar, respirar fundo, praticar atividade física, ouvir música, dar um tempo…cada um escolhe a sua melhor forma, mas o importante é sublimar, é purificar, é dissolver.”

(Autoria: Luciana Souza – Psicóloga)

Fonte: https://www.facebook.com/pages/Psic%C3%B3loga-Luciana-Souza/254259118118668?fref=ts

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Sobre JCDattoli

Este blog foi idealizado para compartilhar reflexões e discussões (comentários, frases célebres, textos diversos, slides, vídeos, músicas, referências sobre livros, filmes, sites, outros blogs) que contribuam para a realização e o crescimento do ser humano em toda a sua essência e nas dimensões pessoais e profissionais. Almejo que o ser humano se mostre cada vez mais virtuoso, atento e disposto a servir o próximo em cada momento da sua existência. Atuei profissionalmente por quatro décadas, com bastante intensidade, nas áreas pública e privada. Ocupei de cargos técnicos a postos de chefia e direção. Neste novo momento, pretendo ajudar pessoas a atingir outros patamares na vida – e na profissão. Dedicarei parte do tempo para ações sociais/humanitárias (acabo de retomar o projeto 'música para idosos'), além de assegurar espaços na agenda para reflexões e meditações. Gosto de ler, de praticar atividades físicas e de cantar-tocar violão. A família e as amizades são preciosas matérias-primas na construção do bem viver. Apesar das incongruências, desencontros e descaminhos humanos, tenho por missão dedicar-me mais e mais às pessoas como contributo para um mundo verdadeiramente melhor!
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6 respostas para Emoções – Refletindo sobre a RAIVA!

  1. Jaciara disse:

    Luciana, é muito difícil domar a raiva, mas realmente o antídoto para isto, deixando de lado o problema da adrenalina, é, caridade. Quando iniciarmos a lição de caridade com sucesso, ou seja, o perdão incondicional como ensina o Cristo, então, seremos caridosos com nós mesmos. Assim como devemos nos desprender das coisas materiais, devemos nos desprender das ofensas. Maravilhosa lição! … estudar e praticar o evangelho é o grande roteiro…

    • Luciana Souza disse:

      Olá Jaciara! A caridade é sem dúvida a solução para muitos dos nossos males, pois é a representação maior do amor. E no caso da raiva pode ser sim um ótimo antídoto. Gratidão pelo seu comentário! Tenha uma linda noite. Luciana Souza.

  2. Sandra Fayad disse:

    Bem, eu concordo que devemos ser caridosos e aceitar as pessoas com seus defeitos. Mas há um defeito que me irrita e provoca mal-estar. É a enganação. Há pessoas que são mestras em mentir, ludibriar, enganar aos demais. São tão eficientes nisso que conseguem enganar a si mesmos. Exemplo prático: Imaginem uma jovem de 25 anos que declaradamente não gosta de estudar, mas que por exigência social e familiar matricula-se em um curso preparatório para concursos. Afinal não cabe mais continuar fora do mercado de trabalho. No primeiro momento declara aos quatro ventos que está com a maior disposição para estudar e repete exaustivamente a afirmativa “eu vou estudar” dezenas de vezes ao dia. No segundo momento, “descobre” que as salas de aula são quentes, que a internet é lenta, que o professor X é chato, que o curso é fraco, que precisa de um livro novo… e sente sono, fome, cansaço…mas continua repetindo que “precisa estudar” e rebate quaisquer argumentos e sugestões sobre métodos eficazes de aprendizado, necessidade de empenho, exemplos de sucesso por dedicação aos estudos. Finalmente, desvia o foco para várias outras atividades e depois diz que não obteve aprovação em concurso porque não teve tempo, etc, etc. O pior é que ainda há quem acredita em tudo. Nesse caso, como costuma dizer uma amiga, nem Deus dá jeito. Eu, que não acredito, preciso fazer um grande esforço para não adoecer, já que o assunto não me afeta o bolso e o futuro diretamente. Ufa! Graças a Deus!.

  3. A sublimação da raiva, ou o controle dela, é uma questão que vem de berço. Geralmente a criança que é criada sem limites, ou com excesso de repressão, se torna um adulto difícil de aceitar situações adversas.

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