República de Malta: relato e dicas de uma experiência enriquecedora!

RELATO DA VIAGEM PARA MALTA

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Registro aqui os pontos que julguei mais significativos a respeito da minha viagem solitária, para estudo de inglês e passeios em Malta, ocorrida entre os dias 8 de novembro e 8 de dezembro de 2013. Este relato tem como principal objetivo oferecer subsídios para quem pretenda conhecer aquele recanto do Mediterrâneo, seja para fazer turismo, seja para estudar, ou ambas as coisas, considerando que aquela paradisíaca localidade é hoje um importante centro de estudantes que para lá acorrem para realizar programas de intercâmbio de estudo em língua estrangeira, principalmente a língua inglesa.

 Uma visão geral sobre a República de Malta:

Trata-se de um país-arquipélago do Mediterrâneo, sendo que as três maiores ilhas – e únicas habitadas – são Malta, Gozo e Comino, situado a cerca de 90 km do sul da Itália (Sicília). Com área total de 320 km², apresenta temperatura menos fria do que a média da Europa. A população atual de Malta é de aproximadamente 400 mil habitantes, menor do que a de algumas das maiores cidades da minha Bahia. Aliás, seu volume populacional equipara-se ao de Ceilândia, cidade-satélite do DF. Além da beleza natural, com paredões rochosos que recortam o Mediterrâneo com as suas águas de belíssimos e distintos tons de azul, as inúmeras cidades que integram as ilhas de Malta e de Gozo – as duas maiores – apresentam charme especial porque se apresentam cheias de baías, com variadas marinas e grande e diversificada quantidade de barcos, de todos os tipos, além de lanchas e imponentes iates. Por toda a parte o visual ajuda e encanta.

As orlas são bem estruturadas, e o que é melhor, vive-se em um ambiente de total segurança. Em Malta, não se fala em violência e todos andam pelas ruas absolutamente à vontade e sem os receios que sentimos nas cidades brasileiras. Carro de polícia e policial nas ruas não são notados. Vi muito poucos durante o mês da minha estada.

No geral, a arquitetura segue o estilo de cidades europeias “fortificadas”, com poucos prédios altos e muita construção de pedra, que oferecem a convivência com edificações que surgiram desde a Idade Média. Tudo evoca o histórico de invasões e colonizações distintas sofridas por Malta desde 4000 antes de Cristo, a exemplo do que também ocorreu com várias outras localidades situadas no Mediterrâneo. A ocupação da região teve início discreto, por pequenos grupos de exploradores do sul da Itália, seguindo-se por fenícios, romanos, bizantinos, árabes, franceses (período napoleônico) e, finalmente, pelos ingleses, no início do Século XIX. Fácil concluir o quão rica e diversificada é a cultura, refletida nas edificações locais e nos símbolos em geral reproduzidos no arquipélago. Não por acaso, a língua oficial de lá é o Maltês, que é o resultado da mistura de línguas forjado por esse passado de muitas influências, incluindo o Latim. A segunda língua falada em Malta é o Inglês. A República de Malta passou a integrar a Comunidade Europeia a partir de 2004. A seguir, mais alguns detalhes que me chamaram a atenção:

– A curiosa “mão inglesa” – O sentido de direção do trânsito em Malta é invertido, igual a Londres: para nós, brasileiros, é estranho e até mesmo arriscado. Para atravessar as ruas tinha que estar bastante atento, pois poderia ser traído pela memória do nosso sentido de trânsito no Brasil. Como não poderia deixar de ser, paguei alguns micos por conta disso. Por exemplo, algumas vezes, ao tomar um taxi, me dirigia à porta da direita e dava de cara com o motorista sentado no seu banco!

– Igrejas: um dos fatos mais curiosos daqui é a quantidade de igrejas. Segundo pude apurar, mais de 360. Neste particular, me senti em Salvador, Bahia: pode-se ter uma igreja diferente para cada dia do ano! No caso de Malta as catedrais, igrejas e até mesmo capelas, são muito bonitas e ricas, seguindo o padrão das igrejas da Europa, com a diferença das fachadas, que pela simplicidade do padrão arquitetônico do país, pode parecer que se trata de construções singelas, o que de fato não são. Este assunto (igrejas de Malta) renderia descrição bastante longa, que não caberia neste relato!

– A barreira da comunicação na relação com os nativos. Talvez pela influência do estilo dos italianos (proximidade com a Sicília), os trabalhadores malteses (lojas, transportes, restaurantes etc.) não demonstravam paciência com o visitante, em especial se este não é tão fluente no inglês. Essa foi uma constatação geral entre o meu grupo. No hotel em que fiquei (hotel conveniado com a escola de idiomas), essa dificuldade, representada pela impaciência e má vontade dos empregados, na maioria das vezes, era gritante!

– Alimentação – este item merece alguns comentários:

Primeiramente, estranhei o gosto local por frituras, talvez influenciada pelos muitos estudantes estrangeiros que andam por lá. É comum os restaurantes oferecerem acompanhamento de batata-frita para os diversos tipos de prato/comida (me senti na Argentina)!

A propósito, descobri que a ilha, além de ser naturalmente rica em frutos do mar, produz uvas de diferentes castas (Merlot, Cabernet Sauvignon, Shiraz, por exemplo,) com vinhos de boa qualidade (tinto, branco e rosé), que são servidos em qualquer restaurante local e também azeite de oliva (provei um, em um restaurante italiano, que achei fantástico). Vi, nas andanças pelas diversas cidades, muita produção de legumes e hortaliças, com destaque para o tomate. Não é por acaso que, no buffet do café da manhã do hotel, eram oferecidos tomates de diferente formas, inclusive cozidos. Soube que Malta exporta tomates de excelente qualidade para a Itália e para vários outros países da Europa.

É evidente que um lugar como aquele, em plena Europa, no Mediterrâneo, tem uma grande variedade de restaurantes. Além da forte influência da cozinha italiana em geral, destaca-se a preponderância da comida siciliana, sobretudo pela proximidade entre Malta e Sicília, já comentada. Portanto, além de pasta das mais variadas naturezas, peixes e outros frutos do mar são abundantes em qualquer parte de Malta. Dois tipos de pratos chamam a atenção e são muito recomendados por lá: polvo (octopus) e coelho (rabbit).

A partir desses comentários mais gerais, dou aqui as seguintes dicas sobre comida em Malta:

1)    Para se comer peixes e frutos do mar frescos, com grande diversidade e preço bem razoável, deve-se visitar a cidade de pescadores chamada Marsaxlokk, ao sul da Ilha. Este local é atração turística das mais procuradas, especialmente aos domingos, pois ali funciona, ao longo do cais, uma grande feira popular. Também nessa orla estão situados inúmeros restaurantes, dos mais simples aos mais sofisticados. Eu fui lá com um colega italiano, Giancarlo, morador de Milão e na mesma faixa etária minha. Gostei muito de Marsaxlokk. Aliás, por sugestão desse colega, comi o prato mais exótico da viagem, um espaguete que veio completamente negro, preparado com o fruto do mar chamado sépia, que, segundo informado, é da família do polvo. Delícia!

2)    Perto do hotel em que fiquei hospedado, localizado na cidade de Saint Julian’s, há muitas opções de bares, cafeterias, lanchonetes e restaurantes, além de boates, por conta dos estudantes que frequentam aquela área. Por indicação de outro colega italiano, acabei descobrindo o restaurante Piacere Mio. Este para mim foi uma salvação, pela relação custo-benefício. Muito próximo ao hotel, é aconchegante, com bom serviço, serve pratos típicos da Emiglia Romana. É tocado, da cozinha ao atendimento, por uma família simpática de Bologna. Acabei ficando amigo deles. Cada vez eles faziam um agrado, seja uma taça de vinho tinto daquela região da Itália (nunca havia experimentado e fiquei freguês), seja algum tipo de pão ou de sobremesa. Vale muito a pena!

3)    Subindo de nível, ficou marcada a minha ida ao Sciacca Restaurant, também perto do hotel, em Saint Julian’s. É um restaurante siciliano, portanto, especializado em pratos da cozinha mediterrânea, com grande variedade de massas e frutos do mar. Na entrada, há um balcão cheio de gelo com exposição das iguarias à sua escolha, como polvo, lagosta, lula e peixes variados. Uma tentação! Estive lá num domingo chuvoso, dia 1º de dezembro, por volta das 14h, e me deliciei com uma das sugestões do chefe: “Linguine with Lobster” (linguine, um tipo de macarrão, com lagosta, numa composição ricamente temperada)! Naquela ocasião, degustei um vinho tinto da Sicília muito bom, que infelizmente não gravei o nome. Era uma mescla das uvas Nero D’Avola – esta típica da Sicília – (50%), Merlot, Shiraz e Cabernet. Um belo produto! Pela primeira vez provei e aprovei o azeite de oliva feito com olivas de Malta. Como se vê, a experiência foi memorável!

4)    Por último, também não poderia deixar de mencionar minha ida a um restaurante típico maltês, situado de frente para uma baía (Spinola Bay). Aliás, coelho é tão importante na culinária local que existem diversos “Rabbit Clubs” em Malta. Bem, era uma quarta à noite, dia de coelho nesse restaurante. O local é tradicional, muito agradável, e de fato gostei do prato. Eles servem o coelho aberto, com um preparo especial que torna a carne úmida e bem temperada. Escolhi legumes como guarnição e vinho tinto para acompanhar. Foi também uma boa experiência!

 As múltiplas nacionalidades dos estudantes que vão para Malta:                             

Durante as minhas quatro semanas por lá havia mais de 200 alunos estudando inglês (intercâmbio), isso falando apenas da escola que frequentei. As variadas nacionalidades dos alunos é um dos pontos fortes do curso em Malta, especialmente pelo que representa em termos de conhecimento cultural. Para se ter uma ideia dessa riqueza, tive contato com alunos oriundos de 26 países, de diversos continentes, a saber: Rússia, Alemanha, Hungria, Polônia, França, Itália (um grande número, em virtude da proximidade entre os dois países), Espanha, Bélgica, Portugal, Suécia, Holanda, Suíça, Eslováquia, Geórgia, Arábia Saudita, Turquia, Cazaquistão, China, Taiwan, Japão, Coréia do Sul, Hong Kong, Líbia, Colômbia, Venezuela e também Brasil (além de mim, tive contato com mais quatro alunos brasileiros).

Viver em Malta (qualidade de vida e outros aspectos):

Por tudo o que vi, li e ouvi, me pareceu um lugar bom para se viver, principalmente para quem já passou dos 60 anos de idade, tem situação de vida já resolvida (aposentadoria, por exemplo), apresenta disponibilidade financeira e disposição para viajar para outros países, o que fica facilitado pela localização de Malta, que possibilita deslocamentos para qualquer ponto da Europa ou da África com facilidade, bons preços e relativa proximidade (se utilizado voo direto, dificilmente se gastará com a viagem mais de três horas). Provei dessa facilidade. No segundo fim de semana da minha temporada em Malta, resolvi visitar Barcelona, para conhecer boa parte das atrações turísticas daquela bela cidade catalã. Saí de Malta no início da noite de uma sexta-feira, aproveitei o sábado, o domingo e a manhã da segunda em Barcelona, retornando na parte da tarde para Malta. Com isso, pude aproveitar o fim de semana em outro país sem maior comprometimento do curso que estava fazendo em Malta.

Além disso, como Malta é um país pequeno, com baixa densidade demográfica, tudo por lá é perto, ou não muito distante. Quando são considerados outros fatores, como a segurança, a beleza das suas diversas cidades, muita orla para se caminhar e curtir, bem como a possibilidade de se fazerem passeios por aquelas baías de águas sempre abrigadas (não vi ondas por lá, exceto em alguma praia específica, mais distante) e, mais ainda, o real estímulo de se possuir alguma embarcação, representado pelas inúmeras marinas espalhadas pelas diversas cidades maltesas, torna a região ainda mais convidativa.

Em termos de transporte público, conta-se com um bom serviço de ônibus, modernos e climatizados, que servem todas as cidades de Malta e também de Gozo. Para se chegar à bela ilha de Gozo é necessário fazer travessia pelo mar, via ferry boat de alto nível, com tarifa de 4.60 euros ida e volta e duração de cerca de 30 minutos por trecho. Não precisa dizer que os horários de saída são preestabelecidos, amplamente divulgados e respeitados. Como nessas viagens as comparações são inevitáveis, senti a enorme distância entre a realidade daquele serviço de transporte marítimo e o que temos à disposição na Bahia, para ligar Salvador à Ilha de Itaparica. É outra realidade, sem comparação, infelizmente! Voltando ao serviço regular de ônibus urbano em Malta, o sistema é prático e acaba sendo econômico. Você adquire um ticket, que tem validade para o dia, por 2.60 euros. Com ele você pode utilizar qualquer linha quantas vezes quiser naquele dia. É claro que isso facilita muito a vida do turista.

Quanto ao custo de vida, observei que os preços em geral são bem razoáveis (quando comparamos com a realidade dos preços praticados no Brasil), desde transporte público, como comentado, passando pelo valor das refeições – restaurantes comuns ou até mesmo os mais sofisticados – até chegar no valor dos imóveis. Tive a curiosidade de verificar o preço de apartamentos localizados em várias cidades, inclusive com vista para o mar ou muito próximos das praias, tanto para venda quanto para aluguel, e notei que não há qualquer absurdo quando comparado com a realidade aqui de Brasília e de outras capitais brasileiras. Para ilustrar, vi anunciados para venda apartamentos de três dormitórios, com mais de 100 m² e vista para o mar, que me pareceram bastante interessantes, com preços variando entre 300 mil e 400 mil euros. Por todos esses fatores, pode-se concluir que existe um conjunto de fatores e plenas condições para que o morador de Malta tenha um elevado nível de qualidade de vida. Não por acaso, observei que o Governo daquele país desenvolve campanha de marketing no sentido de atrair cidadãos aposentados para viver ali.

Dicas de alguns lugares que devem ser visitados em Malta:

Para finalizar este relato, deixo algumas dicas sobre as principais atrações existentes na ilha de Malta e também na ilha de Gozo, com o registro de que, por falta de tempo, não fui à ilha de Comino, a menor das três ilhas habitadas daquela República. De igual maneira, ressalvo que não pude visitar todos os principais pontos turísticos de Malta, nem mesmo todas as pequenas cidades que compõem aquele país, por limitação de tempo, dado que as visitas e andanças que realizei teriam que ser feitas sem comprometer a minha participação no curso de inglês, objetivo primeiro da viagem:

– Cidade de Mdina, que fica situada na colina, parte mais alta e central da ilha de Malta, antiga capital maltesa. A cidade foi concebida como fortaleza, toda protegida, com construções em pedra, ruas estreitas e sinuosas, bem ao estilo da antiguidade e da idade média. A vista de lá, com perspectiva para outras cidades nas partes mais baixas da ilha, principalmente a atual capital Valletta, além da visão para o porto principal e para o mar, é digna de registros. Na parte principal de Mdina está a fortaleza com esse sítio histórico riquíssimo, que era a sede anterior do governo de Malta, em cuja área estão os principais pontos de visitação. Em especial, não deixem de visitar a Catedral e o museu anexo. Também, é imperdível uma chegada até a fantástica casa de tortas e cafés chamada Fontanella, que está ao lado da Catedral. A visita a Mdina nos leva a viajar no tempo, para as primeiras civilizações, sendo, assim, de grande riqueza histórico-cultural. É muito interessante. Gostei bastante!

– Cidade de Valletta, atual capital de Malta, que começou a ser construída por volta de 1500 pelos Cavaleiros Templários da Ordem de São João (Order of the Knights of Saint John). Merece ser visitada mais de uma vez, para que possam ser melhor exploradas suas diversas atrações. As ruas comerciais são charmosas, com inúmeras opções para compras, com cafés e diversos restaurantes, além de alguns museus. No meio de tanta coisa importante e bonita, farei duas recomendações especiais: 1) visitar o belvedere que dá ampla vista para o belo Grand Harbour (porto principal de Malta) e para outras baías, penínsulas e lugares. É impagável e merece que se fique um bom tempo por lá, inclusive para filmagens ou fotos; 2) e de tudo o que vi, mostra-se obrigatória a visita àquela que considero a principal atração turística de Malta, localizada ali em Valletta: a fantástica St John’s Co-Cathedral (Co-Catedral de São João). Desde logo recomendo verificar os horários de visitação. Tive que voltar lá outro dia, pois na primeira tentativa, que era em um sábado, a igreja só permitia entrada de visitantes até às 12 horas. Reserve para a visita à nave principal da igreja e também ao seu museu pelo menos duas horas. Paguei cerca de 6 euros (acho que foi 6.40) e foi muito bem pago. Ao entrar, você recebe um aparelho, com fones de ouvido, que lhe permitirá ouvir, na língua escolhida, explicações a respeito de tudo o que existe naquele lugar. As belezas existentes no interior da igreja, com os seus riquíssimos detalhes, impressionam e estão à altura das mais belas igrejas que visitei pela Itália, ainda que seja de tamanho um pouco mais reduzido. É um conjunto esplendoroso! No interior do museu estão algumas belas pinturas feitas pelo famoso e controverso pintor italiano Caravaggio, produzidas quando ele esteve temporariamente foragido em Malta, em 1608. Foi muito gratificante essa visita. Para enriquecer ainda mais o conhecimento sobre essa atração, adquiri um livro que conta especificamente os detalhes e a história da fantástica Co-Catedral de São João!

– Cidade de Marsaxlokk, já comentada anteriormente, quando falei de comida em Malta. Também considero ser obrigatória a visita a essa bela cidadezinha costeira situada no sudeste da ilha de Malta, para compras e principalmente para degustação de peixes e frutos do mar.

– Dragonara Casino, que é o maior e mais famoso cassino entre outros existentes em Malta. Estive lá uma única vez, na antevéspera da minha viagem de volta ao Brasil. Fui com mais seis colegas de curso. Eu queria visitar um cassino desde que cheguei em Malta, por pura curiosidade, pois, apesar das minhas tantas andanças por este mundo afora, nunca havia entrado em um estabelecimento desse tipo. Para quem gosta, é uma boa casa, com todas as atrações de um cassino, como jogos eletrônicos de variados tipos, mesas de pôquer, roletas (as chamadas “table”), além de serviços de bar e restaurante. Tem localização privilegiada, à beira-mar, na cidade de St. Julian’s. Joguei (me aventurei) apenas no final da nossa estada, depois de observar tudo, e somente na mesa de roleta. Como não gosto de sorte pura e simplesmente, nesse jogo você tem alguma influência, na escolha dos números, na combinação e na adoção de algumas estratégias. Claro que gostei da experiência, pois fui o único do grupo de ganhou. Investi pouco, 10 euros, e em menos de uma hora consegui ganhar 36 euros. Para marcar, fiz questão de sacar no caixa e sair com a grana no bolso!

– Ilha de Gozo, que visitei no meu último dia em Malta, antes da viagem de retorno. Recomendo muito que se visite esse lugar, para o qual há que se reservar pelo menos um dia inteiro, até porque é necessário um deslocamento um pouco mais longo, incluindo a travessia em ferry boat. Se a intenção for explorar alguns pontos mais detidamente, como museus, restaurantes etc., pense em reservar dois dias. Em Malta você adquire o pacote para o sightseeing em Gozo, que é feito em ônibus estruturado e com vista panorâmica, que percorre as várias cidades daquela ilha e as principais atrações turísticas. Ao longo desse giro são descortinados belíssimos visuais, ricas edificações, sempre apresentando o mediterrâneo como principal pano de fundo. Sem dúvida, Gozo nos oferece um conjunto de belezas naturais, arquitetônicas e um acervo histórico-cultural rico e imperdível!

Por: JC Dattoli, Brasília, janeiro/2014.

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Sobre JCDattoli

Este blog foi idealizado para compartilhar reflexões e discussões (comentários, frases célebres, textos diversos, slides, vídeos, músicas, referências sobre livros, filmes, sites, outros blogs) que contribuam para a realização e o crescimento do ser humano em toda a sua essência e nas dimensões pessoais e profissionais. Almejo que o ser humano se mostre cada vez mais virtuoso, atento e disposto a servir o próximo em cada momento da sua existência. Atuei profissionalmente por quatro décadas, com bastante intensidade, nas áreas pública e privada. Ocupei de cargos técnicos a postos de chefia e direção. Neste novo momento, pretendo ajudar pessoas a atingir outros patamares na vida – e na profissão. Dedicarei parte do tempo para ações sociais/humanitárias (acabo de retomar o projeto 'música para idosos'), além de assegurar espaços na agenda para reflexões e meditações. Gosto de ler, de praticar atividades físicas e de cantar-tocar violão. A família e as amizades são preciosas matérias-primas na construção do bem viver. Apesar das incongruências, desencontros e descaminhos humanos, tenho por missão dedicar-me mais e mais às pessoas como contributo para um mundo verdadeiramente melhor!
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8 respostas para República de Malta: relato e dicas de uma experiência enriquecedora!

  1. Sílvia disse:

    realmente Malta é um lugar mágico. Tive o prazer de conhecer também e fiquei apaixonada pelo local. Além das comidas e vinhos regionais que valem para quem conhece.

  2. JCDattoli disse:

    Olá, Sílvia, só me resta agradecer pelo seu interesse e pela divulgação. É mais um incentivo!
    Abs

  3. Bruna disse:

    A República de Malta realmente é um lugar mágico. Ainda não conheço mas com certeza irá para lista dos lugares que quero visitar.

  4. Ailton disse:

    Excelente experiencia compartilhada. Estou remetendo para os amigos do BCB.

    • JCDattoli disse:

      Obrigado, Aílton. Escrevi o texto na expectativa de que possa efetivamente ajudar outras pessoas que queiram passear ou fazer intercâmbio em Malta. Pensando no que vivenciei, como eu gostaria de ter tido acesso a algum relato como esse, em outubro do ano passado, momento em que precisava definir o destino da viagem, e Malta era uma das opções.
      Abs!

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